Segurança

Bolsonaro amplia limite para compra de munições

Em mais uma medida pró-armamentos, o governo Jair Bolsonaro publicou nesta quinta-feira (23) uma portaria que multiplica a quantidade de munições que cidadãos com porte e posse de arma e agentes de segurança podem adquirir.

Publicado pelos ministérios da Defesa e da Justiça, a portaria estabelece quantitativos mensais para a compra de munições e diz que eles podem ser acumulados ao longo do ano.

Pessoas físicas com posse ou porte podem, pelas novas regras, adquirir mensalmente até 300 unidades de munição esportiva calibre 22. O valor vale por cada arma e cai para 200 unidades de munição de caça e esportiva nos calibres 12, 16, 20, 24, 28, 32 e 36, além de 9.1 milímetros.

Para os demais calibres permitidos, o limite é de 50 unidades para cada mês.

Tanto o presidente Bolsonaro quanto seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, destacaram em suas redes sociais a publicação da portaria.

As normas para o acesso a munições eram tratadas por uma portaria interministerial de janeiro. Nela, Bolsonaro já havia ampliado o número de munições que uma pessoa poderia adquirir.

Para as pessoas físicas com autorização, o número máximo de munições, por arma de fogo, era de 200 unidades anuais.

A nova portaria expande ainda a quantidade de munições que forças de segurança (como militares, policiais e guardas municipais) podem acessar. Para os demais calibres permitidos, esses agentes passam a poder comprar 100 unidades mensais, além de 50 de calibres restritos.

Antes, o limite para esses servidores era de 600 munições por ano.

O presidente Jair Bolsonaro é um crítico do desarmamento e já editou medidas para facilitar o porte e a posse de armas de fogo.

Antes do governo Bolsonaro, o limite para munições para cidadãos era de 50 unidades por ano, por arma de fogo.

Na semana passada, Bolsonaro revogou três portarias do Exército que estabeleciam regras para rastreamento e identificação de armas de fogo no Brasil. As normas também tratavam da obrigatoriedade de dispositivos de segurança em armas de fogo.

Entre outros itens, as revogações de Bolsonaro atingiram o SisNaR (Sistema Nacional de Rastreamento de Produtos Controlados pelo Exército). A norma determinava que dados de produtos controlados fabricados, importadores ou comercializados precisavam ser lançados nesse sistema por todas as pessoas físicas e jurídicas registradas no Exército, que exerçam atividades com eles.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Parabéns meu presidente, me mata de orgulho, cada ato seu me dá a certeza do voto que votei certo.

    1. Guardanapo de papel higiênico por favor. Os ruminantes estão em crise esquizofrênica.

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Saúde

Contrariando medicina, Trump sugere que injeção de desinfetante pode tratar coronavírus

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contrariou indicações da medicina nesta quinta-feira (23) ao sugerir que injeções de desinfetante poderiam servir de tratamento para a Covid-19.

“E aí eu vejo o desinfetante, que derruba [o coronavírus] em um minuto. Um minuto! E tem um jeito de a gente fazer algo, uma injeção dentro ou quase uma limpeza? Porque, veja bem, ele entra nos pulmões e faz um trabalho tremendo nos pulmões, então seria interessante checar isso. Então, será preciso ver com os médicos, mas soa interessante para mim”, afirmou Trump em entrevista coletiva na Casa Branca.

O presidente também fez alusão a supostos tratamentos para o coronavírus com radiação ultravioleta, novamente sem corroboração científica. “Talvez seja possível, talvez não seja. Eu não sou médico. Mas eu sou, tipo, uma pessoa que tem um bom você sabe o quê”, disse.

Especialistas e autoridades médicas reagiram à declaração de Trump com indignação. “Eu certamente não recomendaria a ingestão interna de desinfetante”, disse Stephen Hahn, funcionário da FDA (agência de vigilância sanitária americana), à emissora CNN.

Não é a primeira vez que Trump ignora evidências científicas na pandemia da Covid-19. O presidente tem promovido a utilização da hidroxicloroquina, medicamento usado no tratamento da malária e outras doenças, mas não há estudos suficientes para confirmar sua eficácia contra o novo coronavírus —nesta semana, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês), dos EUA, contraindicou o uso do medicamento para tratar a Covid-19.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Mais tarde #Bolsolero vai aparecer com uma injeção para os primeiros testes pro gado, baixem o aplicativo e se cadastrem.

  2. Os bolsonaristas deveriam usar isso urgentemente. kkkkkkkkk
    Seja antes de pegar o Covid ou depois.
    A humanidade agradeceria.

  3. Será por isso que luladrão não pega covid 19 e melhorou do câncer da laringe, é que o ladrão de dinheiro público condenado faz utilização de álcool 24 horas por dia, fala-se que 99% de liquido do seu corpo é álcool, e é por isso que tá sempre disparando as sandices dele, todo atabalhoado, e só os petralhas tontos caem nas idiotices dele.

  4. Seguindo o princípio da idolatria do presidente , votei nele e me arrependo , por Trump , essa nova terapêutica deve ser usada no Brasil , ou pelo menos defendida por Bozo e pelo “PAMBOCA” do Chanceler ( não confundir com chaleira ) Ernesto Araújo . Aonde vai a bestialidade humana , aonde vai a falta de pudor dessas figuras . Nunca se considere definitivamente surpreso .

