Saúde

Brasil sobe para 8º no ranking de vacinação contra a Covid-19

Foto: Bruna Prado/AP

Mais de 94 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas em todo o mundo e o Brasil subiu para oitavo no ranking de países, aponta levantamento desta segunda-feira (1º) do projeto “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford.

O Brasil tem pouco mais de 2 milhões de vacinas aplicadas até o momento (na quinta, o país ocupava a 12ª posição do ranking, com 1,13 milhão de vacinados). Os Estados Unidos seguem na liderança, com 31,12 milhões de doses administradas.

Completam o top dez: China (22,77 milhões), Reino Unido (9,47 milhões), Israel (4,74 milhões), Índia (3,74 milhões), Emirados Árabes Unidos (3,33 milhões), Alemanha (2,32 milhões), Brasil (2,07 milhões), Turquia (1,99 milhão) e Itália (1,96 milhão).

Entre a 11ª e 15ª posições estão: França (1,53 milhão), Espanha (1,47 milhão), Polônia (1,16 milhão), Rússia (1 milhão) e Canadá (937 mil).

Ranking proporcional

Já Israel lidera os rankings proporcionais à população. Mais de um terço da população já recebeu ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19 e um quinto já foi completamente imunizada.

Os países com mais pessoas que receberam ao menos uma dose são: Israel (34,74%), Emirados Árabes Unidos (31,18%), Reino Unido (13,22%) e Bahrein (10,02%).

O Brasil aparece em 34º neste levantamento (0,96% da população vacinada com ao menos uma dose), atrás da Croácia (1,41%) e à frente da Costa Rica (0,90%).

Os países que têm mais habitantes completamente imunizados são: Israel (19,98%), Emirados Árabes Unidos (2,53%), EUA (1,71%), Islândia (1,41%) e Dinamarca (1,25%).

Consórcio da imprensa

O número de vacinados no Brasil contabilizados pelo “Our World in Data” (2,07 milhões) é um pouco diferente do levantamento do consórcio de veículos de imprensa (2,05 milhão).

O consórcio coleta informações diariamente com Secretarias de Saúde estaduais e do Distrito Federal, enquanto o “Our World in Data” usa dados de uma plataforma colaborativa.

Ele é um projeto colaborativo de pesquisadores da Universidade de Oxford e da ONG Global Change Data Lab que acompanha dados públicos sobre a pandemia e outros assuntos de repercussão mundial.

G1

Opinião dos leitores

  1. O mundo inteiro está atrasado na vacina, ninguém tem 100%, as contaminações continuam e ponto.
    Vamos dar parabéns a quem completar 100%, vamos parar de ficar de mimimi vacinou mais mil, vacinou mais por milhão, vacinou mais em quantidade.
    Em todo mundo a disputa é grande e vocês acham que o Brasil é a maior potencia do mundo para vacinar todos primeiro .
    Em breve esta baboseira de quem vacinou mais e quem vacinou menos acaba o Brasil vai começar a fabricar os insumos.
    Igual ao auxílio emergencial que atendeu a todos em um espaço curto de tempo.

  2. O Brasil aparece em 34º neste levantamento (0,96% da população vacinada com ao menos uma dose), atrás da Croácia (1,41%) e à frente da Costa Rica (0,90%).

    1. Afinal, o que importa eh o ranking proporcional né! Como a população do Brasil eh muito grande, a eficiência da vacinação não se mede por números absolutos de vacinados e sim pela proporção da população imunizada.

    2. Verdade, Manoel. Só acho bem sintomático que vocês esquecem os números proporcionais quando vêm falar no total de mortes no Brasil. Vacinas ainda são um recruso escasso. Países estão trocando tapa atrás delas.

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Diversos

NÃO HOUVE SOBRECARGA: Vinte dias após festas de fim de ano, número de internações por Covid-19 no RN sobe pouco

Segundo dados disponibilizados pela Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte(Sesap), o temor de um possível aumento expressivo no número de internações em leitos críticos de Covid-19 após as festas de fim de ano, por mais alarmante que seja o cenário atual, felizmente, não se confirmou. Após 20 dias da virada para 2021, há um aumento no número de pessoas internadas, mas não houve uma sobrecarga nos hospitais.

Os dados ainda apontam que em 30 de dezembro de 2020, quando algumas grandes festas de pré-reveillon já eram realizadas no Rio Grande do Norte, havia 151 pessoas internadas em leitos críticos nos hospitais públicos e em leitos contratados pelo SUS no estado. Nessa quarta-feira (20), às 12h50, o número de internados era de 158. O percentual de leitos críticos ocupados no estado é de 62,45%. Há 84 leitos disponíveis (33,20%) e 11 bloqueados (4,35%).

Com acréscimo de informações da TN

Opinião dos leitores

  1. Esse número de pessoas infectada, são das eleições, onde em cada município do RN, havia muitas passeatas , o povo sem máscara, e agarrado… Não tem nada haver com festa de final de ano. Tira por aqui, quem saiu no Natal o final de ano para se aglomerar??

  2. Eles esqueceram de uma coisa simples, as pessoas que se aglomeraram no Natal, são as mesmas que se aglomeraram no ano novo e serão as mesmas que vão se aglomerar no carnaval, quem está em casa, se cuidando ou em isolamento continuaram com os mesmo cuidados, são 35% da população, o que realmente provocou esse aumento foram os que foram as ruas participar das campanhas políticas principalmente nas cidades do interior que foi justamente onde mais aumentou o número de casos e de mortes.

