RN sobe dois pontos e mantém segunda posição no Ranking Transparência Covid-19

O mais novo boletim divulgado pela ONG Open Knowledge Brasil mantém o Rio Grande do Norte na segunda posição em transparência de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à Covid-19.

Este foi o sétimo boletim organizado pela OKBR. O Estado potiguar alcançou a marca de 95 pontos e manteve a tendência de alta a cada semana e a evolução na transparência dos dados relacionados ao combate à pandemia.

Na primeira avaliação, o RN obteve apenas 29 pontos e foi classificado como “nível baixo” de transparência para o tema. Desde então a Controladoria-Geral do Estado e a Secretaria de Saúde têm se empenhado em oferecer um panorama amplo das ações e da situação dos recursos disponibilizados à população potiguar para a prevenção e combate ao novo coronavírus. Hoje o RN possui “nível alto”.

De acordo com a subcoordenadora de Epidemiologia da Sesap, Alessandra Lucchesi, essa nota tende a melhorar nas próximas semanas. “Estão sendo planejadas a apresentação de novos indicadores de acompanhamento fundamentais ao aprofundamento desses dados e análise dos dados pela população”.

Alessandra Lucchesi ressaltou ainda que a equipe tem se empenhado e trabalhado arduamente para fornecer instrumentos que permitam um diagnóstico capaz de subsidiar ações que atendam as demandas e desafios que se apresentam.

O trabalho executado pela equipe da Sesap é realizado com o apoio e acompanhamento da Control, responsável pela promoção da transparência pública do Executivo Estadual.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. lilian santos disse:

    A governadora está fazendo tido o que pode para manter a população segura. Agora tem uns loucos que ouvem Bolsonaro e e acham que dinheiro tras a vida de volta, vivem na rua se contaminando e contaminhando inocentes. Se a população não tiver consciência e procurar seguir a recomendação da OMS será uma tragédia aqui no RN.

  2. Cigano Lulu disse:

    A Covid-19 papa-jerimum é tão "transparente" que, segundo projeções do governo Fatão GD, chegaremos hoje (sim, temos até a meia-noite deste 15/05) à trágica marca de 11.378 cadáveres infectados por coronavírus.

    • Assis disse:

      Essa previsão foi feita por um pesquisador da UFRN, caso o governo não tivesse adotado as medidas de distanciamento social.

      Vê-se, hoje, portanto, que o governo estadual fez o que tinha que fazer.

  3. João Querubino disse:

    Se o RN subiu dois pontos com todas essas trapalhadas; podemos imaginar a qualidade das demais unidades federativas !

  4. Bigorna disse:

    É transparência demais chega faz medo.

Taxa de pacientes curados da Covid-19 em Parnamirim sobe para 45%

Foto: Divulgação

A taxa de pacientes curados da Covid-19 em Parnamirim saltou de 38% para 45% em um dia. Os dados foram divulgados, na tarde desta quinta-feira (7) pela Secretara Municipal de Saúde (Sesad). De acordo com o novo boletim epidemiológico, das 166 pessoas infectadas, até o momento, 75 estão com a saúde restabelecida.

Ainda de acordo com a atualização do monitoramento, o total de casos descartados subiu para 489, enquanto o número de investigados é de 278. Mais uma morte foi confirmada, totalizando cinco no município.

A Sesad explica ainda que o aumento da taxa de cura dos pacientes depende da evolução do quadro de saúde de quem foi infectado. No geral, o tempo de recuperação de um paciente acometido pela Covid-19 é de 14 dias.

No entanto, esse período pode ser maior, quando levado em consideração aqueles pacientes com comorbidades, ou seja, portadores de outras doenças.

O levantamento da secretaria evidencia também o perfil dos infectados no município. De acordo com os dados, 53% do total de infectados é de adultos entre 30 e 49 anos, enquanto 17% é de idosos acima de 60 anos.

A Prefeitura segue adotando medidas de enfrentamento ao novo Coronavírus. A mais recente foi a determinação para o uso obrigatório de máscaras pela população. A medida começou a valer na última quinta-feira (30) após decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM).

Governo do RN sobe em ranking de transparência relativo ao Covid-19

FOTOS: Elisa Elsie

O Governo do Estado tem avançado na prestação de informações exigida pelo Índice de Transparência da Covid19, organizado pela ONG Open Knowledge Brasil. Os dados apresentados colocam o Rio Grande do Norte na 5ª posição (classificação “BOM”) entre os 27 estados da Federação. O terceiro boletim foi divulgado nesta quinta-feira (23).

“Compartilhamos a metodologia e critérios utilizados para apuração do Indicador com servidores da comunicação e do setor de epidemiologia da Sesap. Queremos melhorar cada vez mais a transparência pública do RN. E, para além do acompanhamento que fazemos, a Sesap tem trabalhado para reforçar essa transparência. A Controladoria Geral do Estado tem como próximo passo ampliar as informações relacionadas ao combate ao covid 19 no Portal da Transparência do Governo”, adiantou a assistente de controle interno e gestora da Lei de Acesso à Informação da Control, Lenira Fonseca.

