A fabricante de eletrônicos e eletrodomésticos Philco anunciou nesta terça-feira (15) a demissão de cerca de 800 funcionários em sua fábrica em Manaus, em uma medida que chamou de “ajuste pontual” diante da readequação do planejamento das vendas de produtos sazonais ao volume de produção projetado para este ano.
A marca, que no Brasil é controlada pela Britânia, acrescentou em nota que a decisão não envolve outras unidades do grupo e reflete exclusivamente o cenário da planta de Manaus.
“A Philco segue atenta às dinâmicas do mercado e empenhada em manter a sustentabilidade de suas operações”, afirmou a empresa em comunicado.
A companhia acrescentou que as recentes movimentações fazem parte de um processo de reestruturação “compatível com a produção na região”.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem a intenção de levar ao plenário da Corte, na próxima semana, o relatório que aponta supostas ligações entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.
A iniciativa de Mendonça vai na contramão do posicionamento do procurador-geral da República, que se manifestou pela extinção da investigação que cita Moraes e também faz menções a Paulo Gonet. Em sua manifestação, o procurador-geral apontou nulidades na decisão de Mendonça e argumentou que houve um esforço direcionado para “buscar indicativos de envolvimento do ministro Alexandre de Moraes em ilícitos”.
Cabe lembrar que o plenário é o colegiado do STF legalmente responsável por autorizar a abertura de investigações contra ministros da própria Corte. No entanto, independentemente da vontade de Mendonça de pautar o tema, a definição da data em que os ministros analisarão o relatório e decidirão sobre um eventual aval para apuração formal contra o colega cabe exclusivamente ao presidente do STF, ministro Edson Fachin.
A condução das apurações em torno do chamado “Escândalo Master” tornou-se alvo de duras críticas e perplexidade nos bastidores da imprensa. Durante edição do programa Estúdio i, da GloboNews, comentaristas repercutiram a gravidade do caso ao apontarem uma aparente sobreposição de papéis institucionais.
O ponto central da crítica recai sobre o fato de que as autoridades citadas e envolvidas nas mensagens investigadas são as mesmas incumbidas de analisar e supervisionar a condução das diligências. “Eu estrou muito impressionada porque as pessoas que vão analisar esse caso são as que são citadas, que estão envolvidas. Eu nunca tinha visto isso”, comentou a jornalista Andreia Sadi.
“É uma situação muito complicada, muito delicada, é tudo muito inédito”, destacou a jornalista durante a transmissão, ressaltando nunca ter testemunhado um cenário semelhante.
O debate também abordou a percepção de blindagem e impunidade que envolveria os investigados, sustentada pela aparente ausência de mecanismos de controle externos ou superiores capazes de fiscalizar com autonomia os atores envolvidos. A discussão expõe o desgaste institucional provocado pelas revelações e pressiona por maior transparência na apuração dos fatos.
Novo restaurante em Ponta Negra une gastronomia afetiva, ambiente acolhedor, brinquedoteca monitorada, programação para toda a família e cardápio inspirado nas receitas que atravessam gerações
Há lugares que acolhem antes mesmo do primeiro prato chegar. Em Natal, essa é a proposta do Lá em Vó – Cozinha Afetiva, restaurante localizado em Ponta Negra que vai muito além da gastronomia. A casa nasce com o propósito de resgatar memórias, reunir famílias e transformar cada refeição em um momento de afeto.
Inspirado naquelas lembranças que moram na cozinha da avó – da mesa sempre posta ao tempero feito com calma, passando pelas conversas que se estendem sem pressa – o Lá em Vó convida o público a viver uma experiência onde o sabor caminha lado a lado com o acolhimento.
Cada ambiente foi pensado para despertar sentimentos de pertencimento e conforto. A decoração, os detalhes e a atmosfera da casa remetem às boas lembranças da infância, criando um espaço onde comer bem é apenas parte da experiência.
“Mais do que servir refeições, queremos proporcionar encontros. Acreditamos que a comida tem o poder de reunir pessoas, despertar lembranças e criar novas histórias. O Lá em Vó nasceu para ser exatamente esse lugar: uma extensão da casa da avó, onde todos se sintam bem-vindos”, destaca a direção do restaurante.
