Política

PROMESSA DE CAMPANHA: Governador diz que errou ao prometer que não pagaria salário a secretários estaduais e que na verdade eles ganham pouco

Romeu Zema
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) Foto: Washington Alves/Estadão

 

Após pouco mais de cinco meses no cargo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, reconheceu que errou ao prometer, durante a campanha, que seus secretários não teriam remuneração até que todos os servidores do Estado recebessem em dia. Durante a corrida eleitoral, Zema, que concorreu pelo partido Novo, chegou a assinar um termo de compromisso e registrá-lo em cartório, dizendo que ele, seu vice e seus secretários não receberiam vencimentos enquanto salários e pensões de servidores estivessem em atraso. A medida foi um de seus mais incensados atos de campanha.

Uma vez no cargo, porém, Zema mudou o entendimento. Ele agora sustenta que, na verdade, é preciso reajustar os salários de seus secretários. Segundo o governador mineiro, eles recebem remuneração muito abaixo da média do País. “Tenho de dar a mão à palmatória e dizer que errei nessa questão aí”, afirmou em entrevista à radio CBN na quarta-feira.

Zema, ex-empresário e um neófito na política, atribuiu “o erro” ao fato de não ter tido experiência pública anterior. “Não tinha conhecimento de como seria após estar assumindo”, disse. “Reconheço que foi um anúncio errado na minha campanha. O que diz respeito a mim, estou cumprindo. O que diz respeito aos secretários, nós teríamos, na minha opinião, de corrigirmos o que ganham para um patamar que seja igual ao de outros Estados”, disse na entrevista.

A legislação não permite que um servidor recuse o recebimento do salário. Por isso, o governador e seu vice, que também é empresário e filiado ao Novo, vêm doando seus salários a instituições de caridade. Os secretários estaduais, porém, estão mantendo seus vencimentos. Todos ganham cerca de R$ 10 mil mensais.

Zema foi o candidato ao governo mineiro que declarou ter o maior patrimônio acumulado, de R$ 69 milhões. Entre seu secretariado, há quadros políticos, como o ex-prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos (PSDB), que assumiu a Secretaria de Governo.

Outro recuo ocorreu em relação aos “jetons”, remuneração adicional dada aos secretários que atuam em conselhos de empresas estatais. Durante a campanha, Zema foi um crítico feroz do uso do instrumento. Na cadeira de governador, no entanto, vetou a emenda feita pelos deputados estaduais em sua reforma administrativa que proibia o pagamento de jetons.

Segundo Zema, ele descobriu que eles são necessários justamente porque os salários dos secretários são muito baixos, o que dificulta atrair quadros de qualidade ao governo do Estado.

“Vi que o salário que os nossos secretários hoje recebem são menos da metade que um secretário municipal da prefeitura de Belo Horizonte. Está totalmente em desacordo com os demais Estados. Se fizermos uma média de Goiás, São Paulo, Rio e Espírito Santo, o salário (de Minas) talvez seja um quarto e um terço”, argumentou.

Atualmente, três dos doze secretários de Zema atuam em conselhos de estatais. Apesar de ter atuado para mantê-los, Zema diz que segue contra os jetons. “Gostaria ainda no meu governo, assim que Minas recuperar a finanças, que fique proibido secretário participar de empresas estatais. Ou que vão como voluntários só para contribuir e que tenham o salário reajustado igual a de outros estados”, disse Zema à CBN.

Procurado, a assessoria de comunicação do governo de Minas Gerais disse que o recebimento de salário é um direito Constitucional e, por esse motivo, “representa um benefício irrenunciável”. Afirmou ainda que o governador Zema doou seus salários até o momento para quatro instituições: a Apae de Papagaois; a Apae de Maravilhas; o Grupo Samaritanas, de Nepomuceno; e o Asilo São Vicente de Paulo, de Guarda Mor.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Politico NÃO vive de salário, e muito menos está na política por amor,todos nós sabemos disso.
    Chega de tanta hipocrisia,dá nojo.

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Geral

[VÍDEO] O Caso Master e a captura do Estado: como governo Lula e ministros aliados do STF orbitam o mesmo escândalo

O caso do Banco Master deixou de ser um caso de fraude privada para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. Reportagens, investigações e decisões atípicas revelam uma proximidade preocupante entre integrantes do governo Lula, aliados políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal justamente no momento em que o banco entrava em colapso. Encontros fora da agenda, contratos milionários e tentativas posteriores de dissociação expõem um padrão de pacidade e promiscuidade que compromete a credibilidade das instituições e a separação entre o público e o privado.

