O Ministério da Economia não desistiu de tentar emplacar a proposta para a fusão de municípios, diz a Folha. A medida prevê que cidades com menos de 5 mil habitantes e arrecadação própria menor que 10% da receita total serão incorporados pelos municípios vizinhos.
Levantamento da pasta de Paulo Guedes mostra que, entre os 30 menores municípios, os gastos com prefeitos, secretários e vereadores é de R$ 20 milhões por ano.
O Antagonista
Engraçado que os prefeitos reclamam que não tem dinheiro e não largam o osso kkkkk tá certo ministro tem mais que unir os municípios menores de 5.000 habitantes ,uma empresa que não tem dinheiro pra pagar as contas o empresário fecha e as prefeituras que se dizem sem dinheiro á briga é grande kkkkk que mágica é essa que as pessoa querem pegar uma massa falida kkkkk isso me intriga kkkk
Esse Chicago vou perdeu a noção de tempo e continua pensando que Reagan e Margareth Thatcher ainda estão vivos.
O Neoliberalismo do discípulo de Afif está usando a mesma de eita que levou o Chile pro buraco e o gado aplaudindo como se fosse novidade.
Quando acordarmos, estaremos ainda mais fudidos, e agora, com a privatização a todo vapor, sem nosso patrimônio que está sendo entregue a preço de banana. E assim como o patrimônio da cosern aqui no RN, ninguém ver aonde será socado.
Antes de escrever deveria estudar. Estude apenas o caso da privatização da cosern. RN ganhou em qualidade de serviço, na venda que equipou o estado, e já arrecadou mais que valor de sua venda com impostos. Va estudar!
Já imaginou Brasil deixar de bancar prejuízo dos correios para receber serviços de primeiro mundo e ainda receber impostos?????
Excelente!
Não desista ministro. Tem o apoio popular.
Está correto o ministro. ACABA com essa mamata. E Tem que rever essa quantidade de vereadores por município. Tem que Acabar com cargo de vice prefeito. Se houver algo com prefeito o presidente da câmara assume . Vice prefeito nem votado É.
Por que as atitudes corretas, beneficiadoras e moralizadoras contrariam a maioria dos políticos ?
É dito e sabido que, acima de tudo, do que eles realmente defendem é o seus interesses. E pronto!
Quanto a união gasta com Deputados, senadores e seus assessores? Será que não passa de 20 milhões? Primeiro deveriam fazer por onde cortar as mordomias dessa vagabundagem, a economia ja seria grande. Tambem rever as regalias do judiciario… e por ai vai!
Tão simples de resolver!
1-Mantem o município, porem acaba com a câmara.
2-Cria um conselho administrativo sem salário (novos vereadores)
3-Contrata um gerente (novo prefeito) com salário e metas
4-O município vai funcionar tipo uma empresa, porém sem privilégios e com mais cobrança da população.
5-O perigo é que no Brasil a quantidade de espertos é tão grande, que em pouco tempo é possível que os ladrões voltem com mais apetite.
Idéia fantástica!!! Sempre comento sobre administração pública com viés empresarial.
Idéia fantástica!!! Sempre comento sobre administração pública com viés empresarial.
Ótima percepção
Paulo Guedes, concordo com o Sr. Bento, tem razão. "Só não pode com o pote, não pegue na rodilha", diz o velho provérbio. Não é justo que municípios que não podem sustentar a si próprios sejam bancados pela União, ou seja, com nossos impostos. Não é nenhuma desonra voltar ao status de vila ou distrito.
Tá certo Paulo Guedes.
Gastar 20 milhões por ano com prefeitos e vereadores não vale o sacrifício
E ainda tem alguns que almejam isto para levar vantagem
Assino embaixo
Bento, alguns lhe destratam de forma vil aqui neste blog, mas as suas considerações são na verdade contra ponto para com aqueles que de nada sabem! apenas falam de ouvido.
Aqui gostaria de ratificar e apoiar a sua opinião na íntegra e também assinar embaixo.
Pois temos prefeitos e vereadores e usurpadores demais e gestões de menos.
