Polícia

PF acaba com grupo de trabalho da Lava Jato em Curitiba

A Polícia Federal resolveu pôr fim ao grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão, segundo três fontes com conhecimento direto do fato, foi comunicada informalmente aos quatro delegados que ainda restavam no chamado GT da operação – o jargão que a polícia usa para se referir a uma força-tarefa. Espera-se a formalização do desmanche no próximo boletim interno da Superintendência da PF no Paraná, que deve sair na segunda-feira. Em Curitiba, atribui-se à decisão ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello.

Os delegados e agentes voltarão a ser lotados na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, a Delecor. Deixarão de se dedicar exclusivamente à Lava Jato, passando a dividir casos da operação com quaisquer outras investigações. Não há dúvida entre os investigadores que a produção de provas em processos altamente relevantes – como os dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, entre dezenas de outros – será severamente prejudicada. O mesmo vale para novas frentes de investigação sigilosas, envolvendo, entre outros, operadores e políticos do PMDB e do PSDB. Diante da escassez de recursos e pessoal, novas fases da operação podem nem sequer ser deflagradas, de acordo com procuradores da República e uma fonte no GT da polícia. “É uma asfixia”, diz um dos investigadores.

Diretor Geral da Polícia Federal, Leandro Daiello (Foto: Charles Sholl/Futura Press)

O desmanche do GT não é uma surpresa dentro da PF. Encerra uma longa agonia, que já durava mais de um ano, apesar dos esforços da direção local no Paraná em manter os trabalhos. Aos poucos, o número de delegados foi caindo. De nove, nos bons tempos da operação, para somente quatro – sem contar a diminuição de agentes, escrivães e peritos. Os principais investigadores da PF em Curitiba deixaram a Lava Jato: Érika Marena, Eduardo Maut e Márcio Anselmo. Com eles, foi embora também boa parte da memória da operação, um ativo essencial num caso tão amplo e complexo – a maior investigação de corrupção da história da PF. Delegados, procuradores e outros responsáveis pela Lava Jato em Curitiba são unânimes em apontar, reservadamente, uma queda acentuada na velocidade e na qualidade do trabalho da PF após a saída dos três. “Os três eram o motor da polícia na operação”, resume uma das principais lideranças da Lava Jato.

A interlocutores, delegados em Brasília, entre eles o próprio Leandro Daiello, comentavam que a investigação em Curitiba estava esfriando e que a equipe não seria mais necessária em razão de uma suposta falta de demanda. Todos em Curitiba – inclusive na PF e no MPF – discordam dessa justificativa. “Temos coisas para fazer e não temos para quem pedir porque eles estão assoberbados de trabalho ordinário”, diz um procurador. “Não têm tempo para desenvolver novas frentes de investigação. Isso se reflete também na ausência de novas operações.” É incontroverso que há centenas de mídias apreendidas nas fases anteriores da operação ainda sem análise.

Os três principais delegados saíram da operação após meses de constante atrito com a Direção-Geral da PF, em função de divergências quanto aos rumos da operação – desgaste que, segundo fontes no GT, aprofundou-se depois da fase 24 da Lava Jato, que mirou o ex-presidente Lula. Delegados e agentes, especialmente os que aceitaram mudar de estado para compor provisoriamente o GT, também reclamavam do que julgavam ser uma inaceitável ausência mínima de condições de trabalho: diárias muito baixas e o acúmulo de casos no cargo de origem – o estoque de investigações subia normalmente enquanto estivessem na Lava Jato; o trabalho seria imenso quando regressassem de Curitiba. “Tínhamos que praticamente pagar para trabalhar”, diz um deles, que aceitou falar somente reservadamente, por medo de represálias. “E ainda por cima faltavam braços para ajudar.” Outro completa: “É uma pena. A PF poderia ter ido muito mais longe.”