  5. Basta ele injetar na própria veia e daqui assistiremos ele ficar bom, né ? ….só faltava essa mesmo.

  6. Vacina com desinfetante, eu não sei mister Trump, mas com agua e sabão é CERTEZA.
    Não sou eu quem estou dizendo, é os médicos infetologista.
    ELES DIZEM, QUE LAVAR BEM AS MÃOS COM AGUA E SABÃO, NÃO SE CONTAMINA, o Vírus MORRE, né mesmo??
    Então….
    Tá resolvido.

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Saúde

Ministério só vai recomendar cloroquina quando houver evidência de eficácia, diz Teich

O ministro da Saúde, Nelson Teich, disse nesta quinta-feira (23) que a decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina) que libera os médicos a prescreverem cloroquina, inclusive para casos leves de Covid-19 e uso domiciliar, não representa uma recomendação do Ministério da Saúde.

Segundo ele, a pasta deve liberar o uso do medicamento apenas quando houver evidência clara de que o medicamento funciona.

“Permitir o uso a critério do médico não representa uma recomendação do Ministério da Saúde. A recomendação vai acontecer no dia em que tivermos uma evidência clara de que o medicamento funciona”, disse ele, que frisou que o parecer traz uma “autorização”.

“É importante deixar claro que não é uma recomendação nossa, é uma autorização. Recomendação depende de estudo científico sólido”, afirmou.

Teich afirmou que a medida do CFM é diferente do posicionamento do Ministério da Saúde, que mantém um protocolo para uso do medicamento em pacientes graves e críticos e mediante acompanhamento em hospitais.

Conselho de Medicina autoriza hidroxicloroquina no início da Covid-19

Mesmo ressaltando que não existe comprovação científica de que a hidroxicloroquina seja eficaz para o tratamento do novo coronavírus, o CFM (Conselho Federal de Medicina) liberou o uso do medicamento em diferentes situações, incluindo no início de sintomas sugestivos de Covid-19 e em ambiente domiciliar.

O anúncio foi feito por Mauro Luiz Britto Ribeiro, presidente do CFM, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e com o ministro da Saúde, Nelson Teich.

Na ocasião, Ribeiro entregou às autoridades um parecer do conselho sobre a administração da substância em pessoas com Covid-19.

Bolsonaro é um entusiasta da hidroxicloroquina e da cloroquina para o tratamento da doença. Ele já defendeu que elas sejam utilizadas inclusive no estágio inicial da enfermidade e sua defesa das medicações foi um dos pontos centrais do conflito com o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, que era contrário à ampla recomendação do remédio para o coronavírus.

Não existe nenhuma evidência científica forte que sustente o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid. É uma droga utilizada para outras doenças já há 70 anos, mas em relação ao tratamento da Covid não existe nenhum ensaio clínico prospectivo e randomizado, feito por grupos de pesquisadores de respeito, publicados revistas de ponta, que aponte qualquer tipo de benefício do uso da hidroxicloroquina no tratamento”, disse Ribeiro.

FOLHAPRESS

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Política

Moro e Bolsonaro têm zero confiança um no outro e relação acabou, avalia cúpula da PF

Para integrantes da cúpula da Polícia Federal, a relação de Sergio Moro (Justiça) e Jair Bolsonaro já terminou desde o ano passado e é zero a confiança entre os dois. Na crise do coronavírus, eles se afastaram ainda mais, defendendo posições antagônicas sobre o isolamento social.

Desde então, diretores passaram a falar que o presidente daria um jeito de aproveitar o momento para forçar a saída do ministro. A demissão de Luiz Henrique Mandetta fez escalar a percepção.

A queda de Mandetta foi tratada na cúpula da PF como simbólica, já que o ex-ministro tinha 70% de aprovação, segundo a última pesquisa Datafolha. Segundo relatos, os diretores passaram a tratar o caso como o precedente perfeito: o presidente conseguira demitir um auxiliar popular sem grandes consequências políticas.

Os novos recados de Bolsonaro a Moro sobre a troca do comando da PF começaram a chegar há uma semana. O presidente também avisou o ministro que mirava também a chefia do Rio, pivô da primeira crise envolvendo o órgão.

Bolsonaro deu como definitiva a decisão em conversa com Moro no Planalto na manhã desta quinta (23). Maurício Valeixo, diretor-geral da PF foi avisado e, em seguida, entrou em reunião com superintendentes. No encontro virtual, ele falou, nas entrelinhas, sobre o assunto.

O secretário de Segurança do DF, Anderson Torres, que sempre aparece na lista dos cotados para o cargo de diretor-geral da PF –já foi até mencionado por Bolsonaro–, passou o dia respondendo telefonemas e mensagens dizendo a amigos que não havia sido escolhido para o lugar de Maurício Valeixo. Ele também afirmou que achava que o chefe da Abin, Alexandre Ramagem, já estava avisado que assumiria o posto.

Também delegado, Ramagem virou a principal ponte do Planalto com a PF. Foi ele quem sondou nomes para substituição do chefe do Rio, a pedido do presidente, em agosto do ano passado, tendo levado como um dos nomes o de Alexandre Saraiva, superintendente do Amazonas —que Bolsonaro chegou a anunciar para ocupar o cargo.

