O DEA (sigla em inglês para Administração de Repressão às Drogas), órgão ligado ao Departamento de Justiça dos EUA, divulgou uma recompensa de US$ 25 milhões para quem tiver informações “que levem à prisão e/ou à condenação” do presidente da Venezuela Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela, esquerda).
Um cartaz com uma foto de Maduro e o valor da recompensa foi compartilhado na segunda-feira (28) pela conta oficial do DEA na rede social X. O órgão também pede informações de Diosdado Cabello, ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, e de Vladimir Padrino López, ministro da Defesa da Venezuela, ambos do mesmo partido político de Maduro.
O governo dos EUA acusa Maduro de “conspiração com o narco-terrorismo, com a importação de cocaína, com o uso e transporte de armas e objetos destruidores em fomento a um crime de tráfico de drogas”. O presidente venezuelano também é acusado pelo governo norte-americano de integrar um grupo criminoso chamado de “Cartel de Los Soles”.
Na 6ª feira (25.jul), a gestão Trump classificou o cartel como uma organização terrorista internacional. “O Cartel de los Soles é um grupo criminoso sediado na Venezuela, liderado por Nicolás Maduro Moros e outros integrantes de alto escalão do regime de Maduro. O grupo fornece apoio material a organizações terroristas estrangeiras que ameaçam a paz e a segurança dos Estados Unidos, em especial o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa”, diz o comunicado oficial do Departamento do Tesouro dos EUA. Eis a íntegra, em inglês (PDF – 112 kB).
No domingo (27.jul), o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (Partido Republicano), divulgou uma nota oficial afirmando que “Maduro não é o presidente da Venezuela e seu regime não é o governo legítimo”.
A Justiça paulista determinou que Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal pelo Novo-PR, deverá pagar indenização de R$ 135,4 mil ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por danos morais.
A decisão judicial estabelece prazo de 15 dias para a quitação do valor, com acréscimo de 10% sobre o montante em caso de atraso. A ordem de pagamento foi divulgada pelo UOL e confirmada pelo Poder360.
A decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) refere-se ao infográfico apresentado por Dallagnol durante entrevista coletiva da operação Lava Jato em 2016. Na apresentação, o então procurador utilizou um slide feito no programa PowerPoint com setas que conectavam termos como “Petrolão”, “Governabilidade corrompida”, “Mensalão” e “Enriquecimento ilícito” ao então ex-presidente, durante denúncia relacionada ao caso do tríplex no Guarujá.
Lula iniciou o processo judicial por danos morais ainda em 2016, logo depois da divulgação do material. O petista sustentou que o procurador atacou sua honra por meio da imagem, quando a força-tarefa o acusava de comandar um esquema criminoso na Petrobras.
O caso percorreu diferentes instâncias até chegar à 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal). A ministra da Corte Cármen Lúcia confirmou, em abril de 2024, o entendimento da 4ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) sobre a necessidade de indenização.
No julgamento, realizado no plenário virtual, os ministros do Supremo Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Luiz Fux seguiram o voto da relatora. O ministro Cristiano Zanin declarou-se impedido por ter atuado como advogado de Lula durante a Lava Jato.
Depois da recente decisão judicial, o ex-procurador manifestou-se por meio de suas redes sociais.
Em vídeo, Dallagnol disse: “Eu fui condenado por fazer o que eu faria de novo 1.000 vezes se eu tivesse 1.000 vidas: colocar na cadeia e não na Presidência aqueles contra quem existem fortes provas de corrupção. Eu fiz a coisa certa, eu não me arrependo disso, e quem deveria ser condenado são os corruptos e aqueles que lhes garantem a impunidade suprema”.
Dallagnol agradeceu às 12.000 pessoas que, segundo ele, fizeram doações espontâneas. O procurador afirmou que a soma do valor repassado totalizou cerca de R$ 500 mil e que o excedente da indenização será doado para hospitais filantrópicos que tratam crianças com câncer e transtorno do espectro autista.
“Agradeço a todos aqueles que não me deixaram sozinho e protegeram a minha família de pagar o preço de lutar por justiça num país em que os corruptos mandam. Agradeço também aos mais de 12.000 brasileiros que doaram, sem eu pedir, pequenos valores que somaram mais de meio milhão de reais”, declarou o ex-procurador.
Sobre a destinação dos recursos, Dallagnol afirmou que prestará contas publicamente. “Como me comprometi publicamente, todo o valor excedente será doado a hospitais filantrópicos que tratam crianças com câncer e com transtorno do espectro autista. Oportunamente, eu vou prestar contas de todo valor”, disse.
