Cultura

Fabricante de guitarras Gibson declara falência

As lendárias guitarras elétricas Gibson

A fabricante das lendárias guitarras elétricas Gibson declarou falência nesta terça-feira, 1, mas apresentou um plano de continuidade comercial que foi aceito pela maioria de seus credores.

A empresa está em dificuldades financeiras há meses e enfrenta um importante endividamento, que a obrigava a pagar antes de 1º de agosto, ou a refinanciar, US$ 375 milhões em títulos.

A tentativa de diversificação da Gibson com sistemas de áudio para o grande público em geral, por meio de sua filial Gibson Innovations, teria resultado nessa situação extrema.

Esta estratégia começou em 2014 com a compra da empresa de entretenimento holandesa Philips por US$ 135 milhões.

O grupo finalmente decidiu recuar e se concentrar nos instrumentos musicais e nos sistemas profissionais de sonorização, de acordo com um comunicado.

Além disso, a Gibson Brands, empresa controladora das guitarras Gibson, chegou a um acordo de reestruturação com os detentores de 69% dos títulos totais com vencimento em 1º de agosto e receberá um crédito de US$ 135 milhões.

“Esse processo será praticamente invisível para os clientes, que continuarão a se beneficiar de um produto e de um atendimento ao cliente inigualáveis”, garantiu o CEO da Gibson Brands, Henry Juszkiewicz, citado no comunicado.

O grupo que produz, entre outros, o famoso modelo de guitarra Les Paul, foi fundado em 1902 e agora tem sua sede em Nashville, um dos lugares emblemáticos da música nos Estados Unidos (rock, blues, country …).

Entre as estrelas que deixaram sua marca, fazendo música com guitarras Gibson, estão B.B. KingKeith Richards (Rolling Stones), Jimmy Page (Led Zeppelin) e muitos outros.

A Gibson Brands também possui os pianos Baldwin, criados em 1862 e adotados por vários grandes nomes como Igor Stravinsky, Leonard Bernstein, Ray Charles e Dave Brubeck.

Juszkiewicz e o presidente da empresa, David Berryman, controlam juntos cerca de 85% do capital da Gibson Brands, de acordo com documentos apresentados nesta terça-feira em um tribunal especializado de Delaware.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Judiciário

Com maioria para fim do foro privilegiado, STF retoma julgamento nesta quarta-feira

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira o julgamento do processo que deve restringir o foro privilegiado de deputados e senadores — e diminuir o número de processos criminais na Corte. No ano passado, oito integrantes do STF já votaram nesse sentido, mas, em novembro, o ministro Dias Toffoli pediu vista. Ele será o primeiro a votar agora. Depois faltarão apenas Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Qualquer um dos dois também pode pedir vista, o que atrasaria ainda mais o fim do julgamento.

Em maio de 2017, o relator, ministro Luís Roberto Barroso, propôs que ficassem no STF apenas processos de crimes cometidos no exercício do mandato, por fatos diretamente relacionados à função pública. Um relatório feito pela Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), citado por Barroso em seu voto, mostrou que somente 5,71% das ações penais no STF atendiam a essas duas condições. Assim, se a projeção se confirmar, quase 95% das ações penais em tramitação no STF deixarão a corte.

Em novembro, Barroso esclareceu no plenário que sua proposta se restringia apenas a casos envolvendo parlamentares, ou seja, deputados federais e senadores. Assim, a decisão não vai afetar processos em que são investigados ministros do governo federal ou de tribunais superiores. Autoridades estaduais, que não têm foro no STF, mas em outros tribunais, também não serão atingidas.

DÚVIDAS SOBRE ALCANCE

Ainda assim, confirmada a maioria para aprovar a sugestão de Barroso, há dúvidas sobre o alcance da decisão. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), por exemplo, tem inquéritos em que é investigado por crimes que teriam sido cometidos quando era governador, cargo que dá foro no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esses processos vão para a primeira instância ou para o STJ? Se o plenário do STF não definir questões como essa, é possível que decisões diferentes sejam tomadas em casos semelhantes apenas porque os processos têm relatores diferentes.

