Planalto confirma saída de mais três ministros do PMDB

O Palácio do Planalto confirmou hoje (20) que os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera; da Secretaria de Portos, Helder Barbalho; e de Minas e Energia, Eduardo Braga, todos do PMDB, não fazem mais parte do governo Dilma Rousseff.

Dos sete ministérios que o PMDB tinha no governo Dilma, apenas dois continuam sob o comando de integrantes do partido: os ministérios da Saúde, com Marcelo Castro; e o da Agricultura, com a ministra Kátia Abreu. Os peemedebistas Henrique Eduardo Alves e Mauro Lopes já haviam deixado o Ministério do Turismo e a Secretaria de Aviação Civil, respectivamente.

Pansera, que é deputado federal, havia deixado o cargo na última semana para votar contra a abertura do processo de impeachment de Dilma na Câmara, e não retornou ao ministério.

Braga e Barbalho deixaram o cargo por se sentirem desconfortáveis com a situação do PMDB após a abertura do impeachment de Dilma, com amplo apoio do partido na Câmara. Os dois, no entanto, haviam sinalizado que apoiariam a presidenta na tarefa de tentar barrar o processo no Senado. Braga e o pai de Helder, Jader Barbalho, possuem mandato de senadores.

Barbalho mencionou em sua carta de demissão o “momento em que a Câmara dos Deputados delibera pela autorização da abertura do processo de impedimento” de Dilma, e disse que assumirá posição política de respeito à “democracia”, por acreditar na “absoluta ausência de crimes de responsabilidade” que justifiquem o afastamento da presidenta.

Ao entregar o cargo, Braga disse que não vai participar da sessão que vai analisar a admissibilidade do impeachment no Senado, mas que sua esposa, que é suplente, vai representar “com coerência” a posição dele na votação. Por meio de nota à imprensa, Dilma agradeceu a dedicação dos ministros que deixam o governo.

Fonte: Agência Brasil

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Fátima: Temer não tem condição de pacificar este país

26139038750_4cfa36f2ab_kA senadora Fátima Bezerra disse, nesta quarta-feira, que o vice-presidente, Michel Temer, não tem condição nenhuma de pacificar o País ao lado do Presidência da Câmara, Eduardo Cunha. “Todos nós sabemos o que significaria Michel Temer e Cunha à frente dos destinos deste País, do ponto de vista do desmonte, do ponto de vista do retrocesso, tanto no campo político, como no campo social”, disse.

Fátima afirmou que ainda que o Programa intitulado “Uma Ponte para o Futuro”, do vice-presidente, representa, na verdade, uma ponte para destruir o presente e o futuro das conquistas do povo brasileiro. “O que estamos vivendo é um momento histórico. Daqui a 50 anos, contaremos aos nossos descendentes – e a história honrará aqueles e aquelas que terão orgulho de dizer que foram às ruas para defender o mandato de uma Presidenta legitimamente eleita pelo voto popular, contra quem não se pode comprovar qualquer crime”, afirmou.

Fátima também voltou a pedir que continuem as mobilizações em todo o pais. “ A batalha não terminou. Estamos confiantes de que nós vamos celebrar a democracia no próximo domingo, derrotando o impeachment ainda na Câmara dos Deputados. A grande mídia, todos nós sabemos, tem lado, tem cara e tem se apresentado como um verdadeiro partido de oposição, tentando criar um clima, criar uma onda, como se houvesse um fato consumado, quando não é nada disso, de maneira nenhuma. Este não será o País do ódio, da vingança e das traições. No domingo, vamos sepultar o Impeachment e dizer que valeu a luta”, ressaltou a senadora.

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Val Lima  14/04/2016

"Senadora" bote uma coisa em vossa cabeça...."Inês tá morta" e ponto final!!! - Responder

Salvador  14/04/2016

Essa é outra que ao final do seu mandato vai pedir votos na PARAIBA. A qui nunca mais, Potiguar tem que vota em potiguar. - Responder

Brasil, Meu país NÃO será dos fascistas!  14/04/2016

Vejam abaixo o q a midia fez com a cabeca dos midiotas. É de dar medo como essa gente é fácil de manipular. Senador bom e q pensa no RN é Ze Agripino minha gente. - Responder


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PMDB começa a entregar cargos do Governo Federal

exoneraçãoApós o rompimento do PMDB com o governo Dilma Rousseff e a pressão de aliados da base governista para que peemedebistas entregassem os cargos, o partido começou a entregar os cargos. O Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (31) começou a trazer as primeiras exonerações de pessoas ligadas ao ex-ministro Henrique Alves.