Ao dizer, quatro dias antes do “dia D”, que vai esperar a sexta-feira para decidir sobre medidas de socorro aos setores e empresas mais duramente atingidas pelo tarifaço de Donald Trump, o presidente Lula deixou uma pergunta que não quer calar: o que ele está esperando? O resultado de alguma negociação sigilosa? Um recuo nos 50%, que Trump nega? Ou simplesmente o tsunami chegar?
Lula não desce do palanque, e não para de fazer provocações e ironias contra Trump e os EUA, desde que a Genial/Quaest detectou que a popularidade dele subiu e a de Jair Bolsonaro caiu com a ameaça de tarifaço e as cartas mal-ajambradas do presidente norteamericano. Logo, uma segunda dúvida é onde Lula quer chegar. À sexta-feira, com uma negociação bem-sucedida, ou às eleições de 2026, numa posição confortável? Uma coisa pode estar condicionada à outra…
Enquanto o chanceler Mauro Vieira, o vice Geraldo Alckmin, empresários brasileiros e americanos e a comissão de senadores que foi aos EUA conversam muito, articulam muito, não se vê um único sinal, à luz do dia, de que haja reais negociações e, portanto, chances de reduzir os 50%.
Essas negociações e chances deveriam ser até naturais, já que esse percentual é mais que o dobro na guerra de Trump contra o mundo, e o Brasil, apesar de estar no topo das sanções, é deficitário no comércio com os EUA, como Lula está rouco de tanto repetir. Em tese, o tarifaço é para superavitários, não para deficitários.
Se seriam tão naturais, por que inexistem negociações e ninguém acredita em recuo, por mais que Trump, que é um jogador, venha sempre baixando as tarifas no “dia D” com os demais países? Porque a birra com o Brasil não é por causa de comércio, mas sim de política: o processo contra Bolsonaro, bigtechs, o apoio de Lula a Kamala Harris, a camaradagem de Lula com China e Rússia, o Brics como adversário de Washington…Em sendo assim, nem Trump quer ceder, nem Lula age diplomaticamente. As portas e os ouvidos se fecham.
Antes de ir para Nova York, numa derradeira busca de pragmatismo e bom senso, Mauro Vieira enviou um embaixador aos EUA para abrir canais. Até a noite de segunda-feira, porém, não havia motivos para comemoração, só para preocupação com o PIB, os exportadores, os produtos e os empregos.
Os 50% são arrasadores e estão chegando, com Lula saltitante, em campanha, e o Brasil cara a cara com uma derrota que vai lhe custar muito caro. Na reta final, o único consolo é que sexta-feira não será o fim do mundo. A guerra continua e há muito o que negociar, se Trump e Lula adotarem o tom e a disposição de estadistas que não tiveram te agora. É possível? Só vai se saber depois do “dia D”.
Não houve nenhum fato estrutural de 2022 para 2025 que apontasse que o Brasil estivesse com algum percentual apreciável de gente passando fome, e que hoje não tem. Pelo contrário até, com a inflação corroendo o poder de compra. A gente sabe como é isso. Eles botam um Graziano da vida na FAO/ONU para mudar o parâmetro na canetada, como feito antes. Gente com insegurança alimentar continua tendo. Gente que se entope de açúcar, carboidrato barato e graxa, é o que mais tem. Tá cheio de ‘inchado’ desnutrido e família que, formalmente, não tem renda para comer adequadamente ao longo do mês.
Me fala o nome da cidade que saiu da fome, tá vivendo em Marte é?
Enquanto isso 77% das famílias brasileiras endividadas até o pescoço, sem dinheiro e sem crédito nenhum, muitas vezes tendo que se alimentar de favor de outros parentes e até de vizinhos, não sei o que pior, não dormir por causa das dividas ou por causa da fome, mas dizer que a situação do Brasil melhorou é uma afronta, pode ter melhorado a distribuição de alimentos para os mais humildes, fora isso, os números não metem, estamos indo ladeira abaixo, só fanáticos políticos não enxergam o óbvio.
kkkkkkk no site do PT vc vai char kkk
Papel aceita tudo. Essa conversa é igual aos alunos do RN que PASSAM DE ANO mesmo que não sejam aprovados. PAPEL ACEITA TUDO, QUEM PAGA A BANDA ESCOLHE A MÚSICA . Acredita, otário!!!
Esse é profissional da pior qualidade, tentando faturar politicamente, em cima dos seus próprios erros, é-o Brasil? Há depois a gente vê.
É tudo que ele tá querendo. Mais um 8 de janeiro no colo dele. Em quase três anos de governo, tem algo de futuro que esse governo fez? Só falava do Bolsonaro, agora adicionou o Trump.
