Má notícia para políticos envolvidos em casos de corrupção, como os investigados na Operação Lava-Jato, que sonham com a eleição geral do ano que vem: a maioria (57%) dos eleitores acha que não merecem o voto.
É elevada, também, a rejeição (59%) à ideia de eleger o próximo presidente a partir de candidaturas de um dos três maiores partidos, PMDB, PSDB e PT, no Congresso.
A boa notícia está na ansiedade dos eleitores por mudanças, renovação de quadros e forma de fazer política. Mais de dois terços (79%) apreciariam muito se o cardápio eleitoral de 2018 apresentasse novidades, principalmente, candidaturas de pessoas comuns, sem passado, vícios ou à margem da política atual.
O DEMONSTRATIVO DESSA PESQUISA DEIXA O ELEITOR MENOS ESCLARECIDO NA DUVIDA, POR QUE NÃO FAZER UMA PESQUISA CLARA E EXPLICITA DO CONCORDA E/OU DISCORDA.
POLITICO CORRUPTO
NÃO COMCORDA COMCORDA NÃO QUIS PARTICIPAR
OS GRAFICOS DA PESQUISA ACIMA SÓ DEIXA OS BRASILEIROS MUITO EM DUVIDA.
Verdadeiros profissionais, e corruptos nós desmanchão de verbas públicas.
Os que estão envolvidos em LAVA JATO, PETROLAO, FUNDO DE PENSÕES e BNDS, jamais deveriam voltar a política. Pelos menos, até a quinta geração ñ participar de política.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) criticou a atuação da Polícia Federal em investigações que o envolvem, questionando o tratamento diferenciado para pessoas ligadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em publicação no X, ele se referiu a uma reportagem que menciona o ex-ministro José Dirceu e outros associados ao governo que teriam recebido dinheiro da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) criticou nesta segunda-feira, 10, a atuação da Polícia Federal (PF) em investigações que o atingiram e questionou o que considera tratamento diferente em relação a pessoas ligadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A manifestação foi publicada no X, em reação a uma postagem que reproduzia reportagem do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O texto afirma que a PF identificou, além do ex-ministro José Dirceu, outro nome ligado ao Palácio do Planalto que teria recebido dinheiro da lobista Roberta Luchsinger.
Carlos Bolsonaro relembrou medidas de investigação que já atingiram sua família. “Já sofri buscas e apreensões, fui intimidado uma infinidade de vezes pela Polícia Federal, invadiram minha casa, helicóptero cumprindo determinações, levaram coisas pessoais, que não tenho até hoje e muito mais”, escreveu.
Na publicação, o vereador afirmou não ter recebido explicações sobre os motivos das ações realizadas contra ele. “Tudo isso sem eu, ou qualquer pessoa de bom senso, saber o verdadeiro motivo de nada”, declarou.
Carlos também questionou a ausência de medidas semelhantes contra integrantes do entorno de Lula. “Por que, até hoje, nada disso aconteceu com o filho do Lula, Lula ou os padrões dos componentes da facção, visto que, em tese, estão envolvidos até os dentes com desvios de dinheiro do INSS, de velhinhos, e outros absurdos?”
A referência ocorre em meio às investigações sobre fraudes que envolvem descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social. Ao encerrar o comentário, Carlos Bolsonaro ironizou a justificativa institucional das ações que considera seletivas. “Obviamente, tudo funciona em nome da democracia!”
Quem vencer a disputa presidencial em outubro, seja Lula (PT) em busca da reeleição, seja Flávio Bolsonaro (PL), segundo colocado nas pesquisas, vai ter nas mãos um poder que atravessa mandatos: a indicação de pelo menos três ministros ao STF (Supremo Tribunal Federal).
O calendário é definido pela aposentadoria compulsória aos 75 anos, regra que vale desde a PEC da Bengala, de 2015. No próximo mandato presidencial, que começa em janeiro de 2027, três ministros batem a idade limite: Luiz Fux, em abril de 2028; Cármen Lúcia, em abril de 2029; e Gilmar Mendes, em dezembro de 2030, no último suspiro do governo seguinte.
A vaga de Barroso que já está travada
Antes mesmo dessas três saídas programadas, há uma cadeira aberta desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Lula tentou emplacar o advogado-geral da União, Jorge Messias, mas o Senado rejeitou a indicação por 42 votos a 34.
Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP), prometeu à oposição que a escolha ficará para o presidente eleito em outubro o que faz da vaga de Barroso, na prática, a primeira nomeação do próximo mandato, ainda que o anúncio saia antes da posse.
