Esporte

Paquetá, do Fla, Pedro, do Flu, e mais novidades: veja convocados por Tite para os amistosos de setembro contra Estados Unidos e El Salvador

O técnico fez na manhã desta sexta-feira (17), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, a primeira convocação após a Copa do Mundo de 2018 para os amistosos da seleção brasileira contra Estados Unidos, no dia 7 de setembro, em Nova Jersey-EUA, e El Salvador, no dia 11, em Washington-EUA.

Entre os 24 convocados, seis são estreantes em convocações da seleção brasileira: o goleiro Hugo (sub-20, do Flamengo), o zagueiro Felipe (Porto), os meias Andreas Pereira (Manchester United), e Lucas Paquetá (Flamengo) e os atacantes Éverton (Grêmio) e Pedro (Fluminense).

Dos jogadores que estiveram na última Copa do Mundo, 13 voltaram a ser chamado por Tite: Alisson, Fágner, Filipe Luís, Marquinhos, Thiago Silva, Casemiro, Fred, Philippe Coutinho, Renato Augusto, Douglas Costa, Roberto Firmino, Neymar e Willian. O goleiro Ederson, que seria convocado, pediu liberação para a CBF alegando motivos pessoas e acabou sendo atendido pela comissão técnica da seleção.

Tite, que renovou contrato com a seleção brasileira até a Copa de 2022, começa agora um novo trabalho visando a Copa América de 2019, que será realizada no Brasil entre 7 e 30 de junho. Até o fim do ano, Tite fará ainda mais duas convocações para a seleção brasileira, nos dias 21 de setembro e 26 de outubro.

Para essa convocação, a comissão técnica decidiu poupar jogadores dos clubes que estão na semifinal da Copa do Brasil, convocando apenas um de cada clube. Assim, foram chamados Dedé (Cruzeiro), Fágner (Corinthians) e Lucas Paquetá (Flamengo), que devem perder o jogo de ida da semifinal no dia 12 de setembro, um após dia o amistoso contra El Salvador.

R7

Opinião dos leitores

  1. Thiago Silva?!?!?!?!?!?!? Fala sério?!?!?!?!? Ainda vai insistir no zagueiro chorão? Sacanagem pô!

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Jornalismo

SUPER REPORTAGEM: Como os governos Lula, Dilma e Temer torraram R$ 6 bilhões no devaneio de criar a BBC Brasileira

A Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) nasceu em outubro de 2007, durante o segundo mandato do governo Lula, com a proposta de ser a BBC brasileira: uma emissora de comunicação pública, que não se pauta por interesses comerciais e almeja ser algo além de mera porta-voz do governo federal. Hierarquicamente, foi criada abaixo da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, cujo chefe na época, Franklin Martins, tinha interesse estratégico em criar um concorrente à grande mídia, vista como hostil aos petistas.

Mais de uma década depois, a estatal consumiu R$ 6,37 bilhões dos cofres públicos em valores correntes, segundo levantamento exclusivo de ÉPOCA com base em dados do Ministério do Planejamento. Mesmo com esse aporte, a EBC está sufocada com gastos fixos com pessoal e custeio de seus prédios, sem margem para investimentos. Soma-se a isso uma inexplicada explosão de atestados médicos de funcionários, que somaram 3.061 de janeiro a julho deste ano, sendo que o quadro de servidores é composto de 2.307 pessoas.

Dos presidenciáveis, Geraldo Alckmin (PSDB) se pronunciou favoravelmente ao fechamento da empresa, embora seu governo tenha mantido ilesa a TV Cultura, emissora pública paulista. A mesma ideia volta a ser ventilada dentro do governo federal como solução para a estatal, numa retomada de um plano que chegou a ser discutido no Palácio do Planalto quando Michel Temer assumiu o lugar de Dilma Rousseff após o impeachment. Na ocasião, o principal objetivo era acabar com a TV Brasil, que, pela baixa audiência, logo ficaria conhecida como “TV Traço”.

Na TV Brasil e na Agência Brasil, emissora e agência de notícias vinculadas à estatal, o clima é de conflagração ideológica. Jornalistas afirmam que seus chefes censuram matérias críticas ao governo Temer e perseguem quem não segue uma linha editorial governista, praticando assédio moral. Por outro lado, gestores, sem se identificar, dizem que os repórteres “se comportam como se estivessem vivendo a última fase da revolução cultural de Mao” e se recusam a cobrir fatos negativos ao ex-presidente Lula.

Grande parte da situação atual se explica pelo fato de a EBC ter nascido, nas palavras do ex-presidente Nelson Breve, “sobre os escombros de outras instituições” — especificamente, a Radiobrás e a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp), que geria a TVE Brasil — e pela relação mal resolvida tanto com o governo petista quanto com o emedebista. Apesar do discurso de que seria uma empresa de comunicação pública, e não estatal, a EBC assumiu desde o princípio a produção da Voz do Brasil e da TV NBR, canais institucionais do governo, e manteve uma relação afinada com o Executivo.

A jornalista Tereza Cruvinel, ex-colunista de política do jornal O Globo, foi sua primeira presidente e criticou a “dualidade de tarefas” de comunicação pública e governamental que a empresa teve de encampar. “É prejudicial à percepção que se tem da EBC. Espero que, no futuro, esses serviços sejam separados”, disse a ÉPOCA. Para manter a isenção, havia duas ferramentas, segundo ela. A primeira era um mandato de quatro anos do diretor-presidente, garantindo que o nome não fosse trocado quando conviesse ao Executivo. A segunda era um conselho curador que definiria as linhas editoriais dos veículos e teria poder de destituir o chefe da estatal se ele se dedicasse mais à propaganda política do que ao serviço público.