A primeira exoneração ligada a Henrique foi a de Walter Gomes de Sousa, que deixou hoje o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs). Outra exoneração peemedebista foi a de Rogério Abdalla do comando da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Rogério é ligado ao vice-presidente Michel Temer.

Pelas informações que o blog teve acesso, o PMDB tem cargos em vários órgãos federais no RN: Conab, Codern, Funasa, INSS e Dnocs. Mais de 100 cargos pelo que consta.

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Fabrício Cardoso  31/03/2016

Segundo alguns férias por 90 dias ou menos. Ocorrendo a saída do PT do governo e a turma que tem rabo preso ficar sem foro privilegiado, vai tirar, ou melhor, vem tirando o sono de muita gente. Imagine o MST fazendo suas arruaças portando suas armas sem a proteção do PT, vai faltar cadeia. - Responder

PT DA VIDA  31/03/2016

100 cargos só no RN Imagina no país inteiro... É de lascar a tampa! - Responder

Rafael Motta critica: “Vivemos uma queda de braço medíocre”

Rafael Motta 1O deputado federal Rafael Motta, do PSB, criticou hoje a crise política que tomou conta do Brasil e que tem resultado em uma total obstrução dos trabalhos da Câmara dos Deputados, em Brasília. Segundo o parlamentar, o País vive hoje uma “queda de braço medíocre” que tem impedido a criação de uma agenda para resolver os problemas da população.

“Essa situação toda está atrapalhando o trabalho legislativo. A gente está vivendo uma queda de braço medíocre. Falta uma agenda propositiva para o nosso País. As votações aqui no plenário (da Câmara dos Deputados) estão os partidos encaminhando à obstrução porque, primeiro, não se discute o impeachment todo de uma vez só e, segundo, não temos um presidente que não tem legitimidade para conduzir toda essa discussão”, afirmou Rafael Motta.

Segundo o deputado, é preciso resolver o quanto antes essa questão e acabar com a dúvida se o governo federal continua ou não. “A gente precisa, realmente, resolver logo esse problema, porque se não vai agravar cada vez mais a política do nosso país. As instituições estão em crise. A economia está em queda, o emprego normal caindo, o desemprego aumentando, o juros aumentando, e tudo isso faz com que o impeachment não seja, apenas, um julgamento político em relação as famosas pedaladas fiscais”, acrescentou ele.

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Francisca Neuma Queiroz  14/04/2016

O Partido deveria mudar de sigla. O termo socialista não está de acordo. Jogou sua história no lixo ao aliar-se aos fascistas. Salve sua militância que não se acovarda. - Responder

fernando alves  31/03/2016

E brincadeira escuta este cara dizer estas coisas. kkkkkkkkkkk Será que ele sabe o que esta acontecendo no RN? será .... kkkkkkkkkk Cala-te boca kkkkkkkkk - Responder

haroldo  30/03/2016

Essas tetas do governos ninguem quer soltar. - Responder


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Garibaldi defende debate político sem “radicalização e maniqueísmo”

garibaldi alves“Como integrante do PMDB estarei aqui para defender a decisão do partido (de desligar-se do governo), mas o farei sem apelar para a radicalização e o maniqueísmo”. Da tribuna do Plenário, o senador Garibaldi Filho pediu respeito à opinião pública e defendeu que os debates sejam travados com moderação e respeito. “Nesse momento crucial para a vida política brasileira, devemos exercer um diálogo que permita que não sejamos depois levados a uma execração pública”, recomendou.

