Judiciário

Processo contra Renan Calheiros preocupa Planalto

20160204072424241263i(Foto: Evaristo Sá/AFP)

O andamento de um processo emblemático contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preocupou o Palácio do Planalto, por colocar luz sobre um aliado na disputa dos governistas contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defensor do impeachment de Dilma Rousseff. Na noite de terça-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin liberou o voto – cujo conteúdo não foi divulgado – sobre a denúncia do Ministério Público contra o senador por peculato e uso de documentos falsos na hora de justificar renda suficiente para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso. O caso envolve um relacionamento extraconjugal do parlamentar, revelado em 2007, que fez Renan perder a Presidência do Senado à época e quase lhe custou o mandato.

Em duas ocasiões ontem, Renan esquivou-se de responder diretamente se vai permanecer no cargo caso o STF aceite a denúncia de Fachin. Na chegada a seu gabinete, ele disse que a investigação corre sob segredo de Justiça e que a denúncia foi oferecida às vésperas da eleição para presidente do Senado há quase três anos, pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel. “Nós já demos todas as explicações, eu não posso tratar de detalhes porque isso está tramitando lá em segredo de Justiça. Duas outras denúncias já foram arquivadas”, disse Renan, sem detalhar o que teria sido rejeitado.

Questionado pela primeira vez se fica no cargo, Renan não respondeu diretamente: “Ninguém mais do que eu tem interesse no esclarecimento desses fatos. Vocês lembram, eu é que pedi a investigação para que essas coisas todas definitivamente se esclarecessem”. Perguntado se novamente permanece, ele disse apenas um “obrigado” e encerrou a entrevista. Em nota divulgada ontem, o senador disse apenas que “já prestou todos os esclarecimentos” sobre o tema.

O processo deve ser pautado em breve, segundo fontes do STF. Os ministros vão decidir se recebem ou rejeitam a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Em caso positivo, Renan, que já é investigado na Lava-Jato, passará a ser réu em uma ação criminal. O voto de Fachin era esperado desde janeiro de 2013, quando o caso ainda estava sob a relatoria do presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski. Desde aquela época, o ministro não votou se receberia ou rejeitaria a acusação. Quando Lewandowski assumiu a Presidência do STF, alguns processos foram remetidos a outros gabinetes. Em julho de 2015, com a posse de Fachin, o caso ficou com ele.

Ironicamente, Renan atuou como um dos principais adversários da chegada de Fachin ao Supremo. Após a indicação da presidente Dilma, o peemedebista chegou a mostrar aos senadores dossiês contra o então advogado. À época, o senador não estava alinhado com o Palácio do Planalto e defendia outro candidato ao cargo.

Agora, a situação é diferente. Renan é um dos principais interlocutores de Dilma no Congresso. O fato de um processo criminal emblemático sair da inércia no Supremo chocou os governistas. Surpresos, eles não esperavam que isso ocorresse justamente agora, quando precisam de apoio para minar a influência de Eduardo Cunha no parlamento. Tudo o que os governistas não querem, apurou o Estado de Minas, é “tirar o foco de Cunha”, também alvo da Lava-Jato, mas com uma denúncia formulada e um pedido de afastamento do cargo. Ao contrário, entende que Renan precisa ser preservado por ser aliado importante. Ele responde a cinco inquéritos na Lava-Jato, sendo dois deles sigilosos.

Empreiteira

Em 2007, logo após uma reeleição tranquila para o Senado, surgiu a notícia de que o lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, pagava a pensão alimentícia devida pelo senador a uma criança fruto de caso extraconjugal dele com a jornalista Mônica Veloso. Dois dos três relatores do caso no Conselho de Ética, Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS), asseguraram que Renan recebia os valores em troca de uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para favorecer a empreiteira. Em 2013, acabou denunciado pelo procurador-geral da República, quando fazia campanha pela presidência do Senado. À época, ele acusou o procurador de agir politicamente para prejudicá-lo e beneficiar seu oponente, o procurador licenciado Pedro Taques (PDT-MT).

