Política

PALHAÇADA: Senado estuda reforma política e retorno da coligação proporcional

O presidente doSenado, Davi Alcolumbre(DEM-AP), já avisou a alguns senadores que montará um grupo de trabalho para construir um projeto de reforma política no segundo semestre. Na Casa, uma das propostas mais discutidas é o retorno da coligação proporcional entre partidos para cargos legislativos.

Caso seja levada adiante, a alteração favorece a pulverização partidária e o chamado “efeito Tiririca” — eleição de candidatos, quase sempre desconhecidos, por puxadores de voto. Em 2017, o Congresso aprovou o fim da coligação proporcional para 2020, quando ocorrerão eleições municipais. Deputados e senadores ouvidos pelo GLOBO relatam ter sido pressionados por prefeitos e vereadores nos últimos meses para que a legislação seja alterada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconhece que há negociações no Congresso neste sentido, mas é contra a pauta. Além de aprovar o fim de coligações proporcionais para todos os cargos do Legislativo, o Congresso instituiu em 2017 uma cláusula de barreira.

— Nós fizemos uma grande reforma política, que quase ninguém viu: o fim de coligação (proporcional). Tenho medo de a gente retomar um debate. A reforma que aprovamos vai reduzir o número de partidos para oito. Aí, a partir do próximo presidente, fica tudo mais fácil — diz Maia.

O senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que diz ter o apoio de mais 28 senadores, já apresentou uma proposta de emenda à Constituição para o retorno das coligações para vereadores. Ele diz que está conversando com “os colegas que são mais municipalistas” e que há “uma pressão das cidades do interior” para dar celeridade à pauta. O Congresso só pode mudar qualquer regra para as próximas eleições até outubro deste ano.

— Uma eleição de vereador é diferente de deputado federal. Muitas vezes um candidato a vereador tem uma votação expressiva e, se não tiver uma coligação, não vai atingir o coeficiente eleitoral, e acontece isso em muitas cidades do Brasil. É o mais votado e não consegue o mandato. Do jeito que está, vai virar o bipartidarismo no Brasil, vai ter o partido do prefeito e o partido contra o prefeito — avalia o senador.

Financiamento em pauta

O senador Cid Gomes (PDT-CE) é contra a mudança nas regras de coligação. Ele diz que o PDT, seu partido, está se organizando para receber mais filiados e fortalecer a legenda.

— No Ceará, meu estado, estamos com uma expectativa de crescer. A regra é importante justamente para impedir a profusão de partidos — diz Cid Gomes.

A intenção do Senado é também reunir diversas propostas e debater questões como financiamento de candidaturas, duração de campanha e até o sistema eleitoral. A reforma política de 2017 também tornou público o financiamento de campanhas, estabeleceu a exigência de um desempenho eleitoral mínimo para obter uma fatia do fundo partidário e restringiu o tempo de TV e rádio.

Para Ana Marina de Castro, cientista política da Fundação Getulio Vargas (FGV), já existe uma concentração de poder local que independe da quantidade de partidos, e a redução de siglas é importante para aproximar o eleitor da política.

— O que acontece na verdade é que você acaba afetando partidos pequenos ou que tenham um perfil fisiológico, mas não afeta grandes partidos que dão o tom na política nacional. Gostaria de ver partidos se reinventarem e serem mais capilares, mas a maioria deles só está mudando o nome — explica.

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Restaurante Cicchetti Midway lança o seu buffet diário

O restaurante Cicchetti Midway acaba de lançar uma novidade irresistível para o horário do almoço. Considerado um dos endereços mais charmosos de Natal, o Cicchetti agora oferece buffet de segunda a domingo, das 11h30 às 15h, por R$ 73,90 por pessoa.

Com inspirações na gastronomia italiana, mediterrânea e brasileira, o buffet do Cicchetti Midway reúne uma seleção de massas frescas, diferentes tipos de proteínas, saladas saudáveis e sobremesas irresistíveis.

A novidade foi pensada para atender quem precisa de um almoço rápido durante a semana ou de uma refeição mais tranquila nos fins de semana.