O Estado potiguar avançou 7 pontos (de 60 para 67) neste terceiro boletim semanal, em relação ao último. O motivo da evolução foi a publicação de informações sobre atendimentos e leitos exclusivos para tratamento do Covid-19. O Índice leva em conta, entre 13 critérios, a hospitalização dos pacientes confirmados, infraestrutura da saúde, ocupação de leitos, testes disponíveis e aplicados, planilhas analíticas, séries históricas e localização dos casos registrados.

Ministério da Saúde: número de suspeitos de coronavírus sobe para 72 no RN; aumento é de 118% em um dia

Foto: Getty Images

A Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, com base em dados levantados até às 18h10 dessa terça-feira (17), informa que o número de casos suspeitos para o novo coronavírus no Rio Grande do Norte subiu para 72.

Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (18), o estado contabilizava 33 casos suspeitos há um dia – o que representa um aumento de 118% em relação ao último boletim.

Outros 21 casos que estavam sob investigação foram descartados. Até o momento, um caso da Covid-19 foi diagnosticado no RN, no dia 12 deste mês. A paciente é uma mulher de 24 anos com histórico de viagem à Europa e que já não apresenta mais os sintomas da doença.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo disse:

    O que impressiona mesmo, e em demasia, é a quantidade de pessoas postando ou repostando vídeos e textos sobre o que intitulam de "alarde", "exagero", "agitação", em relação ao CORONAVIRUS, mesmo ocorrendo inúmeras mortes e com muita rapidez. Talvez estejam desconectadas da realidade ou alienadas de alguma forma. Sugiro que pesquisem e não tratem a questão com desdém, pois muitas famílias, nessa hora, não estão podendo sequer enterrar os seus entes queridos, devido ao alto poder de contágio da doença.

  2. Everton disse:

    E ainda tem gente que diz que as medidas dos governadores são "histéricas"

    • José claudio disse:

      Nosso país não tem estrutura de enfrentamento à uma pandemia nem de gripe, mas a culpa está em nível nacional deixava de atender as necessidades de nosso povo pra investir em outros países, copa mundo outro investimento desnecessário sem falar nos roubos aos cofres públicos, a atitude da governadora está certíssima

Produção industrial no país sobe 0,9% em janeiro

Foto: Christiano Diehl Neto / Agência O Globo

A produção industrial cresceu 0,9 % em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a retração foi de 0,9 %.

Analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam avanço de 0,6% entre dezembro e janeiro e de uma queda de 1% em relação a janeiro de 2019.

O resultado interrompe a sequência de dois meses consecutivos de queda na indústria brasileira, mas precisa ser relativizado, uma vez que não indica uma mudança de trajetória no setor, na avaliação de André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.

— Esse avanço se dá em cima de uma base depreciada, o ano havia terminado com dois resultados negativos em sequência, que totalizavam uma perda acumulada de 2,4% — afirma — A gente permanece com uma leitura de predominância de perda da produção.

O resultado de janeiro foi influenciado pelo desempenho de bens de capital, que no mês registrou um avanço de 12,6% na comparação com dezembro e de 3,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior, e de intermediários.

Foi um crescimento acima da média, após a retomada da produção nas indústrias de veículos após o período de férias coletivas.

O aumento na produção de máquinas e equipamentos fez com que o avanço de janeiro em bens de capital fosse o mais intenso desde junho de 2018, quando cresceu 23% logo após a greve dos caminhoneiros.

No entanto, ainda está distante de recuperar a perda de mais de 14,8% registrado ao longo do ano passado, e 35,5% abaixo do maior nível de atividade, registrado em 2013.

— Tivemos um segundo semestre de 2019 com bens de capital com ritmo de menor intensidade, a entrada desse 12,6% (na série histórica da pesquisa) tem que ser pensado que é em cima de algo que havia recuado bastante, mas ainda está longe de recuperar a perda que essa categoria teve no período recente — explica Macedo.

O índice é um indicativo do aporte de recursos feitos no país para aumentar a capacidade produtiva. Economistas afirmam que para o país sair do patamar de 1% de crescimento pelo quarto ano consecutivo será necessário alavancar os investimentos, estagnado em 15,4% do PIB nacional.

Bens intermediários e de consumo durável

Além de bens de capital, os bens intermediários (0,8%), como a produção de derivados do petróleo e alimentícios, e de consumo durável (3,7%), como automóveis e eletrodomésticos, apresentaram elevação da atividade econômica em janeiro, na comparação com dezembro de 2019.

Nos grandes grupos, somente os bens de consumo semi e não duráveis, que incluem laticínios e o setor têxtil, não apresentaram alta (-0,1%).

Apesar do resultado positivo, a indústria ainda está 17,1% abaixo do nível recorde de atividade, registrado em maio de 2011. Segundo Macedo, o nível de produção do setor industrial nacional é similar ao identificado há mais de dez anos, em 2009.

Menor crescimento global

O comportamento da indústria é um dos principais termômetros para avaliar o desempenho do PIB. Com o resultado deste mês, a questão é se o PIB conseguirá avançar a um ritmo dentro do esperado até o fim do ano, diante da provável desaceleração global.

Em todo o país, fábricas já anunciaram a paralisação das linhas de produção por conta da falta de insumos básico para produzir, após a crise do coronavírus afetar as importações.

