O ministro do Turismo Henrique Alves, presidente do diretório regional do PMDB no Rio Grande do Norte, reuniu a executiva estadual do partido, na manhã desta segunda-feira (11), na sede do partido, na capital potiguar, para iniciar as conversas sobre as eleições municipais de 2016.
Durante o encontro, Henrique pediu um relato sobre a situação partidária nos municípios onde cada deputado atua diretamente junto às lideranças municipais e aos eleitores. Em cima desses dados, os deputados vão detalhar como se encontra o PMDB em cada região; perspectivas, dificuldades e possíveis apoios ou alianças futuras.
Participaram da reunião, entre outras lideranças, o senador Garibaldi Filho, o deputado federal Walter Alves, os deputados estaduais, Nélter Queiroz, Álvaro dias, Gustavo Fernandes e Hermano Morais, além do ex-senador Geraldo Melo.
Deveriam estar todos trabalhando. Essas reuniões de articulação política só servem desviar o real sentido do papel de vocês, que é trabalhar em prol da sociedade. Vergonha!
Com a proximidade do calendário eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se prepara para uma ampla reformulação no primeiro escalão. A expectativa é que mais de 20 ministros deixem seus cargos até o fim de março para disputar as eleições de outubro. Para evitar descontinuidade administrativa neste último ano de mandato, Lula tem sinalizado que pretende recorrer a “soluções caseiras”, promovendo quadros que já integram os ministérios.
A orientação no Palácio do Planalto é priorizar secretários-executivos e auxiliares diretos, que conhecem a rotina das pastas e podem manter o ritmo das entregas. Um dos movimentos já definidos envolve a Casa Civil. A atual secretária-executiva, Miriam Belchior, deve assumir o ministério no lugar de Rui Costa, que deixará o cargo para concorrer ao Senado pela Bahia. A escolha já foi comunicada internamente e segue a lógica de continuidade defendida pelo presidente.
Miriam Belchior integra o núcleo do governo desde o início do mandato e tem histórico de peso na gestão petista. Foi ministra do Planejamento no governo Dilma Rousseff e presidiu a Caixa Econômica Federal entre 2015 e 2016. A avaliação de aliados é de que o perfil técnico da futura ministra ajuda a blindar a Casa Civil de turbulências em um período de transição política.
Na área econômica, a tendência é semelhante. O atual secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, é o nome mais cotado para assumir o comando da pasta com a saída de Fernando Haddad, prevista para fevereiro. Haddad, que ainda não decidiu se disputará eleições ou atuará na articulação política da campanha de Lula, tem feito elogios públicos ao auxiliar e defendido sua trajetória em governos petistas. A eventual ascensão de Durigan é vista como um sinal de estabilidade ao mercado, sem mudanças bruscas na política fiscal.
Outra troca em andamento envolve a Secretaria de Relações Institucionais (SRI). Com a saída de Gleisi Hoffmann para disputar o Senado pelo Paraná, o nome mais forte para assumir a articulação política do governo é o de Olavo Noleto, atual presidente do Conselhão. Auxiliares do Planalto destacam sua experiência, a confiança de Gleisi e o bom trânsito com parlamentares como fatores decisivos para a escolha.
Com essas movimentações, Lula busca atravessar o ano eleitoral mantendo o funcionamento da máquina pública e evitando sobressaltos administrativos. A aposta em nomes da própria equipe reflete a estratégia de preservar a agenda do governo enquanto ministros deixam o Planalto para entrar de vez na disputa política.
O Senado Federal recusou um pedido feito via Lei de Acesso à Informação (LAI) para divulgar os registros de entrada e saída da advogada Viviane Barci de Moraes em suas dependências. Viviane é esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes e firmou, em janeiro de 2024, um contrato de R$ 130 milhões com o Banco Master, prevendo atuação junto a diferentes poderes da República, inclusive no Congresso Nacional, para o acompanhamento de projetos de interesse da instituição financeira.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. Na resposta ao pedido, a Casa alegou que os dados solicitados têm caráter pessoal, por se referirem a pessoa física identificada. O Senado citou dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e um decreto de 2012 que regulamenta a LAI, segundo os quais informações ligadas à intimidade, vida privada, honra e imagem não podem ser divulgadas.