Ministro PAULO GUEDES, e as EMPRESAS que devem INSS ficam como?
Ministro tem empresa que devem +2 bilhões, tem Estatal que devem + 1 bilhões ñ houve acerto como pagamento ao INSS, somente os trabalhadores pagando um conta que ñ fez.
Prioris os DEVEDORES pagar ao INSS e racionalizar esse pagamento em 10 anos.
O ministro Alexandre de Moraes deve pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a nulidade da investigação aberta contra ele no caso Banco Master, segundo fontes ligadas ao tribunal ouvidas pela CNN Brasil. O pedido será analisado pelo plenário da Corte na próxima terça-feira (15),
Moraes deve sustentar que as suspeitas apontadas pelo ministro André Mendonça, relator do caso, são baseadas em “ilações” e que não há provas de que Moraes tenha atendido aos pedidos feitos pelo ex-controlador do Master, Daniel Vorcaro.
O argumento deve se basear na ideia que ainda não foram divulgadas eventuais respostas de Moraes às mensagens de Vorcaro. Mas, de acordo com a própria PF, o ministro utilizava mensagens de visualização única, enviadas como imagens, o que dificultaria a recuperação do conteúdo.
A Polícia Federal identificou 52 mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes. O banqueiro teria pedido ao ministro que intermediasse contatos com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, além de buscar informações sobre as investigações.
A perícia também apontou que uma minuta de contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, foi editada por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.
O escritório afirmou que Moraes foi consultado apenas para verificar possíveis impedimentos legais e negou qualquer atuação em favor do banco.
A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte determinou, neste sábado (12), a suspensão imediata da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data na última quinta-feira (10), sob multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento. A decisão atende a representação apresentada pela campanha da senadora Zenaide Maia e proíbe o instituto de divulgar, fornecer a terceiros ou republicar o levantamento.
O motivo é objetivo: o instituto não cumpriu a lei. A Resolução 23.600/2019 do TSE exige que toda pesquisa registrada informe quantos eleitores foram ouvidos em cada setor censitário. A Real Time entregou uma lista de municípios e bairros, sem dizer quantas entrevistas fez em cada um. É exatamente a falha que levou o Pleno do TRE-RN, em 25 de agosto, a declarar não registrada uma pesquisa do instituto Consult e a aplicar multa de R$ 53.205, por unanimidade.
Há uma segunda pergunta que a pesquisa não responde: quem pagou por ela. Segundo a própria ficha técnica, ninguém. O levantamento foi bancado pelo instituto. Essa mesma pergunta levou a Justiça Eleitoral do Paraná, cinco dias antes, a suspender outra pesquisa da Real Time sob multa de R$ 50 mil, depois de constatar que a empresa declarou cerca de R$ 7,1 milhões em pesquisas autofinanciadas em 2026 com receita bruta de R$ 433 mil em 2025. Para a magistrada, “a origem dos recursos que financiam a pesquisa permanece obscura”.
O Rio Grande do Norte é o terceiro estado a barrar o instituto em cinco dias, depois de Paraná e Maranhão. Alagoas também já suspendeu levantamento da mesma empresa neste ciclo.
A campanha alerta que a divulgação e a republicação do levantamento estão proibidas por ordem judicial e que acionará a Justiça Eleitoral contra quem insistir em reproduzir os números suspensos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) reforçou neste sábado (12) o pedido para que todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tenham acesso aos documentos das investigações envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Em documento enviado ao presidente do STF, Edson Fachin, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que o acesso integral é importante para que os ministros possam avaliar o caso. “Da mesma forma, parece-nos relevante, sobretudo e especialmente dadas as peculiaridades da causa, que todos Ministros tenham conhecimento prévio da integralidade dos dados necessários para a formação de juízo sobre o tema posto em debate”, diz o documento.
Mendonça já havia liberado parte dos documentos e, após a decisão de Fachin, também tornou públicos dados relacionados ao filme “Dark Horse”, financiado por Vorcaro a pedido de Flávio Bolsonaro.
