Durante todo o mês de julho, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (Sedraf-RN), Emater-RN e do Governo Cidadão irão promover oito reuniões com os Colegiados Territoriais. As reuniões terão início nesta terça-feira (9), em Caicó e Santa Cruz, a partir das 8h30 e seguirão até o dia 29, finalizando em São José do Mipibu.
As reuniões têm como objetivo divulgar o Programa de Produção e Conservação de Forragem em parceria com a Emparn, Editais do PPA Leite (seleção de laticínios, credenciamento de agricultores e credenciamento de entidades para receber leite) e o Programa Mais Crédito.
A Sedraf irá apresentar a estrutura da nova secretaria, Regularização de Quadro Social das Associações do PNCF e elaboração de projetos de crédito – Pronaf A.
De acordo com o diretor geral da Emater-RN, Cesar Oliveira, “Essa iniciativa faz parte da estratégia do governo para mobilizar e dialogar com associações, prefeituras e parceiros que trabalham o desenvolvimento rural do Rio Grande do Norte”.
O encontro reunirá agricultores, dirigentes de sindicatos dos trabalhadores rurais e também da agricultura familiar, prefeituras, Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), entre outras instituições.
Em reportagem hoje sobre o ROMBO na previdência e a difícil situação dos estados, entre elas uma das mais graves a do nosso RN, o secretário da fazendo, Aldemir Freire deu a seguinte declaração:
“Para o secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, a exclusão dos estados transformou o projeto em uma “meia reforma”. Ele calcula que, se os trechos retirados fossem mantidos, seu estado conseguiria economizar R$ 7,4 bilhões em dez anos, sendo R$ 1 bilhão só com a mudança na Previdência dos militares.
— Não dá para se chamar reforma da Previdência um processo que deixa de fora estados, municípios e militares. No Rio Grande do Norte, o déficit da Previdência dos militares representa 10% do rombo previdenciário total (hoje em R$ 1,7 bilhão) — diz Freire.”
O Secretário só esqueceu de colocar na sua declaração que os deputados acusam a Governadora Fátima Bezerra, do qual ele é o responsável pela área de planejamento do Governo dela como uma das maiores vozes de oposição da reforma que está ai.
Deveria aprovar a reforma previdenciária já incluindo os estados que querem fazer parte da reforma, excluindo os estados do nosso pobre nordeste, já que são eles contra.
Quando a demagogia populista se funde à hipocrisia, nascem dois discursos. Um para consumo interno. Esse é realista e pragamático, mas não sai do gabinete. Outro discurso é para as massas e para a militância incondicionada, para que é dito que existem recursos mas que a frustração de expectativas decorre de fatores externos (empresários, banqueiro s, americanos…).
Fico abismado com o números de pessoas ruins e outras que gostam de tomar no zé golé sem ter prazer. A reforma da previdência tal qual os bolsodoidos, traficantes e milicianos querem aprovar é apenas para beneficiar os bancos qur sempre estiveram de olho nesse dinheiro do trabalhador. Pois tiram dinheiro da contribuição do empresariado (Como tem déficit e vc abre mão de receitas?) , não falam na enorme dívida dos sonegadores da previdência e nem falam dos devedores. Então é uma farsa .
Deixa de ser manipulado. Quase todos os setores produtivos sabem da necessidade dessa reforma. Achar que esse posicionamento decorre da vontade de todos eles, nos mais variados ramos, é de querer explorar aposentado é só mera intoxicação mental por mortadela. Achar também que todo o empresariado queira as pessoas com menos capacidade de consumo é outra imbecilidade.
Deixa do jeito que estar, as empresas param de pagar os impostos, e vamos ver como funcionalismo público sobrevive.
Os atrasado não pagam dois anos de défcit. No meio deles estão a Varig, a Mesbla, TV Manchete, a Encol… Diga aí como cobrar.
Mais um desinformado. Se juntar todos os devedores do INSS (a grande maioria são de empresas já falidas) não faz nem cócegas. Previdência é um dívida que cresce em progressão geométrica. Não da pra ficar com esse discurso do atraso. Precisa acordar.
A leitura das "análises" desses esquerdopatas nos permite entender como o Brasil chegou a essa difícil situação após 14 anos de governos do PT.
A nova medida da governadora para economizar e zerar o defícit do IPE foi cortar as quentinhas dos agentes penitenciários e policiais em serviço nos presídios, agora vai !!!!
A culpa e dos governadores nordestinos. Foram pra lá botar banca.
É muito bem empregado isso é pra aprenderem não irem contra, fazer o que tem que ser feito.
Agora aguentar!!!
Mané, chapéu de otário é marreta.
Demita esse secretário, Governadora. A Previdência é supersvitária. O pessoal daquele sindicato de fiscais disse isso e que a reforma é para favorecer banqueuro.
Mas a MUIE DO GOPI que só fala em ladrao Lula livre, disse que NÃO NÃO VAI ADERIR À REFORMA DA PREVIDÊNCIA , essa professora que nunca deu aula , que é amiga de trabalhador que nunca trabalhou , que adorava greve , AGORA QUER FAZER TUDO AO CONTRÁRIO QUE MANDA A CARTILHA PTRALHA ?
Esse é o preço que nos contribuintes iremos pagar devido a essa cambada de políticos FDP que só pensam nos rabos deles. Cambada de fanfarrões, pois preferem quebrar os estados, e prefeituras do que apoiarem uma causa nobre para a economia brasileira.
Triste Rio Grande sem sorte e sem norte. Mas foi o próptio povo potiguar que optou pelo suicídio do estado votando no projeto petista de poder, que destruiu e roubou o destino do Brasil durante sucessivos e catastróficos governos. O RN está sem senador (há 3 nulidades apenas ocupando as vagas) e sem governo. Resta apelar à providência divina.
O texto-base da reforma da Previdência, aprovado na última quinta-feira, deixou nas mãos dos estados — muitos em crise fiscal — a busca por uma solução para o déficit das aposentadorias de policiais militares e bombeiros. E, segundo levantamento do economista Pedro Nery, os gastos com os inativos dessas duas categorias superam as despesas com os ativos em 14 das 27 unidades da federação. No Rio Grande do Sul, esse percentual chega a 71%.