Para Macedo, os resultados de janeiro não indicam ter sinais de impacto da crise do coronavírus na economia global. Ainda não se sabe se os indicador de fevereiro já pode trazer algum impacto na pesquisa do IBGE.

— Sabemos que pode trazer problemas de insumo na produção de bens domésticos, no comércio internacional, mas não sabemos se isso irá aparecer em fevereiro e em qual insentidade. O que vemos é que diversos setores já estão mapeando empresas que estão sentido isso (problemas de insumo) — ressalta.

Em relatório encaminhado aos clientes, o economista-chefe do Goldman Sachs, Alberto Ramos, alertou que o setor industrial brasileiro deve sofrer com o menor crescimento global nos próximos meses.

No entanto, pode se beneficiar da queda da taxa de juros por parte do Banco Central (BC), especulada para a próxima reunião do Copom, na próxima semana.

“Daqui para frente, esperamos que o setor industrial de baixo desempenho sofra os ventos contrários do menor crescimento global e do comércio devido ao impacto econômico e social do surto de Covid-19. A produção e as interrupções logísticas nas cadeias de suprimentos industriais internacionais também podem impactar temporariamente a base industrial doméstica”, alerta.

Economistas de instituições financeiras têm revisado para baixo as projeções para os indicadores brasileiros nas últimas semanas. Para este ano, eles projetam um cenário de crescimento da produção industrial na ordem de 2%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Já para o resultado do PIB, a previsão é de uma alta de 1,99%.

O Globo

Sensação de apenas 19 anos, brasileiro Thiago Wild sobe 69 posições no ranking mundial de tênis

Foto: Chile Open / Jim Rydell

O domingo foi de festa para o paranaense Thiago Willd, de 19 anos, que conquistou o ATP 250 de Santiago, no Chile e,de quebra, tornou-se o brasileiro mais jovem a conquistar um torneio da elite do tênis mundial. Até ontem (1º de março), a marca pertencia ao catarinense Gustavo Kuerten, o Guga, que aos 20 anos foi campeão de Rolland Garros (França), na edição de 1997. Até então número 182 no ranking mundial, Thiago Wild levantou a taça após vencer na final o norueguês Casper Rudd (38º) por 2 sets a 1 (parciais 7/5, 4/6 e 6/3).

Após o título deste domingo (1) no saibro, o mais importante na carreira, Thiago Wild subiu nada menos que 69 posições: o brasileiro acordou nesta segunda (2) na 113ª posição do ranking da ATP. Do Chile, o brasileiro segue direto para a Austrália para integrar a equipe brasileira que vai disputar vaga na Copa Davis.

A conquista da taça do ATP de Santiago veio após uma semana brilhante. Na última sexta (8), o brasileiro já havia roubado a cena ao derrotar o chileno Cristian Garin – número 18 do mundo e campeão do Rio Open 2020 – por 2 sets a 0, assegurando vaga na semifinal. Na luta pelo título, o brasileiro ainda atropelou na semifinal o argentino Renzo Ollivo (297º), por 2 sets a 0 (parciais de 6/1 e 6/3).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. RMD disse:

    Esse menino vai longe…

Sobe para 12 o número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil

Casos confirmados de infecção por coronavírus pelo mundo. — Foto: Arte/G1

Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (31) que o Brasil tem 12 casos suspeitos do novo coronavírus 2019 n-CoV. Nenhum caso foi confirmado.

Seis estados estão com pacientes em investigação médica: Ceará (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (7).

Caso em Minas Gerais

O balanço que considerava os dados de até 12h desta sexta incluiu um caso em Minas Gerais, estado que apareceu na lista do Ministério. Com ele, o total de casos chegava a 13. Entretanto, durante a apresentação, realizada a partir das 16h, o secretário-executivo da pasta anunciou que após a inclusão do caso na lista foi recebida a confirmação de que o paciente deu negativo para coronavírus.

O ministério informou que as amostras de casos suspeitos serão analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Em breve, também pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará.

Emergência de saúde pública

Nessa quinta-feira (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que os casos do coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional. São milhares de infecções na China e em 22 países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.

“Devemos lembrar que são pessoas, não números. Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Infecções mais rápidas

Os casos do 2019-nCoV estão se espalhando mais rápido, mas matam menos do que a Síndrome Respiratória Aguda Grave, SARs-CoV, que causou um surto na China entre 2002 e 2003, e do que o H1N1, vírus que levou a uma pandemia em 2009 e que continua fazendo vítimas.

Desde o primeiro alerta de coronavírus, em 31 de dezembro, até esta sexta-feira, o coronavírus já havia matado 213 pessoas na China e infectado 9.720 – taxa estimada de letalidade de 2,19%, segundo autoridades chinesas. Isso significa que, a cada 100 pessoas doentes, 2 morrem. Os dados são estimados porque o número total de infecções ainda é desconhecido.

Já a Sars levou à morte 916 pessoas e contaminou 8.422 durante toda a epidemia (2002 a 2003). A taxa de letalidade é de 10,87%. Isso representa quase 11 mortes a cada 100 doentes. Os dados são da Organização Mundial de Saúde (OMS).

As duas infecções são causadas por vírus da família “coronavírus”, e recebem este nome porque têm formato de coroa.