O cardápio à la carte segue disponível todos os dias, mantendo a tradição do Cicchetti Midway e oferecendo ainda mais opções para quem busca qualidade, sabor, variedade e prazer à mesa.

Serviço:
Cicchetti Natal
Shopping Midway Mall – 3º Piso
Instagram: @cicchettinatal

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[VÍDEO] O Caso Master e a captura do Estado: como governo Lula e ministros aliados do STF orbitam o mesmo escândalo

O caso do Banco Master deixou de ser um caso de fraude privada para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. Reportagens, investigações e decisões atípicas revelam uma proximidade preocupante entre integrantes do governo Lula, aliados políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal justamente no momento em que o banco entrava em colapso. Encontros fora da agenda, contratos milionários e tentativas posteriores de dissociação expõem um padrão de pacidade e promiscuidade que compromete a credibilidade das instituições e a separação entre o público e o privado.

O colapso do Banco Master deixou de ser um episódio isolado de má gestão financeira para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. O que as investigações da Polícia Federal, as reportagens de veículos nacionais e a imprensa internacional vêm revelando é um padrão inquietante de proximidade, proteção cruzada e opacidade envolvendo integrantes centrais do governo Lula e ministros do Supremo Tribunal Federal alinhados ao Planalto.

Não se trata de uma coincidência. Tampouco de episódios desconexos. O que emerge é uma teia de relações pessoais, contratuais e políticas que atravessa o Executivo, o Judiciário e o sistema financeiro — justamente no momento em que o banco entrava em colapso e passava a ser investigado.

Leia o conteúdo completo no link a seguir: https://bit.ly/4aaisPD

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Prisão de Oruam foi determinada pelo STJ após constatação de 66 violações do monitoramento da tornozeleira eletrônica

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno à prisão do rapper Oruam após constatar 66 violações do monitoramento eletrônico desde que ele passou a usar tornozeleira, em setembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, todas as ocorrências foram causadas por falta de carregamento do equipamento.

Na decisão desta segunda-feira, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que o descumprimento foi “reiterado e sucessivo”, principalmente à noite e nos fins de semana. Relatórios apontam períodos de até 10 horas sem bateria, o que gerou lacunas no rastreamento e tornou a fiscalização ineficaz.

Para o ministro, a conduta indica risco de fuga e desrespeito às medidas cautelares e às decisões judiciais. A defesa alegou falhas técnicas na tornozeleira e negou descumprimento deliberado, mas o argumento foi rejeitado. O STJ entendeu que a repetição do problema configura risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Oruam havia sido preso em julho de 2025 após uma operação da Polícia Civil no Joá, Zona Oeste do Rio, quando policiais foram atacados durante o cumprimento de um mandado. Ele ficou mais de 60 dias detido em Gericinó antes de obter liberdade com uso de tornozeleira. A defesa não se manifestou até o momento.

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Bolsonaro e generais poderiam ir para presídio comum em caso de perdas de patentes das Forças Armadas

Foto: Adriano Machado/Reuters

Com o início da análise no Superior Tribunal Militar (STM) dos pedidos de perda de postos e patentes de Jair Bolsonaro e outros quatro condenados pelo STF na trama golpista, surge a possibilidade de mudança no local de prisão dos réus. A informação é da Julia Duailibi, no g1.

Bolsonaro, hoje no 19º Batalhão da PM do DF, e os generais Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Oliveira estão detidos em instalações militares por conta de seus vínculos com as Forças Armadas. Caso sejam expulsos, em tese, deixariam de ter direito a esse tipo de custódia.

A decisão caberá ao ministro relator, que deve considerar o peso político e institucional do caso. Diante do contexto de pressão sobre o STF e para evitar novos atritos, a tendência apontada é manter Bolsonaro e os demais réus em instalações militares.

A eventual expulsão também pode implicar perda de salários. Nas Forças Armadas, a exclusão gera a chamada “morte ficta”, que encerra o vínculo do militar, mas preserva o direito de esposas e filhos à pensão — tema ainda em debate na reforma administrativa no Congresso.

