Saúde

Pandemia reduz até 90% das cirurgias eletivas, e hospitais preveem demissões

Hospitais privados e filantrópicos de todo o país registram queda de até 90% no movimento por causa do cancelamento de exames e cirurgias eletivas causados pela pandemia de Covid-19.

Entidades representativas de hospitais ainda calculam o montante de perdas, mas já observam instituições dando férias coletivas e dispensando funcionários, algumas sob ameaça de fechamento a partir do fim do mês.

O setor, juntamente com a área de medicina diagnóstica, busca linhas especiais de financiamento no BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), e tem feito gestões no Ministério da Economia para isso.

Ao mesmo tempo, negocia com planos de saúde o repasse, por um período de três a quatro meses, de parte da receita estimada que teriam se estivessem trabalhando dentro da normalidade.

O faturamento do setor é de R$ 83,7 bilhões, 82% pagos por operadoras de saúde.

A FBH (Federação Brasileira dos Hospitais), entidade que reúne 4.000 hospitais no país, a maioria pequenos e médios, diz que o impacto é tão severo que muitas das instituições não têm fôlego para fechar o mês de abril. Cerca de 70% delas se dedicam apenas a atendimentos eletivos.

“Os hospitais grandes ainda conseguem aguentar dois, três meses. Mas os pequenos e médios, que carregam o Brasil, vão fechar as portas, estão quebrando, não conseguem pagar os colaboradores [funcionários]”, diz o urologista Adelvânio Francisco Morato, presidente da FBH.

Morato cita o próprio exemplo. Ele dirige um hospital em Goiânia com 90 leitos dedicados à urologia, cardiologia e cirurgia geral. Trabalha hoje com apenas 10% da capacidade —até fevereiro, a taxa girava entre 75% e 80%. Como urologista, fazia 250 procedimentos ao mês. Entre março e abril, não chegou a 50.

A Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), que concentra 122 instituições de ponta como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Oswaldo Cruz, tem avaliação parecida.

Diz, porém, que o impacto na receita será sentido a partir de 15 de maio porque planos de saúde demoram de 45 a 60 dias para pagar atendimentos prestados aos seus usuários.

Segundo Eduardo Amaro, que preside a entidade, com a previsão do Ministério da Saúde de que o pico da pandemia seria no fim de março e a recomendação de isolamento social, as cirurgias eletivas começaram a ser canceladas.

“O pico [da pandemia] ainda não aconteceu, não vimos esses pacientes da Covid-19, e as cirurgias eletivas desapareceram. Em alguns lugares, a taxa de ocupação dos leitos caiu 90%”, diz ele.

No Einstein, 520 cirurgias foram canceladas neste mês por conta da Covid-19. “É um impacto muito grande. Os procedimento eletivos, os exames complementares, são os que dão sustentabilidade financeira a uma organização de saúde”, diz Sidney Klajner, presidente do hospital.

Como cirurgião, ele fazia de 40 a 50 operações por mês. Em abril fez quatro procedimentos de urgência. Em março de 2019, o hospital realizou 2.393 cirurgias. No mês passado, foram 1.635.

“Há queda da receita, mas o custo fixo do hospital não muda, corresponde de 73% a 85% do custo total”, diz o médico Renato Couro, do IAG Saúde, empresa de gestão cuja base de dados reúne 22% dos usuários da saúde suplementar.

Ele estima uma redução média de 40% das internações com a suspensão das cirurgias eletivas, mas diz que nos últimos 45 dias, com a pandemia, houve diminuição da coleta de dados e pode haver subnotificação.

A Bionexo, que tem 127 hospitais como clientes na gestão de procedimentos que demandam órteses e próteses, afirma que a sua base de dados mostra que, na primeira semana de março, foram realizadas 5.800 cirurgias.

Um mês depois, no início de abril, foram 1.800. “É uma queda muito brusca na receita dos hospitais”, diz Rafael Barbosa, CEO da empresa.

Nesse período, também houve aumento de custos nas instituições pela compra de equipamentos de proteção individual, que tiveram preços muito inflacionados por causa da alta procura em todo o mundo.

