Procuradora que acusou Rodrigo Maia de corrupção nas redes tenta se livrar de punição

O Conselho Nacional do Ministério Público continua fechando o cerco sobre procuradores que agem por impulso em redes sociais.

Na sessão de hoje, o órgão disciplinar analisa três casos de membros do Ministério Público processados internamente por manifestações em redes sociais contra autoridades.

O caso mais notório é de uma procuradora regional do trabalho do Paraná já punida por insinuar que Rodrigo Maia cobrou propina do governo para aprovar a reforma da Previdência.

No ano passado, ela compartilhou no Instagram um meme do presidente da Câmara apontando para uma mala de dinheiro, após reclamar com Jair Bolsonaro sobre “falta de articulação” do governo.

Na sessão de hoje, Margaret Matos de Carvalho recorre contra a pena de censura aplicada pelo CNMP em maio deste ano. Ela disse que já se retratou da ofensa.

Relator do caso, procurador Luciano Freire já afirmou que a conduta é inaceitável e viola o dever funcional de guardar decoro pessoal.

Com informações do Antagonista