Na denúncia, Roberto Gurgel explicou que o parlamentar usou notas fiscais emitidas por serviços não prestados para comprovar despesas da verba de representação do gabinete. “Para justificar a renda, ele usou de recursos da verba de representação e comprovou com notas frias. A prova documental é farta nesse sentido”, escreveu Gurgel. Se Renan for condenado pelos três crimes, a soma das penas pode variar de cinco a 23 anos de cadeia, mais pagamento de multa.

Enquanto isso…

…Acordo com Temer

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou ontem que apoia a reeleição do presidente do partido, o vice Michel Temer, desde que todos os segmentos da legenda estejam representados na chapa. Renan e Temer fecharam um acordo para que o vice continue à frente do PMDB pelos próximos dois anos. Em encontro na terça-feira, ficou acertado que, na convenção partidária marcada para março, haverá o lançamento de uma chapa única e o grupo peemedebista ligado a Renan dividirá com aliados de Temer os principais cargos da executiva da legenda. Os dois trocaram uma série de acusações públicas sobre a condução do partido no final do ano passado. “Que o presidente seja presidente do PMDB e não de uma facção. Para isso é preciso que a chapa expresse a unidade”, destacou o senador.

Correio Braziliense

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[VÍDEO] “Esperança agora é mudança”: Flávio acusa Lula de governar com parte do STF e promete fim da reeleição

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) fez um pronunciamento nas redes sociais, nesta terça-feira (15), antes da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisará a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

Flávio acusou o governo Lula (PT) de provocar um “desequilíbrio institucional” ao dividir o poder com integrantes do STF. “O atual governo criou um desequilíbrio institucional, desde o governar ao lado de uma parte do Supremo Tribunal Federal, que descumpriu a lei”, declarou.

O senador afirmou que o sistema político estaria “apodrecido”, mas disse que o momento exige mudança, e não rancor. “Esperança agora é mudança”, afirmou, ao apresentar propostas para segurança pública, economia e fortalecimento da democracia.

Flávio também disse que já apresentou um projeto para acabar com a reeleição e prometeu não disputar um segundo mandato caso seja eleito presidente. “Eu não serei candidato à reeleição, porque, assim, só terei como compromisso consertar o país. Essa é a minha missão”, declarou.

No pronunciamento, o candidato ainda prometeu classificar PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas e afirmou que pretende reduzir os juros e o endividamento das famílias.

Flávio encerrou dizendo que “novos tempos estão chegando” e voltou a atacar Lula e Moraes. “O atual presidente dividiu o seu poder com Alexandre de Moraes. E, no fim, o Brasil ficou sem presidente nenhum”, afirmou.

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[VÍDEO] “Não se julgam pessoas, julgam-se fatos e questões jurídicas”, diz Fachin na sessão que julgará abertura de investigação contra Moraes

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, abriu a sessão desta terça-feira (15) do julgamento para decidir se abre ou não uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que “não se julgam pessoas, julgam-se fatos e questões jurídicas” e que “não se antecipa o mérito antes de resolvida a validade processual”.

Fachin disse também que o STF passa “por um período difícil de sua história”, mas pregou que é necessário preservar “sua independência, sua colegialidade, sua autoridade e sua fidelidade à Constituição”. “É nesse espírito que proponho que enfrentemos o momento”, declarou.

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CASO MASTER: Conversas de Vorcaro revelam encontros, festas e relação com filho do ministro Fux

Foto: Felipe Sampaio/STF

Conversas extraídas do celular do ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro mostram uma relação de proximidade com o advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). As mensagens, reveladas pela coluna de Manuela Alcântara, do Metrópoles, vão de maio de 2024 a pelo menos agosto de 2025 e misturam assuntos profissionais, encontros, festas e convites pessoais. Veja aqui os prints das conversas.

O tratamento entre os dois era informal. “Irmão”, “meu amigo” e “meu caro” aparecem nas conversas. Em maio de 2024, Vorcaro perguntou se Rodrigo iria a um encontro. O advogado respondeu que não conseguiria e perguntou: “Tá o fervo aí?”. Dias depois, sugeriu que almoçassem ou fumassem um charuto quando estivesse em São Paulo.

