Por Interino

(FOLHAPRESS) – Em palestra na capital paraibana neste sábado (28), o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Paraná, falou sobre a importância de acordos internacionais para combater evasão de divisas e outras práticas de corrupção.
“Tem sido uma constante nesse caso da Operação Lava Jato, falando especialmente dos casos já julgados, o fato de algumas pessoas envolvidas naqueles crimes terem colocado o produto da sua atividade em contas normalmente secretas, ditas não declaradas, não com nome próprio, nomes de terceiros ou em nomes de corporações nos mais variados países”, disse ele. “Os países assumem juntos a responsabilidade de cumprir esses acordos [de cooperação]”, afirmou.
A fala aconteceu durante a conferência internacional “Investimento, Corrupção e o Papel do Estado”, na sede do Tribunal de Contas da Paraíba. O evento foi organizada em parceria com a Suíça. O país enviou documentos ao Brasil que ajudaram nas investigações da Lava Jato, como informações bancárias apontando que a Odebrecht teria feito pagamentos a ex-dirigentes da Petrobras em contas secretas na Europa.
O magistrado destacou dois mecanismos para coibir a prática de crimes: o sequestro e a extradição de bens.
“Tem um velho ditado que diz: ‘o dinheiro tem coração de coelho e patas de lebre’. E o dinheiro circula muito rapidamente. Para que seja exitoso esses processos, se provado o crime, ter que sofrer as consequências de uma sanção criminal, isso não é suficiente. É necessária a recuperação do produto do crime”, disse ele.
Sem citar nomes, Moro usou como exemplo “um gerente da Petrobras” que possuía “cerca de US$ 98 milhões” em contas no exterior. “Por conta da colaboração dele e dessa vez com o auxílio das autoridades suíças, já que eram mantidas na Suíça, [o dinheiro] já foi integralmente repatriado no Brasil para posterior devolução a vítima do caso, a empresa estatal”.
Para explicar a dificuldade da Justiça em punir criminosos fora do país, Moro fez comparações com filmes de faroeste. “Havia uma corrida de cavalo por um tempo até, dependendo do filme, chegar à fronteira do México. O criminoso atravessava e de repente ‘fim’. Fim a possibilidade de poder capturar e que a Justiça prevalecesse para que fosse punido. Embora figura de filme, é algo que ilustra uma barreira que a Justiça tem que vencer em relação a criminalidade”, disse.
O juiz afirmou ainda que “o sistema judicial é muito lento”, mas que a “morosidade tem a ver com a complexidade dos casos”.
Cooperação internacional da CIA e do NCIS americano, especialistas em derrubar presidentes de países "não alinhados" (quer dizer, não dependentes), estabelecendo-se as Colonizações ou recolonizações culturais e econômicas com "empréstimos bondosos" para acorrentar os povos e sangrá-los até a morte, durante anos e anos sem fim.
Tou acordado com o marido de Rosângela Moro, assessora de Beto Richa, Governado do PSDB do Paraná e sócia do escritório Zucolloto que advoga e representa os interesses da CHEVROM, ESSO e outras poderosas megapetrolíferas interessadas no pré Sal brasileiro.
Acredito em Papai Noel, em Fadas e Duendes Dr. Moro PSDB 45 do Paraná. O apoio do Tio San é importante, com a garantia de Gilmar PSDB Mendes e Rosa 45 Weber, coordenado por FHC lá dos EUA.
Profunda e belíssima análise. Merece ser contratado para a TV Brasil e o portal 247.
Rs….
Que danado é isto???
Esses mortadelas não tem geito mesmo sem a grana que recebiam da mãe!