A negativa contrasta com respostas obtidas junto a outros órgãos. Solicitações semelhantes foram encaminhadas ao Banco Central, à Receita Federal, ao Cade e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que informaram não ter registros ou conhecimento de atuação de Viviane Barci de Moraes em suas dependências.
Para o procurador de Justiça de São Paulo e presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, a justificativa apresentada pelo Senado não se sustenta. Segundo ele, não há fundamento legal para classificar como dado sensível a informação sobre a presença de alguém em um prédio público. Na avaliação do procurador, a negativa reforça uma cultura de falta de transparência e contraria o espírito da Lei de Acesso à Informação, cujo objetivo é assegurar publicidade aos atos da administração pública.
O professor Fabiano Angélico, da Universidade de Lugano e pesquisador da área de transparência, também criticou a decisão. Para ele, a resposta do Senado representa um desrespeito direto às diretrizes da LAI, que estabelece a divulgação como regra e o sigilo como exceção.
Desde que o contrato com o Banco Master entrou em vigor, o Senado analisou temas sensíveis aos interesses da instituição. Em agosto de 2024, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) rejeitou uma emenda à PEC da autonomia do Banco Central que previa ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A proposta, apresentada por Ciro Nogueira (PP-PI), ficou conhecida nos bastidores do mercado financeiro como “emenda Master”. O mesmo senador também teria atuado para frear a instalação de uma CPI destinada a investigar o banco.
O acordo firmado com Viviane Barci de Moraes previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos ao escritório Barci de Moraes Associados, o que poderia totalizar cerca de R$ 130 milhões até 2027, ano em que Alexandre de Moraes deve assumir a presidência do STF. Procurado pela reportagem, o escritório informou que não estava autorizado a fornecer contato direto da advogada.
A publicitária Danielle Miranda Fonteles associou o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, a uma empresa de consultoria investigada por movimentações financeiras atípicas e indícios de ser usada como fachada. Trata-se da Spyder Consultoria, que, mesmo sem presença digital e registrada em nome de um jovem de 25 anos, auxiliar de serviços gerais, movimentou R$ 371 milhões em apenas seis meses, chamando a atenção da CPMI do INSS, que determinou a quebra de sigilo da empresa.
A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. Relatório do Coaf encaminhado à comissão aponta uma transferência de R$ 200 mil da Spyder para Danielle Fonteles. Em nota, a publicitária afirmou que não tinha conhecimento da existência da empresa e que o pagamento foi feito a mando do Careca do INSS, como parte de uma negociação imobiliária envolvendo a venda de um imóvel em Trancoso, no sul da Bahia. A defesa de Antônio Antunes, por sua vez, informou que ele não irá se manifestar sobre o caso.
Danielle Fonteles é figura conhecida no meio político por ter atuado em campanhas do PT, incluindo a de Dilma Rousseff em 2010. Segundo a Polícia Federal, ela também aparece como sócia de Antunes na Cannabis World, empresa de cannabis medicinal com atuação em Portugal. Mensagens obtidas pela imprensa indicam que a publicitária coordenava a operação do negócio no país europeu, acompanhando de perto projetos ligados à área.
