
O Papo de Fogão deste sábado (26) terá a presença do Chef Marcelão, que vai preparar uma receita de galinha atravessada.
E na Dica Rápida será feita uma panceta com goiabada picante. O programa Papo de Fogão vai ao ar, as 9h, na TV Ponta Negra.

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Foto: Roque de Sá/Agência Senado
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, senador Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que uma eventual redução da maioridade penal só terá apoio no colegiado se for limitada a autores de crimes hediondos e a casos de reincidência.
Segundo ele, ele é favorável à responsabilização de adolescentes que pratiquem crimes graves e voltem a cometer delitos. “Crime hediondo, reincidente, sou a favor. O cara que faz uma vez, faz duas”, disse.
A discussão ganhou força após a CCJ da Câmara dos Deputados aprovar a admissibilidade da PEC 32/2015, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto seguirá agora para uma comissão especial antes de ser analisado pelo plenário da Casa e, posteriormente, pelo Senado.
O relator da proposta, deputado Coronel Assis (PL-MT), manteve a redução apenas na esfera penal. A versão original previa também mudanças na maioridade civil, incluindo regras sobre voto e elegibilidade, mas esses pontos foram retirados do texto.
Durante a tramitação, a PEC foi anexada a outras propostas que tratam da responsabilização de adolescentes em crimes graves.
Uma das referências citadas pelo relator foi o texto aprovado pela Câmara em 2015, que previa a redução da maioridade para 16 anos apenas em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.
Foto: Reprodução
A Segunda Turma do STF decidiu, por 3 votos a 1, manter a prisão de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro. O julgamento, concluído nesta terça-feira (16), confirmou a decisão do relator do caso, ministro André Mendonça.
Além de Mendonça, os ministros Nunes Marques e Luiz Fux votaram pela manutenção da prisão. O único voto divergente foi do ministro Gilmar Mendes, que defendeu a substituição da medida por prisão domiciliar.
Gilmar afirmou que a investigação ganhou grande repercussão pública e apontou riscos de excessiva exposição midiática.
O ministro também observou que a Polícia Federal apresentou indícios de contato de Henrique Vorcaro com investigados, mas destacou que não identificou elementos concretos que demonstrassem solicitação direta para a prática de atos ilícitos.
Segundo Mendonça, a prisão é necessária para evitar a continuidade de supostas atividades ilícitas e preservar as investigações diante de indícios de ameaça a testemunhas, destruição de provas e risco de fuga.
Henrique Vorcaro está preso desde 14 de maio, após ser alvo da sexta fase da Operação Compliance Zero.
De acordo com a Polícia Federal, ele e o filho, Daniel Vorcaro, são investigados por supostamente ocultar ao menos R$ 2,2 bilhões de credores e vítimas de fraudes relacionadas ao Banco Master. A investigação segue em andamento.
Foto: Reprodução
Mensagens encontradas pela Polícia Federal nos celulares apreendidos durante a Operação Compliance Zero indicam que Joana Mourão, irmã de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, afirmou possuir documentos capazes de “acabar com a família inteira” do banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo a investigação, ela também teria cobrado ajuda financeira de Henrique Vorcaro, pai do empresário, conforme informações divulgadas pelo Estadão.
De acordo com a PF, Joana enviou mensagens nas quais reclamava da falta de repasses financeiros e dizia ter informações que poderiam atingir integrantes da família Vorcaro.
Em uma das conversas registradas pelos investigadores, ela afirmou estar “muito perto do abismo” e que poderia “levar ele junto”, acrescentando: “Eu tenho material pra acabar com a família inteira”.
Os diálogos foram trocados com Manoel Mendes Rodrigues, apontado pela investigação como operador do jogo do bicho e alvo da mais recente fase da operação.
Segundo a PF, após as conversas, Manoel informou Henrique Vorcaro de que tentava resolver a situação.
Os investigadores afirmam que as mensagens permitem inferir a existência de um acordo financeiro para auxiliar a irmã de Mourão.
