Policiais civis da Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA) prenderam, nesta quinta-feira (13), Jussier de Oliveira Silva, conhecido como “Siê”, 35 anos. O homem foi preso mediante um mandado de prisão por sentença condenatória, pela prática do crime de estupro de vulnerável. Ele cumprirá uma pena de 8 anos em regime semiaberto.
Jussier de Oliveira foi preso em sua residência, localizada no bairro de Igapó, na zona Norte de Natal. Ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.
Sete anos após a Reforma da Previdência, que estabeleceu idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres, a idade média de concessão das aposentadorias no Brasil ainda é de 56,7 anos, segundo estudo do especialista Rogério Nagamine divulgado pelo jornal O Globo.
O levantamento mostra que aposentadorias concedidas a pessoas com menos de 60 anos custaram R$ 145,4 bilhões aos cofres públicos entre 2023 e 2024. Apenas trabalhadores urbanos e rurais nessa faixa etária receberam R$ 115 bilhões em benefícios no período. Militares e servidores federais também contribuíram para elevar os gastos.
A principal razão para a média continuar abaixo da idade mínima são as regras de transição criadas na reforma de 2019, além dos regimes especiais para militares, trabalhadores rurais e algumas categorias profissionais.
Pressão sobre as contas públicas
Segundo Nagamine, essas aposentadorias ampliam a pressão sobre as contas públicas em um país que envelhece rapidamente. O pesquisador observa que quem se aposenta atualmente aos 60 tem expectativa de viver até pouco mais de 80 anos, o que, para ele, torna insustentável o sistema previdenciário do país, já deficitário em R$ 436,8 bilhões (R$ 317 bilhões só do INSS), diferença entre a arrecadação com contribuições e o gasto com benefícios.
Especialistas afirmam que, apesar dos avanços da reforma, a convergência para as idades mínimas será lenta e defendem uma nova discussão sobre o sistema previdenciário a partir de 2027 para garantir sua sustentabilidade no longo prazo.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), anunciou que acionará a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por suposta xenofobia. A representação será protocolada na segunda-feira (29).
Durante visita a Itajaí, na sexta-feira (26), Lula criticou a tentativa de extinguir as cotas raciais nas universidades catarinenses, medida considerada inconstitucional pelo STF.
“Não pode permitir que prevaleça em Santa Catarina o racismo. Não pode permitir, não pode permitir que aqui em Santa Catarina as pessoas sejam tomadas do senso de grandeza, porque esse estado é muito rico, não é pobre. A gente é um estado brasileiro e todo mundo tem que ser tratado igual”, afirmou o presidente.
Na sequência, Lula também declarou: “Não tem um cara que é branco e é melhor do que o que é negro, o cara que é nordestino é pior do que o do Sul do país. Que história que é essa? Hitler tentou fazer isso e acabou do jeito que acabou. A gente não pode permitir essa ideia da hegemonia branca sobre o restante do país. A gente não pode. Na verdade, isso não é hegemonia branca, é hegemonia da ignorância.”
Para Jorginho, a fala insinua que os catarinenses são racistas e ultrapassa os limites do debate político.
“Uma coisa é o presidente me criticar ou vir a Santa Catarina dizer coisas que não condizem com a realidade. Isso faz parte do debate político e nós respondemos com fatos. Outra coisa, muito diferente, é chamar o povo catarinense de racista. Isso é criminoso, preconceituoso e ele precisa responder por isso”, declarou o governador de SC.
A Secretaria de Comunicação da Presidência não se manifestou sobre o caso.
Lula tem liberdade pra ser racista, misógino, facista, nazista, homofóbico e tudo uqe estiver no catálogo. O resto não pode nem olhar torto que já é acusado de algo e preso.