O cardápio traduz essa proposta ao reunir receitas que valorizam ingredientes frescos, preparos artesanais e porções generosas. São entradas, petiscos, massas, grelhados, frutos do mar, moquecas, opções da culinária nordestina, saladas, sobremesas autorais e uma carta de drinks desenvolvida especialmente para harmonizar com a experiência da casa.
Durante a semana, o restaurante também oferece pratos executivos, ampliando as opções para quem busca uma refeição completa no dia a dia. Já no período da noite, o cardápio ganha variados sabores de pizzas, tornando o Lá em Vó uma opção para diferentes momentos, do almoço em família ao jantar e aos encontros entre amigos.
Entre os destaques estão a Carne de Sol do Vô João, o Baião da Voinha, a Lasanha da Dona Simone, a Moqueca do Cais e sobremesas como o Bolo de Chocolate da Vovó Nise e o tradicional Pudim da Vovó Lili. O restaurante também oferece menu infantil e opções leves para diferentes perfis de público.
Pensando especialmente nas famílias, um dos grandes diferenciais do Lá em Vó é a ampla brinquedoteca destinada a crianças de 0 a 12 anos. O espaço conta com monitoras e foi projetado para oferecer diversão com segurança, permitindo que pais e responsáveis aproveitem a refeição com tranquilidade enquanto os pequenos brincam.
A programação infantil vai além da brinquedoteca. Todas as semanas, o Lá em Vó prepara atrações e atividades especiais para as crianças e suas famílias, com iniciativas que incluem apresentações de mágico, Dia das Princesas, Dia do Herói e oficinas de pizza, entre outras experiências. A proposta é criar novos motivos para reunir a família e fazer com que cada visita possa render diferentes momentos e lembranças para os pequenos.
Outro atrativo é o mega telão instalado no restaurante, tornando a casa uma opção também para reunir amigos e familiares durante grandes eventos esportivos e momentos especiais. A partir das quintas-feiras, o Lá em Vó também conta com música ao vivo, complementando a experiência e deixando o clima ainda mais convidativo para os encontros no fim da semana.
Instalado na Rua Praia de Camurupim, nº 9012, em Ponta Negra, em frente à Praça dos Gringos, o Lá em Vó funciona diariamente, das 11h45 à meia-noite, oferecendo almoço, jantar, happy hour e encontros em um ambiente onde cada detalhe foi pensado para fazer o cliente sentir-se verdadeiramente em casa.
Mais do que um restaurante, o Lá em Vó propõe um jeito especial de viver a gastronomia em Natal: com tempo, afeto, boa comida, diversão para as crianças e muitas histórias para compartilhar ao redor da mesa.
Serviço
Lá em Vó – Cozinha Afetiva
Rua Praia de Camurupim, 9012 – Ponta Negra (em frente à Praça dos Gringos)
Funcionamento: todos os dias, das 11h45 à meia-noite
Pratos executivos durante a semana
Pizzas com sabores variados no período da noite
Música ao vivo a partir das quintas-feiras
Programação infantil especial semanal
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, por 4 votos a 3, um pedido de multa contra o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, devido à exibição de um vídeo gerado por inteligência artificial do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a convenção partidária que oficializou a candidatura do senador.
A maioria do plenário acompanhou o voto do relator e presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, seguido pelos ministros André Mendonça, Dias Toffoli e Antonio Carlos Ferreira. A divergência foi aberta pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva e acompanhada por Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha. Com o julgamento, o TSE estabeleceu uma tese jurídica para nortear a aplicação das normas eleitorais referentes ao uso de deepfakes.
A representação foi movida pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PCdoB e PV, que alegou propaganda eleitoral antecipada e violação das proibições ao uso de inteligência artificial para influenciar o pleito. A defesa da tese vencedora ponderou que a exibição na convenção não configurou irregularidade naquele contexto específico.
Em paralelo, a Corte decidiu, também por placar de 4 a 3, que a transmissão de uma convenção partidária pela internet não transforma automaticamente manifestações de apoio em propaganda eleitoral antecipada. O colegiado definiu que a análise deve ponderar o contexto, o conteúdo e a linguagem do ato. A tese fixada servirá de referência para futuras controvérsias envolvendo manipulação tecnológica de imagem na Justiça Eleitoral.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão de uma peça publicitária da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva veiculada na televisão. A medida foi adotada após representação apresentada pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
A ação jurídica apontou a ausência do nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na inserção do horário eleitoral gratuito, que reproduzia o jingle “Rap do Silva” associado à imagem de Lula. De acordo com as normas da Corte e a Resolução 23.610 de 2019, o nome do vice deve constar de forma legível, com tamanho proporcional de pelo menos 30% em relação ao nome do titular.