Se comparados a outro vírus que causa doença respiratória, como o H1N1, o número de pessoas que morrem é maior do que o registrado pelo coronavírus. Em 2019, somente no Brasil, 796 pessoas morreram com H1N1 e 3.430 foram infectados. Ou seja, a gripe matou 23,2% dos pacientes internados no Brasil com sintomas, ou 23 a cada 100 doentes.

Recomendações

Os especialistas recomendam a “etiqueta respiratória” para evitar a transmissão: cobrir a boca com a manga da roupa ou braço em caso de tosses e espirros e sempre lavar as mãos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os serviços de saúde adotem protocolos de prevenção antes, durante e depois da chegada do paciente, com desinfecção e ventilação de ambientes.

Para quem trabalha em pontos de entrada no país, como aeroportos e fronteiras, é recomendado o uso de máscaras cirúrgicas.

Caso haja algum caso suspeito em aviões, navios e outros meios de transporte, é recomendado usar máscara cirúrgica, avental, óculos de proteção e luvas. A inspeção de bagagens deve ser feita com máscara cirúrgica e luvas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Parece castigo.
    Os lacradores querem transformar o Brasil numa Sodoma e Gomorra.
    Cancelem o carnaval!!!

Coronavírus: Brasil sobe nível de alerta para ‘perigo iminente’

Foto: Jorge William / Agência O Globo

A suspeita de contaminação por coronavírus em uma jovem de 22 anos, em Minas Gerais, levou o Ministério da Saúde a subir o nível de alerta do país para “perigo iminente” nesta terça-feira.

O Centro de Operações de Emergência (COE), acionado pelo ministério desde o início da crise, classifica os riscos em três níveis, em linha com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O primeiro é o nível de alerta, porque havia casos acontecendo em outros países, mas a transmissão estava concentrada na China. O nível dois (“perigo iminente”) se inicia a partir da identificação de um caso suspeito que se enquadre na definição estabelecida pelo protocolo da OMS. Esse é o caso da paciente em Minas Gerais, que viajou à Wuhan, epicentro da crise na China.

A partir da confirmação de um caso da doença, o país entra no terceiro nível, e o governo declara emergência em saúde pública de importância nacional.

Coronavírus: O que se sabe até agora?

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a suspeita em Minas Gerais ainda está sendo analisada, e que não há evidência de que o coronavírus esteja circulando no Brasil, porque o caso mineiro não seria de transmissão no Brasil, mas sim na China.

— Temos hoje o caso suspeito de uma paciente que viajou para a cidade de Wuhan até 24 de janeiro de 2020. É um caso importado, ou seja, uma pessoa que veio dessa cidade. Ela apresentou sintomas compatíveis com a suspeita e o estado geral da paciente é bom. Não há evidência ainda que o vírus esteja circulando, ela está em isolamento e os 14 contatos mais próximos estão sendo acompanhados — afirmou.

A brasileira deixou a China de avião e fez uma escala em Paris e outra em Guarulhos (SP), antes de seguir para Belo Horizonte.

Segundo o ministro, uma análise comparativa do genoma do vírus permitirá saber, até sexta-feira (31), se a paciente foi contaminada pelo novo coronavírus.

Milhares de rumores, nenhuma confirmação

Mandetta afirmou que o ministério recebeu sete mil rumores sobre possíveis contaminados, dos quais 127 casos foram verificados mais profundamente e dez foram notificados para testes.

Desses dez, nove foram descartados e apenas o de Minas Gerais é tratado como suspeito. O resultado do exame que detecta se o caso é de coronavírus deve sair na próxima sexta-feira.

O ministro da Saúde afirmou, ainda, que os brasileiros devem evitar viagens à China:

— Estamos recomendando que viagens à China sejam feitas apenas em caso de necessidade. O Ministério da Saúde desaconselha qualquer viagem nesse momento para aquele país.

A definição de casos suspeitos mudou com a alteração da área de perigo feita pela OMS na segunda-feira (27).

Na mudança, a organização passou a tratar o assunto como um problema de toda a China, não só da província de Hubei, cuja capital é Wuhan.

A partir disso, o Ministério da Saúde começou a classificar como suspeitos os casos de pessoas que tenham vindo de qualquer ponto da China nos últimos 14 dias e que apresentem sintomas.

O ministério definiu três situações de casos suspeitos. O primeiro é quando a pessoa sente febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório, como tosse ou dificuldade de respirar, e esteve na China nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sintomas.

Na segunda situação, a pessoa apresenta os mesmos sintomas, mas teve contato próximo de um caso suspeito nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sintomas.

Na terceira situação, a pessoa também apresenta os sintomas e teve contato com um caso confirmado de coronavírus nos últimos 14 dias.

Laboratórios de referência

O laboratório de referência nacional para o caso de vírus respiratório é o da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. É ele que dá a palavra final no processo de identificação do vírus.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Wanderson Kleber de Oliveira, explica que isso acontece porque ainda não há uma padronização dos procedimentos.

— Lá (na Fiocruz) tem todo o equipamento e padronização. Nessas situações que nós não conhecemos direito, em que os testes não estão tão bem padronizados, os casos precisam ser validados pelo laboratório de referência nacional.