Foi excluída da proposta a previsão de que, enquanto lei específica não fosse editada, PMs e bombeiros ficassem enquadrados nas novas regras para as Forças Armadas, como a exigência de 35 anos de contribuição para se aposentar. Hoje, na maior parte dos estados, é possível requerer o benefício com 30 anos de serviço. Não há idade mínima.
Na prática, nada muda para os militares estaduais. A manobra serviu para excluir completamente estados e municípios da reforma. O ponto era um pleito de parlamentares, que temiam o ônus político de uma medida impopular, já que haverá eleições em 2020.
‘Uma catástrofe’
Para Nery, o cenário preocupa. Em março, o GLOBO mostrou que os gastos dos estados com PMs e bombeiros representam de 20% a 30% das despesas dos entes federados com a folha de pagamento total.
— O país é violento e tem uma população jovem, mas metade dos estados já gasta mais da folha de segurança com os inativos do que com os policiais em atividade. Esse cenário dificulta a própria melhoria da remuneração, porque os gastos com inativos e pensionistas são atrelados, por conta da paridade (reajustes iguais aos de quem está na ativa), e os valores são maiores, por conta da integralidade (benefício igual ao salário da ativa). Para cada R$ 100 de reajuste para um policial, o governador gasta uma quantia maior com aumento para inativo — explica o economista.
Para governadores, a ausência, na proposta, de regras para PMs e bombeiros é preocupante. No início da tramitação da reforma, a equipe econômica apostava que os chefes dos Executivos locais convenceriam parlamentares de seus estados a manterem esse ponto na reforma, mas a estratégia não funcionou.
— Essa exclusão foi uma catástrofe para os estados. Não só policiais e bombeiros deveriam permanecer, como estados e municípios — afirma Margarida Gutierrez, economista e professora do Coppead/UFRJ.
Para o secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, a exclusão dos estados transformou o projeto em uma “meia reforma”. Ele calcula que, se os trechos retirados fossem mantidos, seu estado conseguiria economizar R$ 7,4 bilhões em dez anos, sendo R$ 1 bilhão só com a mudança na Previdência dos militares.
Se contratar os quase dez mil policiais que precisaria, a Folha se inverteria. Apesar que o maior investimento deveria ser em educação e saúde, como a criminalidade tomou conta nos últimos dois governos petistas no país, só resta agora investir em polícia.
Tem o veterano bem novinho q é deputado bombeiro. Pois o cara já está aposentado??!!! Stivenson também. O cara parece um touro e já se aposentou. Quando sair do Senado vai receber 11 contos por uns 60 anos. Realmente vai chegar um momento q o sistema vai quebrar e ninguém vai receber.
Tira dinheiro dos políticos e poderes que sobra dinheiro para pagar todo mundo, ninguém quer mexer por medo.
Em alguns anos o orçamento do Estado vai ser só para pagar PMs ativos e aposentados. Alguém tem q fazer alguma coisa, pois isso claramente não se sustenta. PM ainda menino, com quarenta e poucos anos já aposentado. Vai terminar ninguém recebendo.
Sabe o que isso o cabide de emprego que virou a PM nos anos 1970 e 1980.
Depois pega os dados dos policias com problemas psicológicos aposentados com um salário maior do que na ativa.
Explico um soldado se aposenta com problemas de ordem psicológica com um soldo de terceiro sargento.
E esse mesmo "policial aposentado" com problemas psicológicos geralmente estão entre os 33 e 45 anos.
Os casos estão aí para ver. Tipo o último PM aposentado com problemas psicológicos curtindo em um bordel da Zona sul.
Aí quem pega o pato e atual sociedade. Com rombo.
Inteligente e competente como parlamentar , Fátima L Bezerra mostra ,até agora , ao sentar na giroflex , chamar secretários para atender os grupos que fazem pressão e não apresentou solução para o rombo do RN. Se não mudar, em 2020 não terá candidato nos municipíos e deixará de andar em feiras e eventos.
Até agora a cartilha do Piauí de nada serviu. Continuo torcendo pela minha choa de 2018 ( 13 + 17 ) . Até quando ???????????????
Anitta entrou em campo, cantou antes do início do jogo entre Brasil e Peru, e não era Carnaval. Neymar, portanto, não estava por perto, no gramado. Logo depois, o telão mostrou João Gilberto, e o Maracanã disse “chega de saudade.” A seleção em campo na sua velha casa, depois de seis anos de ausência, foi um brinde ao futebol.
Muito mais do que a apresentação do time de Tite, que começou com divórcio entre defesa e ataque, o que permitiu aos peruanos duas finalizações em dez minutos.
Havia melhorado com a troca de passes insistente e aproximação do meio de campo, quando Gabriel Jesus recebeu pela direita, sem apoio, sem opção de passe e contra três marcadores. Tudo para dar errado, mas o drible saiu perfeito e o cruzamento mais ainda. Everton marcou 1 a 0.
E, então, o primeiro tempo arrastou-se, como se fosse o famoso jogo de 1957, da folha seca de Didi. A única chance foi de Firmino num cruzamento de Alex Sandro, antes de o Brasil voltar a chamar a seleção peruana para perto de sua grande área.
Nunca faltou habilidade aos peruanos. Nem nos tempos dos pontas Seminario e Joya, na década de 1950, nem com Cubillas, nos anos 1970, nem com Carillo e Edinson Flores, na geração atual. Permitir que entrassem driblando era arriscar. Thiago Silva colocou o braço na bola e Guerrero empatou de pênalti.
Houve a frieza que Tite sempre cobrou. Que a equipe não deixasse de usar seu estilo. Trocar passes.
Assim como a seleção esperou até a semifinal pelo gol de Gabriel Jesus, aguardou até a finalíssima pelo primeiro passe decisivo de Arthur. Foi quem serviu o camisa 9, para deixar a vantagem aos 46 da etapa inicial.
Mas o Brasil não jogou bem. Não teve a mesma segurança para sair da defesa pelo chão, entregou passes fáceis com Alex Sandro e Alisson, deu um festival de passes errados no segundo tempo. Apesar de ter 57% de posse de bola, houve momentos em que a única alternativa era o contra-ataque. Piorou depois da expulsão de Gabriel Jesus, no minuto 70.
Alguma estabilidade houve depois da saída de Coutinho, com Militão deslocando Daniel Alves para o meio de campo com duas linhas de quatro.