No cargo há dois meses, o novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, afirmou, nesta segunda-feira (28), estar ainda “construindo” uma interlocução com o governo Lula. Xaud contou, inclusive, que aguarda uma agenda com o atual presidente da República.
“A gente está construindo essa interlocução. Mas está muito positivo, estou sendo muito bem recebido, mostrando para o Brasil, para todas as classes, o que nós queremos fazer à frente da CBF, o que a gente quer trazer para o Brasil em relação ao futebol e o que a CBF pode contribuir ainda mais com o Brasil. Então, estamos construindo essa relação. Como eu falei, nossa gestão é baseada em diálogo, então, portas abertas da CBF”, disse o presidente da CBF, em entrevista ao vivo ao Metrópoles.
Nas últimas semanas, Xaud teve uma série de reuniões em Brasília com autoridades do Legislativo e do Executivo. Ele se encontrou, por exemplo, com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e com a ministra Anielle Franco (Igualdade Racial).
“Do Lula, a gente está esperando a agenda do presidente. Também vai ser uma agenda positiva. A gente precisa também desenvolver o futebol através do governo federal, dos governos estaduais. Isso não cabe só à CBF. A CBF é uma entidade privada, mas ela tem um cunho social importante, e têm que ser feitas essas parcerias. Se somar essas forças, a gente consegue desenvolver ainda mais o futebol brasileiro”, declarou o presidente da confederação.
O primeiro semestre da gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB) como presidente da Câmara teve uma leve redução no governismo da Casa, contrariando expectativas de petistas que, meses atrás, aguardavam o fim do mandato de Arthur Lira (PP-AL). A avaliação era que o governo teria vida mais fácil nas votações.
Deputados de seis partidos da base aliada avaliaram, publicamente ou de forma reservada, que a perda de votos do Executivo se deve mais a movimentos do governo Lula (PT) do que ao comportamento do presidente da Câmara.
A maioria desses parlamentares apontou uma deterioração geral no clima político, e um deles argumentou que não há grandes dificuldades para o Executivo, apesar da variação dos números.
Entre articuladores do governo, a avaliação é que a relação com Motta é boa e enfrentou um estresse pontual com as discussões sobre o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Além disso, afirmam, a interlocução entre ele e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), é constante e não teria sido interrompida nem nos momentos mais tensos. Também dizem que os projetos prioritários de Lula foram pautados.
A taxa de governismo calculada pela Folha com base nas votações nominais da Câmara no primeiro semestre de 2025 ficou ligeiramente abaixo dos resultados dos mesmos períodos em 2023 e 2024 —quando o presidente da Casa era Lira.
Neste ano, 66,9% dos deputados votaram de acordo com a orientação dada pelo governo nas votações nominais do plenário. Nos anos anteriores, esses percentuais foram de 68,1%, em 2023, e de 69,2%, em 2024.
A cifra não significa que o governo tenha o apoio consistente de dois terços do plenário. O percentual capta apenas as posições tomadas nas votações –depois que os projetos são modificados para ampliar o consenso sobre o tema.
Além disso, o governo nem sempre dá uma orientação de voto no plenário, principalmente quando há divisão na base aliada. Nesses casos, os líderes governistas costumam liberar as bancadas —tática usada para não expor rachas, principalmente quando não se considera essencial marcar posição.
Lira é tido como um dos presidentes da Câmara mais poderosos do passado recente e foi um dos principais aliados da gestão Jair Bolsonaro (PL). Era considerado um negociador duro, que dava vazão a demandas de grupos políticos que não apoiam Lula, embora também avançasse com propostas de interesse do atual governo, como a reforma tributária.
Dessas características derivavam as expectativas que petistas e aliados de Lula verbalizavam reservadamente quanto ao fim da gestão Lira.
O motivo mais citado pelos deputados ouvidos pela reportagem para a leve redução no governismo foi a pauta e o discurso do próprio Executivo, que tomou uma posição mais à esquerda no fim do primeiro semestre, enquanto o Congresso tem maioria conservadora.
O ponto alto dessa divergência foi a tentativa do governo de aumentar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para arrecadar mais em 2025. O Congresso votou, em junho, em peso para derrubar a medida –depois, o Judiciário deu uma decisão favorável ao Executivo sobre o tema.
Ao mesmo tempo, alguns aliados de Lula passaram a acusar o Legislativo de defender milionários em detrimento da maioria da população.
“O governo colocou pautas que não dava para colocar de qualquer maneira, como o IOF”, disse o líder do PDT, Mário Heringer (MG). “Jogar o Congresso contra a população no discurso de rico contra pobre também pesou no comportamento das bancadas”, declarou o pedetista.
