O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Humberto Martins, abriu, nesta sexta-feira (19), um inquérito na Corte para apurar, no âmbito criminal, a atuação da Lava Jato.
No ofício, o ministro diz que a Corte vai investigar “suposta tentativa de intimidação e investigação ilegal” de ministros do tribunal, “bem como de violação da independência jurisdicional dos magistrados – hipóteses levantadas após a divulgação de mensagens trocadas entre procuradores ligados à Operação Lava Jato e apreendidas no âmbito da Operação Spoofing”. O inquérito será conduzido por Martins e tramitará em sigilo.
A abertura do inquérito acontece depois de a CNN revelar que um novo pacote de mensagens apreendidas no âmbito da Operação Spoofing mostrava a intenção da força-tarefa de Curitiba de investigar ministros do tribunal.
No dia 5, o presidente do STJ já havia solicitado à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apuração na esfera criminal, e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) a apuração no nível administrativo, da conduta dos procuradores.
As mensagens apreendidas no âmbito da Operação Spoofing tiveram o sigilo levantado pelo relator da ação no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski.
Cite um fato de improbidade ou ato da lava jato contra o patrimônio do povo brasileiro? Agora se praticou qualquer ato contra ladrões criminosos, tudo é justificável? Bandido é bandido, tem que ser tratado como tal. Ok, fdp?
O Brasil está doente. Como numa recidiva, a inflação voltou. Já é possível ver os primeiros sinais facilmente constatáveis num auto-exame. É palpável. Dói muito o aperto provocado pelo aumento sistemático no preço dos combustíveis; causa mal estar a alta do dólar, a vista fica turva com o preço dos alimentos. E tudo isso com o risco da covid, torna o prognóstico para nossa economia ainda mais difícil.
A primeira fase é a negação. “Isso não pode estar acontecendo”, “Veja a taxa de juros… está baixa, certo?”
— O Brasileiro está bem aqui.
A segunda fase é a revolta. Não vamos aceitar essa situação tão facilmente. Quando tomarmos consciência de todo sofrimento causado pela inflação, o brasileiro se revoltará. Ninguém vai querer saber se foi a covid, o auxílio federal ou as políticas do governo.
A terceira fase é a barganha. O brasileiro vai tentar convencer os outros que a situação não é tão ruim. “Estava bem pior no passado e ficamos curados”.
A quarta fase é a depressão. A tristeza se abaterá quando percebermos que a crise é real.
A Quinta fase é a aceitação. Só restará aceitar seu diagnóstico e passar a alimentar esperanças sobre a possiblidade de cura numa próxima eleição.
Se nossa economia estivesse com saúde, enfrentar esse diagnóstico maligno seria mais fácil. Mas… depois de uma vida desregrada com péssimos governos (todos — os de direita e os de esquerda) que sempre se entregaram a uma vida de vícios em desvios de verbas públicas, tudo fica mais difícil. Afinal, nunca tomamos o remédio na hora certa.
É pra deixar a gente acamado o show de corrupção que Bolsonaro protagonizou na eleição para presidente da câmara e do congresso — Algo só comparável a Lula e/ou a Dória. Não vou perder meu tempo imaginando que o Centrão apoiou os candidatos do governo de graça. Tem graça isso? Vou continuar imaginando numa olimpíada os 3 dividindo o mesmo pódio — Um à direita outro à esquerda e Dória sonhando no centro.
O auxílio do governo é necessário mas conseguiremos saber a hora de parar? Com a proximidade das próximas eleições acho difícil. Pois deputados e senadores precisam do apoio dos prefeitos e estes pressionam para que o governo federal continue com o aporte financeiro. E Bolsonaro deve seguir a mesma cartilha de assistencialismo que aprendeu com Lula.
— Não tomamos a vacina contra a inflação.
A nós, brasileiros, só nos resta sofrer com a malignidade da inflação e do seu tratamento que será uma verdadeira quimioterapia com arrocho que deve chegar em breve.
Apesar da Covid na população e da recidiva do câncer na economia — a inflação, não percamos as esperanças na cura. Dias melhores virão. Acredito que não será Lula, nem Haddad, nem o PT, nem Moro ou Mourão quem vai impedir a reeleição de Bolsonaro. Será a inflação que vai enterrar esse sonho.
Marcus Aragão sempre nos presenteando com os seus artigos polêmicos que despertam calorosas discussões…rs
Em se tratando de política brasileira eu penso que nós eleitores é que, ainda, temos muito o que aprender em relação as escolhas dos nossos governantes em todas as esferas federal, estadual e municipal.
Lamentavelmente o início do "toma lá, dá cá" é, justamente, no período das eleições .
Sugiro ao nobre colunista marcar ligo uma consulta . Com essa miscelânea de palavras e lero lero , o tratamento vai ser difícil . Essa obsessão em voltar ao passado e citar Lula não cola mais. Lula já era , foi julgado e condenado. O foco da irresponsabilidade e do desmantelo é esse idiota que nós preside. A capa de proteção dos enrustidos não resiste mais a hipocrisia, o Brasil tem um inconsequente na presidência. Simples assim . A gangrena está aí, e ela fede . A gripizinha está aí e já matou 250 mil pessoas, e o presidente não usa máscara e ainda aglomera . Os mascarados são aqueles que colocam suas máscaras nos olhos para não ver esses absurdos, mas não as colocam na “venta” . A propósito , será que ivermectina cura essa doença também ?
Comentário perfeito, perfeitíssimo!!!
Desde criança que meus e avós ja dizia, "a gasolina subiu, vai subir os preços de tudo", verdade verdadeira. Só quem não quer enxergar são os miopes.
O WhatsApp anunciou na quinta-feira (18) que vai prosseguir com uma polêmica mudança nos termos de privacidade dos usuários, mas que incluiu mais informações para explicar as alterações.
Em janeiro, a plataforma de comunicação anunciou que preparava uma nova política de regras de privacidade, sob a qual iria compartilhar dados limitados dos usuários com o Facebook, sua controladora.
O anúncio causou críticas pelo mundo e motivou migração de usuários para rivais como Telegram e Signal. Com isso, o WhatsApp atrasou a entrada em vigor da política para maio.
Na mais recentemente comunicação, o WhatsApp afirmou que vai começar a lembrar os usuários para lerem e aceitarem os novos termos de modo a manter a plataforma funcionando para eles.
“Também incluímos mais informações para resolver preocupações que recebemos”, afirmou a empresa.
O anúncio do WhatsApp ocorreu enquanto o Facebook bloqueou acesso a todo conteúdo noticioso na Austrália disponível em sua plataforma, disparando uma onda de críticas de veículos de imprensa e políticos.
BG… esquece o WhatsApp… O importante é que o deputado, como todo bom bolsonarista, é um completo COVARDE quando a coisa aperta…??????
Pediu desculpas a gatos, cachorro e papagaio…se tivesse mais um minuto, ele chorava…????
