Portaria do ministro Fábio Faria (Comunicações) publicada em edição extra do Diário Oficial da União, estabelece uma série de diretrizes para o edital do leilão do 5G, como a criação de uma rede privativa, de alta segurança e criptografada, para a comunicação entre os órgãos da Administração Pública Federal.
A intenção do ministro é promover mais segurança para o tráfego de dados e de informações estratégicas do governo. As empresas que fornecerão equipamentos para essa rede precisam ter padrão de transparência e governança corporativa compatíveis com os exigidos no mercado acionário brasileiro.
A infraestrutura fixa da Rede Segura chegará a todos os estados por cabos de fibra ótica. Haverá também uma rede móvel de segurança para o Governo que se limita apenas ao Distrito Federal operando na faixa de 700MHz. “Estamos falando de segurança nacional, da comunicação das Forças Armadas e da Administração Pública Federal. São dados que dizem respeito à segurança pública e à defesa do nosso país. Por isso, o nosso esforço em viabilizar a construção dessa rede segura que pertencerá à União”, disse Fábio Faria.
Com a nova portaria, cidades, vilas, áreas urbanas isoladas e aglomerados rurais com população superior a 600 habitantes, ainda desassistidos, serão atendidos com banda larga móvel em tecnologia 4G ou superior. A medida deve beneficiar cerca de 18 mil localidades e atender a mais de 8,8 milhões de brasileiros.
A portaria regulamenta ainda que todas as rodovias federais devam receber de forma obrigatória o sinal 4G ou superior. Além disso, prioriza as BR-163, BR-364, BR-242, BR-135, BR-101, BR-116. Ao todo, são mais de 48 mil Km de estradas que ainda não possuem nenhuma cobertura móvel. Além das medidas para a banda larga móvel, os recursos do leilão irão custear a implantação de 12 mil quilômetros de cabos de fibra ótica subfluvial. A estrutura será instalada em leitos de rios como o Rio Negro, o Rio Solimões e o Rio Amazonas. O projeto Norte Conectado abrange cerca de 13 mil km de cabos de fibra óptica, totalizando um investimento de R﹩ 1,2 bilhão.
A estimativa é de que a infraestrutura chegue a localidades que somam 2.200 Escolas Urbanas Públicas, 9,4 mil Unidades Básicas de Saúde e Hospitais, 162 instituições de segurança pública e 18 Institutos Federais e de Ciência e Tecnologia. A iniciativa vai beneficiar mais de 9,5 milhões de pessoas, sendo 1,7 milhões de alunos da rede pública de ensino em todo país.
Entre outras diretrizes, o documento prioriza, ainda, o atendimento de rede por fibra ótica de altíssima velocidade a municípios das regiões Norte e Nordeste do país que ainda não possuem esse tipo de cobertura, bem como municípios que constam nas rotas de integração nacional do Ministério do Desenvolvimento Regional. Assim, regiões que se enquadrem nessa especificidade terão conexão por fibra ótica.
Outro detalhe é que as operadoras deverão oferecer serviço de roaming obrigatório. Isso permitirá que usuários de uma operadora tenham conexão em uma região onde sua operadora contratada não dispõe de cobertura.
Já critiquei o ministro Fábio Faria,mas,ele está fazendo uma ótima gestão à frente da pasta das comunicações,mas,com sua influência frente ao presidente da República,ele continua fazendo o necessário para atrair recursos financeiros para o governo do estado RN,mesmo o governo estadual sendo chefiado por um partido oposicionista seu e do seu pai o ex governador Robinson Faria que cometeu um terrível erro em não pagar os salários dos servidores públicos estaduais em dia é deixando 4 folhas desses pagamentos para atual administração estadual querendo ou não o governo do RN funciona como às prefeituras do interior e da capital pagando o funcionário público em dia,o candidato que esta no cargo de executivo está praticamente reeleito com essa tática governativa e eleitoral,para o executivo municipal e também para o executivo estadual,isso por exemplo acontece em todos os estados e municípios do Brasil pagando a folha salárial dos servidores públicos sem atraso a reeleição está praticamente consumada.
Parabéns,ilustríssimo e digníssimo,ministro Fábio Faria pela louvável visão social de incluir nesse programa nacional de internet arga 5G milhões de casas e famílias mais pobres sem acesso a internet nos mais longínquos e diversos torrões e grotões esquecidos desse Brasil.
O Brasil vacinou pelo menos 2.082.189 pessoas contra o coronavírus até 20h31 deste domingo (31.jan.2021). Os dados são do CoronavirusBot, que complica dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de saúde.
O país já aplicou 9.833 doses a cada milhão de habitantes. O número de vacinados representa 0,98% da população brasileira.
Proporcionalmente, Roraima foi a unidade da Federação que mais vacinou sua população. Foram 16.976 doses aplicadas por milhão de habitantes. É seguida por Mato Grosso do Sul (15.937) e Rio Grande do Sul (14.677).
Em números absolutos, a maior parte das doses foi administrada em São Paulo: foram 393.346 vacinados. Corresponde a 19% de todas as doses administradas no país. Na sequência, aparecem Bahia (9%) e Rio de Janeiro(9%).
O país tem, até o momento, duas vacinas aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, da biofarmacêutica chinesa Sinovac, e a desenvolvida pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e pela universidade inglesa Oxford. Ambas precisam de duas doses para surtir efeito. Até o momento, nenhum brasileiro tomou a 2ª dose dos imunizantes.
Ao admitir a recriação de ministérios, o presidente Jair Bolsonaro apenas sinalizou que será mais limitada do que se supõe a reforma ministerial prevista para depois das eleições às mesas diretoras da Câmara e do Senado. O presidente pretende usar os ministérios ressuscitados para contemplar os aliados com os cargos que reclamam. Mas ele já avisou, e o centrão assentiu, que não abrirá mão de escolher os próprios ministros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O presidente admite indicações técnicas de parlamentares para cargos de segundo e terceiro escalões. Ministros, nem pensar. Bolsonaro concorda com em abrir espaço para ter apoio no Congresso, mas se sente desconfortável com a ideia de dispensar seus ministros.
Um princípio de ouro entre militares explica a dificuldade de Bolsonaro de demitir ministros: não abandonar companheiros no campo de batalha. A recriação de alguns ministérios (Cultura, Esportes e Pesca) permitiria a Bolsonaro manter quase todos os seus atuais ministros.
Em um ano de queda brusca de arrecadação pela Receita Federal provocada pela pandemia do novo coronavírus, brasileiros comunicaram ao órgão transações no valor de R$ 7,3 bilhões com as chamadas moedas digitais – bitcoin como a mais famosa delas. É a primeira vez que os contribuintes foram obrigados a prestar informações relativas a esse tipo de operação. No total, 115 mil pessoas físicas e três mil pessoas jurídicas deram ciência à Receita sobre o uso de criptoativos.