A demora no pagamento de emendas parlamentares —frações do Orçamento cujos destinos congressistas têm o direito de decidir— também foi apontada como motivo para a redução no percentual de votos governistas no primeiro semestre de 2025.
A distribuição dos recursos foi questionada no STF (Supremo Tribunal Federal). Além disso, a aprovação do Orçamento só em março deste ano atrasou os pagamentos.
Outra razão apontada para a pequena perda de votos do Executivo é a amplitude da coalizão que elegeu Motta. Ela incluiu tanto PT como PL, o que garante que o presidente da Casa faça gestos também à oposição.
“Motta tem um perfil muito menos governista que Lira, que contribuía muito mais com a agenda do governo”, disse o primeiro vice-líder da oposição, Carlos Jordy (PL-RJ).
O líder do MDB, Isnaldo Bulhões (AL), disse que não há maiores dificuldades para Lula na gestão Motta em comparação com os anos de Arthur Lira. “O que está acontecendo é mais diálogo. A presidência do Hugo é mais democrática e previsível”, declarou Isnaldo.
Motta afirmou, por meio de nota, que bons projetos avançam e que a Câmara é contra aumento de impostos, daí os votos contra a alta no IOF. Ele declarou que as emendas não são condicionantes para as deliberações.
Sobre ter sido eleito por forças políticas diversas e precisar fazer acenos à oposição, o presidente da Câmara disse que a aprovação de propostas não depende exclusivamente dele e que a diversidade beneficia os debates na Casa.
O caso de violência que chocou Natal e todo o Brasil, envolvendo o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, acusado de espancar a namorada com mais de 60 socos dentro de um elevador, ganhou novos desdobramentos.
Nas redes sociais, Alessia Vitória, mulher trans, publicou prints de conversas antigas com Igor e fez um desabafo em tom de repúdio. Em um dos stories, ela escreveu: “Livramento! Triste safado, como tive coragem de me envolver com um lixo desse?”
Alessia também chamou Igor de “covarde” e expôs supostas preferências íntimas do acusado em conversas privadas, reforçando o clima de revolta nas redes sociais.
Desde quando petista é patriota? Kkkk tá se escondendo? Seu comedor de capim !
Maduro e Kin Jon são vermelhinhos só pra vc não esquecer. Tem que ter idiota com ódio das pessoas e pra variar de esquerda. Se brincar faz o mesmo com a mulher.
Voltz, quem bateu na mulher foi o filho do apedeuta, tá doidim.
Misericórdia 🙏
Uma Trans homofóbica e um machão cheio de trembolona na cabeça, pela repercussão do caso a cadeia sairá barato.
Vai aparecer mais pessoas agredidas por esse cara, o problema está na justiça aceitar as desculpas dos advogados, sempre é assim, vale mais soltar depois dessas agressões pq toma remédio controlado, agora virou autista, kkkkkk, sem antecedentes criminais, ter residência fixa e réu primário, temos q lutar pra esses argumentos sejam tirados das benefices da lei, isso é muito vergonhoso, tem q mudar, é um clamor nacional, punição exemplar de imediato.
Essa pessoa não pode ficar menos q 10 anos preso em regime fechado pra v se aprende a conviver em sociedade.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, alfinetou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma palestra realizada num evento acadêmico internacional em Brasília. A uma plateia de pesquisadores e estudantes de Direito Público de vários países, Barroso disse que é preciso “make lying wrong again”, ou seja, “fazer com que mentir seja errado novamente”. A fala provocou risos da audiência.
Em português, a frase aparece com recorrência nos discursos do ministro. Em inglês – idioma que todos os palestrantes usaram -, ela faz um paralelo com o lema de Trump: “Make America great again”.
“Em uma democracia aberta e pluralista, a verdade não tem dono. Mas mentir não é uma estratégia política legítima. Uma causa que se baseia em engano, ódio ou desinformação não pode ser uma causa justa. Então, deveríamos fazer da mentira algo errado novamente”, disse o presidente do STF.
O presidente dos EUA tem aplicado sanções ao Brasil e a ministros do STF como forma de pressionar por uma anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu por suposta tentativa de golpe de Estado no Supremo.
Um homem fez um ataque a tiros em um prédio corporativo no centro de Manhattan nesta segunda-feira (28), informou uma fonte à CNN.
Segundo autoridades, cinco pessoas foram mortas no local. O atirador também morreu.
O homem foi visto adentrando um prédio comercial na Park Avenue, que inclui escritórios corporativos da National Football League e da Blackstone. Posteriormente, ele foi identificado como um jovem de 27 anos de Las Vegas.
