Política

PT, PSB e PSOL anunciam bloco de oposição na Câmara dos Deputados

O PT, o PSB e o PSOL anunciaram nesta terça-feira (22) a formação de um bloco de oposição ao governo federal na Câmara dos Deputados.

“É importante unir forças para que possamos fazer o enfrentamento e honrar a condição de oposicionistas que os eleitores nos colocaram”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

Ainda está em em negociação a adesão de PDT, PCdoB e Rede. Caso se concretize,o bloco pode chegar a 136 deputados a partir de fevereiro: PT (56), PSB (32), PSOL (10), PDT (28), PCdoB (9), Rede (1).

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman, afirmou que a sigla será responsável pela articulação entre PDT e PCdoB. Já o PSOL se reunirá com lideranças da Rede. As atividades do Congresso Nacional começarão no dia 1º de fevereiro. Também nesta data será realizada a eleição da Mesa Diretora, responsável pela condução dos trabalhos legislativos e administrativos na Câmara.

Para o vice-líder do PSOL na Câmara, deputado Ivan Valente (SP), esse é o momento mais adequado para consolidar o bloco opositor ao governo atual. A sigla é a única dos partidos do bloco que já anunciou candidatura para a presidência da Câmara. “Por isso, a proposta inclusive, de recolocar o PCdoB e o PDT, aliados históricos, que venham para o bloco para que tenhamos uma agenda comum, que vai ser depois a nossa agenda”, afirmou.

Presidência da Câmara

Inicialmente, o bloco não definiu posicionamento único sobre as eleições da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Além da presidência da Câmara, estão em disputa a primeira e segunda vice-presidência da Casa, quatro secretarias e as respectivas quatro suplências.

Até agora, oito deputados já anunciaram candidatura à Presidência da Câmara: Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP), Fábio Ramalho (MDB-MG), JHC (PSB-AL), Kim Kataguiri (DEM-SP), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

O atual presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não oficializou a candidatura à reeleição, mas já conta com o apoio de 12 siglas para permanecer no cargo, incluindo o PSL, do presidente Jair Bolsonaro. O deputado João Campos (PRB-GO) havia anunciado candidatura, mas voltou atrás e decidiu integrar o bloco em formação que apoia Maia. O bloco já reúne 262 deputados.

A votação para Mesa Diretora é secreta. Para eleição em primeiro turno, é necessária maioria absoluta entre os presentes na sessão, o correspondente a 257 deputados. Se ninguém atingir este número, há segundo turno com os dois mais votados. A eleição dos demais integrantes da mesa só ocorre quando o presidente é eleito.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Bolsa fecha em baixa de 0,9% e dólar chega a R$ 3,80

O Ibovespa, principal índice de desempenho das ações negociadas na B3, antiga BM&F Bovespa, encerrou o dia financeiro hoje (22) aos 95.103 pontos, em queda de 0,94% em relação ao fechamento desta segunda-feira (21). O recorde do índice é 96.096 pontos e foi atingido na última sexta-feira (18).

Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as que mais valorizaram foram Viavarejo ON (2,71%), Braskem (3,05%), e Estacio (1,74%). As que mais se desvalorizaram foram BRF ON (5,02%), Mafrig ON (5,47%), e Gol (3,43%). As mais negociadas foram as ações da Petrobras, que tiveram queda de 1,57%, e as da Vale ON (-0,36%).

O dólar comercial fechou o dia em alta de 1,25%, cotado a R$ 3,80. Foi a sexta elevação seguida da moeda norte-mericana e o maior valor de fechamento desde 2 de janeiro (R$ 3,81). O euro também se valorizou e chegou a R$ 4,33, uma alta de 1,5% em relação à cotação de ontem.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Guedes reúne-se com ministros de Israel e Holanda no 1º dia em Davos para jantar de negócios

Foto: Alan Santos/PR

No primeiro dia de eventos do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), o ministro da Economia, Paulo Guedes, reuniu-se com presidentes de duas multinacionais e com os ministros dos Países Baixos e de Israel. Nesta noite, ele participa de um jantar de negócios.

Guedes iniciou o dia com um encontro com o presidente do conselho da indústria química e de plásticos Lyondell Basell NV, Jacques Algrain. O ministro teria também uma reunião com o presidente da Câmara Internacional de Comércio, mas o evento foi cancelado.

Ainda de manhã, Guedes encontrou-se com o presidente da empresa de energia espanhola Iberdrola, José Ignacio Sánchez Galán, e, em seguida, participou de um almoço privado promovido pelo banco Itaú.