Ao conceder parcialmente a liminar, Mendonça destacou que o conteúdo desrespeita a legislação eleitoral vigente. Com a determinação, a coligação está proibida de retransmitir o material publicitário específico até que sejam promovidas as adequações necessárias.
A decisão de caráter restritivo não se estende de forma genérica a outras produções futuras nem atinge o uso do jingle ou das imagens de maneira ampla, limitando-se a barrar a repetição da peça irregular.O magistrado pontuou ainda que eventuais sanções ou aplicações de multa só serão avaliadas após a manifestação formal da defesa da campanha petista.
O candidato a deputado federal Coronel Brilhante (PL) foi alvo de um atentado a tiros na noite de última segunda-feira (1), enquanto realizava uma transmissão ao vivo na comunidade de Ouro Negro, localizada em Mossoró, na região Oeste do Estado.
A investida criminosa ocorreu de surpresa durante a live publicada nas redes sociais do candidato, que cumpria agenda na região para conversar com moradores, apresentar propostas e detalhar suas bandeiras de atuação voltadas à segurança pública.
Tendo o combate à criminalidade e o fortalecimento das forças policiais como os pilares centrais de sua campanha, o candidato defende historicamente uma postura mais firme e enérgica do Estado contra organizações criminosas.
Apesar da gravidade do episódio, Coronel Brilhante garantiu que o atentado não interromperá sua campanha. O candidato afirmou que pretende manter firmemente a agenda de visitas às comunidades potiguares, ouvindo de perto os anseios da população e reforçando o compromisso de lutar por medidas mais eficazes de proteção e segurança para as famílias do Rio Grande do Norte.
A deputada estadual e candidata à reeleição Cristiane Dantas (PSDB) aparece em quarto lugar no levantamento geral da nova pesquisa Qualittá para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Com 2,1% das intenções de voto, ela também ocupa a primeira posição entre os candidatos a deputado estadual da Federação PSDB-Cidadania.
O resultado coloca Cristiane entre os primeiros nomes apresentados pela pesquisa na disputa e, dentro da federação, à frente dos demais candidatos. É a terceira pesquisa divulgada em um intervalo de cinco dias que registra alta intenção de voto em Cristiane, mantendo a deputada entre os nomes de destaque na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa.
“Estar entre os primeiros colocados no Estado e liderar entre os candidatos da nossa federação é um resultado que recebemos com responsabilidade. É o reconhecimento de um mandato presente, que fiscaliza, cobra e trabalha pelos municípios”, afirmou Cristiane Dantas.
A pesquisa Qualittá ouviu 1.200 eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-06751/2026 e divulgada nesta terça-feira (1º).
Santinhos, toalhas, cangas, camisas… euzinha achava que já tinha visto de tudo com referências aos candidatos nas eleições. Mas, acredite se quiser, este ano é o mercado de lingeries personalizadas que está se movimentando a partir dos nomes que irão para as urnas. De Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) a políticos locais, vale tudo, basta encomendar.
Um desses estabelecimentos “calientes” fica em Pinheiro, cidade de 84,6 mil habitantes na região da Baixada Maranhense. A Pinheiro Sex Shop (@pinheirosexshop) pertence ao empresário Marcos Soares, que também é dono da Loja Diamantes, especializada em moda íntima.
Segundo ele, a galera (da política) fez foi gostar, porque acaba sendo uma mídia gratuita. “Mais de 80 mil pessoas vendo o seu nome, vão achar bom. Até as esposas dos caras começaram a me seguir, e isso foi bem legal. A gente só faz mediante o pagamento, e envia para todo o Brasil. Dificilmente vai ser usada com o candidato, é mais uma questão de meme”, disse.
Na loja de Marcos, cada peça sai a R$ 25, com adicional de R$ 5 por letra. Façam as contas aí do quanto quem apoia o Flávio Bolsonaro gastará a mais que o eleitor do Lula. Nome completo é papo de ostentação.