O edifício ocupa um quarteirão inteiro, sendo um dos poucos a ter CEP próprio.
Segundo o vice-diretor do FBI, Dan Bongino, o serviço secreto está fornecendo apoio no local. O esquadrão antibombas da polícia de Nova York está no local.
O prefeito de Nova York, Eric Adams, confirmou que “há uma investigação sobre atirador ativo em andamento no centro da cidade neste momento” em uma publicação no X.
“Por favor, tomem as devidas precauções de segurança se estiverem nas proximidades e não saiam se estiverem perto da Park Avenue e da East 51st Street”, escreveu ele.
A governadora de NY, Kathy Hochul, afirmou em uma publicação no X que havia sido informada sobre o tiroteio e pediu à população que evitasse a área.
A quatro dias da aplicação da sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelos Estados Unidos, o governo Lula (PT) negocia a exclusão de alguns itens do tarifaço de Donald Trump.
Segundo integrantes do governo envolvidos com o tema, o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) tem conversado com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, na tentativa de poupar, por exemplo, alimentos da lista de produtos a serem sobretaxados pelo governo Trump.
O Brasil é hoje, por exemplo, o maior produtor e exportador de suco de laranja do planeta, vendendo 95% de sua produção para o exterior. Desse volume, 42% tem os Estados Unidos como destino. O país também é o principal fornecedor de café ao mercado norte-americano. Entre janeiro e maio de 2025, os EUA compraram 2,87 milhões de sacas, o equivalente a 17,1% de todo o volume exportado pelo Brasil, conforme dados do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Além de buscar junto à gestão Trump o adiamento do anúncio, haveria ainda um pedido de exclusão das aeronaves fabricadas pela empresa Embraer, que tem o mercado norte-americano como principal comprador para a aviação regional. Um dos argumentos em favor da medida seria o de que a fabricante brasileira importa peças dos EUA.
Sem uma resposta concreta dos Estados Unidos, o governo brasileiro continua estudando cenários possíveis de reação e segura a divulgação do plano de contingência até que o tarifaço de Trump se concretize.
O desenho geral do plano para proteger empresas exportadoras foi concluído pela equipe técnica na semana passada e aguarda aval de Lula, segundo o ministro Fernando Haddad (Fazenda).
Nesta segunda-feira (28), o chefe da equipe econômica se reuniu com o presidente no Palácio do Planalto. Alckmin também participou do encontro.
Após a reunião, Haddad afirmou ter levado a Lula “todas as possibilidades que estão à disposição do Brasil e dele à frente da Presidência da República”. O ministro disse, no entanto, que o “foco do Brasil é negociar”.
Segundo Haddad, o vice-presidente Alckmin está em contato e “à disposição permanentemente” das autoridades americanas. “Tem havido conversas. Então, aquilo que foi dito semana passada, [semana] retrasada, de que o Brasil não vai deixar a mesa de negociação em nenhum momento, está valendo e vai continuar valendo.”
O ministro da Fazenda deixou claro que Lula não tomará decisão antes de conhecer o ato executivo dos EUA com o detalhamento das decisões sobre o comércio com o Brasil. Questionado se o presidente já havia decidido qual será a reação a uma sobretaxa americana, Haddad respondeu que não.
“Não sabemos nem a decisão que vai ser tomada. Possivelmente, a gente espera que não seja unilateral no dia 1º. Então, nós vamos insistir de que a medida não seja unilateral por parte dos Estados Unidos”, disse ele.
Como mostrou a Folha, entre as medidas de contingência há a possibilidade de se criar um fundo privado temporário para facilitar a concessão de crédito a empresas ou setores afetados pelo tarifaço. O governo também avalia incluir ações de preservação de empregos em modelo similar ao programa emergencial de manutenção de trabalho e renda criado na pandemia.
Em conversa com jornalistas, Alckmin elogiou a elaboração do plano de contingência, mas afirmou que a prioridade do governo é avançar na negociação com os americanos.
“O plano de contingência é um plano que está sendo elaborado, bastante completo, bem feito, mas todo o empenho agora nessa semana é para a gente buscar resolver o problema. Quero dizer a vocês que nós estamos dialogando neste momento pelos canais institucionais e sob reserva”, afirmou.
Questionado sobre a possibilidade de o presidente Lula ligar a Trump para uma negociação direta, Alckmin disse não ter tratado do assunto com o chefe do Executivo. “Eu não conversei com o presidente Lula sobre isso, mas o presidente Lula é o homem do diálogo. Ele sempre defendeu o diálogo, que é o que nós fazemos permanentemente”, disse.