Apesar de fontes do Ministério da Economia terem informado na semana passada que Guedes estaria em uma sessão pública com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, o ministro não participou do evento. A assessoria de imprensa da pasta esclareceu que a sessão plenária não constava da agenda de Guedes para hoje, negando que o compromisso tenha sido cancelado de última hora.

Durante a tarde, Guedes teve um encontro de 15 minutos com o fundador e o presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab. Em seguida, o ministro da Economia acompanhou o discurso do presidente Jair Bolsonaro na sessão plenária do evento.

Depois da fala de Bolsonaro, Paulo Guedes encontrou-se com a ministra do Comércio Exterior e Cooperação Internacional dos Países Baixos, Sigrid Kaag, e participou de encontro do Conselho Internacional de Negócios. No fim da tarde, Guedes reuniu-se com o ministro da Economia de Israel, Eli Cohen, e, sem seguida, foi ao jantar de negócios.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes tem informado, nos encontros, que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial. Além de comprometer-se com a modernização da economia, Guedes está assegurando que os empresários estrangeiros terão segurança jurídica para investir no Brasil.

Guedes está informando ainda que o Brasil pretende dobrar os investimentos (públicos e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação nos próximos quatro anos e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). De acordo com o ministro, a abertura comercial ocorreria de forma gradual, para não prejudicar a indústria nacional.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

Justiça determina inclusão de moradores de rua no censo de 2020

A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou que o governo federal e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tomem as medidas necessárias para incluir a população de rua de todo o país no censo de 2020. A decisão foi motivada por uma ação movida pela Defensoria Pública da União (DPU).

No processo, a DPU alegou na Justiça que o Decreto nº 7.053/2009, editado pela Presidência da República, estabeleceu a política nacional para a população de rua e prevê a realização de uma contagem oficial, no entanto, a medida não foi aplicada até o momento. A norma previu o apoio do IBGE e da antiga Secretaria dos Direitos Humanos, atual Ministério dos Direitos Humanos, para realização do trabalho.

Ao decidir o caso, no dia 17 deste mês, a juíza federal Maria Alice Paim Lyard entendeu que há inércia do Estado em colocar o decreto em prática e determinou que a União e o IBGE tomem as medidas necessárias para incluir a população no censo.

“Considerando o longo prazo desde a edição do decreto, entendo que restou caracterizada a inércia prolongada e omissão dos réus, que comprometem o planejamento e efetivação de políticas pública direcionadas à população de rua.”

Na ação, a defensoria ressaltou que especialistas na área estimam que a população de rua no pais é de aproximadamente 100 pessoas.

A Agência Brasil procurou a assessoria de imprensa do IBGE, mas não conseguiu contato.

Na ação, a defesa do instituto informou à Justiça que não tem capacidade operacional para incluir a população no próximo censo.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Já são 13 advogados comentados como candidatos à vaga de José Rêgo Júnior no TRT

Com o falecimento de José Rêgo Júnior, abriu-se uma vaga para desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT/21) a ser ocupada por um advogado, pelo chamado Quinto Constitucional, a partir da lista sêxtupla.

Já são 13 nomes que se comenta na advocacia potiguar que serão candidatos à integrantes da lista sêxtupla para ocupar essa vaga do TRT. Esse número pode chegar a 20, dado o entusiamo de alguns.

Pelo que o Blog teve acesso, já estão trabalhando para disputar a vaga os advogados: Eduardo Gurgel, Eduardo Rocha, Felipe Bruno Macedo, Milley Rocha, Venceslau Carvalho, Marisa Almeida, Rodrigo Menezes, Glaydstone Heronildes, Heider Furtado Filho, Antonino Pio e Paulo Eduardo Teixeira, Sérgio Freire e Waltency Soares.

O novo presidente do TRT/21, desembargador Bento Herculano, disse na semana passada, em entrevista ao Meio dia RN, que vai aguardar passar a missa de 30 dias da morte do desembargador Júnior Rêgo para publicar a vacância do cargo e dar início ao processo de escolha da lista dos seis advogados aptos a serem escolhidos desembargador.

A lista sêxtupla formada por advogado, após o resultado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), será enviada para apreciação do Tribunal, que formará uma lista tríplice. Posteriormente, esta nova lista será remetida ao presidente da República, que, então, nomeará o representante escolhido.

Todos os candidatos precisam ter, no mínimo, dez anos de exercício profissional e reputação ilibada, além de notório saber jurídico.

Opinião dos leitores

  1. Ideal é que seja alguém a altura de Dr. Junior Rêgo, homem íntegro, humano e de notável saber jurídico. Alguns nomes dessa lista mais servem para fazer Balcão de comércio.