No rastro do aumento da popularidade das moedas digitais, o Brasil estuda lançar a sua própria em 2022, o que para especialistas pode ajudar na recuperação da economia, facilitando o comércio on-line. O Banco Central (BC) informou ao Metrópoles que um grupo de trabalho intergovernamental está “finalizando o estudo” sobre o tema em suas diversas dimensões. A equipe atua desde agosto, e o primeiro prazo para que apresente a conclusão dos estudos se encerra em fevereiro. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, é um dos maiores entusiastas da medida. Em novembro, ele afirmou que a pandemia do novo coronavírus deve acelerar essa tomada de decisão pelo Brasil.
“A gente vai para um processo de ter uma moeda digital em algum momento. E acredito que esse processo foi acelerado na pandemia pela quantidade de pagamentos a distância e pelas compras on-line”, afirmou. Uma pesquisa da Mastercard e Americas Market Intelligence (AMI) mostrou que 46% dos brasileiros aumentaram o volume de aquisições pela internet no decorrer da crise sanitária.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, também apoia a iniciativa. Em evento no Palácio do Planalto em novembro, Guedes adiantou que o “Brasil está à frente de muitos países” nessa corrida para ter uma moeda digital. Os estudos sobre como será a moeda digital brasileira ainda são mantidos em sigilo, mas o BC pontua que o modelo não é o mesmo das criptomoedas, como bitcoin, uma vez que esses ativos não são regulados pela instituição.
Nas criptomoedas, como o bitcoin, por exemplo, não há intermediários na transferência de dinheiro entre pessoas. É um algoritmo que passa o valor de um para o outro. Ou seja, esses recursos não são regulados pelo Banco Central. As operações são realizadas por Exchanges, que funcionam como corretoras, permitindo a compra e venda da moeda virtual entre os usuários, dentre outras transações.
Não é a única forma de operar moedas como o bitcoin. Também é possível fazer as transações sem intermédio de corretoras, de pessoa para pessoa. No caso das moedas digitais que os bancos centrais do mundo discutem, ocorre o oposto. O estado tem o registro de todo o dinheiro que está circulando. Na prática, as regras são as mesmas para o dinheiro de papel, mas, nesse caso, a moeda é virtual.
A discussão não é exclusiva do Brasil. O Banco de Compensação Internacionais (BIS) e outras instituições financeiras pelo mundo já produziram um documento com princípios básicos comuns e características essenciais de uma moeda digital. Convencionou-se que a emissão não pode comprometer a efetividade da política monetária, nem a estabilidade financeira; a moeda digital do BC deve coexistir e complementar as outras formas de dinheiro e deve promover a inovação e a eficiência. O Brasil é signatário desse documento.
Neymar concedeu entrevista ao canal de televisão francês TF1 e comentou sobre seu futuro e também sobre o de Kylian Mbappé, seu companheiro no Paris Saint-Germain. O atacante brasileiro disse estar feliz na França e querer seguir lá, e torce para que o colega também faça o mesmo, em meio a muitos elogios.
“Hoje eu me sinto bem, me sinto mais adaptado, mais calmo. Então eu estou muito feliz aqui, quero ficar no Paris Saint-Germain, espero que o Kylian (Mbappé) também fique. É obvio que esse é o desejo de todos os torcedores do Paris. A gente quer fazer que o PSG seja grande, quero continuar fazendo o que eu sempre fiz no PSG, jogar futebol e ser feliz. É o mais importante”, afirmou o brasileiro.
Neymar detalhou sua relação com Mbappé. “Gostamos muito de jogar juntos. Quero tirar o melhor dele. É um garoto de ouro, o chamo de ‘Golden Boy’ porque realmente é dourado. Tem um coração enorme. Como jogador, todo mundo sabe o que vale. Mas também fora do campo é incrível. Está sorrindo, feliz, gosta de se divertir. Nos parecemos muito. E temos que estar felizes para estar 100%”, descreveu.
Em outro ponto, o atacante relatou a tristeza pela derrota na final da Liga dos Campeões de 2020, quando o PSG perdeu para o Bayern de Munique por 1 a 0. “Eu chorei, eu realmente queria trazer esta taça para a França. Infelizmente, não tivemos sucesso dessa vez, mas teremos outras oportunidades. E faremos de tudo para chegar à final e conquistar este título”, contou.
Por fim, Neymar falou sobre o que gosta de fazer no tempo livre. “Quem não gosta de festa? Todos gostamos de nos divertir. Sei quando posso festejar e quando não, mesmo que alguns digam que sou imaturo e não sei o que estou fazendo. Se você gosta do futebol a 100%, creio que acaba explodindo, então nunca desistirei. A festa é uma oportunidade para relaxar”, opinou o jogador do PSG e da seleção brasileira.
Neymar fez dois gols no jogo da partida do PSG contra o Lorient nesse final de semana, mas a equipe acabou perdendo de virada. O atacante até brincou que era melhor esquecer os resultados do futebol neste final de semana, por também ter torcido para o Santos, derrotado na final da Libertadores pelo Palmeiras.
Os candidatos apoiados pelo presidente Jair Bolsonaro para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado Federal chegam ao dia da eleição com ampla vantagem sobre seus concorrentes diretos, em quase todas as bancadas. É o que mostram os números atualizados do placar Estadão. Tanto o deputado Arthur Lira (PP-AL) como o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) somam mais votos declarados e, em tese, têm mais chances de vitória nesta segunda-feira, 1º, em Brasília.
Com mais de cem votos declarados à frente de Baleia Rossi (MDB-SP) na enquete publicada pela primeira vez em 15 de janeiro, Lira “ganhou” 89 apoios públicos de lá pra cá. Segundo o placar, o líder do Centrão só não tem vantagem em cinco Estados – tem menos apoios declarados no Acre e no Ceará e empata com Baleia em São Paulo, Mato Grosso e Paraíba. As outras 22 bancadas lhe dão vantagem na eleição. O voto, porém, é secreto.
Com a campanha oficial na rua desde 9 de dezembro, o deputado alagoano rodou o País visitando políticos com a promessa de dar “voz novamente à Câmara”, em uma crítica indireta à condução da Casa por Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia deixa o cargo nesta segunda após quase quatro anos consecutivos e sai em atrito direto com o governo Bolsonaro. Ele deixa para trás 59 pedidos ativos de impeachment ainda não analisados.
