PESQUISA BG/SETA/NATAL: Desaprovação do governo Fátima Bezerra chega a 68%; aprovação é de 23%

Além da pesquisa eleitoral, o instituto Seta quis saber dos natalenses a avaliação que eles fazem das administrações municipal, estadual e federal. No âmbito do Estado, 68% da população disse desaprovar a forma como Fátima Bezerra vem conduzindo o Governo do Estado. Um total de 23% afirmaram aprovar o trabalho da governadora. Outros 9% não responderam ou não opinaram.

Para a realização do estudo, foram entrevistados 1000 eleitores de Natal entre os dias 17 e 18 de agosto, um dos maiores números de entrevistados de todas as pesquisas já realizadas na capital potiguar, que permite uma margem de erro de apenas 2,5% para mais ou para menos, também uma das menores margens de erro de todas as pesquisas realizadas na cidade. Os resultados foram calculados com intervalo de confiança de 95%, o que quer dizer que se a margem de erro for considerada, a pesquisa tem 95% de chances de retratar o cenário real da capital potiguar. A pesquisa do instituto Seta, divulgada com exclusividade pelo Blog do BG, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-09489/2020.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Esquerda é fanatismo e seita.
    Esquerda é doença.
    Um povo que se valoriza não apoia a esquerda.
    Só pensam em fazer o mal.

  2. Oliveira disse:

    Já que o blog fala que a pesquisa foi ver a avaliação dos executivos e em todas as esferas. Poderia informar sobre os resultados na esfera municipal e federal? Ou está tentado influenciar?

  3. Jose Cordeiro disse:

    Fátima está muito bem avaliada.
    Com a criação da lei da Visibilidade do lesbianismo, expectativa secular do norte-rio-grandense, ela vai disparar nas pesquisas. Começou a trabalhar de verdade. Finalnente!

    • Direita Honesta disse:

      Kkkkkkkkkkk. Né não? Tanta coisa prá fazer no RN e essa senhora vai se ocupar com isso. Uma pessoa normal tem que ter coração e muita paciência prá suportar um governante desse naipe. Quem pode, tá caindo fora. Vide a Hering, a Petrobrás e tantas outras.

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