Economia

Para criar emprego para jovens e mais velhos, governo reduzirá em 30% imposto sobre a folha

O pacote de medidas para estimular a geração de empregos no país terá duração de dois anos e vai custar R$ 5 bilhões ao Tesouro, com a desoneração de 30% da folha de pagamento. Empresas que optarem por contratar jovens entre 18 e 29 anos, que estejam em seu primeiro emprego, ficarão isentas da contribuição previdenciária e demais penduricalhos da folha, como recolhimento para o Sistema S, salário educação e Incra.

O programa também vai contemplar pessoas com mais de 55 anos. As medidas serão anunciadas na semana que vem pelo presidente Jair Bolsonaro, em uma agenda positiva para marcar os 300 dias de governo.

O programa será implementado por meio de medida provisória (MP). Os detalhes ainda estão sendo fechados, como por exemplo, o nome do programa. nesta sexta, haverá uma reunião com técnicos para formatar o texto final.

— Estamos estudando um nome que tenha cunho patriótico — diz um dos técnicos envolvidos.

Segundo essa fonte, o programa deverá contemplar um universo de três milhões de jovens. Também será possível contratar pela nova modalidade aqueles que já tenham tido vínculos avulsos, intermitentes, contratos de experiência e de menor aprendiz.

As pessoas com mais de 55 anos de idade e que ainda não se aposentaram poderão ser contratadas com as mesmas reduções de encargos — e, neste caso, poderão ficar como avulsos ou intermitentes.

O novo pacote prevê que a contribuição do empregador para o FGTS caia de 8% para 2%. Mas a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa deve permanecer.

Para compensar a perda de arrecadação com a desoneração da folha, o governo pretende usar os recursos que serão poupados a partir do pente-fino nos benefícios do INSS, que devem atingir R$ 9,8 bilhões este ano. Para 2020, espera-se uma redução de gastos graças ao pente-fino da ordem de R$ 20 bilhões.

A legislação que instituiu o pente-fino permite a revisão de 2,5 milhões de pagamentos do INSS considerados suspeitos, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e Benefício de Prestação Continuada (BPC), além do cancelamento de concessões irregulares.

As empresas beneficiadas não poderão substituir trabalhadores atuais por outros que tenham um custo menor. Para isso, haverá um número de corte, com base no total de funcionários. A empresa só poderá contratar na nova modalidade empregados que excedam ao montante existente quando do envio da MP ao Congresso.

Se uma empresa com 50 empregados demitir 10 após a proposta ser encaminhada, por exemplo, terá de contratar novos trabalhadores pelas regras tradicionais até completar os mesmos 50. Para contratados pelo programa não haverá restrição a demissões.

Na avaliação de técnicos do governo, a nova iniciativa deve ser bem-sucedida porque, ao contrário do programa Primeiro Emprego — lançado em 2003 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa isenção fiscal posterior —, ela é centrada na contratação em si, com custos menores. O corte de 30% no custo da mão de obra é vantajoso para as empresas.

— Esperamos que o programa dê certo, porque a desoneração sobre a folha de pagamento é forte — diz um técnico envolvido na elaboração do projeto.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Se faz uma reforma da previdencia dura, retiram-se direitos, aumenta-se a idade, o calculo da media de contribuição fica pior. Pra que? Para agora reduzir a contribuição previdencia patronal . Diminuir os recursos da previdencia. Pra que? Para dizer depois q a previdencia continua quebrada, e fazer nova reforma. O objetivo não é gerar empregos. É diminuir custos para os empresarios e quebrar a previdencia, para depois privatiza-la aos bancos. Enfim, uma reforma dura pra nenhum beneficio ao trabalhador.

  2. Uma boa iniciativa. Temos que torcer A FAVOR das boas iniciativas do Estado, do Município e do País, e não a favor de políticos, que só pensam neles mesmos.

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Tecnologia

Itaú compra startup de Uberlândia, por R$ 575 milhões

O Itaú anunciou na noite desta quinta-feira, 31, que fechou a aquisição de 100% do capital da Zup, startup fundada em 2011, em Uberlândia (MG). O valor total da transação é de R$ 575 milhões, e a compra será feita em três etapas ao longo de quatro anos.

Na primeira etapa, o banco vai adquirir 51% da Zup por cerca de R$ 293 milhões. No terceiro ano após o fechamento da compra, o Itaú vai adquirir mais 19,6% do capital, e o restante será comprado no quarto ano.

O Itaú ressalta que a gestão e a condução dos negócios da Zup vão continuar separadas em relação ao banco. Em comunicado, a instituição financeira informa que a empresa tem 900 funcionários, e oferece soluções tecnológicas de acordo com a necessidade de cada cliente.

A empresa é especializada em serviços de big data, com análises de grandes bancos de dados. Em seu histórico, a companhia já ajudou a desenvolver aplicativos para operadoras como Vivo e Nextel e bancos como o Santander. “Ajudamos essas companhias a se digitalizarem de forma mais rápida”, disse, em 2017, o cofundador da empresa Gustavo Debs, ao Estado.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

Partido Novo suspende a filiação do ministro Ricardo Salles

A Comissão de Ética do partido Novo decidiu suspender a filiação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A decisão foi divulgada pelo partido nesta quinta-feira, 31.

Em nota, o partido cita dispositivo de seu estatuto que prevê suspensão em caráter liminar (temporário), quando há “risco de dano grave e de difícil reparação à imagem e reputação do Novo”. A decisão foi tomada dentro do processo que analisa a expulsão de Salles, solicitada pelo deputado estadual Chicão Bulhões, do Rio.

Atualmente, o ministro não participa de atividades partidárias e não tem cargo na legenda. Ele têm sido alvo de críticas por suas declarações controversas e pela sua atuação diante da crise do desmatamento e das ações de monitoramento e retirada do óleo encontrado nas praias do Nordeste.

