Presidente do TJRN defende que audiências de custódia devem ser repensadas e faz avaliação positiva do pacote anticrime

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, João Batista Rebouças, afirma que a instituição deve ser administrada como uma empresa. Isso significa uma gestão preocupada com aspectos como a relação adequada entre custo e benefício, a preocupação constante com redução de despesas e a verificação de resultados.

Nesta entrevista, o presidente do Tribunal de Justiça também defende a revisão das audiências de custódias, que determina a apresentação dos presos a um juiz até 24 horas após a detenção, ocasião na qual, atualmente, muitas vezes são libertados. Ele também repercute a discussão sobre o pacote anticrime e a prisão após condenação em segunda instância.

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