    1. Perfeito Luciano, a grande culpada dessa 2ª onda são as campanhas políticas e o TSE que afirmou não haver risco, isso ninguém lembra.

  3. Mas esse povo que foi, em sua maioria, não era de outros Estados?
    Esse pessoal foi levando de volta pros seus lugares de origem.

  4. Quem tinha dinheiro para pagar a fortuna dos ingressos e hospedagem é o rico de SP que hoje lota hospitais por lá, não aqui.
    Se tinha alguém dessa cidade nessas festas caras e polêmicas, era jornalista e blogueiro que ganha tudo de graça mesmo

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Diversos

Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,6 anos em 2019

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2019 era de 76,6 anos, segundo dados da Tábua da Mortalidade, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é 0,3 ano superior à de 2018, divulgada na pesquisa do ano passado (76,3 anos).

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado, que é uma média da expectativa de vida dos dois sexos, foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União. A divisão do dado, por sexo, será feita às 10h pelo IBGE.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Com o Véio Bolsonaro, até a expectativa de vida do cidadão Brasileiro aumenta. Eita Véio Bom, Eita Véio chibateiro.
    É Mito, o Mito disparou, disparou.

  2. ixi, agora o Bozo e sua trupe que se baseia na bíblia, ele quer ser o faraó que escravisa o povo, vai fazer outra reforma e o povo vai ter que trabalhar até 70. Os mínions vão achar ótimo e aplaudir enquanto morrem antes de aposentarem.m

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Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil volta a ficar acima de 1 após menor índice, aponta Imperial College

A taxa de transmissão (Rt) do novo coronavírus voltou a subir no Brasil, aponta monitoramento do Imperial College de Londres, no Reino Unido. A atualização da estimativa foi divulgada nesta terça-feira (17) e considera dados coletados até a segunda-feira (16).

O relatório mostra que o índice está em 1,10. Isso significa que cada grupo de cem pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 110 pessoas. Os dados levam em conta a média das estimativas de mortes na comparação das duas semanas. Pelas estatísticas, essa taxa pode ser maior (até Rt = 1,24) ou menor (até Rt = 1,05).

Os cientistas apontam que “a notificação de mortes e casos no Brasil está mudando; os resultados devem ser interpretados com cautela”.

Na última semana, o Brasil atingiu o menor valor desde abril: 0,68.

Simbolizado por Rt, o “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança.

Estimativas para São Paulo

Além da estimativa do Imperial College de Londres, pesquisadores brasileiros também monitoram o Rt.

Em outro acompanhamento, pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Estadual Paulista perceberam que no começo de novembro aconteceu uma mudança na tendência da transmissão. A curva de contágio voltou a subir, um reflexo do aumento nas internações, em meados de outubro.

No estado de São Paulo, a taxa de transmissão está acima de 1 (1,05), o que indica tendência de aceleração nas infecções. As projeções mostram que ela deve chegar, na próximo segunda-feira, a 1,11. Na capital, o índice está ainda mais alto. A tendência é que passe dos atuais 1,36 para 1,41.

Números no Brasil

O Brasil tem 166.101 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta terça-feira (17), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número é o segundo maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

A média móvel de novas infecções nos últimos 7 dias teve uma variação de +59% em relação aos casos registrados em duas semanas. Esse percentual é o maior desde 3 de junho.

G1

 

Opinião dos leitores

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Economia

Em quatro meses de recuperação, atividade econômica subiu 12,25% no Brasil

Após a forte queda nos meses de março e abril, quando o isolamento social se intensificou, a atividade econômica segue em trajetória de recuperação no Brasil. Mesmo com o País ainda enfrentando a pandemia do novo coronavírus, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou o quarto mês consecutivo de alta. Em agosto, o indicador avançou 1,06% em relação a julho, na série já livre de efeitos sazonais.

Com o desempenho de agosto, a atividade econômica brasileira registrou expansão de 12,25% desde abril – quando foram registrados os piores resultados na pandemia. Medido em pontos, o IBC-Br saltou de 119,42 pontos em abril para 134,05 pontos em agosto.

O IBC-Br acumulou baixa de 5,44% no ano até agosto, informou o BC. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Pela mesma série, o IBC-Br apresenta baixa de 4,09% nos 12 meses encerrados em agosto.

O Banco Central revisou nesta quinta-feira dados do IBC-Br na margem, na série com ajuste. O índice de julho foi de +2,15% para +3,71%, enquanto o IBC-Br de junho passou de +5,32% para +5,33%.

No caso de maio, o índice foi de +1,86% para +1,68%. O dado de abril passou de -9,37% para -9,27% e o de março foi de -5,89% para -5,93%. Em relação a fevereiro, o BC alterou o indicador de +0,51% para +0,41%.

Média móvel trimestral

A média móvel trimestral do Índice de Atividade do Banco Central subiu 3,30% em agosto, na série com ajuste sazonal. Em julho, o indicador havia registrado alta de 3,59% e, em junho, baixa de 1,00%.

Os dados gerais do índice foram divulgados na manhã desta quinta-feira pelo Banco Central. Bastante observada pelos economistas do mercado financeiro, a média móvel do IBC-Br costuma ser usada como indicativo de tendências para o índice. O porcentual de hoje refletiu a comparação entre o trimestre encerrado em agosto e o trimestre encerrado em julho.