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Ministro do STJ manda PF retomar inquérito sobre compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

Imagem: Roberta Aline/Governo do Piauí

O ministro do STJ Og Fernandes determinou o envio à Polícia Federal do inquérito sobre desvios na compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste, envolvendo o ex-governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa. A PF terá 90 dias para retomar as diligências e informar o andamento das investigações.

A decisão acolhe manifestação da Procuradoria-Geral da República, que apontou indícios de crimes e pediu a reabertura da apuração. O processo estava no STF por causa do foro de Rui Costa, mas o relator, ministro Flávio Dino, devolveu o caso ao STJ por entender que os fatos se referem ao período em que ele era governador.

Antes do despacho, Og Fernandes solicitou parecer da PGR sobre as diligências. O vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand defendeu a remessa do inquérito à PF, o que foi atendido pelo ministro.

Procurado, Rui Costa afirmou, por meio da assessoria, que deseja que “os criminosos respondam por seus crimes” e reiterou que não há fatos que o vinculem a irregularidades.

O caso

A investigação apura prejuízo de R$ 48 milhões na compra de respiradores em 2020, no início da pandemia. À época, Rui Costa presidia o Consórcio Nordeste e assinou contrato com pagamento antecipado integral a uma empresa sem capacidade técnica. Os equipamentos nunca foram entregues.

Segundo a PGR, o inquérito analisa a possível participação de agentes públicos, citando que o contrato foi firmado sem garantias ao poder público.

Com informações do Blog do Fausto Macedo, Estadão

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Justiça do Rio manda prender rapper Oruam após STJ revogar habeas corpus

Foto: Júlia Aguiar

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva do rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. A decisão é da juíza Tulla Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal, após o STJ revogar a liminar que mantinha o cantor em liberdade.

Segundo a magistrada, relatórios da Secretaria de Administração Penitenciária apontam descumprimento reiterado das medidas cautelares, sobretudo no uso da tornozeleira eletrônica. Entre outubro e novembro de 2025, foram registrados mais de 20 episódios de falhas, como falta de bateria, inoperância do equipamento e violações do recolhimento domiciliar noturno, principalmente de madrugada e nos fins de semana.

Na decisão, a juíza determinou a expedição imediata do mandado de prisão preventiva, com o mesmo prazo do anterior, já revogado.

A defesa afirma que os problemas na tornozeleira foram técnicos e nega intenção de fuga. A CNN informou que aguarda novo posicionamento dos advogados.

Acusações

O processo tem origem em um episódio ocorrido em julho de 2025, no bairro do Joá, zona oeste do Rio. O Ministério Público acusa Oruam e outros envolvidos de duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

Segundo os agentes, pedras teriam sido arremessadas do andar superior da residência do cantor. A Justiça também cita o uso de redes sociais para desafiar autoridades e incitar a população contra operações policiais.

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Geral

Possível eleição indireta para o Governo no RN terá votos abertos de deputados, diz presidente da Assembleia Legislativa

Foto: reprodução/ALRN

A possibilidade de o Rio Grande do Norte contar com duas eleições para governador em um mesmo ano foi um dos principais temas na abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa do estado nesta terça-feira (3).

O cenário depende da renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice Walter Alves (MDB), que já manifestaram intenção de disputar cargos legislativos em abril.

Se a dupla deixar o cargo, os 24 deputados estaduais elegerão, por voto aberto, um governador e um vice para mandato-tampão até janeiro de 2027.

O presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB), afirmou que o tema ainda é uma hipótese, mas disse que a Casa prepara um projeto de lei com as regras da eleição. Segundo ele, qualquer cidadão filiado a partido, com mais de 35 anos e ficha limpa, poderá concorrer em chapa conjunta.

“Diante dessa possibilidade, durante o mês de janeiro, eu me debrucei sobre esse assunto com a nossa procuradoria. Será feito um projeto de lei com as diretrizes desta eleição. Se isso vier acontecer, nós temos que esperar”, disse o parlamentar.