Sete páginas no Facebook e Instagram, com menos de 400 seguidores cada e sem identificação dos responsáveis, investiram mais de R$ 1,1 milhão em apenas dois meses para impulsionar conteúdos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Com nomes como Radar do Planalto, Dossier Brasil 24h e O Contra-Fluxo, as páginas movimentaram centenas de milhares de reais em anúncios, apesar da baixa quantidade de seguidores. Elas compartilhavam registros semelhantes na Meta, sites criados em sequência e contatos com DDD 41, do Paraná, indicando possível ligação entre os perfis.
Três páginas criadas em maio saíram do ar após impulsionarem mais de mil publicações. Em junho, outras quatro perfis semelhantes assumiram a campanha e já gastaram R$ 247 mil, sendo R$ 135 mil apenas entre os dias 17 e 23 de junho — segundo maior volume de impulsionamento no período, atrás apenas do governo federal.
Anúncios driblavam algoritmo da Meta
Levantamento feito elo jornal ‘O Globo’ aponta que as páginas adotaram estratégias semelhantes para driblar os algoritmos da Meta, distribuindo os recursos em centenas de pequenos anúncios e usando legendas genéricas para dificultar a identificação de conteúdo político.
Os anúncios atacavam principalmente Flávio Bolsonaro, utilizando vídeos com acusações baseadas em reportagens jornalísticas e grande alcance nas redes. Após serem retiradas do ar, novas páginas com o mesmo padrão passaram a divulgar conteúdos contra Flávio, Tarcísio e outros nomes da direita, além de impulsionar conteúdos favoráveis ao presidente Lula e ao ex-ministro Fernando Haddad (PT).
O que diz a Meta
A Meta informou que aplica regras para anúncios políticos, promove transparência e colabora com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Especialistas afirmam que esse tipo de estratégia pode desequilibrar o debate público, dificultar a identificação dos responsáveis e ampliar o alcance de conteúdos potencialmente enganosos, ainda que não configure propaganda eleitoral antecipada.
Perfis com impulsionamento
Todas as páginas usaram as mesmas táticas para driblar as restrições dos algoritmos, como legendas neutras, e pulverizaram a distribuição de recursos.
1. Radar do Planalto
Enviou informações para a Meta: 22 de abril
Primeira publicação impulsionada: 25 de abril a 7 de maio
Última publicação impulsionada: 3 de junho a 4 de junho
Gasto total: 373,8 mil
2. Dossier Brasil 24h
Enviou informações para a Meta: 22 de abril
Primeira publicação impulsionada: 25 de abril a 8 de maio
Última publicação impulsionada: 2 de junho a 11 de junho
Gasto total: 296,5 mil
3. O Contra-Fluxo
Enviou informações para a Meta: 23 de abril
Primeira publicação impulsionada: 25 de abril a 30 de abril
Última publicação impulsionada: 1 de junho a 4 de junho
Gasto total: 220,1 mil
4. Panorama Brasil
Enviou informações para a Meta: 3 de junho
Primeira publicação impulsionada: 10 de junho a 13 de junho
Última publicação impulsionada: 18 de junho
Gasto total: 78,3 mil
5. Olho no Erro
Enviou informações para a Meta: 8 de junho
Primeira publicação impulsionada: 10 de junho a 14 de junho
Última publicação impulsionada: 25 de junho (Ativa)
Gasto total: 65,9 mil
6. Contra a Maré
Enviou informações para a Meta: 8 de junho
Primeira publicação impulsionada: 9 de junho a 14 de junho
Última publicação impulsionada: 25 de junho (Ativa)
Gasto total: 54,1 mil
7. Lente Escura
Enviou informações para a Meta: 8 de junho
Primeira publicação impulsionada: 11 de junho a 15 de junho
Última publicação impulsionada: 26 de junho (Ativa)
A esquerda fala que os blogueiros de direita são do gabinete do ódio e a esquerda?? Quem anda aí gastando milhões com a mídia? Esquerda tudo pode no STF! STF esquerdista!