Depois, com a resistência de Valeixo, que avisou que já tinha feito sua própria escolha, o chefe da Abin fez o papel de intermediário e ajudou a concretizar a ida de Carlos Henrique Oliveira de Sousa para a superintendência do Rio. Nome bancado pelo diretor-geral, ele tomou posse em dezembro e permanece lá até o momento.

PAINEL

Opinião dos leitores

  1. O Presidente está escorregando na maionese. Descartar auxiliares da envergadura do Sérgio Moro, Santos Cruz e, talvez, Paulo Guedes fatalmente levará o governo Bolsonaro à vala comum dos grandes corruptos.

  2. Eles se merecem. Quero ver agora pra que lado vai o gado…..Acho que a boiada está se dividindo.

    1. Será por isso que o pt fez o que fez? Ou já era a ideologia da corrupção que vive entranhada nos petralhas?

  3. Fica cada vez mais claro que trocamos uma quadrilha, os petralhas, por outra quadrilha, a dos milicianos, que estão trabalhando forte para blindar o Presidente e sua família de qualquer investigação que possa atingi-los.
    Para quem pensava que o tal "aparelhamento do Estado" iria acabar, é decepcionante …

  4. Bolsonaro usou Moro (e também Guedes, mas esse fica para a próxima) para eleger-se e agora descarta-o. Se o futuro ex-ministro se comportar bem ainda ganha um cargo no STF, mas se espernear terá que ralar para se sustentar, pois nem juiz ele é mais.
    É sintomático o afastamento de Bolsonaro da ala técnica e honesta (Moro, Guedes, Santos Cruz) e a aproximação a nomes como Waldemar Costa Neto, Roberto Jeferson ou Ciro Nogueira. Saem os impolutos e entram os condenados pelo mensalão.

    1. Você pode ter simpatia por Bolsonaro ou por políticos de centro ou esquerda. O que não podemos é perder a capacidade de raciocinar. O nosso país é mais importante, não devemos ter político de estimação. Parabéns pela análise.

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Polícia

Pivô de embate entre Moro e Bolsonaro, PF apura casos que envolvem entorno do presidente

Desde que assumiu o cargo, o presidente Jair Bolsonaro ensaiou em mais de uma oportunidade mudar o comando da Polícia Federal, minando a influência do ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre a cúpula da corporação. Tentativas de ingerência se deram com a abertura e o avanço de investigações contra pessoas do entorno do mandatário.

O incômodo de Bolsonaro com o trabalho da PF aumentou recentemente por causa dos inquéritos que apuram um suposto esquema de fake news para atacar autoridades, entre elas alguns de seus adversários políticos, e as manifestações pró-golpe militar promovidas por grupos bolsonaristas — no domingo (19), o presidente participou de uma delas, em Brasília.

Os dois casos, sob relatoria do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, devem ser tocados por uma mesma equipe de policiais, o que desagrada ao presidente.

Conforme adiantou a Folha, Moro pediu demissão a Bolsonaro ao ser informado pelo presidente da decisão de trocar a diretoria-geral da PF, hoje ocupada por Maurício Valeixo. Bolsonaro acionou ministros militares para tentar demovê-lo da decisão. Uma solução tem sido negociada para que o ministro fique no cargo.

 A apuração sobre fake news, aberta pelo próprio STF, envolve a suspeita de que filhos de Bolsonaro, entre eles o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), estejam por trás de um gabinete do ódio supostamente mantido pelo Palácio do Planalto para atacar desafetos políticos.

Essa hipótese também foi levantada em Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o caso no Congresso.

A investigação sobre os atos antidemocráticos, proibidos pela Constituição e a Lei de Segurança Nacional, foi aberta a pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. Ela mira empresários e ao menos dois deputados federais bolsonaristas por, possivelmente, terem organizado e financiado os eventos. Os nomes são mantidos em sigilo pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

Um dos primeiros incômodos do presidente com a PF na gestão Moro se deu no início do mandato, com a instauração de inquérito contra o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, para apurar esquema de candidaturas laranjas do PSL em Minas Gerais, caso revelado pela Folha.

Em outubro, o ministro foi denunciado à Justiça sob acusação de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

Apesar do constrangimento gerado pela situação, o presidente manteve o aliado no cargo. Em mais de uma oportunidade, demonstrou irritação com as conclusões sobre o caso.

Ainda em outubro, ele disse que o responsável pela investigação na PF “agiu de má-fé”, que houve “exagero” no inquérito e que a intenção não foi atingir o ministro, mas o presidente da República.

A reação se deu após a Folha noticiar que um depoimento e uma planilha obtidos pela Superintendência da PF em Minas sugerem que recursos do laranjal foram desviados para abastecer, por meio de caixa dois, a campanha presidencial de Bolsonaro.

Dois meses antes, o presidente havia gerado instabilidade na PF ao anunciar que trocaria o superintendente do órgão no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi, por questões de gestão e produtividade.

Foi rebatido por uma nota da própria corporação, que informou que a mudança de comando já vinha sendo debatida internamente e havia sido solicitada pelo próprio policial, não tendo relação com seu desempenho.

Bolsonaro subiu o tom e declarou que quem dava as ordens na polícia era ele próprio. “Se ele resolveu mudar, vai ter que falar comigo. Quem manda sou eu, vou deixar bem claro. Eu dou liberdade para os ministros todos, mas quem manda sou eu”, declarou.

