Economia

Postura frente à pandemia piora imagem do Brasil no exterior, faz a moeda ter a maior desvalorização no mundo e afasta investidores

“Estes são os túmulos de abril. Vejo um funeral a cada dez minutos, e este é só o começo.” A descrição de um cemitério em São Paulo com os caixões de vítimas do coronavírus feita na semana passada foi apenas uma dentre as várias vezes em que repórteres das maiores emissoras de TV dos Estados Unidos abordaram a gravidade da pandemia no Brasil. A imagem de caixões e de hospitais se tornou corriqueira na imprensa estrangeira depois que o País rompeu a marca de mais de mil mortes diárias. Segundo a Organização Mundial da Saúde, puxada por Brasil, a América do Sul é agora o novo epicentro da covid-19.

Analistas internacionais definem o Brasil como uma nação governada por um presidente populista que dá respostas contraditórias à pandemia. Os efeitos concretos da percepção no exterior de que o País ruma para um precipício – ao viver uma tempestade perfeita com crises simultâneas na saúde, na política e na economia – já aparecem nos números e na postura distante que outras nações têm preferido tomar do Brasil.

Desde o início do ano, o real foi a moeda que mais se desvalorizou no mundo, com queda de 45% ante o dólar. A despeito das intervenções diárias do Banco Central, a cotação da moeda americana encostou nos R$ 6. No mesmo período, o CDS (Credit Default Swap), indicador que sinaliza o nível de risco país, cresceu mais de 250%.

Março teve a maior fuga de capital desde 1995

Os números superlativos se repetem na debandada de investimentos estrangeiros. Segundo o último relatório do Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês), que reúne bancos de investimento, fundos e bancos centrais em 70 países, o Brasil registrou em março a maior fuga de capital em um mês desde 1995 e é o país que mais merece atenção, por causa da rápida deterioração do cenário. A quantia perdida só não foi maior do que a registrada pela Índia.

“Investidores gostariam de ver o governo no comando da situação. Temos visto o confronto entre o Executivo (federal) e governadores, assim como discussões com o Congresso sobre os estímulos, além de mudanças ministeriais que aumentam as dúvidas sobre a capacidade do governo de continuar com reformas estruturais”, diz Martin Castellano, chefe da seção de América Latina do IFF.

Procurado para comentar os efeitos da percepção negativa do País no exterior, o Ministério da Economia não se pronunciou.

Para o economista-chefe do IFF, Robin Brooks, o coronavírus se tornou uma “crise de confiança” para o Brasil. Colocar dinheiro no País agora deve ser uma tarefa para “especialistas, loucos, oportunistas de longo prazo e aqueles sem outras opções”, resumiu o economista Armando Castelar, do Ibre/FGV, em relatório da Gavekal Research, consultoria de investimentos internacional. De acordo com o economista, seria como “correr para um prédio em chamas”.

COLUNA  ECONOMIA & NEGOCIOS

Opinião dos leitores

  1. As falas defendendo Bolsonaro de nada adiatam. Fala-se de uma imprensa inimiga, mas a impressão que governantes e investidores externos têm dele são resultantes da postura dele. É a imprensa internacional que alimenta as informações lá fora e a coisa não é boa. O que não dá pra entender são argumentos patriotas querendo entregar o país, defender à família e os bons costumes querendo construir cabarés de luxo, defender o meio ambiente burlando leis ambientais aumentando a devastação do meio ambiente, destruir o património histórico ao substituir autoridades do Iphan pra beneficiar a Havan que o apoia, querer desconsiderar a heterogeneidade do povo brasileiro que deve salvaguardar suas minorias indígenas e afrodescendentes, fechar instituições democráticas e vender instituições lucrativas como o BB. Esse é o nosso futuro?

    1. Quem defende ele são os "patriotas", "homens de bem". Kkkkkkkkk…

  2. Não sou fã de Bolsonaro, mas ler este blog e entender o que se passa no mundo, é ler a tabuada e se achar bam-bam-bam em Matemática. E caro Manoel, já viu este ditador autoritário censurar a imprensa que tanto bate nele? E as prisões de quem andou na rua? Foi ele que mandou? Essa briga nojenta esquerdista-direitista é que me envergonha,. Perderam a noção das coisas. Façam algo pela sua rua, pelo bairro, cidade e país. Aí não terão tempo nem vontade de se engalfinharem. São cidadãos só de whatsapp? Botem a mão na massa.

