Policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) realizaram duas importantes apreensões e prisões na noite desta segunda-feira (25) na zona Norte de Natal.
A primeira ocorrência se deu quando dois infratores tomaram de assalto, na RN-107, um veículo do tipo Frontier, de cor prata e placas NNW 7752, e seguiram com destino a zona Norte de Natal.
Uma viatura da Força Tática que fazia o patrulhamento na área realizou o bloqueio da rodovia e conseguiu deter os assaltantes identificados como Herlandes Alves da Silva, de 34 anos, natural da Paraíba e José Carlos Soares da Silva, morador do Loteamento José Sarney, em Natal, que estavam de posse de um revólver calibre 38 com várias munições intactas.
Na segunda ocorrência a Polícia Militar prendeu Joabe Rodrigues Teixeira, de 18 anos e Álvaro da Silva Alves de 20 anos, após a dupla tentar se fugir em uma motocicleta da abordagem policial no bairro do Gramoré.
Eles foram detidos após a realização de um cerco policial, nas proximidades do Ginásio Nélio Dias, quando o piloto acabou colidindo com outros veículos, deixando seu comparsa para trás. Com eles foi encontrado um revólver calibre 38 com várias munições, além uma motocicleta que foi apreendida.
Os quatro detidos foram encaminhados para a Delegacia de Plantão na zona Norte de Natal, sendo autuados em flagrante pelos respectivos crimes e estão à disposição da Polícia Judiciária. As duas armas apreendidas somam um total de 6 armas recuperadas em três dias pelo 4º BPM em Natal.
Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta terça-feira (18/8) que a Corte volte a discutir a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A exigência foi derrubada pelo STF em 2009.
As declarações ocorreram durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica denunciada por reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.
Ao devolver pedido de vista no processo, Dino afirmou que a decisão de 2009 tornou mais complexo o debate sobre as garantias asseguradas à imprensa, especialmente diante do crescimento das redes sociais.
O ministro disse respeitar o entendimento firmado pela Corte, mas defendeu que o tema seja novamente analisado.
“Está na hora de refletirmos sobre a questão do diploma de jornalismo […] hoje com as redes sociais, em que qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje eu sou um jornalista’ e começa no seu blog a ofender a honra de inúmeras pessoas e se escudar na liberdade de imprensa e, claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério”, defendeu Dino.
Para o ministro, o Supremo poderia discutir a criação de uma regra de transição para profissionais que já exercem a atividade de forma regular.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira, 18, em Belo Horizonte, que integrantes da família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teriam usado a estrutura do governo para fazer negócios. A declaração ocorreu durante agenda de campanha e teve como referência mensagens que estão em poder da Polícia Federal.
Flávio citou o ex-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e afirmou que ele teria facilitado o acesso de pessoas ligadas à família de Lula a ministérios.
Ao falar sobre as fraudes envolvendo descontos em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o candidato prometeu responsabilizar os envolvidos.
“Vamos responsabilizar aquelas pessoas que tiveram a pachorra de roubar dinheiro de aposentado, como, ao que tudo indica, é o filho do Lula, é o Marcola do Lula.”
Segundo Flávio, Marcola teria “aberto as portas de vários ministérios” para que integrantes da família do presidente realizassem negócios com recursos públicos.
Marcola entrou no radar das investigações depois de receber R$ 249 mil da lobista Roberta Luchsinger, que também é investigada no caso do INSS e mantém relação com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O ex-assessor afirma que recebeu o valor como empréstimo pessoal, já quitado, e nega irregularidades.
Na mesma agenda, Flávio afirmou que incentivou candidaturas de outros nomes da direita à Presidência, mas criticou eventuais ataques de adversários.
O senador citou Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO) e classificou como equivocada a estratégia de disputar espaço atacando sua candidatura.
“Se alguns optam por querer me atacar, é uma estratégia deles que eu acho equivocada”, afirmou.
Flávio defendeu ainda que os candidatos de direita atuem em conjunto para impedir a continuidade do PT no governo federal.