A Spyder entrou no radar da CPMI após receber recursos da Dinar S/A Participações, empresa usada pelo Careca do INSS e que, por sua vez, recebeu valores de outras companhias e entidades investigadas no esquema conhecido como “Farra do INSS”. Apesar de ter capital social declarado de apenas R$ 120 mil e ter sido registrada em dezembro de 2024, a consultoria apresentou, já em janeiro de 2025, uma movimentação milionária. Para os investigadores, o contraste entre a estrutura formal da empresa e o volume financeiro reforça suspeitas de irregularidades, que agora serão aprofundadas no âmbito da comissão parlamentar.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (29) uma ordem executiva declarando emergência nacional em relação a Cuba e abrindo caminho para a aplicação de tarifas sobre países que vendam ou forneçam petróleo à ilha caribenha. A medida representa uma escalada nas pressões econômicas de Washington sobre o regime cubano, intensificando ações para isolar a economia da nação governada por Miguel Díaz-Canel.
Pelo texto, os Estados Unidos poderão impor aranceles adicionais às importações de bens de países que, direta ou indiretamente, exportem petróleo ou derivados a Cuba. A ordem não estabelece automaticamente valores ou uma lista de nações afetadas: cabe ao secretário de Comércio identificar fornecedores de petróleo à ilha e, com base nesse diagnóstico, o secretário de Estado — em consulta com outras agências — decidir se e quanta tarifa será aplicada, com o presidente finalizando o processo.
A Casa Branca justifica a ação argumentando que as políticas e práticas do governo cubano representam uma “ameaça extraordinária e incomum” à segurança nacional e à política externa dos EUA, acusando Havana de manter laços com países e grupos considerados hostis por Washington, como Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah. O documento também faz referência a violações de direitos humanos e à suposta presença de atividades de inteligência estrangeira na ilha.
Especialistas internacionais destacam que a medida ampliada de pressões coincide com um quadro de crise energética em Cuba, agravado pela interrupção de remessas de petróleo da Venezuela após ações militares norte-americanas naquele país e pela redução de envios do México. Em resposta, autoridades cubanas classificaram a ordem como um ato de agressão que visa aprofundar o sofrimento da população e debilitar ainda mais a economia da ilha.
Em pleno ano eleitoral, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem dado sinais claros de prioridade ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto temas caros à oposição ficam em segundo plano. Nos primeiros movimentos de 2026, o comando da Casa tem buscado evitar embates e manter uma agenda alinhada às pautas do Executivo.
Na primeira reunião de líderes do ano, realizada na quarta-feira (28), ficou acordado que a Câmara não deve iniciar os trabalhos com propostas polêmicas. A expectativa é de um ritmo mais lento até o Carnaval, período em que o Congresso tradicionalmente esvazia. Ainda assim, Motta afirmou que pretende votar já na próxima semana a Medida Provisória do Gás do Povo e o projeto que cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano, ambos de interesse do governo.
O presidente da Câmara também se reuniu com o ministro da Justiça, Wellington César, e sinalizou apoio à votação da PEC da Segurança Pública após o Carnaval, uma das principais prioridades do Planalto e que tramita no Congresso desde 2024. Além disso, Motta tem acompanhado Lula em eventos oficiais, como a sanção da segunda lei que regulamenta a reforma tributária, reforçando a aproximação institucional com o Executivo.
Em contraste, o deputado tem evitado se posicionar sobre assuntos ligados à oposição. Motta não comentou, por exemplo, a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o presídio da Papuda, nem a decisão de Bolsonaro de não apoiar uma eventual candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e filiado ao Republicanos. O silêncio reforça a leitura, nos bastidores, de que a presidência da Câmara aposta em uma relação mais estável com o Planalto neste início de ano legislativo.
Tanto o presidente do senador, como o da Câmara, são foi-se vendidos, devem ter recebido gordas propinas e resolveram se calar, LULADRAO usa essa tática a anos, pois sabe como tratar corruptos , os alimentando com dinheiro. Todos do mesmo nipe.
A Comissão Executiva Nacional do PT avaliou que a eleição presidencial de 2026 será marcada por um embate direto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o bolsonarismo, tratado pelo partido como a expressão de projetos opostos para o país. Em resolução política divulgada nesta quinta-feira (29), a legenda afirma que o pleito vai além da escolha entre nomes e representará uma decisão entre a defesa da democracia e um modelo classificado como autoritário.
