Política

“Álvaro Dias está negociando espaços na prefeitura para beneficiar C. Eduardo e Agripino”, diz Kelps

O deputado Kelps Lima disse hoje, sábado, no município de Água Nova, na região Oeste do Rio Grande do Norte, que o cargo de chefe de gabinete da Prefeitura da Natal foi entregue a um afilhado político do prefeito Carlos Eduardo para que “Dagô do Forró” possa se tornar vereador e ajudar José Agripino na campanha para se manter no Senado da República.

“A política antiga está moendo a máquina pública potiguar mais uma vez, sem qualquer pudor ou disfarce, para facilitar a manutenção de poder dos Alves e Maia”, lamentou Kelps, em discurso durante o lançamento das pré-candidaturas dos estudantes universitários Júnior Lau e Miria Chaves para deputado estadual e deputada federal, respectivamente, a partir das cidades de Água Nova e Pau dos Ferros.

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Política

Gleisi responsabiliza Moro por tiro em acampamento pró-Lula

A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), a senadora Gleisi Hoffmann, responsabilizou neste sábado o juiz Sérgio Moro como um dos responsáveis pelo ataque a um acampamento de apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A senadora pelo estado do Paraná também atribuiu responsabilidade à Rede Globo.

“A (Operação) Lava Jato e o juiz Sérgio Moro, que coordena essa força-tarefa (sic), têm responsabilidade objetiva nisso, assim como a grande mídia, principalmente a Rede Globo, que, dia após dia, incita o ódio, contra o Lula e contra o PT, e acontecem essas coisas que estamos vendo”, disse a presidente do PT em vídeo gravado de dentro de um carro. Na verdade, a força-tarefa que investiga crimes no âmbito da Operação Lava Jato é formada por integrantes do Ministério Público Federal, principalmente de Curitiba, sem relação com o juiz Sérgio Moro.

“Também têm responsabilidade os políticos que incitam a violência nos seus discursos”, afirma Gleisi.

 

Terra

Opinião dos leitores

  1. Tiros de arma de fogo???? Como pode??? Temos o melhor ESTATUTO DO DESARMAMENTO DO MUNDO, criado justamente logo após plebiscito popular de 2005, no qual o Governo do PT, perdeu e mesmo assim, nos enfiou de goela a baixo, alegando que sem armas seriamos mas felizes. Agora paguem com a mesma moeda.

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Política

Cúpula do PSDB mantém apoio a Aécio e evita falar em expulsão da sigla

Réu no Supremo Tribunal Federal, o senador Aécio Neves (MG) ainda conta com o apoio do PSDB, partido que presidiu até 2017.

Em enquete realizada pela Folha nesta semana, membros da Executiva do partido afirmaram não ver motivos para a expulsão do parlamentar e disseram que a decisão sobre uma eventual candidatura à reeleição cabe apenas a ele e ao diretório estadual mineiro.

A reportagem questionou os políticos sobre: 1) se o senador deveria ser expulso do partido; e 2) se Aécio, permanecendo na legenda, deveria desistir de sair candidato ou ser impedido de disputar o pleito pela cúpula tucana.

Dos 41 membros da Executiva Nacional contatados, 12 afirmaram que o senador não deve ser expulso da legenda ou impedido de se candidatar por ter virado réu. Na avaliação deles, o avanço do julgamento no STF não significa que Aécio seja culpado, e, portanto, deve-se esperar a decisão final da Corte.

Outros 23 não quiseram se posicionar sobre o assunto, mas a própria negativa embutia um aval ao senador.

“A executiva nacional não discutiu em nenhuma reunião sobre essa possibilidade”, afirmou o ex-presidente do partido Teotônio Vilela Filho.

“Se os partidos forem expulsar todo mundo aqui [na Câmara] que é réu, não sobra muita gente”, afirmou o líder do PSDB na Casa, Nilson Leitão (MS), para quem é necessário dar a Aécio a chance de se defender na Justiça.

Apenas o prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto, disse que Aécio deveria sair do partido. “Se o PSDB tivesse uma comissão de ética que funcionasse e não fosse uma reunião de compadres, eu acho que deveria, sim. Na verdade, ele deveria tomar a atitude de sair, mas não sendo o caso, a comissão de ética tinha que tomar essa atitude.”

Integrante da Executiva, Aécio não fez parte da pesquisa. Cinco dos membros não foram localizados pela reportagem.

O senador virou réu pela primeira vez no Supremo no dia 17 de abril, por causa do episódio em que foi gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, da JBS, em março de 2017. As acusações são de corrupção e obstrução de Justiça.

Sobre a decisão da candidatura, dentre os que responderam à pesquisa, a opinião preponderante é que o veredito não cabe à direção nacional, mas ao diretório mineiro e ao próprio senador.

“Ele conhece o estado e as dificuldades e cabe somente a ele decidir. Depois, terá que se justificar com o diretório do PSDB em Minas Gerais”, afirmou o líder tucano no Senado e vice-presidente do partido, Paulo Bauer (SC).

Dos 36 entrevistados, só três membros afirmaram que Aécio não deve ser candidato: Virgílio, que defende a expulsão e, portanto, que o senador não seja candidato a nada, e os deputados Geraldo Resende (MS) e Mara Gabrilli (SP), ambos suplentes na cúpula partidária.

Nos bastidores, a decisão de não se posicionar é vista como estratégica. Membros do alto comando da legenda afirmaram que a tendência é que Aécio desista de qualquer candidatura, mas temem que uma pressão partidária nesse sentido possa ter o efeito contrário sobre o senador.

Um tucano afirmou que a Executiva está “dando espaço” para que o congressista anuncie ele mesmo a desistência.

É essa ala que avalia que os pré-candidatos do partido à Presidência e ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin e João Doria, se precipitaram ao afirmar que o correligionário mineiro não deveria concorrer, apesar de concordarem com a avaliação de que Aécio pode afetar candidaturas do partido tucano.

“É claro que o ideal é que ele não seja candidato, é evidente”, afirmou Alckmin em entrevista à rádio Bandeirantes.

Apesar da possibilidade de as acusações contra o presidenciável de 2014 respingarem na campanha do ex-governador de São Paulo —que já vem enfrentando baixos índices de intenção de votos nas pesquisas do Datafolha—, correligionários avaliam que o principal problema estaria no palanque de Minas Gerais, onde o senador Antonio Anastasia deve concorrer ao governo do estado.

Após a declaração dos paulistas, Aécio reagiu, afirmando que a decisão será tomada pelos mineiros. Ele já afirmou que ainda não decidiu se concorrerá à eleição e, em caso afirmativo, a qual cargo. “É uma decisão coletiva que vamos tomar no momento certo em função do quadro eleitoral de Minas Gerais.”

Alckmin, que é o atual presidente do PSDB, e Doria não responderam à pesquisa da Folha. A executiva, que segundo listagem do site da sigla possui 42 membros, é formada por senadores, deputados federais, ex-presidentes do partido e lideranças de grupos como o Tucanafro, movimento negro tucano, e da juventude do partido.

 

Folhapress

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Jornalismo

Vídeo mostra carro invadindo lanchonete após demora na entrega do pedido; discussão termina com tiros em SC

Um homem invadiu uma lanchonete com um carro no Centro de Canelinha, na Grande Florianópolis, na madrugada deste sábado (28). O motorista destruiu cadeiras, mesas e o balcão do estabelecimento e depois fugiu. Oito pessoas estavam no local, mas não foram atingidas.

Veja o vídeo AQUI

Segundo a polícia, o motivo inicial da confusão foi um desentendimento entre o responsável pela lanchonete e o cliente por causa da demora na entrega do pedido de um lanche. A briga terminou em tiros que atingiram a lataria da porta do lado do motorista, mas os disparos não feriram o condutor.

Os policiais foram ao local após receber ligação por volta das 2h50 sobre um homem descontrolado que invadiu a lanchonete com um I30, que fica na Avenida Cantório Florentino da Silva.

Ao chegar ao local, o responsável pelo estabelecimento relatou aos polícias que depois do atrito verbal por conta da reclamação da demora, quando foi entregue o pedido, ele proferiu xingamentos e se negou a pagar tal refeição.

“O dono da lanchonete teria dado um tapa na cara do dono do veículo. Esse saiu e invadiu a lanchonete com o carro, colocando em risco as pessoas que ali estavam e assumindo o risco de ferir alguém. Quando a polícia chegou ao local, ele já tinha fugido”, explicou o major da Polícia Militar Eder Jaciel de Souza Oliveira.

 

G1

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Política

Em nova carta escrita na prisão, Lula acusa Moro de desacatar o Supremo

“Fiquei perplexo ao saber que o Moro e o Ministério Público não vão cumprir a determinação do STF”. A frase foi escrita pelo ex-presidente Lula na prisão, em carta à presidente do PT, Gleisi Hoffmann. O petista se mostra indignado com a decisão do juiz Sergio Moro de manter sob sua jurisdição ações penais que têm o ex-presidente como alvo. “Que país é esse em que uma instância inferior desacata a superior, em que um juiz de primeira instância desacata os ministros da suprema corte?”A mensagem de Lula chegou às mãos de Gleisi na sexta-feira (27), um dia depois de Moro informar que preferia aguardar a publicação de acórdão do STF para só então deliberar sobre a eventual remessa de processos contra Lula para a Justiça Federal em São Paulo.

O PT se insurgiu contra a decisão do juiz de Curitiba, que tem o suporte da força-tarefa da Lava Jato. Para os investigadores, as ações penais se sustentam em provas que vão muito além dos relatos de delatores da Odebrecht que são o objeto específico da decisão do STF.

Em outro trecho da carta, Lula tenta acabar com as especulações de que estaria abrindo espaço para o lançamento de nova candidatura à Presidência pelo PT: “Quando falei para o diretório agir com liberdade era pra evitar ideia de que o partido é refém do Lula. Só isso”.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Por que um juiz não pode afrontar um STF?? Um ex-presidentem, sem foro e sem diploma, não o fez ??? E ainda fica contando bravata….

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Jornalismo

Entre 27 países pesquisados, Brasil é o sétimo em ranking de intolerância

Diferenças políticas e econômicas são as principais causas de um mundo cada vez mais dividido por conflitos e polarizações. É o que mostra uma pesquisa feita com 19.500 pessoas, inclusive no Brasil.
Um texto na rede social e pronto. A amizade acabou por causa de diferenças políticas.

“Cheguei a romper com um grande amigo meu em função de questões políticas. Acho que hoje as pessoas vivem à flor da pele”, conta o corretor de imóveis Edmundo Salgado.

A polarização é um fenômeno mundial, constatou uma pesquisa feita em 27 nações. Dos entrevistados, 76% disseram que seus países estão divididos.

Em primeiro lugar, aparece a Sérvia. Argentina, Chile e Peru vêm na sequência. O Brasil está em sétimo lugar, empatado com Estados Unidos, Polônia e Espanha; 84% dos brasileiros veem um racha no país. No geral, a percepção é que o mundo está mais dividido do que dez anos atrás; 62% dos brasileiros pensam assim do país.

“Tem o culto ao ódio na rede social, eu acho que aumenta muito mais”, diz a cineasta Rosana Moreira.

No Brasil e no mundo, os principais focos de tensão são as diferenças políticas, seguidas por diferenças entre ricos e pobres.

“Te olham de forma diferente porque você não tem dinheiro ou te tratam de uma forma diferente”, diz a estudante Vitória Henriques.

“É um momento de falta de segurança sobre os caminhos políticos a serem seguidos, é um momento em que modelos antigos se provam ineficazes e que a transição, principalmente em função de globalização e aumento de tecnologia, proporciona novos caminhos que a gente não conhece”, explica Marcos Calliari, presidente do Instituto Ipsos.

Na avalição dos pesquisadores, essa divisão tem pelo menos duas consequências: intolerância e desconfiança. No Brasil, só 10% dos entrevistados disseram que confiam nos outros. Só 29% acham que os brasileiros são tolerantes com pessoas de culturas ou de pontos de vista diferentes. Só uma minoria disse que o convívio com pessoas diferentes gera compreensão e respeito.

“O que vocês acham que é intolerância?”, pergunta a professora.

Uma escola de São Paulo aposta numa mudança no futuro e ensina os alunos a se colocarem no lugar dos outros.

“Quando o amigo pensa diferente e a gente tiver brincando. Vou respeitar e tentar arrumar um jeito de brincar das nossas duas ideias”, define Lucas Mota Celine, de 7 anos.

 

JN

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Jornalismo

Imposto de Renda 2018: a 2 dias do fim do prazo, quase 5 milhões ainda não entregaram declarações

A dois dias do fim do prazo de entrega das declarações do imposto de renda – segunda-feira (30) é o último dia –, 4,89 milhões de contribuintes ainda não fizeram suas declarações de Imposto de Renda, segundo dados da Receita Federal. Esse número representa 17% do total de contribuintes (um em cada seis).

De acordo com a Receita Federal, até a tarde deste sábado (28), 23,91 milhões de contribuintes entregaram suas declarações. A expectativa da Receita é receber 28,8 milhões de declarações.

Segundo a Receita, os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa de, pelo menos, R$ 165,74. O valor máximo a ser cobrado para quem não declara é de 20% do imposto devido.

Quem deve declarar?

Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.
Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

Simplificada
Quem optar pela declaração simplificada abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária, como aquelas por gastos com edudação e saúde, mas tem direito a uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.

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Jornalismo

Avião cai após decolagem em MT, pega fogo e duas pessoas morrem

Uma aeronave de pequeno porte caiu, neste sábado (28), em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. Duas pessoas que estavam no avião morreram.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, uma das vítimas ficou presa no avião e, com a queda, morreu carbonizada. A outra foi projetada para fora da aeronave.

Os mortos ainda não foram identificados. Bombeiros e peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estão no local para fazer a identificação dos corpos.

Os bombeiros também informaram que o avião caiu assim que decolou do aeroporto de Primavera.

A causa do acidente ainda deve ser investigada.

G1

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Jornalismo

Descoberta do Brasil no RN pode entrar na grade curricular do ensino de Natal

A Câmara Municipal de Natal, por uma iniciativa do vereador Robson Carvalho, realizou uma audiência pública para tratar da importância da inclusão da descoberta do Brasil através de Touros na grade curricular do ensino fundamental de Natal. O debate foi realizado no Plenário da Casa na tarde desta sexta-feira (27).

O vereador Robson lembrou que essa é apenas uma etapa para o projeto que será apresentado com o objetivo de estimular a pesquisa em torno do tema. “É um tema polêmico, mas importante. São vários os indícios de que o Brasil foi descoberto no Rio Grande do Norte. Nós estamos tratando para resgatar a autoestima do povo potiguar e enriquece o nosso ensino. Sou autor do projeto que estabelece que as escolas públicas municipais tenham também esse assunto”, contou.

Entre os encaminhamentos, o parlamentar adiantou que será criada uma comissão para dar continuidade aos trabalhos de pesquisa e debate em torno do tema. “Precisamos dessa grande retificação, que é o descobrimento do Brasil no Rio Grande do Norte”, disse.

Durante o debate, historiadores, pesquisadores, representantes de universidades e do Instituto do Patrimônio Histórico e e Artístico Nacional (Iphan), Todos foram unânimes em reconhecer que há indícios fortes de que o Brasil foi descoberto em terras potiguares e defenderam os investimentos em pesquisas científico-acadêmicas para que os indícios se transformem em provas capazes de alterar o que é ensinado na história.

A pesquisadora Tânia Teixeira estuda o caso do descobrimento do Brasil em Touros desde 1991 e apresentou os vários indícios durante a audiência. Ela é uma das fundadoras da Associação dos Moradores e Amigos de Cauã (Amac), que atende ao povo da comunidade de mesmo nome no município de Touros, e autora do livro “Arraial do Marco: Nosso Porto Seguro”. Tânia também defendeu a união para que a mudança seja possível.

“Esse debate a partir do mundo acadêmico é importantíssimo. É preciso ter a base de conhecimento. O Marco é a prova da posse. Não se justifica que não tenha sido aqui exatamente por ser um padrão de posse. Do contrário, não estaria aqui. Eu acredito que o Brasil foi descoberto aqui, mas não basta acreditar. Tem que provar. Por isso a importância desse debate e esperamos que a própria academia volte seus olhos para essa área da pesquisa também”, declarou.

Turismo

Entre as vantagens da descoberta estão o fomento ao turismo. O Rio Grande do Norte passaria a receber turistas interessados na história do Brasil e Natal seria o grande receptivo desse novo público. O coordenador de Desenvolvimento Turístico da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Lucas Lira, destacou que a mudança pode impulsionar a economia, ao mesmo tempo que corrige um erro histórico. “Essa é uma causa que já foi levantada, mas sempre ficava esquecida. Até hoje toda a história do nosso Estado nunca ganhou tanta força como estamos ganhando agora. Esperamos que cresçamos cada vez mais para que o nosso estado possa fortalecer a economia, corrigindo essa falha na história do nosso país”

Opinião dos leitores

  1. Indício não é prova. Enquanto o fato não for provado é uma temeridade incluí-lo no currículo dos estudantes, por maior que seja a boa intenção do legislador.

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Política

Empresário diz que foi pago na Suíça por ceder avião à campanha de Serra

Ronaldo Cézar Coelho

O empresário e ex-deputado federal Ronaldo Cezar Coelho declarou à Polícia Federal que, entre 2009 e 2010, recebeu 6,5 milhões de dólares (27,2 milhões de reais, no câmbio atual) como pagamento pelo empréstimo de um avião particular para a campanha presidencial do PSDB, que teve como candidato o atual senador José Serra (SP). Ele disse que o dinheiro foi depositado em contas na Suíça.

O ex-deputado foi interrogado em 7 de fevereiro no inquérito que apura se recursos das obras do Rodoanel Trecho Sul, em São Paulo, teriam abastecido a campanha de Serra ao Planalto.

A investigação, que está no Supremo Tribunal Federal, se baseia na delação da Odebrecht, mas ex-executivos das empreiteiras Andrade Gutierrez e da OAS também admitiram repasses de 0,75% a intermediários, supostamente em benefício do tucano.

Cezar Coelho disse que, em 2009, disponibilizou a própria aeronave para o PSDB transportar dirigentes partidários e de várias siglas coligadas. Segundo ele, o então presidente do partido, Sérgio Guerra (morto em 2014), estava viajando com frequência para costurar alianças políticas.

Ele declarou ter pedido que os depósitos fossem feitos para uma operadora de táxi aéreo, mas o tucano, segundo o seu relato, respondeu que “somente poderia efetuar os pagamentos diretamente no exterior”. Cezar Coelho afirmou que desconhecia a origem dos recursos depositados.

O ex-deputado disse que “alimentava sua conta” em um banco suíço “através de investimentos que realizava”. Ele afirmou aos policiais que repatriou cerca de R$ 23 milhões em 2016.

Odebrecht
O ex-presidente da Odebrecht Pedro Novis e outros colaboradores já relataram pagamento de 23 milhões de reais a Cezar Coelho a pedido de Sérgio Guerra para campanhas majoritárias do partido.

Segundo Novis, a negociação do repasse foi tratada com o empresário e outras “pessoas indicadas diretamente por José Serra”. Hoje no PSD, Cezar Coelho foi filiado ao PSDB de 1988 a 2013.

Outro lado
O advogado Antonio Claudio Mariz de Oliveira, que defende Cezar Coelho, afirmou ao ministro Gilmar Mendes, que é o relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal, que “a origem lícita dos recursos recebidos por ele em sua conta no exterior restou elucidada, os quais foram, inclusive, devidamente regularizados sob essa rubrica no ano de 2016 por meio do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT)”.

O advogado disse que entregou documentos referentes à repatriação dos R$ 23 milhões depositados na Suíça e alegou não existir substrato probatório mínimo para que o inquérito tenha andamento. Segundo Mariz, os crimes imputados a Cezar Coelho também estão prescritos.

O senador José Serra não quis se manifestar sobre o caso. O PSDB não respondeu aos contatos da reportagem.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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Esporte

ABC e Santa Cruz se arriscam pouco e ficam no zero na Arena de Pernambuco

Um empate sem gols e sem graça abriu a terceira rodada do Grupo A da Série C. ABC e Santa Cruz não conseguiram balançar as redes na Arena de Pernambuco em um jogo que teve poucas chances de gol. As raras que apareceram não foram aproveitadas.

Com o resultado de 0 a 0, o Santa foi para segundo lugar, com cinco pontos, e o Alvinegro, com um a menos, ficou em quarto. O detalhe é que toda a rodada será completada neste domingo e a chance dos dois times caírem na tabela é grande.

 

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Política

A lei não é igual para todos: 55 mil têm foro privilegido

VJ2580

Reza a sabedoria popular que Justiça que tarda é Justiça que falha. Porque perpetua a impunidade e, quase sempre, favorece poderosos de colarinho branco acusados de crimes diversos, de corrupção a racismo. Uma das razões da notória lentidão do Poder Judiciário para julgar autoridades é o chamado foro privilegiado, regra criada no Brasil monárquico para proteger o imperador dom Pedro I, “pessoa inviolável e sagrada”, que não estava “sujeita a responsabilidade alguma”. Na República brasileira, a casta de “invioláveis” é hoje formada por inacreditáveis 55 000 pessoas, de ministros de Estado a comandantes de corpo de bombeiros, passando por vereadores e parlamentares.

Os beneficiários da regra, sobretudo os congressistas, não têm do que reclamar. São raros os episódios de deputados e senadores condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No caso da Operação Lava-Jato, que completou quatro anos em março, não existe uma única sentença condenatória. O primeiro processo sobre o petrolão, contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR), só deve ser analisado pelo STF no próximo dia 15. E não há ainda data definida para o julgamento dos outros políticos sob investigação.

Responsabilizado pela sensação generalizada de que políticos com mandato não são punidos, o Supremo resolveu reagir e, nesta quarta-feira, 2, deve limitar o alcance do foro privilegiado. A proposta do relator, o ministro Luís Roberto Barroso, já conta com a adesão de sete dos onze ministros do tribunal e restringe o foro especial apenas a casos em que deputados e senadores são acusados de crimes cometidos durante o exercício do mandato e que tenham relação com o próprio mandato.

Opinião dos leitores

  1. COMENTAR O QUE, SE A LEI É CLARA, OU SEJA ; EXISTE UMA PARA OS QUE NÃO TEM PRIVILÉGIOS, E OUTRA PARA OS NÃO PRIVILEGIADOS, E UMA OUTRA PARA FORMADOS COM DIREITO E PRERROGATIVAS PRIVILEGIADAS. E DEPOIS AINDA TEM O EMBARGOS. FAZEI O QUE. TÁ DIFÍCIL DE CORRIGIR. KKKKKKKKKKKKKKKKKKK. QUEM FAZ AS LEIS?

  2. Aumenta a foto dos LADRÕES . Só cinco não representa nada. OU BRASILLLLLLLLLLLLLL
    Tem que acabar com foro privilegiado. LADRÃO é LADRÃO . TODOS DEVEM SER IGUAL CONFORME A LEI . PODE SER RICO , POBRE, PRETO OU BRANCO. O TRATAMENTO PARA LADRÃO NÃO PODE SER DIFERENTE.

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Judiciário

Quando Palocci vai sair da cadeia? Entenda o controverso acordo de delação do ex-petista

Palocci teria dito que levou pessoalmente pacotes de propina em dinheiro vivo ao ex-presidente Lula, somando cerca de R$ 50 mil

Em setembro passado, o ex-ministro Antonio Palocci lançou uma frase que ficaria famosa na Lava Jato: em depoimento ao juiz Sérgio Moro, Palocci acusou o ex-presidente Lula (PT) de fechar em 2010 um “pacto de sangue” com o empreiteiro Emílio Odebrecht, dono da mega-construtora que leva o nome de sua família.

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Polícia

Após baleado em acampamento, Prefeitura de Curitiba faz novo pedido para que Lula seja transferido da PF

A Procuradoria-Geral da Prefeitura de Curitiba (PGM) fez um novo pedido, neste sábado (28) à 12ª Vara da Justiça Federal para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja transferido da Superintendência da Polícia Federal, onde está preso desde o dia 7 de abril.

No dia 13 de abril, a Prefeitura de Curitiba realizou um primeiro pedido pela transferência de Lula do local, alegando que o fato de o ex-presidente estar preso na sede da Polícia Federal tem gerado transtornos aos moradores e a funcionários.

O primeiro pedido da PGM ainda aguarda decisão da Justiça.

O Prefeito de Curitiba, Rafael Greca (PMN), afirmou que “o local oferece risco, transtorno à população, aos funcionários da própria PF, e atrapalha a rotina de prestação de serviços aos brasileiros que precisam da emissão de passaportes”.

Ainda de acordo com o município, o pedido também ressalta o protesto dos acampados, que “interrompeu por horas o trânsito na região, especialmente as linhas alimentadoras do Terminal Santa Cândida”, próximo à PF.

Ataque

Por volta das 4h deste sábado, Jeferson Lima de Menezes, de 39 anos, foi atingido no pescoço após um ataque a tiros registrado no acampamento de apoiadores ao ex-presidente, segundo a Polícia Militar (PM).

Ele foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Trabalhador. Ele está internado em observação no Hospital do Trabalhador e seu estado de saúde é “responsivo e estável”, de acordo com Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (Sesa).

Às 14h45, a Sesa informou que a bala foi apenas de raspão e que não houve necessidade de intervenção cirúrgia.

Mais cedo, por volta das 10h, a Sesa havia dito que Jeferson estava internado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital e que o estado de saúde dele era grave.

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) disse que as primeiras informações são de que um indivíduo chegou ao local a pé e efetuou disparos de arma de fogo contra o acampamento.

Outro tiro atingiu um banheiro químico, instalado no local. Os estilhaços atingiram o ombro de uma mulher. Ela sofreu ferimentos leves.

De acordo com a Sesp, a segurança foi reforçada no local.

No ínício da manhã, a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, afirmou em uma postagem na rede social que o caso foi um “atentado” ao acampamento.

G1

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Política

Temer pede crédito bilionário por calote da Venezuela e Moçambique

O presidente da República, Michel Temer, participa de cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 21/03/2018

O governo brasileiro vai ter de mexer no Orçamento deste ano para cobrir um calote de  1,3 bilhão de reais dos governos da Venezuela e de Moçambique. Os empréstimos têm como avalista o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), vinculado ao Ministério da Fazenda.

Para garantir o pagamento, cujo vencimento é no dia 8 de maio, o presidente Michel Temer (MDB) encaminhou ao Congresso Nacional texto do projeto de lei que abre crédito suplementar no valor de  1,164 bilhão de reais para reforço da lei orçamentária. A mensagem de envio do projeto está publicada em edição extra do Diário Oficial da União, publicada na tarde desta sexta-feira 27.

O crédito pedido pelo presidente fazia parte de um projeto de lei aprovado na quarta-feira. Mas, no meio da votação, o montante que seria destinado à cobertura das dívidas não honradas foi excluído, porque o dinheiro para essa operação sairia das emendas parlamentares (parcela do Orçamento destinada às áreas de atuação de deputados e senadores).

O Congresso recusou-se a aprovar o crédito de  1,5 bilhão de reais para honrar essas dívidas. O governo havia incluído o pedido de crédito desses recursos no Projeto de Lei do Congresso 4. A proposta previa um crédito de  4,2 bilhões de reais, mas os parlamentares retiraram 1,2 bilhão de reais que seriam repassados ao FGE. Deixaram apenas 300 milhões de reais para o FGE. Na quinta-feira, Temer convocou uma reunião de emergência e fez um apelo aos líderes de bancada no Congresso para que aprovem na próxima quarta-feira o crédito suplementar ao Orçamento.

Esses empréstimos problemáticos, concedidos durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que priorizaram relações com a América Latina e a África, serviram para que esses países importassem mercadorias e serviços do Brasil de forma financiada.

Os credores são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Credit Suisse. Está previsto que, se os países tomadores não pagarem, o FGE tem de cobrir os financiamentos. “São compromissos assumidos no passado, portanto, não no nosso governo, mas que este governo tem que cumprir”, comentou Temer.

O BNDES informou na quinta que a Venezuela está inadimplente em 135 milhões de dólares com a instituição. O país vizinho atrasou o pagamento de uma parcela vencida em janeiro. O saldo devedor soma 814 milhões de dólares, conforme o dado do fechamento de 2017.  Segundo o banco, o total de vencimentos em 2018 de dívidas da Venezuela cobertas pelo FGE soma  436,85 milhões de dólares. Desse valor, 278,2 milhões são de empréstimos do BNDES. O restante refere-se a financiamentos de bancos privados.

Caixa
O fundo dispõe hoje de mais de 4 bilhões de reais, de forma que há dinheiro para cobrir o calote. Mas há dois problemas a ser resolvidos. O primeiro: esse pagamento, que será uma despesa do governo, não está previsto no Orçamento de 2018. E precisaria estar, para que o gasto ocorra dentro da lei. Daí porque o governo corre para aprovar o crédito suplementar, que é na prática uma autorização para o gasto.

O segundo: existe um teto, um limite máximo, para as despesas do governo federal. Isso significa que, mesmo havendo dinheiro e autorização no Orçamento, será preciso cancelar alguma outra despesa já prevista para abrir espaço e acomodar o pagamento do calote dentro do teto. Por isso, a primeira ideia do governo foi sacrificar as emendas de parlamentares.

Omitindo a derrota no Congresso, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, apelou para o risco de crédito do país. “Nós temos a necessidade de fazer esse pagamento para que continuemos gozando da real condição de bons pagadores”, disse.
“Caso não honre, o Brasil fica inadimplente perante o sistema financeiro internacional, o que é uma sinalização muito ruim”, afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR).

Opinião dos leitores

  1. Taí no que deu a brincadeira petista de financiar esses regimes comunistas cucarachos. Tome na cabeça contribuinte otário e em outubro, vote no barbudo de novo!

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Esporte

Ultras do PSG postam insatisfação com elenco e recuperação de Neymar

Ultras do PSG postam insatisfação com elenco e recuperação de Neymar

Equivalentes às torcidas organizadas brasileiras, os grupos de ultras europeus também pressionam jogadores por resultados. Neste sábado, uma conta de Twitter ligada a esse tipo de fã do Paris Saint-Germain postou um texto com cobranças e acusações contra o elenco, citando especialmente a recuperação de Neymar no Brasil.

Depois do fraco desempenho do nosso time contra o Real, as peripécias na gestão de uma lesão, no limite da indecência e longe de nossa cidade, e os comportamentos desrespeitosos que se multiplicam contra os torcedores, seja no campo ou nas redes sociais, exigimos dos nossos jogadores um pouco mais de moderação e, especialmente, RESPEITO à instituição que é o Paris Saint-Germain! Nós fomos e continuaremos a ser seus primeiros apoiadores, mas não vamos ficar de braços cruzados se a honra do nosso clube continuar sendo desrespeitada!

Antes do jogo decisivo contra o Real Madrid, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, o PSG abriu as portas do clube para promover um encontro entre torcedores e jogadores, chamada na época de “união sagrada”. Os fãs foram mobilizados para pressionar os merengues em busca da virada no confronto depois da derrota de virada por 3 a 1 na Espanha. Só que a animação saiu do controle na véspera do jogo, quando alguns fizeram foguetório nas imediações do hotel da delegação adversária. Em campo, o time francês, desfalcado de Neymar, foi eliminado com nova derrota, por 2 a 1.

Além das críticas à programação de recuperação do craque brasileiro longe de Paris, os torcedores ficaram revoltados por um episódio controverso. Na quinta-feira passada, o lateral francês Meunier curtiu um post com mosaico da torcida do Olympique de Marselha na partida contra o RB Salzburg, pela semifinal da Liga Europa.

Campeão antecipado do Francês e vencedor da Copa da Liga, o PSG cumpre tabela neste domingo, contra o Guingamp, no Parc des Princes, às 16h (de Brasília). Depois, tem mais quatro jogos até o fim da temporda, um deles a decisão da Copa da França, no dia 8 de maio, diante do Les Herbiers, da terceira divisão.

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