
Os dias de Roger Abdelmassih fora da cadeia podem estar com os dias contados. O promotor de Justiça Luiz Marcelo Negrini, que deu parecer contrário à saída do ex-médico da cadeia, anunciou que vai recorrer da decisão. “Acho indevido uma juíza dar um benefício a um preso condenado a 181 anos de prisão e que cometeu tantos crimes”, diz.
Na quarta-feira, Abdelmassih conseguiu o direito à prisão domiciliar, concedido pela juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da 1ª Vara de Execuções Penais de Taubaté, que destacou a saúde precária e a dificuldade de o ex-médico – condenado pelo estupro de 37 mulheres em sua clínica de reprodução assistida – em ter tratamento adequado dentro do sistema penitenciário. O ex-médico está internado em um hospital de Taubaté desde 18 de maio.
Negrini afirma que tem receio de que o criminoso fuja do país e nunca mais seja capturado, uma vez que ele já foi preso foragido no Paraguai. O ex-médico pediu um indulto humanitário para ter a pena de quase dois séculos perdoada, mas o pedido foi negado pela juíza, que, no entanto, concordou com a prisão domiciliar.
“Entre outros argumentos, a juíza alega que levou em consideração a dignidade humana do preso para dar o benefício. Mas onde fica a dignidade das vítimas que foram estupradas por ele?”, questiona o promotor.
VEJA
Será que essa juíza foi cliente dele e gostou kkkk
Esse verme tem que apodrecer na cadeia
Se tivesse estuprado ela, ou alguém da família dela, ela não tinha dado essa tapa na cara de 37 vítimas.
Corretíssimo!
Demorou.