  3. A fama do Brasil tá ruim.lá fora por uma questão simples: todos Alemanha, EUA, França, China estão preucupados por que vao perder seu lugar pra o Brasil. Nao é so aqui que o Mito é conhecido, e os oustros lideres tao com medo dele, principalmente a Merkel e o Macron, o Trump nao pois ele reconhece a influencia e a capacidade do Bolsonaro. Bolsonaro vai tornar o Brasil o que ele sempre merecia ter sido. Vamos ser a grande potencia e os grandes valores da familia cristâ e o mundo ja chora pq vai ter q reconhecer isso. Ninguem vai segurar o Brasil. Fechado com Bolsonaro.

  4. Passada esta pandemia a economia vai estar destroça e posteriormente quem vai ser louco de colocar dinheiro em um País que tem um desequilibrado mental com surtos genocidas e psicóticos a frente do Governo.

  5. Passada esta pandemia a economia vai estar destroça e posteriormente quem vai ser louco de colocar dinheiro em um País que tem um desequilibrado mental com surtos genocidas e psicóticos.

  6. Ano passado paulo Guedes declarou:

    "Pra o dólar chegar a 4 reais, o goveno tem que fazer muita besteira"

    O dólar está beirando 6 reais. Resultado, como disse Paulo Guedes , das merdas que esse governo faz.

  7. Elegeram um asno corrupto, imbecil, ditador, aparelhador, homofóbico, misógino, machista, fanático religioso, e mentiroso pra acabar a corrupção do país. Mais contraditório impossível.

  8. Moro no Exterior e, ultimamente é frenquente a quantidade de colegas de trabalho e amigos me perguntam se é verdade a postura do presidente e dos brasileiros. Minha camisa verde-amarelo nunca tive tanta vergonha. Como vao vim aqui criticar ja respondo, pt envorgonhou com muito roubo. Bolsonaro envorgonha com incentivo nacional ao odio, se armar pra opor-se ao proprio Estado, aglomeracoes em meio a uma Pandemia como nunca visto (ou vcs vao afirmar que o q ta ocorrendo com todas as economias globais é gripezinha?!)… o Brasil tem um cenario unico no mundo, e nao é pro lado positivo nao. Nao vc nao aceita enxergar isso, ah eu so lamento, pois nao é q vc tem politico de estimaçao… vc esta é idolatrando o q é indolatrável. Quase o Brasil todo esta perdendo com tudo isso.

    1. Explicque para eles o que é o isolamento vertical defendido pelo Presidente (se se esquerdismo deixar).

    2. Diga a seus colegas que é verdade sim. Que aqui existe um presidente de verdade e que defende o povo brasileiro e o país como um todo. Aproveite e fale dos tempos em que a corrupção era desenfreada no Brasil. Quais foram os políticos corruptos que assaltaram esta Nação e que hoje estão aí querendo voltar como salvadores da pátria. Vc não passou isso para os seus amigos? Passe homi. Conte a eles a história toda, seria interessante, não acha?

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[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Álvaro destaca crescimento da direita, agradece os 530 mil votos e diz: “A luta continua”

Em vídeo divulgado após a eleição, Álvaro Dias agradeceu aos mais de 530 mil norte-rio-grandenses que votaram em sua candidatura ao Governo do Estado, aos apoiadores, à família e às lideranças que estiveram ao seu lado durante a campanha.

Álvaro fez agradecimentos especiais ao vice Babá Pereira, ao senador Rogério Marinho, a Styvenson Valentim e ao Coronel Hélio. Também parabenizou os candidatos do PL eleitos para a Câmara Federal — Nina Souza, Sargento Gonçalves e General Girão — e para a Assembleia Legislativa: Coronel Azevedo, Dr. Kerginaldo, Tomba Farias, Gustavo Carvalho, Luiz Eduardo, Adjuto Dias e Camila Araújo.

Ao falar sobre o segundo turno presidencial, Álvaro reafirmou seu apoio a Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República.