Espaço onde ficam escritórios e estúdios de produção da Empresa Brasil de Comunicação é alugado – Ailton de Freitas / Agência O Globo

O primeiro conselho, porém, foi escolhido pelo próprio governo e incluía ministros de diversas pastas, como Gilberto Gil (Cultura), Fernando Haddad (Educação) e Franklin Martins (Comunicação Social), o último um dos principais idealizadores do projeto da empresa. Havia também nomes ligados à iniciativa privada, como José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni), ex-diretor da TV Globo, e o então professor de Direito Luiz Edson Fachin, depois nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A lei que criou a empresa previa que os nomes posteriores seriam escolhidos por meio de consulta pública. Na prática, contudo, as indicações criaram um feudo do Ministério da Cultura (MinC) e da Secom na empresa, sendo que os diretores e funcionários ligados ao MinC acabaram saindo gradualmente nos dois primeiros anos após a criação da EBC. Alguns pediram demissão. Outros, como Leopoldo Nunes, ex-diretor de programação, foram demitidos.

Com a influência da Secom sedimentada, a TV Brasil logo foi apelidada de “TV do Lula” pela oposição, embora Cruvinel negue que tenha havido apadrinhamento político na emissora. “Os cargos comissionados sempre foram indicados pela diretoria com base em quem fosse um profissional adequado para a área, seja jornalismo ou audiovisual”, afirmou. “Não estou dizendo que todo mundo no governo Lula compreendia a EBC. Havia gente que não compreendia, e tínhamos de explicar que era uma empresa pública, não do governo.” Para Cruvinel, a oposição nunca provou que o órgão era aparelhado ou chapa-branca. “Agora (na gestão Temer) é que é.”

Segundo Eugênio Bucci, professor de jornalismo na Universidade de São Paulo (USP) que presidiu a Radiobrás no primeiro governo Lula, o conselho curador era “meramente decorativo”, já que as decisões orçamentárias sempre foram tomadas pelo conselho de administração, formado por membros dos ministérios. “No Brasil, nunca tivemos nada próximo do que precisa ser a comunicação pública”, afirmou Bucci. “Aqui, todas as emissoras públicas, com algumas exceções, copiam as emissoras comerciais e têm uma orientação de defesa do governo. São governistas. Isso é a antítese da comunicação pública.” No governo Lula, nos programas de entrevista da TV Brasil, ganharam protagonismo — e verba — jornalistas abertamente simpáticos ao governo, como Luis Nassif, e cientistas políticos militantes de esquerda, como Emir Sader.

Entre 2010, último ano de Lula, e 2011, primeiro ano de Dilma, o investimento da estatal chegou a R$ 130 milhões por ano, o maior valor de sua história. O capital foi destinado à compra de equipamentos de produção e transmissão de rádio e TV — grande parte da herança das rádios e TVs regionais da Radiobrás e da Fundação Roquette Pinto estava sucateada. Mas a audiência da TV Brasil nunca decolou, o que lhe rendeu o apelido de “TV Traço” — o termo é usado para se referir ao intervalo entre 0,0 e 0,2 ponto no Ibope. Em janeiro de 2018, essa taxa equivalia a até 49.700 domicílios no Painel Nacional de Televisão (PNT). Na semana passada, a EBC alardeou que a audiência da TV Brasil cresceu 64% nos últimos dois anos. Em julho de 2016, a emissora marcava 0,19 ponto de audiência. Em julho último, registrou 0,31 ponto — acima, portanto, do intervalo considerado como traço de audiência. Passou, assim, para a posição de décima emissora mais vista do país — motivo de comemoração pela direção da empresa.

“Quando viram que não tinha colado chamar a TV Brasil de chapa-branca, começaram a pegar nisso da audiência. Primeiro veio o terror do chapa-branquismo, depois a cobrança por audiência”, afirmou Cruvinel, fazendo uma série de ressalvas à baixa penetração da emissora. “Audiência é importante, sim, até porque tem dinheiro público envolvido. Mas é o objetivo fundamental de uma TV comercial, que vive de publicidade. O objetivo de uma TV pública é oferecer programação complementar, educativa, informativa e formadora da cidadania.” Em 2009, uma pesquisa do Datafolha indicou que só 34% dos brasileiros sabiam o que era a TV Brasil, mas que 80% de seus espectadores qualificavam a programação como boa ou ótima. Em 2010, a TV passou a transmitir a Série C do Brasileirão, o que ajudou a superar o “traço” em algumas ocasiões.

No governo Dilma Rousseff, em outubro de 2011, Cruvinel teve um atrito com o conselho curador por uma questão editorial. A TV Brasil e a Rádio Nacional de Brasília transmitiam missas e cerimônias cristãs, outra herança dos veículos incorporados pela EBC em 2007. Cruvinel acreditava que, por ser pública, a EBC não podia promover uma religião específica. O conselho discordava. O embate chegou à Justiça e ao Senado Federal, e Cruvinel disse que os curadores estavam promovendo uma desqualificação de sua gestão. A defesa dos religiosos acabou prevalecendo, e a missa aos domingos é transmitida até hoje pela TV Brasil.

Cruvinel negou que esse tenha sido o motivo de sua saída, que ocorreu em seguida, no fim de seu mandato de quatro anos. Em seu lugar, entrou Nelson Breve, antes secretário de Imprensa do governo Lula. Ele assumiu com o compromisso de que a TV Brasil deixaria de ser a “TV Traço” — o que foi cumprido com a programação esportiva e a cobertura do Carnaval, por exemplo — e defendeu a programação religiosa na emissora. Em sua gestão, foi realizado um concurso para substituir cerca de 1.500 funcionários dos antigos veículos, que não eram concursados, regularizando a situação da estatal. A maioria dos funcionários que estão na empresa hoje foi contratada nessa leva.

“Avaliamos depois que esse concurso não foi feito da melhor forma”, disse Breve. “Estávamos trocando profissionais com muita experiência por profissionais com pouca experiência, e sem uma estrutura dentro da empresa para formar essas pessoas”, afirmou. Um dos problemas apontados é que, no concurso, os jornalistas não foram avaliados pelo currículo, por trabalhos já publicados nem por prova de redação. O jornalista Ricardo Melo, que depois seria presidente da empresa, disse que estranhou o perfil “concurseiro” dos profissionais quando entrou na EBC em 2015. “Não é para reclamar do corpo de funcionários, me dei bem com eles. Mas havia gente que não tinha afinidade com a área de comunicação, queria só ser concursado.” Depois do concurso, a estatal foi de um quadro de 1.476 funcionários para 2.412 em 2013. Era difícil gerir esse contingente, já que a EBC é formada por três canais de TV, nove rádios e uma agência de notícias, a Agência Brasil, cada uma com uma herança administrativa diferente.