Na ocasião, Moro estava enfraquecido pela divulgação de mensagens que mostraram sua atuação em parceria com os procuradores em diferentes processos da Lava Jato e que colocaram em xeque sua atuação como juiz federal.

A crise aberta pela investida do presidente quase resultou na saída do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, mas amainou depois que Bolsonaro recuou e Moro manteve tanto o diretor quanto outras pessoas de sua confiança em cargos-chave da corporação.

A PF do Rio passava por momento delicado na ocasião, especialmente após vir à toda o caso Fabrício Queiroz, PM aposentado e ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia do Rio. Ele é o pivô da investigação do Ministério Público do Estado que atingiu o senador, primogênito do presidente.

A apuração começou após um relatório do extinto Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), então ligado ao Ministério da Economia, apontar movimentação de R$ 1,2 milhão na conta do ex-assessor entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

A suspeita do MP do Rio é de que o dinheiro seja de um esquema de “rachadinha” —quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários aos deputados.

Esse caso, especificamente, não está com a PF, mas o órgão tocava na época investigações envolvendo personagens em comum.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Bando de babacas, o presidente troca e põe quem ele quiser. Isso é normal seus vermes! Ver se tem alguma coisa sobre corrupção no governo? Vocês são os chorumes da sociedade?

  2. Trocamos seis por meia dúzia!
    Ê, ôô… vida de gado! Povo marcado…povo FELIZ!
    Vocês que votarem no mito, não esqueçam: FAZEM PARTE DESSA MASSA!

    1. Tudo bem, se ele está decepcionando, infelizmente faz parte da vida, mas com certeza, perderá milhões de votos dos que confiaram nele, inclusive o meu, diferente de vc, que pelo que vejo, não se conformou até hoje com a descoberta da roubalheira da turma do nove dedos. PT nunca mais.

  3. Aparelhamento completo do Estado para proteger o Presidente e seus filhotes, e tudo pago por nós, contribuintes. Saem os petralhas e entram em cena os milicianos.

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Política

Diretor-geral da PF é exonerado por Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro exonerou o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, em publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira (24).

Moro foi alertado no fim da noite passada de que a saída de Valeixo, escolhido por ele para comandar a PF, poderia ser ratificada. Ele ainda negocia com o Palácio do Planalto sua permanência como ministro.

A exoneração de Valeixo saiu “a pedido”, segundo o Diário Oficial, com assinaturas de Bolsonaro e Moro.

Segundo a Folha apurou, o ministro, no entanto, não teria assinado. Seu nome foi incluído no ato de exoneração pelo fato de o diretor da PF ser subordinado a ele. É uma formalidade do Planalto.

Não há substituto no comando da PF, por ora, nomeado.

Opinião dos leitores

  1. Lamentável. Profundamente sem Norte este governo está. Falta absolutamente quaisquer resquício de habilidade política no que ocupa a cadeira. Resultado: Esta na mão no que há de mais execrável na espécie dos ratos os "políticos ". Será que o FHC interpretou o futuro? Mãe Dinah quem sabe.

  2. Perdeu Bolsonaro. O desespero bateu e você não só continuou fazendo tudo errado a sua maneira de sempre, como deu passos em falso que vão lhe derrubar definitivamente. Não tem forças armadas que lhe segurem. Seus crimes e os da sua sub-raça são muitos e graves. São muitos que você deixou pelo caminho covardemente. Durou muito sua aventura. Agora passou declaradamente para o lado que você tanto dizia que condenava. A esquerda deve estar comemorando. Com você vão continuar os alienados, os idiotas e os robôs da internet controlados por seus filhos.

  3. Me sentindo de alma lavada com os comentários. #euavisei O Ex Juiseco venal, tomou na. " bassoura ou coisa bem pregada " . ????

  4. Cada dia me arrependo mais do meu voto.
    Bolsonaro só está fortalecendo mais o PT, cujo retorno é cada dia mais provável.

  5. A velha política da corrupção finalmente esta imergindo pra os que votaram nessa peste saber q ele é igual aos outros. #FORABOLWONARO

  6. Traidor. Moro saindo, acaba o governo. São aloprados. Petistas de sinal trocado. O que dá mais raiva é que esse idiota do presidente, com sua arrogância, burrice, tosquice e vaidade, vai devolver de bandeja o governo à quadrilha que arruinou o país.

    1. O país não tolera mais corrupção, o pt não volta nunca mais, igual a Bolsonaro, que está sendo conivente com corrupção da família e alguns apaninguados. Agora é MORO

  7. É essa aí a nova política que foi prometida em campanha???
    Que iludiu a classe média???
    Que iludiu até ao Sérgio Moro???
    Interferir politicamente nas instituições, principalmente aquelas que agem no combate à corrupção???
    PF, MP, CGU TCU???
    Parabéns a vc que deu seu voto nesse projeto de governo!!!

    1. Você foi preciso no seu comentário, existe um projeto de governo idealizado por parte da sociedade, e o combate a corrupção é a pilastra central, portanto pt nunca mais, se Bolsonaro está no mesmo sentido, ele também será descartado, agora teremos outro grande líder, o Sérgio Moro, fortalecer coaf, aumentar a rigidez das leis contra criminosos serão prioridades, entre tantas outras. MORO 2022!