  2. É bom lembrar que o exercício da advocacia é na área trabalhista. Tb nao esqueçam que é eleição direta pela categoria.
    Boa sorte a todos.
    #advogadotrabalhistavotaemadvogadotrabalhista.

  3. Advogo na Justica do Trabalho e tem nomes ai que nao sabe nem onde é o TRT. Como vao ser magistrados trabalhista.

    Poder pelo poder não.

    #advogado trabalhista vota advogado trabalhista.
    #Não aos alienígenas…

  4. Petista não entra! Aliás, somente se o tribunal mandar três petistas ao Presidente da República.

    1. nem assim hehehe ele devolve a lista e manda fazer outra como ocorreu no passado próximo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Ligação da família Bolsonaro com as milícias é antiga, afirma Fernando Haddad

Candidato derrotado à Presidência em 2018, Fernando Haddad (PT) afirmou, após evento organizado pelo núcleo do PT em Lisboa, que “a relação da família Bolsonaro com as milícias é histórica”.

Foi revelado nesta terça (22) que um dos filhos do presidente —o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)— empregou em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio a mãe e a mulher de um ex-policial suspeito de comandar milícias no Rio.

O ex-prefeito de São Paulo aproveitou para ironizar a falta de explicações de Flávio Bolsonaro quanto às movimentações atípicas de dinheiro em sua conta.

“Se o filho [Flávio Bolsonaro] conseguir explicar essa evolução patrimonial ele deveria substituir o Paulo Guedes, porque ele seria um gênio. Fica aqui o compromisso de que nós não o acusaríamos de nepotismo”, disse Haddad.

O petista afirmou que as denúncias sobre a evolução patrimonial de Bolsonaro e seus parentes não são novas.

“Tem uma matéria da Folha do ano passado que fala que a evolução patrimonial da família Bolsonaro não foi explicada. Tem aquisição de imóveis por valores muito abaixo do mercado. Em 2008 a própria esposa dele deu declarações que a renda dele superava R$ 100 mil à época”, declarou.

“Como é que alguém consegue tudo isso com salário de deputado?”, indagou.

Na última parada em uma visita à Europa em que tem se encontrado com lideranças locais da esquerda, Haddad participou de um debate na capital portuguesa juntamente com o ex-ministro Tarso Genro (PT-RS).

Em vários momentos do evento, Fernando Haddad aproveitou para ironizar e desqualificar a capacidade de articulação de pensamentos do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“Em Davos, o presidente sequer conseguiu falar o que queria. […] O sujeito teve 30 anos para se preparar e faz um discurso daquele em seis minutos”, comentou.

Ex-ministro da Educação, Haddad criticou também os rumos do ministério e a possibilidade de uma eventual censura à prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

“Quem é o Bolsonaro para julgar o trabalho de um educador? Uma pessoa que não consegue articular dez palavras”, comparou.

Nesta quarta, antes de voltar ao Brasil, o petista deve se encontrar com representantes da chamada geringonça, a aliança de partidos de esquerda que sustenta o governo do primeiro-ministro socialista António Costa.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Haddad aprendeu rápido o ”Dilmês”. Como diria Romário ele é um poeta quando não abre o bico.
    Mau caráter perdeu em São Paulo
    Para brancos e nulos.

  2. O Haddad está reclamando do discurso de Bolsonaro? Onde ele estava no governo Dilma? Ele escutou algum discursos da Presidenta?

  3. Se você é ligado ao miliciano Lula, que moral tem para opinar sobre nada. O PT é a maior quadrilha de roubo ao dinheiro público no mundo.

  4. Sei não, mas suspeito q agora se saberá quem foram os mandantes das mortes de Marielle e Anderson.

  5. Estamos ferrados mesmo! Um presidente eleito fraco e um candidato a presidente derrotado pior ainda. Torcer para que em 2022 apareça um líder de verdade no Brasil. #joaoamoedo2022

  6. Perguntar não ofende: sabendo dessa antiga relação, o Poste poderia nos dizer quantas vezes denunciou os Bolsonaro à Justiça ou mesmo junto ao Ministério Público?
    Indago para que não pareça só mais uma afirmação vazia de quem, por recalque, ainda não assimilou que o povo brasileiro não compactua nem aceita ser governado por testa de ferro de presidiário.