Após encerramento da vacinação dos profissionais de saúde do município, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal inicia na próxima segunda-feira, dia 22, mais uma etapa de vacinação, dessa vez os idosos de 90 anos ou mais residentes na capital serão o público alvo. Para se vacinar o idoso deve apresentar cartão de vacina, comprovante de residência e documento original com foto.
A Prefeitura do Natal vai disponibilizar três drives-thrus de vacinação no Palácio dos Esportes, Via Direta e Nélio Dias, os dois últimos contam ainda com sala de vacinação para pedestre funcionando das 8h às 16h, de segunda a quinta e na sexta até 13h.
Além dos drives, cinco salas de vacinação irão funcionar nas Unidades Básicas de Saúde UBS São João, UBS Nazaré, UBS Pajuçara, UBS Candelária e USF Nova Natal com funcionamento das 8h às 12h30 e das 13h30 às 16h.
“Vamos iniciar essa fase conforme durar o estoque vacinal do município, até o recebimento de um novo lote. Pedimos que as pessoas levem documento com foto, comprovante de residência e cartão de vacinação para agilizar a triagem. É importante destacar que todos serão vacinados de acordo com a chegada de novas doses”, comenta George Antunes, Secretário Municipal de Saúde de Natal.
O prefeito Álvaro Dias ressalta a organização feita pela Prefeitura para atender aos grupos prioritários de forma segura e confortável. “Vamos ter mais vacinas esta semana para ampliar as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários”.
O município de Natal já aplicou desde do início da Campanha de Vacinação, em 20 de janeiro, 37 mil doses da vacina contra a Covid-19. Para a Coronavac, o intervalo de recebimento da segunda dose da vacina é de duas a quatro semanas após a aplicação da primeira dose. Para a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, o intervalo para a vacinação é de 12 semanas a partir da primeira aplicação. O calendário adotado pela SMS Natal segue dentro do Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, com definição dos grupos prioritários de cada categoria conforme chegada dos novos lotes na capital.
Vacinação contra a Covid-19
Segunda a quinta-feira das 08h às 16h e sexta-feira das 08h às 12h
DRIVES
Shopping Via Direta, Av. Sen. Salgado Filho, 2233 – Lagoa Nova
Ginásio Nélio Dias, Av. Guararapes, s/n – Lagoa Azul
O Memorial criado pelo Sindsaúde/RN em homenagem aos servidores da saúde do Rio Grande do Norte, registrou nessa quinta-feira (18), o número de cinquenta trabalhadores que morreram em decorrência do novo coronavírus no estado. O Memorial faz parte do site do Sindsaúde desde junho de 2020, e funciona como um espaço de homenagens e eternas lembranças de todos os trabalhadores da saúde que eternizaram a sua passagem por aqui.
“Ao longo desses oito meses, contamos algumas histórias desses profissionais que dedicaram a sua vida em prol da saúde pública, gratuita e de qualidade, mas que infelizmente foram interrompidas pela Covid-19. Em meio a muita tristeza e saudades, milhares de trabalhadores da saúde continuam a enfrentar diariamente o vírus. Mesmo com EPI’s insuficientes, sem receber insalubridade e com a falta de leitos e vacinas, essas pessoas estão cuidando dos pacientes e lutando para que a vacinação para todos seja garantida.
O Sindsaúde/RN se solidariza com os familiares, amigos e colegas de trabalho de todos aqueles que partiram vítimas dessa doença. E segue recebendo novos ou qualquer óbito que ainda não esteja em nossos registros, para serem prestadas as devidas homenagens.
Ressaltamos que o número de casos de Covid-19 no estado continua aumentando e que de acordo com a ANVISA, não existe tratamento preventivo com medicamentos para combater a infecção da Covid-19, como é divulgado pelo Governo irresponsável e Genocida de Bolsonaro, Álvaro Dias e seus seguidores. Só com a vacinação para todos é possível vencer a pandemia do novo coronavírus. Vacina para todos já!”, encerra release.
NA BASE DO DIÁLOGO – Flávio e a namorada, Carolina: “Nos comunicamos com mais clareza, presença e franqueza” na relação aberta, em que discrição é a regra e amigos próximos estão vetados – Jefferson Coppola/VEJA
Já famosos e celebrados, em meados do século passado os filósofos franceses Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir chocavam o mundo com seu escandaloso relacionamento: formavam um casal que vivia cada um em sua casa, sem filhos e receptivos a envolvimentos amorosos com outras pessoas. Fosse hoje, a relação aberta dos papas do existencialismo — bem mais existencial para ele do que para ela, diga-se — não seria vista com tanta surpresa. Mergulhadas em sua individualidade, o motor dos tempos modernos, e impulsionadas pela facilidade de encontrar parceiros via internet, as novas gerações parecem cada vez mais dispostas a desatar as amarras da monogamia e se deixar levar pela tentação da carne, tudo devidamente combinado e acordado entre as duas metades da laranja. “As pessoas vêm perdendo o interesse em se fechar em um contrato a dois, cheio de possessividade. Não me surpreenderia se, daqui a algumas décadas, mais casais optem por ligações abertas do que pelas que exigem exclusividade”, diz a psicanalista Regina Navarro Lins, autora de livros sobre o tema.
As relações abertas modernas são consensuais e igualitárias, praticadas por casais que admitem contato sexual com outras pessoas, mas mantêm o companheiro ou companheira como prioridade. “Há pessoas que não se adaptam à exclusividade e precisam buscar alternativas para viver um relacionamento saudável”, avalia Carmita Abdo, psiquiatra e coordenadora geral do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. “Mas não é para todo mundo. Demanda muito equilíbrio entre as partes, comunicação, maturidade e, claro, desapego”, avisa ela, que ainda acrescenta a ressalva: “Muitas mulheres, principalmente, fazem a concessão para tentar salvar o casamento, mas assim que percebem o que de fato significa, tudo vai por água abaixo”.
FRANQUEZA TOTAL – Teca e o marido, Alessandro, casados há 21 anos e não exclusivos há onze: “A monogamia gerava competitividade e ciúme”, diz ela, que coordena na internet o coletivo Rede Relações Livres, com integrantes de todas as regiões do Brasil – Jefferson Bernardes/Agência Preview/.
Não há números que comprovem a crescente prática da relação aberta no Brasil, mas basta uma pesquisa na internet — e olhar em volta, no caso dos mais jovens — para confirmar a tendência. A gaúcha Teca Curio, de 39 anos, é coordenadora da Rede Relações Livres (RLi), um coletivo que reúne não monogâmicos em todo o Brasil. Casada há 21 anos, viveu com o marido, Alessandro, um casamento tradicional por mais de uma década, mas aos poucos começou a notar que ambos gostariam de ficar com outras pessoas. “Não queríamos enganar um ao outro. Antes que nos magoássemos, decidimos abrir a relação”, diz Teca, que passou a pesquisar sobre o tema e foi conhecendo os demais membros do grupo. “A monogamia criou um peso enorme nos primeiros anos de casamento, gerava competitividade e ciúme. Agora resolvemos tudo com diálogo”, afirma. Teca e Alessandro são tão bem resolvidos em sua decisão que passaram o conceito para a filha, de 21 anos, também avessa à monogamia. Mas o casal até hoje enfrenta resistência, inclusive da família dele. “É porque incomoda, mexe no mito do príncipe encantado”, acredita ela.
