Economia

Parte dos brasileiros ‘não está preparada para fazer quase nada’, diz Bolsonaro sobre desemprego

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que um dos motivos para o desemprego alto no país é que parte dos brasileiros “não está preparada para fazer quase nada”. Em conversa com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada, ele criticou o alto número de ações trabalhistas no país e afirmou que ser patrão no Brasil “é uma desgraça”, repetindo uma visão que já externou em outras ocasiões sobre dificuldades que diz serem enfrentadas por empregadores.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), divulgada no fim do mês passado pelo IBGE, o índice de desemprego no Brasil chegou a 14,3% em outubro. Há cerca de 14 milhões de brasileiros em busca de trabalho.

— É um país difícil de trabalhar. Quando fala em desemprego, é alto por vários motivos. Um é a formação dos brasileiros. Uma parte considerável não está preparada para fazer quase nada. Nós importamos muitos serviços — disse Bolsonaro.

Ele estava acompanhado do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Levi, que comentou um ponto da reforma trabalhista de 2017. Até então, o trabalhador que recorria à Justiça do Trabalho não tinha ônus se perdesse.

A partir da reforma, passou a ter que arcar com as custas processuais em caso de derrota. Segundo Levi, isso diminuiu a quantidade de processos trabalhistas. Bolsonaro então acrescentou:

— O Brasil tinha mais ações trabalhistas que o mundo todo junto. Vá ser patrão num país desse. Ser patrão é uma desgraça.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Nos últimos anos governados por esquerdistas, o que ensinaram foi roubar e ficar preguiçoso.
    Bando de parasitas nas beiras de calçadas fazendo nada, a grande maioria enfiados nas drogas.
    Liberaram Geral, bandidos tem apoio em quanto o cidadão de bem, apanha.

  2. É verdade que o presidente da República está dizendo,isso já vem desde do século 19,por exemplo aqui no Rio Grande do Norte no primeiro censo geral realizado em 1872 pelo governo do Brasil mais de 65%da população adulta do nosso estado do RN declarou não ter nenhuma profissão.

  3. A carapuça serviu pra muita gente, normalmente quando alguém se incomoda muito com alguma coisa é porque a verdade dói!

  4. Eu reformularia a frase: BOA parte dos brasileiros não está preparada pra fazer porra nenhuma mesmo.

    1. Dito pelo Bozo o correto seria "boa parte da população, assim como eu e tia Cacá, não está preparada pra fazer…"

  5. "O Brasil fechou 2014 com a menor taxa de desemprego já registrada. Na média do ano, ficaram sem trabalho 4,8% dos brasileiros pesquisados pelo IBGE em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Porto Alegre)." O que houve agora? Mais uma do mito encantador de imbecis…

  6. Ele tá falando dele e dos filhos. Salvo um que, verdade seja dita, é servidor federal mas estudar não significa que deixe você sábio, você pode ter conhecimento mas utilizá-lo para tomar decisões corretas, aí é outra coisa.

    É por esse motivo que o PT criou, só no RN, uns 18 IFs e expandiu a UFRN, pra qualificar o povo. Agora o Bozo tenta descontruir pq, pra o empresário é melhor ter um cara semi-analfa pra pagar um salário comercial chorado ou, segundo o Bozo e sua equipe, PAGAR A HORA TRABALHADA, que ter pessoas qualificadas e ter pagar mais ou até disputá-los no mercado.

  7. Falou mais que a verdade. Só não ver quem não quer.
    Agora vou dar um aviso aos miminzentos; cuidado com a pressão arterial. Procurem um médico.

    1. Aproveite e procure um professor de português.
      Não é “só não VER quem não quer”.
      É: só não VÊ quem não quer.

  8. Brasileiro um dos povos mais trabalhadores do mundo. Não somos você que passou a vida mamando do governo

  9. Nisso ele tem razão, não todos, mais muitos só querem moleza, vive de benefícios do governo, trabalhar que é bom nada.

  10. Os esquerdistas adoradores de corruptos relincham quando se separam com a verdade, o que o Presidente Bolsonaro afirmou é a mais pura verdade, o PT acabou com o País durante o tempo que passou no poder, criou universidades que só forma analfabeto funcional e militante esquerdopata e o resultado é que são despreparados para exercer o simples ofício, é só ver Dilma a analfabeta que foi presidente(a) nem falar sabia, é uma deformada de caráter e moral.