A executiva Brenda Justiz, da Justiz Terceirização , empresa que atua na gestão de mão de obra e serviços nos hospitais públicos do Rio Grande do Norte, publicou um vídeo para desmentir as declarações do secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta. Ele havia comentado sobre repasses financeiros feitos no dia 15 do mês corrente e insinuado que a paralisação dos profissionais terceirizados da saúde teria motivação política: “Por que iniciar uma greve justamente no domingo, coincidindo com a abertura do calendário eleitoral?”.
Contudo, conforme esclareceu Brenda, o pagamento mencionado pelo secretário, realizado dia 15, se refere ao passivo do mês de maio e o valor, ainda assim, não seria suficiente para quitar a folha salarial dos colaboradores.
“Transparência e comprometimento sempre foram valores inegociáveis para nós. Quando surge qualquer dúvida sobre nossa conduta ou a forma como conduzimos nosso trabalho, entendemos que o esclarecimento não é apenas necessário, mas uma responsabilidade. Por isso, fiz questão de vir pessoalmente prestar esclarecimentos, apresentar os fatos e deixar claro nosso posicionamento, com respeito a todos os nossos colaboradores, clientes e a tudo o que construímos juntos”, afirmou.
A executiva também lembrou os mais de 20 anos de trajetória da empresa. “Nossa história cresceu e se consolidou justamente porque sempre nos pautamos pela seriedade, transparência e compromisso com as pessoas. É assim que construímos e seguiremos nossa jornada: com clareza, responsabilidade e, acima de tudo, ao lado da verdade”, completou.
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou nesta segunda-feira (17) uma nova regulamentação para os procedimentos de fiscalização à chamada Lei Seca — as blitz — que estabelece regras para coibir a condução de veículos sob influência de álcool.
A noticia é do Estadão. Entre outros pontos, em situações envolvendo produtos que podem deixar temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor e enxaguantes bucais, a norma estabelece que, diante de uma indicação positiva no teste passivo, será realizada uma avaliação posterior antes de qualquer conclusão.
A resolução entra em vigor a partir de sua publicação no DOU (Diário Oficial da União), mas há um prazo de 60 dias para que entidades integrantes do SNT (Sistema Nacional de Trânsito) realizem as adaptações necessárias em suas ferramentas.
A norma atualiza procedimentos vigentes desde 2013 e também inclui a identificação de outras substâncias psicoativas.
A resolução institui uma fase de triagem nas operações de fiscalização realizadas pelos diferentes órgãos de trânsito do país. Nessa etapa, poderá ser utilizado o pré-teste ou teste passivo de alcoolemia, destinado a identificar possíveis indícios da presença de álcool.
O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool.
A medida regulamenta condutas já adotadas na maioria dos estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, além das operações nacionais da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
A nova regulamentação prevê o uso de equipamentos para identificar substâncias além do álcool.
O texto regulamenta uma possibilidade que já está prevista no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que admite testes toxicológicos e outros meios técnicos ou científicos para constatar a condução sob influência de substâncias psicoativas.
– Avaliação psicomotora: o agente responsável pela fiscalização deverá registrar, no auto de infração ou em termo específico, pelo menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor;
– Recusa: o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito também será atualizado para detalhar e padronizar a atuação em casos de recusa ao teste. Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos, disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição, conforme os artigos 165 e 165-A do CTB.
Morreu, nesta terça-feira (18), Glória Menezes, aos 91 anos, uma das grandes atrizes do Brasil, que marcou os palcos, o cinema e a televisão brasileira em mais de 60 anos de carreira. Ela morreu em sua casa, no Rio de Janeiro, segundo a família.
Não foi apenas com mocinhas e vilãs de 40 títulos televisivos, entre novelas e seriados, que a artista montou a extensa galeria de personagens que fez dela um dos rostos mais conhecidos do país.
A televisão foi um porto mais frequente. Mas houve também, em sua trajetória, dedicações pontuais ao teatro e pelo menos um grande papel no cinema, a sofrida Rosa, do filme “O Pagador de Promessas”, de 1962, de Anselmo Duarte.
Nascida na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1934, Nilcedes Soares Guimarães dedicou sua juventude a estudar piano. Nos anos 1950, matriculou-se na Escola de Artes Dramáticas, mas abandonou o curso um ano antes de concluí-lo, em 1959.