Segundo dados da Bionexo, o valor das máscaras descartáveis, por exemplo, subiu mais de dez vezes –de R$ 0,30 a unidade, em fevereiro, para R$ 3,14, na semana passada.

Para Barbosa, não necessariamente as coisas vão voltar ao normal ainda neste ano. “Terá folga de caixa das operadoras. Existe um bloco de 30% das cirurgias, aquelas que podem ser controversas, como as de joelho ou de coluna, que a pessoa pode desistir e não fazer mais.”

É pensando nessa “folga de caixa” por procedimentos não realizados na pandemia que os hospitais tentam fazer com que as operadoras de saúde adiantem parte da receita por serviços ainda não prestados.

De acordo com Amaro, da Anahp, foi proposto às operadoras que os hospitais recebessem 85% do valor faturado no mesmo mês do ano passado, por três a quatro meses. “Mais para frente faríamos uma conta de chegada para descontar.”

Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) disse, por meio de nota, que a possibilidade de atender ou não o pedido é uma decisão individual e comercial de cada operadora.

Ela lembra que a suspensão de procedimentos eletivos é resultado de decisões pessoais dos pacientes e/ou da orientação de médicos e de autoridades de saúde , e não imposta pelas operadoras.

Segundo Reinaldo Sheibe, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), a entidade reconhece as dificuldades dos hospitais e que já orientou seus associados a negociarem alternativas diretamente com eles.

Para Mauro Novais, superintendente-executivo da Abramge, a situação financeira das operadoras também não é confortável, uma vez que, com as paralisação das atividades econômicas, os empregadores também enfrentam dificuldades financeiras e já atrasam pagamentos às operadoras.

“Temos boletos com 22 dias de atraso. A inadimplência é considerada a partir de 60 dias de atraso. E não adianta rescindir contratos. Temos que negociar, o momento está difícil para todos.”

Tanto a FenaSaúde quanto a Abramge acreditam que as pessoas com planos estão apenas postergando a busca por atendimento e que, quando a pandemia acabar, haverá um impacto muito grande sobre custos assistenciais e sobre a sinistralidade geral do sistema de saúde suplementar.

“Temos uma demanda reprimida de cirurgias eletivas, como as de hérnia de disco, de pé. A pandemia só está adiando, mas elas ainda vão acontecer”, diz Sheibe.

No Sírio-Libanês, por exemplo, embora os serviços de reabilitação e os consultórios de atendimento permaneçam fechados, o setor de exames já percebe uma retomada na última semana, segundo o diretor clínico, Fernando Ganem.

“A gente analisa caso a caso e vê a real necessidade. Também estamos revendo fluxos, agendando com maior espaço de tempo, fazendo pré-cadastro”, explica.

Segundo Wilson Shcolnik, presidente da Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), está havendo uma recuperação do setor, mas muito lenta. “Coletas domiciliares cresceram muito, mas não os exames de imagem, que exigem deslocamento até as unidades.”

O setor trabalha hoje com 30% a 40% da capacidade e também busca linhas de crédito para a folha de pagamento dos empregados. “Se a oferta de crédito do Ministério da Economia for estendida para o nosso setor, poderá assegurar a manutenção de empregos.”

FOLHAPRESS

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Renan Santos cita Karl Marx para defender criminalização de músicas pró-facção

Foto: Felipe Soares/Partido Missão

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) citou um livro do escritor Karl Marx para defender a criminalização de músicas que fazem apologia a facções criminosas. A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil nesta quinta-feira (3).

Renan recorreu às ideias do filósofo alemão para argumentar que a cultura é influenciada pela estrutura econômica e também interfere na organização das comunidades.

“Eu não acredito que um tipo de música que é construído como instrumento de propaganda para facção criminosa e que faz uso dessa propaganda para manter a dominação territorial deva ser aceito como a música que impulsiona o imaginário dessa criança”, afirmou.