“O que se plantou nessa campanha não se colhe numa safra apenas. O sertanejo sabe que inverno nenhum se decide apenas numa chuva. Muitas outras haverão de acontecer. Vamos seguir em frente”, afirmou

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[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Análise aponta derrota avassaladora de Lula e aliados

 


Vídeo: Reprodução/CNN Brasil

O resultado do primeiro turno das eleições trouxe um cenário avaliado por analistas políticos como “avassalador” não apenas para a esquerda, mas também para o entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, abrangendo lideranças do centro e da direita alinhadas ao governo.

De acordo com análises transmitidas pela CNN Brasil, figuras de peso e historicamente representativas da esquerda brasileira sofreram derrotas expressivas em diferentes estados. Entre os nomes que ficaram de fora estão Gleisi Hoffmann (no Paraná), Simone Tebet, Marina Silva, Patrus Ananias, Manuela Dávila, além de derrotas locais como João Campos em Recife e Randolfe Rodrigues no Amapá. 

“Isso, William, é um resultado avassalador, acima do que até os institutos iam mostrando como uma curva de crescimento do Flávio nos últimos dias. (0:10) Mas avassalador não apenas à esquerda, avassalador à esquerda, mas também ao entorno do presidente Lula, ao centro e à direita”, comentou o analista político Caio Junqueira. 

O revés também se estendeu a aliados estratégicos do governo no centro e na direita. No Amapá, o grupo do senador Davi Alcolumbre, que havia se aproximado de Lula semanas antes sofreu um revés simbólico ao ver seu candidato ao governo, Clécio Luís, ser derrotado pelo principal adversário político local, o doutor Furlan. Em outro reduto, Hugo Mota optou por não reeleger o pai, ilustrando um cenário de instabilidade para diversas lideranças tradicionais.

Para o comentarista, o desempenho nas urnas vai além de uma derrota partidária isolada, configurando um sinal de desgaste e um recado direto das urnas que atinge em cheio todo o arranjo do establishment político em torno do lulismo.

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ELEIÇÕES 2026: Confira quem são os oito deputados federais eleitos no RN

A representação do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados terá renovação de 3 nomes a partir de 2027. Dos oito parlamentares que disputavam a reeleição, Robinson Faria (PP), Carla Dickson (União Brasil) e Mineiro (PT) não conseguiram a reeleição e ficam sem mandato a partir de 2027.

Os três novos representantes do Estado na Câmara são: Nina Souza (PL), Thabatta Pimenta (PV) E Dr° Bernardo (PV). A cadeira da deputada do União Brasil, Carla Dickson, que não foi reeleita, inicialmente era de Paulinho Freire, que deixou o posto para assumir a Prefeitura do Natal.

Apesar da sua suplente Carla Dickson ter perdido a cadeira, a esposa do prefeito, Nina Souza (PL) foi eleita para ocupar uma vaga na Câmara Federal. A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

 

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

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ELEIÇÕES 2026: Abstenção atinge maior patamar em quase três décadas e coloca eleitorado ausente no centro do 2º turno


Foto: Reprodução/Internet

Mais de 33 milhões de brasileiros optaram por não comparecer às urnas no primeiro turno das eleições realizado neste domingo (4). A taxa de abstenção alcançou 21,08% do eleitorado nacional, consolidando o maior percentual de ausência em pleitos presidenciais desde o ano de 1998.

O volume expressivo de abstenções ganha ainda mais destaque quando comparado à margem entre os dois candidatos que disputarão o segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) terminou a primeira etapa à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por uma diferença de pouco mais de 2,3 milhões de votos (cerca de dois pontos percentuais). Com isso, o contingente de eleitores que faltou à votação foi cerca de 14 vezes maior que a vantagem de Flávio sobre o atual presidente.

Impacto matemático na disputa

Em termos puramente aritméticos, o volume de votos dos ausentes seria suficiente não apenas para inverter a ordem dos concorrentes, mas até mesmo para liquidar a fatura ainda no primeiro turno — a depender de como essa massa de eleitores se distribuísse. Para vencer sem a necessidade de um segundo turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, desconsiderando brancos e nulos. No domingo, Flávio fechou o primeiro turno com 47% dos válidos, enquanto Lula registrou 45%. O segundo turno está marcado para o próximo 25 de outubro.

Comparativo histórico

O índice de ausência deste ano superou o patamar registrado no primeiro turno de 2022, quando 32.770.982 eleitores (20,95% do total) deixaram de votar — ocasião em que Lula obteve 48,43% dos válidos e Jair Bolsonaro, 43,20%. Em 2018, a abstenção havia ficado em 20,33% (29,9 milhões de ausentes).