Baleia Rossi, candidato de Rodrigo Maia, e Arthur Lira, apoiado por Bolsonaro, lideram corrida pela presidência da Casa; siga distribuição de votos por deputado, partidos e Estados
O governo federal passou a ser pressionado cada vez mais por sua atuação na pandemia de covid-19 – o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, por exemplo, virou alvo de um inquérito da Polícia Federal por omissão a mando do STF. Ao mesmo tempo, Bolsonaro usou a máquina para interferir na disputa nesta reta final de campanha.
O acordo com Lira e Pacheco não inclui, segundo o Estadão apurou, apenas verbas, cargos ou mesmo dificuldades para a oposição avançar com pedidos de impeachment. Ambos não se comprometem com a instalação ou a continuidade de comissões parlamentares de inquérito (CPIs) com potencial de atingir o governo.
Uma delas, já em curso, é a CPI das Fake News, que tem como alvo o “gabinete do ódio” e filhos de Bolsonaro. A outra é a CPI da Saúde, proposta por adversários para investigar falhas do governo na condução da pandemia de covid-19.
Apesar das costuras feitas pelo Planalto para viabilizar suas candidaturas, ambos os candidatos prometem, caso vençam, gestões independentes. Senador em primeiro mandato, Pacheco também coloca como prioridade a aprovação de reformas e de pautas que preservem vidas humanas e gerem renda.
Senado
Apoiado pelo presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o candidato governista do Senado já soma os 41 votos necessários para vencer a disputa, segundo placar do Estadão. Se o resultado se confirmar, Pacheco chegará à presidência do Congresso Nacional com o apoio não só dos bolsonaristas, mas de partidos de oposição, como PT e PDT. Em relação às bancadas, venceria em ao menos 15 Estados.
A candidata rival, Simone Tebet (MDB-MS), perdeu força na última semana depois que seu próprio partido deixou de apoiá-la. Oficialmente, no entanto, os senadores emedebistas não mudaram o voto na enquete e ela segue com 26 votos declarados, sendo 14 da legenda. Mas a quantidade de votos ainda não revelados (9) já não são suficientes para que a senadora ultrapasse Pacheco.
Já na Câmara, o total de deputados que não quiseram dizer em quem votarão pode, em tese, fazer Baleia virar o jogo. Neste caso, ele precisaria do apoio de 93% desse grupo.
Além de Lira e Baleia Rossi, ao menos outros sete deputados lançaram candidatura à presidência da Casa. Entre eles, a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSOL), que está em seu sexto mandato como deputada federal. A decisão de lançar a candidatura causou atritos no PSOL, após integrantes do partido terem declarado apoio à candidatura de Baleia Rossi.
No Senado, além de Pacheco e Simone, outros três senadores lançaram candidaturas: Major Olimpio (PSL-SP), Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Lasier Martins (Podemos-RS).
O primeiro dia de provas digitais do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) teve abstenção recorde de 68,1%, segundo informou o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) na noite deste domingo (31). Ao todo, 34.590 alunos realizaram a avaliação e 58.489 inscritos não compareceram. De acordo com o instituto, 174 alunos pediram reaplicação por doenças infecciosas (entre elas a Covid-19) –118 foram aceitas e 56, negadas.
Quem não compareceu precisa justificar a falta para pedir reaplicação, que será feita em 23 e 24 de fevereiro em versão impressa. No Amazonas, as provas foram suspensas em razão do agravamento da crise sanitária no estado e as provas serão reaplicadas nas mesmas datas.
Houve problema na aplicação da prova também no Instituto Federal de Tecnologia do Amapá. “Foi uma questão estrutural e não de sistema, uma viga cedeu e a Defesa Civil interditou o local”, explicou o presidente do Inep, Alexandre Lopes. Os alunos prejudicados também poderão fazer a prova impressa. “Todo processo novo, inédito, está sujeito a empecilhos. Quem não conseguiu fazer hoje pode fazer o segundo dia e pedir reaplicação apenas do primeiro ou pedir reaplicação para os dois dias”, disse Lopes.
Além disso, um dos servidores apresentou lentidão no momento de aplicação da prova e atrasou o início do exame em alguns lugares, mas o Inep não especificou quais. “Resolvemos o problema e a avaliação começou cerca de 1h30 depois. Alguns alunos não puderam esperar e foram embora. Eles poderão pedir reaplicação”, afirmou o diretor de tecnologia do Inep, Camilo Mussi.
Esta é a primeira versão do exame aplicada de forma digital. Os alunos fizeram as provas em 104 cidades espalhadas pelo país. Foram disponibilizados 93 mil computadores. O tema da redação da edição foi “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. Pouco depois do início das provas o ministro da Educação, Milton Ribeiro, divulgou o assunto em seu perfil em rede social.
A versão impressa, aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, também teve abstenção recorde: mais de metade dos cerca de 5 milhões de inscritos (55,3%) não compareceu ao exame.
Por causa da pandemia e dos protocolos de segurança, os alunos não puderam responder as questões em computador próprio e tiveram que ir até os locais de aplicação. Além disso, o uso de máscara era obrigatório. A etapa faz parte da edição de 2020 do Enem. Os estudantes fizeram, no primeiro dia, provas de ciências humanas, linguagens e a redação. No próximo domingo (7), será realizado o segundo dia de provas, com questões de matemática e ciências da natureza. “Quem não pode comparecer no primeiro dia, mesmo que não vá concorrer a vaga porque não teve justificativa, faça a prova no domingo para conhecer a versão digital”, pediu Lopes.
Embora as questões de múltipla escolha tenham sido feitas pelo computador, a redação teve de ser entregue no papel.
O Ministério da Educação quer que as provas do Enem sejam 100% digitais até 2026. Para isso, será feita uma transição gradual entre os exames impressos e o formato digital. Além disso, a pasta pretende realizar várias aplicações do exame ao longo de um só ano.
Procuradores, magistrados e servidores receberam pagamentos extras atrasados em meio à crise da Covid-19. Entidades chegaram a pedir o uso de economias feitas na pandemia para quitar dívidas. Parte do Orçamento de 2020 foi poupada com a elite do funcionalismo em home office no ano passado. Órgãos da União gastaram menos com diárias, combustíveis, passagens, estagiários, entre outras despesas. Nesse cenário, as categorias cobraram passivos administrativos, que, na prática, são dívidas trabalhistas. Entidades de classe defendem a legalidade da quitação. Os pagamentos são alvo de crítica de economistas.
Servidores pediram, por exemplo, vantagens por ocupar cargo comissionado, licença-prêmio e adicional por tempo de serviço. Juízes e procuradores, por sua vez, reivindicaram pagamento e mudança do índice de correção monetária da chamada PAE (parcela autônoma de equivalência) por outro mais vantajoso. O passivo surgiu nos anos 1990, quando vencimentos do Judiciário foram equiparados aos do Legislativo. Magistrados pleitearam ainda recebimento de gratificação por exercício cumulativo de jurisdição. Isso ocorre, por exemplo, ao se atuar em duas varas.