Lula já indicou quatro dos onze ministros atuais: Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Se vencer a eleição e conseguir emplacar a vaga de Barroso, chega a cinco. Com mais as saídas de Fux e da própria Cármen Lúcia ao longo de um eventual segundo mandato, o petista pode fechar 2030 com seis indicações, a maioria dos assentos da Corte.
Um triunfo de Flávio Bolsonaro inverteria o placar: ele herdaria a vaga de Barroso, mais as saídas de Fux, Cármen Lúcia e, dependendo do calendário eleitoral, também a de Gilmar Mendes decano da Corte e nome historicamente mais próximo do bolsonarismo do que do PT. Seria a chance de o campo conservador reequilibrar uma composição hoje majoritariamente indicada por Lula e Dilma.
As movimentações para as Eleições de 2026 já começaram, e os partidos já estão definindo seus candidatos. Assim, ex-jogadores que marcaram época no futebol brasileiro surgem como concorrentes a um cargo político neste pleito e contam com suas trajetórias no esporte como um diferencial em suas campanhas.
Com Copa do Mundo no currículo e passagens por grandes clubes no Brasil, como Palmeiras, Corinthians e Vasco, Edmundo concorre a uma vaga como deputado federal no Rio de Janeiro, pelo PSDB. Em suas redes sociais, o ex-atacante vem divulgando sua candidatura, e elementos ligados ao Vasco, clube do qual é ídolo, aparecem com frequência.
Outro atleta que representou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo e está concorrendo a um cargo federal é Luís Fabiano. O ex-atacante, ídolo do São Paulo, é candidato a deputado federal por São Paulo, pelo MDB.
O ex-atacante Finazzi, com passagem pelo Corinthians entre 2007 e 2008, também concorrerá a deputado federal por São Paulo, pelo MDB. Muito lembrado por seu período no time paulista, desde sua aposentadoria vem atuando como treinador e seu último time foi o Sertãozinho, no qual comandou o clube na reta final da segunda divisão do Campeonato Paulista de 2026.
Washington “Coração Valente”, que teve passagens de destaque por Athletico-PR, Fluminense e São Paulo, é mais um ex-jogador que busca uma vaga de deputado federal, pelo MDB, mas, desta vez, no Distrito Federal. Esta é a terceira vez que ele concorre ao cargo e pelo terceiro estado diferente. Em 2014, ele buscou uma vaga pelo Rio Grande do Sul e, em 2022, por Sergipe.
Ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca é candidato a deputado distrital pelo Distrito Federal nas eleições de 2026, pelo Republicanos. Essa não é a primeira tentativa do ex-jogador na política, que já concorreu a cargos pelo PSB e pelo PT, mas ainda não foi eleito.
Outro grande nome do futebol brasileiro que vai buscar sua carreira na política é o treinador Vanderlei Luxemburgo. Ele, um personagem marcante dentro das quatro linhas, concorrerá a uma vaga no Senado pelo estado do Tocantins, pelo Podemos.
Por fim, Marcos Braz, que apesar de não contar com uma carreira como jogador, ficou marcado como dirigente do Flamengo entre 2018 e 2024. Agora, disputa uma vaga de deputado federal pelo PSDB no Rio de Janeiro.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou o encontro que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tiveram na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em Brasília (DF), na última terça-feira (4). O parlamentar se manifestou por meio de nota.
Segundo Marinho, que é coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, o jantar na casa de Moraes ultrapassa uma linha perigosa.
– Articulação política e construção de maiorias fazem parte da democracia. Mas quando acordos políticos passam a ser costurados na sala de jantar de ministros do STF, ultrapassa-se uma linha perigosa – escreveu.
Ele apontou ainda que ministro do STF não é articulador partidário. Marinho apontou que a resposta será nas urnas.
– Ministro do Supremo não é articulador partidário, fiador de acordos políticos nem operador de sucessões no Congresso. Quando magistrados envolvidos em inquéritos de enorme impacto político e eleitoral participam dessas articulações, a imparcialidade e a separação dos Poderes ficam sob suspeita. O que vemos é um sistema se movimentando para preservar poder e influência e tentando impedir a vitória de Flávio Bolsonaro e do nosso campo político. Nossa resposta será nas urnas. Eles têm os acordos de cúpula. Nós temos o povo.
A reunião de Lula e Alcolumbre também foi mediada pelo ex-advogado do petista e atual ministro do STF, Cristiano Zanin. A relação entre Lula e Alcolumbre estava estremecida desde a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para indicação ao STF no Senado. Alcolumbre teve um papel relevante na derrota do governo Lula nesse episódio.
