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Pente-fino nas estatais: governo Temer quer mais eficiência

Petrobras-06Fachada do prédio da Petrobras, no Centro do Rio – Guilherme leporace / Agência O Globo

Uma das missões dadas pelo presidente em exercício Michel Temer à nova equipe econômica é passar um pente-fino nas empresas estatais, alvo de tantas notícias negativas nos últimos anos. A ideia é corrigir os excessos do passado, impor uma gestão mais bem avaliada pelo mercado financeiro e aumentar o grau de eficiência das empresas. O novo governo planeja não apenas substituir nomes, mas fazer uma devassa nos contratos das empresas, a fim de cortar as despesas e aumentar a confiança.

Isso não significa que as estatais não continuarão aparelhadas. Se, antes, seu comando era dividido entre PT, PMDB e PP, com a saída dos petistas, os políticos dos dois últimos partidos continuarão a fatiar as empresas. O peemedebista Eliseu Padilha deve coordenar essa movimentação e orientar a renegociação dos contratos de cada uma das estatais.

A troca nos comandos da Petrobras e do Banco do Brasil deve ficar para um segundo momento no governo Michel Temer. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vai participar da escolha dos substitutos de Aldemir Bendine (Petrobras) e Alexandre Abreu (BB), mas isso será feito com calma, para não criar turbulências no mercado financeiro, afirmaram interlocutores.

Alguns nomes que foram ventilados para a Petrobras, no entanto, já foram descartados. Um deles é do consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura. Segundo interlocutores de Temer, ele não poderia comandar a estatal por ter atuado como consultor de empresas estrangeiras no setor de petróleo e gás. Outro nome que tem circulado como cotado para a Petrobras é o do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Jorge Camargo.

Uma das preocupações do novo governo é que o presidente da Petrobras seja um nome amigável aos petroleiros e não tenha atuado em favor de concorrentes estrangeiros. As associações de funcionários da Petrobras são organizadas e têm um viés estatista. Por isso, a ideia é não criar tensões nas relações com o grupo.

Além disso, será mais fácil aproximar-se de Bendine do que tirar o executivo do comando da petrolífera de uma vez. Uma recente mudança no estatuto da Petrobras prevê que, mesmo que seja desligado da presidência pelo controlador (ou seja, o governo federal), Bendine ficaria no conselho diretor. Para tirá-lo de lá, seria necessária sua renúncia, ou uma assembleia para reformar novamente as regras da empresa, o que poderia gerar mais solavancos na petrolífera. E isso não interessa ao governo Temer.

De acordo com interlocutores próximos de Bendine, ele ainda não foi procurado pelo presidente interino nem por emissários deste. O presidente da Petrobras teria dito que não dará o primeiro passo, por considerar deselegante.

SITUAÇÃO DA CAIXA PREOCUPA

Com relação a uma possível ânsia de privatização de partes da empresa, a avaliação é que seria impossível fazer algo além do que já consta no plano de desinvestimento de US$ 14 bilhões este ano, por causa da situação do mercado internacional. Esse cenário só mudaria se o mercado se tornasse comprador e surgissem boas oportunidades.

A maior preocupação é com a Caixa Econômica Federal, que será presidida pelo ex-ministro da Integração Nacional e das Cidades Gilberto Occhi. Segundo uma fonte próxima a Temer, uma decisão já tomada é que, à exceção do presidente da instituição, todos os vice-presidentes da Caixa terão de ser funcionários de carreira. Até então, eram permitidas indicações políticas. A equipe de Temer quer levantar qual o real custo para a instituição dos programas do governo federal. Como o banco foi o principal palco das pedaladas fiscais, o possível novo governo quer uma devassa nas contas da instituição.

De acordo com o novo ministro do Planejamento, Romero Jucá, o governo Temer está discutindo uma política de fortalecimento das empresas estatais e das agências reguladoras.

— A ideia é implantar critérios de governança e meritocracia nos quadros dessas instituições — afirmou Jucá.