  11. O Brasileiro só está apto a ser político. Não há nenhuma exigência de formação acadêmica ou grau de instrução.

  12. Ele fala por experiencia, pois se a familícia deixar de mamar nas tetas do governo, o que será dessa cambada?

  13. Tem uma grande parte que não gosta de trabalhar mesmo, só invadir terras, prédios públicos, propriedades privadas, viver de boquinhas de estatais e sindicalistas que adoram viver as custas de quem realmente trabalha.

  14. Falou só a verdade, tanto que o país só melhora suas condições quando o governo cria auxílios. Quem tem argumentos pra contestar? Ninguém, pior que esses que se revoltam, tem vidas medíocres de parasitas.

  15. Era só o que faltava! Vai agora entregar o que ainda tem de empregos no Brasil aos ianques. Só pode ser… Imbecil!!!!

    1. Calma jujú, quem entregou nossos empregos e riquezas a Cuba, Venezuela, Honduras e alguns países africanos foi o Lulalau.

    2. Cacá, Cuba e Honduras são países da América do Norte, Venezuela é América do Sul.
      Pesquise as coisas antes ome…

  16. Se ele (o ex-militar bunda mole) nunca trabalhou. O próprios colegas de farda, afirmam que ele foi um péssimo militar, só fazia bagunça. Passou 28 anos na câmara sem aprovar um projeto relevante para o país..
    Que belo presidente de ? essa boiada imunda foi nos arranjar.
    PQP

    1. Igual ao seu ídolo o Ladrão Lula, que disse que tem preguiça de ler, que disse que andava o mundo mentindo e falando mau do Brasil.
      Esse sim é um canalha Mor.

  17. Ele se esqueceu de afirmar que Ele próprio não é. Preparado para ser presidente. Ele deveria renunciar para que o Trem Brasil voltasse aos trilhos. Além de fascista ta mostrando ser um grande IDIOTA.

    1. Calma poeta, Enfiaram mortadela estragada pela boca de baixo, foi?
      Ele disse que não nasceu para ser presidente e que o povo o tornou presidente e que com ajuda de Deus e do povo , iria fazer um ótimo governo e é o que ele está fazendo.
      Bolsonaro é o cara e Lula é um ladrão.

  18. O DOIDO que está na PRESIDÊNCIA tem razão. Começando pela casa dele e ele mesmo, BG vc sabe dizer qual é a PROFISSÃO do BOZO e a dos filhos DELE a única profissão da família certa é a do LARANJA ( QUEIROZ ). O maior vendedor de veículos USADOS e coordenador de RACHADINHA KKKKKKK. Acorda BRASIL ??

  19. Afirmação mais que perfeita! Uma grande parte desses despreparados: As velhas raposas dos políticos e os seus filhos. Não me apareça algum cego dizendo que o MITO é diferente.

  20. Taí falou uma verdade. A começar por ele que foi reformado do exército. Falta de capacidade. Com metade da população seguindo, imaginem quem raciocina nesse país.

  21. Mais uma vez o genocida coloca a culpa das desgraças do país nos mais pobres, humildes e assalariados.
    Só para lembrar a esse verme e a seu gado que na época de Lula o país tinha pleno emprego e nao era uma desgraça ser patrão naquela epoca nem agora, mesmo com a crise gerada por esse imbecil.
    Desgraça é ganhar 1100 reais por mês, pagar comida q aumenta todo dia, pagar água, luz, pegar ônibus lotado, nao ter educação, saúde….
    Isso é desgraça.
    Nao poder mudar de SUV tdo ano nao é desgraça, imbecil.

    1. Genocida… ja diz muita coisa sobre sua opinião. Qual sua avaliação de que só um pais tem a mesma quantidade de ações trabalhistas do resto do mundo somado ? Ser patrão no Brasil é realmente muito difícil, isso porque 70% do emprego gerado no país, são de micro e pequenas empresas, onde estão os padrões mais pobres, sofridos e a mercê de ações trabalhistas e funcionários desonestos e em sua maioria junto c os advogados mau caráter

    1. Fique em casa! A economia a gente vê depois! E só procure um médico quando estiver com falta de ar!

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Girão cresce na reta final e confirma o voto da direita raiz no deputado que já levou mais de R$ 542 milhões ao RN

Candidato à reeleição pelo PL tem apoio de Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Hélio Negão e aparece entre os destaques do Ranking dos Políticos

General Girão (PL) chega à eleição deste domingo (4) em crescimento. Na pesquisa do Instituto Seta, feita entre 21 e 24 de setembro, tem 3,5% das intenções de voto para deputado federal, e na Exatus, do Grupo Agora RN, aparece entre os mais lembrados na espontânea. Nesta sexta-feira (2), o deputado também ficou entre os destaques do Ranking dos Políticos, que avalia a atuação na Câmara com base em votações, presença, gastos e uso de privilégios. Girão já havia recebido o Prêmio Excelência Parlamentar da organização em 2023 e em 2026.

