Vendas no comércio pelo país crescem pelo 5º mês seguido em setembro, diz IBGE

FOTO: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

As vendas no comércio cresceram 0,6% em setembro frente ao mês anterior, o que representa a quinta alta mensal consecutiva do setor desde maio. No acumulado do ano, o setor conseguiu se recuperar e equilibrar as perdas da pandemia do novo coronavírus.

Os dados constam da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11).

Apesar do ritmo de crescimento, o resultado de setembro aponta uma desaceleração em relação às altas constatadas nos meses anteriores — agosto (3,1%), julho (4,7%), junho (8,7%) e maio (12,2%).

De janeiro a setembro de 2020, o varejo conseguiu reverter o impacto da pandemia e agora registra estabilidade (crescimento zero), depois de seis meses no campo negativo.

Segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, a desaceleração é como se a série estivesse voltando à normalidade. “Trata-se de uma diminuição do ritmo de crescimento nos volumes do varejo nacional. A desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas”, analisa.

Na comparação com setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%.

Santos também destaca o desempenho forte do trimestre que se encerrou em setembro. Em comparação com o trimestre anterior, foi registrada alta de 17,2%, recorde da série histórica iniciada em 2000.

“Isso ocorreu, porque os trimestres anteriores apresentaram desempenho muito baixo: -1,9% no primeiro e -8,5% no segundo. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, o aumento é de 6,3%, a maior alta desde 2014”, ressalta o gerente da pesquisa.

Crescimento por setores

O IBGE diz que, entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram alta em setembro:

– Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%);

-Combustíveis e lubrificantes (3,1%);

– Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%);

– Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%);

– Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Por outro lado, três setores pressionaram o desempenho do comércio negativamente: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).

“A atividade de livros, jornais, revistas e artigos de papelaria, embora continue negativa em indicadores, como o acumulado do ano e nos últimos 12 meses, teve uma recuperação grande em setembro. Já a de Artigos farmacêuticos médicos, ortopédicos e de perfumaria teve uma trajetória claudicante nos últimos meses e em setembro chegou a 2,1%. Móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, continuam com crescimento. Parte desse desempenho pode estar relacionado à ida ao home office, embora já estejamos vivenciando a abertura”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa.

Alta de preços influencia supermercados

O setor de hiper e supermercados, segundo o IBGE, está sendo impactado pela inflação de alimentos. De abril a setembro, o setor registrou crescimento de 10,6% na receita, enquanto em volume, o ganho foi de 4,7% nesse período.

Em setembro, o setor teve alta de 2,1%.

“A inflação de alimentos em setembro impactou bastante. Nos três últimos meses, os indicadores de receita do setor registram dois índices positivos, 2,1% em setembro e 0,5% em julho, e um negativo, -0,7% em agosto. Já os indicadores de volume foram todos negativos em setembro (-0,4%), agosto (-2,1%) e julho (-0,3%), o componente da inflação influencia os indicadores nos últimos três meses”, explica Santos.

R7

IBGE: produção industrial no país avança 3,2% em agosto; setor registra crescimento pelo quarto mês consecutivo

Foto: © CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

A produção da indústria nacional cresceu pelo quarto mês seguido e registrou alta de 3,2% em agosto, na comparação com julho. Mesmo assim, o indicador ainda não eliminou totalmente a perda de 27% acumulada entre março e abril, no início da pandemia de covid-19, quando a produção industrial caiu ao patamar mais baixo da série. No acumulado no ano, a produção recuou 8,6%.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que também mostra que, em relação a agosto de 2019, a indústria caiu 2,7%. Esse é o décimo resultado negativo seguido nessa comparação. Nos últimos 12 meses, a queda é de 5,7%.

Para o gerente da pesquisa, André Macedo, o resultado de agosto mostra que a indústria nacional está em recuperação após o agravamento das medidas para conter a pandemia. “Há uma manutenção de certo comportamento positivo do setor industrial nos últimos meses. É um avanço bem consistente e disseminado entre as categorias, mas ainda há uma parte a ser recuperada”, disse, em nota.

O pesquisador explicou que o impacto da necessidade do isolamento social foi de grande dimensão, afetando a produção em várias unidades no país, que fecharam ou foram suspensas neste período. Segundo a pesquisa, o setor industrial está 2,6% abaixo do patamar de fevereiro, período pré-pandemia.