Procurada por EXPRESSO, a direção-geral da PF confirmou o fim do grupo de trabalho. Mas negou que haverá consequências ruins para a Lava Jato em Curitiba. Em nota, a PF diz:

1. Os grupos de trabalho dedicados às operações Lava Jato e Carne Fraca passam a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (DELECOR);

2. A medida visa priorizar ainda mais as investigações de maior potencial de dano ao erário, uma vez que permite o aumento do efetivo especializado no combate à corrupção e lavagem de dinheiro e facilita o intercâmbio de informações;

3. Também foi firmado o apoio de policiais da Superintendência do Espírito Santo, incluindo dois ex-integrantes da Operação Lava Jato;

4. O modelo é o mesmo adotado nas demais superintendências da PF com resultados altamente satisfatórios, como são exemplos as operações oriundas da Lava Jato deflagradas pelas unidades do Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, entre outros;

5. O atual efetivo na Superintendência Regional no Paraná está adequado à demanda e será reforçado em caso de necessidade;

6. A Polícia Federal reafirma o compromisso público de combate à corrupção, disponibilizando toda a estrutura e logística possível para o bom desenvolvimento dos trabalhos e esclarecimento dos crimes investigados.

Expresso – Época

 

Opinião dos leitores

  1. kkkkkkkkkkk
    Primeiro a gente tira a Dilma e depois… depois os caras fazem o que o PT, como todos os seus defeitos, não fez: acabam com a investigação!
    É… o diálogo do Jucá e do Machado estava aí o tempo todo para vocês, é a sangria sendo estancada! Agora você que apoiou tudo isso, tá na hora de criar vergonha e assumir que se equivocou, que foi enganado, que não tinha ninguém ali querendo acabar com corrupção! Você foi feito de trouxa!

  2. Enquanto tiver TROUXINHAS para serem manipulados pela mídia fica muito difícil acabar com a corrupção.
    Só eles não vêem que a mídia é comprada com o mesmo dinheiro que compra os políticos.

  3. Com um presidente e uma cúpula dessa qualidade, desonesta e sem moral alguma, o que podemos esperar para o nosso futuro? Que perspectiva de vida teremos? Em um país sério todos os envolvidos seriam afastados até uma conclusão lógica, aqui há o incentivo cada vez maior para a impunidade cada vez pior.

    1. Vc acha realmente que o PT não queria? No final todos os políticos queriam isso.

      Enquanto tiver os que acham o PT santo e os demais partidos corruptos esse pais ta fu….

    2. Ainda tem pessoas ( ou melhor) doentes mentais que defendem esses políticos e partidos. Sabemos todos, que está tudo apodrecido. Não existe nem políticos bem partidos, que não estejam no mesmo patamar. Difícil encontrar um realmente honesto.

    1. sangue de cristo tem poder……kkkkkkkkk….BolsoNAZI no inferno !

  4. Vergonha nacional o que estão fazendo com a investigação. Tenho vergonha desta nação onde só tem corrupto e ladrão. Só estão pensando neles, e o povo que se lasque. Mas a eleição vem aí, e tomara que. O povo de o troco. Não tenho mais fé no Brazillllll………

  5. É isso que os larápios queriam. Acaba o grupo de trabalho da LAVA JATO e continua a SUGEIRA. Eita , Só no BRASIL …………….

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Política

Flávio Bolsonaro sugere aos EUA trocar tarifa de 25% por sanções individuais e cita Lei Magnitsky

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sugeriu ao governo dos Estados Unidos a aplicação da Lei Magnitsky contra pessoas “identificáveis”, em vez da imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

A proposta foi feita em uma carta enviada ao escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos. No documento, o senador também pede que qualquer medida tarifária contra o Brasil seja adiada até as eleições, para evitar impactos políticos internos.

Flávio afirma que a Lei Magnitsky seria um “instrumento calibrado” para atingir alvos específicos. Ele cita declarações atribuídas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis medidas relacionadas ao Brasil em 2025, incluindo críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e alegações de restrições à liberdade de expressão.

Na carta, o senador argumenta que tarifas de 25% sobre importações brasileiras não atingiriam os responsáveis pelos problemas apontados, mas sim setores da economia e consumidores.

Segundo ele, esse tipo de medida afetaria exportadores brasileiros, importadores norte-americanos e a população dos dois países. Para Flávio, a opção por tarifas em vez de sanções individuais acabaria “recompensando o autor da conduta que se pretende punir”.