O colapso do Banco Master deixou de ser um episódio isolado de má gestão financeira para se tornar um escândalo político-institucional de grandes proporções. O que as investigações da Polícia Federal, as reportagens de veículos nacionais e a imprensa internacional vêm revelando é um padrão inquietante de proximidade, proteção cruzada e opacidade envolvendo integrantes centrais do governo Lula e ministros do Supremo Tribunal Federal alinhados ao Planalto.

Não se trata de uma coincidência. Tampouco de episódios desconexos. O que emerge é uma teia de relações pessoais, contratuais e políticas que atravessa o Executivo, o Judiciário e o sistema financeiro — justamente no momento em que o banco entrava em colapso e passava a ser investigado.

Leia o conteúdo completo no link a seguir: https://bit.ly/4aaisPD

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Geral

Prisão de Oruam foi determinada pelo STJ após constatação de 66 violações do monitoramento da tornozeleira eletrônica

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o retorno à prisão do rapper Oruam após constatar 66 violações do monitoramento eletrônico desde que ele passou a usar tornozeleira, em setembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, todas as ocorrências foram causadas por falta de carregamento do equipamento.

Na decisão desta segunda-feira, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que o descumprimento foi “reiterado e sucessivo”, principalmente à noite e nos fins de semana. Relatórios apontam períodos de até 10 horas sem bateria, o que gerou lacunas no rastreamento e tornou a fiscalização ineficaz.

Para o ministro, a conduta indica risco de fuga e desrespeito às medidas cautelares e às decisões judiciais. A defesa alegou falhas técnicas na tornozeleira e negou descumprimento deliberado, mas o argumento foi rejeitado. O STJ entendeu que a repetição do problema configura risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Oruam havia sido preso em julho de 2025 após uma operação da Polícia Civil no Joá, Zona Oeste do Rio, quando policiais foram atacados durante o cumprimento de um mandado. Ele ficou mais de 60 dias detido em Gericinó antes de obter liberdade com uso de tornozeleira. A defesa não se manifestou até o momento.

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Bolsonaro e generais poderiam ir para presídio comum em caso de perdas de patentes das Forças Armadas

Foto: Adriano Machado/Reuters

Com o início da análise no Superior Tribunal Militar (STM) dos pedidos de perda de postos e patentes de Jair Bolsonaro e outros quatro condenados pelo STF na trama golpista, surge a possibilidade de mudança no local de prisão dos réus. A informação é da Julia Duailibi, no g1.

Bolsonaro, hoje no 19º Batalhão da PM do DF, e os generais Walter Braga Netto e Paulo Sérgio Oliveira estão detidos em instalações militares por conta de seus vínculos com as Forças Armadas. Caso sejam expulsos, em tese, deixariam de ter direito a esse tipo de custódia.

A decisão caberá ao ministro relator, que deve considerar o peso político e institucional do caso. Diante do contexto de pressão sobre o STF e para evitar novos atritos, a tendência apontada é manter Bolsonaro e os demais réus em instalações militares.

A eventual expulsão também pode implicar perda de salários. Nas Forças Armadas, a exclusão gera a chamada “morte ficta”, que encerra o vínculo do militar, mas preserva o direito de esposas e filhos à pensão — tema ainda em debate na reforma administrativa no Congresso.

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Ministro do STJ manda PF retomar inquérito sobre compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

Imagem: Roberta Aline/Governo do Piauí

O ministro do STJ Og Fernandes determinou o envio à Polícia Federal do inquérito sobre desvios na compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste, envolvendo o ex-governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa. A PF terá 90 dias para retomar as diligências e informar o andamento das investigações.

A decisão acolhe manifestação da Procuradoria-Geral da República, que apontou indícios de crimes e pediu a reabertura da apuração. O processo estava no STF por causa do foro de Rui Costa, mas o relator, ministro Flávio Dino, devolveu o caso ao STJ por entender que os fatos se referem ao período em que ele era governador.

Antes do despacho, Og Fernandes solicitou parecer da PGR sobre as diligências. O vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand defendeu a remessa do inquérito à PF, o que foi atendido pelo ministro.

Procurado, Rui Costa afirmou, por meio da assessoria, que deseja que “os criminosos respondam por seus crimes” e reiterou que não há fatos que o vinculem a irregularidades.

O caso

A investigação apura prejuízo de R$ 48 milhões na compra de respiradores em 2020, no início da pandemia. À época, Rui Costa presidia o Consórcio Nordeste e assinou contrato com pagamento antecipado integral a uma empresa sem capacidade técnica. Os equipamentos nunca foram entregues.