Na sexta-feira (11), Fachin determinou que o ministro retirasse, em até 24 horas, o sigilo de todo o material da investigação, ressalvando informações que possam comprometer diligências ainda em andamento.
O ministro ainda divulgou documentos de investigações envolvendo outros políticos, como Cláudio Castro, Jaques Wagner e Ciro Nogueira.
A maioria dos brasileiros ouvidos pelo Datafolha considera que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm poder excessivo. Segundo a pesquisa divulgada neste sábado (12), 76% concordam com a afirmação de que os magistrados possuem poder demais, enquanto 18% discordam, 3% não concordam nem discordam e 4% não souberam responder.
A percepção também aparece na avaliação sobre a imagem da Corte, quando 77% afirmam que as pessoas acreditam menos no STF hoje do que no passado. Outros 16% discordam, 3% não concordam nem discordam e 4% não sabem ou não responderam.
Apesar da avaliação negativa dos membros da Corte, 71% dos entrevistados concordam que o STF é essencial para proteger a democracia no Brasil. A afirmação é rejeitada por 21%, enquanto 3% não concordam nem discordam e 5% não souberam responder.
A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.
O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), publicou um vídeo nas redes sociais neste sábado (12) reafirmando seu apoio a Álvaro Dias (PL) para o Governo do Estado.
Na gravação, Ezequiel chamou de “muído político” os boatos que circularam usando uma fala descontextualizada dele durante um ato político no município de Parazinho.
“Ontem estive no município de Parazinho, onde elogiei outro candidato por ser ex-deputado e ter convivido comigo. Mas deixo claro que meu posicionamento é Álvaro 22, governador do Rio Grande do Norte”, enfatizou o presidente da ALRN.
O candidato a deputado federal Matheus Faustino afirma estar sendo boicotado pelo próprio União Brasil por não apoiar o candidato do partido ao Governo do Estado e por manter uma postura independente nas fiscalizações que vem realizando no interior do Rio Grande do Norte.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Faustino afirma que passou a sofrer retaliações após denunciar prefeituras ligadas ao União Brasil ou a grupos que apoiam Alyson Bezerra, além de apresentar denúncias envolvendo candidatos da própria chapa.
Faustino também questiona a distribuição de recursos dentro da campanha. Segundo ele, enquanto candidatos que considera pouco conhecidos estariam recebendo cifras milionárias em apoio, sua candidatura teria recebido pouco mais de R$ 200 mil.
Para o candidato, a diferença demonstra o preço de manter uma candidatura independente e não se submeter aos interesses das estruturas partidárias.
Mesmo com poucos recursos, Faustino afirma que não vai se intimidar nem abandonar a disputa. A promessa é continuar percorrendo o RN, fiscalizando prefeituras e enfrentando políticos, inclusive aqueles que fazem parte de seu próprio campo político.
“Se o preço da independência é ter menos dinheiro, eu pago. O que não vou fazer é me vender.”
Faustino diz ainda que pretende transformar as dificuldades em combustível para a campanha e fazer história nas eleições do Rio Grande do Norte.
A deputada federal Carla Dickson(PL-RN), reuniu na noite de ontem, mais de 600 lideranças de Natal durante encontro realizado no bairro das Quintas. A mobilização demonstrou a força política da parlamentar na capital potiguar e reforçou sua articulação para as eleições de 2026.
O encontro contou com a presença da vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra, que representou o candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias. Em sua fala, Joanna destacou o trabalho desenvolvido por Carla Dickson em favor de Natal durante a gestão de Álvaro Dias à frente da Prefeitura.
A vice-prefeita ressaltou que Carla foi uma das deputadas que mais destinou recursos de emendas para a capital potiguar, contribuindo para que a administração municipal pudesse viabilizar importantes obras e ações em benefício da população.
Carla Dickson agradeceu a presença das lideranças e aproveitou o momento para prestar contas do trabalho realizado ao longo de seu mandato como deputada federal. Ao falar sobre o futuro, destacou a importância de dar continuidade a esse trabalho na Câmara Federal, especialmente na defesa das famílias atípicas do Rio Grande do Norte.