Conhecido como uma espécie de “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2020 é de retração de 5,0%. Este cálculo foi divulgado por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro.

No Relatório de Mercado Focus divulgado pelo BC na última terça-feira, a projeção é de queda de 5,03% do PIB em 2020. O Focus reúne as projeções dos economistas do mercado financeiro.

Isto É, com Estadão

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Economia

Venda de veículos novos no país sobe 13,3% no melhor mês do ano, afirma Fenabrave

(Foto: Michael H via Getty Images)

No maior resultado mensal do ano, as vendas de veículos novos no País – entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus – somaram 207,7 mil unidades no mês passado, com alta de 13,3% na comparação com agosto. Desde fevereiro, quando tinham sido comercializados 201 mil veículos, até então o maior volume do ano, o mercado não passava das 200 mil unidades. Os dados foram apresentados pela Fenabrave, entidade que representa as concessionárias do país.

O resultado mostra uma continuidade da recuperação do mercado após o choque da pandemia, mas ainda em ritmo inferior ao padrão de antes da crise. Em relação a setembro do ano passado, as vendas caíram 11,5%, conforme informou hoje a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de automóveis. No acumulado de janeiro a setembro, as vendas de veículos, num total de 1,37 milhão de unidades, mostraram queda de 32,3% frente o volume dos nove primeiros meses de 2019.

“A cada mês que passa, conseguimos observar que o mercado vem retomando os volumes e se readequando ao que se convencionou chamar de novo normal. Tanto que, apesar de ter o mesmo número de dias úteis de agosto (21), o volume de setembro foi mais elevado”, diz Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, ao comentar o balanço do mês passado. Desagregando o resultado por segmento, as vendas de carros de passeio e utilitários leves, como picapes e vans, tiveram no mês passado alta de 14,6% em relação a agosto e queda de 10,9% no comparativo anual.

No total, 198,8 mil carros foram licenciados em setembro, quando a Fiat liderou o mercado, com 19,7% das vendas totais, seguida por Volkswagen (17,1%), General Motors (16%) e Hyundai (8,4%). No acumulado do ano, as vendas de carros registram queda de 32,9%.Já as vendas de caminhões caíram 8,3% frente a agosto e 20,3% na comparação com setembro de 2019, somando 7,4 mil unidades. O resultado leva as vendas de caminhões acumuladas desde janeiro para 62,6 mil, com queda de 16,2%.Por fim, 1,5 mil ônibus foram emplacados no mês passado, o que representa uma queda de 13,6% em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2019, as vendas de coletivos recuaram 33,9%. Desde janeiro, 13,1 mil ônibus foram vendidos no Brasil, 34% a menos do que nos nove primeiros meses de 2019.

Motos

As vendas de motos novas mostraram no mês passado crescimento de 3,8% frente a agosto, segundo levantamento apresentado pela Fenabrave. Em relação a setembro de 2019, houve alta de 13,55% nas vendas de motos, que totalizaram 99,6 mil unidades no mês passado. O segmento tem sido impulsionado pelo boom dos serviços de delivery na pandemia.”O segmento de motocicletas está realmente aquecido, tanto pela procura de um transporte individual, como pela consolidação como veículo de trabalho.

Por outro lado, a produção segue prejudicada pela falta de componentes, fazendo com que o prazo médio para entrega do veículo seja de, aproximadamente, 40 dias”, afirma Alarico Assumpção Júnior, acrescentando que os bancos estão aprovando 4,2 a cada dez pedidos de financiamento de moto. Em setembro, a Honda, líder hegemônica deste mercado, respondeu por 78,3% das vendas totais. Na vice-liderança, a Yamaha teve 14,6%.O resultado positivo não reverte, porém, o declínio do mercado de motos no ano. De janeiro a setembro, 631,1 mil motocicletas foram vendidas no Brasil, 20,8% a menos do que nos nove primeiros meses do ano passado.

Época Negócios

Opinião dos leitores

  1. Interessante, essa turma da esquerda tem memória curta ou são cara de pau mesmo. Quem não se lembra no governo do PT o incentivo para compra de carros populares, podendo o número de parcelas do financiamento atingir 82 vezes mensais? Quem não se lembra Lula mandando “carta” aos aposentados junto com com o BMG, incentivando a utilização de empréstimo consignado? Mas é a torcida do quanto pior, melhor. Pouco importa os empregos que são mantido e até gerados num época tão difícil para a classe trabalhadora. Safados.

    1. Meu Deus, ninguém tá falando de esquerda e direita, aí vem o Mobral-mor vir vomitar Lulices. PT tá no fundo do poço, vamos falar do que importa.

  2. Existe um culto ao carro no Brasil. É fato, pelos valores em comparação com os rendimentos de quem compra. O dinheiro é gasto da forma como quiser, mas é válido analisar esse empenho demasiado da renda por um 1.0 pelado e caríssimo.

    1. Não exister mais carros zero no Brasil pelado.
      Lembre se que o governo mudou em 2018.
      Agora só lhe resta CHUPAR.
      kkkkkkk

    2. Você é retardado, olhe os valores dos carros zero km, que são exportados e vendidos a um valor menor. Tua pequenez é tamanha que ainda mete política.

  3. Falta de educação financeira. Sem contar que dão o próprio carro como garantia (alienação fiduciária), perde o carro quando atrasa três prestações e também tudo o que pagou.