Procurados pela Folha desde terça-feira (26), o CJF (Conselho da Justiça Federal) e o MPU (Ministério Público da União) não responderam. Os órgãos não informaram a economia feita nem o montante pago em passivos administrativos. De acordo com o Siga Brasil —ferramenta do Senado de acompanhamento do Orçamento—, o MPU, comandado pelo procurador-geral Augusto Aras, pagou ao menos R$ 15 milhões em correção monetária de PAE em dezembro.
A Justiça Federal quitou ao menos outros R$ 39,2 milhões de passivos, apontou o painel. Apesar de o CJF não fornecer dados, o ministro Humberto Martins, presidente do órgão e do STJ (Superior Tribunal de Justiça), anunciou os pagamentos. “Dentro do Orçamento estamos quitando toda a dívida da Justiça Federal com os servidores e com os juízes até o dia 31 de dezembro de 2020”, disse em 26 de novembro, durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário.
O CSJT (Conselho Superior da Justiça do Trabalho) pagou apenas uma parte dos passivos —R$ 110 milhões. À Folha o órgão afirmou que a economia feita no ano passado foi de R$ 538,5 milhões. Parte dos recursos previstos não foi usada. A medida contrariou juízes, que reclamaram ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
A pressão por pagamentos, no entanto, partiu de várias frentes. Movimentações se intensificaram em dezembro, quando gastos precisam ser feitos antes de o ano virar. No dia 14 do mês passado, o Sindjus-DF (sindicato dos servidores do Judiciário e MP da União) enviou ofício a 23 órgãos para pedir pagamento de passivos. Receberam a demanda todos os tribunais superiores e conselhos em Brasília, tribunais regionais e a PGR (Procuradoria-Geral da República).
Entra ano e sai ano e sempre temos as mesmas notícias no tocante a Judiciário, MPs, eles nao tem limites. Isso nunca vai mudar. O povo que se lasque pagando cada ano mais impostos para manter a máquina funcionando. Enquanto essa turminha estiver nadando em dinheiro, nao vai ter redução de impostos. Ninguém quer cortar na própria carne, so na carne do pobre que nao tem escolha e poder de barganha, até tem mas nao sabe usar que é o voto e pressão popular.
""Há Servidores e servidores""
Servidores do Executivo vivi de migalhas salários atrasados, já OS Servidores do Legislativo e Judiciário esses sim recebem tudo em dia, verbas indenizatórias e tudo mais.
Enquanto existir “VERBA PARA O JUDICIÁRIO” , “VERBA DE GABINETE PARA POLÍTICOS”, o dinheiro público será gasto de forma irregular e desproporcional. O correto seria o governo federal pagar estes SERVIDORES e POLÍTICOS via folha de pagamento e a verba de gabinete seria extinta , cada políticos teria direito a X assessores que receberiam o benefício direto do governo federal , deste forma acabaria com a FARRA do dinheiro público .
Neste sábado (30), a Polícia Militar de Campinas, do interior de São Paulo, resgatou um garoto de 11 anos que estava sendo mantido em cárcere privado por um casal. A criança ficava dentro de um barril fechado por uma telha e com uma pia de mármore por cima impedindo a saída. Seus pés e mãos ficavam acorrentados. As autoridades receberam uma denúncia anônima e chegaram ao local, um barraco no Jardim Itatiaia, periferia da cidade. Três pessoas foram presas: o pai, a namorada dele e a filha da mulher.
O 2º Sargento Mike Jason acompanhou toda a ocorrência e descreveu a situação em que o menino foi encontrado como “desoladora”. “Ele disse para mim que chegou a comer fezes, porque não davam comida para ele”, relatou. Segundo as autoridades, a criança era mantida em pé no espaço do barril, por isso suas pernas estavam inchadas. Ele também fazia suas necessidades fisiológicas no local.
O policial contou ainda que foi difícil retirar o menino de lá. “Quando chegamos, tivemos que usar ferramentas para cortar cabos que o mantinham amarrado. Era uma construção que ficava no topo do barraco, sujeito ao sol —e fazia muito calor quando chegamos, e também à chuva”, descreveu. Segundo apuração das autoridades, essa situação já acontecia há sete anos.
“O homem disse que uma mulher, usuária de drogas, e com quem ele teve relação, afirmava que o filho era dele. Essa usuária abandonou o menino com ele e a atual companheira”, contou o Sargento. Um teste de DNA foi feito na época, comprovando que ele não era o pai. Mesmo assim, ele foi adotado pela família.
Ao ser resgatado, o garoto foi encaminhado ao Hospital Ouro Verde, em Campinas, apresentando um quadro de desidratação extrema. A PM relatou que o garoto estava nu e debilitado quando foi encontrado. O Conselho Tutelar da cidade determinou que a vítima ficasse sob tutela de uma tia paterna. Ele terá alta hospitalar quando atingir o peso considerado “ideal” para a sua idade.
A equipe do UOL conversou com uma fonte anônima que estava presente quando o garoto chegou à unidade de saúde. O membro da equipe de enfermagem relatou que, segundo a criança, os tratamentos eram ainda mais cruéis. “Ele me disse que o homem jogava água sanitária e água fria para dar banho nele”, contou. A pessoa disse ainda que a criança teria problemas psiquiátricos e “dava muito trabalho”.
O garoto revelou à equipe do hospital que era mantido dentro do barril por vários dias, mas não seguidos. Uma fresta foi feita na parede para que ele conseguisse respirar. “Ele disse que viu os fogos de artifício da virada do ano pela fresta que ele tinha acesso, mas dentro do barril”, relatou a fonte.
O pai do menino é um auxiliar de serviços de 31 anos. Segundo ele, o pequeno “é agitado dentro de casa” e as torturas teriam a motivação de “educá-lo”, de acordo com o boletim de ocorrência. A Polícia Civil classificou os crimes cometidos pelo homem como violência e grave ameaça, provocando intenso sofrimento físico e mental. Sua prisão foi determinada e, caso condenado, ele poderá ser preso de 2 a 8 anos.
A namorada do pai, uma faxineira de 39 anos, e sua filha, uma vendedora de 22 anos, omitiram-se e não impediram as agressões. Se responsabilizadas, elas podem cumprir de 1 a 4 anos de detenção.
A Comissão Executiva Nacional do Democratas decidiu neste domingo (31.jan.2021) não entrar no bloco de apoio ao deputado Baleia Rossi (MDB-SP) para presidir a Câmara dos Deputados. O PSDB, ao saber da decisão do DEM, também optou por não participar do grupo pró-Baleia. Ato contínuo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaçou correligionários de como último ato no cargo (seu mandato termina amanhã, 1º de fevereiro) assinar algum pedido de impeachment contra Jair Bolsonaro.