A atuação contra o Peru foi arrastada. O título é importante. Mas só vale o discurso de que finais são para ganhar, não para jogar, levando em conta que a Copa América seja uma etapa do trabalho até o Catar. Das seis atuações, a mais valiosa foi contra a Argentina, pela dificuldade imposta pelo rival. Na decisão, o valor foi a partida ser decidida por três meninos. Gabriel Jesus, 22 anos, deu o passe do primeiro gol para Everton Cebolinha, 23. Arthur, 22, deu seu primeiro passe para gol. Richarlison, 22, cobrou o pênalti e fez o gol do título com a frieza de um veterano.
Os garotos ganharam uma final guerreada. Cria casca, ajuda a dar maturidade a quem poderá ser mais do que apenas coadjuvante. Vencer com eles e sem Neymar permite imaginar que, em alguns anos, pode haver um outro protagonista. O Brasil nunca foi refém de um único craque. Para cumprir as próximas etapas e ser campeão do mundo –o que interessa, afinal– é preciso ver nascer outra estrela. Apesar da expulsão, quem se comportou como gente grande nas finais foi Gabriel Jesus.
O maior trunfo que a seleção brasileira teve com a conquista da Copa América foi provar que pode ser campeã sem a dependência de Neymar. A imprensa esportiva criou a narrativa que O brasil sem Neymar era uma seleção deficitária. Tudo em função de Neymar, tudo para Neymar brilhar.
Então essa conquista mostra que Neymar pode contribuir, mas não é a principal razão do sucesso da seleção e o time tem como render sem ele.
Um trabalhador do setor privado que quiser se aposentar com R$ 39.200 mensais precisa ter acumulado pelo menos R$ 6 milhões, se for homem, ou quase R$ 8 milhões, se for mulher.
Esse é o patrimônio extra que um trabalhador do setor privado terá de juntar a fim de conseguir uma aposentadoria equivalente à de um ministro do Supremo, por exemplo.
Com essa poupança financeira e recebendo uma aposentadoria pelo teto do INSS (R$ 5.839,45), seria possível viver com R$ 39.200 por mês durante 20,5 anos (expectativa de sobrevida para homens aos 60 anos) ou, no caso das mulheres, por 28,3 anos (expectativa de vida aos 55 anos).
Esses valores dependem, claro, do rendimento da aplicação em que os recursos estão investidos —da taxa de juros. Neste caso, para simplificar, supôs-se a taxa dos títulos do governo com vencimento em 2045, abatido o IR e descontada a inflação (cerca de 3,05% ao ano). Todos os valores são em termos reais.
Quanto o servidor homem terá contribuído, no final da carreira? Fazendo um cálculo exagerado, a favor do funcionário, suponha-se que ele tenha recebido o salário máximo durante 35 anos de sua carreira, uma hipótese improvável. Supõe-se também que a taxa de juros que corrige seu patrimônio seja igual nos anos de contribuição e nos anos de aposentado. Este servidor improvável teria acumulado R$ 3,655 milhões.
As servidoras acumulariam ao final de 30 anos R$ 2,8 milhões, cerca de um terço do custo de seus benefícios.
No funcionalismo, porém, os salários iniciais são menores e o servidor vai sendo promovido até que se aposente. Quanto maior a diferença entre os ganhos ao longo da carreira e o valor final que vai embasar a aposentadoria, maior também a distância entre o quanto o funcionário contribuiu e o custo da sua previdência, pondera o especialista em cálculos previdenciários Newton Conde.
“Há casos em que, perto do fim da carreira, o servidor recebe promoções mais altas ou incorpora gratificações. Seu salário dá um pulo e sua aposentadoria também.”
Como servidora, reconheço que há bônus no serviço público, no entanto, esse é o tipo de matéria indecorosa que se presta apenas a fomentar o ódio contra servidores públicos de forma gratuita. "Um trabalhador do setor privado que quiser se aposentar com R$ 39.200 mensais precisa ter acumulado pelo menos R$ 6 milhões, se for homem, ou quase R$ 8 milhões, se for mulher. Esse é o patrimônio extra que um trabalhador do setor privado terá de juntar a fim de conseguir uma aposentadoria equivalente à de um ministro do Supremo, por exemplo." Sabem quantos Ministros do Supremo existem? 11! Vocês acham que só tem 11 empresários no Brasil que ganham essa quantia mensal de lucros e rendimentos? Pelo amor de deus, a grande massa de servidores não está nem perto de ganhar o que os Ministros do STF ganham, parem com isso.
Até parece que os servidores em gera ou do carreirão ganham esse mesmo valor das servidores das carreiras típicas de Estado. Folha tentando enganar a opinião pública éh?
Esse cálculo está errado: 39.200 * 33% (11% do servidor e 22% da união) = 12.936 * 13 (meses de salário) = 168.168 (por ano) * 35 (anos) = R$ 5.882.880 (sem qualquer atualização monetária).
Infelizmente, mais um analfabeto funcional. Lê o texto e não entende nada.
Julio, o analfabeto funcional se refere a este cálculo "Quanto o servidor homem terá contribuído, no final da carreira? Fazendo um cálculo exagerado, a favor do funcionário, suponha-se que ele tenha recebido o salário máximo durante 35 anos de sua carreira, uma hipótese improvável. Supõe-se também que a taxa de juros que corrige seu patrimônio seja igual nos anos de contribuição e nos anos de aposentado. Este servidor improvável teria acumulado R$ 3,655 milhões." e não ao tópico da matéria……
Mesmo se estes cálculos estivem certos, que não estão, a suposta contribuição de 22% da união quem paga é o trabalhador assalariado que se aposenta pelo INSS pois a união não gera riqueza… ela pega parte da riqueza produzida pela iniciativa privada… Esses supostos 22% deveria ir para saúde e educação para melhorar a vida do pobre que não tem condições de pagar um bom plano de saúde nem uma escola privada….. é um absurdo os benefícios do funcionalismo público. Possui privilégios que os trabalhadores privados não possuem …..
Falo isso com propriedade pois sou auditor fiscal do estado e ganho muito bem e terei uma aposentadoria mt boa…. sou um privilegiado….. reconheço isso….