  4. Brasileiro é fogo! Ficam se endividando por pura vaidade, pagando o triplo do valor que valem esses carros. Por isso que esse país é o paraíso dos endividados. Prefiro deixar meu dinheiro em aplicações financeiras e viver sem pensar em contas; não quero ser roubado novamente por essa indústria automobilística. ACORDA BRASIL.

    1. Cada qual gasta o dinheiro como quiser!

      Se preocupe menos com o dinheiro dos outros e foque em multiplicar o seu.

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Política

IBOPE: Popularidade de Bolsonaro sobe para 40%, mais 29% que consideram regular; índice positivo é maior desde o início do mandato

Foto: Marcos Corrêa / PR

A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro atingiu em setembro o maior índice desde o início do mandato. É o que mostra a pesquisa de divulgada nesta quinta-feira pelo Ibope. A taxa passou de 29% em dezembro do ano passado (menor avaliação desde janeiro de 2019) e chegou aos 40% neste mês. Os que consideram o governo ruim ou péssimo somam 29% dos entrevistados. Em dezembro, eram 38%. Já os que classificam o governo como regular continuam a representar cerca de um terço da população: 29%.

O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e tem nível de confiança de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, duas mil pessoas foram entrevistadas pelo instituto na semana passada, entre os dias 17 e 20 de setembro em 127 cidades. Portanto, o questionário foi aplicado em um período de alta no preço dos alimentos e antes do início do pagamento das parcelas residuais do auxílio emergencial, que começaram a ser repassadas aos beneficiários nesta quinta, e cujo o valor foi reduzido para R$ 300.

Uma das maiores altas na popularidade do presidente foi registradas entre os entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo. Nesse caso, a avaliação do governo como ótimo ou bom passou de 19% para 35%.

Quando observado o grau de escolaridade dos entrevistados, foi entre os que estudaram até a 8ª série que mais aumentou a aprovação de Bolsonaro: o salto foi de 25% para 44%.

Os entrevistados também demonstraram que estão mais satisfeitos com a maneira de Bolsonaro de administrar o país: 50% aprovam a gestão, enquanto 45% a desaprovam. Em dezembro, esses índices eram de 41% e 53%, respectivamente.

Em geral, a pesquisa do Ibope é feita a cada três meses, mas por causa da pandemia do novo coronavírus, a última pesquisa de avaliação do governo ocorreu no fim de 2019. Desde então, o quadro geral da confiança da população no presidente manteva a tendência das pesquisas anteriores: mais da metade dos entrevistados (51%) disseram que não confiam em Bolsonaro, apesar do aumento no número de pessoas que confiam nele: agora são 46%.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse ibope não merece confiança.
    O véi Bolsonaro ta estourado em todo Brasil sil sil sil.
    75% no mínimo é o certo.
    Bolsonaro não tem adversário.
    Reeleição tranqüila.

  2. PARABÉNS PRESIDENTE, os brasileiros começam a reconhecer o ótimo trabalho frente a pandemia, quando de forma corajosa combateu o PÂNICO que quiseram impor a população, que deixou muitos doentes de depressão ou até mesmo de problemas mentais.
    Quando socorreu com bilhões de reais os Estados e os Municípios, ajudando a estes a pagarem suas contas e manterem os salários de seus servidores.
    Quando ajudou as empresas a manter os empregados, salvando milhões de empregos.
    Quando socorreu milhões de brasileiros com o auxílio emergencial, tão necessário para a subsistência de muitos.
    Quando enviou respiradores para todo os Estados, ajudando a salvar muitas vidas.
    Quando não deixou a economia parar, permitindo que o país possa retomar rapidamente o crescimento, enquanto outros só repetiam fique em casa.

  3. O presidente Jair MESSIAS Bolsonaro é igual a massa de bolo, quanto mais bate, mais ele cresce.

  4. Da mesma forma que sobe cai,basta voltar a normalidade.A cela de Moro ainda esta sendo preparada,para atropelar na reta final os cavalos paraguaios.

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Finanças

Em meio à pandemia do novo coronavírus, taxa de desemprego sobe para 12,9% em maio e atinge 12,7 milhões de pessoas, mostra Pnad Contínua

Foto: Shutterstock

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a taxa de desemprego no país subiu para 12,9% no trimestre encerrado em maio, atingindo 12,7 milhões de pessoas, em meio à pandemia do novo coronavírus.

O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pela Bloomberg, calculada em 13,1%.

Em igual período de 2019, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,3%. No trimestre até abril de 2020, a taxa de desocupação estava em 12,6%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.460,00 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 206,623 bilhões no trimestre até maio, queda de 2,8% ante igual período do ano anterior.

A população desocupada (12,7 milhões de pessoas) teve aumento de 3,0% (368 mil pessoas a mais) frente ao trimestre móvel anterior (12,3 milhões de pessoas) e ficou estatisticamente estável frente a igual trimestre de 2019 (13,0 milhões de pessoas).

A população ocupada (85,9 milhões) caiu 8,3% (7,8 milhões de pessoas a menos) em relação ao trimestre anterior e de 7,5% (7,0 milhões de pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre de 2019. Ambas as quedas foram recordes da série histórica.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) caiu para 49,5%, o menor da série histórica iniciada em 2012, com redução de 5,0 p.p. frente ao trimestre anterior (54,5%) e de 5,0 p.p. frente a igual trimestre de 2019 (54,5%).

