O desgaste causado pela imprensa “Glenn Greenwald”, que usou mensagens roubadas por estelionatários para atingir Sergio Moro e tirar Lula da cadeia, já está sendo revertido.
Segundo o Atlas Político, que faz pesquisas mensais sobre o assunto, a popularidade de Sergio Moro parou de cair – ela até subiu um pontinho, de 50,4% para 51,4%.
Ele continua sendo a personalidade mais popular do Brasil, seguido por Jair Bolsonaro.
Quanto a Lula, sua popularidade voltou a cair (de 35,1% para 33,2%), um dado que se reflete também no percentual de eleitores favoráveis à sua prisão (51,7% contra 37,4%).
Na verdade nunca caiu, só mesmo no ibope e folha de sao paulo.
Todo mundo já percebeu a presepada desses esquerdistas aloprados.
O tiro saiu pela culatra, tiro no pé.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu preferência ao Grupo Globo na relação com a imprensa ao longo de 2025. Levantamento do Poder360 aponta que Lula, ministros de primeiro escalão e líderes governistas no Congresso concederam 175 entrevistas exclusivas ao conglomerado, número superior ao registrado por veículos como CNN, SBT, Record e Band.
O estudo considerou o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025, com base em agendas oficiais dos ministérios e na divulgação das entrevistas pela mídia. Foram classificadas como exclusivas as ocasiões em que a autoridade falou apenas a um veículo. Entre os ministros, Marina Silva (Meio Ambiente) liderou, com 12 entrevistas ao grupo, seguida por Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), com 11, e Fernando Haddad, Alexandre Padilha e Vinicius de Carvalho, todos com 10.
O presidente Lula concedeu quatro entrevistas ao Grupo Globo no ano — uma ao Jornal Nacional e três a emissoras afiliadas nos Estados. No primeiro semestre, o presidente não falou com o conglomerado. Apesar da preferência, sete integrantes do governo não concederam nenhuma exclusiva ao grupo, assim como a primeira-dama, considerando as trocas de comando ocorridas ao longo do ano.
Ao todo, ministros, secretários e líderes governistas deram pelo menos 1.036 entrevistas exclusivas em 2025, sendo 171 ao Grupo Globo. Lula falou 38 vezes com exclusividade à imprensa, ficando atrás de seis ministros. Paulo Teixeira liderou o ranking geral, com 71 entrevistas, seguido por Wellington Dias, com 67. Também superaram o presidente Silvio Costa Filho, Marina Silva, Fernando Haddad e Rui Costa, conforme o levantamento do Poder360.
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) inaugurou, nesta quarta-feira (14), o seu primeiro banheiro sem gênero no campus Maracanã. O espaço foi instalado no 10º andar do bloco C, no Pavilhão Reitor João Lyra Filho, e teve direito a cerimônia oficial de abertura.
A iniciativa partiu da Superintendência de Equidade Étnico-Racial e de Gênero e tem como objetivo acolher pessoas de todas as identidades e expressões de gênero, reforçando o discurso institucional de inclusão e respeito dentro da universidade.
Além da proposta simbólica, o ambiente também recebeu atenção estética. A decoração do banheiro contou com a participação da professora Grassine de Oliveira, responsável pela arte aplicada no local, que buscou traduzir visualmente os valores defendidos pelo projeto.
A UERJ afirma que a criação do espaço faz parte de um conjunto de ações voltadas à promoção da diversidade no ambiente acadêmico, ampliando políticas de reconhecimento e convivência para a comunidade universitária.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou, neste domingo (18), como “mais um capítulo lamentável na erosão do direito internacional” a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela — que culminou na captura do ditador Nicolás Maduro em 3 de janeiro. A avaliação foi feita em um artigo de opinião publicado no jornal The New York Times.
No texto, Lula criticou o uso recorrente da força por grandes potências para resolver conflitos, argumentando que essa prática enfraquece a Organização das Nações Unidas (ONU) e o sistema multilateral construído após a Segunda Guerra Mundial. Para o presidente, quando a força deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz e a estabilidade globais ficam ameaçadas.
O presidente brasileiro também disse que é “particularmente preocupante” que a ofensiva tenha ocorrido na América Latina, ressaltando que o futuro da Venezuela deve ser decidido pelos próprios venezuelanos por meio de um processo político inclusivo. Lula afirmou que o Brasil não será “submisso a projetos hegemônicos” e defendeu a soberania e o respeito ao direito internacional como pilares para a convivência entre nações.
Apesar da crítica dura, Lula frisou que mantém um diálogo construtivo com os Estados Unidos, destacando a importância da cooperação entre países para enfrentar desafios comuns sem abrir mão do respeito às normas internacionais.