Iniciou sua carreira fazendo teleteatro na TV Tupi e, em 1959 ainda, atuou em “Um Lugar ao Sol”, sua primeira participação em novela, na TV Excelsior.
Um ano depois, já com o nome artístico Glória Menezes, estreou em uma montagem assinada por Antunes Filho, um dos diretores mais importantes do país, para a peça “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller.
Mas foi com “O Pagador de Promessas”, peça de Dias Gomes filmada por Anselmo Duarte, que ela de fato se tornou atriz célebre, pronta para deslanchar. O longa, que trazia Leonardo Villar no papel central, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado como melhor filme estrangeiro ao Oscar.
Não demorou para que, em 1963, Menezes ganhasse papel central em uma novela, em “2-5499 Ocupado”. Interpretava uma presidiária, par romântico com Tarcísio Meira, de quem se tornou mulher em outubro daquele mesmo ano. Foram 59 anos de casamento —o ator morreria em 2021, aos 85 anos, vítima da Covid-19.
Juntos, eles tiveram um filho em 1964, Tarcísio Filho, que também se tornou ator. Tarcísio foi o único filho de Meira e também o terceiro de Menezes. Ela é mãe de Maria Amélia e João Paulo, nascidos em um casamento anterior.
Na Rede Globo, juntos, fizeram “Sangue e Areia”, exibida de 1967 e 1968, “Rosa Rebelde”, de 1969, “Espelho Mágico”, de 1977, “Guerra dos Sexos”, de 1983, a série “Tarcísio & Glória”, de 1988, “Páginas da Vida”, de 2006, e “A Favorita”, de 2008, entre outras novelas.
Também estiveram lado a lado em “Irmãos Coragem”, de 1970, de Janete Clair. Na novela, um dos maiores sucessos de audiência da TV Globo, Glória Menezes assumiu o papel da jovem Lara, que tinha três personalidades diferentes. Em 1984, ela também estrelou um sucesso de Gilberto Braga, a novela “Corpo a Corpo”.
A possibilidade de entregar à iniciativa privada a administração de importantes rodovias federais no Rio Grande do Norte começou a ser estudada pelo governo. O Ministério dos Transportes e o BNDES estão avaliando a concessão de trechos das BR-101 e BR-304.
Os estudos ainda em fase de modelagem. Por enquanto, não há definição sobre qual seria o formato das concessões, os investimentos obrigatórios ou a eventual cobrança de pedágio. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos após 2026.
Um dos projetos envolve cerca de 1.835 quilômetros da BR-101, entre a divisa de Espírito Santo e Bahia e o entroncamento com a BR-304, em Natal. O trecho atravessa seis estados.
Outro projeto reúne aproximadamente 533 quilômetros da BR-116, entre Fortaleza (CE) e Mossoró, além da BR-304 até Natal.
Os levantamentos de campo já foram concluídos, segundo o BNDES. Agora, os projetos passam por análises técnicas, econômicas, financeiras e socioambientais. Uma das alternativas é dividir os corredores em lotes menores, permitindo que trechos específicos sejam concedidos separadamente.
Caso os projetos avancem, as concessionárias poderão ficar responsáveis por manutenção, conservação, sinalização e atendimento aos usuários. Duplicações e outras obras de maior porte deverão ser definidas nos contratos.
Há quase vinte anos, o presidente Lula fez um pronunciamento à Nação, em rádio e TV, num feriado de 7 de setembro, para exaltar as descobertas da Petrobras no chamado pré-sal, as reservas bilionárias de petróleo e gás encontradas em águas profundas pela estatal.
As fontes de riqueza, nas palavras do petista, seriam, para os brasileiros, um “passaporte para o futuro”, um caminho para o fim do atraso representado pelos péssimos serviços públicos na saúde e educação e pela desigualdade social.
Se futuro havia no pré-sal, em boa parte, pode-se dizer que foi roubado nos esquemas bilionários de corrupção vistos nos governos do PT que se seguiriam nos anos seguintes. O país ainda hoje espera por um futuro sem desigualdade, com saúde e educação dignas de Repúblicas petrolíferas.
