Integrantes da procuradoria viram a decisão do STF desta quarta (26) como derrota duríssima. O sentimento de que o caminho na cúpula do Judiciário tende a se estreitar foi fortalecido, horas após o veredito, com a divulgação no Estado de S. Paulo de entrevista do ex-procurador-geral Rodrigo Janot.
Janot afirmou que foi armado ao STF para matar o ministro Gilmar Mendes. Procuradores que trabalharam com ele disseram ter ficado “em choque, perplexos” com a revelação.
A fala de Janot repercutiu forte no Judiciário. Ministros disseram que ele desmoralizou o posto e acabou com a liturgia do cargo. Indagaram ainda se o ex-procurador estava bêbado ao falar sobre o assunto. A trama consta de livro que ele está prestes a lançar.
A revelação fez nomes do STJ afirmarem que Augusto Aras, o novo procurador-geral, deveria rever a escolha de Bonifácio de Andrada à sua vice. Associado a Janot, ele será “pessimamente recebido na corte”, disseram.
PAINEL FOLHA

Quer aparecer. Porque não matou ?. Conversa essa de matar e suicidar. Covardia.
Como uma mente assim dirigiu a PGR?
Bolsonaro bem que poderia colocar ele novamente como procurador geral .
O sistema judicial de forma geral está podre há tempos. O timing dessa divulgação nada mais é para pressionar os Ministros do STF. Dane-se a lei. Cabe lembrar também, aos mais esquecidos, que Rodrigo Janot é aquele que foi flagrado no fundo de um boteco com o advogado de Joesley Batista no auge do escândalo. Nessa estória toda eu procuro um mocinho e não acho, só vilão.