A estrutura vagarosa de empresa estatal também prejudicava a cobertura jornalística, relatou Melo. Se acontecesse um desastre em uma cidade afastada, era preciso abrir uma licitação para fazer a viagem, por exemplo. “Quando eu era diretor de jornalismo, tinha um chefe de gabinete, quatro assessores e uma secretária. Não fazia sentido essa rigidez ministerial em uma empresa de notícias”, disse. Cruvinel concordou com a crítica. “Se um diretor de um programa precisa de um vaso de flores, não tem como tirar o dinheiro de uma gaveta para comprar, precisa abrir licitação.” Ela disse que, se soubesse que o modelo de estatal era tão engessado, teria sugerido que a EBC tivesse outro arranjo, como o de organização social.

As despesas com pessoal saltaram de 35% dos gastos da empresa, em 2008, para 54% em 2014. Nos bastidores, a percepção era que a presidente Dilma dava menos importância que Lula à estatal. “Os repasses se mantiveram no mesmo nível, mas houve um crescimento vegetativo do funcionalismo que foi pressionando o orçamento de investimentos”, explicou Breve. O investimento caiu pela metade de 2011 para 2012 e nunca retomou o nível inicial.

Integrantes da EBC avaliaram que a então presidente Dilma Rousseff deu menos importância à estatal do que Lula, que nomeou a jornalista Tereza Cruvinel como sua primeira presidente – Gustavo Miranda / Agência O Globo

Para compensar o aumento de custos fixos, Breve participou de longa batalha para que a empresa pudesse usar os recursos da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública, um tributo do setor de telecomunicações criado em 2008 para garantir independência financeira à EBC. As operadoras de telefonia entraram com uma ação em 2009 para não pagar a contribuição e passaram a depositar os valores devidos em juízo. Em 2013, o valor represado que poderia ser usado pela estatal chegava a R$ 1,37 bilhão. Breve conseguiu acesso aos recursos da TIM, o que equivalia a R$ 321 milhões, mas, ao mesmo tempo, a empresa perdeu receita do Tesouro prevista na Lei Orçamentária Anual para 2014 — com isso, a expectativa de aumentar a verba naufragou.

“Foi um cochilo da assessoria da empresa que estava acompanhando isso no Congresso”, disse Breve. Ele chegou a pensar em renunciar, desgastado com a briga para liberar dinheiro para a empresa. “No mundo desenvolvido, a comunicação pública é entendida como uma coisa importante. A BBC funciona porque recebe verba.” A contribuição paga pelos cidadãos britânicos à BBC leva 3,7 bilhões de libras, cerca de R$ 19 bilhões, ao caixa da empresa todo ano. Alguns, como Eugênio Bucci, relativizam esse problema orçamentário. “Não é tão pouco dinheiro assim (da EBC). O problema é a má gestão. Basta comparar com o faturamento da Band ou o do SBT.” Em 2017, foram de, respectivamente, R$ 350 milhões e R$ 800 milhões.

As acusações de que a empresa era aparelhada pelo governo petista não cessaram. Em 2012, a empresa de Mônica Monteiro, namorada de Franklin Martins, venceu um edital de R$ 2,39 milhões para produzir a segunda temporada da série Nova África para a TV Brasil. Era o maior valor contratado pela estatal até então. Na primeira tentativa, o concurso teve de ser cancelado porque o envelope com a proposta da Cine Vídeo já tinha sido aberto antes da sessão de julgamento, o que levantou ainda mais a suspeita de irregularidades. A EBC afirmou, em sua defesa, que uma goteira pingou sobre o envelope da empresa da namorada de Martins, obrigando sua abertura antecipada. Martins, então já ex-ministro, negou que tivesse interferido em favor de Mônica Monteiro. Procurado, ele não quis dar entrevista a ÉPOCA.

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. "A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na retaguarda para ver". Bertrand Russell. O blog está bem de comentaristas.

  2. Vou pedir pra ONU mandar lula devolver esse dinheiro torrado e os 100 bilhões roubados quando ele era presidente. Oba!

  3. Qual a diferença dessa EBC para TV assembleia do nosso estado, nenhuma todas são feita para gastar dinheiro publico e contratar apadrinhados políticos.

  4. É muito roubo, gente!! Quanto bandido, onde esses ratos enfiam tanto dinheiro, como pode isso, enquanto isso falta dinheiro para educação, saúde e segurança. Esses bandidos merecem fuzilamento em praça pública…REVOLTANTE!!e esse Franklin Martins está solto pq?

  5. Por isso que Lula
    Não sai da mídia e muito jornalista comprado muitos artistas comprado
    São todos articulados pelo pt
    E VIVA O BRASIL

  6. A BBC foi criada depois de todo planejamento do PT para ter um canal oficial para venda de versões e cargos para jornalistas da esquerda alinhados com o partido. O aparelhamento foi tão grande, que até hoje, depois de 18 meses de governo Temer o PT ainda manda na BBC.
    Essa desperdiçadora de recursos públicos tem que ser investigada, ela é um alojamento de funcionários fantasmas e que vivem de licença médica. Mais um paraíso que paga a quem não trabalha, na linha adotada pelo PT em seus 13 anos de desgoverno imoral.
    São esses que querem a volta do ex presidente condenado e vão a passeatas em prol da libertada de presidiário
    Fechar é pouco, tem que ser investigada, tem muita denúncias sobre ela

  7. Interessante. TORRA-SE R$6.000.000.000,00 (seis bilhões de Reais) numa farra homérica e, ao que parece, ninguém diz nada. Atenção Ministério Público.

  8. É praticamente um Modus Operandi:
    a) anuncia-se a criação de um empreendimento, sob o pretexto de defender a soberania nacional/integração do Brasil a países emergentes/independência em determinada atividade/avanço socais;
    b) anunciam-se aportes bilionários (do Tesouro, empréstimos de bancos oficiais e aportes de fundos de pensão).
    c) tudo com muito marketing (nosso governo pensa no Brasil…. os outros são entreguistas malvados);
    d) quando vc vai fazer o balanço final, viu que não se cumpriu nem 1% do prometido, mas o que teve de companheiro (e empresário da laia) lavando a burra, não tá no gibi;
    e) com os bolsos cheios, resta sair culpando a mídia, os americanos, o Judiciário, azelites pelo fracasso.

