Polícia

PF suspeita que Youssef fumou maconha na prisão

youssefgeraldomagelaae60030012006Alberto Youssef está preso em Curitiba. Foto: Geraldo Magela/Estadão – 30.01.2006

A perspicácia dos agentes de plantão na Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR) levaram à descoberta de um episódio insólito da famosa Operação Lava Jato. Alberto Youssef, alvo central do escândalo de corrupção na Petrobrás, e outro preso, o advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, apontado como um dos laranjas do doleiro, teriam feito uso de maconha na carceragem da Superintendência da PF.

A informação foi registrada por dois agentes penitenciários federais da carceragem da PF, onde está concentrada a maior parte dos presos da Lava Jato. Os dois narram que eram 17 horas do dia 30 de julho de 2014, quando sentiram um ‘odor atípico’ vindo das celas.

“Ambos perceberam odor característico de maconha queimada no setor de custódia, no período em que os presos se encontravam em banho de sol, e portanto, podiam transitar pelas celas, corredor, solário e chuveiro”, narra o Ministério Público Federal em parecer do dia 15 de janeiro passado.

Os agentes afirmaram que foram identificar a ‘origem da fumaça’. Prestes a enquadrar os supostos transgressores, eles ouviram a descarga ser acionada na cela de número 2 – levando esgoto abaixo qualquer possibilidade de um flagrante.

“Tentamos adentrar ao local e surpreender os presos, que se encontravam em procedimento de chuveiro e banho de sol”, relatam os agentes. “Quando realizei a abertura do cadeado, embora o tenha feito com cuidado, os presos Carlos Costa e Alberto Youssef, que se encontravam no interior da cela 2, rapidamente acionaram a descarga do sanitário”, contou um dos agentes.
Foto: Geraldo Magela/Estadão – 30.01.2006

Segundo o agente, Youssef e Costa “logo saíram aparentando certo desconcerto, perguntando-nos se havia acontecido algo de diferente”. Os agentes então acionaram o delegado federal Ivan Ziulkowski, responsável pela Custódia na sede da PF. Para a autoridade policial, Costa contou a versão de que tudo foi um ‘mal entendido’, apesar do cheiro da maconha sentido pelos três policiais.

“Tratava-se de cigarro feito com chá (de hortelã) e papel bíblico”, escreveu o agente, ao registrar o que dissera Costa no Comunicado de Ocorrência do Núcleo de Custódia da PF de Curitiba, do dia 30 de julho.

“Para comprovar o fato, o delegado Ivan determinou que fosse confeccionado outro ‘cigarro’ idêntico ao que o preso alegou ter utilizado”, conta o agente. Costa, que assumiu ter feito o cigarro de hortelã, foi preso como funcionário do doleiro nos esquemas de desvios da Petrobrás.

Advogado por formação, Costa tem direito a visita em reservado. Por isso, as suspeitas recaíram sobre ele. Cigarro de hortelã enrolado em uma folha da Bíblia, Costa chamuscou o trabuco na frente da autoridade policial.
O delegado e os agentes asseveraram, conforme os registros da PF, terem a impressão de não se tratar do mesmo aroma. Costa foi questionado ainda como teve acesso a fogo.

Com um isqueiro clandestino em mãos – recolhido imediatamente pelos policiais – e com um “odor do entorpecente” impregnado nos dedos, o delegado Zilukowski saiu da cela 2 e voltou instantes depois para pedir que um novo cigarro de hortelã fosse enrolado pelo preso da Lava Jato, em folha de Bíblia, igual ao que teria ido sanitário abaixo.

Costa e Youssef negaram ter fumado maconha. O caso foi registrado em Comunicado de Ocorrência da PF, que gerou o Memorando 17/2014, desencadeando a abertura de um inquérito policial (926/2014), em 19 de agosto, mantido sob sigilo e encerrado oficialmente há 15 dias.