“Nosso trabalho precisa continuar. Temos muito a fazer por Natal e pelo Rio Grande do Norte, principalmente pelas famílias atípicas, que precisam de uma voz forte e atuante em Brasília”, destacou Carla.
O evento nas Quintas reuniu lideranças de diferentes regiões de Natal e consolidou mais um momento de demonstração de força e articulação política da deputada federal na capital.
O presidente Lula (PT) classificou como “babaquice” a cobrança por controle fiscal e superavit durante um comício em Curitiba (PR) neste sábado (11).
“Para gerar emprego, a economia tem que crescer. E para a economia crescer, o governo tem que investir. E para o governo ter que investir, é preciso parar com essa babaquice de que tem que fazer superavit, fazer superavit, de tem que ter controle fiscal. Porque a grande dívida do Brasil é a taxa de juro que nós pagamos, R$ 1 trilhão e 300 milhões de juros. Isso é que é grande. O restante é investimento”, afirmou.
O Brasil vive um cenário de juros elevados e aumento da dívida pública. A Selic está em 14% ao ano, enquanto a dívida bruta chegou a R$ 10,9 trilhões em julho, equivalente a 82,5% do PIB. O endividamento cresceu 10,8 pontos percentuais durante o terceiro mandato de Lula.
O que parecia uma simples dança entre mãe e filha em um quarto de hospital ganhou outro significado depois que a história por trás das imagens veio à tona. A gravação foi feita pela neuropsicóloga Lidiane Klein, que viu a cena do prédio em frente ao Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre. Há cerca de uma semana, e sem conhecer a história, ela publicou o vídeo com a frase: “Não espere que tudo esteja bem para permitir que a vida aconteça”. Resultado, as imagens viralizaram.
O vídeo mostra Livia Borges, de 14 anos, comemorando a recuperação dos movimentos após enfrentar a Síndrome de Guillain-Barré, uma rara doença autoimune que provoca fraqueza muscular.
Livia depois comentou na postagem e explicou o significado daquele momento: “Sou eu no vídeo, num ato de extrema felicidade de poder voltar a andar e ainda mais, poder dançar”, afirmou. Para ela, a dança representava “uma grande vitória”.
A mãe, Elisiane Marques Lopez, contou que os passos eram um ensaio para a Semana Farroupilha. As duas dançavam a “rancheira”, ritmo tradicional gaúcho. “Entre paredes de hospital, desafios e dias difíceis, nós duas encontramos um jeito de continuar dançando”, disse Elisiane.
Depois que o vídeo viralizou e conheceu a história da família, Lidiane afirmou que passou a enxergar a gravação que fez de outra forma. “Eu achava que estava registrando simplesmente uma menina dançando. Depois compreendi que aquela dança representava muito mais: representava a possibilidade de voltar a dançar”, disse.
Senadores criticam o que consideram um “silêncio” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), diante da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal e o caso Banco Master. Enquanto Alcolumbre evita levar o tema ao plenário, parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) preparam requerimentos para ouvir autoridades.
“Há um silêncio do Alcolumbre e o Senado está fechado até para discursos”, afirmou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). “A quem interessa o Senado calado nesse momento? Só ao Alcolumbre”, acrescentou.
A CCAI deve analisar no início da semana a convocação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o convite ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Os requerimentos foram preparados pelo senador Esperidião Amin (PP).
A ideia dos senadores é pedir que o ministro da Justiça preste esclarecimentos sobre o afastamento e a posterior recondução de Andrei ao comando da PF. Já o diretor-geral deverá ser ouvido sobre a produção de relatórios de inteligência usados pelo ministro Alexandre de Moraes para pedir uma investigação contra André Mendonça.
A movimentação ocorre em um contexto de pressão feita por congressistas para a abertura de um processo de impeachment contra Moraes após a divulgação de mensagens trocadas entre o ministro e Daniel Vorcaro. Alcolumbre já declarou ser contrário à iniciativa neste momento.