Recuperação

A pesquisa indicou que todas as grandes categorias apresentaram avanço em agosto frente a julho. Bens de consumo duráveis tiveram o maior crescimento, com 18,5%. Bens de capital (2,4%), bens intermediários (2,3%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,6%) também cresceram em agosto, mas abaixo da média da indústria.

Entre os ramos pesquisados, 16 dos 26 apresentaram aumento. A atividade de destaque foi veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 19,2%. “A produção dos automóveis impacta não só dentro da categoria de bens de consumo duráveis, mas no setor industrial como um todo, porque influi na confecção de autopeças, caminhões e carros em geral”, afirmou Macedo.

Também tiveram influência no resultado da indústria, na passagem de julho para agosto, os setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com avanço de 3,9% e de indústrias extrativas, que cresceu 2,6%.

Segundo a pesquisa, outras atividades que ajudaram no desempenho geral foram produtos de borracha e de material plástico (5,8%), couro, artigos para viagem e calçados (14,9%), produtos de minerais não-metálicos (4,9%), produtos alimentícios (1,0%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,5%), metalurgia (3,2%), produtos têxteis (9,1%) e produtos de metal (3,1%), que repetiram o desempenho positivo de julho.

Por outro lado, segundo o IBGE, entre os dez ramos que tiveram redução na produção, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-9,7%) e bebidas (-2,5%) foram os que mais contribuíram para os impactos negativos.

Agência Brasil

RN apresenta crescimento de 169% da malha aérea de julho a outubro

FOTO: ASSECOM/RN Raiane Maynara

O turismo no Rio Grande do Norte apresenta sinais positivos de retomada. De acordo com dados da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), a malha aérea do estado apresenta um crescimento de 169%, analisando os meses de julho a outubro. A oferta atual de voos potiguar já corresponde a 63% da malha aérea planejada pré-pandemia para o mês de outubro, considerando apenas os voos domésticos. Os números apresentam um aumento expressivo para o setor e mostram que o Rio Grande do Norte se consolida como destino seguro, em resposta ao trabalho realizado desde o início da pandemia, com a criação do Plano de Retomada do Turismo, os protocolos de biossegurança e aquisição do Selo Safe Travel, chancela internacional do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

A partir de outubro, o Rio Grande do Norte estará conectado aos principais aeroportos do sudeste, centro-oeste e nordeste do Brasil, com ligações diretas de Fortaleza, Salvador, Recife, Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos) e Brasília. As principais companhias aéreas nacionais (GOL, LATAM e AZUL) retornaram e ampliaram as operações no estado. O Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves também volta a receber o voo Natal/Lisboa/Natal, com aproximadamente 50% da malha programada, para este período, antes a pandemia.

Para a secretária de turismo do Estado, Ana Maria da Costa, este é o momento de investir em promoção do destino. “Destinar recursos para a divulgação do Rio Grande do Norte é fundamental, no governo da professora Fátima Bezerra, foi possível incluir o turismo no orçamento estadual. Estamos confiantes na retomada deste setor que movimenta uma cadeia de 52 segmentos e emprega milhares de pessoas”, ressaltou.

Ações de promoção

O Governo do Estado por meio da secretaria de Turismo (Setur) e da Empresa de Promoção Turística Potiguar (Emprotur) lançaram nesta terça-feira (22) a campanha Visite o Rio Grande do Norte, voltada para o fortalecimento do turismo regional. A ação de marketing abrange onze estados: RN, PB, PE, CE, AL, BA, SE (RJ, SP, MG e DF). Pesquisas apontam que a atividade turística, neste momento de retomada, ocorrerá primeiramente em viagens curtas, feitas de carro, com uma média de até 600 km de distância da residência, principalmente aos finais de semana e feriados.

Os meios de hospedagem dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte, também apresentam números positivos de ocupação. De acordo com o Departamento de Inteligência e Pesquisas da Emprotur, o estado registrou 91%, a taxa de ocupação média, durante o último feriado prolongado (07 de setembro). Foram analisados hotéis das cidades de Natal, Mossoró, Tibau do Sul/Pipa, São Miguel do Gostoso, Galinhos, Touros, Maxaranguape, Baía Formosa e Martins.