“Foram realizadas buscas em todas as celas, inclusive com a utilização de cães farejadores da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal, mas não foram encontradas substâncias entorpecentes”, informou a Procuradoria da República.

“Cabe ressaltar que logo após a chegada do delegado Ivan ao local, os presos A.A.B. e L.F.P.L” que retornavam para a cela 4 “também notaram o odor de ‘mato queimado’”. Um deles. empolgado, chegou a dizer “vai deixar nós tudo doidão”.

Como Youssef e os demais presos da Lava Jato não têm contato direto com visitantes e advogados, a suspeita da PF recaiu sobre Costa, que por ser advogado tem prerrogativa de acesso pessoal às visitas. Depois de ouvir os agentes envolvidos no caso, analisar os relatórios de visitas do preso e chegar à conclusão, em relatório final do inquérito, que não havia como provar o fato – consequentemente, o delito -, a PF,encerrou o inquérito em 26 de novembro. Nele, apontou a “impossibilidade de identificação do autor”.

A força-tarefa do MPF analisou o caso também e, em 15 de janeiro deste ano, concluiu o mesmo que a PF: não havia provas, apesar dos elogios ao radar aguçado da polícia, no caso. Com o parecer da Procuradoria, o caso foi arquivado.

“Por ausência de indícios mínimos de materialidade e autoria delitiva”, conclui o MPF, não havia “perspectiva útil para a presente investigação”.

No parecer de promoção de arquivamento do caso, o Ministério Público Federal destacou. “Ademais, enaltecendo a iniciativa e atuação dos agentes penitenciários supramencionados, a autoridade policial verifica a ausência de materialidade do crime de tráfico de drogas, porquanto Carlos Alberto Pereira da Costa negou a utilização de substância entorpecente, assim como não foi localizada, em seu poder, nas dependências da Superintendência, qualquer porção de droga, em que pese a utilização de cães farejadores.”

De resto, fica a certeza torta cantada não é de hoje pelo sambista Bezerra da Silva, de que “pra fazer a cabeça, tem hora.”

Estadão conteúdo – Fausto Macedo

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[VÍDEO] Deputada federal Duda Salabert propõe que intervalo de almoço seja contado como hora trabalhada

Uma proposta apresentada pela deputada federal Duda Salabert (PSol-MG) pretende incluir os intervalos de almoço e repouso na jornada de trabalho, com pagamento correspondente ao período. O projeto de lei foi apresentado nesta quinta-feira (5).

A parlamentar argumenta que trabalhadores com jornada de oito horas acabam permanecendo nove horas vinculados ao emprego por causa do intervalo, sem receber pelo período.

Na justificativa, afirma que a pausa é importante para a saúde, mas nem sempre representa tempo livre, já que o funcionário precisa permanecer próximo ao local de trabalho.

Nas redes sociais, Duda defendeu que a remuneração do intervalo também beneficia as empresas, que passam a contar com funcionários mais descansados e atentos às atividades.

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[VÍDEO] “Lula não tem responsabilidade fiscal e governo está despreparado para lidar com problemas”, diz economista


Imagens: Reprodução/UOL

O economista Alexandre Schwartsman criticou a política fiscal do governo Lula (PT) e afirmou que o presidente não tem responsabilidade com as contas públicas. Em entrevista ao UOL, ele contestou a declaração do petista de que seu histórico de governos comprovaria compromisso com o equilíbrio fiscal. “Se tivesse, não precisaria ficar falando”, afirmou.

Schwartsman apontou o aumento da dívida pública, que, segundo ele, passou de cerca de 72% do Produto Interno Bruto (PIB) para mais de 86% ao final deste ano. Também citou o crescimento de aproximadamente R$ 430 bilhões nos gastos do governo federal desde 2022, já descontada a inflação.

“Isso parece uma série de coisas, mas eu garanto para vocês que não parece responsabilidade fiscal”, declarou. O economista também disse que o governo está “despreparado para lidar com esse problema”, por suas próprias convicções.