Em novembro, antes de pedir vista, Toffoli contou ter muitas dúvidas sobre as consequências práticas do julgamento. Segundo ele, os advogados poderiam fazer uma série de questionamentos nos casos concretos, o que poderia provocar ainda maior demora para solucionar as investigações. Para justificar seu pedido de vista, o ministro lembrou que o Congresso Nacional está discutindo no momento uma proposta de emenda constitucional (PEC) que revoga o foro especial para todas as autoridades, com exceção dos presidentes dos Três Poderes.

Até agora, seis ministros acompanharam Barroso: Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello, Edson Fachin, Luiz Fux e Celso de Mello. De acordo com a proposta, um parlamentar acusado, por exemplo, de homicídio, crime sem ligação com o mandato, seria julgado na primeira instância. Isso só não aconteceria se a ação penal já estiver totalmente instruída, pronta para ser julgada. A medida serviria para evitar o adiamento da conclusão do processo.

O ministro Alexandre de Moraes também quer que parlamentares sejam investigados no STF apenas por crimes cometidos ao longo do mandato, mas, ao contrário de Barroso, declarou que essa prerrogativa poderia ser usada inclusive para crimes comuns, sem relação com o cargo. Atualmente, qualquer crime envolvendo parlamentar, antes ou durante o mandato, é julgado apenas no STF. Quando o político se elege deputado ou senador, eventuais processos já abertos contra ele em outras instâncias são transferidos para a corte.

Embora o julgamento ainda não tenha terminado, Barroso já mandou três processos criminais dos quais é relator para instâncias inferiores: os inquéritos dos deputados Beto Mansur (PRB-SP) e Rogério Marinho (PSDB-RN), e o pedido de abertura de inquérito para investigar o senador Zezé Perrella (PMDB-MG). Ele argumentou que já há ampla maioria formada para restringir o foro. Em fevereiro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, discordou e classificou essas decisões de precipitadas. Ela pediu que, até a conclusão do julgamento, os processos continuassem no STF. Segundo Dodge, tirar esses casos da corte agora pode até mesmo levar à anulação das investigações na primeira instância e, como consequência, resultar em impunidade.

Se houver tempo hoje, os ministros poderão discutir ainda processo que trata de foro privilegiado em ações de improbidade administrativa. Atualmente há foro apenas nos processo criminais. Já os casos de improbidade podem ser analisados na primeira instância, independentemente do alvo.

O GLOBO

 

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Economia

IMPOSTO DE RENDA: 311 mil potiguares entregam declaração

Resultado de imagem para imposto de renda 2018

A Tribuna do Norte desta quarta-feira destaca que 311.164 mil potiguares entregaram declaração de imposto de renda superando a própria estimativa da Receita Federal que era de 302 mil declarações no estado. No Brasil foram 29 milhões de declarações entregues.

Em 2017 foram transmitidas 297 mil declarações no estado.

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Política

Temer tentou viver seus 15 segundos de presidente popular e passou vexame

A sorte foi malvada com Michel Temer quando ele escolheu dar ouvidos aos assessores que enxergaram no desabamento de um prédio ocupado por famílias pobres uma oportunidade a ser aproveitada politicamente. A pretexto de oferecer um ombro presidencial aos desabrigados, Temer foi ao encontro da tragédia. Saiu enxotado, com a impopularidade de 70% entre as pernas. O presidente mal teve tempo de balbuciar meia dúzia de frases para os jornalistas.

Inconformado com as pesquisas que expõem o estilhaçamento de sua imagem, Temer realiza um esforço para restaurar as aparências. Há mais desespero do que método na estratégia do presidente.