A ideia de adicionar terceiros à equação do casal seria, de certa forma, uma volta às origens das relações comunitárias, quando homens e mulheres não tinham parceiros fixos e as crianças eram responsabilidade de todos. O conceito de família começou a se desenhar há cerca de 5 000 anos, com a invenção da propriedade privada e, por tabela, da herança — fórmula facilitada pela existência de um núcleo familiar definido. Daí para a imposição da fidelidade foi um passo e a posterior associação do amor romântico ao casamento direcionou os seres humanos, definitivamente, para as convenções sociais que ainda prevalecem. A corrente que prega a quebra de restrições nunca deixou de existir, crescendo ou minguando de acordo com a conjuntura social e política. Agora, pegando carona na opção preferencial de cada um por si, está em viés de alta. “A juventude atual explora sua sexualidade cada vez mais cedo e com mais liberdade, sem tantas amarras”, diz Stella Schrijnemaekers, professora da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (ESP-SP).
Foto: Reprodução/Instagram
As redes sociais e os aplicativos de namoro, que ampliam as possibilidades para conhecer pessoas e marcar encontros sexuais, abriram caminho para a expressão dos novos sentimentos. A atriz Fernanda Nobre, que há três anos vive um casamento aberto com o dramaturgo José Roberto Jardim, explica que foi atraída pela liberdade oferecida às mulheres pela não monogamia — e hoje não se vê vivendo de outra forma. “No início tive de lidar com o medo de, quem sabe, estragar a nossa relação. Mas tudo mudou conforme amadurecemos”, contou em vídeo postado em seu Instagram. “Acho que atingimos, sim, a igualdade que eu tanto reivindicava.”
Um estudo desenvolvido nos Estados Unidos pelo economista David K. Levine, professor do Instituto Universitário Europeu, mostrou que entre 4% e 9% dos adultos americanos estavam envolvidos em algum tipo de relação aberta em 2020. No Brasil, as pesquisas pela pergunta “o que é relacionamento aberto?” aumentaram 70% nos últimos doze meses, enquanto a busca por “relacionamento aberto significado” cresceu 300%. “Recebo com frequência em meu consultório pacientes com dúvidas sobre como poderiam trazer essa discussão ao casamento para melhorar sua dinâmica ou solucionar o problema da falta de sexo após muitos anos”, diz Regina Navarro Lins. “A curiosidade é um sintoma de que o modelo amoroso da nossa cultura não está mais funcionando para todos.”
Honestidade e independência foram as engrenagens que fizeram o professor de educação física Flávio Chiari, de 27 anos, se envolver em seu primeiro namoro não exclusivo, há cerca de cinco anos, e reproduzir a experiência no atual romance, com a analistas de relações públicas Carolina Vachi, de 26. “Nos comunicamos com muito mais clareza, presença e franqueza”, diz ele. O incentivo ao diálogo é visto como uma das principais vantagens desse tipo de arranjo. Assim como a maior parte dos casais que se aventuram no modelo sem exclusividade, Flávio e Carolina estabeleceram algumas regras para evitar conflitos. Os dois combinaram nunca apresentar demais parceiros um ao outro, e amigos próximos estão fora de cogitação. A estudante de psicologia Milena Depentor, de 22 anos, leva uma relação aberta há um, a primeira que encara. Ela admite que a transição não foi fácil. “Era muito ciumenta e senti insegurança”, diz. E, embora se sinta julgada por quem não aprova sua escolha, também faz críticas aos adeptos mais radicais. “Eles tendem a falar com um ar de prepotência, como se fossem mais evoluídos, o que não tem nada a ver”, afirma.
A busca pelo novo modelo cresceu tanto que já existem aplicativos específicos para quem busca encontros passageiros fora do relacionamento principal ou sexo a três. O 3Fun, disponível no Brasil, se vende como uma rede para encontrar solteiros e casais “mente aberta”, enquanto o 3Somer faz o mesmo serviço e garante o anonimato dos usuários. As novas plataformas não diminuíram a popularidade do Tinder e de outros aplicativos mais tradicionais, nos quais os adeptos da relação aberta expõem claramente a preferência em seus perfis. Como se pode imaginar, a passagem de um relacionamento tradicional para um formato mais flexível, em geral, não é um passeio. A empresária mineira Thuany Ribeiro, 27 anos, conta que sentiu muito ciúme em sua primeira experiência não monogâmica, em 2015, com um namorado de cinco anos. Hoje, acha que superou as dúvidas e está mais madura para se adaptar. “Consigo estar com uma pessoa só, mas gosto da liberdade de saber que, se surgir o desejo, posso ir em frente sem magoar ninguém”, diz Thuany, que mora no Rio de Janeiro. Ela reclama, no entanto, de certo preconceito: “Muita gente relaciona minha forma de viver com promiscuidade, quando é só um jeito diferente de amar”. O tempo dirá se os relacionamentos abertos vão virar o casamento de cabeça para baixo e entrar, como tantas outras coisas neste mundo em mutação, para o rol do novo normal.
Sei que para muitos é
Antiquado, mas, Fico com a bíblia; “Por este motivo, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne.”
Essa modinha ficou pra corno e puta… não quer compartilhar a vida nem assumir compromisso? fique solteiro. É nesse mundo depravado, que infelizmente, nossos filhos e netos viverão. E TENHO DITO!!!
O Uber perdeu uma batalha judicial crucial no Reino Unido nesta sexta-feira (19), quando a Suprema Corte local manteve a decisão de que seus motoristas são trabalhadores, não contratados independentes.
Os juízes votaram por unanimidade para rejeitar o recurso do Uber contra a decisão, que pode ter enormes consequências para os seus negócios no Reino Unido, e para esse modelo de trabalho em geral.
As ações da empresa despencaram mais de 1% nas negociações de pré-mercado após a determinação.
Batalha legal antiga
O veredicto desta sexta-feira encerra uma batalha legal de quase cinco anos entre o Uber e um grupo de ex-motoristas que afirmam ser trabalhadores com direito a direitos trabalhistas, como salário mínimo, férias e descanso.
Em 2016, um tribunal de trabalho decidiu a favor dos condutores, liderados por Yaseen Aslam e James Farrar. Eles alegaram que eram trabalhadores contratados pelo Uber e, portanto, tinham direito a certas proteções trabalhistas.
A empresa insiste que seus motoristas são autônomos e que atua mais como uma “agência” que os conecta aos passageiros por meio de um aplicativo. Seu objetivo é manter a classificação legal dos motoristas como contratantes independentes inalterada, argumentando que eles preferem esse modelo por ser mais flexível – e isso também beneficia o Uber do ponto de vista de custo.
“Esta decisão irá reordenar fundamentalmente a nova economia e colocar um fim à exploração abundante de trabalhadores por meio de truques algorítmicos e de contrato”, disse Farrar, secretário-geral do Sindicato de Motoristas e Transportadores por Aplicativos, em um comunicado.