    Tem ene exemplos desse algorítimo petista.

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Saúde

Parnamirim realiza Dia D de vacinação contra pólio e sarampo neste sábado

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) realiza neste sábado (18) o Dia D de vacinação contra o Sarampo e a Poliomielite. A abertura oficial acontecerá na Unidade Básica de Saúde do bairro de Primavera, a partir das 8h.

Até às 17h todas as 29 unidades de saúde do município estarão abertas para atender a população. De acordo com a secretaria de saúde, a campanha visa atingir 13.300 crianças de 1 a menos de 5 anos e a meta é chegar a pelo menos 95% delas.

A campanha tem por objetivos: vacinar quem nunca tomou a vacina; completar todo o esquema de vacinação de quem não tomou todas as vacinas; dar uma dose de reforço para quem já se vacinou completamente (ou seja, tomou todas as doses necessárias à proteção).

O último caso de sarampo no município foi registrado no ano de 1994. De lá para cá a doença foi controlada. Mesmo assim, a técnica responsável pela imunização, Nicélia dos Santos, explica que é muito importante que o maior número possível desse público-alvo seja vacinado. A campanha segue até o dia 31 deste mês.

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Saúde

Pesquisa indica que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente

Pesquisa demonstra a dificuldade que pessoas que perderam dentes encontram para ter qualidade de vida – Tânia Rêgo/Agência Brasil

A perda de dentes é o segundo fator que mais prejudica a qualidade de vida de pessoas entre 45 e 70 anos, segundo dados de pesquisa que ouviu 600 latino-americanos, entre eles 151 brasileiros. O estudo Percepções Latino-americanas sobre Perda de Dentes e Autoconfiança, feito pela Edelman Insights, destaca ainda que, para 32% dos entrevistados, a perda de dentes os impede de ter um estilo de vida saudável e ativo.

De acordo com o estudo, no Brasil, 39 milhões de pessoas usam próteses dentárias, sendo que uma em cada cinco delas tem entre 25 e 44 anos. A pesquisa ressalta ainda que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente e 41,5% das pessoas com mais de 60 anos já perderam todos.

Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados disseram que a perda de dentes deixou a aparência do seu rosto pior; 43% afirmaram que a perda de dentes lhes atrapalha namorar ou paquerar; e 21% disseram que a condição lhes impediu de fazer novos amigos. Sobre autoestima e fala, 38% dos entrevistados manifestaram se sentirem mais inseguros para ir a festas e eventos sociais; e 41% relataram mais dificuldade na pronúncia das palavras após a perda de dentes.

“É preciso compreender as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que perderam os dentes e ajudá-las a encontrar um bom especialista que as auxilie na escolha de uma prótese adequada, de boa qualidade. O objetivo é que os pacientes tenham acesso à informação e conheçam os melhores produtos disponíveis no mercado para confecção, fixação e limpeza da prótese”, destacou a odontogeriatra Tânia Lacerda, integrante da Câmara Técnica de Odontogeriatria do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.

Agência Brasil

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Segurança

Cadeia Pública de Ceará-Mirim é aberta nesta sexta e recebe os primeiros presos

Aberta oficialmente nesta sexta-feira(17), a Cadeia Pública de Ceará-Mirim, na região Metropolitana de Natal, com capacidade para 603 internos, recebeu os primeiros detentos durante a madrugada, transferidos de outros presídios do estado.

Construída para abrigar presos provisórios, a unidade prisional é dividida em três pavilhões, com 24 celas cada. Nela, destacam-se módulos especiais para ensino, saúde, visitas íntimas, tratamento de dependentes químicos e carceragem adaptada para pessoas com deficiência física.

A Cadeia Pública de Ceará-Mirim custou R$ 22.267.903,75.

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Diversos

Associação de Praças de Mossoró oferece recompensa de R$ 1 mil para quem informar paradeiro de criminosos responsáveis pela morte de PM

A Associação de Praças da Polícia Militar de Mossoró e Região (APRAM) está oferecendo recompensa de R$ 1 mil por informações que levem ao paradeiro dos responsáveis de executarem na noite dessa quinta (16) o Soldado PM Ildônio José da Silva.

O policial foi covardemente assassinado quando se deslocava da cidade de Caraúbas para Mossoró num ônibus de universitários. A entidade garante o sigilo do denunciante e as informações podem ser repassadas através dos números que seguem.

Disque Denúncia 181 ou 98132 6057
Delegacia de Caraúbas (84) 33372305
Polícia Militar 190 ou 996805322

Com informações da Assessoria de Comunicação APRAM

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Clima

Volume de chuva registrado em 2018 é o melhor dos últimos 7 anos no RN

ASSECOM/EMPARN

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), fez o levantamento do período chuvoso em todas as regiões do Estado. Com o fim do mês de julho, praticamente o ano pluviométrico de 2018 chegou ao final, tanto para o semiárido potiguar, como para as regiões do Leste e Agreste. Numa análise realizada pela Unidade de Meteorologia da EMPARN, é possível dizer que em relação as chuvas ocorridas no período de 2012 a 2017, quando tivemos predominância de seca na maior parte do Estado, o volume de chuvas nesses 6 anos, ficou 35,9%, abaixo da média para o Estado que é de 758,3 milímetros no período de janeiro a julho. Destaque para o ano de 2012, que choveu apenas 378,6mm, volume que ficou 53,4% abaixo da média. O ano de 2018 apresentou um comportamento pluviométrico melhor, mesmo com algumas microrregiões apresentando chuva abaixo da média, do volume normal para o período. No balanço para o Estado, o acumulado entre os meses de janeiro a julho de 2018 ficou em 734,6mm, um volume bem próximo da média esperada que é de 758,3mm.