“A assembleia só se manifesta se houver a vacância. Nós teríamos como eleitores os 24 deputados. E poderia ser candidato qualquer cidadão filiado a um partido que tenha mais de 35 anos, com conduta ilibada. Seria feita uma chapa de governador e de vice-governador, porque nós teríamos a vacância dupla e a eleição se daria aqui na Assembleia”, afirmou.

Ezequiel não comentou se assumiria o governo interinamente em caso de dupla vacância e indicou que o processo eleitoral pode ser conduzido pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ibanez Monteiro, que esteve na sessão, mas não falou com a imprensa.

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Hospital do Coração: mais acesso, mais cuidado

O Hospital do Coração atende diversos convênios de saúde, entre eles Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Omint e Humana Saúde. A atuação com múltiplas operadoras reforça o compromisso da instituição em oferecer um atendimento qualificado, seguro e acessível, garantindo mais opções e tranquilidade aos pacientes e seus familiares.

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Meio Ambiente

Baobá histórico de Macaíba, com aproximadamente 200 anos, desaba na Grande Natal

Foto: Reprodução/Instagram/@sergio_drone93

O Baobá de Macaíba, também conhecido como Baobá de Jundiaí, tombou no último domingo (1º). Considerada uma das árvores mais simbólicas do município, a planta tinha cerca de 200 anos e fazia parte do patrimônio histórico e ambiental da região. De acordo com a Prefeitura de Macaíba, o baobá estava localizada em uma área que pertence à Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN).

De acordo com a Prefeitura de Macaíba, o baobá passou por poda preventiva no ano passado, realizada pelo Corpo de Bombeiros, após solicitação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). A medida teve como objetivo reduzir riscos estruturais da árvore.

Após o tombamento, equipes da Prefeitura trabalham remoção dos galhos que caíram, com foco na liberação da área e na segurança de quem circula pelo local. “O que a Prefeitura está fazendo desde ontem [segunda-feira] é cortar os galhos que caíram pra fazer a remoção do local”, informou a gestão municipal.

Originário do continente africano, o baobá é conhecido por sua longevidade, podendo viver milhares de anos, além de carregar forte simbolismo histórico e cultural. No Rio Grande do Norte, essas árvores são associadas ao período colonial e à presença africana no Estado.

Tribuna do Norte

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Política

“Vamos ver quem convence quem”, diz Haddad em relação a Lula

Foto: Reprodução

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), reafirmou nesta 3ª feira (3.fev.2026) o seu desejo de participar da coordenação da campanha para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. Haddad deixou claro que não quer ser candidato nem ao governo de São Paulo nem ao Senado pelo Estado –vontade de Lula.

“Vamos ver quem convence quem”, declarou o ministro em entrevista à rádio BandNews FM.

Haddad, que deve deixar o comando da Fazenda este mês, pontuou que, nos últimos anos, foi candidato a presidente em 2018 “quando ninguém quis ser” e ao governo de São Paulo em 2022.

“Eu penso que você tem de se colocar à disposição para aquilo que está animado, para aquilo que acha que vai contribuir e vestir a camiseta e dar de tudo. E eu fiz isso várias vezes”, declarou.

“Então vem falar de sacrifício? Para mim? Quem é a pessoa que está falando de sacrifício para mim?”, questionou retoricamente.

Quando os repórteres mencionaram as declarações da ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), Haddad respondeu: “Cada um tem de falar: ‘a posição que eu jogo melhor, nesse momento, é essa aqui’”.

E acrescentou: “Eu gostaria de participar da campanha do presidente. É isso que eu acho que vou fazer de melhor, porque penso que precisamos elaborar um plano qualitativamente mais exigente em virtude de tudo o que está acontecendo no mundo. É onde me vejo colaborando mais”.

No fim de janeiro, Gleisi defendeu que Haddad disputasse as eleições de 2026. Para ela, o momento político exige que todos os principais quadros do partido participem do processo eleitoral como forma de barrar o avanço da direita no país.

“Estamos em uma quadra histórica de defesa da democracia. Não temos o direito de deixar a extrema-direita voltar a governar”, afirmou Gleisi. Segundo ela, todos devem “vestir a camisa” e fazer o que sabem de melhor na disputa eleitoral.

Poder360

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