Girão conheceu Jair Bolsonaro quando ainda eram cadetes nas Agulhas Negras. Em 2018, enquanto boa parte das lideranças potiguares evitava o nome do então candidato, fez campanha para ele e se elegeu com 81.640 votos. Em 2022, já no PL, foi reeleito com 76.698. Muitos candidatos de direita desta eleição chegaram ao campo agora. Girão nunca saiu dele.

Nos dois mandatos, destinou mais de R$ 542 milhões em emendas ao Rio Grande do Norte, a maior parte para saúde e infraestrutura. O Seridó recebeu R$ 80 milhões e o Alto Oeste, cerca de R$ 20 milhões. O dinheiro virou pavimentação em Natal e no interior, tratores para produtores rurais, investimento no esporte e em ações de inclusão para pessoas com autismo e deficiência, além do segundo hospital público veterinário de Natal, na Zona Norte, e do 12º Batalhão de Polícia Militar, em Mossoró.

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, gravou vídeo pedindo voto no 2210. “Eu já conheço o trabalho, a história do General Girão. Ele, em Brasília, tem feito a diferença”, afirmou. Nikolas Ferreira também declarou apoio, e Hélio Negão, um dos aliados mais próximos de Bolsonaro, deixou recado ao deputado. “Que você continue sendo um parlamentar muito bem votado, porque você representa o Rio Grande do Norte aqui no Congresso.” Para o eleitor de Flávio Bolsonaro, o voto para a Câmara neste domingo é General Girão, 2210.

Dados das pesquisas

Instituto Seta: 1.500 eleitores ouvidos no Rio Grande do Norte entre 21 e 24 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registro RN-06302/2026.

Exatus/Grupo Agora RN: 1.500 eleitores ouvidos em 55 municípios, distribuídos pelas 11 regiões geográficas imediatas do estado, entre 31 de agosto e 2 de setembro de 2026. Margem de erro de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Registros RN-03924/2026 e BR-03775/2026.

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Na véspera da Eleição, Walter Alves surpreende, lidera nominata do MDB e aparece entre os mais citados em três pesquisas

Na véspera das Eleições Gerais, três pesquisas divulgadas hoje (3) reforçam o crescimento e a consolidação de Walter Alves (MDB) na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. Nos três levantamentos, Walter aparece como o candidato mais citado do MDB e entre os nomes mais lembrados pelos eleitores de todo o Rio Grande do Norte.

Para Walter, os resultados representam o reconhecimento ao trabalho realizado ao longo de sua trajetória política e aumentam a responsabilidade para o próximo mandato. “Recebo esse reconhecimento da população com muita gratidão e, principalmente, com muita responsabilidade. Fizemos uma campanha mostrando o nosso trabalho, prestando contas do que já realizamos e apresentando propostas para o futuro do Rio Grande do Norte”, disse.

Com a campanha terminando, Walter agradeceu aos apoiadores e reforçou que a decisão agora está nas mãos dos eleitores potiguares. “Quero agradecer a todos que caminharam conosco durante essa campanha. Foram dias de muito trabalho, diálogo e prestação de contas. Chegamos ao último dia com a consciência tranquila de que mostramos o que fizemos e o que queremos fazer pelo Rio Grande do Norte”, concluiu.

Pesquisas

Na pesquisa DataVero/Diário do RN, Walter aparece em 15º lugar no cenário geral e em 1º entre os candidatos do MDB. O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-05240/2026.

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[VÍDEO] O DESMANTELO TÁ GRANDE EM MOSSORÓ: Mulher mostra caminhonete cheia de cestas básicas que estariam sendo distribuídas para eleitores na cidade

Depois do vídeo de Joana Dantas, filha da secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, dizendo que quem votasses nos “satanás” Álvaro Dias (PL) e Cabo Deyvison (PL) não procurasse a mãe dela pedindo cirurgias, agora circula nas redes sociais uma gravação de uma mulher não identificada mostrando uma caminhonete cheia de cestas básicas que estariam sendo distribuídas para quem votar nos candidatos apoiados pelo vereador Alex do Frango (PSD).