Na avaliação do senador Garibaldi Filho, os partidos políticos devem ter suas histórias respeitadas. Ele citou o seu partido, o PMDB, que completou 50 anos na semana passada. “Se não dermos o respeito a isso, se desqualificarmos o debate dizendo (por exemplo) que o PMDB é o anjo e o PT é o demônio, onde é que iremos chegar?”, indagou. Ele acrescentou que o seu partido não pode ser cobrado “de forma injusta ou mesquinha” por ter resolvido deixar de apoiar o governo.

“Não pretendo ingressar nesse jogo, nem pretendo me intimidar. Os que hoje dizem que o PMDB é isso ou aquilo, detratando a imagem do meu partido, ontem diziam o contrário. Com relação ao presidente Michel Temer, que é tão acusado hoje, antes era considerado um vice-presidente da mais absoluta confiança e apreço, merecendo a admiração do atual governo”, lembrou Garibaldi Filho.

Em aparte, a senadora Ana Amélia (PP-RS) avaliou que o enfrentamento tem levado ao acirramento, à divisão da sociedade e ao desrespeito com quem pensa de forma contrária. Ela denunciou que na rodoviária de Brasília foram distribuídos panfletos contendo inverdades como o fim do pagamento do 13º salário, FGTS e abono de férias caso o impeachment seja aprovado. “São cláusulas pétreas e imutáveis, como são capazes de levar essa mentira à população do país?”, indagou.

“Eu queria dizer que eu assino embaixo das declarações de vossa excelência, mesmo não sendo da bancada do seu Partido. Mas não é esta a forma que nós aprendemos, e vossa excelência é meu mestre nisso, pela sua experiência na política do nosso País”, destacou também a senadora Ana Amélia.

Aparte – Antes do seu pronunciamento, o senador Garibaldi Filho havia aparteado a senadora Fátima Bezerra para defender a tese de que debates radicais ou maniqueístas não contribuirão para melhorar o atual momento político brasileiro. “Nós, brasileiros, não podemos aceitar os que defendem um ponto de vista se considerarem defensores do bem, enquanto os que têm outro ponto de vista são taxados de defensores do mal”, afirmou o senador.

Garibaldi Filho fez referência ao trecho do discurso de Fátima Bezerra no qual ela colocou de um lado “os lutadores e lutadoras do povo, os lutadores e lutadoras da democracia” e do outro “os traidores e traidoras do povo e da democracia”. Para o senador, os que discordam da posição defendida pelo governo não podem ser taxados de impatriotas. “Isso não serve ao país. Não posso aceitar esse dualismo, esse radicalismo, essa coisa de se dizer que os bons estão ali e os maus acolá”, opinou Garibaldi.

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fernando alves  31/03/2016

Acabou com todos os direitos do funcionario público quando foi governador e para fechar seu governo com chave de ouro pagava os salarios com abono nunca ninguem tinha prejudicado tanto o funcionario como este cara. "GARILBALDI NUNCA MAS" - Responder

paulo  31/03/2016

BG Nunca foi recebido pela pzidenta quando era ministro. Isto sim é que é um governo golpistas que nem seus auxiliares direto eram recebidos para tratarem dos assuntos da NAÇÃO BRASILEIRA, Fora pt - Responder

FRASQUEIRINO  30/03/2016

Sanguessuga do PMDB.Foi ministro da previdência socoal com muitos cargos ocupados por correligionários, mas pulou fora do barco - Responder

PMDB vai romper com Dilma e entregar os cargos até o dia 26

Já está cristalizado. O PMDB, depois dos episódios de ontem e de muitas conversas, decidiu romper com o governo da presidenta Dilma Rousseff. O que era possibilidade, agora é certeza segundo dois parlamentares que o blog conversou neste sábado.

O partido desembarca do governo até o dia 26. Vai entregar os cargos que tem na administração e os ministérios.

O PMDB como é do seu feitio, sugou até onde pode, comeu o filé enquanto pode e quando não deu mais, largou o osso.

O PMDB partirá para o apoio ao impeachment, que, se conseguir afastar Dilma, vai tornar Michel Temer, o atual vice, futuro presidente. Essa é a expectativa do vice-presidente.

Confirmado o rompimento, qual será a posição do Ministro Potiguar, Henrique Alves, que tem até o momento defendido a manutenção do partido no governo Dilma?