Segundo a PGR, o inquérito analisa a possível participação de agentes públicos, citando que o contrato foi firmado sem garantias ao poder público.

Com informações do Blog do Fausto Macedo, Estadão

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Geral

Justiça do Rio manda prender rapper Oruam após STJ revogar habeas corpus

Foto: Júlia Aguiar

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva do rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno. A decisão é da juíza Tulla Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal, após o STJ revogar a liminar que mantinha o cantor em liberdade.

Segundo a magistrada, relatórios da Secretaria de Administração Penitenciária apontam descumprimento reiterado das medidas cautelares, sobretudo no uso da tornozeleira eletrônica. Entre outubro e novembro de 2025, foram registrados mais de 20 episódios de falhas, como falta de bateria, inoperância do equipamento e violações do recolhimento domiciliar noturno, principalmente de madrugada e nos fins de semana.

Na decisão, a juíza determinou a expedição imediata do mandado de prisão preventiva, com o mesmo prazo do anterior, já revogado.

A defesa afirma que os problemas na tornozeleira foram técnicos e nega intenção de fuga. A CNN informou que aguarda novo posicionamento dos advogados.

Acusações

O processo tem origem em um episódio ocorrido em julho de 2025, no bairro do Joá, zona oeste do Rio. O Ministério Público acusa Oruam e outros envolvidos de duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

Segundo os agentes, pedras teriam sido arremessadas do andar superior da residência do cantor. A Justiça também cita o uso de redes sociais para desafiar autoridades e incitar a população contra operações policiais.

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Geral

Possível eleição indireta para o Governo no RN terá votos abertos de deputados, diz presidente da Assembleia Legislativa

Foto: reprodução/ALRN

A possibilidade de o Rio Grande do Norte contar com duas eleições para governador em um mesmo ano foi um dos principais temas na abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa do estado nesta terça-feira (3).

O cenário depende da renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice Walter Alves (MDB), que já manifestaram intenção de disputar cargos legislativos em abril.

Se a dupla deixar o cargo, os 24 deputados estaduais elegerão, por voto aberto, um governador e um vice para mandato-tampão até janeiro de 2027.

O presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB), afirmou que o tema ainda é uma hipótese, mas disse que a Casa prepara um projeto de lei com as regras da eleição. Segundo ele, qualquer cidadão filiado a partido, com mais de 35 anos e ficha limpa, poderá concorrer em chapa conjunta.

“Diante dessa possibilidade, durante o mês de janeiro, eu me debrucei sobre esse assunto com a nossa procuradoria. Será feito um projeto de lei com as diretrizes desta eleição. Se isso vier acontecer, nós temos que esperar”, disse o parlamentar.

“A assembleia só se manifesta se houver a vacância. Nós teríamos como eleitores os 24 deputados. E poderia ser candidato qualquer cidadão filiado a um partido que tenha mais de 35 anos, com conduta ilibada. Seria feita uma chapa de governador e de vice-governador, porque nós teríamos a vacância dupla e a eleição se daria aqui na Assembleia”, afirmou.

Ezequiel não comentou se assumiria o governo interinamente em caso de dupla vacância e indicou que o processo eleitoral pode ser conduzido pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ibanez Monteiro, que esteve na sessão, mas não falou com a imprensa.

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Hospital do Coração: mais acesso, mais cuidado

O Hospital do Coração atende diversos convênios de saúde, entre eles Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil, Omint e Humana Saúde. A atuação com múltiplas operadoras reforça o compromisso da instituição em oferecer um atendimento qualificado, seguro e acessível, garantindo mais opções e tranquilidade aos pacientes e seus familiares.

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Meio Ambiente

Baobá histórico de Macaíba, com aproximadamente 200 anos, desaba na Grande Natal

Foto: Reprodução/Instagram/@sergio_drone93

O Baobá de Macaíba, também conhecido como Baobá de Jundiaí, tombou no último domingo (1º). Considerada uma das árvores mais simbólicas do município, a planta tinha cerca de 200 anos e fazia parte do patrimônio histórico e ambiental da região. De acordo com a Prefeitura de Macaíba, o baobá estava localizada em uma área que pertence à Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN).

De acordo com a Prefeitura de Macaíba, o baobá passou por poda preventiva no ano passado, realizada pelo Corpo de Bombeiros, após solicitação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). A medida teve como objetivo reduzir riscos estruturais da árvore.