A escalada de tensão envolvendo o professor doutor Tassos Lycurgo, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ganhou um novo e grave capítulo. Após uma série de ataques virtuais e uma campanha organizada pedindo sua expulsão da instituição, o docente passou a ser alvo de ameaças explícitas de morte, feitas em redes sociais e mensagens privadas.
Prints divulgados pelo próprio professor mostram comentários com incitação à violência, xingamentos e até apelos diretos por sua execução. Em uma das mensagens, uma usuária afirma que o professor “merece um tiro de fuzil na cara”, enquanto outros comentários o chamam de “estuprador”, “perigo” e defendem sua prisão ou eliminação. As ameaças surgem no contexto de reações a conteúdos publicados por Lycurgo em suas redes, nos quais ele critica o avanço da militância ideológica dentro das universidades.
Diante da gravidade dos ataques, o professor se manifestou publicamente, alertando para o que classifica como a completa deterioração do ambiente universitário. “A universidade deveria ser casa de razão, debate e busca da verdade. Quando vira palco de patrulha ideológica e intimidação — até com ameaças explícitas de morte — algo essencial se perde”, escreveu. Lycurgo afirmou ainda que não irá recuar e denunciou o que considera uma tentativa de silenciamento do contraditório dentro da instituição.
O caso ocorre após uma sequência de episódios de perseguição política e ideológica denunciados nas últimas semanas. Militantes ligados à esquerda acadêmica passaram a exigir a expulsão do professor, que é pastor evangélico e conservador, sob o argumento de suas posições públicas. Vereadores e apoiadores do docente apontam intolerância religiosa e perseguição ideológica, ressaltando que não há qualquer questionamento formal sobre sua atuação acadêmica ou qualificação profissional.
A situação reacende o debate sobre liberdade acadêmica, pluralismo de ideias e segurança dentro das universidades públicas. Para Lycurgo, a normalização do ódio travestido de ativismo representa uma ameaça direta ao espírito universitário. “Defender a universidade é defender a liberdade, o diálogo e a verdade”, afirmou.
O Ministério da Saúde decidiu não incluir no Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina contra o herpes-zóster, conhecido popularmente como cobreiro. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (12) no Diário Oficial da União e envolve o imunizante recombinante adjuvado, avaliado para idosos a partir de 80 anos e pessoas imunocomprometidas com mais de 18 anos.
A negativa foi baseada em análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou critérios como evidências científicas, impacto financeiro e custo-efetividade. Segundo o órgão, o alto custo do imunizante inviabiliza, neste momento, a incorporação à rede pública de saúde.
A vacina foi desenvolvida para evitar a reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo responsável pela catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece adormecido no organismo e pode voltar a se manifestar anos depois, principalmente em idosos ou pessoas com baixa imunidade.
Embora reconheça a eficácia da vacina, o Ministério da Saúde afirmou que seguirá monitorando novas evidências e condições econômicas que possam permitir a inclusão futura do imunizante no calendário do SUS.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou à CNN que a influência do crime organizado, a disseminação de fake news por meio de ferramentas tecnológicas e a violência política estão entre os principais desafios das eleições de outubro. Segundo ele, essas práticas colocam em risco não apenas candidatos, mas a própria legitimidade do processo democrático.
À frente do Ministério Público Eleitoral, Gonet destacou que a atuação do órgão será preventiva e integrada. Entre as medidas adotadas está a criação de um grupo de trabalho, no fim de 2025, para apoiar promotores e procuradores no enfrentamento ao crime organizado, em articulação com Gaecos e núcleos de inteligência dos Ministérios Públicos.
O procurador-geral também colocou como prioridade o combate à violência política de gênero e o fortalecimento da participação feminina. De acordo com ele, investigações e ações judiciais sobre esse tipo de crime terão tramitação prioritária, além de acompanhamento permanente e diálogo com partidos para prevenir agressões.
Outro foco será o uso de tecnologia para espalhar desinformação. Gonet afirmou que o MP Eleitoral vem investindo em ferramentas para identificar irregularidades e preservar provas digitais, reforçando que o órgão seguirá vigilante para garantir que a vontade do eleitor prevaleça e que a democracia saia fortalecida do processo eleitoral.
Um homem invadiu, na tarde deste domingo (18), a residência da prefeita de Passagem, Wedna Mendonça, no Agreste potiguar. No momento da invasão, a gestora não estava no local, mas a mãe dela presenciou a ação e viveu momentos de desespero dentro da casa.
Segundo relatos de moradores, o suspeito é conhecido na região por comportamento violento e vinha provocando transtornos à população nos últimos dias, incluindo ameaças e o uso de armas brancas. A Polícia Militar foi acionada e realizou o cerco ao imóvel.