Na noite da véspera, Temer ocupara uma rede nacional de rádio e TV para anunciar, no alvorecer de maio, um reajuste do Bolsa Família que só chegará ao bolso das pessoas em julho. Num pronunciamento concebido para celebrar o Dia do Trabalhador, Temer pediu “paciência” aos 13,7 milhões de desempregados.

Depois de adular a clientela do Bolsa Família, Temer foi dormir na noite de segunda-feira imaginando que havia adocicado os sonhos do eleitorado do presidiário Lula. E acordou na terça-feira achando que poderia viver seus 15 segundos de Guilherme Boulos, o líder das ocupações urbanas. O presidente cutucou a pobreza com o pé. E descobriu que ela morde.

JOSIAS DE SOUZA

Opinião dos leitores

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Política

Em carta, Lula diz que governo dele foi melhor que o de Temer

Foto: Ricardo Stuckert / Agência PT

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, encerrou o ato em Curitiba, que contou com cerca de cinco mil pessoas de acordo com a Polícia Militar, lendo uma carta escrita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cadeia.

O ex-presidente diz sentir tristeza porque a “nossa democracia está incompleta” e compara o desempenho do governo Michel Temer na economia com os tempos de bonança de seus dois governos. “A mesa já não é farta, e até para cozinhar o pouco que tem muitas famílias catam lenha porque não podem mais pagar o bujão de gás”, diz Lula.

“Vocês se lembram da prosperidade do Brasil naqueles tempos (de seus governos)”, continua o petista para, na sequência, lembrar que era criticado na imprensa pela condução econômica “quando o Brasil ia bem”. Segundo ele, hoje os mesmos críticos falam em “retomada da economia”.

Ao final, em tom eleitoral, Lula promete a volta dos bons tempos. “Sabemos que esse Brasil é possível. Mais do que isso, já vivemos nesse Brasil há muito pouco tempo atrás”. Depois de ler a carta, Gleisi voltou a afastar os rumores sobre o plano “B”, os quais atribuiu à “grande mídia”. “Se alguém falar em plano ‘B’ para vocês, não acreditem. Lula vai ser o nosso candidato”, disse a senadora.

ESTADÃO

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Política

‘Com medo de vaia’, presidenciáveis evitam palanque no Dia do Trabalho

“Com medo de vaia”, segundo Paulinho da Força, os quase dez pré-candidatos à Presidência foram convidados, mas não apareceram no ato da Força Sindical deste 1º de Maio, Dia do Trabalho, em São Paulo, salvo por três deles, que expressaram pessimismo ao falar do país.

Manuela D’Ávila (PCdoB) pediu a revogação da reforma trabalhista, “que retira direitos dos trabalhadores, paga menos e faz com que trabalhem muito mais”.

Referindo-se ao incêndio e consequente desabamento de prédio em São Paulo, Paulo Rabello de Castro (PSC) disse que “foi a República do Brasil que desabou em cima do trabalhador e a trabalhadora brasileira”.

Com 13,7 milhões de desempregados, número em ascensão, segundo o IBGE, “quem quer governar o país tem a obrigação moral de gerar emprego”, discursou Aldo Rebelo (Solidariedade).

Manuela e Aldo deixaram o evento para viajar a Curitiba, onde haverá ato unificado em homenagem à classe trabalhadora e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na capital paranaense.

Esperados no comício em São Paulo, o governador Márcio França (PSB) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também se coloca como candidato ao Planalto, não compareceram.

França atribuiu sua ausência ao desabamento. O prefeito Bruno Covas (PSDB) passou pelo ato, na praça Campos de Bagatelle, mas ficou no camarim e não subiu no palanque.

No ano passado, o então prefeito João Doria (PSDB) foi duramente criticado por sindicalistas por defender a reforma trabalhista.

“O povo não está muito contente com a política nacional, está todo mundo correndo de vaia”, afirmou o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, organizador do ato.

Em seu discurso, ele disse que “perdeu no Congresso para a elite brasileira”, que aprovou a reforma trabalhista “para acabar com o direito dos trabalhadores e destruir a estrutura sindical”.