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Fernando Henrique  19/03/2016

Boa! Só acrescento que é melhor Temer não ficar muito tempo Dilma cai via impeachment e depois o STF caça a chapa toda, convocando novas eleições. Ai sim! - Responder

Charles  19/03/2016

E agora Bandilma o que será do seu falecido governo? Com a palavra os alienados de plantão. Estou na contagem regressiva pra queda. Kkkkkkk. Triste fim, mas mereceu. - Responder

Polyana  19/03/2016

Agora vamos ser administrados por um autêntico investigado e lider de um partido de camaleões. - Responder


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Júlia Arruda é convidada para ingressar no PMDB

JuliaA vereador Júlia Arruda anda com prestígio. Convidada para várias legendas, na semana passada foi sondada pelo próprio ministro do Turismo, Henrique Alves para ir para o PMDB.

A esposa do ministro, a socialite Laurita Arruda, é prima de Júlia e costura para a vereadora se filiar ao partido de Henrique e vir a compor a chapa de Carlos Eduardo como vice. A opção também agrada ao prefeito Carlos Eduardo que não esconde de ninguém esse desejo, que inclusive já teve na eleição passada.

Setores do PMDB que falaram ao blog confirmaram essa possibilidade e que isso seria uma costura direta da esposa do ministro.

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jose  25/02/2016

Perdeu o meu voto. - Responder

paulo  25/02/2016

BG Fará uma PÉSSIMA escolha, se ligue vereadora, pois será engolida pelo partido dos Alves. - Responder

Val Lima  25/02/2016

Homi,quem vai ser vice de Carlos Alves é o Dep Álvaro Dias...inclusive já transferiu o domicílio eleitoral de Caicó para Natal...pq ele faria isso se não tivesse um objetivo? - Responder


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Garibaldi sobre saída de Hermano do PMDB: “Farei um apelo pra ele continuar”

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Em discurso, senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). Foto: Moreira Mariz/Agência Senado
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

O senador Garibaldi Alves Filho vai entrar em campo pra segurar o deputado estadual Hermano Morais nos quadros do PMDB. Para o blog, por meio da assessoria, o líder peemedebista contou que vai conversar com o deputado para mantê-lo filiado no partido.

Garibaldi disse estar preocupado com a possibilidade de Hermano deixar o PMDB, por já ter uma história dentro do partido. o senador acredita que, mesmo com a insatisfação, Hermano deva continuar no PMDB. O próprio Hermano já externou essa insatisfação ao blog e disse que vai conversar com as bases antes de qualquer decisão.

“Eu vejo isso com uma certa preocupação. É um grande companheiro e um grande deputado. Se chegar a acontecer, que acredito que não vá acontecer porque não há essa história de que não há conversa com ele no partido. Farei um apelo para que ele possa permanecer”, adiantou.

Hermano está insatisfeito com a forma como vem sendo tratado no PMDB e tem mantido conversas com outras legendas, principalmente, o SDD do deputado Kelps Lima, que ofereceu diretório municipal e estrutura para concorrer ao cargo de prefeito no pleito de 2016. Hermano foi escanteado no PMDB, quanto tentava viabilizar a pré-candidatura a prefeito de Natal. Ele foi posto de lado para que partido desse apoio ao prefeito Carlos Eduardo em troca de alguns cargos na administração por decisão do ministro Henrique Alves.

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FRASQUEIRINO  12/02/2016

Se nao rezar na cartilha de Henrique Alves ta fora. Mais uma vítima do PMDB dos ALVES. - Responder

carlos  12/02/2016

Hermano, aproveita e cai fora pois Alves e Maias, só pensam neles. Já destruíram Geraldo Melo, Fernando Freire, Rosalba Ciarlini, o próximo é Robson. Cai fora enquanto é tempo. No PMDB você só terá vez, quando for numa situação de perigo, quando eles sentirem que a coisa está feia. - Responder