“Estou muito feliz que os trabalhadores finalmente tenham algum remédio por causa dessa decisão, mas o governo deve fortalecer urgentemente a lei para que esses trabalhadores também tenham acesso a auxílio-doença e proteção contra demissões injustas”.
O que acontece agora?
O Uber disse que a decisão se aplica apenas aos 25 motoristas que abriram processo em 2016, mas acrescentou que consultará todos os motoristas no Reino Unido para “entender as mudanças que eles querem ver”.
“Respeitamos a decisão do Tribunal que se concentrou em um pequeno número de motoristas que usaram o aplicativo Uber em 2016”, disse Jamie Heywood, gerente geral regional do Uber para o Norte e Leste da Europa, em um comunicado na sexta-feira.
“Desde então, fizemos algumas mudanças significativas em nosso negócio, guiados por motoristas em cada etapa do caminho. Isso inclui dar ainda mais controle sobre como eles ganham e fornecer novas proteções, como seguro grátis em caso de doença ou lesão.”
A decisão da Suprema Corte pode colocar em risco o modelo de negócios da companhia no Reino Unido, resultando em custos mais altos para a empresa. Embora se refira apenas aos motoristas envolvidos no caso de 2016, ele estabelece um precedente importante que pode afetar outros condutores e trabalhadores informais.
O Uber agora terá que voltar ao tribunal do trabalho para determinar a compensação dos motoristas em questão. Existem cerca de 1.000 ações semelhantes contra a empresa, que estavam aguardando a decisão nos bastidores.
‘Gig Economy’
A determinação também tem implicações importantes para esse modelo chamado ‘gig economy’, de trabalho temporário e informal, que, só no Reino Unido, conta com 5,5 milhões de pessoas.
“Este veredicto, sem dúvida, terá implicações de longo e amplo alcance para todas as operadoras de gig economy e tornará mais difícil para as empresas engajarem pessoas por meio de plataformas digitais para afirmar que são autônomas, apesar da documentação contratual que pode indicar o contrário”, disse Helen Crossland , sócio do escritório de advocacia Seddons do Reino Unido.
O caso do Reino Unido ecoa a luta legal do Uber com os reguladores californianos, que no ano passado tentaram reclassificar seus motoristas e de outros serviços de carona como o Lyft como funcionários para lhes conceder mais proteção de emprego.
Mas os eleitores apoiaram uma medida eleitoral chamada Proposta 22, que isentava a empresa e as demais plataformas semelhantes da reclassificação.
O Uber está clamando por uma “terceira via” para classificar esses trabalhadores, que lhes oferece algumas proteções, mas ainda garante um trabalho flexível. A empresa compartilhou propostas para tal modelo com a União Europeia na segunda-feira, antes de uma revisão do bloco sobre esse tipo de plataformas.
Eu acho que essas empresas de APLICATIVO DE VEÍCULOS, uma exploração, o GOVERNO TEM QUE LIMITAR a margem de lucro em cima dos miseráveis, uma corrida de R$ 10,00 o pobre fica com R$ 6,00 para pagar ; gasolina, aluguel do carro e manutenção,UM ROUBO
Trabalha quando quer, na hora que quer, no dia que quer. Mas quer vínculo empregatício. Tabelar preço é uma ideia fantástica a sua. Aposto que nasceu após o governo sarney
O prefeito Rosano Taveira assinou, na manhã desta sexta-feira (19), a ordem de serviço para a construção de mais três caminhódromos em Parnamirim. Os bairros contemplados serão Liberdade, Cajupiranga e Boa Esperança, proporcionando mais lazer e qualidade de vida para a população.
O documento autoriza o início dos serviços no primeiro lote de atividades, que contempla Boa Esperança. Nesse bairro, o equipamento será construído no cruzamento das ruas 1º de Maio e 6 de Janeiro. O serviço está orçado em R$ 318.000,00 e deve contemplar também a pavimentação da Rua 1° de maio. O prazo para o término do primeiro lote é de 60 dias.
Posteriormente serão iniciados os trabalhos nas outras duas frentes. Em Liberdade, a área para a prática de caminhadas e exercícios físicos será na Rua Felizardo Moura, no entorno do ginásio poliesportivo. Já em Cajupiranga, o caminhódromo será construído no cruzamento das ruas Caminhos das Falésias e Caminhos da Barra. Além de toda a estrutura voltada para a prática de atividades físicas, os equipamentos contarão com acessibilidade, lixeiras e locais de convivência e áreas verdes.
Os caminhódromos são equipamentos para a prática de esporte e lazer que já estão testados e aprovados pela população de Parnamirim. Juntos, os três representam um investimento, com recursos próprios, de cerca de R$ 800 mil.
Taveira disse que essa é uma sinalização da população que a Prefeitura de Parnamirim vai atender. “O caminhódromo já é uma realidade em nossa cidade. Agora, estamos expandindo essa iniciativa para outros bairros, aumentando o número de famílias contempladas de forma exponencial”, disse.
Bom dia aí ao prefeito e políticos de parnamirim, vcs estão esquecendo do bairro NOVA PARNAMIRIM?Aqui também precisa de muitas coisas….estamos aguardado vcs.Inclusive posto de saúde, upa,pista p ciclistas e lazer em geral
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) informa que o fim de semana no estado será de céu com predominância de nublado a claro com possibilidades de chuvas em todas as regiões. Para a capital, a previsão máxima de é 30,5º e a mínima de 23º.
A EMPARN não acerta uma !
Pense numa coisa sem futuro.
Apesar dos avanços tecnológicos, ela nunca chegou nem perto das "possibilidades de previsões "
Kkkkkk
Se a EMPARN diz que vai chover, pode sair de casa sem problemas, não esqueça o protetor solar e o chapéu, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Dinheiro público gasto à toa, eles não acertam uma previsão.
Kkkkkk. Os caras são especialistas em errar! 50% de probabilidade nunca funciona pra eles. Melhor jogar cara ou cara, iriam acertar mais
O pontapé simbólico ocorreu no último dia 11, em uma churrascada no Galpão Crioulo, que fica na área externa do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, em Porto Alegre. Enquanto as peças de carne nobre assavam, o governador Eduardo Leite (PSDB) era aclamado como o mais novo pré-candidato à Presidência para 2022 pela comitiva de deputados tucanos de vários estados. Não por acaso, o convescote ocorreu apenas três dias após um jantar organizado pelo governador paulista João Doria (PSDB), onde ele tentou reivindicar o controle do partido para pavimentar a sua pretensão de ser o escolhido na disputa pelo Planalto — a iniciativa repercutiu muito mal internamente e desembocou na revoada de correligionários para o evento no Sul.
