O policial militar Marcos Antonio Lourenço foi condenado a 37 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por crimes praticados na RN-078, no município de Patu. A sentença foi definida em julgamento por júri popular após denúncia apresentada pelo Ministério Público do RN, conforme informações do NOVO Notícias.
De acordo com os autos, o policial perseguiu quatro pessoas que trafegavam em motocicletas e realizou disparos de arma de fogo usando um automóvel. A ação aconteceu em junho de 2023 e terminou com a morte de Biratan da Silva, além de deixar outras três pessoas feridas.
Durante o processo, o acusado alegou legítima defesa e afirmou ter reagido a um suposto ataque. As investigações do MPRN e laudos da Polícia Científica apontaram, porém, que o policial teria atirado contra o próprio carro para simular um confronto.
A Justiça determinou o cumprimento imediato da pena em regime fechado e negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade. O magistrado também manteve a prisão cautelar após a condenação no júri popular.
O TRE-RN manteve a condenação do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves por lavagem de dinheiro em um processo que investiga repasses da JBS para a campanha dele ao Governo do RN em 2014, conforme reportagem do Blog Gustavo Negreiros.
A decisão foi tomada por unanimidade nesta quarta-feira (21). A Corte reconheceu a prescrição das acusações de corrupção passiva e falsidade ideológica eleitoral, mas manteve a pena de 3 anos e 9 meses de prisão por lavagem de capitais.
Segundo o relator do caso, desembargador Ricardo Procópio, Henrique Alves recebeu quase R$ 3 milhões da JBS por meio de doações oficiais ao PMDB Nacional e pagamentos feitos diretamente a fornecedores da campanha.
Durante o julgamento, o magistrado afirmou que as anotações ligadas às delações da JBS classificavam os valores como “propina dissimulada como doação”.
A defesa alegou que não houve contrapartida do então presidente da Câmara dos Deputados em troca dos repasses e tentou derrubar a acusação de lavagem de dinheiro. O argumento, porém, foi rejeitado pelo TRE.
O tribunal também reduziu a multa aplicada ao ex-deputado. O valor caiu de R$ 1,25 milhão para R$ 141 mil, corrigidos monetariamente.
A Polícia Civil encerrou as investigações sobre o acidente de trânsito que resultou em duas mulheres mortas e uma criança gravemente ferida na RN-063, a Rota do Sol, em Parnamirim. O fato aconteceu no dia 2 de abril deste ano e envolveu dois veículos em uma colisão frontal.
Os laudos periciais da medicina legal apontaram que uma mulher de 40 anos, condutora do veículo que invadiu a contramão, dirigia sob o efeito de uma elevada concentração de álcool no sangue.
O exame toxicológico também confirmou a presença de metabólitos de cocaína em seu organismo. Latas de bebida alcoólica foram encontradas no interior do automóvel.
A batida provocou a morte imediata da motorista do outro carro, uma mulher de 44 anos, além de deixar uma criança ferida. Os exames da vítima sobrevivente deram negativo para qualquer substância.
Como a motorista que causou o acidente também faleceu na colisão, a Polícia Civil reconheceu a extinção da punibilidade e encaminhou o caso ao Poder Judiciário com sugestão de arquivamento.
A Corte de Cassação de Roma, última instância do Judiciário italiano, anulou a decisão da Corte de Apelação que autorizava a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. A Suprema Corte identificou falhas técnicas no procedimento adotado anteriormente.
Com a nova decisão, o advogado de defesa, Fabio Pagnozzi, confirmou nesta sexta-feira (22) que a ex-parlamentar poderá deixar a prisão na Itália. Ela passará a responder ao novo andamento do processo em liberdade no território italiano.
Os magistrados italianos analisaram recursos relacionados a duas condenações impostas a Zambelli no Brasil. Os casos envolvem a acusação de invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o episódio envolvendo porte ilegal de arma de fogo.
A decisão da Corte italiana vai na direção oposta às providências solicitadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado havia acionado os Ministérios da Justiça e das Relações Exteriores para organizar a custódia da ex-deputada na Penitenciária da Colmeia, em Brasília.
Treinar e participar de um festival costumavam ser programas bem diferentes. Na @hilifeheathclub, as duas coisas resolveram acontecer no mesmo lugar.
No próximo dia 30 de maio, o health club promove o Hi FESTIVAL, uma manhã inteira de experiências coletivas inspirada na atmosfera dos grandes festivais de música e no crescimento dos chamados wellness experiences, formato que vem ganhando espaço no Brasil ao transformar atividade física em momentos de convivência, energia e conexão.
A proposta é simples: em vez de uma sequência tradicional de aulas, o evento funcionará como um verdadeiro line-up. Das 5h30 às 12h, os alunos poderão montar sua própria programação, escolhendo quais experiências querem viver ao longo da manhã.
Na grade estão modalidades como Hirunner, Cycling e Bootcamp, cada uma comandada pelos professores da HILIFE dentro de uma programação pensada para manter ritmo, intensidade e variedade durante o evento.