Anderson  12/02/2016

Se o Dep Hermano tiver juízo não aceitará cabresto e tomará as rédeas da sua carreira política. Lute pelo reconhecimento do seu trabalho Dep., não espere reconhecimento destas velhas raposas da política Potiguar, eles só trabalham para a família o resto é massa de manobra . - Responder


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Henrique Alves e Sandro Mabel reforçam interlocução de Temer na Câmara

Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara
Foto: Beto Oliveira / Agência Câmara

O vice-presidente da República, Michel Temer, tem contado com apoios extras na Câmara dos Deputados na tentativa de aprovar o impeachment da presidente Dilma Rousseff no próximo domingo (17) e assumir a cadeira de presidente. O ex-ministro do Turismo Henrique Alves, juntamente com o ex-deputado federal Sandro Mabel, tem conversado com políticos de vários partidos e pedido para votarem a favor do impedimento da presidente.

Enquanto esteve a frente do Ministério do Turismo, Henrique Alves comeu só do filé. Quando viu o clima favorável ao impeachment, que pode terminar colocando Michel Temer como presidente, Henrique tratou logo de entregar o cargo e largar só o osso. Agora, o peemedebista já ajuda o possível futuro presidente de olho novamente em um Ministério.

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EDER  13/04/2016

COMO INTERLOCUÇÃO SEM CARGO NO CONGRESSO ?????????????????? - Responder

Jailza  13/04/2016

Hô povinho despeitado. Bem que Cassiano Arruda dizia em sua coluna que o povo de Natal gastava 200, para alguém não ganhar 20. - Responder

Fina Ironia  14/04/2016

Já está de olho numa "boquinha"... Esse não perde tempo! - Responder


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Senador do PMDB defende realização de novas eleições presidenciais

Foto: Moreira Mariz / Agência Senado
Foto: Moreira Mariz / Agência Senado

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu nesta segunda-feira (4) a realização de novas eleições presidenciais ainda neste ano como solução para a crise política enfrentada pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Em um discurso na tribuna do Senado, o peemedebista disse que “o clamor das ruas” formam a base de sua proposta.

“Não seria uma renúncia. Não seria um impeachment, mas, sim, antecipar as eleições presidenciais que aconteceriam agora em outubro próximo, concomitantemente com as eleições municipais”, disse o senador, que defendeu ainda a facilidade de se realizar o pleito já que o país estaria mobilizado para a votação de prefeitos e vereadores.

Segundo Raupp, sua proposta ainda não envolve a apresentação formal de uma emenda à Constituição. “Não é uma proposta formal. Não é uma PEC [Proposta de Emenda à Constituição] mas poderá, diante de um entendimento, futuramente, ser lançada não por mim, mas por um conjunto de senadores ou parlamentares do Senado e da Câmara aqui no Congresso Nacional”, disse.

“Resolvi trazer essa ideia porque, diante do cenário de grave crise política, é preciso que haja um gesto de grandeza no meio disso tudo. Acho até que não cabe ao Congresso apresentar um projeto para viabilizar a realização de novas eleições e por isso, cabe ao governo enviar uma proposta nesse sentido. Mas podemos começar a pressioná-los por isso”, afirmou Raupp à Folha antes de realizar o discurso em plenário.

Durante sua fala na tribuna, Raupp afirmou que, uma semana antes de o PMDB ter oficializado o desembarque do governo, o vice-presidente Michel Temer o confidenciou que “não quer ser presidente da República numa situação desta”, se Dilma realmente for obrigada a deixar o cargo.

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Junior pinheiro  05/04/2016

Taí uma proposta decente, sensata!!! QUEM MAIS QUER A PRESIDENCIA É O PSDB, O FATO É QUE NAO APRESENTA UM QUE VALHA A PENA!!!! TODOS ENROLADOS!! - Responder

Rodrigo  05/04/2016

Sem dúvidas! A melhor opção seria essa, acompanhada de uma nova constituinte. A atual esta ultrapassada. - Responder

cabral  05/04/2016

PMDB não dar uma dentro. Em país eles moram? - Responder

‘Temer vai fracassar se cometer o erro de distribuir ministérios’, diz Aécio

aecio-neves4Principal porta-voz da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz acreditar que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB) só será bem-sucedido se não forem repetidas práticas que ele critica como “equivocadas” da gestão Dilma Rousseff, como o “loteamento” de cargos em órgãos públicos e empresas estatais.