O candidato disse ainda que o Brasil vive uma “guerra” contra o crime organizado e defendeu que músicas utilizadas pelas facções como instrumento de propaganda não possam ser comercializadas livremente.

Com informações da CNN Brasil

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MÁRIO SABINO: Moraes acha que pode boiar no mar de lama enquanto afoga o STF na imundicie, diz colunista

Foto: Nelson Jr./STF

O colunista Mário Sabino, do Metrópoles, fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes por usar um relatório de inteligência da Polícia Federal para levantar suspeitas contra o também ministro do STF André Mendonça.

Sabino afirma que o documento é “apócrifo”, não tem valor como prova e apresenta indícios de ter sido produzido com auxílio de inteligência artificial. Mesmo assim, afirma o colunista, Moraes tratou o material como relatório oficial da inteligência da PF ao apontar supostas irregularidades cometidas por Mendonça.

As acusações envolvem suposta interferência no trabalho policial, condução irregular de tratativas para colaborações premiadas e direcionamento de investigações que poderiam atingir Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Sabino também questiona a origem do documento e levanta três perguntas: quem determinou a produção do relatório, por que o material não tem identificação formal e por que teria sido encaminhado diretamente a Moraes, e não à Presidência do STF.

Para o colunista, o episódio ocorre em meio ao desgaste provocado pelas revelações do caso Banco Master e pelas informações sobre a relação de Moraes com Daniel Vorcaro.

Sabino cita ainda as suspeitas levantadas sobre um instituto ligado a André Mendonça. Segundo o ministro, o Banco Master chegou a oferecer patrocínio à entidade, mas a proposta foi recusada. As contas do instituto foram verificadas e, até o momento, não foi apontado recebimento de recursos do banqueiro.

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Rogério Marinho e Alfredo Gaspar, vice de Flávio, estarão em ato contra Lula e Moraes nesta segunda, 7 de setembro, em Natal

Natal será palco, nesta segunda-feira (7), de uma manifestação contra o presidente Lula e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. O ato está marcado para 15h, no Largo do Atheneu, em Petrópolis, e contará com a presença do senador Rogério Marinho (PL-RN) e do candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar. A dupla também cumprirá agenda no domingo (06) em Extremoz.

A mobilização ocorre em meio ao ambiente de forte tensão política e institucional vivido pelo país. Entre os temas que têm provocado repercussão estão as acusações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e as mensagens que teriam sido trocadas com o empresário Daniel Vorcaro.

Fora Lula e Moraes
Data: Segunda-feira, 7 de setembro
Horário: 15h
Local: Largo do Atheneu – Petrópolis, Natal

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Documento da PF usado por Moraes tem indícios de uso de inteligência artificial

Foto: Wilton Junior/Estadão

Um relatório de inteligência da Polícia Federal usado pelo ministro Alexandre de Moraes no Inquérito das Fake News apresenta padrões de linguagem e estrutura compatíveis com textos produzidos ou revisados com auxílio de inteligência artificial (IA).

A análise foi feita por quatro ferramentas de IA. ChatGPT e Claude apontaram probabilidade de 75% e 73%, respectivamente, de participação da tecnologia na elaboração do documento. Já Gemini e Grok chegaram a conclusões diferentes, com índices de 5% e 15%.

As ferramentas analisaram pontos como repetição de palavras e estruturas, regularidade do estilo, construções semelhantes a modelos predefinidos, naturalidade do texto, contextualização e qualidade dos exemplos.

Os quatro modelos receberam o mesmo documento e o mesmo comando. O prompt usado no teste foi elaborado pelo professor Marcelo Sabbatini, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para identificar características associadas a textos produzidos por IA.

Os resultados, no entanto, não comprovam que inteligência artificial tenha sido usada no relatório nem permitem determinar sua autoria. Eles apontam apenas características do texto que podem ser compatíveis com o uso da tecnologia.

Com informações da Revista Oeste

Opinião dos leitores

  1. Agora pronto, todas as profissões do mundo estão usando IA, mas a PF tem que continuar trabalhando sem IA. A imprensa deveria se reservar ao direito de ficar calada ao invés de produzir matérias inúteis.