O festival também contará com ativações de marcas parceiras, música ao longo de toda a manhã e experiências especiais distribuídas pela programação. A ideia é criar uma dinâmica mais próxima do que já acontece em grandes encontros voltados para bem-estar, onde o treino deixa de ser uma atividade isolada e passa a ocupar um espaço mais social.
Mais do que reunir aulas em um mesmo dia, o Hi FESTIVAL reforça uma característica que a HILIFE vem construindo desde sua chegada à cidade: transformar o treino em algo que as pessoas queiram viver, e não apenas cumprir na agenda.
Cerca de 2 milhões de brasileiros tiveram dados vazados após uma falha de segurança no sistema do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A autarquia confirmou ao R7 o ocorrido e detalhou que 50 mil dos casos envolvem pessoas vivas, e a maioria (97%), cidadãos falecidos.
A reportagem do R7 questionou o instituto sobre quais medidas devem ser adotadas pela população vítima do vazamento de dados. No entanto, recebeu resposta de que os beneficiários poderão continuar a acessar os serviços oferecidos, pois o sistema exige comprovação da identidade.
O problema foi detectado pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência) em 22 de abril último. E, imediatamente após a identificação do ocorrido, foram adotadas as “devidas providências”, segundo a autarquia federal. “No momento em que o INSS teve ciência, foi enviada comunicação à Agência Nacional de Proteção de Dados.”
O INSS acrescentou que os cidadãos que tiverem benefícios a receber podem solicitá-los, pois a concessão deles requer uma série de etapas para comprovar a situação: “Os empréstimos consignados, por exemplo, exigem biometria facial; a pensão por óbito exige certidão, entre outros documentos e procedimentos”.
Ainda na nota, o instituto ressaltou que tem reforçado os controles internos, “a fim de oferecer maior segurança à análise [para pagamento] de benefícios”. “A concessão de qualquer um deles tem uma série de travas de segurança”, completou a autarquia.
Fotos: Bruno Peres/Agência Brasil e Ton Molina/Estadão Conteúdo
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) mostra o presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 43% em eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026.
No levantamento anterior, de 16 de maio, Lula e Flávio apareciam empatados com 45% no segundo turno.
Veja números:
Lula: 47% (eram 45% em maio, 45% em abril e 46% em março);
Flávio Bolsonaro: 43% (eram 45% em maio, 46% em abril e 43% em março);
Não sabe/não respondeu: 2%
Em branco: 9%
A pesquisa é a primeira do instituto feita integralmente após a revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As mensagens foram reveladas pelo site The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, Flávio Bolsonaro pediu apoio financeiro a Vorcaro para a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre os dias 20 e 22 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A ministra Míriam Belchior (Casa Civil) e os ministros Dario Durigan (Fazenda) e Bruno Moretti (Planejamento) — Foto: Washington Costa/MF
Os ministérios da Fazenda e do Planejamento anunciaram nesta sexta-feira um bloqueio de R$ 22,1 bilhões no Orçamento federal de 2026. Como já havia R$ 1,6 bilhão congelado anteriormente, o total de despesas travadas pelo governo chega agora a R$ 23,7 bilhões.
O governo ainda não informou quais áreas serão afetadas.
Segundo o Ministério do Planejamento, os cortes devem ser divididos de forma proporcional entre os órgãos federais.
O principal motivo do bloqueio foi o aumento das despesas obrigatórias, principalmente com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), cuja previsão de gasto subiu R$ 14,1 bilhões.
Os gastos com a Previdência Social também cresceram. A estimativa aumentou em R$ 11 bilhões, levando a projeção total para R$ 1,122 trilhão em 2026.
Por outro lado, houve redução de R$ 3,4 bilhões nas despesas com pessoal e encargos sociais.
Pressão nas contas públicas
Mesmo com a alta das receitas, especialistas afirmam que o governo subestimou despesas com aposentadorias e benefícios sociais.
Um estudo da Consultoria de Orçamento da Câmara aponta que os gastos com Previdência e BPC podem superar a previsão em R$ 18 bilhões em 2026, o que pode exigir novos cortes ao longo do ano.
Especialistas também afirmam que a redução da fila do INSS elevou os gastos, porque aumentou o pagamento de benefícios atrasados.
A fila do INSS caiu de 3,1 milhões de pedidos em fevereiro para 2,3 milhões em maio, segundo dados do governo.
Levantamento do especialista Rogério Nagamine mostra que, entre 2023 e 2025, a diferença entre o gasto previsto e o efetivamente pago na Previdência acumulou R$ 75,6 bilhões.
Apesar do bloqueio, o governo mantém a projeção de fechar 2026 com resultado fiscal ajustado positivo de R$ 4,1 bilhões, após descontar despesas autorizadas fora da meta, como precatórios.
Bloqueio não é contingenciamento
O governo explicou que o bloqueio ocorreu porque as despesas ultrapassaram o limite permitido pelas regras fiscais. Nesse caso, são reduzidos gastos discricionários, como investimentos e manutenção da máquina pública.
