A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da Polícia Civil do Ceará e do Ciberlab do Ministério da Justiça, deflagrou nesta terça-feira (1º) a segunda fase da Operação Falsus Causidicus, contra um grupo suspeito de aplicar o golpe do “falso advogado”. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, além de outras medidas judiciais.
Segundo as investigações, os suspeitos criavam perfis falsos em aplicativos de mensagens e se passavam por advogados. Para dar credibilidade às abordagens, utilizavam informações de processos e dados sigilosos das vítimas.
Em um dos principais casos investigados, uma vítima transferiu quase R$ 100 mil via Pix após acreditar que precisava pagar supostas taxas cartorárias para liberar um crédito judicial que, na realidade, não existia.
A polícia aponta ainda que o dinheiro obtido com os golpes passava por contas bancárias de terceiros antes de chegar aos suspeitos, numa tentativa de dificultar o rastreamento e ocultar a origem dos recursos.
Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e coletados registros digitais que serão analisados. As investigações continuam para identificar outros integrantes do esquema.
O nome “Falsus Causidicus”, expressão em latim que significa “falso advogado”, faz referência à forma de atuação dos suspeitos.
O PROCON poderia aproveitar que a cidade está cheia de turistas, e dar uma passadinha nos diversos terrenos que são explorados por estacionamentos, em toda cidade. Não exercem nenhuma guarda legal sobre os veículos (inexiste cobertura para roubo ou sinistro), sem nota fiscal, cobram quanto querem e não obedecem a lei municipal para abono de tempo mínimo. Um verdadeiro mercado clandestino, caro e irregular.
Por falar em estacionamento, quando é que o PROCON vai tomar alguma atitude contra o pedágio que existe no aeroporto de SGA. Lá o que existe é uma cobrança para se ter acesso ao aeroporto como um todo, e não pela utilização do estacionamento, como deveria ser. É o único local em que você paga por um "estacionamento" que está cerca de 1km distante da cancela de acesso. Não há opção de a pessoa entrar e sair do aeroporto sem que tenha que se sujeitar ao controle do "estacionamento".