Após o tombamento, equipes da Prefeitura trabalham remoção dos galhos que caíram, com foco na liberação da área e na segurança de quem circula pelo local. “O que a Prefeitura está fazendo desde ontem [segunda-feira] é cortar os galhos que caíram pra fazer a remoção do local”, informou a gestão municipal.

Originário do continente africano, o baobá é conhecido por sua longevidade, podendo viver milhares de anos, além de carregar forte simbolismo histórico e cultural. No Rio Grande do Norte, essas árvores são associadas ao período colonial e à presença africana no Estado.

Tribuna do Norte

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Política

“Vamos ver quem convence quem”, diz Haddad em relação a Lula

Foto: Reprodução

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), reafirmou nesta 3ª feira (3.fev.2026) o seu desejo de participar da coordenação da campanha para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. Haddad deixou claro que não quer ser candidato nem ao governo de São Paulo nem ao Senado pelo Estado –vontade de Lula.

“Vamos ver quem convence quem”, declarou o ministro em entrevista à rádio BandNews FM.

Haddad, que deve deixar o comando da Fazenda este mês, pontuou que, nos últimos anos, foi candidato a presidente em 2018 “quando ninguém quis ser” e ao governo de São Paulo em 2022.

“Eu penso que você tem de se colocar à disposição para aquilo que está animado, para aquilo que acha que vai contribuir e vestir a camiseta e dar de tudo. E eu fiz isso várias vezes”, declarou.

“Então vem falar de sacrifício? Para mim? Quem é a pessoa que está falando de sacrifício para mim?”, questionou retoricamente.

Quando os repórteres mencionaram as declarações da ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), Haddad respondeu: “Cada um tem de falar: ‘a posição que eu jogo melhor, nesse momento, é essa aqui’”.

E acrescentou: “Eu gostaria de participar da campanha do presidente. É isso que eu acho que vou fazer de melhor, porque penso que precisamos elaborar um plano qualitativamente mais exigente em virtude de tudo o que está acontecendo no mundo. É onde me vejo colaborando mais”.

No fim de janeiro, Gleisi defendeu que Haddad disputasse as eleições de 2026. Para ela, o momento político exige que todos os principais quadros do partido participem do processo eleitoral como forma de barrar o avanço da direita no país.

“Estamos em uma quadra histórica de defesa da democracia. Não temos o direito de deixar a extrema-direita voltar a governar”, afirmou Gleisi. Segundo ela, todos devem “vestir a camisa” e fazer o que sabem de melhor na disputa eleitoral.

Poder360

Opinião dos leitores

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Polícia

PRF aposentado morre em troca tiros com assaltantes na Grande Natal

Foto: Reprodução

Um policial rodoviário federal aposentado morreu na noite desta segunda-feira (2) após reagir a um assalto e trocar tiros com criminosos no distrito de Arenã, zona rural de São José de Mipibu, na região metropolitana de Natal.

De acordo com a Polícia Militar, um dos criminosos foi baleado pela vítima e foi deixado pelos comparsas no Hospital de Monte Alegre, mas não resistiu e também morreu.

A polícia prendeu outro suspeito no ínício da manhã desta terça-feira (3).

A vítima foi identificada como Antônio Fernandes Ferreira, conhecido como Fernando Delfino, de 68 anos.

Segundo a 8ª Companhia Independente da PM, seis assaltantes entraram em uma granja, renderam duas mulheres que estavam na casa – a esposa e a filha do policial rodoviário – e exigiram que elas entregassem a arma dele, que não estava no imóvel.

Ao chegar no imóvel minutos depois, o policial percebeu a ação criminosa e entrou em confronto com os bandidos, mas foi baleado e morreu no local.

Os criminosos fugiram levando o carro da vítima – uma caminhonete Strada, que foi recuperada ainda durante a noite.

O suspeito preso nesta terça-feira (3) estava com um vasto material, incluindo munições e uma arma de fabricacao caseira. Ele tem 35 anos.

Em nota, a Polícia Rodoviária Federal lamentou o falecimento do servidor aposentado, que era natural de Recife. Segundo a corporação, Antônio entrou na corporação em 1979 e, ao longo da carreira, exerceu funções importantes, como a chefia da 1ª Delegacia da PRF-RN.

“Sua partida deixa um vazio na instituição, onde era reconhecido pelo profissionalismo e comprometimento. A PRF manifesta solidariedade e destina o sincero desejo de conforto aos familiares, amigos e colegas neste momento de luto”, diz a publicação.

G1RN

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