Já o contingenciamento acontece quando a arrecadação cai e ameaça a meta fiscal. Desta vez, isso não foi necessário porque a arrecadação cresceu, principalmente com o petróleo.
Segundo a Receita Federal, a arrecadação com exploração de petróleo e gás natural aumentou 264% no primeiro quadrimestre do ano, saltando de R$ 11 bilhões para R$ 40,2 bilhões.
A alta foi impulsionada pelo aumento do preço do petróleo após a guerra no Oriente Médio. O governo estima arrecadar até R$ 40 bilhões extras com esse cenário.
Com isso, a arrecadação federal chegou a R$ 735 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, recorde histórico para o período.
Cursos, e-books, vídeos e ferramentas práticas reforçam compromisso da instituição cooperativa com a formação financeira da população
Durante a Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), realizada de 18 a 24 de maio, o Sistema Sicredi reforça seu compromisso com a educação financeira ao ampliar a divulgação de conteúdos gratuitos voltados à conscientização financeira e à melhoria da qualidade de vida das pessoas e das comunidades.
Por meio do site de Educação Financeira do Sicredi, o público tem acesso gratuito a cursos, e-books, vídeos, ferramentas práticas e conteúdos educativos desenvolvidos para ajudar pessoas de diferentes perfis e faixas etárias a desenvolver uma relação mais saudável com o dinheiro.
Entre os conteúdos disponíveis estão a “Trilha de Cursos”, com temas como Dilemas Financeiros do Empreendedor, Educação Financeira na Comunidade e Como Está Sua Saúde Financeira. O ambiente digital também reúne e-books como Crédito Consciente, Vida Financeira Organizada e Vamos Falar Sobre Dívidas, além das playlists “Explica Aí Sicredi”, que utilizam linguagem simples e acessível para abordar temas do cotidiano financeiro de forma prática.
Em parceria com a Fundação Maurício de Sousa, a Fundação Sicredi desenvolveu edições especiais em quadrinhos da Turma da Mônica sobre educação financeira, estimulando hábitos mais conscientes desde a infância. No Rio Grande do Norte, o programa Cooperação na Ponta do Lápis vem ampliando sua atuação em escolas, empresas e comunidades, com palestras gratuitas voltadas a adultos e crianças. Em 2025, a iniciativa atendeu mais de 50 empresas e realizou 70 palestras em Natal e no interior do estado. Em âmbito nacional, o programa já alcançou mais de 54 milhões de pessoas por meio de ações de educação financeira.
“A educação financeira contribui para escolhas mais conscientes e para uma relação mais equilibrada com o dinheiro. Quando as pessoas passam a planejar melhor sua vida financeira, toda a comunidade também se fortalece”, destaca o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.
No site de Educação Financeira do Sistema Sicredi, (https://www.sicredi.com.br/site/educacaofinanceira/), o público encontra gratuitamente conteúdos educativos digitais voltados à educação financeira e à construção de uma vida financeira mais sustentável.
A Unimed Natal terceirizou para uma empresa privada a gestão do Espaço Viver Bem, localizado na Avenida Prudente de Morais, esquina com a Rua Ceará-Mirim, no bairro do Tirol.
Inaugurado em setembro de 2021, o local é voltado a cuidados primários e ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e controle de doenças crônicas, entre outros serviços, com 11 consultórios, salas de pequenos procedimentos, curativos e medicação.
O Espaço Viver Bem é um centro de apoio que conscientiza sobre a importância da promoção da saúde, estimulando o beneficiário a praticar hábitos saudáveis e garantir sua qualidade de vida.
É mais um capítulo da crise vivida pela Unimed Natal, que desde a posse da atual diretoria, há um ano e meio, não conseguiu dar respostas aos problemas do plano de saúde, alvo de reclamações crescentes de médicos cooperados e clientes.
Pelo menos três fontes relataram ao Blog do BG que a atual diretoria da Unimed Natal iniciou sondagens no mercado à procura de interessados em arrendar andares do Hospital da Unimed ou até mesmo negociar a venda do empreendimento a grupos privados.
A atual diretoria responsabiliza o hospital pela gestão que anda de mal a pior e diz que ele se transformou no principal problema da gestão comandada pelo presidente Márcio Rego. Passados 16 meses desde a sua posse, a atual diretoria ainda não conseguiu solucionar os problemas de administração desse que é considerado o maior patrimônio construído nos últimos anos pela Unimed Natal.
Internamente, cresce a avaliação de que a gestão falhou em apresentar soluções efetivas para os problemas da cooperativa.
Enquanto a propaganda institucional tenta transmitir uma imagem de estabilidade, aumentam as críticas de médicos cooperados e usuários do plano de saúde.
Em grupos de WhatsApp, as reclamações contra a diretoria se tornaram frequentes. Entre os principais pontos levantados estão a falta de planejamento, dificuldades administrativas e decisões consideradas preocupantes para o futuro da cooperativa.
A insatisfação também já chegou aos clientes. Nas redes sociais, multiplicam-se relatos sobre demora para marcação de consultas e exames, queda na qualidade do atendimento e dificuldades no acesso aos serviços.
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