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Economia

40% dos bares e restaurantes devem fechar em SP por causa do Covid, diz pesquisa do setor

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel – SP) aponta que, entre os empresários do setor, grande parte acredita que cerca de 40% das casas fecharão as portas por conta da crise provocada pelo novo coronavírus.

Foram entrevistados 125 empresários que possuem, no mínimo, três estabelecimentos do ramo na cidade de São Paulo e na região metropolitana. Para responder, os empreendedores levaram em conta não apenas os seus negócios, mas o conhecimento que têm de outros bares e restaurantes.

“Todo dono de restaurante se relaciona com vários colegas, com os vizinhos, com os fornecedores. É um pessoal que conhece bem a situação vivida e isso se reflete na própria análise da realidade”, explica o presidente da Abrasel-SP, Percival Maricato.

Ele destaca que a dinâmica do setor de bares e restaurantes faz com que cerca de 30% dos estabelecimentos fechem naturalmente em até dois anos de existência, mas que também há uma reposição, o que não deve acontecer no período de quarentena.

“Não é só a quarentena em si. Eles acham que 40% não irão sobreviver à crise, com a recessão brava que vai vir depois dela. Esperava-se que a quarentena fosse um pouco menor, que as pessoas então lançariam mão disso e daquilo e iam sobrevivendo, mas ela vai se prolongar um pouco mais e a abertura vai ser gradual”, destaca.

Um outro ponto relevante da pesquisa é que 61% dos empresários entrevistados acreditam no isolamento social e na volta da atividade econômica de forma gradual e segura. “Apesar de ter muita tensão no setor, os empresários estão ainda com alguma tranquilidade para achar que a abertura tem que ser equacionada, feita em consonância com as orientações das autoridades, gradualmente”, explica Maricato.

O levantamento também aponta que para 59% dos entrevistados o auxílio governamental não foi suficiente para manter os negócios funcionando. Para 35% a quantia foi o suficiente, mas houve ressalvas em relação ao atraso no pagamento e a necessidade de facilitar a liberação de crédito.

“A pesquisa mostra uma habilidade com que eles estão lidando com as possibilidades de equacionar a questão trabalhista para evitar o desemprego. Estão procurando usar todos os expedientes possíveis: férias coletivas, redução de jornada e de salário, suspensão dos contratos, uso da convenção coletiva e medidas provisórias. Mas há uma reclamação generalizada das burocracias com os bancos e de que tem sido difícil o acesso aos auxílios programados com o governo.”

ESTADÃO CONTEÚDO

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Saúde

EUA ultrapassa 50 mil mortes por coronavírus após registrar 3.176 vítimas em 24 horas

novo coronavírus já provocou mais de 50 mil mortos nos Estados Unidos, depois que 3.176 óbitos foram registrados em um dos dias mais mortais da pandemia, segundo a contagem da universidade Johns Hopkins.

As mortes, registradas nas últimas 24 horas, elevam o saldo nos Estados Unidos para 50.300, segundo a universidade.

Nesse mesmo período, foram registrados 26.971 novos casos de coronavírus no país, elevando o total para 866.646 pacientes identificados desde o início da epidemia.

Devido à falta de testes de detecção, o número de casos reais provavelmente está bem acima desse número.

No final da semana passada, os Estados Unidos registraram dois altos balanços diários de vítimas (mais de 3.800 e 4.500 mortos), mas esses dados se deviam em parte à soma das mortes “provavelmente ligadas” ao covid-19, que nunca haviam sido levadas em consideração até o momento.

Além desses dois balanços, o número de mortos em 3.716 na noite de quinta-feira é o mais alto registrado em um país em um dia desde o início da pandemia, que deixou quase 190 mil mortos em todo o mundo.

Apesar desses dados alarmantes, vários estados do país, incluindo Texas, Vermont e Geórgia, decidiram abrir caminho para o desconfinamento, autorizando a reabertura de algumas empresas.

Nesta quinta-feira,  o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que talvez seja preciso estender as diretrizes de distanciamento social, impostas pelo governo em março para tentar conter o avanço do coronavírus. As atuais orientações de isolamento têm validade até 30 de abril. “Manteremos as diretrizes até nos sentirmos seguros”, afirmou o republicano em coletiva de imprensa.

O líder da Casa Branca criticou, ainda, o governador da Geórgia, Brian Kemp, que decidiu abrir alguns setores econômicos a partir desta sexta-feira, 24. Para Trump, ainda é cedo para reduzir a quarentena no Estado. “Eu poderia ter impedido ele”, declarou o republicano, acrescentando que o governo federal “observará atentamente” a Geórgia.

Na semana passada, o governo de Trump divulgou um plano de reabertura da economia americana em três fases, com orientações para os governadores, que envolve diversos pré-requisitos, como capacidade de testagem em massa.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. A China continua fazendo gols. Com seu vírus de estimação o governo chinês vai matar mais americanos que a Guerra do Vietnã.

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Segurança

Governador do DF diz que Bolsonaro já tem nome “100 vezes melhor” que Moro para o Ministério da Justiça e detona o ex-juíz

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, fez uma crítica dura à atuação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e disse que seu secretário de segurança no DF, Anderson Torres, que é amigo do presidente Jair Bolsonaro, seria um “ministro 100 vezes melhor” do que o ex-juiz da Lava Jato.