Sem a contribuição sindical obrigatória, Paulinho disse que teve dificuldade para viabilizar o evento, que custou R$ 2 milhões, dos quais R$ 100 mil foram repassados pela Caixa Econômica Federal e R$ 400 mil pela Força.

Os patrocinadores foram Hyundai e o banco BMG, entre outros.

Segundo Plínio Sarti, sindicalista com décadas de atuação, este 1º de Maio “foi o menos grandioso em 20 anos”.

“Isso se deve ao desmantelamento da estrutura sindical pela reforma trabalhista, à implosão de todo o sistema”, disse.

FOLHA

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Política

PSD quer aliança com PSDB para disputar o Palácio do Planalto

O ministro Gilberto Kassab revelou nesta terça-feira, 1º, que o PSD deseja se aliar ao o PSDB de Geraldo Alckmin. O presidente de honra do PSD preferiu não se arriscar sobre a possibilidade de a legenda indicar um vice para o tucano.

De acordo com o Broadcast, Kassab afirmou que tem uma relação de “lealdade” com Michel Temer e não cravou se deve deixar a base do governo. “Uma decisão sobre esse tema será tomada somente entre junho e julho, quando houver a definição do partido”.

BR18/ESTADÃO

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Jornalismo

Moradores de prédio que desabou pagavam até R$ 400 de aluguel a coordenadores de movimento social

Os moradores do prédio que desabou no Largo do Paissandu, Centro de São Paulo, relatam que pagavam aluguel de até R$ 400 a dois supostos coordenadores do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM). De acordo com testemunhas, ambos sumiram assim que o fogo começou.

“Foram os primeiros a fugir”, grita Antônio, um rapaz de boné, muito agitado, morador do local. — Eles moravam no térreo. Deu tempo até de tirar os carros da garagem.

De acordo com os moradores, as regras no local eram bastante rígidas. Ele relembram que o fornecimento de água só era liberado de madrugada e que os portões eram trancados às 19h.

“Estava tudo trancado na hora do fogo. Se não fosse um morador de rua arrebentar a corrente, a gente teria morrido lá dentro”, diz Fábia.

Os “responsáveis” pelo edifício chegaram a expulsar moradores que atrasavam ou não pagavam corretamente o aluguel.

“Fui expulsa há duas semanas porque atrasei R$ 100 do aluguel. Sendo que o prédio é infestado de rato, não tem esgoto nem descarga”, conta Bárbara Nair, de 19 anos.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Então os hipócritas criam os tais movimentos sociais, supostamente com o viés de ajudar a população necessitada, e aí passam a cobrar aluguel de algo que não é seu, além de impor regras rígidas e deixar os desafortunados entregues á própria sorte? Canalhas, hipócritas e ladrões, é o que são. Eis aí a verdadeira face dos líderes desses ditos "movimentos sociais", todos, sem exceção.

  2. É engraçado como essa corja usa o povo sofrido como massa de manobra, com certeza todos eles tem casa própria e são de classe média pra cima, vejamos os casos dos ditos sem terra, que andam de carros caros e não trabalham em nada e ainda tem uma vida de mordomias. Essas centrais e esses coordenadores de movimentos são uns vampiros e exploradores do sofrimento do povo e da sociedade.

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Jornalismo

Defesa de Lula pede ao STF que tire processo sobre sítio das mãos de Moro

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a Corte determine ao juiz federal Sergio Moro o envio de um dos processos contra o petista na Lava Jato à Justiça Federal de São Paulo e, além disso, anule o andamento da ação até o momento. Endereçada ao ministro Dias Toffoli, a reclamação dos advogados de Lula também pede uma decisão liminar para que a ação penal seja suspensa até o julgamento do mérito da solicitação ao STF.