Infomoney, com Agência Estado

Opinião dos leitores

  1. Vamos a matemática, mais de 100 milhões receberam o auxílio porque não trabalham.

    Os desempregados, segundo esses dados, são pouco mais de 12mi.

    Essa conta nunca bateu.

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Saúde

RN sobe dois pontos e mantém segunda posição no Ranking Transparência Covid-19

O mais novo boletim divulgado pela ONG Open Knowledge Brasil mantém o Rio Grande do Norte na segunda posição em transparência de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à Covid-19.

Este foi o sétimo boletim organizado pela OKBR. O Estado potiguar alcançou a marca de 95 pontos e manteve a tendência de alta a cada semana e a evolução na transparência dos dados relacionados ao combate à pandemia.

Na primeira avaliação, o RN obteve apenas 29 pontos e foi classificado como “nível baixo” de transparência para o tema. Desde então a Controladoria-Geral do Estado e a Secretaria de Saúde têm se empenhado em oferecer um panorama amplo das ações e da situação dos recursos disponibilizados à população potiguar para a prevenção e combate ao novo coronavírus. Hoje o RN possui “nível alto”.

De acordo com a subcoordenadora de Epidemiologia da Sesap, Alessandra Lucchesi, essa nota tende a melhorar nas próximas semanas. “Estão sendo planejadas a apresentação de novos indicadores de acompanhamento fundamentais ao aprofundamento desses dados e análise dos dados pela população”.

Alessandra Lucchesi ressaltou ainda que a equipe tem se empenhado e trabalhado arduamente para fornecer instrumentos que permitam um diagnóstico capaz de subsidiar ações que atendam as demandas e desafios que se apresentam.

O trabalho executado pela equipe da Sesap é realizado com o apoio e acompanhamento da Control, responsável pela promoção da transparência pública do Executivo Estadual.

Opinião dos leitores

  1. A governadora está fazendo tido o que pode para manter a população segura. Agora tem uns loucos que ouvem Bolsonaro e e acham que dinheiro tras a vida de volta, vivem na rua se contaminando e contaminhando inocentes. Se a população não tiver consciência e procurar seguir a recomendação da OMS será uma tragédia aqui no RN.

  2. A Covid-19 papa-jerimum é tão "transparente" que, segundo projeções do governo Fatão GD, chegaremos hoje (sim, temos até a meia-noite deste 15/05) à trágica marca de 11.378 cadáveres infectados por coronavírus.

    1. Essa previsão foi feita por um pesquisador da UFRN, caso o governo não tivesse adotado as medidas de distanciamento social.

      Vê-se, hoje, portanto, que o governo estadual fez o que tinha que fazer.

  3. Se o RN subiu dois pontos com todas essas trapalhadas; podemos imaginar a qualidade das demais unidades federativas !

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Saúde

Taxa de pacientes curados da Covid-19 em Parnamirim sobe para 45%

Foto: Divulgação

A taxa de pacientes curados da Covid-19 em Parnamirim saltou de 38% para 45% em um dia. Os dados foram divulgados, na tarde desta quinta-feira (7) pela Secretara Municipal de Saúde (Sesad). De acordo com o novo boletim epidemiológico, das 166 pessoas infectadas, até o momento, 75 estão com a saúde restabelecida.

Ainda de acordo com a atualização do monitoramento, o total de casos descartados subiu para 489, enquanto o número de investigados é de 278. Mais uma morte foi confirmada, totalizando cinco no município.

A Sesad explica ainda que o aumento da taxa de cura dos pacientes depende da evolução do quadro de saúde de quem foi infectado. No geral, o tempo de recuperação de um paciente acometido pela Covid-19 é de 14 dias.

No entanto, esse período pode ser maior, quando levado em consideração aqueles pacientes com comorbidades, ou seja, portadores de outras doenças.

O levantamento da secretaria evidencia também o perfil dos infectados no município. De acordo com os dados, 53% do total de infectados é de adultos entre 30 e 49 anos, enquanto 17% é de idosos acima de 60 anos.

A Prefeitura segue adotando medidas de enfrentamento ao novo Coronavírus. A mais recente foi a determinação para o uso obrigatório de máscaras pela população. A medida começou a valer na última quinta-feira (30) após decreto publicado no Diário Oficial do Município (DOM).

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Saúde

Governo do RN sobe em ranking de transparência relativo ao Covid-19

FOTOS: Elisa Elsie

O Governo do Estado tem avançado na prestação de informações exigida pelo Índice de Transparência da Covid19, organizado pela ONG Open Knowledge Brasil. Os dados apresentados colocam o Rio Grande do Norte na 5ª posição (classificação “BOM”) entre os 27 estados da Federação. O terceiro boletim foi divulgado nesta quinta-feira (23).

“Compartilhamos a metodologia e critérios utilizados para apuração do Indicador com servidores da comunicação e do setor de epidemiologia da Sesap. Queremos melhorar cada vez mais a transparência pública do RN. E, para além do acompanhamento que fazemos, a Sesap tem trabalhado para reforçar essa transparência. A Controladoria Geral do Estado tem como próximo passo ampliar as informações relacionadas ao combate ao covid 19 no Portal da Transparência do Governo”, adiantou a assistente de controle interno e gestora da Lei de Acesso à Informação da Control, Lenira Fonseca.