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LULA NÃO TEM LIMITE: Governo muda critério da fila do INSS e diz que zerou espera mesmo com 235 mil pedidos atrasados

Foto:  Kebec Nogueira/Metrópoles

O governo Lula mudou a forma de calcular a fila do INSS para anunciar que zerou a espera por benefícios, apesar de ainda existirem 235 mil pedidos sem resposta há mais de 45 dias. Este era o prazo que o próprio governo vinha usando para considerar um requerimento atrasado.

Em evento no Palácio do Planalto, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou que o INSS encerrou agosto com 1,252 milhão de pedidos pendentes. No mesmo mês, foram registrados 1,394 milhão de novos requerimentos.

Com o estoque de pedidos abaixo do número de novas solicitações mensais, o governo passou a considerar que não há mais fila. No material apresentado durante o evento, o Executivo afirmou que “alcançamos o atendimento sem fila”.

O novo critério, porém, deixa de lado os 235 mil pedidos que seguem aguardando resposta há mais de 45 dias.

Com informações da Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. O desgoverno ptista querendo emplacar a sensação de ter zerado a fila de pedido de benefício no INSS. O gópi taí cai quem quer.

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Enquanto você decide, alguém já contratou a Ratts Ratis no seu lugar

Toda semana adiada é mercado entregue de bandeja ao concorrente. E não é porque ele é melhor que você — é porque ele começou antes. Em marketing, vantagem é tempo, e tempo não volta. Cada mês sem usar IA com estratégia é um mês em que a sua marca fica um passo mais para trás.

A boa notícia é que dá para recuperar terreno rápido quando se tem o parceiro certo. A Ratts Ratis reúne IA, criatividade e estratégia num só lugar, com um objetivo claro: colocar a sua marca onde ela deveria estar — na frente, sendo vista por quem importa e convertendo mais com o que você já investe.

Ao longo desta série, você viu por que a IA deixou de ser opcional e como a Ratts Ratis a transforma em resultado de verdade. O próximo passo é o único que depende de você: começar.

Não deixe para a próxima campanha. Fala com a Ratts Ratis agora pelo @rattscom ou pelo 99215-9781. A primeira conversa não custa nada — e pode mudar o seu próximo trimestre.

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BOMBA: Fachin tira pedido de investigação de Moraes contra Mendonça e assume o inquérito das Fake News

Foto: STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (4) retirar do chamado inquérito das fake news o pedido feito pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar o colega André Mendonça.

A decisão é mais um capítulo da crise que tomou conta do STF após Mendonça retirar o sigilo de mensagens envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Alexandre de Moraes havia pedido que o colega fosse investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.

Fachin determinou que o pedido seja colocado em outro procedimento, aberto pelo próprio presidente do STF e que ficará sob sua relatoria. Na prática, as acusações de Moraes contra Mendonça deixam de tramitar no inquérito das fake news.

O presidente do STF também deu cinco dias úteis para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise a admissibilidade e a regularidade do pedido de investigação. Mendonça terá o mesmo prazo para se manifestar, caso queira.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Como um presidente da República nomeia desembargadores e ministros de tribunais superiores, e como uma brecha jurídica do quinto constitucional permite essas excrecências constitucionais ??? O Brasil precisa ser passado a limpo. O único meio para acessar cargos públicos deve ser o concurso público de prova e provas e títulos.

  2. quem vai esperar mais nada, do brasil, esse sistema que tá ai, apodreceu o pais, a melhor forma, é Deixar de votar, so o voto não vale muita coisa, porque o sistema, so bota lá quem eles querem, ta dificio, pelo o menos, eu não vou votar, acho que não ta valendo apena

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CRISE NO STF: Relatório da PF usado por Moraes contra Mendonça não serve como prova

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O relatório da Polícia Federal usado pelo ministro Alexandre de Moraes para acusar André Mendonça de possíveis crimes não serve, por si só, como prova. O documento trabalha apenas com hipóteses, inclusive classificadas pelos próprios autores com grau de confiança “baixo” ou “moderado”.

