Agência Estado
Atrasado para um voo entre Salvador e Miami, programado para às 9h48 – depois adiado para as 10h18 -, e irritado com os alertas sonoros do detector de metais do posto de segurança do aeroporto, um piloto da companhia American Airlines tirou toda a roupa para conseguir passar pelo aparelho sem ser barrado. Acabou detido pela Polícia Federal.
A ação foi considerada pelos agentes como desacato e o piloto norte-americano, que não teve a identidade revelada, foi levado ao posto da PF para prestar esclarecimentos e assinar um termo circunstanciado de ocorrência. Só foi liberado à tarde. O voo, que levaria 113 passageiros, foi cancelado.
Em nota, a companhia aérea informou que não comentaria o caso, mas garantiu que os passageiros seriam reacomodados em outros voos e pediu desculpas “por qualquer inconveniente” que o episódio possa ter causado. Além disso, a empresa comunicou que vai investigar o incidente.

Vai ver que ele tinha aparelho dentário ou, uma prótese metálica no bilau e a PF não sabia disso. Essa tal de Marcha das Vadias está fazendo escola até nos aeroportos. Se a gritaria não funcionar, parte para a ignorância e vai logo tirando a roupa. É um vadio mesmo. Será que o alarme ao soar com ele nu, e para malhar da cara dele fez um barulhinho assim? "Piu Piu Piu Piu Piu Piu Piu Piu……… ". Poder ser que a raiva dele tenha se originado disso. Vamos investigar.
Normal!… O ser humano é essa caixinha preta, pronta para surpreender. Existem horas que só resta ou dançar um tango ou aloprar. Previsíveis, mesmo, são os políticos. Ô raça! Conheço um cara que já pagou um sanfoneiro para ele parar tocar. O sanfoneiro recebeu e os dois foram felizes para sempre. Cada um para o seu canto. Confesso que o meu lado mórbido não é lá essas coisas, não riu da desgraça alheia. Mas tenho curtido um certo prazer essa tontice que se abateu sobre os políticos, essa coisa meio Renato Aragão: "Quem sou eu? Onde é que estou?…". Ufa!, são mais de 500 anos de espera. É quando me lembro de Chorão, poeta maior do Charlie Brown JR: "Essa porra um dia vai mudar!". Vai, Chorão, pena que você tenha ido antes. É como diria (estou citando demais) o chato do narrador lá da Rede Globo: Acabou! Acabou!". A queda no faturamento dos restaurantes do Rio e São paulo é grande; jabuti está na moita. Acabou o discurso, acabou o jogo de cena: jogar para a galera, nessas alturas, é se atirar no inferno. Estou avisando. O que era envelhecido ficou mais velho ainda. Dizer o quê? Escrever o quê? Assumir o quê? Propor o quê? Não rola. Já foi. Os manuais de campanha, de marketing político? Pode tocar fogo. Vou dar uma dica, de leve: para entender alguma coisa, esqueça o marqueteiro e procure um cientista. De quê? Aí é querer demais.