Schwartsman ainda questionou a participação do ex-ministro Guido Mantega na reunião de Lula com economistas para discutir medidas fiscais. “Guido Mantega foi o ministro que destruiu o superávit primário”, afirmou, criticando a escolha do ex-ministro para debater o equilíbrio das contas públicas.

Com informações de UOL

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  1. Só sei que LULA é nosso presidente, eleito democráticamente e fará Flávio Dino seu sucessor em 2030.

    1. Vá se tratar Gustavo. Procure urgente um psiquiatra e trate logo dessa sua escravidão mental,

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Lutador que espancou mulher em elevador no RJ diz em depoimento à polícia que não se lembra das agressões

Foto: Reprodução

O lutador de jiu-jítsu Lucas Portela Fontana Gomes preso nesta sexta-feira (6/11) após espancar uma mulher com socos e golpes dentro de um elevador em um condomínio na Barra da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, alegou não se lembrar das agressões durante depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ). A apuração é da coluna da jornalista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.

O crime ocorreu por volta de 1h10 da madrugada de quinta-feira (5/11), na Avenida Maracanã. Segundo a PCERJ, Lucas iniciou uma confusão no próprio apartamento, com gritos e agressões. Em seguida, passou a invadir imóveis de vizinhos e ameaçar matar os moradores do prédio.

VEJA MAIS: [VÍDEO] A HISTÓRIA SE REPETE, MAIS UM COVARDE: Lutador espanca mulher dentro de elevador no RJ; caso lembra agressão a Juliana Garcia em Natal

Durante a sequência de ataques, o lutador invadiu dois apartamentos. Em um deles, uma moradora conseguiu fugir com a família pelas escadas.

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Justiça Federal rejeita ação de improbidade contra Jair Bolsonaro no caso da ‘Wal do Açaí’

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou a ação de improbidade administrativa contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sua ex-assessora parlamentar Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do Açaí”.

A decisão foi publicada nesta quinta-feira (5) pelo juiz Rodrigo de Godoy Mendes, que considerou não haver provas de que ela fosse funcionária fantasma ou de que tenha ocorrido enriquecimento ilícito e prejuízo aos cofres públicos.

O Ministério Público Federal (MPF) acusava Wal de receber salário da Câmara dos Deputados entre 2003 e 2018 sem exercer as funções do cargo. Segundo a investigação, ela morava em Angra dos Reis (RJ) e teria sido contratada para prestar serviços na casa de veraneio de Bolsonaro. Os procuradores pediam a condenação dos dois e a devolução de R$ 280 mil em salários.

Na sentença, o juiz destacou que as regras da Câmara permitem que assessores parlamentares trabalhem nos estados de representação dos deputados, inclusive em atividades de atendimento à comunidade. Wal afirmou que participava de reuniões de moradores e repassava demandas locais ao então deputado.

O magistrado também afastou a suspeita de rachadinha. Embora o MPF tenha apontado que 83,77% dos salários recebidos por Wal eram sacados em dinheiro, não foram identificadas provas de repasses a Bolsonaro ou de divisão dos valores. O MPF ainda pode recorrer da decisão.

Opinião dos leitores

  1. Infernizaram a vida do homem sobre esse caso.
    Ainda tiveram caso da baleia, caso do leite moça, caso das joias, caso da carteira de vacinas e tantos outros. Era perseguição ou não era?

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Lula e Alckmin têm até dia 9 de novembro para apresentar defesa em ação que pede cassação da chapa por abuso de poder político

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin têm até segunda-feira (9) para apresentar defesa em uma ação eleitoral que pede a cassação dos diplomas da chapa e a inelegibilidade dos dois por oito anos. O processo foi apresentado pelo Partido Novo, que acusa o governo de abuso de poder político durante a campanha eleitoral de 2026.

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou o prazo de cinco dias para as manifestações. Ao analisar o pedido, o magistrado considerou que a ação atende aos requisitos legais para tramitar. A defesa de Lula informou que não vai se manifestar publicamente e apresentará resposta no prazo estabelecido.