O turista local é predominante, seguido dos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará, com tempo médio de dois dias de permanência. Esse movimento confirma algumas expectativas sobre a retomada do turismo, itinerários mais curtos (distância e permanência) e mercados de proximidade. Outro fator positivo na pesquisa é a presença de turistas de São Paulo e Minas Gerais, que mesmo em menor volume, indicam que o turismo nacional dá sinais de retomada.

Entre as ações de promoção e marketing planejadas para o último trimestre de 2020 e para 2021, destacam-se ações promocionais com companhias aéreas, campanhas nos canais de vendas das maiores operadoras do país, participação em feiras de turismo, captação de voos charters, ações promocionais nos shoppings das cidades de Mossoró/RN e Campina Grande/PB. Está prevista ainda a vinda de jornalistas, fotógrafos e influenciadores nacionais para viverem a experiência potiguar. E para fomentar o mercado de eventos, outro importante segmento dentro da cadeia do turismo, a Setur preparou um tarifário promocional de comercialização do Centro de Convenções de Natal com até 40% de desconto.

Eventos

Mais um impulso à economia e ao turismo potiguar, foi o anúncio da retomada gradual para o setor de eventos corporativos e de convenções, autorizado pelo Governo do Estado a partir desta terça-feira (22). A portaria publicada em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado, na segunda-feira (21), estabelece um cronograma com cinco fases para a retomada.

A primeira fase libera uma frequência máxima simultânea de até 100 pessoas nos eventos. A fase seguinte permite, a partir de 06 de outubro, que os eventos possam ter até 400 pessoas; a fase três, no dia 20 de outubro, permite até 700 pessoas. Já no dia 03 de novembro, a fase quatro alcança até mil pessoas. E a última fase do cronograma, no dia 17 de novembro, permitirá até três mil pessoas, mas apenas para eventos em ambientes abertos.

O cumprimento do cronograma de retomada está condicionado aos indicadores da pandemia do coronavírus no RN. Caso a Secretaria de Saúde detecte uma tendência de crescimento da doença, após a liberação das atividades, as fases podem ser adiadas ou reestabelecidas fases anteriores.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Amora Moro disse:

    Por incrível que pareça, este aeroporto parece mais um cemitério.

  2. COMENTARISTAS INCOERENTES disse:

    Foi Fátima ou Bolsonaro??? E quando houver a queda vai ser culpa de Fátima ou Bolsonaro???? Vamos aguardar os comentários…..

Governo do RN anuncia nesta segunda plano de incentivo ao crescimento da economia

O Governo do RN lança nesta segunda-feira (21), às 11h, na Escola de Governo, o Plano RN Cresce +, de incentivo à retomada e crescimento da economia potiguar, com ações de curto, médio e longo prazo.

Estão envolvidas as Secretarias de Estado da Tributação (SET), do Desenvolvimento Econômico (Sedec), do Turismo (Setur) e da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape).

O plano prevê uma série de incentivos fiscais, desburocratização e melhoria no ambiente de negócios, com vistas em novos investimentos para a geração de emprego e renda. São medidas que envolvem agropecuária, turismo, mineração, indústria, geração de energia, transportes e comércio, entre outras.

Devido ao evento do lançamento do plano, excepcionalmente, nesta segunda-feira (21), não haverá coletiva de imprensa na Escola de Governo com a atualização de dados da Covid-19.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MIGUEL disse:

    E OS ATRASADOS…???

  2. José N. Filho disse:

    Mais um "prano" tipo os decretos do Covid: só papel e blá blá blá com ação zero. Espero que pelo menos isso fuja a regra. Vamos aguardar

  3. natal sofrida disse:

    Visão de que? Me engana que eu gosto. Mais um contra cheque afff.

  4. Apir Pertinente disse:

    Governo que tem VISÃO se esforça em prol das empresas, que é quem traz emprego.
    Parabéns!

    • GCF disse:

      Demorou quase 2 anos para apresentar algo assim. QUE visão BOA…
      Tudo bem! Antes tarde do que nunca.
      Espero que funcione.

    • Abel disse:

      O IDEMA vai desburocratizar também??
      Governo e governadora fracos.
      Frei de mão puxado.
      Sem rumo.
      Só no fique em casa.
      Cadê o dinheiro dos respiradores??

Prévia do PIB indica crescimento da atividade econômica em maio

Foto: Pixabay

A prévia do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país, registrou crescimento da atividade econômica em maio, de acordo com o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), divulgado pelo BC (Banco Central) nesta terça-feira (14).

