A polícia da Dinamarca afirmou ter matado um suspeito que seria o responsável por dois atentados em Copenhague horas mais cedo.
Após os ataques, agentes das forças de segurança do país começaram a vigiar uma propriedade para a qual acreditava-se que o suspeito voltaria. Ao chegar e ver os policiais, o homem teria começado a disparar – sendo morto na troca de tiros.
No sábado, uma pessoa foi morta e três policiais foram feridos quando um homem abriu fogo em um café. No local era realizado um debate sobre blasfêmia e liberdade de expressão.
No segundo ataque, um judeu foi assassinado e dois policiais foram feridos próximo à principal sinagoga da cidade.
A polícia afirmou que imagens gravadas por câmeras de segurança embasam a suspeita de que o mesmo atirador foi o responsável pelos dois ataques. As autoridades do país dizem acreditar que não há mais suspeitos envolvidos.
“Nós acreditamos que o mesmo suspeito está por trás dos dois incidentes, e também assumimos que ele foi morto pela força tarefa da polícia”, disse o chefe de polícia Torben Molgaard Jensen.
O correspondente da BBC em Copenhague, Malcolm Brabant, disse que a cidade está em alerta após os ataques.
Norrebro
O confronto entre o suspeito e as forças policiais ocorreu no distrito Norrebro, a cerca de cinco quilômetros da sinagoga atacada. O bairro é caracterizado por uma grande presença de imigrantes.
Após o primeiro ataque no café, a polícia lançou uma grande operação de buscas para capturar o suspeito. Ele havia fugido do local em um carro preto, que foi logo abandonado.
As autoridades então divulgaram imagens de câmeras de segurança numa tentativa de identificar o atirador. Enquanto isso ocorria ele realizou o segundo atentado, contra pessoas numa sinagoga. Horas depois o homem foi morto pela polícia.
A premiê da Dinamarca Helle Thorning-Schmidt descreveu o primeiro ataque como um ato de terrorismo “politicamente motivado”
Terra

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