O Estado potiguar avançou 7 pontos (de 60 para 67) neste terceiro boletim semanal, em relação ao último. O motivo da evolução foi a publicação de informações sobre atendimentos e leitos exclusivos para tratamento do Covid-19. O Índice leva em conta, entre 13 critérios, a hospitalização dos pacientes confirmados, infraestrutura da saúde, ocupação de leitos, testes disponíveis e aplicados, planilhas analíticas, séries históricas e localização dos casos registrados.

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Saúde

Ministério da Saúde: número de suspeitos de coronavírus sobe para 72 no RN; aumento é de 118% em um dia

Foto: Getty Images

A Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, com base em dados levantados até às 18h10 dessa terça-feira (17), informa que o número de casos suspeitos para o novo coronavírus no Rio Grande do Norte subiu para 72.

Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (18), o estado contabilizava 33 casos suspeitos há um dia – o que representa um aumento de 118% em relação ao último boletim.

Outros 21 casos que estavam sob investigação foram descartados. Até o momento, um caso da Covid-19 foi diagnosticado no RN, no dia 12 deste mês. A paciente é uma mulher de 24 anos com histórico de viagem à Europa e que já não apresenta mais os sintomas da doença.

Opinião dos leitores

  1. O que impressiona mesmo, e em demasia, é a quantidade de pessoas postando ou repostando vídeos e textos sobre o que intitulam de "alarde", "exagero", "agitação", em relação ao CORONAVIRUS, mesmo ocorrendo inúmeras mortes e com muita rapidez. Talvez estejam desconectadas da realidade ou alienadas de alguma forma. Sugiro que pesquisem e não tratem a questão com desdém, pois muitas famílias, nessa hora, não estão podendo sequer enterrar os seus entes queridos, devido ao alto poder de contágio da doença.

    1. Nosso país não tem estrutura de enfrentamento à uma pandemia nem de gripe, mas a culpa está em nível nacional deixava de atender as necessidades de nosso povo pra investir em outros países, copa mundo outro investimento desnecessário sem falar nos roubos aos cofres públicos, a atitude da governadora está certíssima

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Economia

Produção industrial no país sobe 0,9% em janeiro

Foto: Christiano Diehl Neto / Agência O Globo

A produção industrial cresceu 0,9 % em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira pelo IBGE. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a retração foi de 0,9 %.

Analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam avanço de 0,6% entre dezembro e janeiro e de uma queda de 1% em relação a janeiro de 2019.

O resultado interrompe a sequência de dois meses consecutivos de queda na indústria brasileira, mas precisa ser relativizado, uma vez que não indica uma mudança de trajetória no setor, na avaliação de André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.

— Esse avanço se dá em cima de uma base depreciada, o ano havia terminado com dois resultados negativos em sequência, que totalizavam uma perda acumulada de 2,4% — afirma — A gente permanece com uma leitura de predominância de perda da produção.

O resultado de janeiro foi influenciado pelo desempenho de bens de capital, que no mês registrou um avanço de 12,6% na comparação com dezembro e de 3,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior, e de intermediários.

Foi um crescimento acima da média, após a retomada da produção nas indústrias de veículos após o período de férias coletivas.

O aumento na produção de máquinas e equipamentos fez com que o avanço de janeiro em bens de capital fosse o mais intenso desde junho de 2018, quando cresceu 23% logo após a greve dos caminhoneiros.

No entanto, ainda está distante de recuperar a perda de mais de 14,8% registrado ao longo do ano passado, e 35,5% abaixo do maior nível de atividade, registrado em 2013.

— Tivemos um segundo semestre de 2019 com bens de capital com ritmo de menor intensidade, a entrada desse 12,6% (na série histórica da pesquisa) tem que ser pensado que é em cima de algo que havia recuado bastante, mas ainda está longe de recuperar a perda que essa categoria teve no período recente — explica Macedo.

O índice é um indicativo do aporte de recursos feitos no país para aumentar a capacidade produtiva. Economistas afirmam que para o país sair do patamar de 1% de crescimento pelo quarto ano consecutivo será necessário alavancar os investimentos, estagnado em 15,4% do PIB nacional.

Bens intermediários e de consumo durável

Além de bens de capital, os bens intermediários (0,8%), como a produção de derivados do petróleo e alimentícios, e de consumo durável (3,7%), como automóveis e eletrodomésticos, apresentaram elevação da atividade econômica em janeiro, na comparação com dezembro de 2019.

Nos grandes grupos, somente os bens de consumo semi e não duráveis, que incluem laticínios e o setor têxtil, não apresentaram alta (-0,1%).

Apesar do resultado positivo, a indústria ainda está 17,1% abaixo do nível recorde de atividade, registrado em maio de 2011. Segundo Macedo, o nível de produção do setor industrial nacional é similar ao identificado há mais de dez anos, em 2009.

Menor crescimento global

O comportamento da indústria é um dos principais termômetros para avaliar o desempenho do PIB. Com o resultado deste mês, a questão é se o PIB conseguirá avançar a um ritmo dentro do esperado até o fim do ano, diante da provável desaceleração global.

Em todo o país, fábricas já anunciaram a paralisação das linhas de produção por conta da falta de insumos básico para produzir, após a crise do coronavírus afetar as importações.

Para Macedo, os resultados de janeiro não indicam ter sinais de impacto da crise do coronavírus na economia global. Ainda não se sabe se os indicador de fevereiro já pode trazer algum impacto na pesquisa do IBGE.