O IBC-Br teve crescimento de 1,31% no mês. Em abril, o indicador havia despencado (-9,73%) devido à pandemia de coronavírus.

A previsão do mercado financeiro é que a atividade econômica tenha retração de 6,1% em 2020.

R7

Produção de veículos contribuiu, e indústria cresce em 12 de 15 locais pesquisados em maio, aponta IBGE

Produção industrial mensal — Foto: Economia G1

A produção industrial registou alta, na passagem de abril para maio, em 12 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme dados divulgados nesta quarta-feira (8).

Os maiores avanços foram no Paraná (24,1%), em Pernambuco (20,5%) e no Amazonas (17,3%). Já as quedas foram registradas no Espírito Santo (-7,8%), Ceará (-0,8%) e Pará (-0,8%).

No resultado geral do país, a produção industrial cresceu 7% em maio na comparação com o mês anterior, mostrando recuperação após dois meses seguidos de queda e de um tombo recorde em abril, de 18,8%.

Veja o resultado em cada um dos locais:

Amazonas: 17,3%
Pará: -0,8%
Região Nordeste: 12,7%
Ceará: -0,8%
Pernambuco: 20,5%
Bahia: 7,6%
Minas Gerais: 6,3%
Espírito Santo: -7,8%
Rio de Janeiro: 5,2%
São Paulo: 10,6%
Paraná: 24,1%
Santa Catarina: 5,4%
Rio Grande do Sul: 13,3%
Mato Grosso: 4,4%
Goiás: 3,0%
Média Brasil: 7%

Produção de veículos influenciou

Segundo o IBGE, a alta de 10,6% registrada em São Paulo levantou a média nacional, que também foi influenciada pelas altas expressivas no Paraná (24,1%) e Rio Grande do Sul (13,3%). Nos dois primeiros estados, a produção automotiva serviu como alavanca.

O setor de veículos, muito forte em São Paulo e no Paraná, teve atuação importante neste aumento de maio”, aponta em nota Bernardo Almeida, analista da pesquisa. Segundo ele, os setores de alimentos e de derivados do petróleo também exerceram influências positivas no índice.

Comparação com maio de 2019

Se os resultados de maio mostram uma recuperação após as fortes perdas dos meses anteriores, apontam também que a produção industrial segue muito abaixo da registrada no ano passado. Na comparação com maio de 2019, a indústria teve queda de 21,9% – com todos os locais pesquisados, exceto Goiás, apresentando contração na produção.

“Em São Paulo, mesmo com a taxa positiva perante abril, maio apresentou o segundo pior patamar da indústria na série histórica, perdendo exatamente para o mês anterior, abril de 2020″, aponta o analista da pesquisa. O início da série histórica da pesquisa foi em janeiro de 2002.

De acordo com o IBGE, além dos efeitos da pandemia e do isolamento social para conter a propagação do vírus, houve também efeito calendário nesse resultado, já que maio de 2020 teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano passado.

Já o resultado de Goiás, com avanço de 1,5%, foi impulsionado em grande parte pelo ramo de produtos alimentícios (açúcar VHP e cristal, óleo de soja refinado e em bruto, extrato, purês e polpas de tomate, leite condensado e tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pepe disse:

    Vai bombar,quem tem,deixou na poupança,como o Brasil é desigual,muitos não puderam gastar,não vai poder gastar na europa,USA,São Paulo,RJ,Gramado,Argentina,Chile,Vão trocar de carro.

Reservas hídricas do RN continuam a crescer e chegam a 56,78% de capacidade; Armando Ribeiro Gonçalves registra 65,84% do seu volume total

FOTO: ASCOM/IGARN

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta terça-feira (16), indica que a barragem Umari, em Upanema já acumula 271.092.875 m³, que correspondem a 92,58% da sua capacidade total. Esse é o maior volume do reservatório desde 2009, ano em que chegou a sangrar.