A relação também envolvia assuntos profissionais. Em novembro de 2024, Vorcaro procurou Rodrigo: “Quero te chamar pra me ajudar num caso”. O advogado se colocou à disposição e marcou uma videoconferência. “Será um prazer, se eu puder ajudar”, respondeu.

Vorcaro também enviou ao advogado um documento identificado nas mensagens como “SLAT TABU”. Rodrigo disse que analisaria o material em detalhes.

Em dezembro, Rodrigo convidou Vorcaro para um café em seu escritório, no Rio de Janeiro. Diante de um conflito de horário, afirmou que remarcaria outro compromisso para recebê-lo. Depois de acertarem o encontro, escreveu: “Tapete vermelho irmão”.

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CASO MASTER: Diálogos de Vorcaro citam filho de Nunes Marques e pagamentos de R$ 500 mil por mês

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro citam Kevin Marques, filho do ministro do STF Kassio Nunes Marques, e pagamentos mensais de R$ 500 mil que seriam feitos por meio da Consult Inteligência Tributária.

Os diálogos foram trocados entre Vorcaro e Luiz Rennó, então diretor jurídico do Banco Master. Em uma conversa de julho de 2025, Rennó envia a Vorcaro o contato de Kevin e pergunta: “Esse aqui _ 500 mil mês – mantém?”. Vorcaro responde com risadas.

Em outra mensagem, de agosto de 2025, Rennó afirma que, entre os “pagamentos essenciais”, estava faltando a Consult e novamente envia o contato de Kevin Marques.

A assessoria do advogado nega que ele tenha prestado serviços ao Banco Master ou recebido dinheiro de Vorcaro. Segundo a nota, Kevin recebeu R$ 281,6 mil da Consult por serviços jurídicos especializados na área tributária administrativa e sua atuação não teve relação com o STF.

As mensagens também mostram que, em outubro de 2024, Rennó informou Vorcaro sobre uma decisão do STF favorável a empresas do setor sucroalcooleiro, área na qual o ex-banqueiro tinha negócios e interesses. Na sequência, enviou o contato de Kevin Marques e escreveu: “Dominado aqui”.

O conteúdo do celular de Vorcaro foi entregue pela Polícia Federal a ministros do STF e deve entrar nas discussões da Corte nesta terça-feira (15), durante a análise sobre a eventual abertura de investigação contra Alexandre de Moraes por sua relação com o ex-banqueiro.

Com informações da Folha de S. Paulo e Metrópoles

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Governo Trump avalia nova rodada de sanções contra ministros do STF; Moraes está no centro das discussões

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Autoridades dos Estados Unidos avaliam uma nova rodada de sanções contra autoridades brasileiras, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Jovem Pan, Alexandre de Moraes está no centro das discussões e novas medidas podem ser anunciadas a qualquer momento.

Pessoas ligadas a diferentes áreas do governo Donald Trump afirmam que o tema voltou a ganhar força em Washington. No caso de Moraes, uma eventual retomada das sanções pela Lei Global Magnitsky seria mais rápida porque parte do procedimento técnico já teria sido preparada anteriormente. A decisão, no entanto, depende de aval político de Trump.

As discussões também passaram a envolver outros integrantes do STF. Para esses nomes, seriam necessárias novas análises e procedimentos internos antes da aplicação de eventuais punições.

O movimento ocorre em meio à crise no Supremo envolvendo Moraes, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e divergências internas na Corte. De acordo com a publicação, o episódio vem sendo acompanhado por interlocutores americanos.

A Lei Magnitsky é uma legislação dos Estados Unidos que permite ao governo americano impor sanções a estrangeiros acusados de graves violações de direitos humanos ou corrupção.

As punições podem incluir bloqueio de bens e ativos sob jurisdição dos EUA, proibição ou restrição de transações com pessoas e empresas americanas e restrições de entrada no país.