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Economia

Energia mais cara em julho aumenta custo de empresas e pode chegar ao consumidor potiguar

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A manutenção da bandeira tarifária amarela em julho mantém a cobrança extra na conta de energia e aumenta a pressão sobre empresas e consumidores no RN.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu taxa adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. O aumento ocorre por causa da baixa nos níveis dos reservatórios e do uso de usinas termelétricas, que têm custo mais alto.

Segundo a Fecomércio-RN, o impacto atinge principalmente empresas que dependem de refrigeração, climatização e funcionamento contínuo. Nesses casos, os custos operacionais sobem e podem afetar o resultado dos negócios.

A entidade também aponta que parte desse aumento pode ser repassada aos preços de produtos e serviços, dependendo do setor e da concorrência, segundo informações da Tribuna do Norte.

Especialistas destacam que a energia elétrica já representa uma fatia relevante dos custos de produção em vários segmentos da indústria, o que torna qualquer aumento sensível para as empresas.

Diante desse cenário, a orientação é reforçar medidas de eficiência energética, como manutenção de equipamentos e redução de desperdícios no consumo.

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Economia

RN já arrecadou R$ 14,6 bilhões em impostos este ano; alta foi de quase R$ 500 milhões no semestre

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O RN já arrecadou R$ 14,6 bilhões em impostos no primeiro semestre de 2026. O valor representa um aumento de quase R$ 500 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, quando a arrecadação foi de R$ 14,15 bilhões.

Os dados são do Impostômetro, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que reúne tributos federais, estaduais e municipais e faz atualização diária dos valores arrecadados em todo o país.

No total, a arrecadação do RN teve crescimento de 3,44% no período. O montante equivale a 0,64% da arrecadação nacional, que chegou a R$ 2,03 trilhões no primeiro semestre deste ano.

No ranking do Nordeste, o estado aparece entre os menores volumes arrecadados. Fica à frente apenas de Alagoas e Piauí, enquanto estados como Sergipe, Bahia e Pernambuco registram valores mais elevados no mesmo período.

De acordo com o economista Helder Cavalcanti, o crescimento está relacionado a fatores como aumento do consumo e reajustes de preços na economia. Ele observa, porém, que o avanço da arrecadação não indica, automaticamente, maior robustez econômica.

Segundo ele, é necessário avaliar outros indicadores, como inflação, emprego, renda e produção.

“O aumento da arrecadação precisa ser analisado junto com esses fatores. Uma arrecadação saudável depende de crescimento econômico real, e não apenas da elevação de preços ou da carga tributária”, afirmou, em entrevista a Tribuna do Norte.

 

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Geral

Faern pede que ALRN barre Código Ambiental e vê risco para investimentos no RN

Foto: Reprodução

(Foto: Reprodução)

A Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern) pediu que a Assembleia Legislativa não vote, neste momento, o projeto que cria o novo Código Estadual de Meio Ambiente. Segundo a entidade, a proposta enviada pelo Governo do RN apresenta falhas jurídicas e técnicas que podem aumentar a insegurança jurídica, ampliar a burocracia e reduzir a competitividade do Estado na atração de investimentos.

O posicionamento foi formalizado em um parecer técnico encaminhado ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Conema) ainda durante a elaboração da proposta. No documento, a Faern afirma que o texto precisa de tantas alterações que seria mais adequado revisar a legislação ambiental em vigor do que aprovar um novo código.

Entre os principais pontos levantados, a federação sustenta que o projeto contém dispositivos que considera incompatíveis com a Constituição e com normas federais. A entidade também afirma que há problemas de técnica legislativa, inconsistências na estrutura do texto e regras que podem gerar interpretações divergentes durante a aplicação da futura lei.

Outro foco das críticas é o licenciamento ambiental. Segundo a Faern, a proposta cria restrições para a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) que não estariam previstas na legislação federal. Na avaliação da entidade, isso pode aumentar a burocracia e tornar o processo de licenciamento mais lento no RN.