A decisão de DEM e de PSDB representa uma enorme derrota para o candidato do MDB, Baleia Rossi, e uma vitória para seu principal adversário, Arthur Lira (PP-AL), que ficou ainda mais favorito para comandar a Câmara. Também sofre um grande revés Rodrigo Maia, pois patrocinou a candidatura de Baleia Rossi e agora se vê abandonado pelo próprio partido.
Segundo dados do site oficial da Câmara, o DEM tem 31 deputados. O PSDB tem número idêntico de cadeiras. Ao saírem do bloco pró-Baleia, as duas legendas reduzem as chances eleitorais do grupo que sustenta Baleia na disputa dos 7 cargos da chamada Mesa Diretora.
Deputados do DEM ouviram uma “ameaça real” de Rodrigo Maia, segundo apurou o Poder360, a respeito de algum pedido de impeachment ser assinado pelo presidente da Câmara. A Constituição dá a Maia o poder de decidir. Uma vez assinado o pedido é necessário constituir a comissão especial que analisará o processo, que fica irreversível.
Obviamente o pedido de impeachment pode ser rejeitado pelo plenário da Câmara, mas o processo é custoso e demorado. O maior beneficiado nesse caso será o Centrão, que está prestes a dominar as duas Casas do Congresso.
O Centrão é um sindicato de partidos com pouca coloração ideológica e que se especializou em viver na política com cargos e verbas. Esse grupo de legendas poderá passar meses barganhando todo tipo de vantagens e favores com Jair Bolsonaro em troca de votar a favor do Palácio do Planalto.
Isso também vai paralisar completamente o plano do governo de “limpar a pauta” do Congresso votando rapidamente projetos de interesse da equipe econômica do ministro Paulo Guedes.
Em suma, o pedido de impeachment assinado por Rodrigo Maia, se isso acontecer, é ruim para o governo e um bálsamo para o Centrão, que vai jogar como mais sabe na política. O efeito colateral será mais um período longo sem votações relevantes no Congresso.
DEM
A Comissão Executiva Nacional do Democratas chegou à conclusão de que não poderia entrar oficialmente no bloco pró-Baleia Rossi e decidiu “liberar” seus deputados para votar como desejassem. O deputado Elmar Nascimento, do DEM da Bahia, estima que Arthur Lira terá 21 dos 31 votos dos demistas. “Isso significa que o DEM não vai entrar em nenhum bloco?”, perguntou o Poder360. “Sim. E a consequência disso é o PT perder a 1ª Secretaria”, respondeu Elmar.
Há uma regra complexa para dividir os 7 cargos na Mesa Diretora da Câmara, funções cobiçadas que controlam centenas de funcionários. Para disputar uma dessas 7 vagas é necessário estar num bloco com muitos deputados para poder aspirar, pela proporcionalidade, alguma das vagas. Sem o DEM, o bloco de Baleia Rossi fica com poucas legendas –além do MDB, o PT e o PC do B. Dessa forma, o PT pode ficar sem sua vaga na direção da Câmara. Os petistas queriam a 1ª Secretaria.
A ideia da maioria do DEM era entrar de uma vez no bloco de Arthur Lira, mas isso também não deve acontecer. “Tínhamos a maioria para blocar com o Arthur, mas cedemos a um pedido do presidente ACM Neto”, diz Elmar.
ACM Neto, ex-deputado federal e ex-prefeito de Salvador, é presidente nacional do DEM. Neto esteve ontem em Brasília em reuniões para tentar pacificar o ambiente. Na madrugada desta 2ª feira, circulou a notícia de que Neto teria negociado o Ministério da Educação para seu partido. “É mentira. Pode escrever. Não terei cargo no governo nem o DEM vai para o governo”.
PSDB
Ao saber da decisão do DEM, o PSDB também concluiu que não poderia mais aderir ao bloco de Baleia Rossi –pois estaria apenas ajudando ao PT a conquistar eventualmente algum cargo na Mesa Diretora. Os tucanos devem declarar na manhã desta 2ª feira (1º.fev.2021) que continuam apoiando e vão votar em Baleia, mas que não podem entrar num bloco no qual não está nem o DEM, maior patrocinador da candidatura.
Essa decisão do PSDB é também um revés para o governador de São Paulo, João Doria, que é tucano e principal nome da legenda para disputar o Palácio do Planalto em 2022. Doria fez um evento no Palácio dos Bandeirantes recentemente em apoio a Baleia.
Eita que a esquerda tá é cevada: não lança candidatos próprios nas Casas e os que apoia tomam pêia. Inclusive tendo que apoiar quem botou Dilma pra vazar.
tico tu tá mais perdido que cego em tiroteio, se oriente cafuçu. Teu ladrão mor nove dedos ROUBO BILHÕES, e ainda tem apoio de idiotas desse nível, imagine só
São um bando de egoístas q só olham pro.proprio umbigo.
Ahhh corja de gente de ruim.
Isso Jonas, vc não achou pouco os 14 anos de desmantelo que o seu partido provocou? Agora vcs falam nessa possibilidade de impedimento como se fosse um bálsamo para os seus egos, vai tirando o teu cavalinho da chuva e procure torcer para que Arthur não ganhe, se ganhar, a coisa vai ficar feia, uma das primeiras promessas é a votação da prisão em segunda instância, se acontecer, teu larápio mor vai voltar para cadeia. Se segura na sela marmota.
O Brasil registrou neste domingo (31) mais 28.796 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.027.042 pessoas curadas da doença.
O número de pessoas curadas já representa 87,2% do total de casos acumulados.
A quantidade de pessoas curadas no Brasil mais de oito vezes superior ao número de casos ativos (953.185), que são os pacientes em acompanhamento médico.
No mundo, estima-se que pelo menos 75 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.
As saídas incluem o advogado que liderava a equipe, Butch Bowers, cuja contratação foi anunciada na última semana.
Segundo uma pessoa próxima à situação, que não quis se identificar, Trump insistiu que sua equipe de defesa focasse suas alegações sem fundamento de que a eleição foi roubada. Uma pessoa próxima ao ex-presidente contestou que tenha sido esse o motivo das saídas, mas afirmou que havia diferenças de opinião sobre a estratégia de defesa.
O republicano, porém, insistiu que o caso é simples e disse aos assessores que ele mesmo poderia argumentar e economizar o dinheiro gasto com advogados —seus assessores afirmam que ele não leva a ideia a sério.
A decisão da saída de Bowers foi mútua, de acordo com uma outra pessoa familiarizada com o assunto, que acrescentou que não havia química com o advogado, algo que Trump geralmente preza em seus relacionamentos.