Para 33%, o presidente faz um trabalho ótimo ou bom. Para 31%, regular, e para outros 33%, ruim ou péssimo. Com variações mínimas, é o mesmo cenário que se desenhou três meses atrás, no mais recente levantamento do instituto.
A pesquisa atual foi feita em 4 e 5 de julho e ouviu 2.860 pessoas com mais de 16 anos, em 130 cidades. Ela tem uma margem de erro de dois pontos percentuais.
Aos seis meses na cadeira, Collor tinha uma aprovação igual à de Bolsonaro (34%), mas 20% de rejeição. Todos os outros presidentes em primeiro mandato desde então se deram melhor.
A cristalização dos números se dá num momento em que Bolsonaro promoveu mudanças na cozinha do Palácio do Planalto e reduziu o poder dos militares que integram sua gestão. De abril para cá, houve duas manifestações de rua convocadas por bolsonaristas em apoio ao governo.
No Congresso, o presidente segue sem base de apoio fixa. Conseguiu, após concessões, ver o relatório de sua reforma da Previdência aprovado em comissão na Câmara na semana passada, mas a tramitação ainda enfrentará obstáculos.
Sua maior vitória se deu no campo externo, com a finalização do acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia. Foi um trabalho de 20 anos acelerado na gestão anterior, de Michel Temer (MDB), mas os louros ficam com quem o assina. É um tema, contudo, bastante etéreo para apreciação popular.
A estabilização de Bolsonaro sugere um piso de seu eleitorado. Menor do que aquele que o elegeu no segundo turno em 2018, mas semelhante à fatia usualmente associada aos apoiadores de seu maior rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na mão inversa, vem caindo a expectativa positiva em relação a seu governo.
De abril para cá, foi de 59% para 51% a fatia de entrevistados que preveem uma gestão ótima ou boa. A ideia de que será regular subiu de 16% para 21%, enquanto o pessimismo ficou estável na margem de erro (23% para 24%).
Isso espelha a percepção das realizações do presidente. Para 61%, ele fez menos do que o esperado, enquanto 22% consideram o desempenho previsível. Já 12% avaliam que ele superou a expectativa. Há três meses, os dados eram semelhantes.
No período, piorou a imagem do desempenho de Bolsonaro como mandatário.
O percentual daqueles que creem que ele age como um presidente deveria se comportar caiu de 27% para 22%. Já os que acham que ele não tem tal comportamento oscilou de 23% para 25%. Acham que na maioria das vezes ele segue a liturgia do cargo 28% (27% em abril), e 21% (20% antes) o reprovam sempre.
O perfil de quem aprova o presidente segue as linhas divisórias do eleitorado, já evidenciadas na disputa do ano passado. Ele é mais apoiado por brancos (42% o aprovam, ante 31% dos pardos e 25% dos negros, para ficar nos maiores grupos) e homens (38%, ante 29% de mulheres).
O pre sidente angaria maior aprovação entre os mais ricos e os mais escolarizados.
Como seria previsível dado ao apoio histórico à liderança de Lula na região, o Nordeste continua sendo um castelo oposicionista. Lá, Bolsonaro é ruim ou péssimo para 41%. Já o Sul segue sendo o bastião bolsonarista, com aprovação de 42% dos entrevistados.
Num corte partidário, um dado se sobressai como problema para um dos principais rivais potenciais de Bolsonaro em 2022, o governador paulista, João Doria (PSDB).
Partindo de gente do seu naipe, que nada acrescenta além de demonstrações de falta de caráter, isso soa como um enorme elogio. Posso dizer que ganhei o dia, "cumpanhero".
Pesquisa altamente duvidosa realizada por instituto da "Foice" de São Paulo, mídia de esquerda que está claramente empenhada na oposição ao governo Bolsonaro. Aliás, por esse tal Datafolha nós estaríamos sendo presididos pelo poste do presidiário, o tal "Andrade". Mas, até mesmo nessa pesquisa tendenciosa a aprovação de Bolsonaro está boa. Somando com os "regulares", está com 64%. Os que realmente desaprovam (ruim e péssimo) são apenas 33%. Os mesmos de sempre, aqueles que NUNCA irão tocer pelo bem do Brasil. São os esquerdopatas e os "idiotas úteis" que ainda se deixam enganar por essa laia.
A culpa do presidiário e da sua ORCRIM é pela maior roubalheira já vista neste país e pelo seu legado tenebroso em todos os setores do país. Roubaram e destruíram o Brasil. Mas a coisa está melhorando. Estão sendo desmanchados os focos de corrupção armados pelo PT, as reformas necessárias estão sendo encaminhadas e o país está se reinserindo no cenário internacional. Está se afastando do "lado negro" do mundo e se reaproximando dos bons parceiros.
Uma brasileira foi encontrada morta em um quarto de hotel em Santiago, no Chile, na noite de sexta-feira, 5. Giovanna Elias Bardi, de 35 anos, morava em Sorocaba (SP) e trabalhava como tradutora. A causa da morte ainda é desconhecida e será investigada.
Segundo o namorado, o engenheiro de Produção Leandro Bonello, de 33 anos, Giovanna tinha programado passar quatro dias no Chile, a passeio, e tinha retorno programado para este sábado, 6.
De acordo com Bonello, na quinta-feira, 4, por volta das 23h30, foi a última vez que ele teve contato com a namorada.
Na sexta-feira, Bonello e a mãe de Giovanna tentaram contato com ela durante o dia, mas não obtiveram resposta.
“Começamos a ficar preocupados porque ela não respondia as mensagens e não atendia o telefone. Por volta das 19h, ligamos no hotel e pedimos para que alguém entrasse no quarto, mas a direção do hotel falava que não podia ter esta conduta”, disse.
Ele contou que, após insistir, por meio de várias ligações, para alguém entrar no quarto e verificar o que estava acontecendo, a direção do hotel resolveu tomar providências. “Depois de insistirmos várias vezes, eles entraram no quarto e, depois de algumas horas, a gerente do hotel retornou a ligação dizendo que encontraram ela deitada e que tinham chamado a emergência. Lá pelas 23h, o hotel informou do óbito dela”, afirmou Bonello.
A mãe de Giovanna e o namorado chegaram em Santiago na tarde deste domingo. Nesta segunda-feira, 8, eles irão se encontrar com o cônsul do Brasil em Santiago para tratar dos trâmites do traslado do corpo.