Apesar de alta, a marca de 2026 ainda fica ligeiramente abaixo da registrada em 1998, quando 21,49% do eleitorado faltou às urnas em um pleito que garantiu a reeleição de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) logo no primeiro turno.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: PL elege 19 senadores, dobra de tamanho e consolida a maior bancada da Casa com 28 parlamentares


Jonas Pereira/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) saiu fortalecido das urnas neste domingo (4), elegendo 19 senadores, o equivalente a 35% das 54 vagas em disputa na Casa Alta. Com o resultado, a legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro, praticamente dobrará de tamanho, saltando de 15 para 28 parlamentares e mantendo a maior bancada do Senado. O domínio regional ficou evidente em estados como Rondônia e Santa Catarina, onde todos os representantes eleitos pertencem à sigla.

O novo desenho da Casa também considera as mudanças provocadas pelas vitórias de Sergio Moro (PL-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG) no Executivo estadual já no primeiro turno, o que abrirá espaço para suplentes. Esse cenário ainda poderá sofrer novas alterações, uma vez que outros titulares seguem na disputa pelos governos estaduais ou estão licenciados. Em contrapartida, o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores, mantendo sua bancada inalterada em nove cadeiras.

Impacto nas pautas e no comando do Congresso

A expansão da bancada era a principal aposta da direita para destravar pautas conservadoras e pressionar em direção a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em junho do ano passado, durante ato na Avenida Paulista, Jair Bolsonaro havia apelado aos eleitores por maioria no Legislativo para redirecionar os rumos do país e influenciar diretamente a escolha dos comandos e das comissões de peso no Congresso.

Historicamente contidas por resistências na cúpula da Casa, como as negativas do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em dar andamento a processos de impeachment, as pautas da oposição ganham fôlego com o novo parlamento. O expressivo crescimento da bancada conservadora coloca em risco, inclusive, a articulação para a reeleição de Alcolumbre a um novo mandato à frente do Legislativo em 2027.

Com informações do Metrópoles

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ELEIÇÕES 2026: Federação PSol-Rede perde fundo partidário e tempo de TV por apenas 185 votos


Foto: Divulgação/Psol

Por uma diferença cruel de apenas 185 votos, a federação formada por PSol e Rede falhou em superar a cláusula de barreira e, ao menos por enquanto, perderá o direito ao tempo de televisão e às verbas dos fundos partidário e eleitoral a partir do próximo ano.

Para garantir o acesso aos recursos e à propaganda gratuita nas eleições deste ano, os partidos precisavam cumprir uma das duas exigências da lei eleitoral: eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em nove estados, ou alcançar 2,5% dos votos válidos nacionais para a Câmara, com um patamar mínimo de 1,5% em pelo menos nove estados.

A estratégia da federação apostava no segundo critério. Impulsionada por uma votação expressiva em São Paulo, onde ultrapassou os 12% dos votos, a meta nacional de 2,5% foi superada com folga. O entrave esteve na capilaridade estadual: a exigência de 1,5% foi atingida em oito estados (Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo), deixando a federação a apenas um estado da meta.

O fiel da balança poderia ter sido o Espírito Santo, a Bahia ou Santa Catarina. No Espírito Santo, a situação foi dramática: com 31.839 votos (1,49% dos votos válidos), a federação precisava de 32.024 votos para alcançar a marca de 1,5%. Faltaram exatamente 185 votos em um universo de mais de 2,1 milhões de eleitores no estado.

Chance de reviravolta judicial

A situação, contudo, ainda não é definitiva. O cenário pode ser revertido caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anule candidaturas de outros partidos — uma ocorrência comum em casos de fraude à cota de gênero (candidaturas laranjas). Caso isso aconteça, o total de votos válidos diminuirá, recalculando a proporção e elevando o percentual da federação PSol-Rede acima da linha de corte.

Fora do Espírito Santo, o desempenho em outros redutos também pesou contra. Em Santa Catarina, a federação estacionou em 0,99%. Na Bahia, ficou em 1,08%. E no Acre,.histórico reduto político de Marina Silva, fundadora da Rede, a legenda chamou atenção pelo fraco desempenho: a Rede sequer lançou candidato a deputado federal, e a candidatura mais votada do PSol na região obteve apenas 104 votos. 