O parecer também questiona as regras para aplicação de multas e infrações ambientais e a criação da Câmara Recursal de Infrações Ambientais (CRIA). Para a federação, a estrutura proposta concentra competências no Idema e pode comprometer a percepção de imparcialidade no julgamento de recursos administrativos.

Ao final da análise, a Faern recomenda que o Governo do RN retire a proposta e promova uma revisão da atual Lei Complementar nº 272/2004, preservando sua estrutura e atualizando seus dispositivos para adequação à legislação federal. Segundo a entidade, esse caminho permitiria modernizar a política ambiental do Estado com maior segurança jurídica para produtores, empreendedores, órgãos públicos e investidores.

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Política

Após crise com Michelle, Flávio defenderá indicação de mulheres ao STF

Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato a Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pretende defender publicamente a indicação de mulheres para o STF.

A iniciativa, segundo informações da coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, faz parte de uma estratégia para ampliar o diálogo com o eleitorado feminino após a crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

De acordo com essas fontes, Flávio pretende assumir o compromisso de indicar mulheres para a Corte caso seja eleito presidente.

A prioridade seria a vaga que será aberta com a aposentadoria da ministra Cármen Lúcia, atualmente a única mulher entre os integrantes do STF.

O próximo presidente deverá indicar ao menos três novos ministros para o STF, com as aposentadorias previstas de Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Encontro com mulheres conservadoras

Recentemente, Flávio participou de um encontro com mulheres conservadoras, em Brasília.

Segundo aliados, o evento já estava programado antes da divulgação do vídeo em que Michelle Bolsonaro afirmou ter sido maltratada pelo enteado.

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Política

[VÍDEO] Ao lado de Janja, Lula responde declaração de apoiadora: “Eu também te amo, meu amor”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

Uma declaração de uma apoiadora do presidente Lula (PT) chamou atenção e repercutiu nas redes sociais.  Durante agenda oficial em Juazeiro do Norte (CE), nesta quinta (2),a mulher gritou: “Lula, eu te amo”. Sorrindo, o presidente respondeu: “Eu também te amo, meu amor”.

Ao lado dele, a primeira-dama, Janja da Silva, reagiu com um sorriso, enquanto o público respondeu com risos e aplausos. Na sequência, Lula afirmou que daria um beijo na testa da apoiadora e retomou o discurso voltado ao público presente.

O presidente disse que não queria apenas discursar, mas também propor uma reflexão sobre o Brasil.

Segundo ele, as pessoas não devem acreditar apenas quando dizem que seu governo foi o melhor nas áreas da saúde e da educação, mas comparar os resultados das diferentes gestões.

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Política

[VÍDEO] Lula desafia eleitores a comparar governos e diz ser o presidente “mais respeitado no estrangeiro”

Imagens: Reprodução/Luiz Bacci

O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira (3), durante evento em Juazeiro do Norte (CE), que é o presidente “mais respeitado no estrangeiro”. A declaração foi feita enquanto defendia o legado de seus governos e pedia que a população comparasse os resultados de diferentes gestões antes de formar uma opinião.

No discurso, Lula citou investimentos em áreas como educação, saúde, moradia, reforma agrária e preservação ambiental. Segundo ele, esses resultados devem servir de base para que os eleitores avaliem sua administração.

O presidente também direcionou um recado ao governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), que deve disputar a reeleição. Lula orientou o aliado a evitar ataques pessoais durante a campanha.

De acordo com o presidente, Elmano não deve fazer “jogo rasteiro” nem “baixar o nível” para enfrentar os adversários. Em vez disso, afirmou que o governador deve apresentar as ações e realizações do governo ao eleitorado.

 

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Política

Flávio rebate Lula e diz que petista é o ‘único que quer tarifaço’: ‘Envergonhou o Brasil’

Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu às críticas do presidente Lula (PT) sobre a carta enviada ao governo dos Estados Unidos tratando das tarifas sobre produtos brasileiros. Ele disse que o petista é o “único que quer o tarifaço” e negou defender medidas que prejudiquem o país.

Segundo ele, o objetivo da carta foi pedir que novas tarifas não sejam impostas ao Brasil. “Meu pedido é simples: não imponham tarifas ao Brasil. Não punam os brasileiros pelos erros do lulopetismo”, escreveu o senador, que tem viagem prevista aos Estados Unidos no próximo dia 6.