A mãe de Bonello, a professora Maria Regina Gama, de 69 anos, aguardava a volta de Giovanna do Chile neste fim de semana para conhecê-la. “Não tive essa oportunidade”, lamentou.
Reportagem de Luis Henrique Gomes e Silvio Andrade na Tribuna do Norte deste domingo traz ótimas noticias de Currais Novos.
Uma reserva de ouro antiga e importante no Brasil, mas pouco explorada, pode recolocar o Rio Grande do Norte no mapa mineral do Brasil. A área de 29,07 km², equivalente a quatro campos de futebol, localizado na região do Seridó, a 160 quilômetros de Natal e 30 quilômetros a leste da cidade de Currais Novos, foi adquirida pela Cascar Brasil Mineração para ser explorada, a partir do final de 2020, e ganhou nome de Projeto Borborema.
Os estudos realizados entre 2009 e 2014 pela empresa, um braço da australiana Big River Gold, estimam, por ano, uma extração de 2 milhões de toneladas de minério bruto e a produção inicial de 1,8 a 2,1 toneladas de ouro a cada ano, durante os próximos 12 anos. Mas o diretor-presidente da Cascar, o australiano Andrew Richards, já pensa na continuidade e produção em outras áreas. “Existe a intenção da empresa de buscar o aumento da produção depois da operação inicial”, afirmou Richards em visita ao Brasil na última semana.
O presidente e os outros diretores da empresa evitam transformar a estimativa de produção de ouro em dinheiro devido à oscilação dos preços dos minérios no mercado. Mas, de acordo com a média histórica recente, um quilo de ouro equivale a 44,9 mil dólares. Se o preço se manter o mesmo nos próximos 12 anos—um cenário imprevisível, mas uma simulação— , a Cascar pode movimentar cerca de 97 milhões de dólares por ano com o Projeto Borborema. No mercado de minério, o preço do ouro é um dos menos oscilantes.
Os investimentos iniciais necessários para construção das estruturas, preparação dos acessos, diques, edificações e condicionantes ambientais são avaliados em R$ 200 milhões, ou US$ 60 milhões de dólares. Diretamente, a operação vai gerar entre 300 a 400 empregos diretos na primeira fase do projeto. A intenção, segundo externaram os diretores da Cascar às autoridades estaduais, é gerar empregos para brasileiros.
Para conseguir o financiamento, a Cascar vai em busca dos bancos mundiais a partir de novembro, quando finaliza o estudo final sobre a mina. A intenção é iniciar as obras de instalação para exploração a partir do primeiro semestre de 2020 e começar as operações 10 meses depois disso. “Queremos que tudo ocorra o mais rápido possível”, continuou Richards. A empresa recebeu dia 22 de abril deste ano a licença de instalação emitida pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema).
Na avaliação do geólogo Alexandre Rocha, professor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), alguns fatores da região contribuem para a expectativa do presidente da mineradora. Currais Novos viveu o apogeu da mineração nas décadas de 70 e 80 e ainda tem uma tradição forte no setor, facilitando a qualificação da mão de obra e estrutura (como rodovias) para a mina. “Uma mina dessas é importante, mas ela não seria viável se ficasse no coração da Amazônia”, avaliou o professor. “Temos minas no Maranhão que não são exploradas porque é preciso todo um trabalho na região. Aqui temos uma tradição da mineração que facilita muito.”
A própria área adquirida pela Cascar já foi explorada nas décadas de 80 e 90 pelas empresas Mineração Xapetuba e MGP Mineração e Agropecuário LTDA. “Mas na época a produção foi paralisada porque havia uma baixa recuperação mineral obtida e o preço do mineral estava baixo”, conta Rocha.
Esse conhecimento prévio da mina despertou o interesse da Big River Gold, empresa focada na produção do ouro, que adquiriu a área em 2009 e investiu mais de 20 milhões de dólares em pesquisas. Essas pesquisas foram necessárias não somente para ter dimensão da quantidade de ouro, mas também para o desenvolvimento de projetos de reuso d’água, já que a mina está situada numa região do semiárido, e do empilhamento de rejeitos, evitando a construção de barragens de rejeitos — na última década, duas barragens de rejeitos de mineração se romperam no Brasil e deixaram mais de 250 mortos.
Com toda bagagem consolidada do Projeto Borborema, que é o principal da empresa, Andrew Richards não exita em afirmar que a mina é a maior de ouro no Rio Grande do Norte e está entre as mais importantes do Brasil, mas não a maior — esse título fica com a Mina de Paracatu, no interior de Minas Gerais, com uma produção estimada de mais de 12 toneladas de ouro esse ano. “Ela não é a maior produção, mas certamente ela é significativa”, afirmou. “Você tem mina que até produzem mais, mas não são lucrativas. Então, a intenção é ter uma produção adequada para ter uma boa rentabilidade, para produzir por mais tempo”.
Questionados se essa reserva pode colocar o Rio Grande do Norte novamente entre os Estados mais importantes para a mineração no Brasil, a representante da Cascar no RN, Jucieny Barros, é clara: “a ideia é justamente essa”.
Os ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro, ao lado do presidente Jair Bolsonaro no Maracanã; ao fundo, o governador do Rio, Wilson Witzel, e prefeito Marcelo Crivella Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO
O presidente Jair Bolsonaro tentou fazer da final da Copa América, neste domingo, 7, no Maracanã, um teste de popularidade do seu governo. Após a vitória do Brasil sobre o Peru (3 a 1), Bolsonaro participou da premiação das seleções e atletas no gramado do estádio. Recebeu um misto de vaias e apoios ao adentrar no campo. Ao deixar o gramado, contudo, as vaias foram mais contundentes.
A agenda no Maracanã foi mais um episódio em que o presidente brasileiro buscou vincular seu governo a um apoio popular. Bolsonaro havia dito que pretendia ir ao gramado acompanhado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, após ser questionado sobre mensagens atribuídas ao ex-juiz e a procuradores da Lava Jatodivulgadas pela revista Veja, em parceria com o site The Intercept Brasil. “O povo vai dizer se nós estamos certos ou não”, afirmou Bolsonaro na sexta-feira passada.