Salles não foi uma indicação do partido para assumir o Ministério. Depois que já estava à frente da pasta, o diretório nacional da legenda emitiu resolução determinando a suspensão de filiados que ocupem cargos públicos sem que tenham sido apontados pela legenda. A regra, porém, não tem efeito retroativo e, portanto, não se aplicou ao titular do Meio Ambiente.

Em agosto, em meio à crise das queimadas na Amazônia, alguns membros do Novo protocolaram um pedido para que Salles tivesse a filiação suspensa.

Perguntados pelo Estado no último sábado, lideranças do partido afirmaram que Salles permaneceria na legenda se assim desejasse, argumentando que ele cumpre com as obrigações dos filiados.

“O que a gente pode exigir dos filiados é que eles sejam ficha limpa e que paguem a contribuição, que são R$ 30 por mês. Mas a nossa ingerência sobre a atuação dos filiados é limitada, temos 48 mil membros”, disse ao Estado o presidente do Novo, João Amoedo, na ocasião do 5.º encontro nacional da legenda.

No mesmo evento, deputado federal gaúcho Marcel van Hattem, líder da bancada do partido na Câmara, afirmou que a pauta ambiental de Salles “tem muito a ver com os valores do Novo”.

Procurado pelo Estado, Salles afirmou que não irá se manifestar sobre a suspensão e que aguarda o desfecho do processo interno.

Íntegra da nota do partido:

O Novo informa que a Comissão Nacional de Ética Partidária, no exercício de suas atribuições, conforme determina o Estatuto do Novo nos artigos 19 e 72, inciso V, suspendeu, em caráter liminar, a filiação do Sr. Ricardo de Aquino Salles, confirme previsto no § 2º, alínea “b” do art. 21 do Estatuto, até o julgamento final da denúncia apresentada perante a Comissão.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Economia

Governo do Estado fará nova tentativa para antecipação de royalties

O Governo do Estado planeja abrir outra licitação, agora em novembro, para a obtenção de recursos extras com antecipação de royalties do petróleo e gás natural, a fim de ajudar no pagamento de salários, inclusive  três folhas em atraso – novembro, dezembro e 13º salário de 2018. O secretário estadual de Planejamento e das Finanças, economista José Aldemir Freire, não detalhou como será feita essa licitação, que ainda está sendo modeladas, mas informou que  não haverá uma cessão direitos,  como previa a primeira licitação, que terminou “deserta” em abril deste ano, quando a Seplan pretendia antecipar uma contrapartida mínima de R$ 315 milhões junto a instituições financeiras.

“A gente está fazendo algumas modificações, uma das coisas que estamos pensando é que vire um empréstimo, semelhante ao que foi feito em Sergipe”, avisou o secretário de Planejamento.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/governo-fara-nova-tentativa-para-antecipaa-a-o-de-royalties/463670

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Chefe de MP recebe pedidos para afastar promotora bolsonarista

A promotora do MP do Rio, Carmen Eliza Bastos de Carvalho, uma das responsáveis pela investigação do caso Marielle
A promotora do MP do Rio, Carmen Eliza Bastos de Carvalho, uma das responsáveis pela investigação do caso Marielle – Foto: Reprodução no Instagram

 

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, recebeu pedidos para afastar a promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho de qualquer investigação que eventualmente envolva Bolsonaro.

A promotora é uma eleitora entusiasmada e declarada do presidente.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Promotora Cabo eleitoral de político julgando ou investigando o o referido político precisa nem comentar.

  2. E que tal pedir a suspeição dos Ministros Lewandoviski, Toffoli, Gilmar Mendes e Rosa Weber, com claríssimas proximidades com políticos safados?

    1. Ministros de corte superiores deveriam ser selecionados por concurso público (meritocracia) e NUNCA por indicação política. Será que Bolsonaro ou qualquer outro político quer isso ???????????????????

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Economia

Autocombustão dos Bolsonaro atrapalha em cheio Paulo Guedes…

Houve um tempo em que se sabia o nome das principais lideranças políticas. Quando os políticos começaram a ir para a cadeia, foi necessário aprender a composição do Supremo Tribunal Federal, tendo o cuidado de distinguir as togas que prendem daquelas que abrem as celas. Agora, exige-se do brasileiro que aprenda os nomes dos filhos do presidente da República. Há o Carlos das brigas nas redes sociais; o Flávio da rachadinha e das conexões milicianas de Fabrício Queiroz; e o Eduardo, que não conseguiu virar embaixador e continua expondo ao país seu nanismo intelectual —agora materializado na defesa da volta do AI-5.

Jair Bolsonaro tomou posse em 1º de janeiro. A partir do dia 2, deveria oferecer paz, probidade e empregos. Com o auxílio dos filhos, entrega atritos, suspeições e um tipo de déficit muito mais grave do que a ruína fiscal —um déficit localizado entre as orelhas dos membros da dinastia Bolsonaro. Só a falta de miolos explica a defesa que Eduardo Bolsonaro fez da adoção do AI-5 como remédio contra uma hipotética radicalização de esquerda, capaz de levar às ruas do Brasil uma revolta semelhante à que eletrifica a democracia chilena.

O presidente desautorizou o filho. Mas todos sabem que ele pensa a mesma coisa. O AI-5 não será reeditado porque a democracia brasileira pode eleger os Bolsonaro, mas não os autoriza a brincar de ditadores.