“Olha aí, Damiana, você perdeu essa. Veio cheinha de feira. Aqui é tudo de Alex do Frango. Vai em busca do Alto São Manoel”, diz a mulher, possivelmente se referindo ao bairro onde as cestas básicas seriam distribuídas.

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[VÍDEO] Filha da secretária de Saúde de Mossoró diz que se votarem nos “satanás” de Álvaro e Deyvison, depois não vão pedir favor a ela, não

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Joana Dantas, filha da secretária de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, falando sobre a prestação de serviços públicos como modo de chantagem eleitoral e ameaça no eleitores do candidato ao Governo do Estado Álvaro Dias (PL) e do candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL).

Na gravação, Joana se refere aos candidatos Álvaro Dias e Cabo Deyvison como “satanás” e manda um “aviso”, em tom ameaçador, aos eleitores deles, dizendo que não fossem procurá-la depois em busca de favores. “Ó, vou logo dando um aviso aqui, não tem esses negócio com política não, tá entendendo? Mas quem tá apoiando o satanás lá pra governador, o outro satanás pra deputado federal, depois vocês num venham até mim falar ‘ei, a sua mãe tá podendo?’, não tá podendo não, viu?”, afirmou Joana.

“Minha mãe é aquela que cê pisa em cima, ela ainda lhe ajuda. […] Mas eu vou pedir ajuda da doutora Morgana pra arrumar uma cirurgia pra mim, não vai. Vocês passam por mim antes”, declarou. “E não é ela que é ruim não, viu? Sou eu”, completou.

Após a repercussão negativa do vídeo, Joana excluiu a publicação e postou nas redes sociais que tudo não passava de uma “brincadeira”, pedindo desculpas e disse que a mãe estava “abalada” com a situação e que não imaginava que tomaria essa proporção.

Opinião dos leitores

  1. Essa inútil deveria responder processo por ameaça ao eleitor, kd a justiça eleitoral pra punir essa senhora

  2. A desgraça acha que o cargo publico é dela ou da mãe dela,esquece que é o povo que lhes paga o salário

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Mulher de 64 anos fica ferida após ser atropelada durante ato de Lula e Haddad na Avenida Paulista

Foto: Adriana Negreiros/UOL

Uma mulher de 64 anos ficou ferida após ser atropelada por um motociclista durante o ato de campanha de Lula (PT) e Fernando Haddad (PT), neste sábado (3), na Avenida Paulista, em São Paulo.

O acidente ocorreu no cruzamento com a Rua Augusta. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima sofreu ferimentos leves na cabeça e foi levada ao Pronto-Socorro do Hospital Beneficência Portuguesa, onde permaneceu em atendimento.

De acordo com a Polícia Militar, o motociclista fazia uma entrega e teria tentado passar por um trecho ocupado pelos manifestantes. Após o atropelamento, ele teria empurrado a mulher e deixado o local. A PM informou que as circunstâncias do caso ainda estão sendo investigadas.

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Consolidada entre os mais citados em todas as pesquisas, Carla Dickson representa Michelle Bolsonaro e o conservadorismo no RN

Na reta final das eleições, a deputada federal Carla Dickson (PL-RN) chega à véspera da votação mantendo presença constante entre os nomes mais citados pelos eleitores do Rio Grande do Norte nos levantamentos divulgados ao longo da campanha. A parlamentar também consolidou uma posição de destaque no campo conservador do Estado e conta com o apoio declarado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Receber o apoio e a confiança de Michelle Bolsonaro tem um significado muito especial para mim. É uma responsabilidade enorme representar no Rio Grande do Norte um projeto que defende os valores da família, da liberdade e dos princípios conservadores. Chegar à reta final da campanha aparecendo bem colocada nas pesquisas, de forma consistente, mostra que o nosso trabalho está sendo reconhecido e que temos uma grande parcela do eleitorado caminhando conosco. Agora é seguir até o último momento, com fé, coragem e muito trabalho”, afirmou Carla Dickson.

A aproximação com Michelle ganhou ainda mais força durante a campanha, reforçando a identificação de Carla com a pauta conservadora e com uma parcela importante do eleitorado potiguar. A ex-primeira-dama declarou apoio à candidatura da deputada e passou a apresentar Carla como seu nome para a Câmara dos Deputados no Rio Grande do Norte.