O Novo sustenta que Lula editou 35 atos normativos entre janeiro e outubro deste ano para criar ou ampliar benefícios em período eleitoral. A sigla também questiona medidas envolvendo o Bolsa Família e combustíveis, cujo custo projetado seria de aproximadamente R$ 40 bilhões em 2026. Alckmin é apontado como beneficiário das medidas por integrar a chapa presidencial.

Além da inelegibilidade por oito anos, o partido pede a cassação dos diplomas e o encaminhamento do caso ao Ministério Público Eleitoral. Se a Justiça acolher os pedidos e determinar a perda dos mandatos, a legislação prevê a realização de novas eleições, diretas ou indiretas, conforme o período restante do mandato.

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[VÍDEO] Polícia prende dupla suspeita de golpe que causou prejuízo de pelo menos R$ 900 mil com falsa promessa de lucro na venda de pneus

Dois homens foram presos nesta sexta-feira (6), suspeitos de aplicar um golpe financeiro com falsas promessas de lucro em investimentos na revenda de pneus. Uma das vítimas relatou ter perdido cerca de R$ 900 mil. O caso é investigado pela Polícia Civil do RN.

As prisões dos homens, de 38 e 22 anos, ocorreram durante a Operação Hermes, que também cumpriu mandados de busca e apreensão em Natal e São Gonçalo do Amarante. Celulares foram apreendidos para análise.

As investigações apontam que os suspeitos atraíam investidores com a promessa de retorno financeiro na compra e revenda de pneus. Uma conta vinculada ao esquema movimentou mais de R$ 1,5 milhão em cerca de oito meses. Há indícios de que parte do dinheiro de novos investidores era usada para pagar participantes anteriores.

Os dois são investigados por estelionato em continuidade delitiva. A Polícia Civil continua apurando o destino dos valores, o total dos prejuízos e a possível existência de outras vítimas.

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[VÍDEO] Secretários do governo Cadu Xavier devem ser anunciados até 20 de dezembro

O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, pretende anunciar todos os integrantes do primeiro escalão da próxima gestão até o dia 20 de dezembro. A previsão foi apresentada nesta sexta-feira (6), pelo secretário de Comunicação Daniel Cabral, durante a primeira reunião da comissão mista de transição de governo.

O encontro contou com a participação da governadora Fátima Bezerra, da vice-governadora eleita Larissa Rosado e dos demais integrantes da comissão, formada por representantes da atual gestão e da equipe indicada por Cadu.

O colegiado ficará responsável por conduzir o processo de transição e organizar as informações sobre a administração estadual para a próxima gestão.

Composição da comissão mista

A comissão reúne representantes do atual Governo do Estado e da equipe indicada pelo governador eleito, representantes do setor produtivo, sociedade civil organizado e partidos políticos. Confira a lista.

Representantes do Governo do Estado em exercício:

1. Luciana Daltro de Castro Pádua, Controladora-Geral do Estado;
2. Antenor Roberto Soares de Medeiros, Procurador-Geral do Estado;
3. Álvaro Luiz Bezerra, secretário de Estado da Fazenda;
4. Alexandre de Oliveira Lima, secretário de Estado do Planejamento, do Orçamento e Gestão;
5. Jane Carmen Carneiro e Araújo, secretária de Estado da Administração;
6. Maria Virgínia Ferreira Lopes, secretária-chefe do Gabinete Civil.