A plataforma reformista do ministro Paulo Guedes enfrenta muitas dificuldades. Mas nenhuma se equipara ao processo de autocombustão da família Bolsonaro. É como se o presidente e seus filhos se dedicassem à implantação de um projeto secreto de extermínio da oposição por meio da autossabotagem. Aos pouquinhos vai ficando claro para o país que o clã Bolsonaro não é conservador. A primeira-família é apenas arcaica. Bolsonaro e os filhos não desejam levar o país para a direita. Eles ambicionam a marcha à ré.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

  1. Coitado de Bolsonaro, com esses seus filhos falando merda direto na imprensa, o resultado será o pior possível.

  2. "O presidente desautorizou o filho. Mas todos sabem que ele pensa a mesma coisa. O AI-5 não será reeditado porque a democracia brasileira pode eleger os Bolsonaros, mas não os autoriza a brincar de ditadores".
    O colunista foi preciso e cirúrgico : assino embaixo.

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Política

Punição a Eduardo na Câmara será teste para força política do clã Bolsonaro

O pedido da oposição para que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) seja cassado na Câmara servirá de teste para a força política do clã e dependerá de apoio dos partidos de centro que fazem parte do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa.

A possibilidade de punição foi levantada pelo próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), poucas horas após as declarações em que o filho do presidente Jair Bolsonaro defende um novo AI-5.

Em nota, Maia afirmou que a “apologia reiterada a instrumentos da ditadura é passível de punição pelas ferramentas que detêm as instituições democráticas brasileiras”.

O presidente da Câmara afirma que o Brasil “jamais regressará aos anos de chumbo”. Ele lembra que Eduardo conquistou o mandato por voto popular e, ao tomar posse, “jurou respeitar a Constituição de 1988”.

“Foi essa Constituição, a mais longeva Carta Magna brasileira, que fez o país reencontrar sua normalidade institucional e democrática”, prossegue Maia.

“A Carta de 88 abomina, criminaliza e tem instrumentos para punir quaisquer grupos ou cidadãos que atentem contra seus princípios —e atos institucionais atentam contra os princípios e os fundamentos de nossa Constituição.”

A maior punição, a cassação, depende inicialmente de a oposição conseguir apoio nas fileiras do centrão no Conselho de Ética.

Dos 21 assentos, os partidos que se declaram contrários ao governo ocupam apenas 6 cadeiras. O PSL, legenda de Eduardo, tem 2 membros.

“A questão é política. Vamos ver como é que o centrão vai reagir a isso”, afirmou Ivan Valente (PSOL-SP), líder do partido na Câmara.

O pedido de cassação de Eduardo não é o primeiro da família no colegiado. Quando deputado, Jair Bolsonaro foi alvo de representações por declarações polêmicas. Os processos não avançaram.

As regras da Câmara permitem abrir uma investigação contra parlamentares por causa de declarações que se enquadrem como quebra de decoro. Uma eventual punição, no entanto, dependerá das forças políticas que o sustentam.

Nesta quarta-feira (30), por exemplo, o conselho abriu um processo contra o deputado André Janones (Avante-MG). O pedido foi feito pelo Solidariedade em reação a uma transmissão ao vivo feita pelo congressista em rede social na qual ele declarou que revelaria os “canalhas e vagabundos da Câmara”.

O rito de uma representação por suposta quebra de decoro parlamentar não é simples.

Quando o pedido chega ao conselho, o presidente do colegiado, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), escolhe o relator do caso com base em uma lista tríplice. O relator não poderá ser do mesmo estado ou partido de Eduardo, nem do partido que entrar com a ação contra o deputado.

A partir daí, começa a correr o prazo de dez dias úteis para que seja apresentado o parecer, que pode ser pelo arquivamento ou pela abertura do processo.

Se for dado seguimento ao caso, o deputado acusado tem de ser notificado pessoalmente para poder apresentar a defesa por escrito.  Depois disso, há, em média, 40 dias úteis para que o conselho reúna provas e colha depoimentos.

Por fim, o relator tem mais dez dias para apresentar o voto, recomendando a cassação, punição mais branda ou o arquivamento da denúncia.

Seja qual for o resultado, o pedido de cassação tem de passar pelo plenário da Câmara para que algum deputado seja punido.

Na comissão, é preciso maioria simples para aprovação; no plenário, maioria absoluta (são necessários 257 votos dos 513 deputados)

A manifestação de Maia foi mais incisiva que o tom adotado pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que afirmou ser um “absurdo” que um agente político como Eduardo, “fruto do sistema democrático”, faça algum tipo de incitação antidemocrática.

“E é inadmissível essa afronta à Constituição”, disse ele. Alcolumbre, que também é presidente do Senado, disse que “não há espaço para que se fale em retrocesso autoritário”.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Uma pergunta:
    Clicando com o botão direito do mouse em cima de um arquivo é possível renomea lo sem alterar a integridade do mesmo, ou seja sem que afete a data do arquivo?

    1. A integridade não, a não ser que você edite os metadados, mas aí é uma coisa um pouco mais "avançada".

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Política

Juristas avaliam que Eduardo pode sofrer processo de cassação

Juristas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo afirmam que a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, de que a resposta a uma radicalização da esquerda pode ser via um “novo AI-5”, fere a Constituição e pode justificar uma abertura de processo de cassação do mandato na Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Partidos da oposição afirmaram que farão esse pedido nos próximos dias.

Os especialistas, no entanto, afastam a possibilidade de uma responsabilização criminal do deputado por causa da declaração. “Recebo essa manifestação com dupla preocupação. De um lado, com o grau de desconhecimento jurídico que ela revela, na medida em que um ato institucional é uma quebra da ordem democrática. Em segundo lugar, me preocupa o fato de que essa é uma declaração de um deputado eleito que tem dentre os seus deveres preservar a ordem constitucional e não promover uma proposta de quebra desta mesma ordem”, afirmou o diretor da Faculdade de Direito da USP, Floriano de Azevedo Marques.

Para Azevedo, uma vez que a declaração seja confirmada como uma afronta à ordem constitucional, Eduardo pode ser alvo de um processo de cassação de seu mandato.