Esse cenário se soma ao desempenho de Carla nos levantamentos eleitorais. Na pesquisa mais recente do Instituto Media, a deputada aparece entre os nomes citados espontaneamente pelos eleitores na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

A presença de Carla entre os nomes lembrados na reta final da campanha reforça uma trajetória construída ao longo do mandato e a mobilização realizada em diferentes regiões do Estado. Como representante do PL e aliada de Michelle Bolsonaro, a deputada busca consolidar nas urnas o espaço conquistado durante a campanha dentro do campo conservador potiguar.

A pesquisa do Instituto Media — Inteligência em Pesquisa Ltda. foi contratada pela Potengi Comunicação Ltda. e ouviu 2.000 eleitores no Rio Grande do Norte entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026. A margem de erro para a amostra total é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-05948/2026.

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[VÍDEO] FLÁVIO BOLSONARO: “ministros do STF não podem ser agentes políticos do governo Lula”

Durante ato de campanha em Americana (SP), neste sábado (3), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que a Corte precisa deixar de atuar como uma “delegacia de polícia”. Flávio acusou, sem citar nominalmente ministros, integrantes do Supremo de atuarem como “agentes políticos” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Ministros do STF não podem ser assessores, ministros do STF não podem ser agentes políticos do governo Lula e nem de nenhum outro viés ideológico”, declarou. O candidato também criticou decisões que, segundo ele, favoreceriam Lula. “Temos os amigos do Lula fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudar o Lula a se reeleger”, afirmou.

Flávio ainda defendeu mudanças na composição do STF e disse que, caso seja eleito, indicará ministros que, segundo ele, “respeitam a Constituição”. Ele também voltou a defender o fim da reeleição presidencial e afirmou que pretende cumprir apenas um mandato caso chegue à Presidência.

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[REVISTA OESTE] Golpe em gestação: Ministros apontam articulação de ala de Gilmar Mendes para contestar a eleição se Flávio Bolsonaro ganhar

Foto: Igo Estrela / Getty Images
Por Cristyan Costa para a Revista Oeste
 
“Independência, equilíbrio e prudência.” Nunes Marques escolheu essas três palavras para anunciar como pretendia conduzir as eleições de 2026. Era 12 de maio, e o ministro assumia a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma defesa da liberdade de expressão e uma advertência: combater ameaças à democracia não autorizava “excessos incompatíveis com o Estado democrático de Direito”. Quatro anos antes, sob Alexandre de Moraes, o tribunal havia suspendido a divulgação de um documentário da Brasil Paralelo até depois do segundo turno. Agora, o novo presidente prometia contenção. Restava saber quanto espaço teria para praticá-la.
 
No Supremo Tribunal Federal (STF), a promessa encontrou desconfiança. Segundo apurou Oeste, uma ala da Corte discutia rever decisões da Justiça Eleitoral caso considerasse insuficiente a atuação de Nunes Marques e de seu vice, André Mendonça. A convivência tinha os contornos de uma trégua sob vigilância. Em junho, no programa Roda Viva, Gilmar Mendes tornou pública a disposição do Supremo de atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE.
 
Nos meses seguintes, aquilo que parecia uma divergência jurídica começou a ganhar forma concreta em processos, liminares e decisões contraditórias. Na reta final da campanha, porém, três ministros ouvidos pela reportagem passaram a enxergar algo maior. Para eles, uma ala do Supremo prepara as condições jurídicas e políticas para que a disputa sobre os limites da Justiça Eleitoral não termine com a apuração dos votos. Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença Lula, a batalha seguinte poderá ser pela legitimidade do próprio resultado.
Construção da narrativa
 
Na avaliação dessas fontes, o núcleo político da eventual contestação já está à vista: a suspeita de “interferência estrangeira” na campanha brasileira. Uma iniciativa do PT ajuda a entender por quê. Em 23 de setembro, o partido pediu ao ministro Flávio Dino uma investigação sobre uma possível atuação do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido não foi apresentado em uma ação eleitoral. Entrou em um processo sobre a barragem de Mariana, em Minas Gerais, que já estava sob a relatoria de Dino. A escolha do caminho não era irrelevante. Naquela mesma ação, Dino havia estabelecido meses antes que decisões judiciais estrangeiras referentes ao Brasil só poderiam produzir efeitos no país mediante autorização do Supremo — uma reação às sanções impostas com base na Lei Magnitsky. O PT pediu que essa proteção fosse transportada para a eleição presidencial e alcançasse votação, apuração, proclamação do resultado e até diplomação do vencedor pelo TSE. “São bons de narrativa”, disse a Oeste um ministro, sob reserva. “Querem uma justificativa para questionar a vitória do adversário de Lula e esvaziar o TSE.”
 