— Sabemos que pode trazer problemas de insumo na produção de bens domésticos, no comércio internacional, mas não sabemos se isso irá aparecer em fevereiro e em qual insentidade. O que vemos é que diversos setores já estão mapeando empresas que estão sentido isso (problemas de insumo) — ressalta.

Em relatório encaminhado aos clientes, o economista-chefe do Goldman Sachs, Alberto Ramos, alertou que o setor industrial brasileiro deve sofrer com o menor crescimento global nos próximos meses.

No entanto, pode se beneficiar da queda da taxa de juros por parte do Banco Central (BC), especulada para a próxima reunião do Copom, na próxima semana.

“Daqui para frente, esperamos que o setor industrial de baixo desempenho sofra os ventos contrários do menor crescimento global e do comércio devido ao impacto econômico e social do surto de Covid-19. A produção e as interrupções logísticas nas cadeias de suprimentos industriais internacionais também podem impactar temporariamente a base industrial doméstica”, alerta.

Economistas de instituições financeiras têm revisado para baixo as projeções para os indicadores brasileiros nas últimas semanas. Para este ano, eles projetam um cenário de crescimento da produção industrial na ordem de 2%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Já para o resultado do PIB, a previsão é de uma alta de 1,99%.

O Globo

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Esporte

Sensação de apenas 19 anos, brasileiro Thiago Wild sobe 69 posições no ranking mundial de tênis

Foto: Chile Open / Jim Rydell

O domingo foi de festa para o paranaense Thiago Willd, de 19 anos, que conquistou o ATP 250 de Santiago, no Chile e,de quebra, tornou-se o brasileiro mais jovem a conquistar um torneio da elite do tênis mundial. Até ontem (1º de março), a marca pertencia ao catarinense Gustavo Kuerten, o Guga, que aos 20 anos foi campeão de Rolland Garros (França), na edição de 1997. Até então número 182 no ranking mundial, Thiago Wild levantou a taça após vencer na final o norueguês Casper Rudd (38º) por 2 sets a 1 (parciais 7/5, 4/6 e 6/3).

Após o título deste domingo (1) no saibro, o mais importante na carreira, Thiago Wild subiu nada menos que 69 posições: o brasileiro acordou nesta segunda (2) na 113ª posição do ranking da ATP. Do Chile, o brasileiro segue direto para a Austrália para integrar a equipe brasileira que vai disputar vaga na Copa Davis.

A conquista da taça do ATP de Santiago veio após uma semana brilhante. Na última sexta (8), o brasileiro já havia roubado a cena ao derrotar o chileno Cristian Garin – número 18 do mundo e campeão do Rio Open 2020 – por 2 sets a 0, assegurando vaga na semifinal. Na luta pelo título, o brasileiro ainda atropelou na semifinal o argentino Renzo Ollivo (297º), por 2 sets a 0 (parciais de 6/1 e 6/3).

Agência Brasil

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Saúde

Sobe para 12 o número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil

Casos confirmados de infecção por coronavírus pelo mundo. — Foto: Arte/G1

Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (31) que o Brasil tem 12 casos suspeitos do novo coronavírus 2019 n-CoV. Nenhum caso foi confirmado.

Seis estados estão com pacientes em investigação médica: Ceará (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (7).

Caso em Minas Gerais

O balanço que considerava os dados de até 12h desta sexta incluiu um caso em Minas Gerais, estado que apareceu na lista do Ministério. Com ele, o total de casos chegava a 13. Entretanto, durante a apresentação, realizada a partir das 16h, o secretário-executivo da pasta anunciou que após a inclusão do caso na lista foi recebida a confirmação de que o paciente deu negativo para coronavírus.

O ministério informou que as amostras de casos suspeitos serão analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Em breve, também pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará.

Emergência de saúde pública

Nessa quinta-feira (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que os casos do coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional. São milhares de infecções na China e em 22 países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.

“Devemos lembrar que são pessoas, não números. Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Infecções mais rápidas

Os casos do 2019-nCoV estão se espalhando mais rápido, mas matam menos do que a Síndrome Respiratória Aguda Grave, SARs-CoV, que causou um surto na China entre 2002 e 2003, e do que o H1N1, vírus que levou a uma pandemia em 2009 e que continua fazendo vítimas.

Desde o primeiro alerta de coronavírus, em 31 de dezembro, até esta sexta-feira, o coronavírus já havia matado 213 pessoas na China e infectado 9.720 – taxa estimada de letalidade de 2,19%, segundo autoridades chinesas. Isso significa que, a cada 100 pessoas doentes, 2 morrem. Os dados são estimados porque o número total de infecções ainda é desconhecido.

Já a Sars levou à morte 916 pessoas e contaminou 8.422 durante toda a epidemia (2002 a 2003). A taxa de letalidade é de 10,87%. Isso representa quase 11 mortes a cada 100 doentes. Os dados são da Organização Mundial de Saúde (OMS).

As duas infecções são causadas por vírus da família “coronavírus”, e recebem este nome porque têm formato de coroa.

Se comparados a outro vírus que causa doença respiratória, como o H1N1, o número de pessoas que morrem é maior do que o registrado pelo coronavírus. Em 2019, somente no Brasil, 796 pessoas morreram com H1N1 e 3.430 foram infectados. Ou seja, a gripe matou 23,2% dos pacientes internados no Brasil com sintomas, ou 23 a cada 100 doentes.