Segundo Oliveira, todos os estados do país têm laboratórios centrais que são capacitados e receberam orientação para tratar dessa situação. A Fundação Ezequiel Dias, em Minas Gerais, e o Instituto Evandro Chagas, no Pará, por exemplo, são referências regionais para os exames.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que “não seria oportuno” trazer para o Brasil a família de brasileiros que está internada nas Filipinas, com suspeita de terem contraído o coronavírus.

Segundo adiantou a colunista Bela Megale, Bolsonaro voltou da visita oficial à Índia bastante preocupado com a situação e, além de conversar com Mandetta, deverá se reunir com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para avaliar se há necessidade de promover ações em aeroportos internacionais.

O Globo

Petróleo sobe mais de 4% após ataque dos EUA matar chefe de força de elite do Irã

Os contratos futuros do petróleo subiam cerca de 3 dólares nesta sexta-feira, depois que um ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdá matou o chefe da força de elite Quds, do Irã, provocando preocupações sobre a escalada das tensões regionais e a interrupção do fornecimento de petróleo.

O petróleo Brent subia 2,95 dólares, ou 4,45%, a 69,2 dólares por barril, às 8:19 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 2,62 dólares, ou 4,28%, a 63,8 dólares por barril.

Um ataque aéreo no aeroporto de Bagdá matou o major-general Qassem Soleimani, arquiteto da crescente influência militar do Irã no Oriente Médio e um herói entre muitos iranianos e xiitas da região.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que uma dura vingança aguarda os “criminosos” que mataram Soleimani.

“Esperamos que confrontos de nível moderado a baixo durem pelo menos um mês e provavelmente fiquem limitados ao Iraque”, disse Henry Rome, analista do Irã na Eurasia.

A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá pediu nesta sexta-feira a todos os cidadãos norte-americanos que deixem o Iraque imediatamente devido à escalada nas tensões.

O Iraque, o segundo maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), exporta cerca de 3,4 milhões de barris de petróleo bruto por dia.

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    País é auto suficiente, injustificável para o consumidor brasileiro pagar aos acionistas da Petrobrás lucros de um conflito instantâneo. Vão roubar a mãe, bando de fdp.

  2. Verdade disse:

    Interessante que sobe na velocidade da luz e não baixa na velocidade do andar de uma tartaruga.

  3. Clodoaldo disse:

    4%??? Não deve subir menos que 10% nos postos! Falo de Natal!

FOTOS: Sobe para sete o número de mortos em deslizamento de barreira no Recife

Fotos: Marlon Costa/Pernambuco Press

Subiu para sete o número de mortos no deslizamento de barreira que atingiu duas casas no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife, na madrugada desta terça-feira (24). Após oito horas de buscas, e com a ajuda de cães treinados, os bombeiros encontraram os corpos de duas mulheres que estavam desaparecidas.

Os corpos de Claudia Bezerra, de 47 anos, e de Lia de Oliveira, de 45 anos, foram localizados às 11h48. Não foi informado se essas duas vítimas têm parentesco com as outras cinco pessoas que morreram no deslizamento e com as três pessoas que ficaram feridas no acidente e pertenciam à mesma família.

Um dos sobreviventes do deslizamento, Luiz Tadeu Costa, de 56 anos, afirmou que a casa onde ocorreu o acidente, dez anos atrás, foi atingida por outro deslizamento, que não deixou ninguém ferido. Ele disse que, nesta terça, tentou segurar a parede que atingiu a ele e à esposa, que também sobreviveu.

Não chovia no momento do deslizamento e moradores da área relataram que dois canos estouraram e o vazamento, iniciado às 2h, teria feito a barreira deslizar. A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou que enviou uma equipe técnica ao local para apurar o que teria ocorrido. A Defesa Civil do Recife também foi à área do deslizamento.

Respostas

Procurada pelo G1, a Defesa Civil do Recife informou que não houve interdições de casas além das residências que foram atingidas. Também não houve desabrigados, já que os três feridos moram num terreno em que ficam outras casas da mesma família.

Sobre a informação de que o vazamento de canos da Compesa teria provocado o acidente, o governo de Pernambuco informou, por meio de nota, que a empresa enviou 50 técnicos para o local, “analisando o rompimento dos canos de abastecimento existentes na encosta”.

A companhia, segundo o governo, “realiza monitoramento permanente do abastecimento na área, inclusive com contatos diretos com as lideranças comunitárias. Nas últimas semanas não houve registro de vazamentos no local”.

A nota enviada afirmou, ainda, que desde as 3h, o governo acionou profissionais de quatro secretarias, além da Compesa, para fazer o atendimento do deslizamento e que a Secretaria de Desenvolvimento Social “está prestando assistência às famílias das pessoas falecidas e aos feridos que foram levados para a UPA de Nova Descoberta e para o Hospital da Restauração”.

A Prefeitura do Recife também se pronunciou sobre o caso e informou que, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Defesa Civil e Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), “está prestando todo o apoio à Compesa para que seja garantida assistência aos familiares das vítimas e moradores da área”. A prefeitura disse que “se solidariza com os parentes das vítimas e com toda comunidade”.