Foto: Arte/Veja
Na ocasião, Leite disse que “aceitava a missão” de debater um plano de propostas para o Brasil. Para um político conhecido pelo cuidado com que mede as palavras, a declaração não passou de um eufemismo para transmitir a seguinte mensagem: sim, ele é candidatíssimo. O nome de Leite já é veiculado há algum tempo como uma aposta futura para os projetos nacionais do PSDB, mas nunca um grupo havia ido até a sua presença levar o tal do “cavalo encilhado”, que um outro gaúcho célebre, o ex-governador Leonel Brizola, tornou famoso em uma frase sobre a importância de, na política, nunca perder a oportunidade quando ela se apresenta.
Em um partido como o PSDB, com enormes dificuldades de renovação em seus principais quadros, o político de 35 anos percorreu até aqui uma trajetória promissora. Tendo no currículo um elogiado mandato como prefeito de Pelotas, cidade de 343 000 habitantes no interior gaúcho, e apenas dois anos como governador, Leite já mostrou qualidades. A principal delas foi construída em meio ao cenário de terra arrasada que recebeu: um estado quebrado, que não conseguia pagar em dia nem o salário do funcionalismo. Com uma reforma fiscal e administrativa, que mexeu em questões sensíveis como o plano de carreira do magistério e regras de aposentadoria, ele diminuiu o déficit previdenciário em 17% — a primeira queda desde 2010 —, estancou o crescimento da folha do funcionalismo e colocou os vencimentos dos servidores em dia após cinco anos de atrasos e parcelamentos.
O governador também conseguiu uma aprovação, embora com ressalvas, do plano do estado para entrar no Regime de Recuperação Fiscal — o seu antecessor, José Ivo Sartori (MDB), teve a proposta rejeitada em 2017. Para efeito de comparação, outro estado importante em situação de penúria fiscal, Minas Gerais não conseguiu ter a sua proposta aprovada porque o governador Romeu Zema (Novo) concedeu reajustes salariais ao funcionalismo, o que vai na contramão de uma boa política fiscal de um estado em grave crise. “Eu diria que o Eduardo Leite fez avanços que nenhum outro governador recente conseguiu. Retirou os penduricalhos dos salários, à exceção dos militares, e conseguiu reduzir os gastos de pessoal”, aponta o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas. Para Gil Castello Branco, da Associação Contas Abertas, ainda que insuficientes, as medidas apontam ao menos para a melhora do quadro. “A economia do estado está na UTI. Tal como ocorre com os tratamentos de saúde, os remédios podem ser venenos dependendo da dosagem. Creio que o governo está aplicando a medicação com cautela”, afirma.
Lidar com abacaxis fiscais não é uma novidade para Leite. Apesar de formado em direito, ele estudou gestão pública na Universidade Columbia (EUA) e fez mestrado em gestão e políticas públicas na FGV-SP. Filho de uma família de classe média (os pais são professores da rede federal e os irmãos, servidores públicos), ele chegou aos 23 anos à Câmara de Vereadores de Pelotas, depois de entrar para a política pelas mãos do pai, José Luis Marasco Leite, que disputou sem sucesso a prefeitura em 1988. Em 2012, Eduardo Leite foi eleito, aos 27, o prefeito mais jovem da história de sua cidade. Focou os seus esforços na melhoria da gestão da máquina e na aplicação dos recursos públicos — ganhou apoio popular ao retirar verba do desfile das escolas de samba para subsidiar a abertura de uma unidade de saúde.
Se as contas do Rio Grande do Sul eram uma encrenca conhecida, a pandemia foi um desafio inesperado. Mas aí ele também saiu-se bem. Com políticas acertadas, como dobrar o número de leitos de UTI e promover a defesa ostensiva da vacinação e do uso de máscaras, ele conseguiu evitar o pior: o estado é hoje o 17º do país em número de mortes pela Covid-19, na proporção da população. A partir da análise de dados e com a ajuda de médicos, universidades, setores econômicos e prefeituras, ele montou um modelo chamado de Distanciamento Controlado, no qual o estado passou a adotar graus variados de isolamento social dependendo do avanço do vírus e baseado em onze indicadores, como número de óbitos e ocupação de leitos de UTI. “Ele conseguiu mostrar a imagem de gestor, aparecendo quase todos os dias na casa das pessoas”, diz Jefferson Jaques, diretor-presidente do Instituto Methodus, que produz pesquisas internas para partidos. Na avaliação mais recente de sua gestão, do Ibope, feita em outubro de 2020, só em Porto Alegre, 29% avaliavam o governo de Leite como ótimo ou bom, 30% consideravam ruim ou péssimo e 39% o tinham como regular.
Apesar das conquistas importantes na saúde e na área fiscal, Leite tem muito o que avançar na gestão do estado. Em relação às contas públicas, por exemplo, ainda tem um abacaxi de 78 bilhões de reais em dívida, sendo quase 90% dela com o governo federal, que o estado não paga há cinco anos, amparado por uma liminar do Supremo Tribunal Federal. Ele também tenta tirar do papel uma de suas promessas, a de privatizar três companhias estatais do setor de infraestrutura (veja o quadro). Na educação, não conseguiu cumprir as metas do Ideb (indicador da educação básica) em 2019 e enfrenta pressão dos professores por reajuste salarial. “A educação é um caos. Temos um governo que está se destacando em fechamento de turmas e escolas e desvalorização de professores”, diz Helenir Schürer, presidente do sindicato da categoria, que, ao lado de outras, fez protestos quase diários durante a reforma empunhando cartazes chamando o governador de “Eduardo Mãos de Tesoura”. Vice-líder do PT na Assembleia, Fernando Mainardi afirma que as reformas pesaram no bolso dos servidores. “Os professores, assim como o funcionalismo, estão oito anos sem reajuste. Na Previdência, ele passou a cobrar de quem ganha abaixo do teto. Ou seja, cortou gastos à custa dos trabalhadores”, afirma.
Mas mesmo entre os inimigos há alguma boa vontade com Leite. O próprio Mainardi reconhece que o rival é “uma pessoa correta, de diálogo”. Leite, vira e mexe, atravessa a rua e vai à Assembleia, que é vizinha ao Piratini, negociar diretamente com os parlamentares, além de visitar os sindicatos. Com esse estilo, formou uma base com mais de quarenta dos 55 deputados, mesmo o PSDB tendo apenas quatro cadeiras. Por mais que sejam simbólicos, ele faz gestos para agradar a gregos e troianos. Encampou, por exemplo, um projeto da opositora Luciana Genro (PSOL) que proibia queima de fogos de artifício acima de 100 decibéis — e tirou uma foto ao lado dela no palácio. Na inauguração da duplicação da RS-118, convidou os ex-governadores Germano Rigotto (MDB), Yeda Crusius (PSDB), Tarso Genro (PT) e Ivo Sartori (MDB) para participar do evento — eles não foram, mas Leite, no discurso, disse que a estrada só saiu por contribuição deles. “Ele não vê os opositores como inimigos”, propagandeia o secretário da Casa Civil, Artur Lemos, um dos seus articuladores políticos. “O gaúcho sempre teve a imagem de brigão. Hoje, enquanto o Brasil inteiro está brigando, temos um governador que busca a conciliação”, completa Leany Lemos, presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Na visão dos aliados, Leite é contra a “grenalização da política”, em referência ao clássico Grêmio x Internacional — ele também foge dessa polarização do futebol gaúcho e diz torcer para o pequeno Brasil de Pelotas.