“Se o Temer cometer o equívoco, e espero que não cometa, de repetir esse modus operandi de distribuir ministérios para formar o governo, ele vai fracassar”, afirmou Aécio em conversa com um pequeno grupo de jornalistas nesta quarta-feira, em Lisboa.

“Nós estamos dispostos a nos envolver, pela emergência da crise, e eu estive com o vice-presidente há menos de duas semanas e disse isso a ele. Mas a nossa conversa não é em torno de cargo, é em torno de um projeto”, afirmou o senador, que também é presidente do PSDB.

Segundo o tucano, seu partido se afastará de um eventual governo de transição caso perceba um movimento na direção da distribuição de cargos.

“O PSDB não vai virar as costas para um governo Temer se ele acontecer. Vamos apoiá-lo na sociedade, nos setores onde temos interlocução, vamos apoiá-lo no Congresso Nacional. Mas a dimensão do nosso apoio vai depender muito da postura do Temer, do que ele disser a que veio. Porque, se ele começar a fazer um novo loteamento de cargos, nós não vamos chegar nem perto”, afirmou.

Aécio viajou à capital portuguesa para participar, nesta quinta-feira, do último dia do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, evento que nos últimos dias reuniu personagens da oposição a Dilma – a participação de Temer, que fazia parte da programação, acabou cancelada.

Na avaliação do senador, as críticas ao encontro de oposicionistas em Portugal são indicativo de “fragilidade” do governo petista.

“O governo está tão sensível e fragilizado que quiseram transformar esse seminário numa grande conspiração. Como se isso tivesse qualquer sentido, como se fôssemos conspirar num auditório em Lisboa”, ironizou.

Fonte: Folhapress

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paulo  31/03/2016

BG O Sr. Temer se realmente assumir a Presidência da Republica tem que exterminar no minimo 20 ministérios que o atual INCOMPETENTE pt chegou ao patamar de 40 ministérios para abrigar gente de toda ordem para encobri seus mal feitos, estamos de olho Sr. Temer, cuidado para não tremer pois se o assim fizer irá para vala comum igual ao desgoverno ptRALHA. - Responder

fernando alves  31/03/2016

Já esta entrando em conflito com Temer!!! Este cara ainda não entendeu que perdeu as eleições e que representa a banda podre da politica que vivemos atualmente no Brasil. O próprio partido critica as suas atitudes, desequilibradas, fúteis e duvidosas. - Responder

Fátima lamenta que PMDB sirva de instrumento para golpear democracia

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

A senadora Fátima Bezerra disse, em Plenário, nesta quarta-feira (30) que a população já está percebendo os riscos que correriam a democracia e as conquistas sociais e trabalhistas dos últimos anos, caso o golpe fosse consumado e o vice-presidente Michel Temer assumisse o poder. “Nós lamentamos profundamente que o PMDB tenha se aliado aos derrotados nas urnas, PSDB e DEM, e hoje sirva de instrumento para golpear a democracia, mas quero, no entanto, destacar que muitas das pessoas que gritavam nas ruas a favor do impeachment estão dando conta do que significa, na verdade, apear do poder uma mulher legitimamente eleita, para entregar o poder nas mãos de alguém que não foi eleito Presidente da República”, destacou a senadora.

Fátima ressaltou que o programa “Uma Ponte para o Futuro”, do PMDB, deveria ser chamado de Ponte para o Inferno, já que, caso suas propostas viessem a ser implantadas, seriam piores do que qualquer plano neoliberal já instituído no país. “O programa ‘Uma Ponte para o Futuro’, como está escrito, é incompatível com a execução de políticas sociais; ele põe em risco as conquistas e os avanços que nós tivemos nesses últimos 13 anos, no que diz respeito à inclusão social”, enfatizou a senadora.