Na primeira vez que a brincadeira foi feita, em 2024, as personalizações levavam em conta políticos da cidade de Pinheiro que usavam alcunhas de animais. O prefeito eleito pelo Podemos, André da Rapnet, teve lingerie com um (com todo respeito) “Come tudo, Leão”.
Notícia-crime apresentada à PGR aponta suspeitas de tráfico de influência e obstrução de investigação; oposição na Câmara também ingressou com novo pedido de impeachment do ministro e afastamento do diretor-geral da PF. Foto: Reprodução
O líder da Oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, Rogério Marinho (PL-RN), assinou nesta terça-feira (1º) notícia-crime apresentada à Procuradoria-Geral da República (PGR) que sustenta a necessidade de prisão preventiva e afastamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A representação também é subscrita pelo Partido NOVO e pelos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara.
O documento pede a investigação de Moraes pela potencial prática dos crimes de tráfico de influência e obstrução de investigação de organização criminosa. A representação se baseia em elementos atribuídos a relatório da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e Moraes. Segundo a peça, os diálogos indicariam tentativas de atuação junto a autoridades públicas em favor de Vorcaro e do banco, inclusive para retardar medidas no âmbito da Operação Compliance Zero.
A notícia-crime também relaciona esses diálogos ao contrato de prestação de serviços advocatícios firmado entre o Banco Master e o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes. A representação sustenta, com base nas informações atribuídas à investigação da PF, que o próprio ministro teria participado da edição da minuta do contrato, originalmente estipulado em R$ 131 milhões, e aponta pagamentos de aproximadamente R$ 80 milhões durante sua vigência. Essas alegações integram a fundamentação dos requerentes e deverão ser objeto de apuração pelas autoridades competentes.
Ao defender a prisão preventiva, a representação argumenta que a permanência de Moraes em liberdade e no exercício do cargo representaria, na avaliação dos autores, risco à instrução das investigações. A peça invoca os requisitos previstos no Código de Processo Penal e pede também o afastamento cautelar do ministro do STF.
O senador Rogério Marinho e o líder da Oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva, também encaminharam ofício ao presidente do STF, Edson Fachin, solicitando a convocação de uma sessão presencial, pública e transparente do plenário para analisar os elementos apresentados pela Polícia Federal sobre as possíveis ligações entre Moraes e Vorcaro.
Em outra iniciativa, os líderes oficiaram ao presidente Lula solicitando o afastamento imediato e preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O ofício cita mensagens nas quais Vorcaro teria manifestado a necessidade de obter a “proteção de Andrei e de Paulo”, referências associadas no documento a Rodrigues e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Para os parlamentares, o afastamento é necessário para preservar a independência e a credibilidade das investigações e não representa antecipação de responsabilidade.
Para a oposição, a dimensão das informações reveladas exige que nenhuma autoridade esteja acima da investigação e que todos os fatos sejam submetidos, com transparência, às instituições responsáveis por sua apuração. Paralelamente, o Partido NOVO e a Liderança da Oposição na Câmara apresentaram um novo pedido de impeachment de Alexandre de Moraes.
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), avisou ao presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, e ao próprio ministro Alexandre de Moraes que avançaria com a investigação sobre o Banco Master.
O primeiro a ser informado foi Fachin, no final de semana. Segundo relatos feitos à CNN, Fachin tentou contemporizar e até manifestou cautela sobre o conteúdo da investigação.
Na sequência, na segunda-feira (31) à tarde, Mendonça conversou com Moraes. Segundo relatos feitos à CNN, o diálogo foi direto, mas generalista.
Mendonça não contou a Moraes detalhes da investigação. E não informou que quebraria o sigilo antes da manifestação da PGR (Procuradoria Geral da República).
Por isso, a quebra do sigilo pegou de surpresa ministros da Suprema Corte. O episódio foi descrito por magistrados como “inédito”, com potencial de piorar a relação dentro do Poder Judiciário.
Nesta terça-feira (1), Fachin tem defendido em reservado uma reunião entre os magistrados da Suprema Corte para evitar que a crise interna abale ainda mais a imagem do Supremo Tribunal Federal.
No Palácio do Planalto, a avaliação é semelhante. O receio é de que o episódio gere uma turbulência política que prejudique o processo eleitoral deste ano.
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