O economista José Roberto Afonso, pesquisador do Ibre/FGV, chama atenção para o fato de a recessão trazer dificuldades de caixa para a grande maioria das empresas do país, e não apenas às estatais. Para ele, é preciso “apagar o incêndio”, com um plano de estabilização da economia e, depois, montar um plano de reestruturação, para retomar o crescimento. Mas ele acredita num cenário melhor para as estatais no novo governo:

— No caso da Petrobras, em particular, se garantir que será gerida de forma profissional e segundo a governança de mercado, se for assegurada a liberdade de preços de combustíveis e se garantir que os erros da Lava-Jato não se repetirão, eu acho que o governo poderia, inclusive, até se oferecer para comprar em mercado ações da empresa, pelos atuais baixos preços. Se ele cumprir o que aqui eu relaciono, o valor das ações da empresa subirá rapidamente, e o governo pode revendê-las depois e ganhar mais dinheiro com isso do que arrecadando um imposto tão ruim para a economia como a CPMF.

Um aporte do governo para aliviar o caixa e, sobretudo, o endividamento das principais estatais poderia ocorrer, afirmam especialistas em contas públicas. O inevitável nesse caminho é o aumento da dívida pública.

Economista e um dos criadores do Plano Real, Edmar Bacha acredita que, dificilmente, o governo conseguirá evitar um aporte para salvar as empresas estatais. Esse movimento, no entanto, deve ser acompanhado, segundo ele, por uma ampla reestruturação das companhias. Ele cita a Petrobras como exemplo de uma empresa que precisará de recursos do governo.

— As estatais estão todas quebradas, e o governo provavelmente terá que fazer um aporte. Mas não é possível manter a mesma estrutura. É preciso uma solução múltipla, que inclua uma reestruturação das estatais e dos setores em que atuam. É preciso aporte, mas também redefinir as empresas, reestruturar dívidas, refazer tudo — defendeu Bacha.

Segundo o economista, o custo fiscal pode ser reduzido de acordo com as condições estabelecidas no apoio à estatal. Ele lembra que é possível, por exemplo, condicionar o aporte ao compromisso de venda de ativos no futuro.

Para o economista Raul Velloso, a prioridade para o aporte seria das companhias cujos preços foram controlados pelo governo, principalmente Petrobras e Eletrobras.

— Os preços fora da realidade criaram buracos grandes, e as companhias precisaram se endividar. Já houve alguma correção de preços com o (Joaquim) Levy. Mas o principal problema das estatais veio pelo aumento do endividamento.

Haveria duas vias paralelas para melhorar o caixa das estatais, ressalta Velloso. Uma pela venda de ativos; a outra, com recursos do governo:

— O governo não tem dinheiro para isso. Mas pode emitir moeda e botar lá. Vai aumentar a dívida pública de qualquer maneira. Isso tem de ser feito num momento de credibilidade. Agora, por exemplo, é momento de fazer.

ALERTA PARA A DÍVIDA PÚBLICA

Já a economista Margarida Gutierrez, especialista em contas públicas da UFRJ, acredita que o socorro do governo às estatais não poderia ser feito de imediato:

— O aumento da dívida pública é um problema. E será preciso ver como a sociedade vai reagir a isso. Se for bem conversado, de forma transparente, pode ser um farol. Vai depender da relação do novo governo com o Congresso. O ajuste fiscal é a agenda mãe. Após garantir as primeiras reformas, ter um projeto fiscal encaminhado, terá apoio para investir nas estatais.

Já o ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso é contra qualquer resgate de estatais pelo governo. Na sua avaliação, há excesso de empresas governamentais no país, e estas devem aprender a sobreviver sozinhas. Ele afirma que o país tem hoje 303 entidades descentralizadas — empresas estatais e autarquias, por exemplo —, enquanto nos Estados Unidos há 62.

— O governo deveria deixar as estatais se virarem. Tem tantas… Se algumas morrerem, será um benefício para o país — afirmou.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Agora o Bicho vai pegar…..????

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Brasil

Moraes se declara impedido de julgar ação que envolve esposa e Vorcaro

Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes (STF) declarou-se impedido nesta segunda-feira (21) de relatar uma ação que pede acesso a registros de entrada de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao Senado. Ele havia sido sorteado para o processo na sexta-feira (18).