QUERO VER QUEM VAI ENTRAR NA LISTA DO XANDÃO. OU SEJA, NO INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO. TÁ AÍ O FAMOSO GABINETE DO ÓDIO. “ACUSE-OS DO QUE VOCÊ FAZ, CHAME-OS DE QUEM VOCÊ É”.
QUEM DISSO USA, DISSO CUIDA.
A parcela do eleitorado que não se identifica como antipetista nem antibolsonarista representa 27% dos brasileiros e pode ser decisiva na disputa presidencial de 2026. Segundo recortes inéditos da pesquisa Genial/Quaest, esse grupo é mais volátil, tende a decidir o voto com base em temas concretos, como economia, emprego e custo de vida, e não por alinhamento ideológico.
De acordo com o diretor da Quaest, Felipe Nunes, os ‘não polarizados’ respondem mais aos resultados percebidos do governo do que a discursos políticos, disse ao jornal ‘O Globo’. Por isso, o comportamento desta parcela do eleitorado pode mudar conforme o cenário econômico e político.
A série histórica da pesquisa mostra que esse grupo oscilou entre 24% e 29% desde fevereiro e está em 27% em junho. No mesmo levantamento, 31% dos entrevistados se declararam antibolsonaristas, 29% antipetistas e 10% disseram rejeitar tanto o PT quanto o bolsonarismo. Outros 3% não souberam responder.
Quem são os ‘não polarizados’?
Segundo a Quaest, os eleitores não polarizados são mais numerosos entre pessoas de menor renda e entre aqueles que se definem como independentes, sem identificação com a direita ou a esquerda. Atualmente, esse segmento demonstra maior aprovação ao governo Lula (51%) do que desaprovação (40%), mas o instituto ressalta que esse apoio não é consolidado e pode mudar conforme a conjuntura.
Na avaliação da pesquisa, a soma dos 27% de eleitores não polarizados com os 10% que rejeitam tanto o petismo quanto o bolsonarismo forma um universo de 37% do eleitorado considerado o mais disputado na corrida presidencial.
As exportações do Rio Grande do Norte para os Estados Unidos caíram 60,8% entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados da plataforma Comex Stat, a queda representa US$ 38,2 milhões a menos em vendas ao mercado norte-americano.
No período, o RN exportou US$ 24,7 milhões para os Estados Unidos, o equivalente a 5,1% das exportações totais do estado. Apenas em maio, o recuo foi de 87,2%, com redução de US$ 26,1 milhões em relação ao mesmo mês de 2025.
A retração ocorre cerca de dez meses após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Apesar de a tarifa inicial de 50% ter sido revogada e substituída por uma taxa global de 10%, setores produtivos afirmam que os efeitos da crise comercial ainda impactam a economia potiguar.
Setor de pescados é o mais afetado
Os segmentos mais afetados são o de pescado, cujas exportações caíram 63,5% nos cinco primeiros meses de 2026, e o de açúcares e melaços, que registrou retração de 45% no mesmo período. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o estado busca ampliar mercados internacionais e adota medidas de incentivo para reduzir os impactos sobre os exportadores.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na tarde deste sábado da edição do Endireita RN realizada em sua cidade natal, Caicó. O encontro reuniu uma multidão de moradores, lideranças políticas e representantes de diversos municípios do Seridó, reforçando o apoio da região ao projeto de Álvaro para o Governo do Estado.
Durante o evento, Álvaro destacou a importância de realizar o encontro em Caicó, onde iniciou sua trajetória política, e reafirmou o compromisso de construir um plano de governo ouvindo a população de todas as regiões do Rio Grande do Norte.
“Meus amigos de Caicó e de toda a região do Seridó, não havia lugar mais significativo para realizar este encontro do que a nossa terra. Foi aqui que tudo começou. Lembro da minha infância percorrendo as ruas de Caicó, estudando no Colégio Diocesano Seridoense, e da minha primeira campanha para deputado estadual, caminhando ao lado do povo seridoense.