O flerte de parte do PSDB com Leite, inclusive de caciques como o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso — de quem recebeu apoio político e financeiro nos seus estudos no exterior —, começou já em 2018, quando chamou a atenção o fato de ele não ter se alinhado automaticamente a Jair Bolsonaro, como fez Doria. A aproximação cresceu à medida que o paulista foi empilhando o que tucanos influentes classificam como erros decorrentes de pura inabilidade política, como a mudança abrupta do figurino de seguidor de Bolsonaro para opositor ferrenho. “Surgiu uma nova liderança, que além de ser bom gestor mostrou habilidade política”, diz o deputado Domingos Sávio (MG), vice-presidente do PSDB. No mesmo dia em que foi aclamado pré-candidato, FHC ligou para o governador gaúcho. Deu sinal verde para a candidatura, mas pediu para ele evitar fraturas na sigla.
Apesar do movimento em favor de Leite, não é possível considerar Doria carta fora do baralho. Além de governar de forma competente o estado mais rico do país, ele tem a seu favor o histórico em prévias, ao vencer, quando pouca gente apostava nisso, nas eleições para a prefeitura e o governo de São Paulo. Para muitos, o aceno a Leite também pode ser interpretado como uma tentativa de frear a tentação de Doria de controlar o partido. “Pode ser o lançamento de um nome que, embora não tenha grandes chances de vitória em 2022, reconstitua o processo de alternativas das lideranças do partido”, diz o cientista político José Álvaro Moisés, da USP. Feito o voo inaugural, o gaúcho agora pensa em como reforçar o seu nome. O plano é construir um programa de pautas para o país que congregue diversos partidos de centro e especialistas de diferentes correntes ideológicas. A estratégia envolve ainda participar o máximo possível de videoconferências para se tornar mais conhecido fora do Rio Grande do Sul.
A equação do PSDB passa por não repetir os erros de 2018, quando Geraldo Alckmin protagonizou o fiasco de terminar com 4,76% dos votos, porcentual próximo ao que apresenta Doria hoje nas pesquisas, apesar da tremenda vitória política obtida com sua aposta na CoronaVac. Em busca dos eleitores que migraram para Bolsonaro em 2018, incomoda parte do partido o exagerado tom de oposição de Doria, enquanto Leite se mantém moderado. O desafio de ambos, no entanto, é muito parecido — se tornar conhecido nacionalmente. No caso de Leite, com uma dificuldade adicional: o seu ativo, por ora, é a austeridade fiscal, infelizmente de pouco apelo junto às massas. Mas, seguindo o conselho de Brizola, o governador montou no cavalo encilhado e se mostra um desafiante sério para ser o presidenciável no hoje dividido ninho tucano.
O problema da educacao é o modelo sindical.. onde a educacao nao importa, so o sindicato. Educacao com cabresto sindical é coisa implantada pelo PT, por isso que nao funciona a contento no Brasil e é um ralo de dinheiro publico. Ineficiente porque se gasta muito, vive em greve pensando em salario e em partidos politicos. Educacao publica tem medo de concorrencia privada e de homeschooling. Ate a ciencia no Brasil acabou-se.. hoje é ciencia da ideologia… E nao adianta dar exemplos raros, excessao nao é regra.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai monitorar o preço dos combustíveis em postos de todo o país a partir desta sexta-feira. O movimento acontece após a Petrobras anunciar um reajuste nos valores da gasolina e do diesel nas refinarias.
O monitoramento deve avaliar como o quarto reajuste do ano vai chegar nas bombas dos postos. Nesse sentido, vai investigar se os revendedores vão ter práticas anticompetitivas, como fechar acordos entre si para implementar o aumento de preços na mesma intensidade, a chamada “colusão”.
A decisão de monitorar o mercado no país todo parte de uma investigação aberta pelo Cade para investigar condutas anticompetitivas no Distrito Federal.
O inquérito foi iniciado a partir de entrevistas concedidas pelo presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis/DF), Paulo Tavares, ao portal “Metrópoles” e ao jornal “Correio Braziliense”, em que alertava sobre uma possível alta no preço dos combustíveis de até R$ 0,10 por conta do reajuste da Petrobras.
De acordo com uma nota técnica do órgão, essas entrevistas poderiam revelar uma “tentativa clara de influenciar o mercado revendedor a ser comportar uniformemente, repassando coletivamente o aumento de custo verificado”
“A conduta praticada pelo Sindicombustíveis busca definir uma política comercial comum a toda a classe de revendedores, segundo a qual os aumentos de custos devem ser repassados imediata e integralmente para o preço de bomba”, diz a nota.
E acrescenta:
“Nesse sentido, o presidente do Sindicombustíveis apresenta como comportamento normal a ser adotado por todos os revendedores o repasse imediato do aumento do ICMS ocorrido a partir do dia 16.02.2021, mesmo quando há relativa dispersão de preços de revenda e, portanto, possivelmente revendedores com capacidade de absorção desse aumento de imposto em sua margem de lucro”.
A suspeita do Cade é que essas falas podem facilitar a “colusão” do mercado de revendedores de combustíveis. De acordo com a nota técnica, a conduta do Sindicombustíveis pode ter “contornos de cartel” por auxiliar os diferentes donos de postos a praticar uma possível ação coordenada em um “acordo tácito” de aumento de preços.
“Cumpre ainda verificar se os comportamentos de preços analisados distinguem-se de meros paralelismos de preços, havendo, ao contrário, razoáveis indícios econômicos de colusão. Para isso faz-se necessário o acompanhamento do mercado de revenda de combustíveis, bem como o rastreamento de suposto comportamento colusivo dos revendedores em cada estado da Federação, tendo em vista eventuais subidas de preço.” — conclui a nota.
A discussão sobre o aumento do preço nas refinarias fez com que as ações da Petrobras caíssem 7% nesta sexta-feira, após declaração de Bolsonaro de que “alguma coisa vai acontecer” na empresa em transmissão ao vivo na noite de quinta-feira.
Na mesma live, o presidente afirmou que o governo vai zerar o imposto sobre diesel e gás de cozinha, sem anunciar como iria compensar a perda na arrecadação. Economistas calculam um impacto de R$ 3 bilhões nos dois meses de isenção de PIS e Cofins sobre o diesel.
A Gasolina hj já estava a 5,69 em todos os postos que passei. O que acho interessante é que o quando o preço é reduzido, passa mais de uma semana para diminuir nos postos (Os donos de postos alegam que precisam zerar o estoque) mas quando tem um aumento é praticamente instantâneo.
PQP!!!! R$ 5,71 num litro de gasolina!!
PETROBRAS! Vai roubar a p….. que te p……!
Já encostei meus carros!!
Vou me reprogramar pra participar da campanha Gasolina Apodreceu No Posto.