O ex-presidente prefere advogados que queiram aparecer na televisão para dizer que ele nunca fez nada de errado. Já Bowers esteve ausente da mídia desde sua contratação.
Jason Miller, assessor de Trump, afirmou que o republicano e seus demais assessores não “tomaram uma decisão final sobre a equipe de defesa”. O ex-presidente deve apresentar uma resposta às suas acusações na Câmara dos Deputados até terça-feira (2).
A questão de quem representará Trump em seu julgamento no Senado, que deve começar no dia 9 de fevereiro, aborreceu ele e seus assessores, desde que ficou claro que o republicano se tornaria o primeiro presidente americano a sofrer dois processos de impeachment.
Bruno Covas (PSDB) rebateu as críticas pela ida ontem ao Maracanã para ver a final da Libertadores. Disse, nas redes, que era um “sonho” levar o filho para a partida.
“Depois de tantas incertezas sobre a vida, a felicidade de levar o filho ao estádio tomou uma proporção diferente para mim. Ir ao jogo é direito meu. É usufruir de um pequeno prazer da vida”, postou.
Abaixo, a mensagem completa do prefeito:
“Depois de 24 sessões de radioterapia meus médicos me recomendaram 10 dias de licença para recuperar as energias. Isso foi até a última quinta (28/01). Resolvi tirar mais 3 dias de licença não remunerada para aproveitar uns dias com meu filho. Fomos ver a final da libertadores da América no Maracanã, um sonho nosso. Respeitamos todas as normas de segurança determinadas pelas autoridades sanitárias do RJ. Mas a lacração da Internet resolveu pegar pesado. Depois de tantas incertezas sobre a vida, a felicidade de levar o filho ao estádio tomou uma proporção diferente para mim. Ir ao jogo é direito meu. É usufruir de um pequeno prazer da vida. Mas a hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal. Todos dentro do estádio poderiam estar lá. Menos eu. Quando decidi ir ao jogo tinha ciência que sofreria críticas. Mas se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila.”
Depois de eleito alguns políticos levantam o nariz e não aceitam críticas , já nas vésperas da eleição parecem uns cordeirinhos lambendo os pés dos eleitores . APRENDAM A VOTARRRRR !
Que direito ?????
Ele esta de licença medica
Quer dizer que nao pode so trabalhar ????
Tem que ver isso direito pois se é em.uma empresa privada ele é DEMITIDO POR JUSTA CAUSA
Ou estou errado
O problema é: ele proibiu as pessoas de seu estado ter esse direrio, mas ele pode?
Vc leu a reportagem ou não sabe ler e interpretar o texto ele teve 3 dias não remunerados.
Ele tem todo o direito, precisa e merece à diversão junto com o filho. Agora, não fica bem proibir os conterrâneos de saírem de casa e se mandar para o RJ, numa boa.
Era direito dele, se não fosse prefeito e não baixa se decretos proibindo os paulistanos de andar nas ruas e comércio.
Como prefeito, tinha a obrigação de dar exemplo.
Tá errado.
Esse HIPÓCRITA acha que só ele tá passando por tratamento de saúde? Quantos não estão por aí indo trabalhar pra poder comprar o remédio? Enquanto ele tá sendo custeado pelos cofre público.
Hipocrisia! Fecha o comércio, proibe festas, eventos, etc., prega o "fique em casa", para evitar aglomerações e vai para um estádio de futebol!!!!!!!!! É zombar da população. Ainda por cima, usa desculpa que era o sonho do filho. Essa não cola!
Não sou a favor desse político, acho que se alia com quem não deveria, como calcinha apertada. Tem toda razão e o direito de ir pra qualquer lugar. Em suas palavras disse tudo. Afinal a vida é curta, e ele com uma doença como é o câncer, tem mesmo que fazer tudo o que estiver ao seu alcance, e proporcionar momentos inesquecíveis com a família e seus filhos. Nunca se sabe até quando estaremos aqui na terra. Parabéns Bruno, pelo gesto nobre e a sensibilidade em lidar com o momento com os filhos.
Sim , ele tem todo direito. Desde que não proíba os outros de ir e vir.
Afinal fala-se tanto em dar exemplo.
E o direito e/ou sonho dos trabalhadores de manter seus empregos e dignidades, poder das aos seus filhos o mínimo nescessário, isso tbm não deveria ser levado em consideração…
Vc tem razão, ele tem o direito… mas tirar o direito dos outros, de trabalhar, é que é inadmissível. Ir ao estádio não tem problemas, mas abrir um comércio, com menos pessoas que uma partida dessas, não pode… hipocrisia
Ele disse que é "direito dele" ir ao estádio.
E o direito do resto da população?
E se ele pegar covid?
E se morrer?
E se transmitir para outras pessoas?
Na verdade, eu defendo as medidas de restrição ao mesmo tempo que defendo o bom senso.
O problema é que desde o início a esquerda, a Globo e o PSDB de Doria e Covas tentaram usar a pandemia para se promover.
Cada óbito seria culpa de Bolsonaro.
Fátima não teria culpa alguma nos 3.200 óbitos do RN. Mas Bolsonaro teria…
Aí dizem fique em casa (e acho correto), mas não ficam.
Nem Felipe Neto, nem Doria , nem Luciano Huck nem Ciro Gomes que foi jantar num iate no mediterrâneo no meio do ano…
Depois culpam Bolsonaro por tudo, com a maior cara de pau…
Hipócritas!!! Um ano de pandemia, cadê os decretos proibindo aglomerações dentro de ônibus, com mais ônibus nas ruas?
Fiuk, filho do cantor Fábio Jr., tem causado polêmica desde o segundo dia do BBB 2021 e o público está acusando o ator de não ter mantido o “personagem” que criou para o jogo.
Após algumas atitudes polêmicas em relação aos demais participantes, os internautas descobriram que ele teria feito “aulas de militância” antes de entrar no programa.
No Instagram, a professora do ator postou uma foto do conteúdo ministrado e falou abertamente sobre o assunto por meio dos stories.
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“Hoje dei minha primeira aula para o Fiuk e foi sensacional. Que possamos abrir diversos diálogos e análises incômodas. Seguimos”, disse a professora que se identifica nas redes sociais com Robertita.
Após a repercussão nas redes sociais, a professora confirmou ter dados aulas a Fiuk.
Imagem: reprodução
Nas cenas exibidas pela Globo, o brother já acusou os companheiros de individualismo por causa da escolha dos alimentos no supermercado e em outros momentos se culpando porque é macho. Em conversa com a atriz Carla Dias, que também participa do programa, Fiuk já chegou a dizer em tom de conselho “você tem que entender sua posição, quem você é, você uma mulher branca, privilegiada”.