O diretor da Faculdade de Direito da UnB, Mamede Said Maia Filho, também ressalta que a fala contraria a Constituição. “Do ponto de vista político, ela (a declaração de Eduardo) contraria a Constituição, o sistema democrático e compromete a própria natureza do Estado brasileiro. O texto constitucional fala que o Brasil é um Estado Democrático de Direito. É algo que afronta as instituições”, disse.

Já Belisário dos Santos Jr., advogado e ex-secretário de Justiça de São Paulo, afirma que considera difícil que o deputado seja responsabilizado criminalmente pela fala. “A responsabilização pessoal dele eu acho de certa forma difícil do ponto de vista criminal, porque ele está falando em hipótese”, disse. No entanto, considera que a declaração fere “profundamente” a dignidade e o decoro da Câmara. “O deputado jurou à Constituição. Sob esse ponto de vista ético, acho que ele pode ser responsabilizado”, afirmou.

A Constituição garante aos parlamentares imunidade parlamentar. Segundo o texto constitucional, os congressistas são “invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. No entanto, isso não impede que um deputado seja responsabilizado por alguma declaração. Em junho de 2016, por exemplo, a Primeira Turma do STF aceitou denúncia contra o então deputado federal Jair Bolsonaro por dizer que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) não “merecia ser estuprada” por ser “muito feia” e porque ela “não faz seu tipo”.

Partidos de oposição anunciaram, na tarde de quinta-feira que vão entrar com um pedido na Comissão de Ética da Câmara de cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro. Além disso, o grupo formado por PSOL, PT, PSB, PDT e PCdoB vai protocolar uma queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) alegando quebra de decoro parlamentar.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Tenho que concordar com o cementário do senhor Mauro. Perfeito!
    Mauro Filgueira 31/10/2019 às 21:29
    Coisa de moleque, na base do 'se colar, colou'!
    "Primeiro agride, ameaça e espalha fogo inspirando seus liderados fazendo apologia ao crime. Se a repercussão for negativa, recua, pede desculpas. Se sobrar para o pai, alega que outras pessoas têm suas senhas, que o pai é inocente. Ou seja: ninguém é culpado. Ou que não foi bem isso. Não quis dizer isso. Foi um erro de interpretação.
    Essas palhaçadas constantes fazem o Palácio do Planalto parecer um circo, em cujo picadeiro um bando de palhaços brincam com a cara de todo mundo enquanto sorrateiramente entrega o patrimônio do Pais (a preço de banana) as empresas multinacionais e destrói os direitos trabalhistas e previdenciários dos mais pobres e desfavorecidos, conquistados com muita luta.

  2. Esse filho do presidente fala muita besteira.. igual aos petistas que defendem ditaduras de esquerda que vem matando milhares como a de Cuba.. ou a da Venezuela que persegue e prende opositores.

  3. Essa cambada de políticos corrutos se cagam de medo que os militares voltem ao poder.
    Por será!

  4. Senhores leitores, imaginem esse M.O.L.E.Q.U.E nomeado Embaixador do Brasil junto aos Estados Unidos da América…………………
    Seria um completo desastre !!

    1. Ai bolsonaro se rebaixa ao nível da Dilma que ele tanto criticou…

  5. E é esse édaço de … que queria ser embaixador do Brasil??? Que criança ainda não esclarecida…. faz as besteiras e depois vem pedir desculpas… homem que é homem pensa bem antes de ameaçar….

  6. O AI é a salvação do Brasil. Dos leitores deste blog, duvido que mais de 1 ou algum parente teve problemas na ditadura Militar, garante que foram mais felizes do que hoje.

  7. Que palhaçada! Quanta irrealidade! O cara menciona o AI5 exemplificativamente (mencionou outros institutos também) para tentar estabelecer o que seria uma possível reação governamental a um cenário de completo caos social estabelecido e o stablishment do mal o picham de defensor de ditadura? É demais!

  8. Cassar um deputado por ter falado em hipótese, na minha opinião já deveria ter havido uma didatura militar pra moralizar esse país príncipe da corrupção.

  9. A Constituição também diz que é dever do estado, ou seja, do governante oferecer SAÚDE, SEGURANÇA E EDUCAÇÃO ao cidadão, e aí eu pergunto, eles cumprem a Constituição??

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Economia

Para governo, abertura do mercado justificou reajuste de loterias

A abertura do mercado de loterias e a expectativa de crescimento econômico nos próximos anos permitiram o reajuste nos jogos de loteria da Caixa Econômica Federal a partir de janeiro, comentou hoje (31) à noite o Ministério da Economia. Em nota, a Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap), responsável por regular o setor de loterias, ressaltou que o último aumento tinha ocorrido em maio de 2015.

Segundo o comunicado o ajuste de preço foi limitado à inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses. “[O ajuste nos preços e a flexibilização de acompanhamento] foram motivados pela perspectiva de crescimento econômico sustentável nos próximos anos e pela abertura e ampliação do mercado lotérico nacional que se avizinha para o próximo ano”, destacou a Secap.

A secretaria ressaltou que o setor de loterias, até hoje operado unicamente pela Caixa, terá o monopólio quebrado com o leilão da Loteria Instantânea Exclusiva (Lotex), também conhecida como raspadinha. O Ministério da Economia está regulamentando o novo modelo das apostas esportivas de quota fixa, cuja exploração deve ser leiloada no próximo ano.

Para a Secap, os novos preços promovem a competição igualitária entre a Caixa e os demais operadores de loterias. “Isso haverá de concorrer para a maximização do portfólio gerencial de produtos lotéricos, propiciando à empresa pública melhores condições de enfrentamento do ambiente competitivo no mercado de loteria”, acrescentou a nota.

Em janeiro, os preços das lotéricas subirão, em média, 28,2%. A aposta simples da Mega-Sena, de seis dezenas, passará de R$ 3,50 para R$ 4,50.