De acordo com o Globo, o jantar teve duração de três horas, e um dos principais assuntos abordados foi o fim da escala de trabalho 6×1, bandeira eleitoral de Lula. O texto da PEC foi aprovado na Câmara dos Deputados no primeiro semestre deste ano e encontra-se parado no Senado esperando ser pautado.
Na avaliação de interlocutores, o projeto ainda terá que esperar o fim do processo eleitoral. O principal objetivo do encontro foi “aparar as arestas” entre os chefes do Executivo de Legislativo, tendo a conversa transcorrido em “tom amistoso”.
Um homem de 45 anos foi preso nesta segunda-feira (10) suspeito de ser um dos chefes de uma organização criminosa que, segundo a Polícia Civil, buscava controlar os serviços de passeios turísticos em veículos 4×4 no litoral do Rio Grande do Norte.
A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, com apoio da Polícia Penal. As investigações apontam que o grupo colocava regras e preços aos prestadores de serviço e restringia a atuação de profissionais que não seguissem as determinações.
Segundo a Polícia Civil, entre as práticas atribuídas ao grupo estão ameaças, constrangimentos ilegais, intimidações e danos a veículos.
Ainda segundo a polícia, durante a prisão do homem nesta segunda-feira, foram encontrados indícios de negociação e venda ilegal de armas de fogo, inclusive para pessoas ligadas a facções criminosas.
As investigações tiveram início em 2024 e deram origem à Operação Litoral, em fevereiro de 2025. Na época, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e João Pessoa, na Paraíba.
Durante a operação, os policiais apreenderam armas de fogo, munições, documentos e outros materiais que passaram a integrar a investigação.
Com o avanço das apurações, a Polícia Civil afirmou ter identificado uma atuação “estável e coordenada” do grupo. Ao fim do inquérito, dez pessoas foram indiciadas, de acordo com a participação atribuída a cada uma, pelos crimes de associação criminosa, constrangimento ilegal e ameaça.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou “situação de emergência” no país após o forte terremoto que atingiu o país nesta segunda-feira, 10, e que deixou, até o momento, 111 mortos e 87 feridos.
“Foi acordado declarar a correspondente situação de emergência, que será formalizada ao longo do dia”, disse o presidente em Bogotá, apresentando um balanço que inclui milhares de moradias danificadas ou destruídas e seis aeroportos afetados.
O forte tremor foi sentido com intensidade em grandes cidades como Bogotá e Cali, e até mesmo no Equador e no Panamá. Autoridades colombianas informaram que a magnitude do terremoto chegou a 6,6, enquanto Serviço Geológico dos Estados Unidos colocou a intensidade em 7,4.
Em Cali, ao menos 30 prédios desabaram e há relatos de pessoas presas nos escombros de 10 deles, embora ainda não se saiba o número exato de desaparecidos. “Solicitei assistência de Bogotá e Medellín para o envio de equipes de resgate”, disse o prefeito Alejandro Eder. Juan Diego Patiño, governador do estado colombiano de Risaralda, por sua vez, confirmou a morte de 40 pessoas na cidade de Pereira e em municípios próximos.
O sismo aconteceu a uma profundidade de cerca de 100 quilômetros, com epicentro perto de San José del Palmar, em Chocó, no oeste do país, a cerca de 230 quilômetros da capital e 150 quilômetros de outras grandes cidades como Medellín e de Cali. Os prédios em Bogotá foram esvaziados, segundo a agência de notícias AFP, sob o som de sirenes de alerta de terremoto.
Segundo informações iniciais, o terremoto durou mais de um minuto e causou sérios danos a vários edifícios nos departamentos de Caldas, Valle del Cauca, Risaralda e Antioquia. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os impactos em diversas cidades colombianas.
A governadora de Chocó, que foi o estado mais atingido, afirmou que os tremores causaram uma “destruição significante”, derrubaram edifícios e deixaram feridos, porém não especificou quantos.
“Acabamos de vivenciar um grave evento sísmico no departamento de Chocó. Estamos preocupados com os tremores secundários. Embora o epicentro tenha sido em San José del Palmar, há feridos e danos graves a prédios na capital, Quibdó. Já estamos avaliando os danos para divulgar o primeiro relatório oficial”, afirmou Nubia Carolina Córdoba em seu perfil no X (ex-Twitter).
Na cidade de Manizales, uma das localidades mais afetadas no o departamento de Caldas, uma cúpula da Catedral Basílica Metropolitana sofreu graves danos, segundo a Radio Caracol.