O texto não constitui um relatório final de investigação, mas uma análise temporária de cenário sobre as apurações dos casos Banco Master e INSS.

Além disso, o documento não tem cabeçalho oficial e possui o carimbo de “difusão restrita”. Relatórios desse tipo são usados para reunir e analisar informações e levantar possíveis caminhos de investigação.

Mesmo assim, Moraes usou o material para afirmar que existem “fortes indícios” de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na atuação de Mendonça nas operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

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Nina destaca experiência de Álvaro e alerta: “Não podemos cair em aventuras”

A candidata a deputada federal Nina Souza (PL) apontou a experiência política e administrativa de Álvaro Dias (PL) como um dos principais diferenciais na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Para ela, o momento enfrentado pelo Estado exige experiência, capacidade de articulação e não permite “aventuras”.

“As pessoas já entenderam que o Estado está em uma situação muito grave e que a gente não pode cair em aventuras. Álvaro tem mais experiência, aglomera, aglutina forças políticas que podem ajudá-lo. Porque, na política, a gente não vai a lugar nenhum só”, afirmou Nina.

Vereadora licenciada de Natal, Nina relaciona o crescimento da candidatura de Álvaro à trajetória de aproximadamente 30 anos na vida pública, à experiência administrativa e à capacidade de reunir diferentes forças políticas.

Na avaliação da candidata, essa articulação será fundamental em uma eventual gestão estadual, principalmente na relação com a bancada federal e na busca por apoio em Brasília.

“A gente precisa ter apoio de deputados federais, de senadores. Precisa ter interlocução em nível federal. Então, a candidatura de Álvaro reúne vários pré-requisitos. É uma candidatura que tem raiz”, declarou.

Ao falar sobre a trajetória do candidato, Nina fez uma analogia com o próprio nome de Álvaro. “É aquela árvore que tem raiz. Olha, 30 anos de vida pública, ele aprendeu muito. Ele tem credibilidade”, disse.

Nina também citou a experiência que teve como vereadora durante a gestão de Álvaro na Prefeitura de Natal e afirmou que as mudanças ocorridas na capital demonstram, na avaliação dela, a capacidade administrativa do ex-prefeito.

“Eu, que sou vereadora de Natal e vi Natal antes de Álvaro e Natal após Álvaro, acredito que ele é o único que tem capacidade, de fato, de fazer o Rio Grande do Norte voltar a se desenvolver”, afirmou.

Com informações do Diário do RN

 

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RINDO DO POVO: Após foto de Moraes sorrindo viralizar, segurança do STF proíbe imagens pelas vidraças

Foto: Brenno Carvalho/O Globo

A repercussão da foto de Alexandre de Moraes sorrindo ao lado de Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, em meio à crise envolvendo o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fez o STF apertar o cerco contra fotógrafos e cinegrafistas.

Na quinta-feira (3), seguranças passaram a impedir que profissionais da imprensa registrassem imagens dos ministros pelas frestas das cortinas e vidraças do prédio do STF.

A restrição, segundo profissionais que acompanham a rotina do STF, já existia. O que mudou foi o rigor da fiscalização após a repercussão da imagem feita na quarta-feira (2) pelo fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O Globo. Na foto, Moraes aparece sorrindo ao lado de Gilmar e Zanin na saída da primeira sessão presencial após a divulgação das mensagens que revelam sua ligação com Daniel Vorcaro.

A imagem repercutiu negativamente nas redes sociais, sendo interpretada como uma atitude de deboche dos ministros com o povo em meio à crise sem precedentes vivida no STF, causada pelas mensagens que vieram à tona e pelas acusações contra Alexandre de Moraes.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. É uma ditadura mesmo. Proíbem tudo que mostra a verdade. Criaram o monstro e agora está muito difícil de pará-lo. #LulaLivre #Lacrano13 #FazoL

  2. Os semideuses não estão nem aí para o povo, usufruindo do bom e do melhor, enquanto isso os pagadores de impostos que banquem suas beneces.

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