Neste domingo (27), Trump confirmou a aplicação de sobretaxas, que no caso do Brasil foram definidas em 50%, a partir de 1º de agosto. Se confirmada, a tarifa será uma das maiores do mundo.
E a jaboticaba e cartas de baralho não está nesse pedido??
Lula quer chupar e jogar cartas com Donald Trump.
hihihihihihihihi…
Diplomacia zero.
Incompetentes.
Os dois na cena do crime.
Kkkkk.
País esculhambado.
Dois sem moral atrás de projeção nos Estados Unidos.
Kkkkk.
Não vão ter, em quanto não tiram o nome de Trump da boca, o Trump não sabe nem que eles existem vamos por assim dizer.
Kkkkkk…
Dois fanfarrões.
Nesta terça-feira (29), Ceará-Mirim dá início às comemorações pelos 167 anos de emancipação política, com uma programação pensada para celebrar a história, a cultura e o povo cearamirinense.
As atividades começam às 19h, com um Culto de Ação de Graça e show gospel na Igreja Assembleia de Deus, promovido pela Prefeitura. Um momento de fé e agradecimento que marca oficialmente o início das festividades no município.
A partir das 20h, os festejos ganham ritmo no Parque da Cidade, com uma noite de shows imperdível. O destaque da programação é a apresentação da banda Desejo de Menina, que promete emocionar o público com seus sucessos. Também sobem ao palco os artistas Alan Seabra, Pedro Luccas, Renno Poeta e Bruno Martins, garantindo uma noite de muita música e celebração.
As comemorações continuam na quarta-feira (30) com uma programação diversificada ao longo do dia. Às 16h, será celebrada a Missa de Ação de Graça no Santuário Nossa Senhora da Conceição, um momento especial de fé em homenagem ao aniversário da cidade.
Mais tarde, a partir das 20h, o Parque da Cidade volta a ser palco de grandes apresentações. Estão confirmados os shows de Henry Freitas, Pablo do Arrocha, Luiz Almir, Amazan e Fernandinha, encerrando com chave de ouro as festividades pelos 167 anos de Ceará-Mirim.
A Prefeitura convida toda a população a participar desta festa, que celebra o passado e projeta o futuro de um município que segue crescendo com trabalho, respeito e compromisso com as pessoas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda-feira (28/7), que irá comparecer ao evento de motociclistas convocado por apoiadores dele nesta terça-feira (29/7), em Brasília, mas que não irá acompanhar o comboio em cima de uma moto.
“Sobre a motociata? Vou participar do evento, eu vou. Sou motociclista, mas não devo participar da motociata, não”, disse Bolsonaro a repórteres na saída da sede do Partido Liberal.
O evento de apoio ao ex-presidente foi divulgado por um convite virtual com uma versão em IA de Bolsonaro e sugere que ele participará da manifestação, cujo ponto de encontro é o Capital Moto Week. O vídeo convida os apoiadores para “ir à luta” e repete o bordão “Deus, Pátria, Família e Liberdade”.
O Capital Moto Week acontece anualmente na região da Granja do Torto e reúne motociclistas de todo o Brasil. Caso se confirme, essa não será a primeira aparição de Bolsonaro ali. Em 2023, ele foi recebido no local por apoiadores ao som de gritos de “mito”.
As passagens aéreas, seguro viagem e diárias dos senadores que foram aos Estados Unidos para discutir com autoridades locais a respeito a decisão do governo americano de impor tarifas extras de 50% sobre os produtos brasileiros custaram quase 500 mil reais ao Senado Federal.
Foram 476,3 mil reais no total, conforme os dados disponíveis no portal da Casa. Viajaram aos EUA todos os oito membros da comissão externa destinada a manter diálogo in loco com parlamentares americanos sobre as relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos.
São eles Nelsinho Trad (PSD-MS), que preside a comissão; Tereza Cristina (PP-MS); Marcos Pontes (PL-SP); o líder do governo na Casa, Jacques Wagner (PT-BA); Espiridião Amin (PP-SC); Rogério Carvalho (PT-SE); Fernando Farias (MDB-AL); e Carlos Viana (Podemos-MG).
Os gastos variam entre os senadores. Enquanto as passagens emitidas a Trad custaram 52,4 mil reais ao Senado, a Casa não teve despesa com passagens para Jaques Wagner, que pediu o custeio apenas de seguro viagem (428 reais) e diárias (25,03 mil reais).
A missão dos senadores está prevista para ir desta segunda-feira, 28, a quarta-feira, 30. No período, o grupo terá reuniões também com empresários, especialistas em comércio internacional e representantes de organismos multilaterais para discutir o “tarifaço”.