A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido de Maria da Penha, após audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (10), em Natal. O colombiano foi detido na capital potiguar no domingo (9). As informações são do G1.
Viveros está preso por determinação da Justiça do Ceará após, segundo o Ministério Público do Ceará (MPCE), descumprir medidas protetivas que impedem a divulgação de informações sobre o processo de violência contra Maria da Penha e sobre as vítimas.
A defesa pretende pedir que a prisão preventiva seja convertida em prisão domiciliar. Os advogados devem apresentar como argumentos a idade e as condições de saúde de Viveros. O pedido ainda precisa ser analisado pela Justiça.
O caso chegou à Justiça após Viveros conceder uma entrevista à TV Record na qual falou sobre o episódio de violência contra Maria da Penha. A decisão judicial considerou que havia elementos indicando o descumprimento das medidas protetivas e determinou também a retirada de conteúdos relacionados à entrevista das plataformas onde foram publicados.
As medidas protetivas foram determinadas em 2024 pelo 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza. A decisão protege Maria da Penha e duas das três filhas do casal.
Viveros vive em Natal há aproximadamente 10 anos. Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, o mandado de prisão preventiva foi expedido no sábado (8), a pedido do MPCE, e cumprido no dia seguinte.
O ex-marido de Maria da Penha foi condenado pela tentativa de homicídio contra ela, ocorrida em 1983, em Fortaleza. O caso ganhou repercussão nacional e internacional e contribuiu para a criação da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006.
A legislação, que estabelece mecanismos de proteção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, completou 20 anos em agosto de 2026.
A jornalista Bela Megale afirmou no “Estúdio i” da Globonews que a Polícia Federal quer saber se integrantes do governo receberam vantagens para favorecer o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
O filho do presidente responde a inquéritos no STF por suspeita de tráfico de influência. De acordo com a jornalista, a PF deve convoca-lo para prestar depoimento em breve.
O programa de governo de Lula é uma compilação de balelas realizadas, lorotas em andamento e mentiras a ser implantadas.
O partido do chefão está no poder desde 2003, à exceção do intervalo de 5 anos e 7 meses, soma dos mandatos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, e o programa de governo de Lula dá a entender que o Brasil, já um sucesso fenomenal graças a ele e ao PT, irá galgar ainda mais andares no ranking das nações nos próximos quatro anos, caso o chefão petista seja reeleito.
O parágrafo mais desavergonhado — dá para ver o redator rebolando para escolher o adjetivo — é o que fala sobre a situação fiscal brasileira, essa conquista dos guerreiros do povo brasileiro.
“Adotamos uma estratégia fiscal inovadora com o novo arcabouço fiscal, que controlou o crescimento das despesas sem prejudicar a recomposição de gastos sociais. Restabelecemos os pisos constitucionais da saúde e da educação, reorganizamos as contas públicas. Entre 2023 e 2026, fizemos um enorme esforço fiscal, de aproximadamente 2% do PIB, R$ 240 bilhões. As projeções indicam que o déficit primário encerrará 2026 próximo de 0,4% do PIB, bastante próximo do equilíbrio fiscal”, diz o texto.
Ri para não chorar, clichê que virou hábito incorporado em vários aspectos da vida deste senhor cansado de indignar-se.
A “estratégia fiscal inovadora com o novo arcabouço fiscal, que controlou o crescimento das despesas sem prejudicar a recomposição dos gastos” consistiu em tirar uma série de despesas bilionárias, de caráter eleitoreiro, do teto fixado em lei. Há quem chame ternamente de puxadinhos.
É como se uma família ajustasse o orçamento doméstico colocando gastos exorbitantes no cartão de crédito fora do limite imposto pelas entradas salariais.
Oficialmente, os gastos excepcionais do governo Lula, desde 2023, chegarão a R$ 170 bilhões até o final deste ano; se contarmos, porém, a fatia retirada dessa conta pela PEC da Transição e o pagamento de precatórios (herdados do governo de Jair Bolsonaro), o total ultrapassará os R$ 300 bilhões.
É como se uma família ajustasse o orçamento doméstico colocando gastos exorbitantes no cartão de crédito fora do limite imposto pelas entradas salariais.
Oficialmente, os gastos excepcionais do governo Lula, desde 2023, chegarão a R$ 170 bilhões até o final deste ano; se contarmos, porém, a fatia retirada dessa conta pela PEC da Transição e o pagamento de precatórios (herdados do governo de Jair Bolsonaro), o total ultrapassará os R$ 300 bilhões.