Segundo o meteorologista da EMPARN, Gilmar Bristot, “ o volume de chuvas registrado neste ano, possibilitou a recuperação parcial do volume armazenado nos principais reservatórios do Rio Grande do Norte, amenizando de forma significativa o problema no abastecimento de água em muitos municípios do interior do Estado”. O destaque positivo, onde choveu acima da média, fica por conta das microrregiões de Macau (35%), e do Médio Oeste (20,2%). Enquanto que o destaque negativo, onde choveu abaixo da média, fica for conta das microrregiões da Serra de São Miguel (-19,3%), Seridó Oriental (-13,3%), Borborema Potiguar (-16,4%) e o Agreste Potiguar com -16,0%.

Obs: A Média climatológica utilizada neste estudo, refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2006

Média de chuva e volume acumulado de 2012 a 2018

 

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Diversos

Ativar o modo soneca do despertador pode te deixar mais cansado, diz estudo

Ficar mais 10 minutos na cama pode parecer tentador, mas também é prejudicial à saúde; veja como a inércia do sono pode atrapalhar seu dia

shutterstock

Acordar cedo com o som do alarme depois de passar por uma noite de sono conturbada faz com que a opção “soneca” do despertador pareça ainda mais tentadora, não é mesmo? Mas, de acordo com especialistas, garantir alguns minutos extras na cama depois de já ter acordado pode não fazer bem para sua saúde como você imagina.

Profissionais do Sleep Clinic Services, um centro médico em Brisbane, na Austrália, afirmam que adiar o alarme do despertador pode ser extremamente prejudicial, por fazer com que tanto o corpo quanto o cérebro fiquem confusos, causando o que eles chamam de inércia do sono.

Esse fenômeno nada mais é do que a conhecida sensação de tontura que muitas pessoas têm quando acordam pela manhã. Segundo um estudo australiano realizado pela Universidade de Victoria, a inércia do sono pode durar de 15 a 30 minutos, e afetar funções cognitivas, como a percepção, atenção e memória.

No entanto, de acordo com pesquisa realizada pelo Hospital Brigham and Women, em Massachusetts, nos Estados Unidos, essa inércia pode durar de duas a quatro horas se a pessoa acordar durante o ciclo de sono precoce ou durante o sono profundo.

Para os pesquisadores, quando o modo soneca é ativado e a pessoa volta a dormir, podem ser liberados hormônios que levam o corpo a pensar que está prestes a cair em um sono profundo outra vez. Dessa forma, quando o indivíduo é abruptamente acordado depois de meros 10 minutos, o corpo e a mente acabam ficando confusos.

Neil Robinson, especialista em sono da fabricante de camas Sealy, explica como pressionar o botão soneca pode afetar negativamente o resto do dia.

Evite o modo soneca do despertador

“Acordar sentindo-se revigorado depois de uma ótima noite de sono é algo com que todos sonhamos”, afirma ele. “No entanto, a maioria de nós está cometendo erros comuns que estão nos impedindo de obter um descanso de alta qualidade – o que nos torna mais propensos a acordar ainda mais cansados do que quando fomos dormir”.

Robinson explica que ao cochilar por mais 10 minutos, o corpo entende que ele está sendo colocado em um novo ciclo de sono. Ao ser rapidamente interrompido, é possível que os efeitos sejam sentidos pelo resto do dia.

Em setembro passado, o professor neurocientista Matthew Walker revelou suas principais dicas para garantir um despertar o mais descansado possível depois de uma noite de sono. Além de evitar o botão soneca do despertador , ele recomenda o consumo de café descafeinado e evita os cochilos ao longo do dia.

IG

 

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Diversos

Em homenagem a Luís Benes, Erick Pereira lança livro sem autografar

O advogado Erick Pereira lançou ontem à noite, na UFRN, o livro “Manual Esquemático das Eleições 2018”.

Em respeito a Luís Benes, falecido esta semana vítima de um sequestro-relâmpago, não autografou os livros. O jovem era amigo dos seus filhos.

Na ocasião, houve a palestra do juiz eleitoral Gustavo Smith e foram vendidos 182 livros e com isso arrecadado 122 pacotes de fraldões geriátricos e R$ 1.050 em dinheiro para o Juvino Barreto.

O evento foi bastante prestigiado com políticos, magistrados, advogados e muitos estudantes.

Erick Pereira disse na abertura do evento: “A maior das dores pode ser apenas intuída, pois os pais sempre sonham muito mais o futuro dos seus descendentes do que os seus próprios filhos.”

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Diversos

Em palestra de gestão, Anitta ensina a ser malandra e poderosa

Palestra de Anitta no Conarh 2018 (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), com o moderador Ricardo Mota, superintendente da ABRH-Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) – Paulo Guimarães/Pinguim Pictures/Divulgação

Diante de mais de 2.000 pessoas, a cantora Anitta encerrou sua palestra nesta quinta (16), em São Paulo, no Conarh (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas) com um conselho aos gestores: ouçam menos aquilo que é dito em reuniões e passem mais tempo nas ruas, no metrô e nas festas —ou onde seu público estiver.

“Quase nunca o que eu via na rua era o que ouvia nas reuniões, porque as pessoas dizem ali dentro o que é interessante para elas. Você tem que ser inteligente para filtrar essas informações”, afirmou.

Observar mais as pessoas é um jeito de descobrir novos projetos que valem o risco, em vez de apostar apenas nas últimas tendências do mercado.

“Quando a pessoa se prende nos limites daquilo que já foi feito antes, cria barreiras para crescer”, disse.

Anitta citou como exemplo sua aposta, mesmo sem muito apoio das rádios e de sua gravadora, nos lançamentos com Maluma e J. Balvin, cantores colombianos de reggaeton.

No primeiro caso, ela aumentou o investimento em divulgação, com capital do seu escritório, para vencer a resistência das rádios em colocar no ar a música “Sim ou Não”, por causa dos trechos em espanhol.

Para recuperar rápido o dinheiro, sua equipe passou a caçar parcerias nas quais Anitta usava sua audiência nas redes sociais para impulsionar outros cantores, que custeavam o resto da divulgação.