Em entrevista ao Estado, Ibaneis disse que “Moro nunca fez nada” desde que chegou ao ministério e que seria melhor que voltasse para as investigações de corrupção.

“Ele nunca fez nada. Como ministro, não fez nada. Foi um grande erro do presidente. Moro está fazendo um péssimo trabalho”, disse o governador, que se aproximou mais do que nunca do Palácio do Planalto, tendo sido o único governador em todo País a ter participado, a convite de Bolsonaro, da coletiva sobre o avanço da pandemia do coronavírus, na última quarta-feira, 22.

Segundo Ibaneis, o secretário de segurança no DF, Anderson Torres, lhe disse que não recebeu nenhum convite até agora para assumir qualquer posto no governo, mas a chefia da Polícia Federal, segundo o ministro, “seria pouca coisa” para o seu secretário.

“Anderson é fiel a mim e muito próximo do presidente. Ele me disse que, até o momento, não recebeu nenhum convite, então não recebeu. Se for para ele ir para a Polícia Federal, vou ter alguma divergência. Mas se para o Ministério da Justiça, aí ele tem que ir”, disse Ibaneis.

Sobre a postura do governo, que correu para aplacar os ânimos e manter Sergio Moro no governo, Ibaneis disse que “já passou da hora” de demitir o ministro da Justiça e que Bolsonaro “precisa parar de usar uma Bic”, e passar a usar uma “Montblanc”, em referência à grife de canetas mais caras do mundo.

“O presidente tem que exonerar essa turma, tem que usar logo uma Montblanc, e não uma Bic. Nomeado cumpre ordem. Cadê o Moro? Ele sumiu, ficou escondido, esperando a crise para aparecer depois como estrela”, disse o governador.

Procurado, o Ministério da Justiça disse que Moro não comentaria as declarações.

FAUSTO MACEDO / ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Votei em Bolsonaro e votarei novamente,apesar de ñ concordar na demissão de Moro.
    Moro homem de princípios.
    É lamentável…Mas confio no meu presidente.

  2. Porque Ibaneis e contra Moro. Antes de tudo do PMDB=PT na corrupção. Segundo , coincidentemente, logo ontem que a PF que é órgão independente para investigar corrupções , esse sujeito do DF advogado pede o afastamento do delegado Sério da PF que ontem mesmo a PF já estava nas ruas para seguir o caminho do dinheiro público desviado do COVID, através de Contratos sem licitação. Verdadeiros mensalões estão surgindo aproveitando a situação de calamidade que o que tem para justificar. E esse governador fez contrato milionários com empresas de irmãos de deputados do Partido dele . Deu para entender ou precisa copiar ?

  3. Aparelhamento total do Estado em favor das milícias e dos corruptos de sempre. Saem os petralhas e chegam os milicianos e sua trupe, muito conhecida por todos .
    Só lembrando que nós, contribuintes, estamos patrocinando essa farra.

  4. Interessante né, Moro e Aleixo agora não servem mais para os bozos pq estão prestes a prender o filho 03 desse presidentizinho q está aí fazendo suas maluquices. Antes eles eram OS GARAS. PRINCIPALMENTE, MORO. INTERESSANTE NÃO É.? So observo pra quem se elegeu MENTIDO que era contra a corrupção é algo FEIO.

  5. Não estou entendendo! Esta matéria e de um ano atrás a mesma opinião do governador e o secretário dele ainda espera ser chamado ao cargo…….. kkkkkkkk Bg olha o que está postando …..isto foi matéria na última vez que a imprensa demitiu moro!

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Judiciário

Para o MPRN, governadora agiu de forma inconstitucional ao proibir carreatas e outras manifestações em Decreto

O Ministério Público do RN entrou com um Habeas Corpus Coletivo no Tribunal de Justiça visando a garantia do direito de manifestação em forma de reuniões, carreatas, passeatas e congêneres que foram proibidas pela governo estadual em Decreto publicado no último dia 22.

Para o MPRN, “Essas restrições, todavia, são claramente inconstitucionais”, diz o documento.

O Habeas Corpus com Pedido de Liminar assinado pelo procurador Wendell Beetoven também objetiva afastar o risco de que policiais militares sejam responsabilizados criminalmente caso não prendam quem venha a participar de alguma manifestação.

Opinião dos leitores

  1. Petista acha que direito de manifestação é exclusivo deles, e democracia só deve existir enquanto eles estão na oposição, alem de não valer para seus comparsas na Venezuela, Cuba e etc.

  2. Parabéns Dr. Wendell, parabéns MP/RN. O que tem haver carreatas com coronavírus?? Só na cabeça de Fátima, mesmo.

  3. Vamos todos ficar em casa: padeiros, médicos, enfermeiros, auxiliares, garis, funcionários da caern, policiais, caminhoneiros, funcionários de supermercados, é todo mundo

  4. *Estamos vivenciando uma crise de higiene sanitária na saúde com o coronavírus, principalmente pela má gestão e corrupção dos nossos gestores que gastão muito e investem errado na saúde. Uma crise maior ainda com a quebra do sistema econômico, que pode levar a um caos social em breve com escassez de tudo…do dinheiro ao produto. Ainda temos paralelo a tudo isso uma crise constitucional, onde gestores públicos estão tirando nossos direitos e nossa liberdade, como o direito sagrado de ir e vir… abrindo precedentes e rasgando a constituição federal… Para fechar caixão,no meio disso tudo, uma crise e briga política onde os gestores só pensam no seu umbigo… reeleição e não se entendem. Não sei onde vamos parar, mas, sei que todas são gravíssimas e vai demorar muito retornarmos e conquistarmos tudo isso novamente… complicado!*

  5. Show!!! Agora juntou empresários + mp +classe médica p empurrar o povo p morrer pela economia. Tudo, lógico, enquanto eles próprios quarentenam lindamente .