  7. Pense em um anjo,vai responder teus processos que são muitos
    VC não tem moral pra falar de ninguém.

  8. Esclarecida uma acusação, vem outra, e mais outra. Esse é o jogo sujo da imprensa e dos petralhas. Quero saber se vai ter centésimo turno. Conforme-se petralhas, o choro é livre. Kkkkkkkkk

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Meio Ambiente

‘Por ora’, Brasil permanecerá no Acordo do Clima de Paris, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro declarou na noite desta terça-feira que o Brasil ficará ‘por ora’ no Acordo do Clima de Paris. Ele respondeu ao Valor ao sair de um jantar oferecido pelo fundador do Forum de Davos, Klaus Schwab, com presença de vários empresários que pareciam otimistas sobre o que ouviram.

Fontes disseram que Bolsonaro foi genérico e as próprias perguntas também, com os participantes mais interessados na direção que o governo vai tomar.

O ‘por ora’ de Bolsonaro ao Acordo do Clima, segundo alta fonte brasileira, significa que o Brasil certamente vai cobrar dos paises desenvolvidos que assumam concretamente sua responsabilidade no combate à mudança climática.

Significa, por exemplo, que os países desenvolvidos cumpram o compromisso de fornecer mais de US$ 100 bilhões para a transição nos países em desenvolvimento para uma economia menos carbonizada.

Durante o jantar, num elegante hotel de Davos, outro tema que Bolsonaro reiterou foi sobre abertura comercial.

Fontes do governo explicam que o compromisso de Bolsonaro com o presidente argentino Mauricio Macri foi de negociação do Mercosul com a União Europeia. Ou seja, vai insistir na negociação entre os blocos, e não partir para uma negociação entre o Brasil e a UE.

Nesta quarta-feira, haverá reunião entre representantes do Mercosul e da UE, em Davos. Os europeus também querem saber com detalhes as intenções do Mercosul.

Do Valor

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

FOGO AMIGO: Condutas partidárias podem atrapalhar o governo, diz Major Olímpio sobre Onyx

Após a senadora Simone Tebet (MDB-MS) acusar o ministro Onyx Lorenzoni de interferir na disputa pela presidência do Senado, o titular da Casa Civil foi alvo de críticas do senador eleito Major Olímpio (PSL-SP), correligionário do presidente Jair Bolsonaro.

Tebet disse a jornalistas e também a Olímpio que Onyx seu partido, o DEM, estavam trabalhando pela candidatura do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), apesar de o MDB ter a maior bancada da Casa e de Bolsonaro ter afirmado que não se envolveria nas disputas do Legislativo.

De acordo com o site da revista Crusoé, o deputado Leonardo Quintão (MDB-MG) foi orientado por Onyx a procurar Tebet na segunda-feira (21). A senadora confirmou ter sido procurada por um interlocutor do DEM, mas não deu nomes.

A senadora, que tenta se viabilizar no MDB como candidata, não gostou da interferência e reclamou da abordagem com Olímpio, que se lançou candidato, mas está disposto a desistir da disputa para apoiar Tebet.

Os dois conversaram nesta terça-feira (22).

Para Major Olímpio, a conduta de Onyx gera desconforto e atrapalha o governo.

“Cada um esperneia como quer. Acho que o governo tem que ser governo. Se alguém estiver com condutas partidárias, muitas vezes pode atrapalhar o governo. Eu faço coro no sentimento da Simone”, afirmou Olímpio após conversa com Tebet.

“O mais importante é a governabilidade. Condutas partidárias, neste momento, elas mais atrapalham do que ajudam em relação a isso”, disse o senador eleito.

Onyx informou que não iria se manifestar sobre as críticas de Tebet e Olímpio. Procurado, Quintão não retornou os contatos da Folha.

Folhapress

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Governo Bolsonaro quer retomar plano de construir até oito usinas nucleares

O Ministério de Minas e Energia (MME) declarou que pretende retomar o plano de construir entre quatro e oito novas usinas nucleares no País. A informação foi confirmada por meio de nota enviada pelo ministério, ao defender a conclusão de Angra 3, no Rio.

“Para o setor nuclear, a conclusão de Angra 3 é importante, pois traz escala a toda a cadeia produtiva do setor, desde a produção de combustível à geração de energia. Isso se torna ainda mais relevante quando se leva em conta que o Brasil vai precisar investir em energia para o futuro, em função do aumento da demanda e do esgotamento do potencial hidrelétrico”, declarou o MME. “Por fim, o Plano Nacional de Energia 2030 (PNE 2030) prevê a construção de quatro a oito usinas nucleares no País. Cenário que tende a ser confirmado pelo PNE 2050, publicação aguardada para breve.”

Hoje o País conta com apenas duas usinas nucleares em operação, Angra 1 e 2, que respondem por 1,1% da geração nacional de energia. Angra 3 elevaria essa participação para 1,2%.