G1

Índice de confiança da indústria sobe em dezembro e atinge maior patamar para o mês desde 2010

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Com um aumento de 1,8 ponto em relação a novembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), alcançou 64,3 pontos em dezembro. É o maior patamar para o mês desde 2010. A alta do indicador revigora a tendência de melhora da confiança, que estimula as decisões de investimento e produção, auxiliando o crescimento econômico do Brasil em 2020, diz a CNI.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. O indicador é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas.

“Importante destacar que a confiança elevada está baseada não apenas nas expectativas para os próximos seis meses, mas também no sentimento de melhora da situação corrente”, disse o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota.

Além de estar 9,6 pontos acima da média histórica, o Icei de dezembro é 0,5 ponto superior ao registrado em dezembro de 2018. “Em dezembro de 2018, o componente das expectativas, influenciadas pela eleição de um novo governo, exercia maior influência, enquanto a percepção de melhora da situação econômica era menor e menos disseminada entre os empresários”, explicou o economista.

O Índice de Condições Atuais, com 58,1 pontos, é o maior desde junho de 2010, quando registrou 60,5 pontos. A melhora atual é percebida tanto em relação à própria empresa (índice de 57,6 pontos) quanto em relação à economia brasileira (índice de 59,2 pontos). “Chama a atenção o posicionamento do índice de Condições Atuais, significativamente acima da linha divisória de 50 pontos, que reflete o sentimento de uma melhora da situação econômica atual bem disseminada entre os industriais”, disse Marcelo Azevedo.

Grandes empresas

A confiança de empresários de todos os portes industriais aumentou na comparação com novembro de 2019, com destaque às empresas de grande porte, com aumento de 2,8 pontos na comparação mensal. Já na comparação com dezembro de 2018, o índice de confiança das empresas de pequeno porte mostra queda de 0,9 ponto, enquanto para as empresas de médio e grande porte as variações registradas são de 0,1 ponto e 1,5 ponto, respectivamente.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pinbolim disse:

    Chupa Lula, vc num tá solto.
    Kkkkk

  2. Bento disse:

    É só o começo aguarde que o Brasil vai longe.
    Parabéns Presidente Jair Messias bolsonaro e todos os escalões.
    Agora olho no pt para não atrapalhar pra essa turma quanto pior melhor.

Produção industrial sobe pelo terceiro mês seguido: alta de 0,8% em outubro

Foto: Christiano Diehl Neto / Agência O Globo

A produção industrial subiu 0,8% em outubro , na comparação com setembro deste ano, de acordo com a Pesquisa Mensal da Indústria ( PMI ), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE . Em relação ao mesmo período do ano passado, o avanço foi de 1,0%. Essa foi a terceira alta mensal seguida registada pelo indicador que mede o desempenho econômico do setor.

Economistas ouvidos pela Bloomberg estimavam um avanço de 0,9% entre setembro e outubro, e de uma variação de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano, a indústria registra um recuo de 1,1%, influenciada pela queda na indústria extrativista de 9,5%, com impactos do acidente de Brumadinho. Essa performance faz com que o resultado acumulado de janeiro a outubro seja 2,2% no indicador de bens intermediários. O acumulado nos últimos doze meses é de -1,3%.

Segundo o IBGE, 14 dos 26 ramos pesquisados mostraram avanço na produção, ante 11 em setembro. As principais atividades que puxam o avanço são produtos alimentícios, com alta de 12,3% em relação a outubro de 2018; máquinas e aparelhos elétricos (6,9%); produtos farmacêuticos (5,0%); produtos de metal (4,9%); eletrônicos (4,0%); bebidas (3,6%); veículos (3,5%); e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,2%). Bens de consumo registram um crescimento de 4,1% e é o principal fator para o resultado positivo.

Para André Macedo, coordenador de indústria IBGE, esse resultado rompe o comportamento de instabilidade dos últimos dois anos, com mais alternância de taxas e demonstra um avanço da indústria.

– A inflação mais comportada, a taxa de juros mais baixas, aumento da massa de rendimentos e maior acesso ao crédito ajudam esse resultado. Observamos também uma melhora, mesmo que gradual, do mercado de trabalho que impacta positivamente o resultado da indústria. A liberação do FGTS e eventos comerciais como Black Friday e final de ano também contribuem.

Na terça-feira, o IBGE informou o que o PIB brasileiro avançou 0,6% no terceiro trimestre de 2019, na comparação com o encerrado em junho, com crescimento de 0,8% do setor industrial.

O comportamento da indústria é um dos principais termômetros para avaliar o desempenho do PIB. Com o resultado deste mês, a questão é se o PIB conseguirá um ritmo de aceleração até o fim do ano.

Desde a divulgação do resultado econômico na terça, analistas estão revisando as projeções para 2019 e 2020.

Os economistas das instituições financeiras projetam um cenário de estagnação para a produção industrial no ano, de baixa de 0,7%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Para o resultado do PIB de 2019 do Brasil, a previsão é de uma alta de 0,99%.

O Globo

Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,3 anos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2017, a expectativa de vida era de 76 anos, ou seja, aproximadamente três meses a menos do que em 2018.

