A Polícia Federal indiciou nesta quarta-feira (23) o advogado Matheus Sathler Garcia, que publicou na internet vídeos de ameaça à presidente Dilma Rousseff.
Ele responderá pelo crime de incitação à violência, cuja pena varia de três a seis meses de detenção.
Sathler, que foi candidato a deputado federal pelo PSDB em 2014, prometeu decapitar Dilma, caso ele não renunciasse até o dia 6 de setembro, véspera da comemoração da Independência do Brasil.
As ameaças e ofensas foram gravadas em vídeo e veiculadas nas redes sociais pelo próprio advogado. Numa das gravações, ele afirmou que iria “arrancar a cabeça” da presidente.
O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) determinou à PF que abrisse inquérito para investigar o caso.
De acordo com a Polícia Federal, o advogado tucano foi localizado em São Paulo e já prestou depoimento.
Em virtude do ocorrido, a Justiça chegou a proibir de se aproximar da Praça dos Três Poderes, em Brasília, no dia das festividades de 7 de Setembro.
FolhaPress

E o imbecil da CUT, que vai pras ruas com armas nas mãos, não vai ser processado não? Hum! é brincadeira.
O ministro da Justiça também pediu investigação do Lula pelo fato deste último ter dito que iria usar o exército do Stédile ? será que não teria sido esse fato incitação à violência?
A imprensa também noticiou que o deputado João Daniel do PT disse a seguinte frase: "Esse impeachment terá cor de sangue". Tal frase também não poderia ser enquadrada como incitação à violência?
Será que o ministro da Justiça não estaria agindo de forma tendenciosa?
Será que este seria apenas um dos maléficos efeitos do suposto aparelhamento do Estado pela terrível gestão PTista?
"A velocidade com a qual cresceu a extrema-direita brasileira é consequência de nossa 'grande' imprensa funcionar como uma única e imensa Fox News, a emissora de televisão partidarizada e retrógrada de Rupert Murdoch", diz o cientista político Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi; outra razão para a truculência, diz ele, "é nosso passado recente de ditadura, em uma sociedade cronicamente hierárquica".