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Saúde

Brasil ganha reforço de 1.134 leitos de UTI no combate ao coronavírus; 10 são para o Hospital da PM no RN

Imagem: reprodução/YouTube

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (23), a habilitação de 1.134 leitos de UTI voltados exclusivamente para atendimento aos pacientes graves ou críticos do coronavírus. Esse quantitativo soma-se aos 322 leitos habilitados em outras duas ocasiões no mês de abril. Com isso, o país passa a ter um reforço de 1.456 leitos de UTI no combate à pandemia.

Desta vez, os estados contemplados são Acre, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e São Paulo. Ao todo, são 61 hospitais distribuídos em 24 municípios que receberão reforço do Governo Federal. Outras habilitações já estão em análise pela pasta.

Os 10 leitos habilitados no Rio Grande do Norte serão no Hospital Central Coronel Pedro Germano, o Hospital da PM, ao custo de R$ 1,46 milhão, durante 90 dias.

“Nós fizemos as habilitações hoje para os mais diferentes estados e isso vai representar um investimento do Governo Federal de R$ 163,6 milhões ao longo dos próximos 90 dias”, destacou o ministro Nelson Teich, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, em Brasília. O valor será repassado aos estados e municípios.

O Governo Federal já havia habilitado 322 leitos, contemplando os estados de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia e Piauí. Esse é mais um reforço da União aos estados no enfrentamento à pandemia do coronavírus.

A garantia do repasse dos recursos é dada por meio de habilitação concedida pela pasta, em caráter excepcional, por um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogada enquanto houver emergência em saúde pública no país decorrente da COVID-19. Por cada leito serão pagos R$ 1,6 mil por diária do leito de UTI, o dobro do que normalmente é repassado.

O pedido de habilitação para o custeio é feito pelos municípios com a anuência do estado, que garantem a estrutura para funcionamento dos leitos e o Ministério da Saúde repassa o valor que é destinado a manutenção dos serviços.

Para habilitação de novos leitos nos estados, os gestores dos estabelecimentos de saúde devem solicitar a pasta federal da saúde, conforme orienta documento publicado no Diário Oficial da União. Os hospitais, sejam eles públicos ou privados, devem informar ao Ministério da Saúde todas as internações em caso de suspeitas e/ou confirmados com Covid-19. Essas informações subsidiarão na avaliação e tomadas de decisão da pasta para atender as solicitações de acordo com o cenário epidemiológico e capacidade instalada de cada município e assim aumentar ainda mais a oferta no SUS.

Custeio diário dobrado

No início do mês o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 568, de 26 de março de 2020 que dobrou o valor do custeio diário dos leitos UTI Adulto e Pediátrico de R$ 800 para R$ 1,6 mil, em caráter excepcional, exclusivamente para o atendimento dos pacientes com coronavírus. Com isso, esses leitos habilitados temporariamente já começam a receber o valor diferenciado do incentivo.

Agência Saúde

 

 

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Geral

Idosa da cidade de Alexandria é a 35ª vítima do coronavírus no RN

Foto: dowell / Getty Images

Uma idosa de 69 anos da cidade de Alexandria é a 35ª vítima do coronavírus no Rio Grande do Norte. O óbito ocorreu na manhã desta quinta-feira e foi confirmado pela secretaria de saúde do município. Cinco familiares da mulher também estão contaminados, o marido, o filho, a nora e mais dois sobrinhos. Todos estão em isolamento.

Com informações do G1-RN.

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Economia

Mossoró: Novo decreto libera abertura de segmentos do comércio e determina uso obrigatório de máscara

Foto: Marcos Garcia/De Fato

A Prefeitura de Mossoró publicou nesta quinta-feira (23), o Decreto 5.662 que altera o Decreto 5.631, de 23 de março de 2020, e dispõe sobre as medidas temporárias adicionais de prevenção, controle e enfrentamento ao contágio pelo novo coronavírus. Dentre as medidas, a flexibilização do funcionamento para alguns segmentos do comércio e serviços.

As novas determinações consideram o aumento da oferta de leitos de UTI e a atual taxa de ocupação dos existentes na cidade de Mossoró, entre outras iniciativas adotadas pelo Poder Público Municipal.

De acordo com o documento, está autorizado o funcionamento de serviços de assistência técnica de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e manutenção predial, incluindo elevadores, máquinas e motores; óticas e serviços óticos; venda de materiais e insumos para a construção civil, incluindo materiais elétricos e ferragens; venda, revenda e locação de automóveis, motocicletas e bicicletas; serviços de higiene pessoal, incluindo barbearias, cabeleireiros e manicures, exclusivamente para atendimento com hora marcada.