O Governo do Estado deve anunciar nas próximas horas praticamente todas as medidas que o Governo do Ceará adotou, no enfrentamento a pandemia da covid-19, em meio ao aumento de casos.
Entre os pontos principais, o fechamento de bares e restaurantes a partir de 22 horas. Por outro lado, as escolas particulares não estarão no decreto, e seguirão seus cronogramas obedecendo todos os protocolos sanitários.
Sobre o que o Governo do Estado deve acompanhar o Comitê Científico:
1 – Suspensão das atividades presenciais de bares e restaurantes em todo RN após 22h por 14 dias, devendo a medida ser reavaliada após esse prazo;
2. Fortalecer os cuidados preventivos nas academias no que concerne ao uso de máscaras e distanciamento social inclusive com aplicação de multa para aqueles estabelecimentos que forem flagrados infringindo as regras.
3. Estabelecimento de barreiras sanitárias com os estados da Paraíba e Ceará, bem como nos portos e aeroportos, assim como implementação de barreiras sanitárias e intensificação do monitoramento e rastreio nos municípios sabidamente turísticos do estado do RN;
4. Busca ativa de casos e contatos, bem como monitoramento dos casos ativos pela Atenção Primária dos municípios;
5. Aplicar sanções previstas em lei a estabelecimentos de saúde públicos e privados, como clínicas, hospitais e laboratórios, que deixem de notificar os casos aos serviços de informação e de controle de leitos;
6. Ampliar a vigilância genômica no Rio Grande do Norte;
7. Suspender as atividades ambulatoriais de clínicas e consultórios e serviços públicos de rotina que não comprometam o cuidado
continuado ao paciente;
8. Suspender cirurgias eletivas que demandem uso de leitos críticos na Região Metropolitana;
9. Proibir eventos em toda a orla do RN por 14 dias;
10. Abrir leitos de UTI covid-19 no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), os quais deverão ser mantidos enquanto a Taxa de Ocupação do RN estiver acima de 60%;
11. Ampliar a fiscalização do estado (Polícia Militar) nos finais de semana em bares e na orla potiguar, especialmente da região metropolitana.
O que ocorre nas escolas privadas em relação à COVID, é quando os pais do aluno se contamina, automaticamente a turma fica em quarentena. Às escolas privadas tem todo cuidado com a pandemia
mais uma vez o Governo transfere a responsabilidade para bares e restaurantes como se isso não tivesse enormes repercussões. Desconte mais 14 dias dos seus próprios salários e perceba como é bom.
Mais uma vez o governo PeTista do RN faz um Ctrl P , CtrlV copiando o governo do Ceará, pense numa falta de capacidade desses membros do governo da terra de Poty, só sabem copiar.
Mais uma vez o FAZ de CONTA é o piloto dessa FALTA de Aptidão para o Combate Efetivo contra o Covid-19 e a população Irresponsável e Inconsequente. FALTA a fórmula como matar o vírus, pois Descobriram que o mesmo só de Dissemina Entre Dez da noite e cinco horas da manhã. Durante o dia o Covid-19 só hiberna (ou seja, Dorme), durante o dia enquanto o vírus dorme os governantes arrecadam impostos, o povo Aglomera e Não Usam Máscara., Como NÃO Existe Fiscalização RIGOROSA a população se infecta e Morre. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS, Ilumine e Dê Sabedoria e Competência as Autoridades para descobrirem com combater o Covid-19.
E as escolas públicas??? Vamos continuar pagando caro p/professor ficar em casa e aluno filho de pobre sem aulas??? Essa vagabundagem precisa acabar…Nossas crianças precisam de educação, estamos pagando por isso!!!!
Cadê meus comentários BG?
Estou fazendo denúncias graves sobre o Covid se alastrando nas escolas privadas e algo impede de serem publicadas. Me ajude nessas denúncias.
O covid é igual a muriçoca, tem abtos noturnos.
Kkkkkkk
É ciência, é ciência e ciência que não se acaba mais.
Governadores do nordeste fechando os Estados.
Fátima copiando.
Porque ela não copia o PR e zera a cobrança de impostos no gás de cozinha, dieesel e gasolina??
Tudo ela copia e se apropria.
Então!.
Fica a dica.
Bora!!
Como o Estado é incompetente, não abrirão as Escolas Estaduais e seus professores continuam dando aulas nas escolas particulares e gozando férias de quase um ano.
O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (19) que decidiu fazer uma mudança na estratégia da vacinação contra a Covid-19 para as novas doses da vacina. Agora, cada nova dose será aplicada a uma pessoa, sem reservar metade do imunizante para a segunda dose.
O ministério explicou que o ritmo de chegada de novas doses vai se acelerar daqui para frente, e não será mais preciso reservar metade dos imunizantes de uma leva para a segunda dose. A leva seguinte será suficiente para isso. A ideia é que, com a nova estratégia, a população continue tomando a segunda dose, e a vacinação se torne mais rápida.
A pasta informou que 4,7 milhões de doses das vacinas começarão a ser distribuídas na próxima semana e que todos os imunizantes serão destinados para a primeira dose.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, teve uma reunião nesta sexta com representantes da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP).
Segundo Pazuello, as doses serão entregues até o início de março. A nova remessa de vacinas é composta por 2,7 milhões de doses do Instituto Butantan (Coronavac), produzidas no Brasil, e mais 2 milhões da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia pela pasta.
“Vamos alterar a estratégia. Vamos mudar o modelo para autorizar a dose única da vacina do Butantan. Com isso, entramos em março com quantitativos melhores. Serão 4,7 milhões de doses e 4,7 milhões de brasileiros vacinados”, disse Pazuello.
O ministério explicou que a segunda dose da Coronavac precisa ser aplicada em um prazo de 14 a 28 dias, conforme orientação do fabricante. Em março, a pasta receberá mais de 21 milhões de vacinas do Butantan. Assim, será possível aplicar a segunda dose no tempo recomendado.
Já o imunizante da AstraZeneca, conforme o ministério, tem um tempo maior de aplicação da segunda dose, com prazo de até três meses. O laboratório deve disponibilizar no próximo mês mais 18 milhões de doses, tanto produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) quanto importadas.
Após a reunião, o presidente da FNP, Jonas Donizette, foi questionado se há garantia de segunda dose suficiente para todos que forem imunizados na próxima leva.
“Nós vamos fazer de acordo com a orientação do ministério. Se ele falar para usar tudo de uma vez, tem que garantir a segunda dose”, disse.
Professores
Pazuello também confirmou que o plano nacional de vacinação será alterado para vacinar professores no mês de março.
“Vamos fazer uma adaptação no Plano Nacional de Imunizações (PNI) para incluir os professores o mais rápido possível na vacinação, já a partir de março”, afirmou o ministro, que ainda declarou que fará o pagamento de janeiro a março de leitos de UTI.
Aplicar a primeira dose sem a garantia da segunda é totalmente irresponsável. Se fosse uma pessoa compromissada e que honrasse com o que vem falando até daria certo, dado a situação, mas o Ministério da Saúde está totalmente perdido.