No despacho, Moraes citou o artigo do Código de Processo Civil que trata do impedimento de juízes quando o caso envolve o cônjuge. Os autos foram enviados à presidência do STF para a escolha de outro relator.

O pedido foi feito pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR) após o Senado negar acesso aos registros pela Lei de Acesso à Informação. A ação também solicita dados de entrada de outras pessoas, entre elas Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. O impedimento de Moraes diz respeito a esse pedido de registros, não à investigação do Banco Master.

Com informações da CNN Brasil

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Política

[VÍDEO] Sob gritos de “futuro presidente”, Flávio Bolsonaro chega à Praça Cívica lotada em Natal


Flávio Bolsonaro chegou à Praça Cívica, em Natal, na noite desta segunda-feira (21), acompanhado do candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar e do candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias. Após percorrerem as ruas da capital na Motocarreata Onda 22, eles foram recebidos por uma multidão que lotou a praça para o Comício Onda 22. Em clima de festa, o público cantou o Hino Nacional e recebeu Flávio aos gritos de “futuro presidente”.

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Brasil

PESQUISA QUAEST: 50% dos brasileiros desaprova governo Lula; aprovação é de 44%

AFP PHOTO / EVARISTO SAEVARISTO SA/AFP/Getty Image

A desaprovação do governo Lula (PT) segue maior que a aprovação, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21). Metade dos entrevistados, 50%, desaprova o trabalho do presidente, enquanto 44% aprovam. A diferença é de seis pontos percentuais.

Em relação à pesquisa anterior, a desaprovação permaneceu em 50% e a aprovação oscilou de 43% para 44%. A variação de um ponto está dentro da margem de erro.

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06004/2026.

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Política

[VÍDEO] Globonews destaca “passivo” da Operação Mederi para candidatura de Allyson Bezerra


A Operação Mederi, deflagrada no final de janeiro pela Polícia Federal (PF) em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), para investigar um suposto esquema criminoso de desvio de recursos públicos da Saúde na Prefeitura de Mossoró, foi destaque nesta segunda-feira (21) no programa Globonews Mais.

A investigação foi citada como um “passivo” que pesa contra a candidatura da candidatura ao Governo do Estado de Allyson Bezerra (União Brasil), ex-prefeito de Mossoró, suspeito de receber propina de 15% nos contratos da Prefeitura com a Dismed.

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Brasil

TENSÃO: Cantor Rick desaparece após helicóptero perder contato em SC

O cantor Rick Sollo, da dupla sertaneja Rick & Renner, está entre os desaparecidos após um helicóptero que saiu de Santa Catarina com destino a São Paulo perder contato na manhã desta segunda-feira (21).

Rick embarcou na aeronave acompanhado do empresário Bruno Avelar, que também está desaparecido. A assessoria do cantor confirmou o caso ao portal LeoDias.

No mesmo período, o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina confirmou a queda de um helicóptero na região. Até o momento, porém, não há confirmação de que a aeronave encontrada seja a mesma em que estavam o cantor e o empresário.

Equipes de busca e resgate foram acionadas e tentam chegar ao último ponto onde o sinal da aeronave foi registrado. Cerca de 20 socorristas participam da operação.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

MAIS UMA DO MASTER: Vorcaro disse que precisava dar “algum caso” a filho de Lewandowski para justificar contrato

Reprodução / Ricardo Lewandowski, Vorcaro e Enrique Lewandowski

Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que ele pediu, em dezembro de 2024, ao então diretor jurídico do banco, Luiz Rennó, que desse “algum caso ou parecer” ao advogado Enrique Lewandowski, filho do ministro aposentado do STF Ricardo Lewandowski.

Segundo os diálogos obtidos pela Folha, Vorcaro queria justificar um contrato que o escritório de Enrique mantinha com o Banco Master. “Tem que chamar ele urgente”, escreveu o empresário. Em seguida, orientou Rennó a se apresentar, pedir desculpas pela falta de contato e “dar algum caso ou parecer para ele fazer”.

Rennó respondeu que já havia informado o escritório anteriormente e afirmou que faria o contato. Dois dias depois, informou a Vorcaro: “Aqui dominado! Quase bebemos cerveja aqui no banco! Vou dar sequência”.