No entanto, segundo a própria investigação, não há confirmação sobre a formalização do contrato mencionado nos diálogos.
A Polícia Federal também sustenta que Manoel teria atuado para viabilizar repasses financeiros à família de Mourão.
Em outro trecho das conversas, Joana critica a postura da família Vorcaro após a morte do irmão, afirmando que não teria recebido qualquer homenagem ou apoio.
A defesa de Henrique Vorcaro nega irregularidades. Segundo os advogados, os pagamentos mencionados nos autos estariam relacionados a contratos imobiliários firmados desde 2021 e a serviços de vigilância prestados por outro investigado.
Foto: Reprodução
O presidente Lula (PT) não teria sido cumprimentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante encontros do G7, realizado em Evian, na França. As informações são da coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Segundo o colunista, Lula teria chegado à véspera do evento e buscado aproximação com líderes presentes, incluindo Trump, mas não teria havido interação direta entre os dois no momento da foto oficial, quando chefes de Estado se posicionavam no local.
Mesmo estando próximos fisicamente durante a cerimônia, não teria ocorrido aperto de mão ou contato entre Lula e Trump.
A situação é tratada pelo autor como um episódio de ausência de aproximação diplomática no evento.
O encontro do G7 reuniu chefes de Estado e governo de diversas nações em agenda internacional na França.
[VÍDEO] CASO MASTER: Mendonça fala em “crime organizado mafioso” e cita “contornos de máfia” no STFhttps://t.co/v0fu53wx0I pic.twitter.com/J15fQKCdi6
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) June 17, 2026
Imagens: Reprodução/SBT News
O ministro do STF, André Mendonça, afirmou que a investigação do caso Master apresentou “contornos de máfia” e características de “crime organizado mafioso”, com uso de armamento pesado, como fuzis e metralhadoras, além de possível infiltração no sistema policial.
A declaração foi feita durante julgamento na Segunda Turma da Corte, que analisava prisões relacionadas a familiares do empresário Daniel Vorcaro.
Em seu voto, Mendonça também mencionou uma conversa que teve com o ministro Gilmar Mendes antes de assumir uma cadeira no STF.
Segundo ele, foi dito que seria necessário “coragem” para integrar a Corte.
O ministro afirmou ainda que não teme a morte nem pressões externas e destacou que sua atuação no Supremo não é guiada pela busca de protagonismo ou repercussão na imprensa.
[VÍDEO] STF tem embate entre Mendonça e Gilmar em julgamento de prisões do caso Banco Masterhttps://t.co/pG1IyyeFLh pic.twitter.com/Utws7qvM2o
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) June 17, 2026
Imagens: Reprodução/Poder360
A Segunda Turma do STF registrou, nesta terça-feira (16), um embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes durante o julgamento que analisou a manutenção das prisões preventivas no caso envolvendo familiares do ex-controlador do Banco Master.
Por maioria, o colegiado decidiu manter as prisões de Henrique Moura Vorcaro e Felipe Cançado Vorcaro. Gilmar Mendes ficou vencido e divergiu do relator, André Mendonça, sobre a necessidade das medidas cautelares.
Durante o julgamento, Gilmar criticou a condução da investigação e comparou o caso a métodos semelhantes aos da Operação Lava Jato, mencionando ainda supostos vazamentos e excesso de medidas cautelares.
Ele também levantou questionamentos sobre delações premiadas e limites do processo penal.
Em resposta, André Mendonça afirmou que o processo trata de uma investigação sobre uma das maiores fraudes financeiras já registradas, rejeitando comparações com outros casos.
O ministro também afirmou que as apurações envolvem uma organização criminosa com atuação estruturada, citando indícios de crimes financeiros e práticas de “crime organizado”.
O julgamento também teve divergências sobre delação premiada e manutenção das prisões preventivas.
Gilmar defendeu alternativas como prisão domiciliar em um dos casos, enquanto Mendonça sustentou a necessidade de manutenção das medidas, alegando risco à investigação e capacidade de reorganização do grupo investigado.
Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou ao Metrópoles, nesta terça-feira (16/6), que pretende informar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e autoridades americanas sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenou a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e à inelegibilidade por oito anos.
A condenação ocorreu por tentativa de interferência no julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado por tentativa de golpe de Estado.
“Certamente, eu levarei a Casa Branca, o Departamento de Justiça, ao Congresso americano, falarei com todos os congressistas que são nossos aliados e temos interlocução, porque isso é uma afronta ao governo dos EUA”, declarou.
Eduardo Bolsonaro também questionou o posicionamento de outros países sobre o caso. “Será que realmente só o Brasil está certo? Estados Unidos, Itália, Espanha, Argentina e até mesmo a Polônia, estão todos errados?”, disse.
O ex-deputado afirmou ainda que é necessário “virar essa página do país” e defendeu mudanças no cenário político nacional. “Temos que virar essa página do país, colocar um novo governo, um novo Congresso para segurar esse STF perseguidor.”
Por fim, Eduardo Bolsonaro afirmou que continuará levando denúncias ao exterior. “Nós seguiremos denunciando esses crimes internacionalmente.”
Metrópoles
Foto: Rosinei Coutinho
O ministro Gilmar Mendes criticou a condução feita por André Mendonça do inquérito sobre as fraudes do Banco Master e afirmou que vazamentos e excessos fazem as investigações se assimilarem à extinta operação Lava Jato.
As críticas do decano foram feitas durante o julgamento que manteve as prisões do pai e do primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (16).
Gilmar havia pedido vista e suspendido no final de maio a análise que os ministros faziam sobre a decisão de Mendonça tomada no início daquele mês. Nesta terça, o decano liberou o caso para julgamento e o incluiu na pauta do colegiado.
Ao dar início à leitura de seu voto, contrário à manutenção da prisão do pai e do primo do ex-banqueiro em fechado, Gilmar disse que a investigação conduzida no STF por Mendonça é um “caso rumoroso que há meses vem ocupando o noticiário de forma cada vez mais espetaculosa e sensacionalista”.
Ao longo de mais de uma hora e meia de voto, Gilmar mencionou “vazamentos massivos e seletivos de informações protegidas por sigilo”, transferências corriqueiras de encarcerados entre estabelecimentos prisionais dos mais variados, “prisões como instrumento de pressões”, falta de acesso dos ministros às investigações, monitoramento de advogados e “excesso persecutório e uso indevidamente instrumental do processo penal”.
O ministro, o crítico mais vocal da Lava Jato no STF, afirmou que a Operação Compliance Zero, que investiga desde novembro do ano passado as fraudes do Master, “tem se valido de expedientes que guardam desconfortante semelhança com a Lava Jato”.
Segundo Gilmar, o caso Master se assemelha à Lava Jato, mas com uma nova roupagem. “É com certa incredulidade e alguma tristeza que me sinto obrigado a registrar que já há algum tempo as providencias adotadas no presente caso vem guardando semelhanças que não podem ser ignoradas com as iniquidades da Lava Jato.”
CNN

Foto: Divulgação
Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.
A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.
Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.
Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.
Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.
Diário do Poder

Foto: Divulgação
A pré-candidata a deputada federal Nina Souza (PL) foi destaque na terceira pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta terça-feira (16), figurando entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
No levantamento espontâneo, Nina Souza alcançou 0,8% das citações, consolidando sua presença entre os pré-candidatos mais competitivos para representar o Rio Grande do Norte em Brasília.
“Fico muito feliz com esse reconhecimento e recebo esse resultado com humildade e responsabilidade. Seguiremos trabalhando, ouvindo a população e apresentando um projeto comprometido com o desenvolvimento do nosso estado e com a defesa dos interesses dos potiguares”, afirmou Nina Souza.
A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.550 eleitores em 62 municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-04028/2026 e BR-01576/2026.
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