A pandemia da COVID-19 mudou drasticamente a forma de realizar tarefas que, antes, estavam inseridas de forma simples na sociedade. Um exemplo disso foi a prática de esportes. Com as academias fechadas, as pessoas buscaram uma nova forma de se exercitarem sem provocar risco de contaminação.
A corrida de rua se tornou uma dessas opções. A modalidade ajuda a manter o corpo em movimento e a saúde em dia, e com o auxílio dos acessórios certos, o corredor pode ganhar ainda mais rendimento. Um bom exemplo é o uso de meias de compressão – que deixaram de ser um acessório médico e invadiram o mundo da corrida.
Como elas funcionam?
As meias de compressão (e outros acessórios, como canelitos, manguitos e blusas) são feitas de um material elástico forte e resistente. Elas comprimem as veias da superfície da perna, bem como artérias e músculos, para facilitar a circulação sanguínea. O sangue é empurrado por canais menores, para que ele flua com mais eficiência, retornando ao coração mais rapidamente e evitando que ele se acumule nos pés.
“As meias ajudam na circulação do sangue. Diminuem a possibilidade de dor e tensão nos músculos, além de me ajudar na recuperação, diminuindo o inchaço que eu posso eventualmente ter”; comenta Félix Júnior administrador e corredor há 15 anos.
A indicação das meias vai além de quem pratica a corrida. O diretor da empresa Bomporte, líder no mercado de acessórios e produtos ortopédicos em Natal, explica que as meias de compressão são muito procuradas por quem tem uma rotina de trabalho mais tranquila. “A gente recebe muita procura de quem passa muito tempo sentado, trabalhando em pé ou para aqueles motoristas que dirigem por muito tempo. Nesses casos, as meias de compressão se tornaram uma aliada forte e importante para a saúde”, explica Gustavo Pessoa.
Mesmo com a alta procura, Gustavo lembra que é preciso orientação médica. “Para todos os usos, seja na rotina de trabalho ou nas corridas, as meias compressivas devem ser prescritas por um médico especialista”, afirma.
O presidente Jair Bolsonaro reiterou nesta sexta-feira (19) que mudanças serão feitas na Petrobras, um dia depois de criticar a elevação do preço dos combustíveis realizada na véspera pela estatal.
“Anuncio que teremos mudança sim na Petrobras”, disse o presidente durante viagem a Sertânia, em Pernambuco, para inauguração de uma obra. Bolsonaro, entretanto, afirmou que “jamais” vai interferir na estatal e não detalhou quais mudanças serão realizadas.
“Mas o povo não pode ser surpreendido com certos reajustes”, disse ele. “Façamos mas com previsibilidade, é isso que queremos”, afirmou em visita a Sertânia, em Pernambuco. No local, Bolsonaro participou do acionamento de comportas do Ramal do Agreste.
Bolsonaro disse ainda que exige transparência daqueles que indica para cargos depois de, em transmissão ao vivo em suas redes sociais na véspera, criticar fala do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que afirmou que eventual greve dos caminhoneiros não é um problema da estatal. O preço do diesel é a principal reclamação da categoria.
“Exijo e cobro transparência de todos aqueles que eu tive a responsabilidade de indicar”, afirmou.
Às 12h50, as ações preferenciais da Petrobras operavam em queda de 5,12%, ao passo que as ordinárias caíam 6,12%. No mesmo horário, o Índice Bovespa tinha queda de 0,39%.
ICMS
Na semana passada, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei para alterar a forma de cobrança do ICMS (imposto estadual) sobre combustíveis. A ideia é definir um valor fixo, e não mais sobre a média de preços das bombas.
Estava aguardando os comentários daqueles que tem bandido de estimação.
A petrobrás foi saqueada continuamente por 16 anos, faliram a Previ, a empresa passou a dar prejuízo, suas diretrizes foram afetadas, virou cabide de emprego com distribuição de cargos.
Fizeram PDV graciosos e colocaram em muitas das vagas abertas os "cumpanheiros".
Conseguiram que uma empresa petrolífera desse prejuízo, olha, precisa ser muito incompetente para isso e a esquerda conseguiu. Esse mérito a esquerda tem.
A petrobrás agora exige mudanças, vai passar por redução de pessoal e muitos serviços serão realizados por empresas privadas.
Até 2016 o presidente e a presidenta chamavam seus diretores escolhidos a dedo para os cargos e davam ordem, determinavam o que aconteceria na petrobras. Isso não era interferência direta, era pelo "bem do país".
Tanto que todos os ex presidentes e parte dos diretores da petrobras entre 2004 a 2016 responderam processo e foram condenados. Nessa época era bom demais, todos colocavam recursos públicos nos bolsos, mas agora… está tudo errado! Não é isso?
Não existe justificativa de sacrificar o povo para salvar uma Estatal. ou ela serve ao povo ou deve ser vendida. Da forma que está ,só quem ganha dinheiro é distribuidora, dono de posto e Especuladores da bolsa.
Confira programa desta sexta-feira(19). O Meio-Dia RN, nesta data com apresentação de Flávia Freire, debateu os principais assuntos no Estado, pelo país e no mundo. Clique abaixo e assista via Youtube.
E agora? Todos os que condenaram a prisão do deputado miliciano irão também condenar esse processo inconstitucional com base em gravações roubadas?
Flávio "SOUTO "!!!
Flávio "SOLTO". O Lema agora é "BANDIDO BOM É BANDIDO SOLTO".
André do Rap: *SOLTO*
José Dirceu: *SOLTO*
Lula: *SOLTO*
Flordelis: *SOLTA*
Chico Rodrigues: *SOLTO*
Renato Duque: *SOLTO*
Delúbio Soares: *SOLTO*
João Santana: *SOLTO*
Paulo Roberto Costa: *SOLTO*
André Vargas: *SOLTO*
Léo Pinheiro: *SOLTO*
Pedro Corrêa: *SOLTO*
Geddel: *SOLTO*
Renan: *ENGAVETADO*
Aécio: *ENGAVETADO*
Serra; : *ENGAVETADO*
Temer: : *ENGAVETADO*
Alckmin: *ENGAVETADO*
Mantega: *ENGAVETADO*
Maia: *ENGAVETADO*
Hoffmann: *ENGAVETADO*
Eunício: *ENGAVETADO*
Padilha: *ENGAVETADO*
Moreira Franco: *ENGAVETADO*
Jaques Wagner: *ENGAVETADO*
*Daniel Silveira: PRESO*
*#STFVergonhaMundial*
Parabéns!! contra fatos não há argumentos…
Faltou Flávio, Queiroz, etc etc etc etc etc
Vai só confirmar que Lula é Corrupto.
Próximo tem que ser mandar prender a quadrilha de procuradores e o marreco de Maringá, se Deus quiser ???
Cite um fato de improbidade ou ato da lava jato contra o patrimônio do povo brasileiro? Agora se praticou qualquer ato contra ladrões criminosos, tudo é justificável? Bandido é bandido, tem que ser tratado como tal. Ok, fdp?