Quero agradecer aos prefeitos, vereadores, lideranças e a todos que acreditam neste projeto. Vamos buscar novas indústrias para Caicó e para o Seridó, lutar pela Adutora do Seridó para garantir a independência hídrica da nossa região e continuar ouvindo a população para construir um governo que atenda às necessidades do povo.
Caicó precisa voltar a crescer, gerar oportunidades e retomar o caminho do desenvolvimento. Tenho convicção de que esse novo momento vai acontecer com muito trabalho e com Álvaro Dias no Governo do Rio Grande do Norte.”
O encontro contou com a presença do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira; da vice-prefeita de Natal, Joana Guerra; da pré-candidata a deputada federal, Nina Souza; do senador Rogério Marinho; do deputado federal General Girão; do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio; do ex-prefeito de Caicó e pré-candidato a deputado estadual, Bibi Costa; do pré-candidato a deputado federal Coronel Brilhante; dos deputados estaduais Gustavo Carvalho e Adjuto Dias; além de vereadores, ex-vereadores e lideranças políticas de toda a região.
Também participaram os prefeitos Rogério Couro Fino (Jardim de Piranhas), Silvana de Lalá (Jardim do Seridó), Horison José (Bodó), Aníbal Pereira (São João do Sabugi), Acácio Brito (Serra Negra do Norte), Iranildo Aciole (Lagoa Nova), Professor Amarildo (Ouro Branco), Fernandinho (Acari) e Dra. Tatiana (Santana do Seridó), Ademir (Ipueira), Chilon Batista (Timbaúba dos Bastista), além dos ex-prefeitos Serginho, Hudson Pereira, Robson de Araújo (Batata), Roberto Germano, de Caicó, Zé Lins (Currais Novos) e Luciano Lopes (Jucurutu), Serginho e Alysson (Serra Negra) e Ricardo, vice-prefeito de São José do Seridó.
Com ampla participação popular e de lideranças de todo o Seridó, o Endireita RN reafirmou a força do movimento na região e o compromisso de construir, ao lado da população, um projeto voltado à reconstrução e ao desenvolvimento do Rio Grande do Norte.
O Palácio do Planalto gastou R$ 178 milhões com publicidade entre 1º de janeiro e 15 de junho de 2026, segundo dados da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom). Com isso, os gastos do governo Lula com propaganda desde o início do terceiro mandato chegaram a R$ 954,5 milhões.
Os investimentos da Secom foram de R$ 175,9 milhões em 2023, R$ 234,9 milhões em 2024, R$ 365,7 milhões em 2025 e R$ 178 milhões em 2026, até 15 de junho.
Os valores consideram apenas os gastos da Secom da Presidência e não incluem despesas com publicidade de ministérios, estatais e empresas de economia mista.
Grupos de mídia que receberam publicidade da Secom em 2026 (jan. a jun. de 2026)
Grupo Globo — R$ 33,0 milhões
Google Brasil — R$ 23,0 milhões
Facebook/Meta — R$ 18,6 milhões
Grupo Record — R$ 13,4 milhões
SBT/SBT News — R$ 5,9 milhões
Kwai Brasil — R$ 4,6 milhões
Amazon/Prime Video — R$ 4,3 milhões
JCDecaux — R$ 3,7 milhões
ESPN/Disney+ — R$ 2,6 milhões
Netflix — R$ 2,3 milhões
Uber — R$ 2,0 milhões
Eletromidia — R$ 1,9 milhão
Grupo Jovem Pan — R$ 1,4 milhão
CazéTV — R$ 1,3 milhão
Max — R$ 1,2 milhão
Grupo UOL/Folha — R$ 1,1 milhão
Grupo Metrópoles — R$ 1,1 milhão
As campanhas publicitárias divulgaram 49 temas e tiveram 1.454 anúncios veiculados em TV, rádio, jornais, revistas, internet e plataformas de streaming.