Para a senadora, várias propostas do que chamou de “Projeto Temer” atingem direta e imediatamente políticas públicas e direitos sociais e trabalhistas, como a prevalência dos acordos trabalhistas em detrimento da legislação de proteção ao trabalhador, a desvinculação dos reajustes da previdência dos reajustes do salário mínimo e até mesmo a estagnação dos benefícios. Ela destacou especialmente os prejuízos sofridos pela área de educação, caso o projeto do PMDB fosse colocado em prática. “Essa proposta de Michel Temer, do vice, de desvincular os recursos para a área de educação, não seria uma ponte para o futuro, mas uma ponte para destruir o presente e o futuro da educação brasileira”, enfatizou.

A parlamentar lembrou que, para cumprir os acordos que certamente fizeram com o empresariado para garantir seu apoio, constatados pela participação explícita da FIESP nas manifestações pró-impeachment, teria que se cortar recursos das políticas sociais. Ela ressaltou que Estado teria de ser redesenhado para atender a interesses de multinacionais e do sistema financeiro, com a privatização de instituições como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e a Petrobras.

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O poeta  30/03/2016

Tem razão minha senadora. Não vai ter golpe!!! Não podemos afetar o estado democrático de direito, sob pena de passarmos o resto da vida reclamando. O Brasil é maior que os interesses dos políticos!!! - Responder

Flavio Andrade  30/03/2016

Coitadinha da Senadora. Não sabe como as oligarquias agem não é? Agora pague o preço das escolhas que fez viu! - Responder

Wendell Fernandes  30/03/2016

O PMDB é um "câncer" na política brasileira que vive em tratamento mas nunca é curado e que infelizmente tá aos poucos "matando" a imagem do ser "político" no Brasil. É cada vez mais desgastada a imagem da classe política graças a esse partido que por ironia é o maior do país mas que não tem posição definida nunca em nemhum governo, pois sempre se divide mostrando incredibilidade e oportunismo o que passa a ser piada ao povo comum que mesmo lentamente tá se tornando mais informado e esclarecido. - Responder


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Decisão do PMDB de deixar governo se dará por aclamação

DF - CONCESSÕES/PACOTE/DILMA ROUSSEFF - POLÍTICA - A presidente Dilma Rousseff, e o vice-presidente Michel Temer na cerimônia de anúncio da nova etapa do Programa de Investimento em Logística, no Palácio do Planalto em Brasília. 09/06/2015 - Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO
Foto: André Dusek / Estadão Conteúdo

Após se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros, o vice-presidente Michel Temer decidiu não comparecer à reunião do Diretório Nacional do PMDB marcada para esta terça-feira (29), quando o partido vai decidir se permanece ou não na base aliada do governo. Além dele, os sete ministros da legenda que compõem o governo não devem participar do encontro.

Com parte das representações estaduais da legenda já sinalizando que vão votar pelo desembarque do governo, a decisão de amanhã se dará por aclamação e não mais por votação, cuja deliberação se daria por maioria simples. O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), também participou do encontro entre Renan e Temer.

Antes de costurar o acordo sobre a decisão de amanhã, o vice-presidente, que é presidente nacional do partido, reuniu lideranças durante todo o dia de hoje no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência. Pela manhã, a presidenta recebeu seis ministros da legenda, com exceção de Kátia Abreu, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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Walter Alves defende afastamento da presidente Dilma Rousseff

walter alves 2O deputado federal Walter Alves, um dos více-líderes do PMDB na Câmara, defendeu na noite desta quarta-feira (16) que a presidente Dilma Rousseff deve ser afastada do cargo.

Na análise do parlamentar, a presidente perdeu as condições de governabilidade junto ao Congresso Nacional. Mesmo dizendo que aguarda a orientação do partido para se posicionar, ele foi enfático ao defender que a presidenta deve ser afastada do cargo.

“Aguardo decisão do partido, mas acredito que a presidenta perdeu as condições de governabilidade. Deve ser afastada”, escreveu no Twitter em mais de uma publicação.

Vale destacar que Walter que era tratado como um dos parlamentares da bancada potiguar que votaria contrário ao impeachment. Era tratado como um dos aliados da base governista. As declarações do peemedebista acontecem exatamente após a nomeação do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva para a Casa Civil.