Engraçado que os prefeitos reclamam que não tem dinheiro e não largam o osso kkkkk tá certo ministro tem mais que unir os municípios menores de 5.000 habitantes ,uma empresa que não tem dinheiro pra pagar as contas o empresário fecha e as prefeituras que se dizem sem dinheiro á briga é grande kkkkk que mágica é essa que as pessoa querem pegar uma massa falida kkkkk isso me intriga kkkk
Esse Chicago vou perdeu a noção de tempo e continua pensando que Reagan e Margareth Thatcher ainda estão vivos.
O Neoliberalismo do discípulo de Afif está usando a mesma de eita que levou o Chile pro buraco e o gado aplaudindo como se fosse novidade.
Quando acordarmos, estaremos ainda mais fudidos, e agora, com a privatização a todo vapor, sem nosso patrimônio que está sendo entregue a preço de banana. E assim como o patrimônio da cosern aqui no RN, ninguém ver aonde será socado.
Antes de escrever deveria estudar. Estude apenas o caso da privatização da cosern. RN ganhou em qualidade de serviço, na venda que equipou o estado, e já arrecadou mais que valor de sua venda com impostos. Va estudar!
Já imaginou Brasil deixar de bancar prejuízo dos correios para receber serviços de primeiro mundo e ainda receber impostos?????
Excelente!
Não desista ministro. Tem o apoio popular.
Está correto o ministro. ACABA com essa mamata. E Tem que rever essa quantidade de vereadores por município. Tem que Acabar com cargo de vice prefeito. Se houver algo com prefeito o presidente da câmara assume . Vice prefeito nem votado É.
Por que as atitudes corretas, beneficiadoras e moralizadoras contrariam a maioria dos políticos ?
É dito e sabido que, acima de tudo, do que eles realmente defendem é o seus interesses. E pronto!
Quanto a união gasta com Deputados, senadores e seus assessores? Será que não passa de 20 milhões? Primeiro deveriam fazer por onde cortar as mordomias dessa vagabundagem, a economia ja seria grande. Tambem rever as regalias do judiciario… e por ai vai!
Tão simples de resolver!
1-Mantem o município, porem acaba com a câmara.
2-Cria um conselho administrativo sem salário (novos vereadores)
3-Contrata um gerente (novo prefeito) com salário e metas
4-O município vai funcionar tipo uma empresa, porém sem privilégios e com mais cobrança da população.
5-O perigo é que no Brasil a quantidade de espertos é tão grande, que em pouco tempo é possível que os ladrões voltem com mais apetite.
Idéia fantástica!!! Sempre comento sobre administração pública com viés empresarial.
Idéia fantástica!!! Sempre comento sobre administração pública com viés empresarial.
Ótima percepção
Paulo Guedes, concordo com o Sr. Bento, tem razão. "Só não pode com o pote, não pegue na rodilha", diz o velho provérbio. Não é justo que municípios que não podem sustentar a si próprios sejam bancados pela União, ou seja, com nossos impostos. Não é nenhuma desonra voltar ao status de vila ou distrito.
Tá certo Paulo Guedes.
Gastar 20 milhões por ano com prefeitos e vereadores não vale o sacrifício
E ainda tem alguns que almejam isto para levar vantagem
Assino embaixo
Bento, alguns lhe destratam de forma vil aqui neste blog, mas as suas considerações são na verdade contra ponto para com aqueles que de nada sabem! apenas falam de ouvido.
Aqui gostaria de ratificar e apoiar a sua opinião na íntegra e também assinar embaixo.
Pois temos prefeitos e vereadores e usurpadores demais e gestões de menos.
Ministro PAULO GUEDES, e as EMPRESAS que devem INSS ficam como?
Ministro tem empresa que devem +2 bilhões, tem Estatal que devem + 1 bilhões ñ houve acerto como pagamento ao INSS, somente os trabalhadores pagando um conta que ñ fez.
Prioris os DEVEDORES pagar ao INSS e racionalizar esse pagamento em 10 anos.