O partido também requereu a abertura de investigação pela Polícia Federal e acesso a relatórios da Agência Brasileira de Inteligência. Pediu ainda que fossem avaliadas buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede nacional do PL, além de quebras de sigilo, mediante representação policial ou requerimento do Ministério Público. A petição cita relações com a organização norte-americana Rockbridge Network, publicidade no exterior favorável ao candidato e conteúdos utilizados por estruturas ligadas ao PL. O próprio documento, contudo, reconhece que o eventual financiamento estrangeiro precisa ser comprovado. Contatos internacionais, manifestações políticas e publicações produzidas no exterior, isoladamente, não demonstram que uma candidatura recebeu recursos ilegais.
 
É precisamente nesse espaço entre suspeita e prova que está a preocupação dos ministros ouvidos por Oeste. Uma investigação pode comprovar uma irregularidade. Pode também demonstrar que ela nunca existiu. O temor das fontes é outro: que a acusação adquira força política antes de qualquer conclusão e sobreviva até depois da contagem dos votos. A hipótese dos ministros é que, diante de uma derrota de Lula, a discussão deixe de ser apenas sobre propaganda, abuso de poder ou financiamento de campanha e se transforme em uma questão de soberania nacional. Nesse cenário, a controvérsia sairia da Justiça Eleitoral e chegaria ao Supremo com uma pergunta muito mais grave: uma vitória obtida sob alegada influência estrangeira poderia ser reconhecida? É esse salto — da fiscalização da campanha para a contestação do resultado — que dá dimensão à disputa em curso.
 
Disputa de poder
 
Outros processos das últimas semanas ajudam a compreender por que os ministros levam essa hipótese a sério. Em 25 de setembro, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou a retirada de publicações ligadas à informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A ordem atingiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Para contestá-la, Tabet não abriu uma nova ação no TSE nem esperou o julgamento do colegiado eleitoral. Procurou Flávio Dino no Supremo e pediu que o ministro estendesse à publicação os efeitos de uma decisão tomada meses antes em outro caso — um processo envolvendo um vídeo sobre a inelegibilidade do ex-deputado Deltan Dallagnol.
 
Uma ação originada de uma disputa eleitoral no Paraná recebia, assim, um conflito da campanha presidencial. Dino acolheu o pedido e suspendeu a ordem de Mendonça antes de o TSE concluir o julgamento. A defesa de Flávio reagiu pelo mesmo caminho: recorreu a Luiz Fux em outra ação já existente no Supremo. Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral. Dentro do próprio STF, portanto, duas decisões individuais apontavam em sentidos opostos sobre uma controvérsia que estava sob análise do TSE.
 
O tribunal eleitoral resolveu a questão em 30 de setembro. Manteve a retirada das informações falsas, mas preservou o post de Tabet depois de Mendonça ajustar seu voto. No dia seguinte, Dino reconheceu que seu processo havia perdido o objeto. Fez, contudo, uma ressalva: em questões constitucionais, a última palavra continuaria pertencendo ao Supremo. O episódio terminou. A disputa institucional, não. Antes disso, o Bolsa Família já havia mostrado como uma questão com impacto direto na campanha poderia sair da órbita do TSE. Em 18 de setembro, a pedido da Advocacia-Geral da União, o decano do STF reconheceu a legalidade do reajuste de 15% anunciado por Lula na véspera. Faltavam pouco mais de duas semanas para o primeiro turno. Gilmar decidiu dentro de um processo sobre a implementação da renda básica. Considerou que o aumento cumpria determinação anterior do Supremo e recompunha a inflação. Segundo apurou Oeste, integrantes da cúpula do TSE se irritaram com a iniciativa por entender que uma discussão sobre os limites eleitorais do reajuste deveria ocorrer na Justiça Eleitoral. O padrão se repetia: uma controvérsia surgida no meio da campanha era levada ao Supremo por meio de um processo aberto originalmente para discutir outro assunto.
 