Naqueles dias do anúncio feito por Lula, como revelou a Polícia Federal em diferentes investigações, um gigantesco plano para desviar recursos do pré-sal — numa engrenagem composta por políticos, burocratas, partidos e empreiteiras — já estava em pleno funcionamento nos bastidores do governo petista.
Em nome de “criar uma poderosa e sofisticada indústria petrolífera” no Brasil, Lula permitiu que partidos políticos aparelhassem diretorias da Petrobras, dando controle de orçamentos bilionários a apadrinhados do PT, do PP e do PMDB.
Obras de arte apreendidas durante a Operação Lava Jato (Divulgação/Polícia Federal/VEJA)
Esses burocratas protegidos por políticos eram encarregados de fraudar licitações e contratos para beneficiar empreiteiras do esquema. Essas construtoras, com a proteção política dos partidos, superfaturavam obras para pagar propina a caciques e repassar recursos ao caixa dois dessas mesmas siglas do esquema.
Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento, administrava as propinas devidas ao PP e ao PMDB juntamente com Nestor Cerveró, da diretoria Internacional. Já Renato Duque, diretor de Serviços, cuidava exclusivamente da propina recolhida por petistas e pelo tesoureiro do PT, o famoso pai dos “pixulecos”.
As empreiteiras, reunidas no chamado Clube do Bilhão, decidiam entre si quem ficaria com qual obra. As propinas eram tabeladas, entre 1% e 3% de cada contrato, que era sempre ampliado com aditivos para mascarar a roubalheira.
O dinheiro do pré-sal, que seria o futuro da Nação, segundo Lula, viajava em malas, amarrados sob a roupa de entregadores e até em caixas de bebidas. Era tanta propina, que até um serviço de “money delivery” foi crido pelo doleiro Alberto Youssef para dar conta da demanda, entregando o dinheiro sujo diretamente na casa dos corruptos.
Apreensões da 9ª fase da Operação Lava Jato (Polícia Federal/Divulgação)
As verbas das empreiteiras eram direcionadas a empresas de fachada desses doleiros que, a partir de notas fiscais frias, providenciavam os saques e as entregas aos políticos. Em alguns casos, a propina também era paga fora do país, em contas no exterior, e na forma de serviços, como carros de luxo, festas com garotas de programa e reformas de imóveis, como um famoso sítio em Atibaia, um triplex no Guarujá, um apartamento no ABC, um prédio em São Paulo…
Com tantos contratos no esquema, uma das empreiteiras chegou a comprar um banco para administrar exclusivamente a corrupção. A lista de políticos “correntistas” desse esquema virou história. Ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello é ainda hoje exemplo raro de político preso e pagando pelas propinas que recebeu do esquema, como senador de Alagoas e aliado do petismo.
CORRUPÇÃO - Carros apreendidos pela Lava-Jato: acusado de receber propina, o senador teve os bens confiscados pela operação – (Fotos Cristiano Mariz/.)
Nas contas da Polícia Federal, a roubalheira na Petrobras tirou do futuro dos brasileiros mais de 50 bilhões de reais.
A Operação Lava-Jato, com suas 79 fases, conseguiu recuperar pouco mais de 10% disso e quase todos os envolvidos terminaram escapando das garras da Justiça anos depois, quando vieram a público as mensagens da força-tarefa de Curitiba.
Condenado por corrupção na Lava-Jato, Lula derrubou os processos, invalidou provas e reverteu sua inelegibilidade, conseguindo voltar ao Planalto em 2022.
Agora candidato à reeleição, ele vestiu novamente o mesmo macacão de petroleiro para, novamente com uma lata de óleo nas mãos, anunciar uma nova chance, um novo “passaporte para o futuro” da Nação.
A nova fonte de sonho está materializada nas potenciais reservas de petróleo da foz do Amazonas. “Pode chamar isso (frasco de petróleo) de passaporte para o futuro desse país”, disse Lula.
Para que o país tenha futuro, é preciso que as coincidências com o passado parem no discurso.
Para muitos estudantes, agosto marca a volta às aulas depois do recesso de julho e o meio do ano letivo. É comum que a sensação de ter ficado para trás no conteúdo apareça justamente nesse momento. Mas, de acordo com o engenheiro e CEO da Kaizen Mentoria, Victor Cornetta, ainda há tempo de reorganizar a forma de estudar antes da reta final do ano — e isso pode fazer toda a diferença.