O processo em questão é o que trata da suposta propina de 1 milhão de reais paga ao ex-presidente pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin por meio de reformas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado por Lula e sua família. No início da semana passada, a Segunda Turma do STF entendeu que delações premiadas de executivos da Odebrecht que citam o petista não têm relação com o esquema de corrupção da Petrobras e, portanto, devem ser retiradas do processo e remetidas à Justiça paulista.

Diante da decisão do colegiado, a defesa de Lula pediu a Sergio Moro que enviasse os depoimentos e o processo como um todo à Justiça Federal de São Paulo. Ao decidir sobre o assunto, entretanto, o magistrado ressaltou que o entendimento da Segunda Turma não trata de sua competência para continuar à frente da ação, mas apenas das delações premiadas.

Moro ainda definiu que não enviaria os depoimentos imediatamente, mas aguardaria a publicação do acórdão da decisão do STF para “avaliar a extensão” dele e, enquanto isso, manteria o andamento do processo normalmente. Caso o STF decida não tirar o processo das mãos de Moro, os advogados de Lula querem, pelo menos, uma ordem para o envio imediato das delações da Odebrecht à Justiça de São Paulo.

No pedido a Toffoli, os defensores do ex-presidente sustentam que Sergio Moro “afrontou” e tenta “inaugurar verdadeira queda de braço” com o Supremo. Isso porque, argumentam, a decisão da Segunda Turma teria de ser cumprida a partir da publicação de sua ata, o que ocorreu no último dia 24 de abril, e não depois do acórdão.

“Não lhe cabe discutir o alcance ou tergiversar sobre o momento que lhe pareça mais conveniente para cumprir o mandamento em questão, mas, tão somente obedecer à decisão desse Tribunal Supremo”, afirmam as advogados.

Depois da decisão da Segunda Turma do STF de retirar as delações da Odebrecht de Sergio Moro, tomada pelos ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, a defesa de Lula diz que “a história conceberá essa c. 2ª Turma como o órgão de resistência ao falso moralismo, à sanha punitivista e à máxima de que os fins justificam os meios”.

VEJA

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Jornalismo

Lava-Jato: Fachin nega pedidos de Henrique Alves, Cunha e mais dois

Em um só dia, o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedidos de cinco investigados. Na segunda-feira, ele indeferiu habeas corpus do ex-presidente da Câmara Henrique Alves (PMDB-RN) e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que estão presos, e do doleiro Enivaldo Quadrado, que tenta evitar a prisão iminente. Negou ainda pedido do também ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que queria paralisar um processo que está sob os cuidados do juiz Sergio Moro, responsável pela Lava-Jato na primeira instância. Por fim, rejeitou pedido para parar um inquérito aberto no STF para investigar o senador Humberto Costa (PT-PE).

Alves está preso desde junho do ano passado. Ele responde a processos por irregularidades na Caixa Econômica e na construção da Arena das Dunas, estádio em Natal usado na Copa do Mundo de 2014, mas nega irregularidades. Em fevereiro, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou habeas corpus e o manteve preso. A defesa recorreu ao STF em 5 de abril. Fachin negou a liminar, ou seja, deu uma decisão provisória. Ainda não houve decisão definitiva no caso.

No caso de Vaccari, preso de desde abril de 2015, e já condenado por Moro e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Fachin também negou uma liminar e ainda não analisou em definitivo o pedido. Em sua decisão, o ministro anotou: “não verifico ilegalidade evidente, razão pela qual, sem prejuízo de ulterior reapreciação da matéria no julgamento final do presente habeas corpus, indefiro a liminar”. O habeas corpus foi apresentado pela defesa ao STF no começo de fevereiro.

O GLOBO

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Jornalismo

Luto: Morre o professor Capitão Caverna

O professor Capitão Caverna, como era mais conhecido em Natal, faleceu hoje em decorrência das complicações da diabetes. Conhecido por dar aulas nos antigos cursinhos pré-vestibulares e no colégio Salesiano, ele estava internado no Hospital da Unimed já com muitas complicações. Desde março do ano passado que ele havia se licenciado da sala de aula para dedicar mais tempo à saúde. A última delas foi uma parada cardíaca ocorrida nos últimos dias. Hoje, ele não resistiu e faleceu. O falecimento foi informado pelo próprio colégio por meio de nota.