“Passei algum tempo sem lançar singles só meus, mas economizei e pude lançar ‘Paradinha’”, disse a cantora, que falou por uma hora e 15 minutos para o auditório lotado —parte do público acompanhou a conversa sentado no chão.

Já com o single “Downtown”, com J. Balvin, os executivos da gravadora diziam que aquele tipo de música não estava na moda e não seria bem aceita pelo público. “Consegui fazer do meu jeito, mas com a minha grana.”

Isso não significa, diz Anitta, que vale bancar qualquer ideia sem muita reflexão. “Converso com outras pessoas para saber se não estou viajando, porque ousadia é bom, mas preciso saber onde coloco a mão”, afirmou.

Para discutir essas questões com sua equipe, a cantora diz não gostar de reuniões e preferir áudios enviados em aplicativos de mensagem.

“Me incomoda ter que decidir tudo nesses encontros. Vamos ser práticos, ninguém precisa de tanto protocolo para fazer as coisas”, disse.

No final do bate-papo, o mediador Ricardo Mota, superintendente da ABRH-Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos), selecionou perguntas que a plateia, composta por executivos de RH jovens e veteranos, enviou antes da conversa.

Folha de São Paulo

 

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Diversos

IMAGENS FORTES – (VÍDEO): Enfermeira que atropelou cães no MA diz que não foi com intenção

Carro atropela dois cachorros em São Luís; Vídeo repercute nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram ).Vídeo aqui

Em depoimento na Delegacia Especial do Meio Ambiente (Dema), a enfermeira Ana Gisella Athan disse que não queria atropelar os cachorros Peppe e Dukeza, mas apenas afastá-los de pessoas que estavam na rua, no Residencial Pinheiros, em São Luís, na última terça-feira (14). Ela se apresentou de forma espontânea, acompanhada de advogados, na tarde desta quinta-feira (16), prestou depoimento e foi liberada para responder o processo em liberdade.

A delegada Caroliny Fernanda dos Santos Santana foi quem tomou o depoimento da enfermeira. A justificativa apresentada foi de incidente e não de atropelamento deliberado. “A versão apresentada por ela é que não tinha intenção de maneira alguma de matar os animais, mas que ela estava acompanhando os cachorros, pois estariam avançando em algumas pessoas e a intenção dela era só afastá-los”, disse a delegada.

Ana Athan deve responder pelos crimes de maus tratos dos animais, agravados pela morte de um deles, mas ela vai responder em liberdade.

“Ela foi ouvida e liberada, pois ela não foi presa em flagrante. A pena pelo crime que ela está sendo investigada, que é de maus tratos, é de um ano. No caso como houve a morte do animal, a pena sobe para um ano e dois meses. O procedimento que se faz é um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). As partes são ouvidas e testemunhas são ouvidas e o procedimento é encaminhado para o juizado, onde haverá uma audiência com o juiz”, explicou a delegada.

A dona dos cachorros, a professora Leila Cristina Oliveira está em Salvador-BA concluindo curso de doutorado, mas pessoas da família devem ser ouvidas na Delegacia Especial de Meio Ambiente.

Entenda o caso

Imagens de câmera de segurança de uma residência no bairro Residencial Pinheiros, em São Luís, mostram o momento em que uma mulher atropela dois cachorros. O caso foi registrado na terça-feira (14), mas só nesta quinta-feira (16) o vídeo viralizou nas redes sociais e causou revolta nos internautas.

No vídeo, o condutor aparece em um veículo de cor prata acelerando e passando por cima dos animais, que são da raça pastor alemão. Após o atropelamento, é possível ver o carro indo embora. Em seguida, os cachorros aparecem nas imagens sangrando e mancando. Um dos cachorros morreu e um outro, chamado ‘Peppe’, sobreviveu, mas teve várias fraturas.

Após a divulgação das imagens, o caso repercutiu e causou revolta por parte dos internautas. Nas redes sociais, as cantoras Anitta e Preta Gil, o humorista Marcelo Adnet e a atriz Giovanna Ewbank foram algum dos artistas que se manifestaram sobre o atropelamento dos dois cachorros.

G1

 

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Acidente

Morte por atropelamento em Neópolis: TJRN mantém condenação em caso de crime de trânsito

Os desembargadores que integram a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN julgaram mais um caso de crime de trânsito e mantiveram a condenação imposta pela 15ª Vara Criminal de Natal a Alecsander Tostes de Lucena pela prática de homicídio culposo, por ter atropelado e causado a morte de Maurício José de Medeiros, no dia 1º de dezembro de 2012, na BR-101, em Neópolis, Natal.

No recurso de Apelação Criminal o acusado alegou, dentre outros pontos, que o atropelamento ocorreu por culpa da vítima e alegou ausência de provas.

Condenado em primeira instância a dois anos e oito meses de detenção em regime inicial aberto e foi proibido de dirigir por um período de dois meses e vinte dias, Alecsander também recorreu da dosimetria da pena aplicada. A penalidade se deu com base no artigo 302, parágrafo único, da Lei 9.503/97, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Conforme os autos, o denunciado conduzia o veículo pela BR 101, no sentido Natal/Parnamirim, de forma desatenta, quando, “tardiamente”, visualizou a vítima que atravessava a via, o que lhe impediu de adotar, segundo o Ministério Público, os meios eficazes para frear o seu veículo e evitar o atropelamento.

De acordo com a denúncia do MP, após a colisão o denunciado empreendeu fuga sem prestar qualquer socorro à vítima, contudo, foi identificado como o autor do delito, após policiais localizarem o veículo escondido na residência de Anderson Tostes de Lucena, irmão do acusado.

(Apelação Criminal n° 2017.020497-8)
TJRN

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Política

Vexames de Carlos Eduardo em primeiro debate levantam dúvida sobre capacidade de governo

No debate que a Band Natal realizou na noite dessa quinta-feira com os candidatos ao governo do RN, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, renegou a trajetória e o sobrenome, de Alves.

Referido pelos adversários pelo nome em que fez política, Carlos Eduardo logo mostrou incômodo com a referência, afirmando que, apesar de ser Alves, tinha sua própria história. Na edição eleitoral desde ano, o palanque de 2014 que foi rejeitado pela população se reedita pelo nome do ex-prefeito de Natal.