Cornetta explica que o principal desafio enfrentado pelos alunos não está no conteúdo, mas na forma de organizar a rotina. “A maioria não tem clareza do que precisa fazer, quando fazer e como fazer. Isso gera frustração, procrastinação e perda de desempenho”, afirma o especialista, criador do Método Kaizen.
Por que agosto é um bom momento?
De acordo com Cornetta, a segunda metade do ano letivo pode ser usada como um laboratório de aprendizado. É quando o estudante consegue experimentar uma nova forma de estudar, perceber resultados rápidos e chegar à reta final do ano com mais confiança. “Não se trata de correr contra o tempo, mas de aprender a usá-lo de forma estratégica”, reforça.
Além disso, o especialista reforça que o meio do ano é um marco natural para ajustes de rota. Ao usar esse período para ajustar a forma de estudar, o aluno não apenas encara os últimos meses do ano letivo com mais segurança, como também já se prepara para o próximo ano letivo mais organizado.
“Agosto é a chance de treinar agora aquilo que fará diferença depois. O estudante aprende a usar o tempo a seu favor e chega em janeiro com uma base sólida, em vez de recomeçar do zero”, afirma Cornetta.
Como funciona o método na prática
O Método Kaizen combina princípios da Engenharia com fundamentos da Pedagogia e se apoia em três pilares:
Rotinas semanais definidas – Cada encontro organiza metas específicas e realistas, ajustadas à rotina do estudante. Cornetta destaca que uma sessão de mentoria de três horas pode equivaler, em rendimento, a 40 horas de estudo desorganizado.
Ferramentas práticas de estudo – São utilizadas técnicas adaptadas ao perfil de cada aluno.
Prática Ativa nos encontros semanais – Além de tirar todas as dúvidas de conteúdos na mentoria, o aluno sempre treinará, junto com o mentor, suas técnicas de estudo. Sempre usando como exemplo um conteúdo que seu filho já estudou/estudaria naquela semana, garantindo a integração com as demandas escolares, sem representar um peso para o aluno.
Evidências do impacto
A proposta já ultrapassou a fase teórica. Em menos de dois anos, mais de 400 alunos foram acompanhados pela Kaizen em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte, além de Natal. A expectativa, segundo Cornetta, é expandir a metodologia para ainda mais regiões do país nos próximos meses.
Para o educador, agosto deve ser visto como um ponto de virada. “É um mês simbólico porque marca o meio do ano letivo e porque serve como treino para uma nova fase de aprendizagem. Pequenas mudanças feitas agora podem ter efeitos duradouros”, conclui.
Interessados em ver o impacto da Kaizen nos resultados dos alunos podem agendar uma reunião com um dos diretores, que vão entender suas necessidades e objetivos. A reunião pode ser agendada clicando no link a seguir: https://bit.ly/blogdobg1
O candidato ao Governo do RN, Cadu Xavier, compartilhou nas redes sociais um vídeo ao lado de Lula no qual o presidente e candidato à reeleição diz ter “muito orgulho” do que tem sido feito no Rio Grande do Norte e que o Estado “pode mais” ao pedir votos para Cadu.
“Quero pedir o seu voto para o meu companheiro Cadu de Lula para o Rio Grande do Norte seguir em frente. O Rio Grande do Norte pode mais. Cadu para governador”, disse o presidente.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), candidata ao Senado pelo Distrito Federal, voltou a declarar apoio à candidatura do enteado, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República.
“Precisamos eleger Flávio Bolsonaro como presidente. Vamos trabalhar para eleger a chapa do coração do Bolsonaro”, afirmou.
Durante o lançamento do comitê de campanha do deputado Alberto Fraga (PL), nesta terça-feira (18), Michelle pediu união aos apoiadores para eleger Flávio e afirmou que pretende participar de eventos ao lado dele no Distrito Federal.
Michelle e Flávio passaram por divergências durante a construção da candidatura presidencial, mas os últimos dias foram marcados por gestos públicos de aproximação. Flávio também elogiou a atuação da ex-primeira-dama em sua campanha.
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