Representantes do governador eleito:

1. Carlos Eduardo Xavier, engenheiro da computação e governador eleito;
2. Larissa Daniela da Escóssia Rosado, administradora e vice-governadora eleita;
3. Fernando Wanderley Vargas da Silva, biólogo e ex-parlamentar;
4. Augusto César Macêdo Brandão de Araújo, advogado;
5. Ceres Virgínia da Costa Dantas, engenheira civil;
6. João Ricardo dos Reis Cavalcante Cerqueira, advogado;
7. Natália de Sena Alves, advogada;
8. Odon Oliveira de Souza Junior, administrador;
9. Pedro Augusto Filgueira Albuquerque, advogado;
10. Ana Adalgisa Dias Paulino, engenheira civil;
11. Rivaldo Fernandes Pereira, analista de sistemas;
12. Fernando Antônio Bezerra, advogado;
13. Laumir Barreto, administrador;
14. Francisco Irailson Nunes Costa, líder sindical;
15. Fátima Maria de Oliveira Viana, advogada.

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Aliados defendem que Lula se antecipe ao Congresso e busque reduzir pena de Bolsonaro via graça ou indulto

Foto: Rovena Rosa/Tomaz Silva/Agência Brasil

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que ele busque uma saída jurídica para reduzir o tempo de prisão de Jair Bolsonaro. A avaliação é que a iniciativa poderia encerrar o debate sobre anistia no Congresso e evitar novos conflitos entre o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Entre as alternativas estão a concessão de graça, indulto ou comutação da pena. Lula não pode conceder anistia, prerrogativa exclusiva do Congresso, mas pode adotar medidas que reduzam ou extingam a punição.

Outra possibilidade seria apresentar ao STF uma ação para defender a constitucionalidade da lei da dosimetria, aprovada pelo Congresso. Se aplicada, a norma poderia reduzir para cerca de mais um ano o período de Bolsonaro em regime fechado.

A lei, no entanto, está suspensa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que relata uma ação contra a mudança nas penas. Qualquer iniciativa de Lula exigiria diálogo com o Supremo, onde o tema ainda aguarda julgamento.

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[VÍDEO] Cadu Xavier cita meta de entregar duplicação da BR-304, Hospital Metropolitano e a 3ª ponte sobre o Rio Potengi até o fim do mandato

O governador eleito do RN Cadu Xavier falou nesta sexta-feira (6) sobre o encontro em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A agenda teve como pauta projetos estruturantes para o Rio Grande do Norte, incluindo a duplicação da BR-304, o Hospital Metropolitano, as adutoras do Agreste e do Seridó e a construção da terceira ponte sobre o Rio Potengi, em Natal.

“A gente teve essas reuniões com o presidente Lula para garantir obras estruturantes que estão acontecendo no estado, como a duplicação da BR-304, o Hospital Metropolitano, a Adutora do Agreste e a Adutora do Seridó. A gente volta com as melhores notícias, entre elas a garantia de que teremos, até o fim do ano, mais 7 km da duplicação da BR-304”, afirmou.

Outro projeto discutido foi a construção da quarta ponte sobre o Rio Potengi, em Natal. De acordo com o governador eleito, a expectativa é que os trabalhos sejam iniciados ainda durante a atual gestão estadual

Opinião dos leitores

  1. Poderia priorizar as adutoras do Seridó. O eixo norte Bolsonaro deixou licitado e até hoje não foi concluída. O eixo sul sequer foi licitado. Parelhas, Carnaúba dos Dantas e Jardim do Seridó devem colapsar nos próximos meses.

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VAGA NO STF: Lula deve anunciar novo indicado após viagem à Turquia e às Filipinas

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula (PT) deve anunciar ainda neste ano um novo nome para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo aliados do governo, a expectativa é que a indicação ocorra após o retorno da viagem presidencial à Turquia e às Filipinas, previsto para 16 de novembro.

Lula embarca na próxima segunda-feira (9), acompanhado dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Aliados avaliam que o presidente poderá aproveitar a presença de Alcolumbre na viagem para negociar um acordo em torno do novo indicado ao Supremo.

A articulação ocorre após a rejeição, pelo Senado, do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula no ano passado para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. A indicação foi rejeitada em maio deste ano, após articulação de Alcolumbre.

Além da escolha para o STF, a expectativa no governo é que Lula também retome as decisões sobre a composição da equipe ministerial somente depois de retornar ao Brasil.

Com informações do Metrópoles

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