Gente calma. É isso que a Globo deseja, é ver. Pessoas falando algo sobre a Globo. Esse menino bobo, é um capitalista disfasado junta ums trocado e ponto final. Vocês não pegar tempo, falando sobre essa emissora. Ela tá falida entre os jovens, Os jovens acham esse bolo um tiozao babaca, basta você ler algo em canal de jovens. A esquerda não consegue mas enrolar os jovens que estão ligado ao mundo na velocidade da Internet. Ele pesquisam sobre tudo, sem ser necessário uma professora que não saber escrever de forma correta. Vejas as críticas a essa professora e veja a idade dos que estão criticando. Não existe mas jovens manipulado por esquerda só se for analfabeto de conteúdo e com pouco neurônios.
No auge da primeira onda da pandemia de covid-19 no Brasil, Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC (Associação Brasileira das Clínicas de Vacina), estava pessimista sobre a participação das clínicas privadas na imunização contra a nova doença. “Eu tinha certeza que não haveria vacina disponível em 2021”, diz Barbosa.
O estado de espírito mudou quando, em novembro, o laboratório indiano Bharat Biotech mostrou que estava aberto a comercializar doses da vacina que está desenvolvendo, a Covaxin, para a iniciativa privada. “Foi o único. E tentamos com todos”, diz o presidente da ABCVAC.
No dia 12 de janeiro, a associação anunciou um acordo para compra de 5 milhões de doses. A notícia foi suficiente para clientes passarem a ligar para as clínicas em busca de informações. Uma rede presente em seis estados brasileiros, chegou a enviar, na quarta-feira passada (27), comunicado aos clientes alertando que a empresa não realiza “cadastros, lista de espera ou reserva para a vacinação contra a covid-19”. Na nota, a rede assume que há a intenção de compra, porém sem garantia de concretização.
Barbosa trabalha com a expectativa otimista de que o imunizante poderia estar disponível nas clínicas privadas brasileiras em abril. No entanto, a realidade pode ser mais complexa, dado o cenário atual de faltas de vacinas no Brasil e no mundo.
Cronograma acelerado
Ainda em fase de testes, a Covaxin já teve o uso emergencial liberado na Índia e é administrada em duas doses, com intervalo de quatro semanas entre elas —a quantidade negociada pela associação deve imunizar 2,5 milhões de pessoas.
A expectativa da ABCVAC gira em torno do cronograma da Bharat de envio a Anvisa (Agência Nacional de Vigilânia Sanitária), até 25 de fevereiro, dos resultados da fase 3 da Covaxin, que ainda está em andamento com 26 mil voluntários na Índia. Daí, seriam mais 60 dias para análise da documentação.
Para aplicação na rede particular, a vacina deve receber registro definitivo da Anvisa —a CoronaVac e a vacina Oxford/AstraZeneca, ambas já em uso no Brasil, receberam aprovação para uso emergencial. A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) entrou na sexta-feira (29) com o pedido de registro definitivo da Oxford/AstraZeneca e a Anvisa tem 60 dias para responder.
Ainda é necessário passar pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão interministerial responsável pela precificação de medicamentos no Brasil.
Barbosa, da ABCVAC, admite que normalmente esse processo não leva menos que seis meses.
Mesmo com a urgência da pandemia, o percurso é longo e lento. A Pifzer, que migrou do processo de aprovação emergencial para definitivo no fim de dezembro, segue sem aprovação de seu imunizante, que já está em uso em diversos países.
Previsão menos otimista
Quem tem experiência com vacinação no Brasil não compartilha do otimismo das clínicas privadas. “Não acho que seja factível esses laboratórios que nem sequer terminaram a fase 3 [terem a vacina liberada rapidamente]. Se acontecer, é no segundo semestre ou ano que vem”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, que coordenou o PNI (Programa Nacional de Imunização) do Ministério da Saúde por oito anos.
Domingues vê uma única condição para a Anvisa aprovar com pressa o produto da Bharat: “A não ser que entremos numa calamidade pública gigantesca, aí vamos ter que rever processos. Mas no cenário atual isso não está posto à mesa.”
Para piorar, o clima mudou depois que o anúncio da compra pelas clínicas privadas foi atropelado pela repercussão negativa da articulação de empresários brasileiros para aquisição de 33 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca/Oxford.
Grandes fabricantes, como AstraZeneca e Pfizer, correram para emitir notas negando que estivessem negociando com a iniciativa privada e que o foco são os governos. Esses laboratórios sofrem pressão nos EUA e na União Europeia por atrasarem a entrega de doses para os governos dos países.
A ABCVAC também soltou nota, mas reforçando que a iniciativa das clínicas não tem paralelo com a dos empresários e lembrando que “a legislação vigente permite que apenas estabelecimentos de saúde —clínicas de vacinação privadas, hospitais e farmácias— podem realizar a atividade de vacinação”.
Imunizante conflitante
Mas Barbosa concorda que a iniciativa do empresariado tinha um “imunizante conflitante”, por se tratar de uma vacina (AstraZeneca/Oxford) que o governo encomendou e está com dificuldade de receber.
Segundo a ABCVAC, esse conflito não existiria com a Covaxin, pois “a Bharat está separando a produção para o setor privado e para os governos”. No entanto, no final de dezembro —mais de um mês depois de as clínicas iniciarem conversa com a Bharat— a fabricante entrou na lista de cotadas pelo Ministério da Saúde para aquisição de vacinas para o PNI.
O UOL consultou a pasta para saber como estão as tratativas do governo com o laboratório indiano e se haveria algum conflito com a iniciativa privada, mas não obteve resposta.
Sobre um eventual conflito ético a respeito da vacina estar disponível para pessoas com renda e faltando para quem depende do SUS (Sistema Único de Saúde), Barbosa vê dois cenários.
“Se o governo federal conseguir cumprir o que ele propôs [promover a imunização da população], eu não vejo conflito ético algum, pois as clínicas privadas vão somar esforços. Agora, vamos supor que chegue abril e o governo não tenha imunizante, aí realmente eu acho que a gente teria uma situação em que nós [clínicas privadas] seríamos mais julgados pela falha do governo do que pela nossa eficiência”, Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC
Ele afirma que as clínicas não estão “disputando com o governo”, mas “apenas fazendo as tratativas, como sempre fizemos”.
Sobre o valor do imunizante, Barbosa diz que “é natural” que seja mais alto para clínicas privadas. “O preço ofertado ao mercado privado é mais alto por uma questão de responsabilidade social da indústria farmacêutica”, afirma. A conta inclui tributos, seguro e outros itens. Ele não falou, entretanto, em estimativa de preço ao consumidor.