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Carvalho  16/03/2016

E o Henrique Alves, merece o que? - Responder

EDER  16/03/2016

TODOS OS ALVES FALAM A MESMA OPINIÃO ? - Responder

gerson junior  16/03/2016

Baseado em q que esse rapaz fala isso? Grande moral que ele tem n e? Acha q só pq alguns papangus q n entendem de política ou da realidade gloriam o pai dele ele acha q será glorificado tb? SR Deputado a era de vcs está acabando, então vcs aproveitem p juntar os seus trapos e irem embora com esses discursos imundos q vcs tem pq aqui n cola mais n. - Responder


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PMDB espera a filiação de 200 novos membros em evento no final de semana

Encontro_PMDB_NatalOs dirigentes do diretório municipal do PMDB de Natal se reuniram no final da tarde desta segunda-feira (22) para finalizar o planejamento do evento que a sigla irá promover no próximo sábado (27), na sede estadual do partido, no bairro do Tirol. A expectativa é que mais de 200 filiações sejam efetuadas no encontro que também marcará o início das tratativas do PMDB Natal, visando às eleições municipais deste ano.

Participaram da reunião desta segunda o presidente da sigla em Natal, vereador Ubaldo Fernandes; a tesoureira Kátia Nunes; além do também vereador da capital potiguar, Felipe Alves; o secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz; e o empresário Francisco Correia, que compõe a comissão provisória do partido em Natal. O vereador Bertone Marinho não pode comparecer, pois havia agendado um compromisso particular anteriormente, mas confirmou presença no evento do dia 27.

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Luciana Morais Gama  22/02/2016

como esse ano tem eleições é bom lembrar que a parea do PMDB é o PT - Responder

Insatisfeito com o PMDB, Hermano Morais estuda mudança para o Solidariedade

hermano moraisO deputado estadual Hermano Morais está insatisfeito com a forma como vem sendo tratado dentro do PMDB e isso não é novidade para ninguém. Afinal, ele como presidente do diretório municipal do partido e tentando viabilizar a pré-candidatura a prefeito de Natal, ficou de fora de decisões importantes e terminou sendo escanteado após as decisões monocráticas do presidente estadual e ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, que optou por abdicar da candidatura própria para apoiar o prefeito Carlos Eduardo Alves em troca de cargos na Secretaria Municipal do Turismo.

E o caminho de Hermano pode ser o Solidariedade. O parlamentar se reuniu hoje com o colega de Assembleia e presidente do partido, Kelps Lima. Durante um almoço agora a tarde no restaurante Agaricus, Kelps fez o convida formal para Hermano deixar o PMDB e ingressar nos quadros do Solidariedade. O blog soube que até a presidência do diretório de Natal foi citada durante o encontro. Ao blog, Hermano não tratou de detalhas, mas confirmou que o convite foi feito e que se sentiu honrado.

“Eu e o deputado Kelps Somos amigos e colegas de trabalho. Ele, que tem um trabalho muito importante na Assembleia Legislativa, me fez um convite para ingressar no partido. Fiquei muito honrado com o convite. Ele está construindo um partido novo de uma forma interessante e e democrática. Foi uma boa conversa, mas ainda não tomei nenhuma decisão. Afinal, tenho uma história no PMDB”, disse.

Mesmo com o deputado não confirmando a ida para o SDD, a saída do PMDB é certa. As bases de Hermano já foram comunicadas que o deputado aguarda somente a janela de transferências sem a perda de mandato para trocar de partido. As conversas serão apenas para manter a base política unida.

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PT DA VIDA  04/02/2016

Fica na tua rapá... tu não tem sobrenome ALVES... - Responder

Verdade seja dita  04/02/2016

Situação idêntica a dos brilhantes políticos Nei Lopes e seu Filho bem como de José Adécio que nunca deram oportunidade a alçarem voos mais altos é a politica. - Responder

Rodrigues  04/02/2016

Não existe insatisfação nenhuma. Só com ele mesmo que acha que ser vereador é pouco. Ele quer mais. A medida desses políticos não enche nunca. É bem empregado que perca o mandato de vereador e fique longe de ser prefeito. - Responder


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