Com o temperamento que lhe é peculiar, as derrapagens logo apareceram.

Ao se referir a Breno Queiroga, preferiu o chamar de candidato do Solidariedade. Não sabia seu nome.

Nos bastidores, ao ser abordado pela jornalista Thaisa Galvão, disse que não concede entrevistas a blog. Só falou, então, depois que foi alertado pelo vice, Kadu Ciarlini, de que a jornalista estava transmitindo ao vivo. Foi então que ele ensaiou algumas palavras sobre sua expectativa para o debate.

Ao se dirigir ao jornalista Diógenes Dantas, Carlos Eduardo, que tanto brigou no início do programa para esclarecer a questão do sobrenome, deu ao diretor do nominuto.com outra referência: Diógenes da Cunha.

No debate, mostrou seu desconhecimento para além de Natal ao transportar entre duas cidades uma das maiores intervenções hídricas do RN e do Nordeste, a barragem de Oiticica. Situada em Jucurutu, saiu da boca do ex-prefeito de Natal como endereçada em Caicó.

As tolices teriam passadas despercebidas se cometidas por Heron Bezerra (PRTB), mas esse não tem a experiência e o currículo que o ex-prefeito de Natal carrega como credencial para a disputa deste ano.

 

Opinião dos leitores

  1. Rapaz pelo debate Robson se saiu melhor que eu esperava , Carlos Alves esta com a polícia batendo não porta ,Fatao em 4 anos como Senadora fez uma repasses de 13 mil para segurança do RN ! Essas 1200 obras do governo eu não sabia

  2. Rapaz pelo debate Robson se saiu melhor que eu esperava , Carlos Alves esta com a polícia batendo não porta ,Fatao em 4 anos como Senadora fez uma repasses de 13 mil para segurança do RN ! Essas 1200 obras do governo eu não sabia

  3. Pessoal,vamos cobrar com força quem fazem as leis principamente senadores e deputados federais,que na minha opinião câmara federal era para não mais existir.

  4. Pessoal,li todos o comentários,mas sempre esquecemos de culpar quem fazem as leis devemos bater forte em nossos deputados federais que nada fazer para ajudar o país.

  5. Pobre Rio Grande do Norte.
    Parece que está condenado à pobreza e ao infortúnio por muito mais tempo, em virtude da baixíssima qualidade dos candidatos.
    O "motor de desenvolvimento do RN" continuará tendo a mesma potência de 50 cc de uma Traxx.

  6. Dos 3 principais postulantes, penso que o Carlos Eduardo é a melhor opção. Robson é o retrato do desgoverno, já o PT, na prática afundou o país.

  7. Realmente, as opções são péssimas mas alguém sairá eleito. Portanto, todos temos a enorme obrigação de buscar entre esses dai o "menos ruim". E isso nunca esteve tão evidente quanto nessa eleição. E a situação do estado é caótica: crise financeira que se arrasta já faz muito tempo, serviços públicos de má qualidade, máquina pública "inchada", déficit público, aposentadorias dos servidores ameaçadas por falta de recursos para bancá-las, INsegurança generalizada, educação precária, saúde pública idem, empresas abandonando o estado, classe política desunida… Diante desse quadro desalentador, penso que a pior candidata seja justamente a que lidera as pesquisas. Não enxergo nessa senhor a competência necessária para enfrentar essa situação. Ademais, o seu partido tem se mostrado uma catástrofe administrativa e um antro de corrupção (desde o chamado Mensalão estamos vendo isso). O RN está precisando de competência, honestidade e muito, muito trabalho. E, me perdoem, mas não consigo enxergar nada disso no PT e nessa senhora. Quanto aos outros dois, a escolha não é nada fácil. Triste RN sem sorte.

    1. Votar em candidato honesto e /ou sem processo?
      Porém, se usar o mantra repetido a exaustão pelos Bolsominio como vc, Fátima é a única dos três sem nenhum processo nas costas. E assim, a candidata, pelos critérios que vcs tem usado para justificar o voto no Bolsonaro, é a indicada.
      Senão teremos que entender que esse critério só serve pra uns e outros não.
      É isso que entendi?

  8. Está muito fácil decidir o candidato a governo do RN, vejamos:
    Robinson – dispensa comentários. Seu desgoverno fala por si.
    Carlos Alves – representa todo o atraso histórico do nosso estado. Além disso, seu desgoverno em natal também fala por si.
    Fátima – sua maior proposta é soltar uma pessoa que foi condenada pela justiça e esta cumprindo pena.
    Pronto agora é só olhar entre os que restam.

  9. Não entendo um fato.
    Estamos vivendo gravíssima crise de segurança pública e a candidata a frente nas pesquisas é do partido que mais se destaca na defesa dos direitos…. dos bandidos.
    Como um povo pode ser tão contraditório?
    Adianta ter escola boa, se seu filho morreu vítima de assalto?
    Adianta ter hospital de primeiro mundo se seu esposo usará apenas o setor do necrotério?
    Quem acha que a PM não faz o suficiente pode esperar que num governo assim ela vai ser obrigada a andar de ré.
    Estou errado?

    1. Na verdade, amigo, será que alguém acha mesmo que essa senadora reúne as condições necessárias para administrar o RN? E o seu partido, possui quadros competentes e dispostos a "arregaçar as mangas" e trabalhar com afinco para tirar o RN dessa situação caótica em que se encontra? Eu fico estarrecido com a tendência suicida do povo potiguar. O que já está (muito) ruim, ainda pode piorar muito, na minha opinião. Triste RN sem sorte.

    2. Sérgio você viaja e monta sua lógica em projeções irreais.
      Não temos escola, não temos saúde e não temos segurança. Tudo isso o PT prometeu melhorar e não vez absolutamente nada dito em palanque.
      A insegurança generalizada se deve muito a medida de Lula que impôs o desarmamento e deixou os bandidos armados. Não esconda a verdade!
      Nosso estado teve o azar de eleger candidatos despreparados, mas foi válido para aprendermos a votar.
      O voto em candidato do PT é a pior opção que qualquer estado, cidade ou município pode ter.