Movimentos semelhantes apareceram nos Estados. Em Roraima, uma decisão de Dino sobre prazos de desincompatibilização afetou o registro de Arthur Henrique, candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro. No Rio de Janeiro, um impasse no Supremo interferiu na sucessão temporária do governo estadual. No Ceará, Floriano de Azevedo Marques impôs restrições a adversários do governador petista Elmano de Freitas, decisão posteriormente suspensa por Mendonça. Os casos têm objetos, personagens e fundamentos diferentes. Não demonstram, isoladamente, uma articulação nacional. Para os três ministros ouvidos por Oeste, porém, ajudam a revelar algo que consideram decisivo: o Supremo já encontrou caminhos processuais para interferir em controvérsias eleitorais enquanto elas ainda estavam submetidas ao TSE.
 
Depois das urnas
 
É aqui que a preocupação muda de escala. Até agora, as intervenções atingiram publicações, registro de candidatura, acesso a recursos partidários, propaganda eleitoral e decisões administrativas com consequência política. A hipótese discutida nos bastidores do Supremo é que o mesmo mecanismo seja utilizado, depois da votação, sobre um objeto incomparavelmente maior: o resultado da eleição presidencial.
 
Na avaliação das fontes, a narrativa de interferência estrangeira daria o fundamento político dessa mudança. A disposição do STF de rever atos do TSE forneceria o caminho jurídico. Os pedidos já apresentados ao Supremo proporcionariam os processos. Faltaria o fato capaz de reunir essas peças: uma derrota de Lula. Se Flávio vencer, dizem os ministros ouvidos pela reportagem, a alegação de ingerência norte-americana poderia deslocar a discussão da contagem dos votos para as condições em que eles foram conquistados. O argumento deixaria de ser apenas o de proteger uma campanha contra uma ameaça estrangeira. Poderia servir para questionar a legitimidade da vitória do adversário.
 
Esse ponto é importante porque uma eleição presidencial não pode ser anulada apenas por suspeitas políticas. Seria necessário transformar a acusação em questão jurídica, apontar fatos, estabelecer nexo com a campanha e demonstrar consequência suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. É justamente essa distância entre o discurso político e a consequência jurídica que torna decisivo o que ocorrerá depois do primeiro turno. Os três ministros consultados por Oeste não dizem que exista, hoje, uma decisão tomada para impedir a posse de Flávio Bolsonaro. O que afirmam é que estão sendo construídos argumentos, precedentes e vias processuais que poderiam ser acionados caso Lula seja derrotado.
 
Essa distinção precisa permanecer clara. A petição do PT não comprova uma operação para invalidar as eleições. As decisões de Dino, Gilmar ou outros ministros tampouco demonstram, isoladamente, uma ação coordenada. O alerta decorre da combinação desses movimentos e da leitura feita por integrantes da própria Corte sobre onde eles podem desembocar.
 
Na posse de maio, Nunes Marques prometeu independência, equilíbrio e prudência. Às vésperas da votação, porém, a disputa já ultrapassa os limites de sua presidência no TSE. O que está em jogo, na avaliação dos ministros ouvidos por Oeste, é saber se a autoridade da Justiça Eleitoral continuará valendo quando proclamar um vencedor que uma ala do Supremo não deseja. Se a hipótese dessas fontes se confirmar, a intervenção terá mudado de natureza. Deixará de servir apenas para rever decisões tomadas durante a campanha e alcançará a própria escolha feita nas urnas. A suspeita de interferência estrangeira poderá fornecer o argumento; os processos já abertos, o caminho; e o Supremo, a instância encarregada de decidir até onde vale o resultado proclamado pelo TSE. Nesse cenário, a eleição não terminaria com a contagem dos votos. O eleitor elegeria o presidente, mas a escolha permaneceria sujeita à aprovação de ministros que não receberam um único voto. A vontade popular deixaria de ser soberana. Entre a decisão das urnas e o exercício do poder, estaria a toga.
Revista Oeste

Opinião dos leitores

  1. Pega fogo 🔥 cabaré, o PT sabe como ninguém fazer todo tipo de maracutaia para se perpetuar no poder…

    1. Revista oeste? Kkkkk
      E contestar eleição é golpe? O que Aécio neves fez em 2015? Hipocrisia pouca não é nada né

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Geral

Caravana 22 reúne Álvaro Dias, Paulinho Freire, Styvenson e lideranças em grande mobilização na Zona Norte de Natal

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), percorreu, neste sábado (3), bairros da Zona Norte de Natal em mais uma grande mobilização da Caravana 22. A carreata, formada por carros e motocicletas, saiu da Avenida Itapetinga, em frente à Lagoa de Santarém, e percorreu ruas e avenidas da região reunindo apoiadores, candidatos e lideranças políticas.