O plano de expansão de energia por fonte nuclear passou os últimos anos na gaveta, por conta dos desdobramentos do acidente de Fukushima, no Japão, em 2011. O governo da ex-presidente Dilma Rousseff chegou a cogitar a sua retomada, o que não ocorreu. Em 2015, o MME chegou a declarar que já tinha 21 locais no País estudados para receber as plantas e que as análises estavam em andamento.

Em 2011, apesar da localização exata das usinas não estar definida, o MME chegou a declarar que duas plantas deveriam ser construídas no Nordeste e as outras duas no Sudeste, em São Paulo, Minas Gerais ou Rio de Janeiro.

Hoje a lei não permite que a exploração de urânio e geração de energia nuclear sejam realizadas por empresas privadas. Sem alteração na lei, portanto, todos esses projetos teriam de ser viabilizados com recursos públicos, por meio da Eletronuclear, estatal da Eletrobras.

Em todo o mundo, a tendência tem sido a de desativar as usinas nucleares. Reportagem recente publicada pelo Broadcast/Estado mostrou que a energia que será produzida por Angra 3 será a mais cara dentre todas as fontes em operação, segundo estudo do Instituto Escolhas.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Usina nuclear em um país que mal sabe controlar aparelhos de Raio-X! Desde quando energia nuclear está em alta, pelo contrário, os países estão desativando, pelo risco de catástrofes. O Brasil deve investir em energia solar, eólica, maremotriz, entre outras energias que a nossa natureza proporciona, mais baratas e simples.

  2. Parabéns Bolsonaro vc está certo. O país precisa muito mesmo desse tipo de energia, que certamente mais barata e menos perigosa

  3. Alguém avisa aí para este presidente que existem fontes energéticas menos danosas ao ambiente que são abundantes no Brasil, como a energia eólica e a solar.

  4. Esse (des)Governo está mesmo perdido… O mundo está saindo dessa matriz energética e procurando as mais naturais, como a eólica, que aqui, sobretudo no Nordeste é a mais viável…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Temer pede que inquérito sobre suposta propina fique na Justiça Eleitoral de SP

A defesa do ex-presidente Michel Temer pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que fique com a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito no qual delatores da Odebrecht apontam que integrantes do grupo político liderado por Temer e pelos ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco teriam recebido recursos ilícitos da empreiteira como contrapartida ao atendimento de interesses da Odebrecht pela Secretaria de Aviação Civil. A pasta que foi comandada entre 2013 e 2015 por Padilha e Moreira Franco, aliados de Temer.

Em outubro do ano passado, o ministro Edson Fachin, do STF, decidiu suspender temporariamente a investigação de Temer no caso, que está relacionado com o jantar no Palácio do Jaburu, realizado em 2014, e que foi detalhado nos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht. Então vice-presidente, Temer teria participado do encontro em que os valores foram solicitados.

No relatório final do inquérito, que apura propinas de R$ 14 milhões da Odebrecht para a cúpula do MDB, a Polícia Federal concluiu pela existência de indícios de que Temer, Padilha e Moreira Franco cometeram os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Quanto a Moreira Franco e Padilha, Fachin decidiu encaminhar o processo para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), mas a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou com recurso para que a investigação seja encaminhada à Justiça Federal. As punições são mais brandas na Justiça Eleitoral.

“Não há nenhum indício mínimo de que o Sr. Presidente da República tenha cometido ou ordenado o cometimento de qualquer ilícito penal. As imputações pairam no campo da mera imaginação da agravante”, sustenta a defesa de Temer, que protocolou a petição no STF em dezembro do ano passado, quando o emedebista ainda ocupava a Presidência da República.

A peça foi divulgada nesta semana no sistema do STF.

“Não há nenhum indício mínimo de que o sr. presidente da República tenha cometido ou ordenado cometimento de qualquer ilícito penal. As imputações pairam no campo da mera imaginação da agravante”, sustenta a defesa de Temer, ao rebater as acusações da PGR.

Mesmo ressaltando que Temer não “aderiu a nenhuma das imputações criminais” descritas pela Procuradoria, a defesa do ex-presidente diz que os fatos envolvendo os outros investigados são de natureza eleitoral, o que justifica o envio do inquérito ao Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Esse moribundo esta solto por ai, esta sem foro, cadê a justiça pra prender ele pra explicar sobre os milhões da mala do laranja loures, Cadê o moro? a Raquel Dodge?

