
Beatriz Bulla e Talita Fernandes, O Estado de S.Paulo
O ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), classificou como “ridículo” o despacho em que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou um pedido de investigação sobre a campanha que reelegeu a presidente Dilma Rousseff. O ministro disse que a fundamentação para o arquivamento “vai de infantil a pueril”. Como revelou o Estado, no último dia 13, Janot decidiu arquivar uma notícia de fato que pedia a apuração de eventuais crimes cometidos na campanha eleitoral do PT em 2014, com relação a serviços prestados por uma gráfica.
Em entrevista concedida em seu gabinete no Supremo Tribunal Federal (STF) ao Estado, Gilmar Mendes disse que a conduta da Procuradoria neste caso específico foi distinta da adotada em outras questões eleitorais. “E aí vem com argumentos de pacificação social, até usando um voto meu. Ora, o Ministério Público a toda hora está pedindo cassação de mandato de vereadores, de prefeitos, de governadores, de senadores. Então isto (arquivamento) vale apenas para a campanha da presidente Dilma?”, criticou.
Não há celeridade no caso dos tubarões. Nesses casos “a criminalidade dos potentes”, que seria uma associação internacional em rede, sem obedecer fronteiras, que usa métodos mafiosos, tem uma atuação parasitária no aparelho de Estado e tem a corrupção como sistema permanente.
Tudo a ver com o caso Dantas e o de Demóstenes Torres que tiveram tratamento diferenciado de Gilmar Mendes..
Neles há uma espécie de “velocidade seletiva da Justiça”, que no Brasil “enquanto a criminalidade organizada tem a velocidade da luz, a da punição tem a velocidade de uma lesma”.
“E reumática”.
A culpa toda não é apenas dos políticos.
Acordem!!!
Atuação viciada é a especializade de Gilmar Mendes, Engavetador Geral da República.
Que o digam o imaculado banqueiro Daniel Dantas, o estuprador Roger Abdelmassih e o afortunado causídico Sergio das Bermudes, especialista em empregar mulher e filhos de juízes de Tribunais Superiores e que fala com Gilmar Dantas
Afinal, não é dele o recorde em Habeas Corpus, chamado de "Canguru"quando mal o pedido chegou em sua mesa e ele já havia concedido ao Banqueiro Daniel Dantas.
Afinal, qual a “A velocidade seletiva da Justiça, tomando por base o caso Daniel Dantas”?