Segundo o Palácio do Planalto, o presidente viajou na tarde de ontem para o Rio com uma comitiva bem maior: nove ministros no total – além de Moro, entre eles o titular da Economia, Paulo Guedes –, além de dois dos seus filhos e de deputados aliados.
Havia a expectativa de que Bolsonaro entregasse a taça de campeão ao capitão brasileiro, o lateral Daniel Alves, mas o presidente brasileiro participou somente da entrega de medalhas.
O presidente, porém, se integrou aos jogadores e membros da comissão técnica tirou foto com o troféu nas mãos. Alguns jogadores e membros da delegação fizeram um coro de “mito”. Depois, quando a comitiva presidencial caminhou pelo gramado rumo ao túnel de saída, as vaias do público foram praticamente unânimes.
Durante a premiação, Bolsonaro cumprimentou os jogadores da seleção brasileira, e a torcida não reagiu – os aplausos surgiam a cada atleta anunciado, e aparentemente não se referiam ao presidente nem aos ministros e parlamentares.
Ao longo do jogo, também não houve reação da plateia a Bolsonaro e sua comitiva, que chegou quando a cerimônia de encerramento da competição, realizada antes da partida, já havia começado. As redes sociais do presidente publicaram vídeos e fotos no interior do estádio. Em um deles, Bolsonaro comemora um dos gols da seleção e levanta o braço de Moro.
Segundo o Palácio do Planalto, o presidente viajou na tarde de ontem para o Rio com uma comitiva bem maior: nove ministros no total – além de Moro, entre eles o titular da Economia, Paulo Guedes –, além de dois dos seus filhos e de deputados aliados.
Havia a expectativa de que Bolsonaro entregasse a taça de campeão ao capitão brasileiro, o lateral Daniel Alves, mas o presidente brasileiro participou somente da entrega de medalhas.
O presidente, porém, se integrou aos jogadores e membros da comissão técnica tirou foto com o troféu nas mãos. Alguns jogadores e membros da delegação fizeram um coro de “mito”. Depois, quando a comitiva presidencial caminhou pelo gramado rumo ao túnel de saída, as vaias do público foram praticamente unânimes.
Durante a premiação, Bolsonaro cumprimentou os jogadores da seleção brasileira, e a torcida não reagiu – os aplausos surgiam a cada atleta anunciado, e aparentemente não se referiam ao presidente nem aos ministros e parlamentares.
Ao longo do jogo, também não houve reação da plateia a Bolsonaro e sua comitiva, que chegou quando a cerimônia de encerramento da competição, realizada antes da partida, já havia começado. As redes sociais do presidente publicaram vídeos e fotos no interior do estádio. Em um deles, Bolsonaro comemora um dos gols da seleção e levanta o braço de Moro.
Não se trata de conhecimento na CSP-CONLUTAS Ana Letícia.
Se trata de Um Juiz deveria ser exemplo, zelar pelo cumprimento da lei.
Se não é exemplo, não pode encaminhar nada, contra, "os fora da lei". Regra criada pela própria democracia burguesa.
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Quem te viu quem te vê quem não o conhece não pode mais reconhece lo. Kkkkkkkkkkkkkk
Quem assistiu os vídeos na internet viu o presidente da república ser ovacionado em um maracanã lotado, ao contrário da gigantesca vaia que Lula levou na abertura dos jogos pan americanos, do ei Dilma vai tomar no … da abertura da copa do mundo e da vaia colossal de Michel Temer na abertura das Olimpíadas.
O Marreco de Maringá achou o que queria. Achou que podia tudo. O Jornalista Glenn está torando, quebrando, denunciando a principal figura que beneficiou Bozo, no processo eleitoral. O Moro fez por onde tirar o Ex-Presidente Lula da disputa.
O objetivo de Moro foi fraudar o processo eleitoral e completar o Golpe sofrida pela ex-presidenta Dilma Roussef, tirando o PT e a esquerda. O Jornalista Glenn tornou público toda trama que beneficiou a direita. A mesma direita tinha perdido diversas eleições para o PT e para esquerda.
Em que mundo paralelo vc vive, "cumpanhero"? A aprovação à Lava Jato e ao ministro Moro só cresce, de tal sorte que seu cacife político o tornará imbatível numa futura candidatura à presidência. Vcs, esquerdopatas, estão apenas fortificando ainda mais seus adversários. E o twiter do Pavão Misterioso continua a desmascarar a palhaçada criminosa que vcs armaram. Esse seu discurso ilusório só acha guarida nas mentes desvirtuadas dos já convertidos. Os mesmos de sempre, aqueles que sempre torcem contra o Brasil, que só têm olhos para seu projeto de poder.
Nilvan meu amigo, tanto conhecimento político adiquirido frente a CONLUTAS, agora deu pra defender a turma dos ptralhas e em especial a luladrao, que novos tempos tempos são esses heim?
Porque não fez o mesmo com FHC e AÉCIO? Não esses são inocentes!!! Justiça boa é justiça para todos!!!
Agora o juiz não pode mais receber nem um delegado, seja da PF ou da civil, muito menos integrantes do MP, para determinar procedimento a uma operação que tenha objetivo de desbaratar quadrilha de assaltantes ou de traficantes de drogas. Cada dia esse país caminha a passos largos favorecendo os transgressores da lei, da ordem, e que destroem o país.
O advogado Rodrigo Menezes, candidato ao Quinto Constitucional do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sob o número 72, cumpriu agenda essa semana em Mossoró e Natal visitando colegas e conquistando novos apoios.
Foram mais de 10 escritórios visitados em dois dias de agenda. Rodrigo acredita que a história que ele tem à frente da advocacia trabalhista estão sendo fundamentais para que ele esteja sendo tão bem recebido pelos colegas.
“Fico feliz que, onde chegamos, todos conhecem um pouco de nossa militância na advocacia trabalhista e também nossa história em defesa de melhorias para a classe nos cargos institucionais por onde passei”, disse.
As eleições serão realizadas no próximo dia 12 de julho e cada advogado poderá escolher até seis nomes. Rodrigo lembra da importância de se escolher os postulantes ao cargo de desembargador do trabalho.
“Nossa caminhada durante essa campanha foi muito boa. Agora é chegada a hora de reforçar, ainda mais, os pedidos de apoio e a importância de se escolher seis bons nomes, porque esse é um cargo que não vai interferir apenas na avcocacia, vai interferir em toda a sociedade. Estamos escolhendo um julgador e isso é de extrema importância para todos”, completou.