Com informações do Metrópoles

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Eleições 2026

[VÍDEO] ELEIÇÕES 2026: Flávio fala em mudança no Brasil e Lula admite surpresa com resultado do 1º turno


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Após a confirmação de que disputarão o segundo turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fizeram pronunciamentos neste domingo (4). Enquanto o candidato do PL destacou que o resultado representa o desejo de mudança no país, o presidente admitiu que esperava vencer a disputa ainda no primeiro turno.

“Essa é a leitura do que aconteceu hoje: o Brasil quer mudança”, afirmou Flávio. O candidato também agradeceu aos eleitores e ressaltou que recebeu quase 56 milhões de votos. “Eu não poderia estar mais realizado”, declarou. O pronunciamento durou pouco mais de cinco minutos.

 

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Lula, por sua vez, disse estar confiante para a nova etapa da disputa. “Não deu certo [ganhar no primeiro turno] porque o povo gosta que eu dispute o segundo turno. E eu sou muito bom no mata-mata. O jogo vai começar, estamos na prorrogação”, declarou.

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – SENADO: Styvenson Valentim (PODE) e Samanda de Lula (PT) são os senadores eleitos no RN com 29,24% e 17,64 %

Reprodução

Styvenson Valentim foi reeleito para o Senado com 29,24 %. A segunda vaga no RN ficou com Samanda de Lula com 17,64 % dos votos válidos.

Veja a votação dos demais candidatos:

Zenaide Maia (PSD) — 17,43%
Coronel Hélio (PL) — 17,20%
Rafael Motta (PDT) — 14,16%
Tércio Tinôco (UNIÃO) — 2,85%
Sandro Pimentel (PSOL) — 0,62%
Sonia Godeiro (PSOL) — 0,40%
Professor Guilherme (UP) — 0,15%
Rosália Fernandes (PSTU) — 0,11%
Luciana Mandu (PSTU) — 0,07%
Clóvis Costa do Coletivo Nós (AGIR) — 0,05%
Gari Wendell Batista (AGIR) — 0,05%

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ELEIÇÕES 2026: Veja quem são os deputados federais eleitos no RN; Natália Bonavides (PT) bate recorde de votos

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

Confira quem são os deputados federais eleitos para representarem o RN em Brasília.

A deputada federal Natália Bonavides (PT) foi reeleita com mais de 214 mil votos, alcançando a maior votação já registrada para a Câmara dos Deputados na história política do RN, superando a marca de 157.565 votos dela própria em 2022.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 3 vagas

* Natália Bonavides (PT)

* Dr. Bernardo (PV)

* Thabatta Pimenta (PV)

PL · 3 vagas

* Nina

* Sargento Gonçalves

* General Girão

União Progressista (União Brasil e PP) · 2 vagas

* Benes Leocádio (UNIÃO)

* João Maia (PP)

96 FM

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ELEIÇÕES 2026: Confira os deputados estaduais eleitos no RN; Coronel Azevedo se torna o mais votado da história

Foto: Reprodução/ALRN

Confira os deputados estaduais eleitos no Rio Grande do Norte na noite deste domingo (4).

Coronel Azevedo (PL) foi o mais votado no pleito e superou o recorde de Wendell Lagartixa.

Azevedo teve mais de 104 mil votos.

Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) · 7 vagas

* Francisco do Pt (PT)

* Kaline de Dr. Bernardo (PV)

* Isolda Dantas (PT)

* Divaneide Basílio (PT)

* Daniel Valença (PT)

* Eudiane Macedo (PV)

*  Ivanilson Oliveira (PV)

PL · 7 vagas

* Coronel Azevedo

* Dr. Kerginaldo

* Tomba Farias

* Gustavo Carvalho

* Adjuto Dias

* Luíz Eduardo

* Camila Araújo

União Progressista (União Brasil e PP) · 6 vagas

* Robson Carvalho (UNIÃO)

* Julio Cesar (PP)

* Cinthia de Allyson (UNIÃO)

* Kleber Rodrigues (PP)

* Neilton Diógenes (PP)

* Nelter Queiroz (PP)

PSDB Cidadania · 3 vagas

* Ezequiel

* Dr Gustavo Soares

* Cristiane Dantas

MDB · 1 vaga

* Bibiano

96 FM

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