Agência Brasil

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Meio Ambiente

Não há dúvidas de que óleo é da Venezuela, diz diretor da Petrobras

O diretor de Assuntos Corporativos da Petrobras, Eberaldo Almeida, afirmou nesta quinta (31) que a estatal “não tem dúvida nenhuma” de que o óleo encontrado nas praias do Nordeste é de origem venezuelana. Ele afirmou ainda que não é possível estimar por enquanto os custos da resposta ao desastre.

Na quarta (30) pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas levantaram a possibilidade de que a origem do óleo fosse a produção de petróleo no sul da Bahia, a partir de imagens de satélite que indicaram uma mancha no litoral da região.

“Não temos dúvida nenhuma de que o óleo é da Venezuela”, disse Almeida nesta quinta, em entrevista na conferência internacional de petróleo OTC. Ele reforçou que a origem foi comprovada “de maneira inequívoca”.

“Agora, é óbvio que não vazou lá na Venezuela”, frisou o diretor da Petrobras, respondendo a questionamentos em redes sociais sobre a impossibilidade de um derrame no país vizinho atingir o Brasil.

Os estudos da Petrobras mostram que o óleo é uma mistura da produção de três campos na venezuelanos.

Há uma semana, a estatal venezuelana PDVSA divulgou nota negando responsabilidade pelo vazamento e acusando o governo brasileiro de politizar o debate. A empresa solicita, porém, que o cliente que possa ter derramado o óleo se identifique para dar início a investigações.

O governo trabalha com a suspeita de que o vazamento tenha sido provocado por um navio na costa brasileira. Na quinta, o vice-presidente, Hamilton Mourão, afirmou que as investigações estão próximas de detectar o responsável.

Almeida não quis comentar o tema, alegando que a Petrobras não participa da investigação. A estatal tem apoiado o governo no trabalho de limpeza das praias, sob a coordenação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis).

O diretor da Petrobras disse que ainda não há um cálculo parcial dos custos que a empresa vem tendo nesse esforço. A empresa espera ser reembolsada pelos gastos, em um processo que passou a ser acompanhado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) na semana passada.

De acordo com Almeida, porém, o valor gasto não terá impacto relevante no balanço financeiro da estatal.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O grupo Globo poderia fazer esse favor ao país, procurar a raiz desse problema do oleo nas praias!!!

  2. A GLOBOSTA praticamente não fala da origem do óleo, ainda mais ela que gosta de umas investigações particulares.

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Judiciário

Gilmar Mendes manda soltar casal Garotinho um dia após a prisão

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu liminar nesta quinta (31) determinando a soltura dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Matheus.

Conforme a decisão, no lugar das prisões, os dois vão ter de cumprir medidas cautelares.

O casal ficará proibido de manter contato pessoal ou por qualquer outro meio com testemunhas e réus do caso.

Também não poderá sair do país sem autorização da Justiça, devendo entregar seus passaportes às autoridades.

Além disso, ficará obrigado a comparecer mensalmente em juízo, apresentando prova de residência.
Garotinho e Rosinha foram presos na manhã de quarta (30) em sua casa no Flamengo, na zona Sul do Rio de Janeiro, véspera da decisão de Gilmar.

Os dois foram denunciados por, supostamente, integrarem um esquema de superfaturamento de contratos celebrados pela Prefeitura de Campos, a qual comandaram, e a Odebrecht.

Os mandados de prisão preventiva foram decretados em 29 de agosto, data em que a acusação foi recebida em primeira instância.

Porém, em 4 de setembro, menos de 24 horas após o cumprimento das prisões, foram beneficiados por decisão do desembargador Siro Darlan, do Tribunal de Justiça do Rio, que determinou sua libertação.

As prisões, na última quarta, se deram porque a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio revogou a liminar que concedia a liberdade ao casal.

A defesa do casal sustenta que medidas são ilegais e arbitrárias, pautadas apenas em suposições e conjecturas genéricas sobre “fatos extemporâneos”.

Desde 2016, Garotinho já foi preso cinco vezes e Rosinha, três.

Os dois ex-governadores recorreram ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), sem sucesso. Com isso, apresentaram um habeas corpus ao Supremo.

Em sua decisão, Gilmar justifica que não há elementos concretos a justificar as prisões preventivas.
Segundo ele, a Justiça embasou as medidas na suposta ameaça a uma testemunha e no risco de os dois ex-governadores voltarem a cometer crimes.

Gilmar destacou que não consta dos autos nem sequer a indicação das “pessoas específicas” que
estariam causando as intimidações à testemunha. “Ou seja, não se pode fundamentar a
prisão cautelar de uma pessoa a partir de juízos hipotéticos carentes de qualquer embasamento fático em concreto”, escreveu.

Ele argumentou também que os episódios denunciados não são contemporâneos, tendo ocorrido entre 2008 e 2014. “É assente na jurisprudência que fatos antigos não autorizam a prisão preventiva, sob pena de esvaziamento da presunção de inocência”, justificou.

Sobre o risco de o casal reincidir em crimes, o ministro alegou que “não se pode aceitar que juízos preditivos [antecipados], sem correspondência fática concreta, possam justificar a imposição de uma prisão”.

Gilmar também levou em consideração exames médicos apresentados pela defesa de Garotinho, dando conta de que ele sofreria de depressão desde julho de 2019.

“A partir da leitura dos documentos juntados aos autos, verifico que inexistem elementos concretos a justificar empiricamente tais fundamentos [de prisão preventiva]. Por mais graves que os fatos imputados possam ser, a imposição de uma prisão cautelar pressupõe a existência de motivos cautelares suficientes e devidamente motivados em concreto. Assim, inviável a manutenção da prisão decretada”, entendeu o ministro.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esse Emento é uma aberração Jurídica, Esse Parasita Maldito só pagará seus crimes no inferno.