Confira a nota na íntegra

NOTA DE PESAR

É com imenso pesar que o Colégio Salesiano São José informa o falecimento do Professor Hédimo Jales na manhã desta terça-feira, 1º de maio. Capitão Caverna, como era carinhosamente conhecido, integrou o nosso corpo docente no período de 1990 a 2018, sendo um dos educadores que fizeram história no Salesiano São José, marcando gerações que passaram por esta casa.

Professor de Linguagens e Códigos no nosso colégio, Hédimo Jales tinha 59 anos e faleceu vítima de complicações da diabetes. No final de março de 2017, Capitão afastou-se das suas atividades educativas por motivos de saúde e, desde então, estava em tratamento médico. Em dezembro do ano passado, o professor retornou à nossa casa para ser homenageado pelas turmas de concluintes do Pré 2017 durante a aula da saudade formal. O momento foi de muita emoção e alegria para todos os estudantes e educadores. Em sua homenagem, os alunos atribuíram o seu nome à turma que estava concluindo o Ensino Médio.

A comunidade educativa do Colégio Salesiano roga aos nossos santos protetores, Nossa Senhora Auxiliadora e Dom Bosco, que conforte os corações dos familiares e amigos e presta sua mais sincera solidariedade neste momento de dor e consternação.

O velório será realizado no Ginásio do Colégio Salesiano São José, das 18h00 às 22h00. O sepultamento acontecerá na cidade de Mossoró/RN.

Opinião dos leitores

  1. tive aula com ele também, grande mestre, moro em São Paulo hoje, e só fiquei sabendo esse anos, que Deus o tenha recebido e segurado em suas divinas mãos.

  2. grande professor que cativava muito seus alunos pela alegria e descontração com que dava suas aulas. Fui seu aluno do cursinho Hipócrates. Descanse em paz! Sentimentos e paz a sua família!

  3. Grande mestre, tive o prazer de ser seu aluno no Cursinho Hipócrates em 1992, o chamava de "caverninha" escondido lá na última fila. Só tinha raro nessa turma..

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Educação

Fies: prorrogado prazo de inscrição para pré-selecionados

O prazo para pré-selecionados a candidatos que integram a lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) foi prorrogado para 23 de maio pelo Ministério da Educação (MEC).

A data anterior era 25 de abril, mas a Secretaria de Educação Superior (Sesu) prorrogou para possibilitar que todos os estudantes pré-selecionados possam completar a inscrição. “A contratação do financiamento só pode ocorrer após a complementação das informações”, diz o MEC.

“Poderão ser financiados os cursos de graduação com conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), ofertados pelas instituições de ensino superior participantes do Fies.”

Segundo o MEC, o número de vagas para este ano poderá chegar a 310 mil. “Dessas, 100 mil terão juro zero para os estudantes que comprovarem renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos”.

 

AGÊNCIA BRASIL

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Jornalismo

Briga de casal pode ter dado origem ao incêndio em prédios de São Paulo

Foto: Corpo de Bombeiros

Uma briga de casal é apontada como a possível causas para o incêndio que provocou o desabamento de um prédio no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, nesta madrugada. As informações foram passadas por Gabriel Archangelo, de 21 anos, que testemunhou o momento em que um casal discutia no quinto andar, local onde tiveram início as chamas.

Embora fosse proibido, eles cozinhavam com álcool como combustível. O marido colocava mais líquido na fogueira quando a mulher o empurrou. As roupas dos dois pegaram fogo. Eles arrancaram tudo do corpo e desceram nus com os filhos pela escadaria. Gabriel avisou a mãe para levar seus 11 irmãos para baixo e correu até o décimo andar berrando “fogo, fogo!”