  2. Esse moribundo esta solto por ai, esta sem foro, cadê a justiça pra prender ele pra explicar sobre os milhões da mala do laranja loures.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Equipe da Ufersa representa o Brasil em competição da Airbus

Foto: Eduardo Mendonça/Ufersa

Voando alto por meio de uma ideia inovadora. Foi assim que a equipe Flyby Ufersa obteve a aprovação para a segunda etapa da competição internacional Fly Your Ideas 2019 da Airbus. Na primeira etapa, 270 equipes de todo o mundo competiram, sendo a equipe da Ufersa a única representante brasileira selecionada para concorrer na segunda fase, na qual apenas 51 equipes foram escolhidas pela empresa francesa.

O projeto da equipe da Universidade concorre na categoria Cibersegurança e trata de um mecanismo de monitoramento de passageiros no aeroporto. A equipe é composta pelos estudantes de Engenharia Mecânica do campus sede, David Emerson da Silva Oliveira e Volney de Brito Torres, e de Engenharia Elétrica do campus sede Lêdson Led Freitas da Silva e Engenharia Elétrica do campus Caraúbas, Gleidson Leite da Silva, sob orientação do professor do curso de Engenharia Elétrica da Ufersa em Mossoró, Idalmir de Souza Queiroz Júnior, que atua como mentor acadêmico dos discentes. A competição Fly Your Ideas é realizada desde 2008 com o intuito de desafiar estudantes do nível superior a transformar o mundo da aviação com ideias inovadoras.

Segundo a Airbus, seus especialistas analisaram 270 ideias inovadoras. Ao todo, 941 estudantes participaram da primeira etapa, representando 72 países e 284 universidades. Os estudantes foram convidados a inovar em seis áreas principais, abrangendo Eletrificação, Serviços de Dados, Cibersegurança, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Realidade Mista. Na segunda rodada da competição, as equipes trabalharão em colaboração com seus mentores e com os mentores da Airbus para desenvolver suas ideias e destravar todo o potencial da equipe.

O resultado da segunda etapa da competição será divulgado em abril de 2019. Das 51 equipes selecionadas, seis irão avançar para a etapa final que vai acontecer em Toulouse, na França, na qual os estudantes terão a oportunidade de apresentar suas ideias a um júri de especialistas do setor aeroespacial. A equipe vencedora da competição receberá um prêmio de 25 mil euros. A competição conta com uma premiação total no valor de 45 mil euros.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

PF indicia jornalista por vazamento sobre fase da Lava Jato em que Lula prestou depoimento

A Polícia Federal (PF) indiciou o jornalista Francisco José de Abreu Duarte pelo crime de embaraço a investigação de organização criminosa, devido ao vazamento sobre a 24ª fase da Operação Lava Jato, na qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi levado coercitivamente a prestar depoimento.

O caso passou a ser investigado porque assessores do político teriam sido avisados de que a operação estava prestes a ser deflagrada. As informações eram sigilosas.

De acordo com as investigações, a auditora da Receita Federal Rosicler Veigel, que atuava na força-tarefa da Lava Jato, disse à PF que, em fevereiro de 2016, contou ao então namorado, Francisco Duarte, que uma “bomba” relacionada ao ex-presidente Lula estava prestes a acontecer.

O inquérito foi concluído pelo delegado da PF Filipe Pace em 16 de janeiro, mas só foi anexado ao sistema eletrônico da Justiça nesta terça-feira (22). Com o indiciamento, o inquérito segue para o Ministério Público Federal (MPF) que avalia se oferece ou não denúncia à Justiça.

O G1 tenta contato com a defesa de Francisco José de Abreu Duarte e de Rosicler Veigel.

Relembre o caso

Em 4 de março de 2016 Lula foi levado para prestar depoimento no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP).

Pouco mais de um ano depois, em 21 de março de 2017, o blogueiro Eduardo Guimarães, dono do Blog da Cidadania, foi conduzido coercitivamente à PF em São Paulo. Ele foi ouvido no inquérito da PF do Paraná que apurava o fato de Guimarães ter feito a divulgação antecipada da condução coercitiva de Lula na Lava Jato.

Após o início das investigações sobre o vazamento da operação, Rosicler Veigel disse que, quando comentou com o então namorado sobre a ação, tinha levado para casa cópias das decisões que teve acesso, sobre a operação em que Lula seria alvo.

No entanto, ela negou que tenha entregue os documentos a Abreu. A auditora disse que foi ele quem retirou os documentos da bolsa, sem que ela soubesse.

Francisco Duarte também prestou depoimento. Ele confirmou que vazou as informações sobre a operação para o blogueiro Eduardo Guimarães. No entanto, Duarte negou que as informações tenham partido de Rosicler e invocou o direito constitucional para proteger a fonte.

O ex-namorado da auditora afirmou ainda que, ao vazar as informações ao blogueiro, pediu que o Instituto Lula fosse avisado sobre a operação.