  2. Puteiro da luz vermelha.
    É baseado nisso, que o Eduardo Bolsonaro falou. Esses caras avacalharam o Brasil, com essa tal DEMOCRACIA. Aí fica um monte de ladrão usando a rede globo lixo pra falar em cassação.
    Esse país tem que ter ordem, tá faltando, é politicagem rasteira, mudando de nome pra jornalismo.
    Menina !!
    Um caos.
    Estão fazem todo tipo de sacanagen nesse Brasil, tá passando da hora de botar moral nesse cabaré.

  3. Taí pior que a ditadura é essa impunidade no Brasil, país príncipe da corrupção, porque não cassa Gilmar Mendes?

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Judiciário

Juíza queria mandar Lula para colônia agrícola

Se não fosse o argumento da defesa do ex-presidente Lula de que havia uma liminar vigente do STF para garantir a ele o direito de ficar na superintendência da PF em Curitiba, a juíza Carolina Lebbos teria mandado o petista para uma colônia agrícola ou industrial – ou para a prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica.

É o que diz em um trecho da decisão que a magistrada deu nesta quarta-feira, autorizando a permanência de Lula na PF até que o STF julgue o recurso sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no caso do tríplex.

“Como já referido, o art. 33, §1º, “b” do Código Penal e o art. 91 da Lei de Execução Penal dispõem que o regime semiaberto deve ser cumprido em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar. Portanto, em regra, uma vez deferida a progressão ao regime prisional semiaberto deve-se verificar junto aos órgãos competentes a existência de vaga em estabelecimento adequado a tal regime”, afirma Lebbos no documento.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Seria uma boa. Primeiro iria trabalhar, segundo iria plantar cenoura, macaxeira etc.. e mandaria para os "cumpanheiros".

  2. Pense numa juíza porreta, mandar esse bandido para uma colônia agrícola seria a alternativa mais correta que poderia ocorrer, pois só assim ele iria saber o que é um trabalho honesto.

  3. Tem que bota esse verme para eucacuz , Bangu , ou outro lugar qualquer junto com as facções que ele comanda.

  4. Mandar para colônia agrícola?? Essa juíza perdeu o juízo?? Tortura no Brasil é crime! Colocar o molusco para trabalhar é tortura, crime contra a humanidade. Tadinho.

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Polícia

Sistema penitenciário receberá 8 aparelhos de Raios X

A governadora Fátima Bezerra recebeu na manhã desta quinta-feira, 31, o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Fabiano Bordignon, e o diretor de Políticas do Depen, Sandro Abel, para discutir projetos, convênios e contratos para o sistema penal. Ao final da audiência, ficou acertado que o sistema penitenciário receberá 8 aparelhos Body Scan (equipamentos de raio-x usados nas revistas pessoais), de última geração, avaliados em R$ 1,7 milhão, além de mais agilidade na aprovação de projetos.

Antes da audiência com a governadora, o secretário de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, Pedro Florêncio, e o vice-governador Antenor Roberto, acompanharam os representantes do Depen em visita ao Complexo de Alcaçuz, onde dois pavilhões estão em processo de finalização de obras. Serão disponibilizadas 432 novas vagas no Pavilhão 4 de Alcaçuz e outras 315 no Pavilhão 5 do Presídio Rogério Coutinho.

As obras estão em fase final e contam com equipamentos modernos de segurança, como celas com tranca remota, além de salas de aula e área de trabalho. Pedro Florêncio destacou que a Seap está preparada para colocar as unidades em funcionamento com a contratação de 122 novos agentes penitenciários. “Sempre ressalto que nossa meta é manter o controle do sistema e levar trabalho e educação”, disse Pedro Florêncio. O diretor-geral do Depen, Fábio Bordignon, tem o mesmo pensamento. “A segurança de uma penitenciária não funciona se o preso fica ocioso sem fazer nada. Preso que trabalha dá retorno à sociedade. Trabalho e educação são fundamentais para a ressocialização”, disse.

Após a visita aos novos pavilhões, os representantes do Depen tiveram uma audiência com a governadora Fatima Bezerra, na sede da Governadoria, Centro Administrativo do Estado, onde ficou acertada a doação de 8 Body Scan ao custo de R$ 220 mil cada. A Governadora elencou ações que o governo vem fazendo para melhorar o sistema prisional do estado, como a criação da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). ”Conseguimos fazer uma reestruturação no Governo e criamos, sem gerar custos para o Estado, essa Secretaria”, disse.

A chefe do Executivo estadual destacou ainda as ações que vêm sendo feitas através do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) e da Seap. “Se formos ao Ciosp saberemos onde estão todos os presos”, falou. Na oportunidade, ela também ressaltou a nomeação de 122 agentes penitenciários em seu governo e os investimentos em aparelhamento para o setor. No último dia 18 foram entregues armamentos e equipamentos para o sistema penitenciário, um investimento de mais de R$ 3,8 milhões. Participaram da reunião o secretário de Infraestrutura, Gustavo Coelho, e o titular da Segurança Pública, coronel Francisco Araújo.

Opinião dos leitores

    1. O dinheiro pertence ao CONTRIBUINTE BRASILEIRO ( aqueles honestos, que não sonegam seus impostos) e não a político nenhum !!!!

  1. saíram PMs das guardas de presídios, vários presídios com guaritas desocupadas, os 122 convocados foi MP que obrigou a colocar em processo judicial, não tem efetivo para abrir essas alas novas e o sistema sem inaugurar essa alas já funciona a base de ajustes, imagina quando inaugurar, existem 400 concursados no cadastro de reserva esperando renovação do concurso em dezembro próximo , queremos LDO próximo ano com projeto de lei para mais vagas, governo assinou um TAC para convocar mais agentes até 2021 com a saída do PMs das guardas de presídios, queremos a suspensão da validade do concurso como fez o RJ, estado decretou calamidade financeira precisa suspendeu a validade dos concursos , BG precisamos da sua ajuda , governo somos não amiga.