A ex-coordenadora do PNI não vê conflito na negociação caso o governo não opte pela Covaxin. “Se você tem um laboratório que não tem nenhuma negociação com o governo federal e ele não pretende fazer, então, por que não termos mais vacina no Brasil? O que precisamos nesse momento é ter o maior número de pessoas vacinadas.”
Ela defende que a rede privada de vacinação —responsável por 10% das vacinas aplicadas no país— tem papel importante no sucesso da imunização do pais.
“O sistema privado sempre foi complementar ao PNI. Então, por que nesse momento de pandemia não vamos querer esse apoio? Até porque eu não estou vendo nenhum movimento do governo em buscar outros parceiros. Eles só queriam comprar a vacina da AstraZeneca. Compraram a da CoronaVac pois foram pressionados”, Carla Domingues, epidemiologista e coordenadora do PNI de 2011 a 2019
Um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo, o Ponto Chic resolveu abrir seus salões ao público neste fim de semana, mesmo com a proibição do Governo de São Paulo na tentativa de conter o avanço da Covid-19.
Segundo Rodrigo Alves, propritetário da rede, a decisão se deu em “protesto contra a decisão equivocada de querer fechar o comércio da cidade de São Paulo em pleno verão.” Em uma rede social, o empresário escreveu que abriria as lojas “pela dignidade, pela vida, pelos empregos.”
Os quatro restaurantes da rede foram abertas por volta das 19h30 de sábado (30). Alves diz que tomou a decisão depois de ficar sabendo que o prefeito da capital, Bruno Covas (PSDB), foi ao Maracanã ver a final da Copa Libertadores da América no mesmo fim de semana que a cidade precisou fechar seus comércios.
“Quando vi o prefeito ontem no jogo, isso me causou uma indignação tão grande e tão profunda que eu não tinha outra alternativa a não ser abrir. A gente sabe onde está o problema da pandemia. Sabemos que são os pancadões, são as festas, onde o estado não entra, não toma providências para resolver. Por que então fechar quem gera emprego?”, questiona.
Bruno Covas na final da Libertadores no Maracanã | Imagem: reprodução
As lojas funcionaram das 19h30 às 22h de sábado e abriram novamente neste domingo, às 12h.
Segundo Alves, a rede não demitiu os 110 funcionários que tem até agora, mas o faturamento no fim do ano passado não chegava a 70% do que havia sido no ano anterior.
“Usei os benefícios que podia [redução de salários], então minha equipe tem estabilidade de emprego por pelo menos seis meses. As parcelas do Pronampe [programa de apoio a micro e pequenas empresas] começam a vencer. O ICMS eu já cheguei no limite de parcelamento que o estado permite. A receita federal já notificou para regularizar os impostos, mas para parcelar esses impostos é preciso pagar 10% a vista. Entao é a tempestade perfeita. E aí vêm mais restrições”, afirma.
“A gente não tem mais fôlego, não consegue mais, não é nada sustentável. Com a restrição, ficamos com almoço durante a semana, mas os escritórios estão fechados, e no fim de semana fica só o delivery. Quem acha que delivery consegue substituir, não conhece o setor.”
Perguntado sobre os riscos de manter restaurantes abertos em um momento de alta de casos, internações e mortes pela Covid-19, Alves afirma que esse aumento “é consequência do fim do ano, quando estávamos fechados”, diz, se referindo aos fins de semana de Natal e Ano-Novo, quando Doria determinou fechamento de comércios.
“Tem relação direta. Quando você fecha os restaurantes, você joga pessoas para situações muito mais inseguras”, afirma. Este é o problema de fechar a cidade no verão, diz Alves: “Isso só gera fluxo para a praia. Você vê num estaurante quantos protocolos temos que cumprir. Ao invés de estarem seguros, onde se cumpre o protocolo, você acaba gerando festa clandestina, encontros residenciais”, diz.
Todo o estado de São Paulo está na fase mais restrita da pandemia, onde comércios não-essenciais não podem funcionar, todos os dias úteis, das 20h às 6h do dia seguinte, e durante o dia todo nos finais de semana. A medida vale até 7 de fevereiro.
Só na capital paulista mais de 17 mil pessoas já morreram vítimas da Covid-19. A cidade enfrenta, desde novembro, uma alta de casos, internações e mortes, e atingiu neste mês de janeiro patamares próximos aos de agosto do ano passado.
Um erro não justifica o outro. Estamos em um momento obscuro, cheio de incertezas, egoísmo e escuridão. Precisamos de recolhimento, reflexão , gratidão e solidariedade. Pensemos nisso, tomemos atitudes racionais e emocionais, procuremos paz…muita paz
É essa raça de políticos demagogos que são contra Bolsonaro. Por isso cada vez mais sou fã do Véio. Não fica bancando o bom moço. Manda logo socar no rabo. Esse aí tem que socar o lockdawn no rabo mesmo.
Esse prefeito é igual ao calcinha apertada que decretou lockdown no estado de SP e no mesmo dia viajou pra Miami pra curtir com a esposa as férias sem restrições.
E quanto à conduta do prefeito hipócrita, que manda fechar o comércio da cidade e vai flanar no meio de uma torcida num estádio de futebol, você não quer comentar também? Palhaço!
E haja dinheiro.
Papel aguenta tudo, vamos ver o tesouro até qdo vai aguentar.
Vamo que vamo.
Já critiquei o ministro Fábio Faria,mas,ele está fazendo uma ótima gestão à frente da pasta das comunicações,mas,com sua influência frente ao presidente da República,ele continua fazendo o necessário para atrair recursos financeiros para o governo do estado RN,mesmo o governo estadual sendo chefiado por um partido oposicionista seu e do seu pai o ex governador Robinson Faria que cometeu um terrível erro em não pagar os salários dos servidores públicos estaduais em dia é deixando 4 folhas desses pagamentos para atual administração estadual querendo ou não o governo do RN funciona como às prefeituras do interior e da capital pagando o funcionário público em dia,o candidato que esta no cargo de executivo está praticamente reeleito com essa tática governativa e eleitoral,para o executivo municipal e também para o executivo estadual,isso por exemplo acontece em todos os estados e municípios do Brasil pagando a folha salárial dos servidores públicos sem atraso a reeleição está praticamente consumada.
Parabéns,ilustríssimo e digníssimo,ministro Fábio Faria pela louvável visão social de incluir nesse programa nacional de internet arga 5G milhões de casas e famílias mais pobres sem acesso a internet nos mais longínquos e diversos torrões e grotões esquecidos desse Brasil.
Esse só sabe instalar internet em obra.
Incompetência em pessoa.
Cuidado a inveja mata , quanto mais se incomodam mais credibilidade perdem , pense numa esquerda mixada tão igual a ex-presidiario confiança zero.