Em depoimento, Guimarães admitiu que foi Duarte quem lhe passou as informações. Ele também disse que passou todas as informações ao assessor do Instituto Lula, José Chrispiniano. O blogueiro ainda disse imaginar que o assessor tenha repassados as informações sigilosas ao ex-presidente.

À época, José Chrispiniano afirmou que é rotina de um assessor ser procurado por jornalistas para checagem de informações e que, no documento da Receita em que o blogueiro Eduardo Guimarães pediu para checar, não havia nenhum dado sobre busca e apreensão ou condução coercitiva.

Segundo Chrispiniano, o documento só tinha informações sobre quebra de sigilo fiscal e bancário.

O G1 tenta contato com a defesa do blogueiro Eduardo Guimarães.

Moro se declarou suspeito

A investigação estava sob a supervisão do ex-juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública.

Em 30 de maio de 2017, o então magistrado se declarou suspeito para seguir acompanhando o caso, devido a processos movidos pelo blogueiro Eduardo Guimarães contra ele.

Depois disso, o processo foi redistribuído para a 23ª Vara Federal de Curitiba, comandada pelo juiz Nivaldo Brunoni.

G1

Opinião dos leitores

  1. Perguntinha básica: e existe jornalismo faccioso e sectário? Jornalismo "desejoso" vá lá, o brasileiro até que já está (mal) acostumado. Mas o antijornalismo que o Blog da "Cidadania Canhota" faz não merece a menor credibilidade.

  2. O moro (juiz ainda) vazou, não podia nem devia por inúmeras razões , a polícia federal a mesma coisa, o ministério público isso, mas quem vai ser punido é um jornalista cuja função é divulgar as informações que recebe. Pare o mundo que quero descer.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Policiais Militares do 9° BPM realizam incursões em áreas de risco.

Policiais militares do 9° Batalhão realizaram, na tarde de hoje, patrulhamento em áreas de risco da Zona Oeste da Capital.

Segundo o comando do Batalhão, as ações visam aumentar a ostensividade e sensação de segurança.

Durante as abordagens, foram identificados vários condenados que cumprem suas penas em regime diverso do fechado. Contudo, contra nenhum havia mandado de prisão.

O Comandante da unidade destaca que operações dessa natureza serão rotina na área.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns aos guerreiros, mas, por outro lado, esse tipo de ação sequer deveria ser noticia, pois é para isso que a polícia existe.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

TRT-RN: Videoconferência interliga Varas de Ceará-mirim e de Lucas do Rio Verde (MT)

Parecia ser mais uma audiência de rotina, dentre as tantas agendadas para esta terça-feira (22), na Vara do Trabalho de Lucas do Rio Verde.

Na sala de audiências, estavam o juiz Juliano Pedro Girardello ao centro da sala, advogados, representantes da empresa reclamada e o trabalhador , que poderia ser visto e ouvido na tela de um computador.

Nesta audiência, em especial, o reclamante se encontrava fisicamente na Vara do Trabalho de Ceará-mirim, região metropolitana de Natal, Rio Grande do Norte, a 3.800 km de distância da sala do juiz matogrossense, cuja Vara está distante 350 km da capital Cuiabá.

O uso da tecnologia de videoconferência nas audiências da Justiça do Trabalho está cada vez mais comum, o que tem agilizado o tempo de tramitação dos processos, porque as testemunhas e partes teriam que ser ouvidas por meio de cartas.

Agora, as testemunhas que não se encontram pessoalmente nas salas de audiências podem prestar depoimentos em outras cidades do Brasil e até de outros países.

“O procedimento é uma inovação que representa um avanço para a Justiça do Trabalho, visto que agiliza as ações trabalhistas, além de diminuir os custos para as partes”, destaca Marcelo Pinto, diretor de Tecnologia da Informação do TRT do Rio Grande do Norte.

Para o advogado do empregado, Luiz Carlos Venturini, “a Justiça do Trabalho permanece demonstrando ser imprescindível à solução de conflitos no país, dando exemplo com soluções inovadoras que racionalizam os atos processuais e, por consequência, entregamo aos jurisdicionados uma solução célere e equânime.”

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Fórum de Davos começa com discurso de Bolsonaro. O que isso representa?

Começou nesta terça-feira, 22, e vai até 25 de janeiro em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. A reunião anual, que alcança o maior impacto na mídia em comparação com qualquer evento fora do mundo do esporte, corresponde à primeira viagem internacional de Jair Bolsonaro como presidente do País.