Recomendações

Os especialistas recomendam a “etiqueta respiratória” para evitar a transmissão: cobrir a boca com a manga da roupa ou braço em caso de tosses e espirros e sempre lavar as mãos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os serviços de saúde adotem protocolos de prevenção antes, durante e depois da chegada do paciente, com desinfecção e ventilação de ambientes.

Para quem trabalha em pontos de entrada no país, como aeroportos e fronteiras, é recomendado o uso de máscaras cirúrgicas.

Caso haja algum caso suspeito em aviões, navios e outros meios de transporte, é recomendado usar máscara cirúrgica, avental, óculos de proteção e luvas. A inspeção de bagagens deve ser feita com máscara cirúrgica e luvas.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Parece castigo.
    Os lacradores querem transformar o Brasil numa Sodoma e Gomorra.
    Cancelem o carnaval!!!

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Saúde

Coronavírus: Brasil sobe nível de alerta para ‘perigo iminente’

Foto: Jorge William / Agência O Globo

A suspeita de contaminação por coronavírus em uma jovem de 22 anos, em Minas Gerais, levou o Ministério da Saúde a subir o nível de alerta do país para “perigo iminente” nesta terça-feira.

O Centro de Operações de Emergência (COE), acionado pelo ministério desde o início da crise, classifica os riscos em três níveis, em linha com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O primeiro é o nível de alerta, porque havia casos acontecendo em outros países, mas a transmissão estava concentrada na China. O nível dois (“perigo iminente”) se inicia a partir da identificação de um caso suspeito que se enquadre na definição estabelecida pelo protocolo da OMS. Esse é o caso da paciente em Minas Gerais, que viajou à Wuhan, epicentro da crise na China.

A partir da confirmação de um caso da doença, o país entra no terceiro nível, e o governo declara emergência em saúde pública de importância nacional.

Coronavírus: O que se sabe até agora?

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a suspeita em Minas Gerais ainda está sendo analisada, e que não há evidência de que o coronavírus esteja circulando no Brasil, porque o caso mineiro não seria de transmissão no Brasil, mas sim na China.

— Temos hoje o caso suspeito de uma paciente que viajou para a cidade de Wuhan até 24 de janeiro de 2020. É um caso importado, ou seja, uma pessoa que veio dessa cidade. Ela apresentou sintomas compatíveis com a suspeita e o estado geral da paciente é bom. Não há evidência ainda que o vírus esteja circulando, ela está em isolamento e os 14 contatos mais próximos estão sendo acompanhados — afirmou.

A brasileira deixou a China de avião e fez uma escala em Paris e outra em Guarulhos (SP), antes de seguir para Belo Horizonte.

Segundo o ministro, uma análise comparativa do genoma do vírus permitirá saber, até sexta-feira (31), se a paciente foi contaminada pelo novo coronavírus.

Milhares de rumores, nenhuma confirmação

Mandetta afirmou que o ministério recebeu sete mil rumores sobre possíveis contaminados, dos quais 127 casos foram verificados mais profundamente e dez foram notificados para testes.

Desses dez, nove foram descartados e apenas o de Minas Gerais é tratado como suspeito. O resultado do exame que detecta se o caso é de coronavírus deve sair na próxima sexta-feira.

O ministro da Saúde afirmou, ainda, que os brasileiros devem evitar viagens à China:

— Estamos recomendando que viagens à China sejam feitas apenas em caso de necessidade. O Ministério da Saúde desaconselha qualquer viagem nesse momento para aquele país.

A definição de casos suspeitos mudou com a alteração da área de perigo feita pela OMS na segunda-feira (27).

Na mudança, a organização passou a tratar o assunto como um problema de toda a China, não só da província de Hubei, cuja capital é Wuhan.

A partir disso, o Ministério da Saúde começou a classificar como suspeitos os casos de pessoas que tenham vindo de qualquer ponto da China nos últimos 14 dias e que apresentem sintomas.

O ministério definiu três situações de casos suspeitos. O primeiro é quando a pessoa sente febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório, como tosse ou dificuldade de respirar, e esteve na China nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sintomas.

Na segunda situação, a pessoa apresenta os mesmos sintomas, mas teve contato próximo de um caso suspeito nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sintomas.

Na terceira situação, a pessoa também apresenta os sintomas e teve contato com um caso confirmado de coronavírus nos últimos 14 dias.

Laboratórios de referência

O laboratório de referência nacional para o caso de vírus respiratório é o da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. É ele que dá a palavra final no processo de identificação do vírus.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Wanderson Kleber de Oliveira, explica que isso acontece porque ainda não há uma padronização dos procedimentos.

— Lá (na Fiocruz) tem todo o equipamento e padronização. Nessas situações que nós não conhecemos direito, em que os testes não estão tão bem padronizados, os casos precisam ser validados pelo laboratório de referência nacional.

Segundo Oliveira, todos os estados do país têm laboratórios centrais que são capacitados e receberam orientação para tratar dessa situação. A Fundação Ezequiel Dias, em Minas Gerais, e o Instituto Evandro Chagas, no Pará, por exemplo, são referências regionais para os exames.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro disse que “não seria oportuno” trazer para o Brasil a família de brasileiros que está internada nas Filipinas, com suspeita de terem contraído o coronavírus.

Segundo adiantou a colunista Bela Megale, Bolsonaro voltou da visita oficial à Índia bastante preocupado com a situação e, além de conversar com Mandetta, deverá se reunir com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para avaliar se há necessidade de promover ações em aeroportos internacionais.

O Globo

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