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Política

Comissões da reforma social serão instauradas em até 3 semanas, diz Tabata Amaral

A deputada Tabata Amaral disse nesta quinta-feira, 31, que as comissões especiais da reforma social devem ser instauradas nas próximas duas ou três semanas. Segundo ela, a ideia é dividir a reforma em cinco eixos temáticos, em cinco comissões, com vários projetos. Entre eles deve estar uma proposta que dará livre acesso aos recursos acumulados mensalmente para o FGTS e para o seguro-desemprego após o trabalhador acumular uma poupança de 12 salários mínimos. Além disso, quer propor também que o abono salarial seja recebido mensalmente, no contracheque.

“A ideia é que a pessoa acumule uma poupança individual compulsória de 12 salários mínimos. Quando ela acumular, qualquer dinheiro que ela receba, seja para seguro-desemprego ou para o FGTS fica completamente livre. Esse dinheiro é do trabalhador. Como Estado, a gente tem que fazer um colchão, tem que proteger do desemprego, mas não tem como dizer para o trabalhador como ele vai usar o dinheiro dele”, disse, após o Sindimais 2019.

Ela pontuou que a proposta deve ainda trazer novos parâmetros para correção dos recursos do FGTS, para garantir ao menos uma taxa de mercado. Além disso, prevê que, para quem ganha entre 1 e 1,5 salários mínimos, o governo complemente os recursos até que essa poupança compulsória esteja completa. Prevê também que, caso o trabalhador perca o emprego, o governo complemente a poupança. Nesse caso, contudo, o trabalhador ficaria com um “crédito” com o Tesouro, que terá que ser ‘abatido’ no próximo emprego.

Para o abono, a ideia é facilitar o acesso, segundo a deputada. “Hoje, a pessoa retira abono no ano seguinte. O empregador tem que ir atrás de quem estava contratado e a maioria das pessoas que são mais pobres não tira. Quase 40% do abono é pago para 1/3 mais rico da população. O que a gente vai propor? Você trabalha e recebe o abono mensalmente no contracheque. Não tem nenhum ônus para empregador e governo”, disse. Ela ainda disse que a reforma deve propor que quem ganha um salário mínimo tenha abono maior e quem ganhe acima de 1,5 salário, menor. Segundo ela, os projetos estão prontos e alinhados e as lideranças escolhem agora os relatores.

Legenda

A deputada disse ainda que não sentou para conversar com nenhum partido para uma possível migração de legenda. Segundo Tabata, isso só ocorrerá após a conclusão da ação que impetra no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por perseguição política e partidária. Ela frisou, no entanto, que só irá para um partido que receba suas ideias progressistas e que aceite uma renovação partidária.

“Eu não sentei para conversar com nenhum partido, mas volto a reiterar, eu sou uma pessoa progressista e vou buscar um partido onde minhas ideias, por exemplo de agenda social, vão fazer sentido”, disse, completando: “Não acho que seja um partido de direita como as pessoas estão dizendo, mas também tenho a preocupação de encontrar um partido que tope se renovar de alguma forma. Não faz o menor sentido para mim ir para um partido que não tenha prévias, que não tope falar de mandato para dirigentes, que não tope falar de prazo máximo de mandatos”.

Estadão Conteúdo

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Política

Após desautorizar Eduardo sobre AI-5, Bolsonaro diz que fala foi distorcida

Jair Bolsonaro (PSL) negou hoje a chance da criação de um novo AI-5 (Ato Institucional Número 5), um decreto da época da ditadura militar. Durante um evento realizado nesta tarde, o presidente foi questionado sobre a fala do filho e deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que levantou a possibilidade durante entrevista ao canal da jornalista Leda Nagle no YouTube, e respondeu dizendo que quem fala isso “está sonhando”.

“Vai acabar a entrevista aqui. Cobre dele. Quem quer que seja que fale de AI-5 está sonhando. Está sonhando. Não quero nem ter notícia”, disse.
Pouco tempo depois da coletiva, porém, Jair Bolsonaro disse que parte da fala do filho foi “distorcida”. A declaração foi dada em entrevista ao vivo a José Luiz Datena, no programa Brasil Urgente (Band). Apesar de relativizar as declarações de Eduardo, o presidente reiterou que um novo AI-5 não é uma opção.

No primeiro contato com a imprensa, o presidente afirmou que não sabia nada sobre as declarações do filho, mas disse lamentar caso ele tivesse dito algo nesse sentido.

“Cobre você (jornalista) dele. Ele é independente, tem 35 anos. Se ele falou isso, que eu não estou sabendo, lamento.”

“Qualquer palavra nossa vira um tsunami”

Pouco tempo depois, em entrevista ao Brasil Urgente, Bolsonaro disse ter conversado com Eduardo e esclarecido a situação. Disse ainda que o filho está pronto para “se desculpar” se for necessário.

“Não queremos falar em autoritarismo da nossa parte. Ele foi o deputado mais votado da história do Brasil. Eu falei: ‘se for o caso, se desculpa’. Ele falou que sem problema nenhum. Mas a gente fica chateado que qualquer palavra nossa, em um contexto qualquer, vira um tsunami. A gente lamenta. Eu falo sobre isso aí com meus filhos, me policio muito no tocante a isso. (…) A gente lamenta essa notícia, em parte distorcida, mas meu filho está pronto para se desculpar, tendo em vista ter sido mal interpretado.”

Na conversa com Datena, Bolsonaro mencionou um vídeo publicado por Eduardo em suas redes sociais, em que o deputado não volta atrás em sua declaração e diz que protestos violentos como o Chile não serão permitidos no Brasil.

