Política

PSDB convocará para manifestações contra o governo, diz Aécio

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta segunda-feira (27) que o PSDB fará inserções de rádio e televisão para convocar as pessoas a participarem das manifestações contra o governo marcadas para 16 de agosto. Apesar de afirmar que o partido não deve ser protagonista dos protestos, o tucano diz que a legenda também não pode se omitir neste momento.

Segundo o senador, as propagandas do partido apelarão para a indignação dos cidadãos em relação às ações do governo. “Aqueles que estiverem indignados ou até mesmo arrependidos mas, principalmente, cansados, devem sim se movimentar, ir às ruas”, disse.

As inserções começarão a ser veiculadas nesta semana. Na primeira fase, o PSDB mostrará suas principais lideranças, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o senador José Serra (SP). Mesmo com a movimentação interna de integrantes da legenda em torno de possíveis candidaturas à Presidência, Aécio afirmou que a estratégia inicial será mostrar um partido unido.

“Nosso esforço nessa relargada será mostrar uma grande sintonia entre as principais lideranças do PSDB. Temos que estar sintonizados com as ruas e com a população cada vez mais indignada com o que está acontecendo”, disse.

“Somos hoje porta-vozes do sentimento de indignação, do sentimento de frustração da sociedade brasileira e até de decepção de eleitores do próprio PT. Nossa aliança tem que ser com a sociedade”, completou.

A partir da próxima semana o partido começará a fazer as convocações nas propagandas. Apesar do envolvimento direto nos atos, Aécio diz que a sigla não quer ser protagonista.

No entanto, diferentemente das primeiras manifestações contra o governo, diz que agora há uma convergência entre a sociedade e os políticos.

“O PSDB deve participar como uma parcela da sociedade, jamais como protagonista dessas manifestações. Até porque, quanto mais da sociedade elas forem, mais legítimas e representativas elas serão. Mas o PSDB não se furtará, as lideranças individualmente, a estar presente na manifestação que ganha corpo”, disse.

“As coisas avançaram e acho que hoje já começa a ter um encontro entre as representações políticas, institucionalizadas, com os movimentos das ruas e isso é bom, é positivo. Vamos estar na dosagem certa”, completou. Segundo Aécio, outros partidos de oposição também deverão fazer convocações.

Criticado por não ter participado de outras manifestações antigoverno, Aécio afirmou que ainda não decidiu se irá na próxima. “Meu cuidado maior é que, a partir do momento em que eu disser que eu vou, isso dá uma impressão de que é um movimento de partido e não é. Se eu decidir ir, vou como cidadão”, afirmou.

“Se simplesmente desconsiderarmos que elas existem, acho que estamos fugindo da realidade. A cobrança dos nossos eleitores é enorme. O que estou tendo é cuidado para manter o equilíbrio”, completou.

CRISE DE CONFIANÇA

Aécio afirmou ainda que o governo passa por uma “grave crise de confiança” e que Dilma precisa admitir que mentiu durante a campanha eleitoral de 2014 e que errou na condução da política macroeconômica do país para reconquistar a credibilidade do seu governo.

O tucano criticou também a estratégia de reunir os governadores do país com a presidente para discutir pautas federativas como uma tentativa de Dilma de demonstrar que tem apoio. Para ele, o encontro soa como um “pedido de socorro”.

“O encontro de governadores com o presidente da República é natural em qualquer democracia. É absolutamente republicano. Mas tentar cooptar setores da oposição, na verdade, é uma demonstração muito clara da fragilidade do governo e será absolutamente inócua”, disse.

A intenção do governo era convidar também governadores da oposição para participarem de uma reunião que estava sendo articulada para acontecer na próxima quinta-feira (30), em Brasília. O encontro seria uma tentativa de selar uma espécie de “pacto pela governabilidade”.

A petista já avalia, no entanto, dividir o encontro em viagens pelo país. Segundo o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), a dinâmica pode tornar o diálogo entre os Estados e o governo federal mais eficaz, já que cada região tem seus interesses e demandas específicas.