Durante a tentativa de contenção, o homem reagiu com agressividade, arremessando telhas contra os policiais e quebrando o vidro de uma viatura da PM, elevando a tensão da ocorrência.
Após a ação, os policiais conseguiram dominar o suspeito, que foi preso e encaminhado à delegacia de plantão, onde ficará à disposição da Justiça.
A Cavalgada de Verão de Extremoz confirmou, neste domingo (18), seu lugar como um dos maiores e mais bem-sucedidos eventos do calendário cultural do litoral norte do Rio Grande do Norte. Reunindo cavaleiros, amazonas, moradores e turistas, a programação uniu tradição, música e desenvolvimento econômico, movimentando intensamente a cidade.
O percurso pelo litoral atraiu uma multidão e culminou no grande show do cantor Xand Avião, que levantou o público e transformou o encerramento da cavalgada em um verdadeiro espetáculo de animação, organização e segurança. A presença massiva do público refletiu diretamente na economia local, com bares, restaurantes, ambulantes, hotéis e comerciantes comemorando o aumento expressivo nas vendas ao longo do dia.
Realizada anualmente, a Cavalgada de Verão fortalece as tradições nordestinas e impulsiona setores estratégicos como turismo, comércio e serviços, atraindo visitantes de diversas regiões do estado e consolidando Extremoz como destino de grandes eventos.
A prefeita Jussara Sales destacou-se pela escolha estratégica da atração musical e pelo planejamento da festa, que transcorreu de forma tranquila, sem registros de ocorrências graves, reforçando a capacidade da gestão municipal em promover eventos de grande porte com responsabilidade.
Além do sucesso de público, a edição deste ano entra para a história como um marco cultural e econômico, comprovando que investir em cultura e lazer é também investir em geração de renda, valorização das tradições e fortalecimento da identidade local. A Cavalgada de Verão reafirma Extremoz como referência em organização, visão administrativa e promoção do desenvolvimento através da cultura.
O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo (18), em Brasília, aos 73 anos. A morte foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), entidade da qual era diretor-presidente desde 2022. Jungmann enfrentava um câncer no pâncreas e passou por sucessivas internações desde novembro do ano passado.
Com trajetória marcante na política nacional, Jungmann ocupou quatro ministérios ao longo da carreira e teve três mandatos como deputado federal por Pernambuco. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, comandou os ministérios do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. Já na gestão Michel Temer, esteve à frente da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil.
No Congresso, ganhou destaque como vice-presidente da CPI dos Sanguessugas, que investigou desvios na compra de ambulâncias, e como um dos líderes da Frente Brasil Sem Armas, durante o referendo de 2005. Também presidiu o Ibama e atuou na coordenação de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em estados atingidos por crises na segurança.
Investigado no passado por suspeitas de irregularidades em contratos de publicidade no Ministério do Desenvolvimento Agrário, teve o inquérito arquivado pela Justiça Federal. Jungmann deixa dois filhos e uma neta. O velório e a cremação serão realizados em cerimônia restrita a familiares e amigos, em Brasília.
Com 99% dos votos apurados, Antonio José Seguro (Partido Socialista) lidera a corrida presidencial em Portugal com 31%, seguido por André Ventura (Chega), que soma 23,6%. Como nenhum candidato atingiu 50%, a eleição será decidida no segundo turno.
Os votos conservadores somam 63,3%, contra 34,7% da esquerda, o que mantém Ventura como favorito para vencer o segundo turno.
Ventura, líder do partido Chega, é conhecido por declarações duras, incluindo ataques ao presidente brasileiro Lula, a quem chama de “ladrão” e já prometeu impedir o presidente brasileiro de entrar no país, se estiver no exercício do poder e o petista desembarcar em solo português. Ventura já citou que daria até “voz de prisão” contra Lula.
Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal) aparece em terceiro, com 15,8%. Marques Mendes (PSD), partido do primeiro-ministro Luís Montenegro, ficou apenas em quinto, com 11,4%. O almirante Gouveia e Melo (independente) surpreendeu e alcançou 12,3%. Luís Montenegro afirmou que o PSD não apoiará nenhum dos dois candidatos no segundo turno.
Antonio Seguro voltou ao cenário político após perder espaço no PS para António Costa, que deixou o governo após um escândalo de corrupção. Já Ventura, jornalista, consolida-se como um dos principais nomes da direita portuguesa.
Admiro demais Ministro Moro, um homem honrado e que nos trouxe uma visão de Brasil sem corrupção.
Na verdade nunca caiu, só mesmo no ibope e folha de sao paulo.
Todo mundo já percebeu a presepada desses esquerdistas aloprados.
O tiro saiu pela culatra, tiro no pé.
Dr. Sérgio Moro
PRESIDENTE.
Isso mesmo. A esquerda vai eleger Moro presidente !!!