
Foco na transparência. Esse é um dos principais objetivos do mais novo presidente eleito do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, o desembargador João Rebouças. Com mais de 30 anos de experiência na magistratura João Rebouças é desembargador desde 2004 e já passou pelas funções de Corregedor Geral de Justiça e diretor da Escola de Magistratura do Rio Grande do Norte (Esmarn). Rebouças foi eleito por aclamação, juntamente com sua chapa, no último dia 31, para presidir o Tribunal durante o biênio 2019/2020, e deve assumir o cargo no início do ano que vem.
A TRIBUNA DO NORTE conversou com ele a respeito de algumas perspectivas para o Tribunal, entre elas, a relação do Judiciário com o Executivo e a possibilidade de devolução das sobras orçamentárias. Ele disse que está disposto “a sentar para discutir sobre isso” com a governadora eleita Fátima Bezerra. Mas acrescentou: “Eu costumo olhar pelo outro revés: se o Tribunal não tivesse economizado, tivesse gastado todos os seus recursos, será que o Executivo e os outros poderes iriam nos mandar dinheiro?”, disse.
Mesmo se declarando um “matuto do interior, que gosta de resolver as coisas de forma direta e clara”, João Rebouças já deixou claro que pretende investir na informatização cada vez maior do Tribunal, para enxugar a máquina e garantir uma “boa gestão dos recursos, como vem sendo feito no passado”. “Hoje é preferível a maior capacitação do servidor na área de Tecnologia da Informação do que a quantidade. Vamos trabalhar pelo mérito e capacidade nessa área”, afirma o desembargador.
O presidente eleito do TJRN falou ainda sobre temas que vêm sendo levantados pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), como o porte de armas e a redução da maioridade penal, que impactam diretamente sob o judiciário brasileiro. “Acho que o cidadão deve ter uma arma em casa. Sou contra ele portar arma na rua”, afirmou Rebouças, em relação à flexibilização do Estatuto do Desarmamento.
Tribuna do Norte
Dialogar, é?
Sei.
– Um pra mim, um pratu, um pra eu.
Eita 'diálogo' de uma mão só que nunca fecha a conta.
Todos os anos sobram recursos no orçamento do TJ. Sugestão: por que não reduzem o orçamento? Simples assim. Ou seria a sobra intencional?
Comtemporânio dos tempos de faculdade , eu e seu irmão Dr José Alfredo Rebouças ( esposo de Iraneide , enfermeira e atual Prefeita de Areia Branca )na faculdade de Medicina e você no curso de Direito. Considero suas opinióes acertadas e adequadas para o momento que o Rn se encontra. Em 2019 nada de reajuste para nenhum funcionário público e redução de no mínimo 5 a 10% nas despesas correntes de todos os poderes.
Na verdade, o TJ-RN é uma ilha de modernidade em detrimento do Estado do RN quebrado, lascado e com todos os serviços públicos prestados pelo Executivo em estado de absoluta penúria. Faltam servidor, materiais de insumo, condições estruturais, reposição salarial; sobram atrasos de salário, sobrecarga de trabalho, insatisfação geral…
Kkkk
Isso é uma piada, todo mundo sabe o sistema desse povo da justiça!
Tem que ser na marra!
Turma das regalias ferias 60dias auxílio moradia
ACHO QUE DEVERIA HAVER MAIS CELERIDADE NOS PROCESSOS EM DETERMINADAS VARAS POIS EXISTEM VARAS QUE JULGAM PROCESSOS DE DOIS OU TRES MESES DO ANO EM CURSO ENQUANTO OUTRAS ESTÃO LÁ HA MAIS DE UM ANO OU DOIS E NADA SENDO A MESMA MATÉRIA. ABSURDOOOOO,
Traduzindo: farinha pouca, meu pirão primeiro.
Vão achar um meio de torrar as sobras com alguma coisa. Pagamento de férias, adicional de veraneio, auxílio Páscoa, ajuda de carnaval… qualquer coisa para embolsarem umas moedas a mais.
E o RN? Ora, dane-se! Como sempre.
O TJ tem que deixar o corporativismo de lado e se voltar para prestar um serviço célere e de qualidade ao jurisdicionado. Não adianta idéias mirabolantes e criação disso e e daquilo se o principal
que é o andamento dos feitos, não funcionar.