“O que a esquerda está chamando de protestos e querendo trazer para o Brasil e na verdade a gente sabe que são vandalismos, depredações, e chega, sim, a ser terrorismo, porque eles querem fazer uma instabilidade política para tirar do poder um presidente que não é de esquerda. Isso tudo está perigando vir para o Brasil”, afirma Eduardo no vídeo.

“Eu conversei agora com o Eduardo. O que ele explica (no vídeo): ele fala que o que está acontecendo no Chile não pode acontecer no Brasil. Num contexto dos anos 60, o Brasil viveu momentos difíceis aqui, e o AI-5 foi quase uma imposição. Mas ele fala que essa arma não existe e nem queremos”, disse Bolsonaro a Datena. No vídeo, porém, Eduardo, não diz que o AI-5 não é uma possibilidade.

UOL

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Política

Eduardo Bolsonaro diz que ‘talvez tenha sido infeliz’ e que não há ‘qualquer possibilidade’ de volta do AI-5

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta quinta-feira (31) em entrevista à TV Bandeirantes que “talvez tenha sido infeliz” ao dizer que havia a possibilidade de um “novo AI-5” no Brasil. Declarou ainda que “não existe qualquer possibilidade” de isso acontecer.

Mais cedo, nesta quinta, foi publicado no canal do YouTube da jornalista Leda Nagle um vídeo de uma entrevista de Eduardo na qual ele diz que, se a esquerda “radicalizar” no Brasil, a resposta pode ser “via um novo AI-5”.

O Ato Institucional 5 foi assinado em 1968, no regime militar, e é considerado uma das principais medidas de repressão da ditadura. Entre as consequências do AI-5 estão o fechamento do Congresso Nacional, a retirada de direitos e garantias constitucionais, com a perseguição a jornalistas e a militantes contrários ao regime.

Na entrevista à Band, Eduardo Bolsonaro se referiu aos protestos no Chile como atos de “vandalismo” e afirmou que, se atos semelhantes acontecerem no Brasil, “alguma medida vai ter que ser tomada”.

“Talvez tenha sido infeliz em falar ‘AI-5’ porque não existe qualquer possibilidade de retorno do AI-5, mas nesse cenário o governo tem que tomar as rédeas da situação. Não pode simplesmente ficar refém de grupos organizados para promover o terror. Foi tão simplesmente isso. Mas não existe retorno do AI-5. Finalizando a resposta, a gente vive sob a Constituição de 1988, fui democraticamente eleito, não convém a mim a radicalização”, afirmou o deputado.

Depois, Eduardo publicou um vídeo em uma rede social no qual disse não se sentir constrangido em pedir desculpas “a qualquer tipo de pessoa que tenha se sentido ofendida ou imaginado o retorno do AI-5”.

“A gente vive um regime democrático, nós seguimos a Constituição. Inclusive, esse é o cenário que me fez ser o deputado mais votado da história, então, não tem porque eu descambar para o autoritarismo”, acrescentou.

Pouco antes de a entrevista ir ao ar, o pai do deputado, o presidente Jair Bolsonaro, também disse à Band ter recomendado ao filho que se desculpasse por ter dito algo que as pessoas “não interpretaram corretamente”.

“Eu fui eleito democraticamente, ele foi o deputado mais votado da história do Brasil. Falei para ele ‘se desculpa, pô, junto àqueles que porventura não interpretaram você corretamente’, falei ‘não tem problema nenhum, se desculpa, sem problema nenhum’. Agora, o que a gente fica chateado aqui? Qualquer palavra nossa, palavra, né, num contexto qualquer vira um tsunami. A gente lamenta, eles sabem disso, eu falo disso com meus filhos”, declarou o presidente da República.

Manifestações

Questionado se é contra “qualquer ato que seja antidemocrático”, Eduardo Bolsonaro disse nesta quinta-feira ser “a favor de manifestações”, desde que sejam “pacíficas”.

“Com certeza, sou a favor de manifestações, independentemente de serem a favor ou contra o governo Jair Bolsonaro, desde que sejam pacíficas. […] Agora, certamente a oposição e a esquerda vão se utilizar da minha fala para tentar me pintar como ditador, independentemente dos esclarecimentos que venha a fazer”, respondeu.

G1

Opinião dos leitores

  1. Sou antiPT, anti tudo que a esquerda fez, faz e poderá fazer. Mas esse idiota tem que ficar calado , só diz besteira e joga para a plateia que ele acha que dá bola para as idiotices dele e dos irmãos. Parece que é oposição ao governo.

  2. Viu a água batendo na bunda e arregou. É curioso como esses falastrões ficam pianinho quando a coisa aperta. Essa turma deveria ter um assessor encarregado de dizer “não filho, não fala essa bobagem não…”

  3. Coisa de moleque, na base do 'se colar, colou'!
    "Primeiro agride, ameaça e espalha fogo inspirando seus liderados fazendo apologia ao crime. Se a repercussão for negativa, recua, pede desculpas. Se sobrar para o pai, alega que outras pessoas têm suas senhas, que o pai é inocente. Ou seja: ninguém é culpado. Ou que não foi bem isso. Não quis dizer isso. Foi um erro de interpretação.
    Essas palhaçadas constantes fazem o Palácio do Planalto parecer um circo, em cujo picadeiro um bando de palhaços brincam com a cara de todo mundo enquanto sorrateiramente entrega o patrimônio do Pais (a preço de banana) as empresas multinacionais e destrói os direitos trabalhistas e previdenciários dos mais pobres e desfavorecidos, conquistados com muita luta.

  4. Esse projeto de político é igual ao pai, diz as besteiras e se colar , colou, qdo nåo cola aí vem com desculpas desfarrapadas.

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