Os estabelecimentos com autorização para funcionamento devem, entre outras medidas: observar a capacidade máxima de 1 pessoa a cada 9 m² (nove metros quadrados); manter o distanciamento de 1,5 metros (um metro e meio) entre as pessoas, incluindo clientes e funcionários, inclusive com a organização de filas do lado de fora do estabelecimento, se necessário, para controlar a entrada das pessoas de acordo com o número máximo permitido; definir acessos específicos para entrada e para saída, além de disponibilizar no mínimo 1 funcionário para organização e controle das filas, nas áreas internas e externas dos estabelecimentos, obedecendo o distanciamento de 2 (dois) metros entre as pessoas, a fim de evitar aglomerações.

Outra determinação é que os clientes devem estar usando máscara no interior do estabelecimento.

Os demais comércios e serviços, incluídos entre os não essenciais, devem manter as atividades suspensas até o dia 05 de maio.

O decreto 5.662 apresenta ainda o modelo de cartaz que deve ser afixado nos locais abertos com orientações de higiene e saúde.

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Economia

Auxílio emergencial de R$ 600 já chegou a mais de 33 milhões de brasileiros


Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira (23) que já realizou o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 para 33,2 milhões de brasileiros. A operação custou R$ 23,5 bilhões.

Até as 9h desta 5ª (23.abr), o total de cidadãos que haviam se cadastrado para receber o benefício chegava a 45,9 milhões.

O Ministério da Cidadania informou que 7 milhões dessas inscrições, realizadas de 11 a 17 de abril, estão sendo avaliadas pela Dataprev e devem ser concluídas até 6ª feira (24.abr).

O site disponibilizado pela banco para receber os cadastros superou as 275,4 milhões de visitas e a central telefônica (111) registrou 63 milhões de ligações. O aplicativo para cadastro foi baixado mais de 57,2 milhões de vezes.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Acho que governo agora bateu um record mundial de ajuda social no mundo, ou terá tido algum outro programa social que abrangeu mais pessoas beneficiada no mundo? Obrigado mito

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Denúncia

Em apenas dois dias, CGU registra 115 denúncias de fraudes em contratações relacionadas à pandemia


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, afirmou nesta quinta-feira (23) que nos últimos dois dias foram registradas 115 denúncias de fraude em contratações, de um total de 170 relacionadas à pandemia do novo coronavírus em todo o país. A CGU já havia recebido 2.200 denúncias desde o início da pandemia.

O ministro atribui o aumento das denúncias referentes à fraude em contratações à chegada dos recursos transferidos pela União a estados e municípios para lidar com a pandemia. ”Justamente o período em que o dinheiro começou a chegar na ponta. As aquisições iniciaram, e aí iniciam as denúncias“, declarou. O ministro afirmou que a CGU está atenta ao uso dos recursos públicos. “Que os corruptos que estejam a postos abram o olho porque nós vamos ter uma atuação implacável”, disse Rosário, afirmando que CGU agirá em parceria com a Polícia Federal.

A primeira operação da CGU em parceria com a PF, chamada Alquimia, foi deflagrada nesta quinta-feira (23) na Paraíba. O ministro afirmou que novas operações de combate à corrupção já foram planejadas.

Rosário negou que a antecipação do pagamento da segunda parcela do auxílio-emergencial de R$ 600 tenha sido adiada para evitar casos de corrupção. Segundo ele, a CGU orientou que o governo agisse com cautela frente à uma procura acima da expectativa inicial.

R7

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Judiciário

Celso de Mello quer ouvir Maia e Bolsonaro sobre pedido de impeachment


Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, intimou, nesta quinta-feira (23), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia sobre eventual omissão da Câmara em dar tramitação ao pedido de abertura de processo por crime de responsabilidade contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O ministro também enviou uma citação ao presidente já que ele poderá ser afetado no processo.

A decisão se deu em mandado de segurança protocolado nesta semana pelos advogados Thiago Santos Aguiar de Pádua e José Rossini Campos do Couto Correa — o primeiro é ex-assessor da ministra do STF Rosa Weber e o segundo, ex-conselheiro da OAB. Eles pretendem que o Supremo obrigue Maia a analisar em 15 dias um pedido de impeachment apresentado à Câmara. Antes de tomar qual decisão, Celso de Mello quer ouvir Maia e Bolsonaro.

Os advogados acusam o presidente de quebra de decoro, um crime de responsabilidade. Pedem, ainda, que Bolsonaro seja impedido de promover aglomerações e que apresente seus exames negativos para o coronavírus. Na ação, eles alegam omissão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em dar tramitação ao pedido de abertura de processo por crime de responsabilidade.

“Esse período de inércia do presidente da Câmara não se mostra mais razoável, considerando que o presidente da República, ciente das inúmeras denúncias formuladas contra ele em razão do cometimento de atos que, em tese, configuram crime de responsabilidade, passou a travar uma disputa pessoal com governadores e com os próprios Poderes Constituídos, em especial o Poder Legislativo e este Supremo Tribunal, caracterizando o justo receito da reiteração delitiva”, diz trecho da ação.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cai fora BOSTA…teu lugar xeleleu é no HOSPÍCIO….afffff …nao tem quem aguente mais essa COISA…..nahhhhh…..QUADRILHA de MILICIANOS no xilindró é pouco

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