Nadjara Martins
repórter – Tribuna do Norte
A bacia petrolífera do Rio Grande do Norte registrou, no primeiro bimestre de 2014, o menor volume de produção dos últimos quatro anos. De acordo com dados divulgados ontem pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), o estado produziu 58.707 barris de petróleo por dia (bbl/dia) em fevereiro – uma queda de 3,82% se comparado ao mesmo período do ano passado, quando a produção diária chegou a 61.045 barris. Em janeiro, a média foi de 57.188 bbl/dia, a menor produção desde dezembro de 2010.
O Rio Grande do Norte integra, em conjunto com o Ceará, a bacia potiguar: composta por 83 campos de exploração – é a quinta maior reserva de petróleo terrestre da Petrobras. Sozinho, o RN é responsável por 85% da produção da bacia. O declínio da cadeia do petróleo potiguar não começou este ano. Desde 2010, aponta o Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte (Sindpetro/RN), houve uma redução de cinco mil postos de trabalho na área.
A produção estadual registrada em fevereiro deste ano foi na contramão da registrada a nível nacional. Segundo boletim divulgado nesta semana pela Petrobras, o país atingiu, em fevereiro, a média de 1 milhão 923 barris/dia, superando em 0,3% a produção do primeiro mês de 2014.
O desempenho potiguar, segundo representantes do setor, é motivado pela diminuição dos investimentos da Petrobras na exploração de bacias terrestres. “A empresa está priorizando os investimento no pré-sal e, para isso, desloca recursos que eram destinados para as áreas terrestres. A companhia já deixou claro que seu foco mudou”, aponta o secretário geral do Sindpetro, Márcio Dias.

O que não despencou no RN?
Todo Estado vai de mal a pior em todas as áreas.
A segurança acabou, a saúde não existe, a educação nem sabe para onde está indo.
Os servidores do executivo são tratados como marginais incompetentes, submetidos ao descaso, sem qualquer incentivo, sem condições de trabalho e ainda aparece político oportunista cobrando produtividade.
Falta recurso para tudo, a folha está no limite prudencial, mas não deixam de contratar pessoas para cargos comissionados, contratar consultoria em fim de governo, contratar pessoas para desenvolver atividades que tiram e obstruem dos próprios servidores existente.
Se estão no limite prudencial, por quê não dispensaram 50% dos cargos comissionados e assessorias??? Sinal que isso é mais uma mentira imposta pelo governo para não fazer, aliás, não fez nada mesmo nos 4 anos que jogou o RN para trás.