O escritório de Enrique Lewandowski informou que mantinha contrato de consultoria jurídica com o Banco Master desde agosto de 2023, encerrado em agosto de 2025. Segundo a banca, a partir de 2024 os serviços tinham como foco assuntos fiscais e tributários.

Ricardo Lewandowski não se manifestou sobre os diálogos. O ex-ministro deixou o STF em abril de 2023 e assumiu o Ministério da Justiça no governo Lula em fevereiro de 2024.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar e Álvaro Dias dão largada à Motocarreata Onda 22 em Natal


Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar e Álvaro Dias deram a largada, na tarde desta segunda-feira (21), à Motocarreata Onda 22, em Natal. Flávio seguiu no carro ao lado de Alfredo Gaspar, Álvaro Dias, do senador Rogério Marinho, do candidato ao Senado Coronel Hélio e do prefeito de Natal, Paulinho Freire, acompanhando a mobilização que saiu do Centro de Convenções com apoiadores, motociclistas e motoristas.

Em clima de festa, a motocarreata reúne candidatos a deputado estadual e federal, lideranças políticas e apoiadores e segue pelas ruas da capital em direção à Praça Cívica, onde a programação será encerrada à noite com o Comício Onda 22.

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Política

PESQUISA QUAEST: Flávio empata tecnicamente com Lula no 1º turno e aparece numericamente à frente do petista no 2º

Reprodução

A nova pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21), encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, aponta um empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no 1º turno da disputa pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, o petista passou de 36% para 37%, enquanto o senador cresceu de 31% para 33%. É a menor distância entre eles na série história do instituto.

Reprodução G1

Depois aparecem Augusto Cury (6%), Ronaldo Caiado (4%), Renan Santos (3%), Romeu Zema e Samara Martins (ambos com 1%). Os outros candidatos não pontuaram. Indecisos somam 8% e branco/nulo/não vai votar, 7%.

Já no segundo turno, a pesquisa mostra Flávio Bolsonaro manteve os 42% das intenções de voto da pesquisa anterior, enquanto Lula foi de 40% para 41%. Eles estão em empate técnico. Branco/nulo/não vai votar somam 14% e indecisos, apenas 3%.

Lula também empata tecnicamente com Caiado (41% a 39%), Augusto Cury (39% a 35%) e Renan Santos (41% a 38%). Num eventual embate contra Romeu Zema, Lula venceria por 46% a 32%.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-06004/2026.

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Geral

[VÍDEO] DUROU POUCO: Praça André de Albuquerque recém-reformada tem fiação roubada e fica às escuras


A Praça André de Albuquerque, recém reformada, após cerca de 4 anos de espera pela conclusão das obras, já é alvo de bandidos que roubaram a fiação e luzes do local. A praça está escura, com pouco tempo de uso pelos natalenses.

A praça abriga o Marco Zero da capital potiguar e possui grande relevância histórica para o Rio Grande do Norte. A obra contemplou a recuperação completa da praça, com melhorias na infraestrutura, acessibilidade, pavimentação, mobiliário urbano e paisagismo.

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Economia

Garrafão de água terá reajuste de 10% a 15% no RN a partir de 5 de outubro

Divulgação

As indústrias de águas minerais e adicionadas de sais do Rio Grande do Norte vão reajustar o preço do garrafão de 20 litros a partir de 5 de outubro. O aumento na fonte ficará entre 10% e 15%, conforme a decisão de cada empresa. Hoje, o produto é vendido ao consumidor por valores entre R$ 9 e R$ 15; o preço final nas lojas pode variar.

De acordo com o Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do RN (Sicramirn), o reajuste acompanha a alta dos custos de garrafões, tampas e lacres, além de energia, combustível, envase e distribuição. “É uma adaptação necessária para mantermos o nosso compromisso com o consumidor”, afirmou o presidente da entidade, Joafran Nobre.

O sindicato informa que o estado tem 35 indústrias de águas envasadas, responsáveis por cerca de 507 milhões de litros produzidos por ano e aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos.

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