O objetivo dos parlamentares é tentar reverter a medida. Trad ressalta que o tarifaço preocupa produtores e exportadores brasileiros. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) estima que as perdas decorrentes das tarifas unilaterais podem chegar a 175 bilhões de reais nos próximos dez anos.
Nesta segunda, Jaques Wagner afirmou que dificilmente o Palácio do Planalto vai conseguir adiar a imposição de tarifas de 50%. A previsão é que elas entrem em vigor na sexta-feira, 1°.
“Eu acho que não [é possível adiar]. O que a gente está fazendo é a diplomacia parlamentar. É preciso que os governos se entendam. A gente está aqui para contribuir”, declarou, em Washington.
Para ele, a expectativa para se chegar a um acordo é positiva, “apesar da dificuldade”. Nesta segunda, os parlamentares tiveram um café da manhã de trabalho na residência da embaixadora Maria Luiza Viotti, na capital americana.
Além dos senadores, participaram do encontro representante do Itamaraty, ministros da embaixada e o ex-diretor-geral da OMC, embaixador Roberto Azevêdo.
Confira os gastos do Senado por parlamentar com a viagem
Nelsinho Trad – R$ 25.251,45 com diárias + R$ 52.456,84 com passagens e seguro viagem = R$ 77.708,29
Tereza Cristina – R$ 25.251,45 com diárias + R$ 41.193,51 com passagens e seguro viagem = R$ 66.444,96
Marcos Pontes – R$ 21.455,22 com diárias + R$ 7.142,19 com passagens e seguro viagem = R$ 28.597,41
Jaques Wagner – R$ 25.031,09 com diárias + R$ 428,09 com seguro viagem = R$ 25.459,18
Esperidião Amin – R$ 25.251,45 com diárias + R$ 32.457,56 com passagens e seguro viagem = R$ 57.709,01
Rogério Carvalho – R$ 21.644,10 com diárias + R$ 51.725,5 com passagens e seguro viagem = R$ 73.369,6
Fernando Farias – R$ 25.251,45 com diárias + R$ 50.225,09 com passagens e seguro viagem = R$ 75.476,54
Carlos Viana – R$ 32.296,16 com diárias + R$ 39.274,74 com passagens e seguro viagem = R$ 71.570,90
Pense numa grana desperdiçada, não foram negociar nada, foram passear e fazer umas compras, isso sim. No mais é conversa prá quem acredita em mula sem cabeça.
O vereador e presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, promoveu neste domingo (27) uma grande ação social no bairro Lagoa Azul, na Zona Norte de Natal.
A iniciativa levou uma série de atendimentos gratuitos à população, com serviços de saúde e assistência social, beneficiando centenas de moradores da região.
Durante o evento, foram ofertados atendimentos médicos, odontológicos, orientação psicológica, procedimentos odontológicos,consultoria jurídica, exames e outros serviços essenciais que ajudaram a suprir demandas importantes da comunidade local.
“Nosso compromisso é estar presente onde a população está. Cuidar das pessoas é prioridade no nosso mandato e ações como essa fazem a diferença no dia a dia de quem mais precisa”, destacou Eriko Jácome.
Além dos atendimentos, o vereador aproveitou a ocasião para anunciar uma novidade aguardada pela população, a inauguração da Clínica no bairro de lagoa azul, no coração da zoa norte, prevista para acontecer nos próximos 30 dias. “A clínica está praticamente pronta e muito em breve, vai oferecer mais estrutura, acolhimento e acesso à saúde para quem vive na Zona Norte”, afirmou.
A ação faz parte de um conjunto de atividades que vêm sendo realizadas por Eriko Jácome em todos os bairros da capital, com o objetivo de aproximar os serviços públicos da população, promover inclusão social e fortalecer o cuidado com quem mais precisa.
A defesa do tenente-coronel Mauro Cid tem até esta terça-feira (29) para apresentar ao STF (Supremo Tribunal Federal) suas considerações finais no processo que apura a tentativa de golpe de Estado.
Os advogados do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) devem focar na contestação do parecer final do procurador-geral da República, Paulo Gonet, com o objetivo de manter os benefícios previstos no acordo de colaboração premiada.
Em sua manifestação ao STF, Gonet solicitou que as vantagens concedidas ao tenente-coronel Mauro Cid no acordo de colaboração premiada sejam reduzidas em relação ao previsto inicialmente. Segundo ele, o ex-ajudante de ordens omitiu informações relevantes e resistiu ao cumprimento integral do acordo.
