A aprovação, pela Câmara Municipal de Natal, do projeto de lei que estabelece passe livre para estudantes nos transportes coletivos da capital, é a típica medida oportunista, criada para agradar à população sem pensar nas consequências.
Que se trata de um projeto benéfico para os estudantes que, de fato, precisam do apoio público, disso ninguém tem dúvida.
Mas é preciso que a população saiba que a gratuidade de alguns, como é o caso da meia passagem para estudantes, tem um custo. E ele é bancado pelos que pagam a tarifa cheia. O custo dos que andam sem pagar é bancado pelos que pagam.
Mesmo sabendo que a aprovação do passe livre é inconstitucional porque cria despesas para o Poder Executivo, os vereadores de Natal foram em frente. E aprovaram uma medida que vai obrigar a Prefeitura a bancar o passe livre transferindo 34 milhões de reais por ano para as empresas.
Os vereadores podem posar de ousados e bonzinhos. E caberá ao prefeito Carlos Eduardo o papel de vilão, já que a procuradoria do município já anunciou que vai vetar integralmente o projeto.
Como o veto do prefeito precisa ser apreciado pela Câmara, os natalenses podem se preparar para ver outra batalha na Câmara e fora dela.
Primeiro, os jovens que fazem parte do Movimento do Passe Livre não vão perder a chance de fazer pressão sobre a Prefeitura e depois sobre os vereadores. Novos embates virão.
Segundo, os vereadores cuidarão de fazer das sessões de apreciação do veto um verdadeiro espetáculo de demagogia.
E a razão de tudo isso é que o bom senso foi deixado de lado. Natal não tem 34 milhões de reais a mais para investir na gratuidade total dos estudantes. Os empresários assistem de camarote porque não vão pagar a conta. Se vier o passe livre, vai ter de haver aumento de tarifa.
O circo vai ser armado. Quem viver verá!

Os vereadores que tentam aprovar o passe livre, deveriam doar os seus salários e vantagens para ajudar a compensar o município nessa empreitada…. Atirar com pólvora alheia e muito fácil.
O nome disso é demagogia com o dinheiro alheio. Que tal tirar essa verba do orçamento destinado à Câmara Municipal de Natal. No meu entender quem deveria fazer uma movimentação contra tarifa de ônibus era a classe empresarial que tem que bancar o vale transporte de seus funcionários e não recebe nenhum incentivo do governo para diminuir o seu prejuízo.
Os vereadores de Natal estão fazendo o povo – o cidadão Natalense de palhaço com esse projeto demagógico do passa livre, pois todos nós sabemos que essa lei é impossível ser implantada. Generalizar indiscriminadamente a gratuidade de passagem de onibus é uma falácia e jogar para a platéia um sensacionalismo político pensando no voto dos menos esclarecidos.
Porque, não fazer um projeto tomando como base o Cadastro Único do Governo Federal, onde o pobre precisa provar incontestavelmente sua condição, para poder ter direito a os benefícios disponíveis do governo. Quem já viu o cara paga uma faculdade particular de 3 salários mínimos e não pode pagar onibus!… ESSA LEI É A CHAMADA CHEIRO DO QUEIJO, TODO MUNDO GOSTA
Quem manda na Câmara são os vereadores Amanda Gurel, Sandro Pimentel e marcos. O prefeito não deve estar pagando a rapaziada e aí os 3 deitam e rolam.
Coloca na conta de Amanda Gurgel e Marcos do PSOL e todos aqueles que votaram a favor! Milhares de usuários irão pagar a conta de estudantes que 29 vereadores não vão!
Acorda Natal: Natal pagará 40 milhões de Reais ao ano por 20 anos totalizando 800 milhões pelo empréstimo de 105 milhões de reais para o entorno da copa, a Roberto Freire orçada em 262 milhões, a Ponte Newton navaro ligando nada a coisa nenhuma custou quase 300 milhões. Por que os estudantes não podem ter 30 milhões anuais do orçamento? O direito de ir e vir está previsto na constituição mas vocês querem que valha apenas para quem tem um carrão!!
Professor, é preciso separar as obras entre governo e prefeitura, para assim termos o valor real das despesas de cada um. Passe livre um absurdo! Se for aprovado, que seja apenas para os estudantes carentes.
Concordo em gênero, número e grau com o discurso do professor. Vejo acima uma classe burguesa que querem ser favorecidos e não aceitam quando tem algum projeto para favorecer os mais necessitados. Pior que gastar 30 milhões com estudantes é desviar fortunas maiores que essas para as contas deles. Deve ser assessores dos políticos que fizeram esses comentários "infelizes" acima.
Que tal professor incutir nos seu alunos a necessidade da meritocracia em todo o sistema publico de educação. Agora o senhor acha interessante em detrimento de investimentos em infraestrutura que geram empregos, o DCE e o sindicato dos professores que bancaram essa baderna na cidade para ganhar votos para a professora que nunca deu aula, propor um projeto de lei demagogo. O problema dos valores desviados é a falta de fiscalização é de responsabilidade dos vereadores. Alias, a professorinha não leu a constituição e nem a assessoria jurídica é competente, não observaram que a lei municipal não pode obrigar a uniao e o estado a investir em passe livre. Investir em sistema que tira do verdadeiro trabalhador mais impostos ou custo para bancar a vagabundagem e o oportunismo politico o senhor gosta. Eu gostaria muito que a educação publica tivesse sua verba baseada na meritocracia, inclusive os salarios de todos os professores. Gostaria de uma investigação do MP para entender pq esse PSTU e o PSOL apoiaram uma lei que so vai beneficiar as empresas de onibus, garantindo dinheiro certo do erario para pagar isso tudo, só na moleza.
Pelo que dá pra observar a maioria dos leitores do blog são os "patrões", que andam de carro e pagam a faculdade particular dos filhos. Quero lembrar-lhes que a maioria de estudantes de escola pública não ingressaram ainda no mercado de trabalho e se viram para pagar a meia passagem nos transportes públicos. Porque não liberar para eles uma mísera fatia do bolo, bolo esse que tem causas muito mais "importantes" como a COOPAAA e obras que pudemos ver hoje que não tem finalidade alguma? Caro patrões, usemos a empatia agora, antes gastar 30 milhões anuais por uma causa nobre do que desviar o dinheiro que é nosso enxugando gelo.