No documento, o PT sustenta que a disputa colocará frente a frente um projeto “democrático, popular e soberano”, liderado por Lula, e outro que atribui ao bolsonarismo, descrito como excludente e alinhado a interesses do capital financeiro e da extrema direita internacional, independentemente de quem seja o candidato. O partido trabalha com a possibilidade de enfrentar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato do campo bolsonarista.
A resolução faz um balanço positivo do atual governo e usa indicadores econômicos e sociais para defender a continuidade do projeto petista. O texto cita crescimento econômico acima de 3%, queda do desemprego a níveis históricos, valorização real do salário mínimo, redução da desigualdade e inflação controlada. Também destaca medidas como a ampliação da isenção do Imposto de Renda e uma política tributária mais progressiva como sinais de justiça social.
Além do cenário interno, o PT ressalta a retomada do protagonismo internacional do Brasil, com ênfase na agenda ambiental e no fortalecimento do papel do Estado. Ao mesmo tempo, critica pressões do Congresso e do mercado, cita crises financeiras recentes e aponta riscos à democracia, como a disseminação de desinformação e discursos de endurecimento na segurança pública. Ao final, a legenda reafirma a reeleição de Lula como prioridade e defende a formação de maioria no Congresso para sustentar o projeto político em 2026.
O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, admitiu ao STF que a instituição atravessava uma crise de liquidez. A declaração foi feita durante depoimento prestado no dia 30 de dezembro, no qual o banqueiro atribuiu as dificuldades financeiras a mudanças nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), base central do modelo de negócios do banco.
Segundo Vorcaro, o Master sempre manteve solvência e cumpriu suas obrigações até meados de novembro, mas passou a enfrentar problemas após alterações regulatórias que, segundo ele, reduziram a capacidade de captação da instituição. O empresário afirmou que o plano de negócios apresentado ao Banco Central desde 2018 era totalmente estruturado com base no FGC e que essa estratégia estava dentro das normas vigentes à época.
“O plano do Banco Master era 100% atrelado ao fundo, e isso nunca foi irregular. Era o que a regulação permitia”, disse Vorcaro, ao sustentar que as mudanças no FGC ocorreram após pressão de grandes bancos, o que teria afetado diretamente o funcionamento da instituição.
Durante o depoimento, o banqueiro também explicou por que o Banco Master não ressarciu cerca de R$ 12 bilhões ao Banco de Brasília (BRB). De acordo com ele, a situação foi agravada pelo desfazimento em larga escala de créditos bancários originados pela empresa Tirreno, o que teria surpreendido a direção do banco e contribuído para o agravamento da crise financeira.
Essa turma é composta só de bandidos mesmo, falam de 12 bilhões, como se fossem 12 reais, que ficou devendo no mercearia do vizinho. Agora um cidadão de bem deva 100 reais a um banco, fica com nome sujo, perde o crédito e vai parar na justiça.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (28) e extinguiu o pedido sem análise do mérito. A ação foi protocolada por Francisco Ricardo Alves Machado, que se identificou como estoquista e morador de Japeri, no Rio de Janeiro.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. No pedido, o autor solicitava a soltura imediata de Bolsonaro e a anulação do processo, alegando suspeição de magistrado. O texto também citava uma série de problemas de saúde do ex-presidente, como doenças digestivas, câncer de pele, apneia do sono, hipertensão, hérnia e histórico de traumatismo craniano, como argumento para caracterizar constrangimento ilegal à liberdade.
A petição ainda sustentava a inexistência de crime punível, com base no artigo 17 do Código Penal, que trata do chamado crime impossível, além de recorrer a dispositivos da Constituição, do Código de Processo Penal e a tratados internacionais de direitos humanos. Para o impetrante, esses fundamentos justificariam a concessão do habeas corpus.
Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes afirmou que o pedido apresentava “vícios insanáveis”, com argumentação genérica e sem a descrição concreta de atos que configurassem coação ilegal. Segundo o ministro, a ausência de individualização mínima dos fatos inviabiliza qualquer correção da petição, tornando impossível o prosseguimento do habeas corpus nos termos exigidos pela legislação.
A Latam Airlines Brasil divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira (29) após um incidente envolvendo um carregador portátil durante o voo LA3581, que fazia a rota São Paulo/Congonhas–Brasília. O equipamento de um passageiro pegou fogo dentro da aeronave, provocando susto entre os ocupantes e levando o avião a alternar o pouso para o Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP).
De acordo com informações da Rede Voa, responsável pela administração do aeroporto, a tripulação conseguiu controlar a situação ainda durante o voo e não houve necessidade de decretar emergência. Equipes do Corpo de Bombeiros e de atendimento médico acompanharam o pouso por precaução. Três passageiros apresentaram mal-estar e foram atendidos na pista, mas nenhum precisou ser encaminhado ao hospital.
Após o pouso em segurança, os passageiros seguiram viagem para Brasília, com decolagem às 18h30. A operação foi reorganizada pelo Centro de Controle Operacional da Rede Voa, e a companhia aérea realizou os procedimentos necessários antes da continuidade do voo.
Em nota, a Latam informou:
“A LATAM Airlines Brasil informa que o voo LA3581 (São Paulo/Congonhas–Brasília), de quinta-feira (29/01), foi alternado e aterrissou em total segurança no Aeroporto de Ribeirão Preto, devido a um incidente envolvendo um carregador portátil de um passageiro durante o voo. Após tomadas as medidas necessárias, o voo seguiu viagem para Brasília às 18h30. A LATAM reforça que todos os seus tripulantes são treinados para lidar com esse tipo de ocorrência e que adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias para garantir a segurança de seus passageiros e funcionários.”
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocou forte repercussão nesta quinta-feira (29) após fazer declarações polêmicas sobre Jesus Cristo durante um discurso público. Ao comentar aspectos da vida de Jesus, o chefe do Executivo sugeriu que ele teria vivido experiências amorosas e chegou a afirmar que Cristo “fez amor” e morreu “rodeado de mulheres”.
Na fala, Petro levantou a hipótese de um vínculo afetivo entre Jesus e Maria Madalena, argumentando que “um homem sem amor não poderia existir”. A declaração rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e abriu um intenso debate, principalmente entre fiéis cristãos, que apontaram contradições com os ensinamentos bíblicos.
Apesar de o presidente se declarar católico, ainda que não praticante, suas palavras confrontam diretamente a doutrina cristã, segundo a qual Jesus viveu em celibato, sem relações sexuais ou envolvimentos sentimentais. Para líderes religiosos, a fala extrapola interpretações teológicas e toca em pontos considerados sagrados pela fé cristã.
Entidades religiosas reagiram com críticas. A Confederação Evangélica da Colômbia classificou as declarações como desrespeitosas e distorcidas, enquanto a Conferência Episcopal Católica pediu respeito às crenças religiosas, destacando que a maioria da população colombiana se identifica como cristã.
Fala de quem fumou algo estragado mesmo… e, como tudo que vem desse povo, sem compromisso com a verdade ou com comprovação do que diz. Ate Vergonhoso tanto quanto um personagem que se ria de forma orgulhosa ao falar de dados e números inventados e inexistentes…
Jesus SE FEZ AMOR! Ele é o amor verdadeiro de Deus Pai, enviado ao mundo, vivendo como homem, sem pecado, como Deus Santo, que é!
Ao blasfemo do vídeo, só se pode esperar que o Eterno tenha misericórdia de sua alma. E aja com reto juízo.
Deveriam estar todos trabalhando. Essas reuniões de articulação política só servem desviar o real sentido do papel de vocês, que é trabalhar em prol da sociedade. Vergonha!