A pesquisa Tábua de Mortalidade 2018 só será divulgada às 10h, mas as informações básicas da pesquisa já foram antecipadas no Diário Oficial da União de hoje.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junior92 disse:

    É ovo que o povo tá comendo demais. Se for substituir a proteína da carne totalmente por ovos, a dica é comer muitos ovos até no máximo as 17:00 daí o pico de flatulência será no alvorecer do dia seguinte e quando chegar no trabalho às 8:00 você já terá parado de peidar. Sobreviva ao fascismo sem perder a classe.

  2. Junior disse:

    Que Governo bom! Gasolina subiu, dólar subiu, carne subiu. O Brasileiro nunca foi tão feliz. Obrigado, mito!

    • Ceará-Mundão disse:

      É prá rir, "cumpanhero"? Quando foi que os preços deixaram de subir no Brasil? Vc tá sabendo que a inflação e os juros estão nos mais baixos níveis já vistos na história do país? Claro que não, né? Esse discurso hipócrita e fraudulento é uma característica dos esquerdopatas.

  3. José Alberto Brito disse:

    Em tempos de "Black Friday" o INSS apresenta sua "Garantia Estendida"!

Brasil sobe no ranking das potências militares mundiais

Foto: Exército/divulgação

O Brasil alcançou a posição de 13.ª no ranking mundial das potências militares, de acordo com a revista GlobalFirepower (GFP), que há 14 anos faz um ranking de 137 países de acordo com seu poder de fogo. O levantamento considera tamanho das Forças Armadas em pessoas e veículos, o orçamento para Defesa, sua infraestrutura e sua geografia. No ranking de 2019, o Brasil ganhou uma posição em relação a 2018, ultrapassando o Irã e seguindo como a principal força militar da América Latina.

À frente do Brasil no ranking das potências militares estão, pela ordem, Estados Unidos, Rússia, China, Índia, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Turquia, Alemanha, Itália e Egito.

O Brasil tem um poderio bélico maior que o Canadá e a Austrália (países de dimensão continental, sendo o Canadá até maior que o Brasil). Também supera países mais populosos, como Indonésia e Paquistão, e países que vivem em situação de guerra – casos de Israel, Coreia do Norte e nações do mundo árabe.

Critérios em que o Brasil se destaca no ranking das potências militares

Um dos critérios em que o Brasil se destaca no ranking mundial das potências militares é o número de pessoas à disposição das Forças Armadas. Com um efetivo de 334,5 mil militares na ativa (15.º do ranking) e 1,34 milhão na reserva (7.º do ranking), o Brasil tem 1,67 milhão de pessoas que podem servir o país em uma eventual guerra.

Outro critério em que o Brasil aparece melhor posicionado que seu ranking geral é o do orçamento destinado à defesa. Com US$ 29,3 bilhões (cerca de R$ 123 bilhões), o país é o 11.º que destina mais dinheiro para as Forças Armadas.

No critério “veículos de guerra”, no entanto, o Brasil cai no ranking. É apenas o 40.º país com mais tanques de guerra (437 unidades), o 43.º em número de aviões de combate (43) e o 23.º no número total de embarcações de sua Marinha (110).

Fonte: Global Firepower

Brasil tem amplo domínio militar na América Latina

Na comparação com os demais países da América Latina, de acordo com os números da GFP, o Brasil teria ampla vantagem bélica – tanto no número de militares disponíveis nas suas Forças, quanto na estrutura.

Embora tenha menos tanques de guerra que a Venezuela (437 contra 485), o Brasil tem quase três vezes mais militares na ativa que o país comandado pelo ditador Nicolás Maduro (120 mil venezuelanos na ativa contra 334,5 mil brasileiros). O Brasil também conta com um aparato aéreo e marinho muito maior: são 467 aeronaves e 60 embarcações a mais que a Venezuela.

Atrás do Brasil, a segunda maior força bélica da América Latina é o México, que tem um número relativamente próximo do brasileiro de militares na ativa (277 mil). Mas os mexicanos não dispõem de aparato aéreo e terrestre similar ao do Brasil. Apesar disso, superam o Brasil no número de embarcações.

Em comparação com a Argentina, as Forças Armadas brasileiras têm quatro vezes mais pessoal, três vezes mais aeronaves, o dobro de veículos terrestres e quase o triplo de embarcações. Os argentinos têm um efetivo de 75 mil militares na ativa, 269 aeronaves de guerra, 374 tanques e 42 embarcações na Marinha.

Já a Colômbia tem um efetivo na ativa próximo do brasileiro: são 295 mil militares. É um número significativo para uma população de 48 milhões de habitantes (o Brasil tem 210 milhões de habitantes). Os colombianos também se destacam por possuir 11 submarinos em sua frota – o que o coloca como o 10.º país do mundo com mais embarcações desse tipo.

Gazeta do Povo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Patriota disse:

    Esse ranking teria que ser melhor explicado para tornar-se crível. Agora criticar o EB e as FFAA alegando ociosidade é injusto. Coisa de quem não conhece ou pura desonestidade intelectual mesmo. Para os desavisados: policiamento nas fronteiras é atribuição constitucional da Polícia Federal!!! Conheçam antes de criticar….