    3. Amigo, você andou faltando algumas aulas de interpretação textual, não foi?
      Disse que votar em candidata cujo partido se destaca na defesa de marginais afundará o quadro da segurança do estado.
      Não ficou claro para vc?

  10. No entanto, vemos o que a experiência trouxe ao Rio grande do norte nos últimos anos, só ladeira a baixo.

  11. Pra mim o pior foi Robson. Nervoso e com aparência de totalmente descontrolado( também não é pra menos, quem prometeu resolver o problema da Seguranca Pública do Estado que por ora, é o pior do Brasil em termos de violência). Parabenizar o candidato do REDE , Freitas Jr que ao meu ver foi surpreendente sua performance.

  12. ESSES PROFISSIONAIS APROVEITADORES da política têm que serem BANIDOS do sistema. Não voto em nenhum dos oito.

  13. Entao, é isso que merecemos??? como se já nao bastasse o que estamos vivendo hoje no nosso estado!!! seria ele "Carlos, o irritado".

  14. Boneco de Olinda é fraco demais e ainda renega o sobrenome Alves.
    Uma piada de mal gosto.
    Vai ficar de férias alguns anos.

    1. O "cabeção", no dizer do vereador Luiz Almir, é ALVES sim e de nascença. Primo legítimo de HENRIQUE ALVES. Não adianta tentar enganar o povo. E mais: também é MAIA e ROSADO por adoção. E não é de hoje. O POVO Potiguar não aguenta mais essas oligarquias. CHEGA.

    2. Carlos Eduardo pode ter outros defeitos, mas ser associado a Henrique é injusto.
      Por toda carreira política de Carlos, sempre foi impedido de dar um passo maior na política por Henrique. Carlos nunca pode ser candidato a deputado federal, sempre foi vetado.
      Se viu escanteado e deixado para ser vice de Vilma na Prefeitura. Daí pra frente Natal conhece sua trajetória política.

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Comportamento

Overdoses matam 1 americano a cada 7 minutos, em geral com opioides

Overdoses mataram 72 mil americanos no ano passado, nos Estados Unidos. A maioria das vítimas consumiu drogas vendidas legalmente, o que especialistas relacionam ao excesso de prescrições de opioides.

O número é superior ao total de mortos somados nas últimas três guerras em que os Estados Unidos se envolveram, no Vietnã, no Iraque e no Afeganistão. São 197 mortos por overdose por dia, um a cada 7,3 minutos, o que torna a crise de opioides a mais letal da história dos EUA.

Os dados preliminares para 2017 do Centro de Controle de Doenças, revelados nesta quinta-feira, 16, mostram que o número de americanos mortos de overdose no ano passado supera o ápice do número de mortes por acidentes de carro (53 mil em 1972), HIV (41,6 mil em 1995) e mortes por armas de fogo no país (38,6 mil em 1993). O aumento em relação ao ano anterior foi de 10%.

A epidemia afetou até mesmo a expectativa média de vida da população. Em 2015, ela caiu de 78,9 para 78,7 anos. A última queda havia ocorrido em 1993, durante o auge da epidemia de Aids. Em 2016, o país registrou uma nova queda, para 78,6 anos. Foi a primeira redução consecutiva desde o início dos anos 1960.

Opinião dos leitores

    1. avisa isso ao pessoal que gosta de fazer apologia e pesquisa em favor do uso de drogas… e isso com dinheiro publico..

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Cidades

Banco do Nordeste comunica realização de concurso público

Os interessados em compor o quadro funcional do Banco do Nordeste devem ficar atentos. O edital de seleção para os cargos de Analista Bancário (nível médio) e Especialista Técnico – Analista de Sistemas (nível superior) será publicado dentro de um mês, com período de inscrições logo em seguida.

O requisito básico para o cargo de Analista Bancário é ter concluído o ensino de nível médio até a data de término da qualificação para a posse, com certificado emitido por instituição de ensino devidamente reconhecida pelo órgão competente.

Em relação ao cargo de Especialista Técnico – Analista de Sistemas, será necessário que o candidato tenha concluído um dos cursos superiores em nível de graduação ou sequencial de forma específica, reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC): Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia da Informação, Informática, Sistemas de Informações, Tecnologia da Informação, Processamento de Dados, Segurança da Informação, Tecnologia em Telemática; ou ter concluído qualquer outro curso superior, em nível de graduação, reconhecido pelo MEC, desde que tenha concluído também curso de pós-graduação (stricto ou lato sensu) na área de Informática e/ou Segurança da Informação, com carga horária mínima de 360 horas.

Os candidatos selecionados poderão compor o quadro de funcionários do Banco do Nordeste, que possui hoje 292 agências distribuídas em todo o Nordeste, além do norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo.

O BNB é o banco de desenvolvimento da região, atuando com crédito de longo prazo e com programas de microfinanças urbana (Crediamigo) e rural (Agroamigo). No crédito de longo prazo, o Banco é o operador exclusivo do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Somente este ano, a instituição, que possui mais de 4 milhões de clientes, já aplicou volume superior a R$ 19 bilhões na economia regional.

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Política

Campanha de 2018 será das mais restritas em propaganda de rua

A campanha eleitoral, cujo período permitido começou nesta quinta (16), será uma das mais restritas dos últimos tempos em termos de propaganda visual de rua.

Desde 2006, o legislador tem criado regras que contribuíram para diminuir a poluição visual nas cidades, em busca de redução de custos e um maior equilíbrio na disputa.

A propaganda móvel foi resumida a bandeiras e mesas para distribuição de materiais.

Bonecos e cavaletes não são permitidos. O carro de som, de que ninguém sentirá falta, teve seu uso limitado a carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões ou comícios.

Na propriedade particular, que a legislação chega ao extremo de regular, só podem ser afixados adesivos ou papel, medindo até meio metro quadrado. Pinturas, placas e faixas em muros particulares não são permitidos, conforme a reforma eleitoral de 2015.

Opinião dos leitores

  1. tudo isso,para limitar os novatos,e velhos poderosos da politica centralizada possam continuar no poder,sem visibilidade quase impossivel um novato com boas propostas mostra pra que veio.

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