Temas com as campanhas mais caras em 2026:
fim de ano de 2025 – R$ 36 milhões;
balanço do governo e panoramas nos Estados – R$ 32 milhões;
ações de oportunidade (também chamada de always on –é um gasto para manter campanhas ativas) – R$ 28 milhões;
isenção do Imposto de Renda – R$ 17 milhões;
governo presente nos Estados – R$ 12 milhões.
Nota da Secom:
“A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), na condição de órgão central do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (SICOM), atua em estrita observância à legislação eleitoral e às normas que disciplinam a publicidade institucional da administração pública federal.
“Os limites aplicáveis às despesas com publicidade institucional vêm sendo plenamente cumpridos pela pasta, com base nos critérios estabelecidos na legislação vigente e nas orientações jurídicas aplicáveis, inclusive por meio de sua regulamentação interna.
“A Secretaria está à disposição para prestar todas as informações necessárias e destaca que apresentará, no foro competente, os esclarecimentos técnicos e jurídicos que se fizerem necessários.
“Por fim, eventuais comparações entre exercícios distintos devem considerar as especificidades de cada período, as políticas públicas desenvolvidas, o planejamento anual de comunicação e as necessidades de campanhas de utilidade pública, não sendo adequada a comparação isolada de valores empenhados entre anos sem a devida contextualização.”
O Grupo Globo recebeu R$ 267,1 milhões em publicidade da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) durante três anos e meio do atual mandato de Lula na Presidência. O valor representa 25,6% dos R$ 954,5 milhões gastos pelo Palácio do Planalto com campanhas publicitárias no período.
A Globo foi a empresa que mais recebeu recursos, com um valor 118% superior ao destinado ao Grupo Record, o segundo que mais recebeu recursos com R$ 122,6 milhões. Em seguida aparecem a Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), com R$ 85,9 milhões, e o Google Brasil, com R$ 80,9 milhões.
O levantamento também motivou uma ação do PL no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O partido alega que o governo ultrapassou o limite legal de gastos com publicidade institucional no primeiro semestre de 2026 e pede a suspensão das campanhas publicitárias federais. O caso será analisado pelo ministro André Mendonça.
Grupos que mais receberam dinheiro da Secom do governo Lula com publicidade (jan/2023 a jun/2026)
Grupo Globo — R$ 267,1 milhões
Grupo Record — R$ 122,6 milhões
Facebook (Meta) — R$ 85,9 milhões
Google Brasil — R$ 80,9 milhões
SBT/SBT News — R$ 68,7 milhões
Grupo Bandeirantes — R$ 49,8 milhões
Kwai — R$ 26,3 milhões
TikTok — R$ 13,6 milhões
RedeTV! — R$ 11,3 milhões
Grupo Folha/UOL — R$ 9,4 milhões
X (Twitter) — R$ 6,9 milhões
Amazon/Prime Video — R$ 6,1 milhões
CNN Brasil/Itatiaia — R$ 6,1 milhões
Grupo Jovem Pan — R$ 4,4 milhões
Grupo Metrópoles — R$ 4,4 milhões
LinkedIn — R$ 4,1 milhões
EBC — R$ 4,0 milhões
JCDecaux — R$ 3,7 milhões
Carta Capital — R$ 3,7 milhões
Canal Rural — R$ 3,4 milhões
Terra — R$ 3,4 milhões
Uber — R$ 2,9 milhões
Netflix — R$ 2,9 milhões
Max — R$ 2,7 milhões
Grupo Massa — R$ 2,7 milhões
Terra Viva — R$ 2,7 milhões
TV Cultura — R$ 2,6 milhões
Veja/Abril — R$ 2,6 milhões
Brasil 247 — R$ 2,6 milhões
Pinterest — R$ 2,6 milhões
Os dados consideram apenas os gastos da Secom da Presidência e não incluem despesas de ministérios, estatais e empresas de economia mista, como a Petrobras.
Nota da Secom:
“A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), na condição de órgão central do Sistema de Comunicação de Governo do Poder Executivo Federal (SICOM), atua em estrita observância à legislação eleitoral e às normas que disciplinam a publicidade institucional da administração pública federal.