Entre os grandes nomes da advocacia mossoroense, o ex-conselheiro federal Francisco Queiroz também firmou compromisso com Rodrigo Menezes.
Rodrigo Menezes representa a advocacia, é advogado que diariamente está no TRT , faz audiências, sustentação oral, sempre esteve presente nas nossas lutas, e por isso merece nosso reconhecimento. Profissional competente e tecnicamente qualificado, por isso vote 72.
Quem frequenta os fóruns e acompanha as lutas da advocacia trabalhista sabe da história e compromisso de Rodrigo Menezes com a classe. Por isso apoio e voto #RodrigoMenezes72.
Se os advogados trabalhistas fissem tão eficazes, quanto os criminalista a previdência e não estava nas triste condições. Um advogados trabalhistas temos que implorar pra advogagar. Já o criminalista corre atrás dos clientes. Inversão de valores até no jurídico. E bom rever essa situação se queres ganhar. Pius é na cara de todos esse absurdo.
Vinte computadores defasados e com pouco acesso à internet. É assim que o diretor do Centro de Ensino Médio 404, Felipe de Lemos Cabral, descreve a estrutura de informática à disposião dos alunos da escola, localizada em Santa Maria, no Distrito Federal (DF). Situada a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília, Santa Maria é uma das regiões administrativas do DF.
Quando perguntado se os estudantes estariam preparados para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital, Cabral diz que nem todos têm sequer familiaridade com os computadores. “Hoje o aluno está muito mais inserido via celular. Usam muito a rede social e sabem pouco lidar com o resto da informação que a internet disponibiliza. Têm pouco acesso técnico, têm pouca formação do trato com o computador, com coisas simples como formatar um texto, por exemplo.”
De acordo com o Censo Escolar 2018, 82% das escolas públicas de ensino médio regular têm laboratório de informática e 94%, acesso à internet. Cabral ressalta, no entanto, que, como ocorre na escola que dirige, nem sempre o equipamento é suficiente para atender à demanda. Além disso, ele destaca que os professores teriam que ser formados para inserir a tecnologia nas aulas.
“Não é má ideia, não seria ruim [o Enem digital], mas acho que teria que ter uma preparação maior do sistema para isso”, diz Cabral. Ele teme que o exame passe a excluir estudantes que não tenham acesso a computadores, que terão mais dificuldade em fazer as provas. “Pode dificultar o acesso dos alunos ao exame e, com isso, cair o número de inscritos”.
Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Enem passará a ser feito por computador. Isso ocorrerá gradativamente, começando no ano que vem com um grupo de 50 mil estudantes. A digitalização completa está prevista para 2026.
A ideia, que não é nova e busca seguir uma tendência mundial de modernização, gerou uma série de questionamentos. Segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil, o MEC terá que enfrentar certos desafios para implementar a digitalização do Enem. Um dos desafios é a escassa disponibilidade de infraestrutura das escolas.
Provas criptografadas
Outra questão apontada por especialistas é a segurança do exame. “Tem que ter certeza de que todos os sistemas, de ponta a ponta, do momento em que se liga o computador, em que é feita a prova, ao momento em que as provas são armazenadas e processadas, essas informações sejam criptografadas. E uma criptografia com uma robustez que não permita que, através da utilização de outras tecnologias, ela possa ser quebrada”, alterta o professor Renato Leite, do Data Privacy Brasil.
A criptografia é usada hoje, por exemplo, em aplicativos como o WhatsApp. Trata-se de transformar o conteúdo em códigos e tornar a mensagem impossível de ser lida quando armazenada. Apenas o destinatário final consegue ter acesso ao conteúdo.
Além disso, é preciso usar programas de computador confiáveis. Uma opção é o uso de softwares livres, cujos códigos são abertos e podem ser acessados.
De acordo com fundador e também professor do Data Privacy Brasil, Bruno Bioni, é preciso ainda garantir a proteção dos dados dos estudantes. “Toda vez que o governo se propõe a se informatizar, a ser um governo mais eletrônico, e isso envolve quantidade significativa de processamento de dados, isso deve ser acompanhado com cuidado. Tão importante quanto avançar nessas pautas de digitalização é mostrar preocupação com os dados dos cidadãos”, ressalta Bioni.
Ele destaca que, em agosto do ano que vem, entra em vigor a chamada Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018). “Uma das coisas que a lei procura estabelecer é que, quando se está executando uma política pública como essa, deve-se ter todo um programa de governança de dados”, acrescenta Bioni. Ele alerta que o MEC deverá ter transparência quanto ao uso desses dados.
Debate
Para o professor Francisco Soares, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), a proposta do MEC precisa ainda ser detalhada e colocada em discussão. Soares era presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), quando, em 2015, o Ministério da Educação quis começar a testar o Enem digital. O professor lembra que, na época, foram feitos apenas estudos “ultrapreliminares”.
“O Enem precisa de mudanças. Uma delas é trazer mais tecnologia. Eu acho que a iniciativa está em uma direção correta, era desejada, e tomara que agora seja implementada”, diz Soares. O professor considera necessárias audiências públicas para que todos os interessados e especialistas possam contribuir para a elaboração de um bom exame.
“Se vamos mudar, a gente devia mudar para melhorar. O computador dá a chance de oferecer outro tipo de item. Ter simulações em itens de ciência, por exemplo. Se essa mudança for simplesmente para turbinar o velho, não vai adiantar muito. Ela traz possibilidade de uma coisa de impacto muito muito interessante, mas isso exige tempo”, destaca Soares.
Para o professor, o exame precisa deixar de apresentar apenas questões de múltipla escolha e incluir também questões discursivas. Além disso, que use recursos digitais, como vídeos, por exemplo. Isso, de acordo com o conselheiro, vai ajudar a mudar também a formação dos estudantes no ensino médio, já que muito do que é ensinado nas escolas é pautado pelo Enem e por vestibulares.
Soares ressalta também que, na fase de transição, na qual o Enem será aplicado no formato digital apenas para alguns alunos, é preciso garantir que os estudantes que optem pela prova digital tenham as mesmas chances de ser aprovados em uma universidade que aqueles q fizerem a prova em papel. Para isso, é preciso testar os itens em formato digital.