Gonet propõe que Cid receba apenas a redução de 1/3 da pena por sua contribuição, mas não o benefício integral.
Ao firmar o acordo de colaboração premiada, homologado em setembro de 2023, Cid pediu o perdão judicial ou pena privativa de liberdade não superior a 2 anos. Além disso, solicitou:
Restituição de bens e valores apreendido;
Extensão dos benefícios para o pai, esposa e filha maior, no que for compatível;
Ação da Polícia Federal visando garantir a segurança do colaborador e respectivos familiares.
“Diante do comportamento contraditório (de Mauro Cid), marcado por omissões e resistência ao cumprimento integral das obrigações pactuadas, entende-se que a redução da pena deva ser fixada em patamar mínimo”, citou Gonet nas alegações finais.
A manifestação de Gonet agradou as demais defesas, que vem contestando a delação do ex-ajudante de ordens. Sob reserva, advogados admitem que o parecer da PGR (Procuradoria Geral da República) corrobora o argumento de que Cid fez uma delação “seletiva” e “mentiu” nos depoimentos.
Por ser réu colaborador, o militar se comprometeu a falar a verdade, sob pena de ter a delação anulada e perder benefícios.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu prazo de cinco dias para que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre o pedido revogação da prisão preventiva feita pela defesa do general Walter Braga Netto.
De acordo com os advogados, as justificativas para as negativas anteriores do ministro Alexandre de Moraes são vagas e não contêm motivos específicos e concretos para a manutenção da prisão. Este é o quinto pedido de revogação da prisão preventiva feito pela defesa.
“Após mais de 220 dias de prisão preventiva, não foi apontado no parecer e na própria decisão agravada nenhum fato novo e contemporâneo, nenhum motivo concreto de suposto perigo gerado pela liberdade, tampouco justificativa razoável para não se aplicar quaisquer medidas cautelares alternativas”, afirmam os advogados.
A defesa diz ainda que a situação do processo que apura um suposto plano de golpe de Estado já se alterou desde a decretação da prisão em dezembro de 2024.
A defesa alega que, com o encerramento da fase de interrogatório dos réus do “núcleo 1”, não há mais motivos para manter a medida cautelar, já que a fase de investigação do caso terminou.
Na última negativa, o ministro afirmou que apesar da alegação da defesa, ainda se faz presente um “perigo gerado” pela liberdade de Braga Netto e os “fortes indícios da gravidade concreta” dos crimes pelos quais ele é acusado.
A comitiva de senadores brasileiros que estão nos EUA para tentar negociar as tarifas de 50% anunciadas pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros informou que terá na terça-feira (29) uma reunião com congressistas do Partido Republicano.
Segundo o líder da missão, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Nelsinho Trad (PSD-MS), também irão participar congressistas do Partido Democrata. O nome das autoridades norte-americanas, no entanto, não foi divulgado.
A missão oficial terá atividades até a quarta- feira (30). Na manhã desta 2ª feira (28), os 8 senadores brasileiros se reuniram com a embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti. Também participaram do encontro representantes do Itamaraty.
Segundo a assessoria de imprensa dos congressistas, o objetivo da ida dos brasileiros aos EUA é mostrar aos empresários e aos congressistas do país que as tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano) são desvantajosas para os norte-americanos.
Os senadores não negociarão diretamente com a Casa Branca. É improvável que sejam recebidos pelo alto escalão do governo Trump.
A embaixadora do Brasil em Washington é quem acompanha os congressistas brasileiros. Viotti, que não tem acesso de alto nível à administração republicana, irá ciceronear senadores.
Integram a comissão:
Nelsinho Trad;
Jaques Wagner (PT-BA), líder do Governo no Senado;
Tereza Cristina (PP-MS);
Marcos Pontes (PL-SP);
Esperidião Amin (PP-SC);
Fernando Farias (MDB-AL);
Rogério Carvalho (PT-SE);
Carlos Viana (Podemos-MG).
BRASIL NÃO AVANÇA NAS NEGOCIAÇÕES
No Brasil, o vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB), lidera o grupo responsável pela tratativa. As taxas entrarão em vigor em 1º de agosto.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também está nos Estados Unidos. Ele participará de uma cúpula da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York para debater uma solução de 2 Estados no conflito entre Israel e Hamas.
Segundo jornal Folha de S.Paulo, não há perspectiva de que Vieira vá a Washington e se encontre com algum integrante da administração Trump para discutir as taxas.
O governo Lula insistirá para dialogar com os norte-americanos e, inclusive, já mandou recados a autoridades da Casa Branca.
Se ele vier no Brasil de novo espero que os estados unidos prendam ele e lula.