O apoio dos brasileiros às manifestações, que começaram pelo país em junho do ano passado, caiu e atingiu o menor índice, segundo pesquisa Datafolha divulgado nesta segunda-feira. De acordo com o levantamento, 52% dos entrevistados são a favor dos protestos. Em junho, quando as manifestações tiveram auge e levaram 1 milhão de pessoas às ruas em 25 capitais do país, esta aprovação era de 81%.
A pesquisa Datafolha mostra ainda que o índice das pessoas que são contra os protestos subiu de 15% para 42% no mesmo período. Sobre prováveis manifestações durante a Copa do Mundo, a reprovação dos brasileiros fica maior e sobe para 63%. A aprovação cai para 32%.
Em relação às preferências políticas, os favoráveis às manifestações pretendem votar no governador de Pernambuco, Eduardo Campos(PSB), 59%, e no senador tucano Aécio Neves, 58%. Dos que preferem a presidente Dilma Rousseff (PT), 47% apoiam os protestos pelo país.
O levantamento foi feito entre os dias 19 e 20 de fevereiro.
A vereadora Thabatta Pimenta anunciou, nas redes sociais, que protocolou uma representação contra o deputado federal Nikolas Ferreira. Segundo ela, o parlamentar divulgou uma imagem que sugeriria o sequestro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva por militares dos Estados Unidos.
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Thabatta afirmou que a imunidade parlamentar não pode ser usada para justificar crimes e avaliou que a publicação ultrapassa o campo da provocação política. De acordo com a vereadora, o conteúdo pode violar a Lei nº 14.197/2021, que trata de crimes contra o Estado Democrático de Direito.
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A parlamentar também criticou o que chamou de tentativa de normalizar discursos de ódio e condutas ilegais sob a justificativa de humor ou opinião política. Ela disse ainda que seguirá cobrando responsabilização por esse tipo de episódio e que não pretende recuar do que considera a defesa da democracia.
O conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, reagiu de forma ofensiva às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à ação militar americana contra a Venezuela, realizada no sábado (3/1).
Em publicação na rede X, Miller compartilhou uma reportagem sobre a declaração de Lula e escreveu: “Vai se foder, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição”, em tradução livre. A operação dos EUA resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Horas após o ataque, Lula afirmou que a ação ultrapassou uma “linha inaceitável”, classificando os bombardeios e a captura do chefe de Estado como uma grave afronta à soberania da Venezuela e ao direito internacional. Segundo ele, o uso da força cria precedentes perigosos e ameaça a estabilidade internacional, além de lembrar episódios históricos de interferência na América Latina.
Durante a campanha de 2022, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu o que chamou de ‘revogaço’. Disse que iria rever decretos de sigilo do governo Jair Bolsonaro e que faria uma gestão transparente.
No entanto, entre 2023 e 2025, o governo Lula não só manteve como ampliou a aplicação de sigilos sobre informações públicas.
Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) e de relatórios independentes indicam a imposição de 3.287 sigilos no período, com restrições que incluem informações sobre viagens oficiais, gastos públicos e dados relacionados a empresários.
Em 2023, primeiro ano do atual mandato, foram registrados 1.339 pedidos de informação classificados com sigilo de até 100 anos. Em comparação, no último ano do governo Bolsonaro, em 2022, houve 1.332 registros do mesmo tipo.
Os levantamentos apontam ainda que 16% dos pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) foram negados na atual gestão.
Com informações da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que pretende dialogar com os Estados Unidos para construir uma agenda de cooperação baseada no desenvolvimento compartilhado e no respeito ao direito internacional. Segundo ela, a prioridade é estabelecer relações equilibradas, com respeito à soberania e sem interferência externa e fez um convite a trabalharem ‘juntos’ por isso.
Com a captura de Nicolás Maduro por forças americanas durante uma operação militar em Caracas, na madrugada de sábado (3), Delcy passou a atuar como presidente em exercício. No domingo (4), ela recebeu apoio das Forças Armadas venezuelanas. O presidente dos EUA, Donald Trump advertiu que novos ataques podem ocorrer caso o governo venezuelano “não faça a coisa certa”.