O GLOBO

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Jornalismo

Ao menos uma pessoa está desaparecida em prédio que desabou durante incêndio em SP

Um prédio de 24 andares desabou durante um incêndio de grandes proporções no Largo do Paissandu, no centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira, 1º. Um edifício vizinho também pegou fogo nos três primeiros andares, mas não corre risco de colapso. A Igreja Evangélica Luterana, que fica ao lado do prédio em chamas, também pegou fogo e parte da estrutura desabou.

O Corpo de Bombeiros confirma apenas uma pessoa desaparecida. Mais cedo, a corporação chegou a informar a morte de um morador e o desaparecimento de outras duas pessoas, mas a informação foi atualizada. Os bombeiros agora trabalham na extinção dos focos de incêndio. Todos os prédios do entorno foram evacuados. A corporação também busca por vítimas sob os escombros.

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Jornalismo

‘Não temos plano B, C, X, Y ou Z’, diz Jacques Wagner sobre candidatura de Lula

Foto: Gibran Mendes / CUT

Considerados alternativas do PT para concorrer ao Planalto, o ex-ministro Jacques Wagner e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad voltaram a dizer nesta terça-feira, 1, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, é o candidato do partido.”Não temos plano B, nem C, X, Y ou Z. Nosso plano é Lula livre, Lula candidato e Lula presidente”, afirmou Wagner durante ato do Dia do Trabalho em Curitiba.

Para Haddad, Lula seria eleito se pudesse disputar o cargo de presidente. Mesmo inelegível pela Lei da Ficha Limpa, ele pode registrar sua candidatura até 15 de agosto. “Por que privar o trabalhador do direito de escolher? Se as pessoas tivessem direito, elas votariam no Lula presidente”, discursou.

Os dois falaram em ato do Dia do Trabalho em Curitiba, em frente ao prédio da Polícia Federal, onde Lula está preso desde o dia 7 de abril. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e o presidente do diretório do PT no Paraná, Dr. Rosinha, também participam da manifestação.

Fonte: ESTADÃO

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Palocci pediu propina para dar ‘perenidade’ a esquema; confira peça da denúncia

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em denúncia encaminhada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o ex-ministro Antonio Palocci solicitou US$ 40 milhões à Odebrecht para dar ‘perenidade’ a ‘relação criminosa entabulada já no início do primeiro mandato do ex-presidente Lula’. Os dois, junto com a senadora Gleisi Hoffmann e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram denunciados por corrupção passiva. Já o empresário Marcelo Odebrecht teria praticado corrupção ativa.

Raquel sustenta que Palocci era o responsável por gerenciar os recursos arrecadados de vantagens indevidas ‘no interesse do Partido dos Trabalhadores’ entre 2008 e 2011, tendo sido substituído por Guido Mantega depois. “A contrapartida pretendida pelos corruptores era o trabalho de agentes políticos em prol da agenda que a Odebrecht tinha com o governo federal”, traz a documentação.

Essa conta administrada por Palocci era referente às linhas de crédito Brasil-Angola, do BNDES. A PGR sustenta que o aval do ex-presidente Lula foi “determinante” para o BNDES ampliar para US$ 1 bilhão a linha de financiamento, que beneficiou a Odebrecht e outras empresas. Raquel Dodge aponta que o aumento da linha de crédito “teve seu preço ilícito pago sob a forma de vantagem indevida” a integrantes do PT.

A peça completa pode ser baixada AQUI.

PT

Em nota, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que a PGR atua de “maneira irresponsável” ao formalizar denúncia contra ela “sem provas, a partir de delações negociadas com criminosos em troca de benefícios penais e financeiros”. Pelo Twitter, ela disse ainda que a denúncia foi apresentada no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considera ter sido preso “ilegalmente”, lidera pesquisas de intenção de voto como pré-candidato à Presidência da República. Gleisi também lamentou a “irresponsabilidade da PGR em agir com esse denuncismo”.

 

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