Flávio também afirmou que atua contra o aumento das tarifas e defendeu o Pix: “Eu sou o oposto do Lula. Eu luto contra os narcoterroristas, trabalho de verdade contra as tarifas e vou defender sempre o nosso Pix, criado no governo Bolsonaro. O Pix é brasileiro, sem taxa, e ninguém mexe”.

Ele ainda acusou Lula de tentar transformar uma eventual punição comercial ao Brasil em uma narrativa política. Em outra publicação, afirmou que o presidente “envergonhou o Brasil” e fez críticas à condução do governo.

As declarações foram dadas após Lula afirmar, também pelas redes sociais, que a carta enviada por Flávio aos Estados Unidos representaria “mais uma traição da Pátria” e dizer que “nossa Pátria não está à venda”. A

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Política

Lula pede que eleitor pesquise candidatos e faz alerta: “Não coloquem uma raposa no galinheiro”

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) afirmou que os brasileiros devem analisar o histórico dos candidatos antes de escolher quem comandará o país a partir de 2027. Segundo ele, a decisão deve levar em conta o futuro da família e não apenas o momento da eleição.

A declaração foi feita durante a entrega de ônibus escolares e unidades móveis de saúde em Juazeiro do Norte, no Ceará.

Ao falar sobre o processo eleitoral, Lula recorreu a uma metáfora para defender que o eleitor pesquise a trajetória dos concorrentes antes de votar.

“O que não dá é para as pessoas colocarem uma raposa dentro do galinheiro, achando que a raposa vai tomar conta da galinha. Certamente ela vai comer a galinha”, afirmou o presidente.

Lula também disse que os eleitores deveriam comparar o histórico dos governos e avaliar, entre outros pontos, qual presidente realizou mais entregas em áreas essenciais e qual seria o mais respeitado no cenário internacional.

Durante o evento, o presidente ainda fez um apelo ao governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), para que a disputa eleitoral seja conduzida sem ataques pessoais.

“Não baixe o nível da campanha. A nossa resposta para quem nos ataca é mostrar o que nós estamos fazendo”, declarou.

Opinião dos leitores

  1. O Lula vem dando recado faz tempo os idiotas fingem não entender, o que ele disse é que os eleitores não votem mais em quem já foi preso por corrupção e lavagem de dinheiro. Não precisa desenhar

  2. Uma ráposa feito vocês do pt são todos ratazana de bueiro pois e isatamente que os brasileiros vão fazer tirar todas as ráposas dos galinheiros Brasil afora

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Geral

ANÁLISE: reação de Lula a sanções dos EUA contra supostos aliados do PCC “constrange o Brasil”, diz colunista

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, afirmou, em sua coluna desta sexta-feira (3), que a reação do presidente Lula às sanções impostas pelos Estados Unidos contra pessoas e empresas acusadas de ligação com o PCC “constrange o Brasil”.

Segundo ele, o governo brasileiro colocou a defesa da soberania nacional acima da cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Na análise, o colunista sustenta que as medidas adotadas pelos EUA permitem bloquear ativos, restringir transações em dólar e atingir a estrutura financeira atribuída à facção criminosa, considerada uma das maiores organizações do crime organizado da América Latina.

Cláudio Humberto também afirma que o combate ao PCC exige cooperação internacional, especialmente para rastrear recursos movimentados em dólar e em criptomoedas.

Para ele, esse tipo de atuação é essencial para enfraquecer o financiamento das organizações criminosas.

Ainda segundo a coluna, a reação do governo demonstraria maior preocupação com possíveis impactos das sanções sobre bancos e empresas brasileiras do que com o enfrentamento ao crime organizado. Essa avaliação é de responsabilidade do colunista.

Por fim, Cláudio Humberto afirma que, em ano eleitoral, o presidente Lula optou por defender a narrativa da soberania nacional em vez de apoiar uma cooperação mais ampla no combate ao PCC.

O governo federal tem sustentado que medidas com efeitos sobre o Brasil devem respeitar a soberania do país e o direito internacional.

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