Leia a íntegra da declaração (traduzida para o português):
“Mensagem da Venezuela ao mundo e aos Estados Unidos
A Venezuela reafirma seu compromisso com a paz e a coexistência pacífica. Nosso país aspira a viver sem ameaças externas, em um ambiente de respeito e cooperação internacional. Acreditamos que a paz global se constrói garantindo, primeiro, a paz de cada nação.
Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os Estados Unidos e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo
Estendemos um convite ao governo dos EUA para trabalharmos juntos em uma agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer uma coexistência comunitária duradoura.
Presidente Donald Trump: nossos povos e nossa região merecem a paz e o diálogo, não a guerra. Essa sempre foi a posição do presidente Nicolás Maduro e é a de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida. Meu sonho é que a Venezuela seja uma grande potência onde todos os venezuelanos de bem estejam unidos.
A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e a um futuro.
Delcy Rodríguez, presidente interina da República Bolivariana da Venezuela”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (4) a Colômbia com uma possível ação militar, um dia após a ofensiva americana na Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.
Em declarações a jornalistas a bordo do avião presidencial, Trump criticou o presidente colombiano, Gustavo Petro, acusando o país de produzir e exportar cocaína para os EUA. “Ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, afirmou.
Questionado sobre uma eventual operação militar, Trump disse que uma “Operação Colômbia” seria “uma boa ideia”. O presidente americano também mencionou o México, ao citar o tráfico de drogas, e afirmou que Cuba “parece prestes a ruir” sem necessidade de intervenção externa.
A União Europeia afirmou neste domingo (4) que a restauração da democracia na Venezuela depende do respeito à vontade do povo venezuelano. A posição foi expressa em uma nota conjunta assinada por 26 dos 27 países do bloco — a Hungria ficou de fora.
O comunicado pede calma e contenção para evitar a escalada do conflito e defende uma transição política pacífica, baseada na vontade popular. A UE reiterou que Nicolás Maduro não possui legitimidade democrática e que a crise deve ser resolvida dentro do direito internacional.
“O respeito à vontade do povo venezuelano continua sendo o único caminho para que a Venezuela restaure a democracia e resolva a crise atual”, diz o comunicado.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também manifestou solidariedade ao povo venezuelano e reforçou o apoio a uma transição democrática, afirmando que a União acompanha de perto a situação e presta assistência aos cidadãos europeus no país.
Uma imagem falsa viralizou e circula nas redes sociais desde o ataque dos Estados Unidos à Venezuela que culminou na captura do ditador Nicolás Maduro.
A publicação sugere que um telejornal chileno teria confundido o ex-líder venezuelano com o apresentador Ratinho.
Na realidade, trata-se de uma montagem. O frame original foi exibido pelo Meganoticias, do Chile, em 24 de fevereiro de 2022, em uma reportagem sobre países aliados da Rússia e da Ucrânia. (assista aqui)
Na versão manipulada, a imagem de Maduro foi substituída pela de Ratinho, enquanto o presidente da China, Xi Jinping, aparece como o personagem Ursinho Pooh.
O próprio apresentador Ratinho brincou com a situação em seu perfil no Instagram, veja:
Dez golfinhos ficaram encalhados na tarde deste domingo (4), na praia da Redinha Nova, na zona Norte de Natal, na altura da Barraca Maresia, conforme é possível ouvir na gravação feita por uma banhistas.
Segundo informações do Via Certa Natal, banhistas acionaram o Corpo de Bombeiros, mas antes da chegada da equipe, a própria população já havia conseguido ajudar os animais a voltar para o mar.
O ditador venezuelano Nicolás Maduro deve comparecer nesta segunda-feira (5), às 14h (horário de Brasília), a um tribunal federal em Nova York.
A audiência será conduzida pelo juiz distrital Alvin Hellerstein, do Tribunal do Distrito Sul de Nova York.
No sábado (3), o Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou uma nova acusação contra Maduro, que integra um processo criminal por tráfico de drogas em andamento há cerca de 15 anos.
Segundo os promotores, o líder venezuelano e seus aliados teriam transformado instituições do Estado em um sistema de corrupção financiado pelo narcotráfico.
Responsável pelo caso há mais de uma década, Hellerstein, de 92 anos, é um magistrado experiente e indicado ao cargo pelo ex-presidente Bill Clinton.
MENTIRA!!!!
Pesquisa comprada, as manifestações ameaçam a copa grande, vitrine de para a Globo.