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Candidato do PL apoiado por Nikolas Ferreira no RN é abordado pela PF e tem celular apreendido no Amapá

O candidato a deputado estadual pelo RN Josemar Varela (PL), apoiado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), foi abordado pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Macapá, no Amapá, e teve o celular apreendido.

Segundo relatos divulgados nas redes sociais, Josemar chegou a ser detido durante a ocorrência. Ele estava acompanhado de outros parlamentares. O deputado estadual Thomaz Henrique (PL-SP), que fazia parte do grupo, publicou um vídeo da ação e afirmou que um agente teria tentado impedir a gravação.

Até o momento, a Polícia Federal não informou oficialmente o motivo da abordagem nem a razão para a apreensão do aparelho. Também não há confirmação de eventual investigação envolvendo o candidato potiguar.

Josemar disputa pela primeira vez uma vaga na Assembleia Legislativa do RN e tem Nikolas Ferreira entre seus principais apoiadores. Os dois participaram de agendas políticas juntos, inclusive de manifestações no Amapá contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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DIA D NO SUPREMO: Aliado prevê “carnificina” no STF e diz que Moraes está “pintado para guerra”

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Um aliado do ministro Alexandre de Moraes afirmou que o magistrado está “pintado para guerra” para a sessão desta terça-feira (15), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) analisará se abre uma investigação sobre as mensagens envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

De acordo com o interlocutor, a expectativa é de uma reação pesada de Moraes e de seus aliados, com a exposição de informações sobre outros integrantes da Corte. “Vão expor as vísceras de alguns ali. Vai ser uma carnificina. Vai ser um show de horrores”, declarou à coluna de Igor Gadelha no portal Metrópoles.

A avaliação nos bastidores é de que o presidente do STF, Edson Fachin, terá dificuldades para controlar os embates. A sessão ocorre em meio à maior crise interna do Supremo nos últimos anos, com ministros divididos e acusações cruzadas envolvendo as investigações do Caso Master.

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  1. se o STF a PGR a OAB, tivessem vergonha na cara, não era pra ter essa votação não, era pra investiga-lo, direto,

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MOSSORÓ: PF apreende celular e computadores em operação contra abuso sexual infantojuvenil pela internet

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (15) a Operação Escudo Infantil IV, em Mossoró, para investigar crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes praticados pela internet.

Durante a operação, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal e recolheram equipamentos de informática e um celular. O material será submetido à perícia para extração e análise de dados.

De acordo com a PF, a investigação busca esclarecer a autoria e a materialidade dos crimes. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o investigado poderá responder por armazenamento e compartilhamento de material contendo cenas de violência sexual infantojuvenil.

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RECONHECIMENTO: São Gonçalo conquista certificado de regularidade emitido pelo Ministério da Previdência Social

Foto: Asscom

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante conquistou o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), emitido pelo Ministério da Previdência Social. O documento certifica que o Município está em situação regular quanto às exigências legais relacionadas ao seu Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

Emitido no mês de agosto de 2026 e válido até 2027, o certificado representa um importante reconhecimento da organização e da responsabilidade na gestão previdenciária municipal, conduzida pelo Instituto de Previdência Municipal de São Gonçalo do Amarante (IPREV).

Além de garantir maior segurança aos servidores ativos, aposentados e pensionistas, a regularidade previdenciária tem reflexos diretos na capacidade do Município de buscar novos investimentos. O CRP é uma condição exigida para a realização de transferências voluntárias de recursos da União, celebração de acordos, contratos e convênios, além da liberação de recursos provenientes de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras federais.

Na prática, a certificação demonstra que São Gonçalo do Amarante atende aos critérios estabelecidos pela legislação previdenciária e permanece habilitado a estabelecer importantes parcerias com o Governo Federal, ampliando as possibilidades de captação de recursos destinados a obras, serviços e políticas públicas.

Para o prefeito Jaime Calado “a conquista é resultado do trabalho desenvolvido pela Prefeitura e pelo IPREV na busca pela recuperação e equilíbrio das finanças, transparência, sustentabilidade e modernização do sistema previdenciário”, afirmou.

O CRP é emitido em nome do ente federativo e tem validade para todos os órgãos e entidades do Município.

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