“Os limites aplicáveis às despesas com publicidade institucional vêm sendo plenamente cumpridos pela pasta, com base nos critérios estabelecidos na legislação vigente e nas orientações jurídicas aplicáveis, inclusive por meio de sua regulamentação interna.
“A Secretaria está à disposição para prestar todas as informações necessárias e destaca que apresentará, no foro competente, os esclarecimentos técnicos e jurídicos que se fizerem necessários.
“Por fim, eventuais comparações entre exercícios distintos devem considerar as especificidades de cada período, as políticas públicas desenvolvidas, o planejamento anual de comunicação e as necessidades de campanhas de utilidade pública, não sendo adequada a comparação isolada de valores empenhados entre anos sem a devida contextualização.”
A Defesa Civil de Natal registrou volumes expressivos de chuva entre o sábado (27) e a madrugada deste domingo (28), com destaque para o bairro de Pajuçara, na Zona Norte, que acumulou 148 milímetros até as 4h, o maior índice da capital no período.
De acordo com os dados da rede de pluviômetros da Semurb/Geoma, outros bairros de Natal também tiveram altos volumes de chuva, como Salinas (Gamboa), com 127,4 mm, Tirol, com 112,2 mm, Sarney, também com 112,2 mm, e Nossa Senhora de Nazaré, com 76,4 mm.
A média registrada pelos equipamentos em operação foi de 84,3 mm.
Os volumes registrados são os seguintes (em ordem descrescente):
Pajuçara (Guarda Municipal): 148,0 mm
Salinas (Gamboa): 127,4 mm
Tirol (Exército): 112,2 mm
Sarney: 112,2 mm
Nossa Senhora de Nazaré: 76,4 mm
Parque da Cidade: 54,2 mm
Ponta Negra: 48,6 mm
Neópolis: 44,4 mm
Guarapes: 35,2 mm
A capital potiguar permanece sob Aviso Amarelo para chuvas intensas, emitido pelo Inmet. Segundo a Defesa Civil, a previsão é de continuidade das chuvas durante a manhã deste domingo, com redução gradual ao longo do dia e períodos de céu aberto. A Defesa Civil informou que segue monitorando as condições meteorológicas e os volumes de chuva registrados em Natal.
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, voltou ao centro das atenções após reportagem da Folha de S.Paulo apontar uma suposta atuação dele junto ao grupo empresarial Fictor e em articulações para aproximação com integrantes do governo federal, no contexto das apurações envolvendo o caso Banco Master.
Segundo a publicação, a relação entre Lulinha e o grupo empresarial teria se intensificado ao longo de 2024. Nesse período, ele teria atuado de forma consultiva e em funções relacionadas a interlocução institucional com a empresa.
Ainda de acordo com a reportagem, essa suposta atuação envolveria a facilitação de contatos da Fictor com membros do governo federal. O jornal também relata que ele mantinha uma presença discreta, com baixa exposição pública, embora tenha sido visto em ambientes ligados à companhia.
O texto cita ainda que essa aproximação teria ocorrido em meio a movimentações que envolveram o empresário Luiz Phillippe Rubini, incluindo sua indicação ao Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), conhecido como “Conselhão”, órgão consultivo vinculado à Presidência da República.
Em novembro de 2025, a Fictor anunciou uma tentativa de aquisição do Banco Master. Posteriormente, o grupo passou a enfrentar dificuldades financeiras e entrou em processo de recuperação judicial, com passivo superior a R$ 4,2 bilhões. O caso também passou a ser mencionado em investigações em andamento relacionadas a suspeitas no setor bancário.
A defesa de Lulinha, representada pelos advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori, nega qualquer vínculo profissional com a Fictor ou atuação junto ao governo federal. Em nota, os advogados afirmam que ele apenas conhece o empresário citado na reportagem e que não houve contrato, consultoria ou intermediação de interesses.
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