  2. gusthenrique disse:

    A tecnologia e treinamento humano valem muito mais, esse ranking não expõe a realidade. Alguém duvida que Israel ganhe com um pé nas costas uma guerra contra o Egito ou Turquia? No entanto, nem aparece nas primeiras colocações. Mesmo na América do Sul, tenho minhas dúvidas se teríamos condições de bater no Chile, por exemplo.

  3. Nono Correia disse:

    Esse ranking é uma falácia completa. Os critérios só levam em conta questões numéricas como orçamento, quantidade de veículos e contingente. Fica de fora, principalmente, a eficiência e modernização dos equipamentos, por exemplo.

    Para se ter uma noção do absurdo, o Brasil aparece na frente do Irã, maior potência militar convencional do Oriente Médio, que desenvolve mísseis capazes de atingir alvos com precisão há 2.500 km e fabrica satélites militares, submarinos, sistemas de defesa aérea, robôs, etc., tudo com tecnologia própria. Fica "na frente" também do Paquistão e Coréia do Norte, duas potências nucleares, sendo que a CN já desenvolve até ICBMS.

    A matéria só serve para estimular o ufanismo tolo dos que acham que o Brasil tem alguma importância econômica e militar no governo dos milicianos.

    • Patriota disse:

      Seu comentário seria perfeito se não fosse a conclusão…a falta de expressividade militar é compreensível, mas a economia brasileira tem importância inquestionável. Seja nos governos nefastos dos "cumpanheros" ou no governo que você adjetiva como miliciano.

  4. Antonio Turci disse:

    Quem é Bozo, cara pálida?

  5. Gil disse:

    Enquanto isso o terreno do 16 BI vive ociosidade, com soldados passando o dia capinando, coçando o saco e sem inimigo à vista, pois os problemas estão na fronteira. Seria muito mais interessante o EB vender aquele elefante banco da Hermes da Fonseca e, com os recursos construir vários batalhões nas regiões fronteiriças no norte do país.

  6. jeam disse:

    O bozo comprou quantos desses?
    graças ao PT de Lula que o brasil se modernizou e jogou as sucatas no lixo.

    Mais vai aparecer idiota dizendo que o bozo é fantástico!!

    • Jorge disse:

      Só lembrando que qdo comprou os caças suecos, embolsou uma grana em propina ne, que ninguém é de ferro. Kkkkkkkkkk

    • Nilo disse:

      O cara ter coragem de defender um canalha como Lula, pqp, tem cada figura!

  7. PITANGA disse:

    Enquanto isso, as fronteiras continuam sendo a bagunça que são.

  8. Silvio. disse:

    Vamos botar esse poder de fogo no rabo de algum baderneiro petista.

Projeção de economistas para crescimento do PIB em 2020 sobe a 2,17%

Foto: Ilustrativa

Economistas elevaram a projeção do PIB para 2020 pela segunda semana consecutiva, segundo pesquisa Focus do Banco Central (BC) divulgada nesta segunda-feira e que reúne as estimativas das principais instituições financeiras do país. A nova previsão de crescimento para o ano que vem é de 2,17%.

Na semana passada, era de 2,08%, superando a projeção de 2% que vinha sendo apontada pelos analistas há algumas semanas, sem alteração.

Os economistas preevem ainda inflação sob controle, em 3,6% em 2020, e a Selic (a taxa básoca de juros) a 4,25% ao fim do ano que vem. Na semana passada, a projeção para os juros esram de 4,5%.

O BC reduziu a Selic nas últimas três reuniões e sinalizou que deve fazer mais um corte neste ano. Hoje, a taxa está em 4%. Os economistas ouvidos pela Focus preveem a taxa em 4,5% no fim de 2019, como já apontava a pesquisa na semana passada.

Outros indicadores para 2019 não sofreram alteração, como o PIB, cuja projeção foi mantida em 0,92%. A previsão de inflação foi revisada levemente para cima, a 3,33%, ante 3,31%.

O Globo

Sobe para 4 número de mortes no desabamento de prédio em Fortaleza

Foto: João Pedro Ribeiro/ TVM

Aumentou para quatro o número de mortos no desabamento do Edifício Andréa, na cidade de Fortaleza. No início da manhã desta quinta-feira (17), as equipes do Corpo de Bombeiros retiraram dos escombros o corpo de homem ainda não identificado, segundo informação do comandante do Corpo de Bombeiros do Ceará, coronel Luís Eduardo Holanda, que coordena as operações de busca na área do desabamento.

O coronel informou também que, com o resgate desse quarto corpo hoje, restam ainda seis pessoas desaparecidas. “Continuamos trabalhando com seis pessoas a serem encontradas. Estamos Trabalhado agora em busca de uma possível sinalização, atuando em um ponto onde possam existir pessoas ainda vivas”, disse o comandante em entrevista à imprensa.

Um grupo de 130 bombeiros, divididos em várias equipes, com o apoio de voluntários, trabalha ininterruptamente no local.

Além da retirada desse corpo nas primeiras horas de hoje (17), estão confirmadas as mortes de Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; e de uma mulher, ainda não identificada, cujo corpo permanece sob os escombros.

O Edifício Andrea, localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, desmoronou na manhã de terça-feira (15). As causas do desabamento ainda estão sendo investigadas.

Agência Brasil