“Será que um item específico é facilitado ou dificultado pelo fato de o estudante estar respondendo no computador ou no papel e lápis? Esta questão é importantíssima. É uma preocupação técnica que não tem como ser resolvida depois”, enfatiza.
O Enem é elaborado a partir de um banco nacional de itens, que reúne questões feitas por especialistas para as provas. Cada um dos itens é pré-testado em aplicações feitas em escolas. O processo é sigiloso, e os estudantes não sabem que estão respondendo a possíveis questões do Enem. Isso é feito, atualmente, em papel.
Ministério da Educação
Em entrevista coletiva sobre a infraestrutura das escolas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse acreditar que, até 2026, a realidade brasileira terá mudado e o acesso a computadores será mais amplo.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, informou que para a aplicação da prova poderão ser usadas estruturas de escolas e universidades, como já é feito hoje para o Enem em papel.
O MEC diz que pretende modernizar o exame, que poderá utilizar vídeos, infográficos e até mesmo seguir a lógica dos games. As medidas de segurança que serão tomadas ainda não foram detalhadas.
Agência Brasil
Por 3 a 1, a seleção brasileira venceu a seleção peruana pela Copa América 2019, no Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro, na tarde deste domingo.
Os dois primeiros gols do Brasil foram feitos no primeiro tempo. Aos 14 minutos, Everton abriu o placar. O segundo foi feito por Gabriel Jesus, aos 47 minutos, nos acréscimos da partida.
Já o gol da seleção peruana foi marcado por Paolo Guerrero após a cobrança de um pênalti. Foi o primeiro gol sofrido pelo goleiro Alisson no torneio.
O gol da vitória brasileira foi feito por Richarlison aos 44 minutos do segundo tempo.
O Ministério da Economia informou neste domingo (7) que ainda não foi notificado do pedido feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para que a pasta informe se o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) está investigando movimentações financeiras do jornalista Glenn Greenwald, do site Intercept Brasil.
O ministro do TCU Bruno Dantas deu prazo de 24 horas para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, preste esclarecimentos ao órgão. “Nós teremos prazo para responder após a notificação. A informação que temos é que ainda não houve expedição da notificação”, informou a assessoria de imprensa da pasta.
O Intercept tem divulgado trocas de mensagens atribuídas a procuradores da Lava Jato e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, então juiz que comandava as ações da operação em Curitiba.
O despacho de Dantas foi baseado na representação do subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, para apurar supostas irregularidades no Coaf, que estaria verificando, a pedido da Polícia Federal, movimentações atípicas que poderiam estar relacionadas à invasão dos celulares de agentes públicos envolvidos com trabalhos da Lava Jato. “A motivação dessa investigação teria sido, mediante perseguição e abuso de poder, intimidar o jornalista”, diz o documento.
Conforme a argumentação do Ministério Público de Contas e do ministro do TCU, se confirmada, a investigação do Coaf poderia caracterizar “grave desvio de finalidade” no dispêndio de recursos públicos. “Por óbvio, isso nada tem a ver com a prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo”, diz Bruno Dantas.
No despacho, o ministro também dá 24 horas para que o presidente do Coaf, Roberto Leonel de Oliveira Lima, se manifeste.
Agência Brasil
Integrantes de uma torcida organizada do América foram presos minutos antes do jogo durante uma vistoria policial na entrada do município de Riachão do Jacuipe, minutos antes do jogo contra o Jacuipense.
Durante uma barreira policial, os torcedores passaram por uma vistoria, quando foram encontradas drogas no interior. Todos foram detidos pela Polícia Militar e conduzidos à Delegacia de Polícia.
Até o início da noite, alguns torcedores ainda se encontravam detidos. Outros foram liberados após prestar esclarecimentos.
COMEÇOU COMO O MELHOR TIME DO MUNDO DANDO GOLADAS ASTONOMICAS MAIS NA HORA DA ONÇA BEBER AGUA NA HORA DA VERDADE O TIMECO NAO PASSOU DE UM TIME DE QUARTA DIVISAO FRACO QUE SO CALDO DE BATATA BORA MEU CAO KKKKK
O América não conseguiu. Perdeu para Jacuipense na tarde deste domingo (7), por 1 a 0, no estádio Walfredão, e segue mais um ano na Série D do Brasileirão.
O pior, o gol que eliminou a equipe rubra foi contra do lateral-esquerdo Kaike, que tentou cortar um lançamento, mas terminou colocando a bola pra dentro do gol. O resultado só não foi pior, porque o goleiro Ewerton agarrou uma cobrança de pênalti.
Com o resultado, o time baiano passa para as quartas de final da Série D. Já o América, eliminado, continua na Série D.
Time sem vergonha esse América. Perder para um time que não sabemos nem pronunciar o nome direito.
O único alento, é saber que a MUNDIÇA da BURRA PRETA, também entrará no rol da fama da série D em 2020. Kkkkkkkkkkkkkkk
O piloto de um avião bimotor morreu neste sábado (6) em meio a um voo entre a cidade de Barreiras (871 km de Salvador) e Americana (130 km de São Paulo).
Benedito Fernando Ricci saiu às 10h03 do aeroporto agrícola Fulanete, em Barreiras, mas teve um infarto durante o voo e desmaiou. Ao ver que o colega não se sentia bem, o copiloto Matheus Pasquotti assumiu o comando do avião e fez um pouso de emergência no aeroporto de Campo Grande (MS). Segundo a Infraero, o copiloto solicitou atendimento médico para o colega. Mas, quando o avião pousou, Bernardo Ricci já estava morto.
A Infraero não informou o porquê o pouso foi realizado em Campo Grande, cidade fora da rota entre Barreiras e Americana. O incidente será investigado pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão ligado à Força Aérea Brasileira.
Em uma rede social, Matheus Pasquotti lamentou a morte do colega, a quem chamou de amigo, companheiro e “um piloto dedicado e que amava voar”.
“Acordamos hoje pela manhã, tomamos nosso café, preparamos nossas coisas, tiramos o avião do hangar e fomos fazer o que mais gostamos de fazer, voar. Mas no meio do caminho, como em um piscar de olhos, você se foi meu amigo”, afirmou Pasquotti.
Folhapress
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