Bolsonaro, inclusive, discursou logo na abertura do evento que reúne a elite política e econômica global. Para o consultor empresarial Rilton Campos, a expectativa do mundo pelo discurso do presidente revela o quanto mudanças no País são aguardadas.

“O tema do fórum é Globalização 4.0 e, nos últimos tempos, temos visto um caminho inverso à essa proposta. Donald Trump, por exemplo, aumentou tarifas de importação, o que diverge da proposta de globalização. Bolsonaro navegou nessa onda de Trump. Mas, nesse discurso, ele disse que vai restabelecer a confiança dos investidores internacionais, e é isso que esperamos”, destacou Rilton Campos.

No discurso, Bolsonaro destacou a importância de o mundo acreditar no Brasil. Ele não mencionou reformas, mas afirmou que vai reduzir tributos no país. O presidente reiterou a determinação de avançar economicamente.

“Temos o compromisso de mudar a nossa história”, afirmou o presidente.

O Fórum Econômico Mundial deste ano tem como tema a ‘Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial’.

Em quatro dias de evento, o Fórum abordará ainda questões como geopolítica, o futuro da economia, cibersegurança, capital humano e sistemas industriais.

Opinião dos leitores

  1. O bolsodoido tinha 45 minutos para falar, usou 08 minutos. Um discurso a altura dos seus eleitores, vazio, inseguro e cheio de besteiras, tais como bolivariano, governo ideológico, isso funciona junto aos seus eleitores que usam apenas dois neurônios, não junto à autoridades, imprensa, etc acostumados a usar todos os neurônios disponíveis.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Para Mourão, o ‘único problema’ de Flávio Bolsonaro é o sobrenome

Hamilton Mourão disse agora há pouco, na chegada ao Planalto, que o único problema do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro é o sobrenome, relata o UOL.

“O único problema do senador Flávio qual é? É o sobrenome. Se o sobrenome dele fosse Silva…”, disse o presidente em exercício.

Questionado sobre as movimentações financeiras de Flávio, Mourão respondeu que é uma questão que cabe apenas ao senador eleito.

“O problema é dele [Flávio], né? Mas o que acontece? Há essa repercussão toda pelo sobrenome dele. Agora, assim como ele, tem mais outros 25 deputados lá da Assembleia Legislativa [do Rio de Janeiro] investigados por problemas similares.”

O Antagonista e Globo

Opinião dos leitores

  1. Lorota pura essa de que o problema de alguém seja o sobrenome. Se o primogênito do Messias Mitoso padece de algum problema, este é de caráter mefistofélico. Nada que uma boa e higiênica distância dos cofres públicos não resolva a longo prazo.

  2. Incrível como esse pessoal que foi eleito distribue desculpa esfarrapada como se o eleitor fosse concordar facilmente. Talvez, o eleitor do Bolsonaro concorde mais por não dar o braço a torcer e menos por convencimento.
    O que acontece é que o clã paladino da moral pública não poderia ter essa mancha nas "vestes republicanas".
    Não se vislumbra justificativa LÍCITA para quem transita pelas ruas do Rio de Janeiro com um monte de dinheiro e depois fazer 48 depósitos de 2 mil reais num caixa eletrônico quando todo mundo sabe que existem mecânismos mais rápidos e seguros de realizar os depósitos.
    Mourão é um homem inteligente.
    Sabe ludibriar os tolos.
    Pelo menos, seria um presidente mais capacitado do que o atual.

    1. O que deve ficar claro é que o COAF constatou que foram movimentado 740 milhões de reais suspeitos na ALRJ, desse o assessor de FB movimentou apenas 1 milhão e 200 mil, se comparado com os outros, foi um valor irrisório, entretanto faz nescessário saber se foi dinheiro de origem lícita, mas em termos de importancia, os valores dos que movimentaram mais, era pra ter dado mais ênfase, já que eram valores absurdamente maior que o de Queiroz. Mas, porque só exploraram o que movimentou valor menor? Ora, como Bolsonaro está reduzindo o gasto com publicidade nesses meios de comunicação em torno de 80%, e isso tá afetando a sobrevivência dessas empresas, então eles querem encontrar uma forma de dizer "você pode reduzir, nós quebrarem os, mas a sua vida virará um inferno", e é isso que está ocorrendo, todo dia uma denuncia, no dia posterior vê-se que não era bem assim, e assim será tratado todos ligados a Bolsonaro. Pra melhor entender, veja se eles fizeram o mesmo com luladrão, quem descobriu a roubalheira do pt, foi a lava-jato, e a família e os ligados ele, ninguém nem sabia. Agora a imprensa fica escacaviando todos os ligados a Bolsonaro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *