Geral

Meia do Sol Sicredi promove “treinões” em quatro cidades do RN

A Meia Maratona do Sol Sicredi, maior corrida de rua do Norte-Nordeste e um dos principais eventos esportivos do Brasil, realiza, entre os dias 26 de julho e 30 de agosto, uma série de “treinões” — encontros preparatórios gratuitos e abertos ao público.

As atividades, que tiveram início em Mossoró, no dia 26, foram um sucesso de público e engajamento, reunindo atletas, famílias e entusiastas da corrida em clima de celebração. A agenda segue agora para os municípios de Pau dos Ferros, Caicó e Natal, que também contará com uma edição especial voltada ao público infantil: o Treinão Kids.

“O Sicredi é um exemplo de como uma organização pode ir além dos objetivos financeiros, abraçando uma visão mais ampla de responsabilidade para com a sociedade”, destaca o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.

Com expectativa de reunir mais de 18 mil atletas, a Meia do Sol Sicredi será realizada em Natal, nos dias 20 e 21 de setembro, reforçando o compromisso da cooperativa com a promoção da saúde, do bem-estar e da integração comunitária nas regiões onde atua — por meio de iniciativas que impactam positivamente milhares de pessoas.

Confira as datas e locais dos próximos treinões:
• Pau dos Ferros – 2 de agosto, às 5h | Praça de Eventos (Praça Nossa Senhora da Conceição)l
• Caicó – 9 de agosto, às 5h | Concentração: agência Sicredi
• Natal – 23 de agosto, horário a definir | Concentração: Centro de Convenções (Via Costeira)
• Treinão Kids (Natal) – 30 de agosto, horário a definir | Concentração: Arena das Dunas

Inscrições:
https://meiadosol.com.br/treinao-meia-do-sol/

Sobre a Sicredi RN

Fundada em 1993, a Sicredi RN é a maior cooperativa financeira do estado, com mais de 27 mil associados. Presente em 11 municípios-polo — Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, Currais Novos, Goianinha, Pau dos Ferros, São Gonçalo do Amarante, Assú, Apodi e Santa Cruz —, oferece soluções financeiras sustentáveis, alinhadas às necessidades dos associados e ao desenvolvimento das comunidades onde está presente.

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Geral

Tarifaço dos EUA: Líder do governo no Senado descarta conversa entre Lula e Trump até 1º de agosto

Foto: Pedro França

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes da entrada em vigor das tarifas de 50%, prevista para a próxima sexta-feira, 1º de agosto.

“Não vamos resolver isso até o dia 1º. É sexta-feira. O encontro de dois presidentes da República não se prepara da noite para o dia”, disse o senador, a jornalistas, nesta terça-feira, 29, em Washington.

O líder do governo no Senado afirmou que está transmitindo as informações das reuniões ao presidente Lula, mas deve se encontrar com ele para debater a missão aos EUA. Para ele, é importante o encontro dos presidentes brasileiro e americano.

‘Desmistificar preconceitos de parte a parte’

“Eu sempre acho importante substituir o meio magnético virtual. Olho no olho é diferente, e o presidente Lula é campeão disso”, afirmou. “Eu não posso dizer o que vai acontecer se houver esse encontro. Se depender da minha opinião, esse encontro, para mim, sempre será produtivo para desmistificar preconceitos de parte a parte”, acrescentou Wagner.

Segundo ele, o objetivo da missão foi “plantar”, e “não colher” os frutos. “Eu vim aqui plantar, estamos plantando. Eu não vim aqui com a pretensão de colher”, reforçou Wagner.

O senador afirmou ainda que, em todas as reuniões, um dos focos foi a ampliação do prazo para a entrada em vigor das tarifas ao Brasil.

“Todos os países tiveram 60, 90 dias; em 20 dias, como é que os empresários se organizam?”, questionou.

Estadão

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Mundo

Tsunami atinge leste da Rússia após terremoto de magnitude 8,6; Japão e EUA também emitem alertas

Foto: Guo Feizhou/Xinhua

Um terremoto de magnitude 8,6 —o mais forte no mundo desde o de 2011, que causou o desastre de Fukushima— atingiu a península de Kamchatka, na Rússia, nesta quarta-feira (29), gerando um tsunami com ondas de 3 a 4 metros de altura no território russo, além de alertas do Japão e do Centro de Alerta de Tsunami dos EUA.

O governo do Japão emitiu ordens de retirada para regiões costeiras e disse que ondas de até 3 metros de altura podem atingir o país.

O Serviço Geológico dos EUA (USGS) informou que o terremoto foi superficial, a uma profundidade de 19,3 km, com epicentro a cerca de 125 km a leste da cidade de Petropávlovsk-Kamtchatski. Anteriormente, o órgão havia publicado que o terremoto atingiu a magnitude 8,0 —o número foi revisado minutos depois.

Pouco mais de 30 minutos após o primeiro tremor, o serviço americano emitiu um alerta de outro terremoto de magnitude 6,9, a cerca de 48 km de distância do primeiro e a uma profundidade de 10 km.

O Sistema de Alerta de Tsunami dos EUA também emitiu um alerta de “ondas perigosas de tsunami” nas próximas três horas ao longo de algumas costas do Alasca, da Rússia e do Japão, além da costa do Havaí —que pode ser atingida por ondas de até 3 metros. Um alerta também está em vigor para o território insular americano de Guam e outras ilhas da Micronésia.

Kamchatka e o extremo oriente da Rússia ficam no Círculo de Fogo do Pacífico, uma região geologicamente ativa que é propensa a grandes terremotos e erupções vulcânicas.

Não houve feridos relatados após o terremoto, mas foi ordenada a evacuação de uma pequena cidade na região de Sakhalin, disseram autoridades regionais. “O terremoto de hoje foi grave e o mais forte em décadas de tremores”, disse o governador de Kamchatka, Vladimir Solodov, em um vídeo publicado no aplicativo Telegram. Ele afirmou que, segundo informações preliminares, não houve feridos, mas um jardim de infância foi danificado.

O governador de Sakhalin, Valery Limarenko, afirmou que uma ordem de evacuação foi declarada para a pequena cidade de Severo-Kurilsk.

Folha de S.Paulo

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Eleições

Maxaranguape: Rogério Marinho tem 37,5%; Allyson Bezerra tem 16,75% e Cadu Xavier tem 5,75% das citações dos entrevistados para o Governo do RN, aponta pesquisa Consult

Foto: reprodução

Pesquisa realizada pelo Instituto Consult revela que Rogério Marinho tem 37,5% das citações dos entrevistados em Maxaranguape; Allyson Bezerra tem 16,75%; Cadú Xavier tem 5,75% das citações; 31,25% não souberam responder; nenhum dos candidatos são 8,75%.

A pesquisa foi realizada no dia 26 de julho de 2025 com 400 entrevistados. A margem de erro é de 4,9% pontos percentuais, com confiabilidade de 95%.

Com Blog do Gustavo Negreiros.

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Brasil

VÍDEO: Governo quer acabar com a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para tirar a CNH

O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta terça-feira (29) que o governo pretende eliminar a exigência de aulas em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Em entrevista ele destacou que o custo elevado — entre R$ 3 mil e R$ 4 mil — tem levado milhões de brasileiros a dirigir sem habilitação.

“Qual o problema do Brasil? É que a gente tem uma quantidade muito grande de pessoas dirigindo sem carteira porque ficou impeditivo tirar uma carteira no Brasil. Entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. O cidadão não aguenta pagar isso”, afirmou o ministro.

“Quando o custo de um documento é impeditivo, o que que acontece? A informalização. As pessoas dirigem sem carteira. E esse é o pior dos mundos porque o nível da qualificação. (…) Isso aumenta o risco para ela, aumenta o risco de acidentes.”

Segundo o ministro, o governo estuda formas de reduzir ao máximo o custo da CNH, permitindo que mais pessoas possam se qualificar e obter o documento.

Renan Filho afirmou que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação atualmente, e outros 60 milhões têm idade para obter a CNH, mas ainda não possuem o documento. “A pesquisa que fizemos apontou o custo como o principal motivo”, disse.

Ao ser questionado sobre o risco de acidentes com a flexibilização da exigência, o ministro afirmou que os cursos continuarão disponíveis, ministrados por instrutores qualificados e supervisionados pela Senatran e pelos Detrans.

“O grande problema é que as pessoas já dirigem sem carteira. (…) E se você for olhar, por exemplo, as pessoas que compram moto, 40% delas, quando a gente faz um cruzamento entre o CPF de quem comprou e se ele tem ou não habilitação, não possuem habilitação”, disse.

“Se as pessoas dirigem sem curso algum, a gente está propondo garantir cursos para que as pessoas melhorem, tenham mais qualificação na hora de dirigir.”

Renan Filho também destacou as desigualdades sociais no acesso à CNH, afirmando que, em muitos casos, as mulheres são excluídas do processo de habilitação.

“Se a família tem dinheiro para tirar só uma carteira, muitas vezes escolhe tirar a do homem. A mulher fica inabilitada justamente por essa condição.”

Renan Filho também criticou o modelo atual, que, segundo ele, favorece a atuação de máfias em autoescolas e nos exames. “É tão caro que não basta a pessoa pagar uma vez o preço alto. Quem pode pagar, muitas vezes, é levado a ser reprovado para ter que pagar de novo”, afirmou.

“O que que acaba com isso? Desburocratizar, baratear, facilitar a vida do cidadão tira o incentivo econômico para criação dessas máfias.”

Segundo o ministro, o Brasil emite entre 3 e 4 milhões de CNHs por ano. Com os preços atuais, isso representa um gasto anual entre R$ 9 bilhões e R$ 16 bilhões para a população.

“Se isso for barateado, esse dinheiro vai para outros setores da economia, (…) que geram empregos competindo internacionalmente. Isso ajuda a economia brasileira a se dinamizar.”

G1

Opinião dos leitores

  1. Nada é tão ruim que não possa piorar.
    Essa decisão do governo é igual aquela do marido traído que retira a cortina da sala…

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Brasil

Defesa de Cid acusa PGR de “deslealdade” e pede perdão judicial ao militar

Foto: Ton Molina/STF

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid reiterou a integridade da delação premiada e pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) o perdão judicial para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) no processo de tentativa de golpe de Estado.

Ao apresentar as alegações finais na trama golpista, nesta terça-feira (29), os advogados de Mauro Cid acusam de “deslealdade” a PGR (Procuradoria-Geral da República) e de abandonar “à própria sorte” o delator depois de usar todas as informações compartilhadas por ele.

Em sua manifestação, o procurador-geral Paulo Gonet defendeu à Corte que Cid receba apenas a redução de 1/3 da pena por sua contribuição, mas não o benefício integral. Gonet argumentou que o ex-ajudante de ordens omitiu informações relevantes e resistiu ao cumprimento integral do acordo.

A defesa de Cid afirma que a PGR usou todas as informações fornecidas pelo ex-ajudante de ordens e depois quis puni-lo por supostas omissões.

“Tal atitude, além de ferir frontalmente o princípio da segurança jurídica, sucumbe ao dever de boa-fé objetiva e configura-se como verdadeira deslealdade processual por parte do órgão acusador, que se valeu da colaboração de Mauro Cid ao longo de extensas 517 páginas de manifestação, explorando seu conteúdo probatório de maneira sistemática — mas que, ao final, abandona o colaborador à própria sorte, desqualificando não apenas sua pessoa, mas a própria ideia de Justiça.”

Os advogados argumentam que a PGR reconhece que as informações reveladas por Cid contribuíram para os esclarecimentos dos fatos e que, portanto, é “incompatível” o pedido de redução do benefício do acordo.

“Não tivesse imensa importância os fatos esclarecidos na colaboração premiada, certamente não haveria tantos pedidos de nulidade das provas produzidas a partir dela, circunstâncias que, lamentavelmente, parecem reavivadas nas palavras distorcidas e confusas da acusação quando trata do Acordo de Colaboração Premiada e dos benefícios ajustados”, cita.

No documento de 78 páginas, a defesa afirma que Cid não relatou fatos, como detalhes do chamado “Plano Punhal Verde e Amarelo”, porque não tinha conhecimento.

“Imaginar que, no contrapasso, tivesse o colaborador que ‘falar o que não sabe’ para ter seus benefícios confirmados seria, certamente, uma grande aberração jurídica e causa absoluta de nulidade do acordo”, rebate a defesa.

A defesa expõe ainda que Cid, ao firmar o acordo de colaboração premiada, ficou em “posição de extrema vulnerabilidade”, mesmo sabendo que enfrentaria “forte resistência, represálias e, de certa forma, coação por parte de seus antigos aliados, superiores e demais corréus — especialmente os ligados ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.”

“No entanto, mesmo diante de cenário inóspito, o colaborador rompeu esse ciclo de obediência hierárquica, institucional e pessoal que historicamente caracteriza a lealdade cega entre subordinados militares e figuras centrais do poder político”, destaca.

Ao reafirmar a importância da delação, a defesa destaca que a natureza das informações compartilhadas, como a tentativa de golpe de Estado e os atentados contra autoridades, “constitui uma das mais graves agressões já registradas contra a ordem constitucional desde a redemocratização”.

Nas alegações finais, os advogados Cezar Roberto Bittencourt, Vania Adorno Bittencourt e Jair Alves Pereira destacam ainda que Mauro Cid atuava como assessor, sem qualquer papel decisório em atos de golpe de Estado.

“O que está verdadeiramente comprovado nos autos, por sua função, documentos, mensagens e testemunhas, é que Mauro Cid atuava como assessor e Ajudante de Ordens, sendo, por natureza, subordinado hierárquico, sem qualquer poder de comando, iniciativa ou liderança autônoma. Suas ações, ainda que administrativamente relevantes, não se confundem com atos típicos de golpe de Estado”, afirma a defesa.

Na sua última manifestação, a defesa de Cid diz ainda que o ex-ajudante de ordens detalhou tudo o que sabia dentro de suas funções, confirmando que o ex-presidente defendia a tese da fraude eleitoral e que foram discutidas medidas como GLO (Garantia da Lei e da Ordem), estado de sítio e novas eleições. Porém, reiterou que o militar sempre disse que não acreditava que Bolsonaro assinaria uma minuta golpista.

Em outro trecho, a defesa cita que Mauro Cid estava alinhado com o então comandante do Exército, general Marco Antonio Freire Gomes, que, segundo a investigação, rechaçou qualquer plano golpista do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Ao reconhecer, de forma objetiva e direta, que não havia qualquer elemento comprobatório de fraude, Mauro Cid reafirma sua postura de alinhamento com a verdade e com a legalidade democrática que, ao final, após acalmados os ânimos, conversou com o General Freire Gomes”, diz o documento.

CNN

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Política

Reunião de Alckmin com governadores sobre tarifaço é cancelada

Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

A reunião do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) com governadores, prevista para esta quarta-feira (30/7), foi cancelada. O encontro seria para discutir o tarifaço de 50% a produtos brasileiros, imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A taxação extra passará a valer a partir desta sexta-feira (1°/8).

Diversos governadores, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Cláudio Castro (PL-RJ) e Romeu Zema (Novo-MG), avisaram que não participariam e enviariam seus vices, como mostrou o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Até aliados, como a governadora Raquel Lyra (PSD-PE), não compareceriam.

O encontro foi convocado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), presidente do Fórum dos Governadores, e ocorreria na vice-presidência. Ele esteve com Alckmin na segunda (28/7) e pediu que a reunião de emergência ocorresse antes do dia 1º de agosto, quando efetivamente começam a valer as tarifas impostas por Trump ao Brasil.

Alckmin acumula o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e foi designado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para coordenar o esforço do governo para contornar a crise. Até o momento, porém, o Brasil não encontrou interlocutores no governo Trump, que citou motivos políticos, como o cerco judicial contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como motivação para o embargo.

Governadores, especialmente de direita, tem encontrado dificuldades para se posicionar sobre o tarifaço. Tarcísio de Freitas, que governa um estado que deve ser atingido profundamente pela medida de Trump, precisou se equilibrar entre a agenda política do ex-chefe e apelo econômico para que a taxação não entre em vigor.

Segundo o levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), estados do Sudeste devem ser os mais impactados pelo tarifaço. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão no topo de ranking de exportações para o país norte-americano.

Metrópoles 

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Política

Zambelli será submetida a processo de extradição, diz Ministério da Justiça

Foto: Estadão

Presa na Itália, a deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) será submetida à extradição, afirmou o Ministério da Justiça nesta terça-feira (29). A extradição é um processo coletivo entre autoridades dos países para entregar uma pessoa condenada ou investigada.

A pasta confirmou que a parlamentar foi presa por autoridades italianas em Roma como resultado de cooperação policial internacional entre a polícia brasileira, a Interpol e agências da Itália.

“A presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário”, continua a nota.

Presa na Itália

Carla Zambelli foi presa após se entregar a autoridades italianas. A informação foi confirmada pelo Ministério da Justiça e pela PF (Polícia Federal).

Zambelli foi condenada a dez anos de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por invasão aos sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e inserção de documentos falsos, em 2023.

A parlamentar foi incluída na lista de procurados da Interpol em 5 de junho.

CNN 

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Educação

Parnamirim: “Se Liga Enem” promete mobilizar estudantes rumo ao exame nacional

Em Parnamirim (RN), a partir do dia 2 de agosto, os estudantes que vão prestar o Enem terão à disposição mais uma edição do Se Liga Enem, projeto consolidado idealizado pelo professor Ítalo Siqueira. Com início marcado para sábado, o curso gratuito acontece todos os sábados, das 8h ao meio-dia, e se estende até o dia 1º de novembro, com um grande aulão de véspera para reforçar a preparação. Ao longo de dez anos, cerca de três mil alunos já foram atendidos pela iniciativa, que mobiliza um time de professores renomados da cidade e da região.

Nesta edição, mais de 150 estudantes de Parnamirim são esperados para participar das aulas presenciais, totalmente gratuitas. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas via Instagram, tanto no perfil do vereador @professor_italo quanto no do projeto @seliga.enem. Os inscritos terão direito a material didático completo e brindes exclusivos, além de lanche durante o intervalo.

O objetivo central do Se Liga Enem é ampliar as chances de sucesso dos alunos no exame, possibilitando acesso por meio de uma preparação focada, acolhedora e de qualidade. Como destaca o autor do projeto, “Esse é um projeto do meu coração. Faço questão de oferecer aos nossos alunos o melhor; seja em relação ao material didático de suporte, lanche, estrutura em sala de aula e tudo isso sem nenhum custo para eles. Nossa equipe tem trabalhado com afinco para que nossos alunos sejam vitoriosos”, disse Ítalo Siqueira.

Ainda segundo ele, a iniciativa representa o compromisso de democratizar o acesso à educação preparatória. “Queremos democratizar o acesso a uma educação de qualidade, garantindo que cada aluno tenha suporte para alcançar uma boa nota no Enem e conquistar seu lugar na universidade”, concluiu.

Aulas presenciais, conteúdo didático estruturado e uma equipe especializada compõem o diferencial do Se Liga Enem. Os estudantes participam de simulados, resolvem questões específicas das provas anteriores e recebem dicas estratégicas sobre cada área do conhecimento — tudo em um ambiente motivador e sem nenhum custo financeiro.

Com inscrições gratuitas abertas via Instagram, os interessados devem garantir sua vaga rapidamente — pois o número de vagas é limitado, e a procura costuma ser alta. A participação assegura não apenas acesso ao curso, mas também suporte pedagógico, lanche, material de qualidade e brindes.

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Geral

Deputada Carla Zambelli é presa na Itália

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi presa nesta terça-feira (29/7) na Itália. A informação foi anunciada pelo deputado italiano Angelo Bonelli e confirmada pelo Ministério da Justiça.

“Carla Zambelli está em um apartamento em Roma. Informei o endereço à polícia e, neste momento, os policiais estão identificando Zambelli”, escreveu o parlamentar italiano em sua conta no X.

Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à perda do mandato parlamentar por ter invadido o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com Delgatti.

Após ser condenada, a deputada bolsonarista fugiu no início de junho para a Itália, país onde tem cidadania. O governo brasileiro tentava a extradição da parlamentar, até então sem sucesso.

Metrópoles

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Geral

Dentista conhecido de Natal é denunciado pela ex-namorada por agressão física


Um dentista conhecido em Natal, identificado como Dr. Alessandro Bicca, foi denunciado pela ex-namorada por agressões físicas, tortura e ameaças durante o relacionamento. A jovem, que só agora tornou o caso público, revelou que viveu episódios constantes de violência doméstica e que, por medo e vergonha, demorou a denunciar.

Em um dos relatos, ela afirma ter sido agredida por mais de 10 horas seguidas, sendo espancada com um cabo de vassoura, arrastada, trancada em casa e obrigada a tomar banhos gelados enquanto ele cronometrou os intervalos das agressões.

O fato teria ocorrido em 2024, sem poder pedir ajuda, ela precisou deixar tudo para trás e recomeçar sozinha em outro país, na França.

Ao ver o caso de Juliana Garcia, que sofreu uma sequência de agressões dentro de um elevador em Natal, decidiu tornar o caso público, para encorajar outras mulheres.

Nos stories publicados em seu perfil, a vítima contou que os sinais de abuso começaram com controle disfarçado de cuidado, passando por ciúmes, manipulação e isolamento social. Ela diz que chegou a se afastar da família e amigos e foi convencida a parar de trabalhar. A situação teria se agravado com o tempo, culminando em episódios de violência física extrema, especialmente quando o agressor consumia álcool.

A ex-namorada relatou que, após o episódio mais grave, o dentista tentou se redimir com flores e pedidos de desculpas, alegando arrependimento e pedindo que ela não denunciasse para não “destruir” sua carreira. Ela afirma que, mesmo vivendo sob ameaças, decidiu fugir do país com apoio da família, indo para a Europa. Lá, longe do agressor, finalmente conseguiu denunciá-lo oficialmente à justiça.

O caso já tramita no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e a vítima conseguiu medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha. Documentos oficiais, fotos das lesões e prints de ameaças foram divulgados por ela nas redes sociais, reforçando o conteúdo da denúncia. A publicação gerou comoção e repercussão imediata entre os internautas.

“Monstros nem sempre rugem. Às vezes, pedem desculpas”, escreveu a jovem em um dos trechos. Ela encerra o relato dizendo que sobreviveu, mas carrega marcas físicas e emocionais, e que só decidiu expor tudo agora para que outras mulheres se sintam encorajadas a romper o ciclo da violência.

Blog do BG com informações do Celebs Potiguar

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Geral

Lula cogita ligar para Trump, mas quer ter certeza que americano vai atender e focar em comércio

Foto: Wilton Junior/Estadão

A três dias da entrada em vigor de tarifas de 50% contra exportações brasileiras, interlocutores do governo Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que não há previsão de ocorrer agora um telefonema entre o petista e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Embora a chamada esteja fora do radar no momento, a possibilidade de contato direto à distância existe e vem sendo cogitada por aliados políticos de Lula, membros da diplomacia e conselheiros presidenciais.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta terça-feira, 29, que uma conversa entre os dois “não é um telemarketing” e precisa de preparação prévia. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não pode haver um sentimento de “vira-latismo” no diálogo entre Lula e Trump.

Algumas alas governistas e executivos de empresas mais afetadas pelo tarifaço defendem que o presidente tome a iniciativa de tentar o telefonema, passo que não foi decidido ainda.

O governo brasileiro gostaria de ter a certeza de que Trump não somente atenderia Lula como estaria disposto a centrar a discussão na relação econômico-comercial e negociar as tarifas, para evitar constrangimentos políticos.

Por outro lado, impera no governo Lula a visão de que Trump busca uma concessão de viés político-institucional, para reabilitar eleitoralmente o aliado Jair Bolsonaro. Nas palavras de integrantes do governo, Trump quer o “inegociável”.

Desde a posse do republicano, as interações dele com chefes de Estado e de governo estrangeiro chocaram o Planalto, que considerou ter havido “humilhações” em série a governantes estrangeiros, entre eles os presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e da Ucrânia, Volodmir Zelenski, durante visitas no Salão Oval da Casa Branca.

A repetição de diálogos ríspidos, acusações e hostilidades é algo a ser evitado em possível interação com Lula. Por isso, eventual contato é cercado de cuidados e deve ser preparado pelas burocracias estatais — “sem improviso”, como destaca um embaixador.

Não é a primeira vez que um telefonema entre eles é cogitado, mas não se materializa. Quando Trump foi eleito, em novembro de 2024, o governo brasileiro passou a considerar a possibilidade de uma chamada.

Lula fez uma rápida publicação nas redes sociais reconhecendo a vitória de Trump como sinal de abertura nesse sentido, mas as divergências políticas prevaleceram. Trump e Lula são de campos ideológicos opostos e fizeram campanha para seus principais adversários eleitorais um do outro. Além disso, têm um histórico de provocações e críticas mútuas.

Eles se desencontraram na Cúpula do G-7, no Canadá, em junho, e jamais interagiram.

O contato virtual voltou a ser debatido após o anúncio do tarifaço de Trump contra o Brasil, por meio de uma carta assinada e divulgada por ele nas redes sociais — documento que o Itamarty mandou devolver.

Questionado em entrevistas, Lula chegou a dizer somente telefonaria para Trump quando tivesse o que falar com ele, mas depois mudou o tom e disse que o Brasil estava disposto ao diálogo quando o republicano quisesse conversar.

O americano também já admitiu que pode conversar com Lula, em algum momento, sem nunca marcar nem tomar a iniciativa de reunião. Ao contrário, os sinais recebidos são silêncio e canais bloqueados.

Por isso, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, fez chegar ao governo Trump sua disposição de ir a Washington nesta semana, caso pudesse ser recebido em alto nível para debater a questão tarifária.

O chanceler de Lula participou de reuniões nas Nações Unidas, nesta segunda-feira, 28, e permanece em Nova York, nesta terça-feira, 29, em articulações de bastidor, mas sem ter recebido qualquer sinal verde.

Um contato frutífero de Vieira com representante de Trump seria parte do protocolo prévio para o diálogo direto entre os presidentes.

Estadão Conteúdo

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Chanceler Mauro Vieira retorna ao Brasil sem reunião sobre tarifaço em Washington

Foto: Mauro Pimentel/Pool via REUTERS

O chanceler brasileiro Mauro Vieira encerrou a agenda nos Estados Unidos e deve retornar ao Brasil ainda nesta terça-feira (29), segundo fontes diplomáticas.

O ministro participou, nos últimos dois dias, da conferência que discute a solução de dois Estados na sede da ONU em Nova York.

Vieira havia feito um gesto ao governo americano, avisando que estaria nos Estados Unidos e disposto a ir a Washington caso a Casa Branca habilitasse algum negociador de alto nível para tratar da retomada das negociações sobre as tarifas. Mas não houve uma resposta positiva do governo Trump.

Fontes do governo americano afirmaram à CNN na tarde desta terça-feira (29) que não há nenhuma reunião prevista com o chanceler, confirmando que a tentativa do Brasil foi frustrada.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Câmara de Parnamirim promove Audiência Pública sobre o Agosto Verde, mês de proteção à primeira infância

Câmara de Parnamirim promove Audiência Pública sobre o Agosto Verde, mês de proteção à primeira infância

O debate acontece na próxima sexta-feira, 1º de agosto, às 9h30, no Plenário Dr. Mário Medeiros. Será discutido a importância da atenção integral às gestantes, crianças de até 6 anos e suas famílias.

O vereador Thiago Fernandes, autor da proposta, presidirá o evento, que deverá contar com a participação de autoridades, como a ex-Secretária Nacional da Primeira Infância, Luciana Siqueira, o Deputado Federal (SP) e Médico, Osmar Terra, profissionais da área, além do secretariado municipal e representantes da sociedade civil.

O Mês da Primeira Infância, instituído pela Lei Federal nº 14.617/2023, visa conscientizar sobre a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças.

Entre os principais desafios estão o acesso à educação infantil de qualidade, a saúde materno-infantil, o fortalecimento da rede de proteção social e o combate às desigualdades que afetam diretamente a infância no Brasil.

Para o vereador Thiago Fernandes, que por mais um ano, leva o debate à Câmara, é uma oportunidade de ampliar o diálogo sobre o tema no município.

“Nosso objetivo é conscientizar e propor caminhos para políticas públicas que priorizem a primeira infância. Investir nessa fase é investir no futuro da nossa cidade e do país”, reforça o parlamentar.

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Geral

Fora do Mapa da Fome, Brasil ainda tem 50 milhões de pessoas sem alimentação saudável

Foto: Itawi Albuquerque/Folhapress

O Brasil tem 50,2 milhões de pessoas que não podem pagar por uma alimentação saudável —23,7% da população—, de acordo com dados divulgados na segunda-feira (28) pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

Ao mesmo tempo, o país deixou o Mapa da Fome da ONU, após ter saído pela primeira vez em 2014 e retornado à lista entre 2019 e 2021. O relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo” mostra que, entre 2022 e 2024, menos de 2,5% da população brasileira estava em situação de subnutrição ou com acesso insuficiente a alimentos.

Para especialistas, o resultado representa um avanço, mas persistem desafios. “A batalha contra a fome não se encerra quando o país deixa o indicador. Ela continua existindo, mas não na proporção de antes”, afirma José Graziano, ex-diretor da FAO e idealizador do programa Fome Zero.

“O problema não é falta de alimento, é falta de poder de compra. O Brasil tem excedentes alimentares, tanto que exporta para o mundo inteiro. A melhora da qualidade alimentar só se resolve com aumento de emprego e de salários.”

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que, no último trimestre de 2023, 27,6% dos domicílios particulares no Brasil —o equivalente a 21,6 milhões de lares— enfrentavam algum grau de insegurança alimentar.

Desse total, 18,2% (14,3 milhões) estavam em nível leve, 5,3% (4,2 milhões) em nível moderado e 4,1% (3,2 milhões) em nível grave.

Com informações de Folhapress

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  1. Queria saber que mágica é essa, preço dos alimentos por cima da cabeça, comércio parado sem movimento, corte no bolsa família, e o Brasil saiu do mapa da fome!!! Essa conta tá certa?

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Geral

EUA podem voltar atrás e isentar café, cacau e alguns recursos naturais de tarifas, diz Secretário do Comércio americano

Foto: Brian Kaiser/Bloomberg

O secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que produtos que não são produzidos internamente pelos EUA poderiam entrar no país com tarifa zero. Em entrevista à CNBC Internacional, Lutnick citou produtos como manga, café, cacau e alguns recursos naturais, sem, no entanto, mencionar o Brasil, principal fornecedor de café para os EUA, e que outros países poderiam se beneficiar com tais isenções.

— Os Estados Unidos não produzem esses produtos. Então, poderiam entrar com tarifa zero.

O café brasileiro mantém-se como o principal produto exportado para os EUA, representando cerca de 33% do consumo americano. Entre janeiro e maio deste ano, os EUA compraram 17% de todo o café brasileiro exportado. Já de acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), foram enviadas aos Estados Unidos 3,3 milhões de sacas de janeiro a junho deste ano. Em 2024, o país exportou mais de 8 milhões de sacas de café para a maior economia do mundo, reforçando sua posição de liderança no setor.

Quanto ao cacau, segundo dados da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), entre 2020 e 2024, os EUA responderam, em média, por 18% do valor total exportado pelo Brasil de derivados do fruto. Em 2024, esse valor atingiu US$ 72,7 milhões, com um volume de 8,1 mil toneladas.

Segundo fontes, nas conversas que mantém com representantes de comércio dos EUA, o governo vai propor aos EUA a exclusão de alguns itens do tarifaço de 50%, como suco de laranja, café e Embraer.

A declaração do secretário americano foi feita no segundo dia de negociações comerciais entre EUA e China, que acontecem em Estocolmo. Segundo Lutnick, as conversas têm como foco a revisão de tarifas impostas anteriormente, que chegaram a 125% de ambas as partes.

Falando a repórteres em Estocolmo, o negociador comercial chinês Li Chenggang informou que China e EUA concordaram em estender a trégua tarifária. Ele no entanto, não forneceu detalhes sobre a extensão da medida.

— As negociações foram francas e aprofundadas. Ambos os lados continuarão mantendo uma comunicação próxima daqui para frente — afirmou Li.

A negociação com a União Europeia também foi abordada por Lutnick. Ele afirmou que muitas das questões em torno do acordo comercial entre os EUA e o bloco europeu ainda estão em aberto, e que ainda há “muita negociação pela frente”.

— Eu espero continuar conversando com o pessoal de comércio da Comissão Europeia? Sim, eles me ligaram esta manhã para falar sobre outros assuntos, como serviços digitais, impostos e o ataque às nossas empresas de tecnologia — isso vai estar na mesa —disse Lutnick à CNBC, acrescentando:

— Há outras coisas que eles gostariam, como aço e alumínio, que não foram incluídas neste acordo e que também estarão na mesa.

O presidente Donald Trump, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, concordaram no fim de semana com um acordo parcial que imporá tarifas de 15% sobre a maioria das exportações do bloco, além do compromisso de comprar US$ 750 bilhões em produtos energéticos americanos e investir US$ 600 bilhões nos EUA. Segundo o acordo, a tarifa média do bloco sobre produtos americanos deverá cair para menos de 1%.

Embora o pacto tenha reduzido o risco de uma guerra comercial que poderia causar um golpe severo na economia global, investidores e alguns líderes da União Europeia expressaram preocupações quanto aos termos do acordo e se ele trará estabilidade às relações transatlânticas.

O Globo

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  1. Isso se o Eduardo Bolsonaro permitir né? Afinal, tudo que está ocorrendo é culpa dele. E ele não faz a menor questão de esconder, quem esconde é a mídia extremista da direita.

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