Não vou recomendar que os governadores deixem de aceitar um convite da presidente.Os governadores terão toda a liberdade para ir. O que o PSDB não está disposto é ajudar a salvar, e vou repetir o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aquilo que não deve ser salvo”, disse. Para Aécio, Dilma constrange os governadores com o convite e diz que a reunião é desnecessária.

PEDALADAS

O tucano criticou também a condução que o governo tem dado em relação à análise das contas de 2014 que será feita pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Ele afirma que o Planalto exige uma decisão técnica mas faz gestões políticas junto à Corte.

Na semana passada, a equipe de Dilma entregou ao TCU a defesa do governo em relação às contas de 2014, inclusive no que diz respeito às chamadas “pedaladas fiscais”. Por meio das manobras, o governo usou bancos públicos, como a Caixa, para pagar benefícios sociais como Bolsa Família e seguro-desemprego em momentos de falta de recursos no Tesouro Nacional.

“Uma coisa são atrasos eventuais nos pagamentos. Mas ter como estratégia planejada transferir as responsabilidades do Tesouro para as instituições financeiras, você registrar isso como créditos a receber do governo, e isso ficar lá permanente, isso é lesar o artigo 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

Para Aécio, a defesa do governo em relação às pedaladas fiscais se assemelha aos argumentos usados pelos petistas na defesa da Petrobras. “Eles dizem que, se outros já roubaram antes, então nós também podemos roubar. E aí institucionalizam a corrupção”, afirmou.

Após a decisão do TCU, seja ela pela aprovação ou rejeição, as contas serão analisadas pelo Congresso. No entanto, desde 1983, os congressistas não analisam contas do governo. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já organizou as contas pendentes e promete colocar algumas em votação na primeira semana de agosto, quando acaba o recesso parlamentar.

Há, no entanto, uma possibilidade de que as contas de 2014 sejam votadas antes das demais. Regimentalmente, os partidos podem pedir a inversão da pauta de votação para votá-la antes das demais. Especula-se que, se isso acontecer, as demais contas podem continuar esquecidas.

Para Aécio, a inversão da pauta não representará nenhum problema mas defendeu que o ideal é que o Congresso vote todas as contas pendentes. “Não vejo que há polêmica nas contas passadas”, disse.

Caso haja a rejeição do balanço contábil de 2014, setores contrários ao governo poderão usar a decisão para pedir o impeachment de Dilma. Aécio, no entanto, afirmou que não acredita neste caminho e espera chegar ao comando do país “pelas urnas”. “O que vai acontecer com a presidente depende mais dela do que da oposição. […] Quando eu tiver a oportunidade de ser presidente, isso acontecerá pelo voto. Para nós, o calendário de 2018 sempre foi o calendário normal”, disse.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. E vc (Hélio) acha que essas manifestações golpistas não tem financiamentos de Partidos políticos e organizações como as que financiaram a "Aliança para o Progresso" na década de 50?
    Sabe de nada inocente!

  2. Então Vítor deve ser por isso que os petralhas pagam um pão com mortadela para que uns bestas protestem a seu favor.
    Dá um trabalho protestar a favor…

  3. Se fosse para a praia, para tomar uma cervejinha, ele já tava lá. Mas esse negócio de protesto dá muito trabalho. É muito ruim para quem não tem costume de trabalhar.

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Política

“BATEU EM RETIRADA”: Caiado acusa Lula de provocar cancelamento do debate da Globo

Ronaldo Caiado (PSD) acusou Lula (PT) de provocar o cancelamento do debate da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). Para ele, as decisões judiciais que mudaram as regras do programa foram uma “afronta à democracia brasileira”.

“O Lula provocou tudo isso. Ele foi provocado pelo Flávio na minha cidade, em Goiânia, dizendo: ‘Vai lá que eu vou lhe enfrentar’. E bateu em retirada”, declarou Caiado.