A mobilização contou com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire; da vice-prefeita Joanna Guerra; do senador e candidato à reeleição Styvenson Valentim; do presidente eleito da Câmara Municipal de Natal, Aldo Clemente; das candidatas a deputada federal Nina Souza, Carla Dickson e Gabi Trajano; dos candidatos a deputado estadual Anne Lagartixa, Eriko Jácome, Léo Souza, Sargento Manassés e Davi Fernandes; além dos vereadores Irapoã Nóbrega, Kleber Fernandes, Luciano Nascimento, Subtenente Eliabe, Herberth Sena, Daniel Santiago e Preto Aquino.

A passagem da Caravana 22 pela Zona Norte marcou mais um ato de rua de Álvaro na reta final da campanha. Ainda neste sábado, o candidato segue para Mossoró, onde participa, às 18h22, da tradicional Descida do Alto de São Manoel, ao lado de Styvenson Valentim e do candidato ao Senado Coronel Hélio.

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Geral

Hospital Municipal de Natal São Padre Pio inicia acolhimento em enfermaria adulta

A partir desta sexta-feira (2), o Hospital Municipal de Natal São Padre Pio iniciou uma nova etapa nos seus atendimentos com a abertura dos leitos de enfermaria clínica médica adulta. As admissões são um marco para a rede de Urgência e Emergência da capital, o que vai auxiliar no fluxo, principalmente dos pacientes aguardando transferências nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) da capital.

A estrutura conta com 17 leitos de enfermaria clínica médica adulta, que auxiliam na internação de pacientes não graves, mas que precisam de cuidados médicos e de enfermagem contínuos.

Nesse primeiro momento foram admitidos os três primeiros pacientes, transferidos das UPAs Potengi e Satélite. A partir deste sábado (3), novos pacientes começam a dar entrada no bocal e a previsão é que as próximas transferências aconteçam de forma contínua, de acordo com a capacidade do hospital.

O prefeito Paulinho Freire reforça a importância do novo equipamento. “É uma alegria enorme ver os pacientes natalenses sendo bem assistidos em um equipamento grandioso como o nosso novo hospital. Esse é um marco histórico e vamos cada vez mais atuar para ampliar a assistência à população”, disse.

Para o secretário Municipal de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, o momento é um grande marco para a saúde da capital. “Ontem, por volta das 23h, recebemos os primeiros pacientes adultos no hospital. Quero dizer que a população fique orgulhosa e esperançosa de que o novo hospital está funcionando e, em breve, estaremos com os leitos de UTI e realizando cirurgias também, o que vai melhorar ainda mais a saúde na capital”, falou.

O secretário reforça que, neste primeiro momento, o hospital funciona totalmente de porta fechada. Todos os pacientes que estão no local, seja para internação de enfermaria, ou os pacientes que estão entrando para fazer exames eletivos, estão sendo admitidos por regulação. “A regulação municipal chama os pacientes que estão nas UPAs, como também chama os pacientes eletivos para fazer seus exames”, explicou.

Hospital Municipal de Natal São Padre Pio

O Hospital Municipal de Natal São Padre Pio começou a receber pacientes de forma gradual. Na primeira etapa, funcionaram a enfermaria pediátrica e o Centro de Diagnóstico por Imagem, com realização de exames de ecocardiograma e ultrassonografia para pacientes regulados o que já contribuiu para zerar a fila de espera ecocardiogramas pediátricos para crianças e adolescentes de até 15 anos.

Entre as próximas etapas está a abertura dos leitos de UTI, além da instalação de equipamentos como tomógrafo e aparelho de raio-X fixo e posteriormente as atividades do centro cirúrgico.

A expectativa é que a primeira etapa de implantação do hospital seja concluída até o fim do mês de outubro.

Quando estiver em pleno funcionamento, a estrutura contará com diferentes serviços e especialidades, incluindo atendimento neonatal, ginecológico e obstétrico, centro cirúrgico, centro de diagnóstico e atendimento 24 horas para situações de maior complexidade.

Opinião dos leitores

  1. Concordo com a homenagem ao Padre Pio, porém ele não foi declarado santo pela Igreja Católica.

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