O paciente somos nós que pagamos a conta, uma vez que governo não produz riqueza, embora possa imprimir dinheiro tão desprovido de lastro quanto as palavras que não pagam dívidas (parafraseio Shakespeare).
Ao fim e ao cabo, a “estratégia fiscal inovadora” de Lula é um troço tão formidável que resolvi adotá-la aqui. Desde então, o orçamento aqui no lar doce lar ficou folgadíssimo ao som de “era uma casa muito engraçada, não tinha teto não tinha nada”. Como é que não pensei nisso antes?
O governo Lula (PT) empenhou 65,29 milhões de reais em emendas parlamentares da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) após a congressista, em conjunto com o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), denunciar o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) à Polícia Federal (PF) por suposto estupro de vulnerável e tentativa de ocultação de fatos. As informações são do site O Antagonista.
O montante representa 96,31% de tudo que o governo empenhou nas emendas de Soraya neste ano até o momento (67,79 milhões de reais). No total, o Orçamento da União de 2026 prevê 74,01 milhões de reais em emendas de Soraya. Até o momento, foram pagos 52,08 milhões de reais do total.
Os dados foram levantados por O Antagonista por meio do Siga Brasil e do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop). O empenho é a reserva do dinheiro pelo Executivo para garantir o pagamento de um serviço ou a compra de um bem conforme indicado pelos parlamentares.
O documento do agora pré-candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedia o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
As suspeitas levantadas pelo petista e por Soraya em março serviram para a base governista tentar descredibilizar Gaspar durante a leitura do relatório, que, em 28 de março, acabou sendo rejeitado pela CPMI – com os governistas conseguindo maioria de votos para derrubá-lo.
Soraya Thronicke foi às redes sociais no último dia 17 de julho reafirmar que será candidata à reeleição. O anúncio ocorreu pelo X, após ela postar uma foto ao lado do seu novo aliado, Lula.
Durante o mês de julho, o PT convidou Soraya para compor, como primeira suplente, uma chapa que será encabeçada pelo pré-candidato ao Senado, Vander Loubet, mas a parlamentar rejeitou a proposta.
A executiva nacional do PSB ficou incomodada com o “convite” petista. O vice-presidente Geraldo Alckmin também era contra a ideia. “Se sou pré-candidata à reeleição? Nunca deixei de ser!”, afirmou a parlamentar pelo X, antigo Twitter.
Soraya Thronicke foi eleita senadora em 2018 com o apoio de Jair Bolsonaro (PL). Ela começou a se distanciar do ex-presidente ainda em 2019, concluindo o rompimento em 2020, durante a pandemia de Covid. Em 2022, ela disputou a Presidência da República pelo União Brasil. Desde 2023, a senadora passou a integrar a base governista.
Depoimento indica trama
Um boletim de ocorrência registrado na Polícia Legislativa Federal da Câmara dos Deputados aponta para a suspeita de uma trama destinada a fabricar uma acusação de estupro de vulnerável contra Alfredo Gaspar.
A trama supostamente envolveria diretamente por Lindbergh Farias, ex-líder do PT na Câmara e um dos principais integrantes da tropa de choque governista. O caso foi revelado pelo portal Metrópoles, mas O Antagonista traz novos detalhes dessa história.
O caso começou a ser descoberto em 14 de abril, quando a assessora de Gaspar, Marise Pena, relatou à Polícia Legislativa ter recebido uma ligação de uma pessoa identificada como Luiz Antonio Lopes. Segundo ela, o homem afirmou ter conhecimento de uma armação envolvendo uma jovem que assumiria identidade falsa e receberia dinheiro para sustentar uma história de abuso sexual contra o parlamentar.
Ou seja, todos
Meu voto é BOLSONARO
Chega de corrupção
O DEMONSTRATIVO DESSA PESQUISA DEIXA O ELEITOR MENOS ESCLARECIDO NA DUVIDA, POR QUE NÃO FAZER UMA PESQUISA CLARA E EXPLICITA DO CONCORDA E/OU DISCORDA.
POLITICO CORRUPTO
NÃO COMCORDA COMCORDA NÃO QUIS PARTICIPAR
OS GRAFICOS DA PESQUISA ACIMA SÓ DEIXA OS BRASILEIROS MUITO EM DUVIDA.
Verdadeiros profissionais, e corruptos nós desmanchão de verbas públicas.
Os que estão envolvidos em LAVA JATO, PETROLAO, FUNDO DE PENSÕES e BNDS, jamais deveriam voltar a política. Pelos menos, até a quinta geração ñ participar de política.
É a única saída. Na verdade o ideal seria não reeleger ninguém mais, pois já estão viciados com o sistema