A Globo cancelou o debate após receber decisões do TSE e do STF que alteraram regras previamente acordadas. Lula já havia recusado o convite, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) desistiu horas antes e alegou “censura”.

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Política

[VÍDEO] Multidão lota o largo do Atheneu para o último comício de Álvaro Dias no 1º turno em Natal

Em clima de festa e emoção na reta final da campanha, Álvaro Dias (PL) realizou, nesta quinta-feira (1º), seu último comício em Natal antes do primeiro turno. Com o Largo do Atheneu lotado, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte chegou caminhando no meio do povo, abraçando apoiadores e sendo recebido por caravanas e lideranças de várias regiões do Estado.

Ao lado de Álvaro estavam o prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, o candidato ao Senado Coronel Hélio e os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson, Coronel Brilhante, Sargento Gonçalves e Nina Souza, além de candidatos a deputado estadual, prefeitos, vereadores e outras lideranças.

Ao falar sobre a decisão de realizar o último comício, Álvaro destacou a importância de encerrar a campanha perto da população. “As pessoas me aconselharam a não fazer o último comício, e eu disse: eu tinha que fazer. Eu não podia encerrar essa campanha política sem fazer o que fiz hoje aqui: chegar abraçado à população, apertar as mãos dos nossos amigos da cidade de Natal”, declarou.

Emocionado, Álvaro falou da caminhada eleitoral e da esperança que encontrou nas ruas. “Não poderia sair dessa campanha sem ver a esperança do povo do Rio Grande do Norte, abraço por abraço, sorriso por sorriso. Vamos juntos mudar o Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Ao final, Álvaro agradeceu aos apoiadores que o acompanharam durante a campanha e encerrou a noite em meio às manifestações de carinho do público.

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Geral

CENSURA: Globo afirma que “decisões judiciais” que levaram a cancelamento do debate “representam uma interferência indevida na liberdade dos veículos de imprensa”

Foto: Reprodução / Jornal Nacional

A Globo afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate” com os candidatos a presidente, previsto para esta quinta-feira (1º), “causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.

“Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite”, informou a emissora, que lembrou da sua “longa tradição na organização de debates eleitorais”.

“Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia”, destacou a Globo.

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Política

[VÍDEO] “NÃO VOU COMPACTUAR COM A CENSURA”: Flávio Bolsonaro denuncia interferência do Judiciário nas eleições de 2026

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não vai “compactuar com censura e interferência do Judiciário nas eleições [de 2026]”. A declaração se deu depois que ele anunciou a decisão de não participar do debate que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na TV Globo.

O candidato convocou os eleitores a decidirem a disputa presidencial já no primeiro turno. “Vamos resolver esse negócio já nesse domingo agora para que a gente possa dar um recado claro de que o Brasil tem jeito e ninguém aguenta mais essa situação de sequestro que a nossa democracia enfrentou”, disse ele.

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Brasil

URGENTE: Globo cancela debate presidencial após decisões do TSE e STF e desistência de Flávio

Reprodução

A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.

Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.

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Política

EDITORIAL BG: A toga tomou o lugar dos candidatos no debate da Globo

Arte Metrópoles

O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.

Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.

O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.

Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.

Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.

Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?

Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.

Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.

 

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Política

[VÍDEO] DESESPERO: Robério expõe estratégia esquerdista para tentar barrar avanço da direita no RN


Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.

A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.

O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.

 

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Política

Interferência cruzada do Judiciário esvazia regras, transforma debate da Globo em circo e impõe o cancelamento

Reprodução

A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).

O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.

Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.

Com informações do Metrópoles 

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Política

[VÍDEO] ESCULHAMBAÇÃO TOTAL: Atropelo jurídico no STF implode regras do debate da Globo

A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.

A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.

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Política

A três dias das Eleições, duas pesquisas apontam Walter Alves na liderança da nominata do MDB e entre os mais citados para deputado estadual

Reprodução

A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).

Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.

“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.

Pesquisas

A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.

A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.

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