As reservas hídricas superficiais totais do RN também continuam a crescer, de forma geral, e já somam 2.485.347.559 m³, que correspondem a 56,78% da capacidade total de reserva de águas nos mananciais monitorados pelo Igarn, que é de 4.376.444.842 m³. Com relação ao último relatório, divulgado na segunda-feira, dia 8 de junho, as reservas estaduais somavam, 2.441.024.096 m³, percentualmente, 55,77% do total que o RN consegue acumular nos seus principais reservatórios.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório estadual, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, continua a receber aporte hídrico, seu volume atual é de 1.562.430.780 m³, que representam 65,84% do seu volume total. Na última segunda-feira o manancial estava com 1.533.987.376 m³, correspondentes a 64,64% da sua capacidade total.

Segundo maior reservatório estadual, a barragem Santa Cruz do Apodi teve pequena redução de volume com relação à semana passada, acumula 214.912.240 m³, correspondentes a 35,84% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³. No último dia 8 de junho o manancial estava com 215.607.720 m³, percentualmente, 35,95% do seu volume máximo. Esse valor ainda é muito superior ao represado na mesma época do ano passado, quando a barragem estava com 150.463.359 m³, percentualmente, 25,09% da sua capacidade.

As chuvas que ainda estão ocorrendo pelo interior do RN fizeram com que alguns reservatórios que já verteram voltassem a sangrar. Atualmente estão com 100% dos seus volumes os seguintes mananciais: Passagem, em Rodolfo Fernandes; Apanha Peixe, em Caraúbas; Morcego, em Campo Grande; Santo Antônio de Caraúbas; Mendubim, em Assu e Beldroega, em Paraú. No relatório da semana passada apenas os mananciais, Apanha Peixe, em Caraúbas; Mendubim, em Assu; e Beldroega, localizado em Paraú, estavam sangrando.

Outros mananciais que já sangraram e estão com volumes próximos da sua capacidade total são: Santana, em Rafael Fernandes, com 98,67%; Riacho da Cruz II, em Riacho da Cruz, com 98,41%; Encanto, em Encanto, com 97,35%; Pataxó, em Ipanguaçu com 99,08% e Dourado, em Currais Novos, com 97,55%.

O açude de Marcelino Vieira, com capacidade para 11.200.125 m³, recebeu bom aporte hídrico e acumula 9.019.031 m³, percentualmente, 80,53% da sua capacidade. No dia 8 de junho o reservatório estava com 7.926.656 m³, que correspondiam a 70,77% do seu volume total.

Outro manancial que recebeu boa quantidade de água foi o açude de Pilões. Com capacidade para 5.901.875 m³, o reservatório acumula 3.482.825 m³, que correspondem a 59,01% da sua capacidade. No último relatório o açude estava com 3.124.250 m³, percentualmente, 52,94% do seu volume máximo.

O açude Jesus, Maria, José, localizado em Tenente Ananias, também teve aumento de volume. Acumula atualmente 3.526.959 m³, percentualmente, 36,59% da sua capacidade que é de 9.639.152 m³. Na semana passada o manancial estava com 2.546.190 m³, correspondentes a 26,42% do seu volume total.

O açude de Poço Branco, com capacidade para 136.000.000 m³, acumula 30.064.777 m³, percentualmente, 22,11% do seu volume total. Na última semana o manancial estava com 29.440.524 m³, que correspondiam a 21,65% da sua capacidade.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, acumula 15.318.190 m³, que correspondem a 34,48% da sua capacidade, que é de 44.421.480. Na última semana o manancial estava com 15.355.157 m³, percentualmente, 34,57% do seu volume total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 1,51% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, que chegou a receber pequena recarga e acumula 3,02% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz; e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Situação das lagoas

A Lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital, está atualmente com 100% da sua capacidade que é de 11.019.525 m³.

A Lagoa do Bonfim, localizada em Nísia Floresta, recebeu aporte hídrico das últimas chuvas está com 44.710.314 m³, correspondentes a 53,06% da sua capacidade total de acumulação que é de 84.268.200 m³. Na última semana a lagoa acumulava 44.166.465 m³, correspondentes a 52,41% da sua capacidade total.

A Lagoa do Boqueirão, localizada em Touros, também está com o seu volume máximo que é de 11.074.800 m³.

Com pandemia, desemprego cresce e atinge 12,8 milhões, mostra IBGE

Foto: Evandro Leal/Agência Free Lancer/Estadão Conteúdo

O desemprego aumentou no Brasil e atingiu 12,8 milhões no trimestre encerrado em abril deste ano, de acordo com a PNAD Contínua, divulgada nesta quinta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Portanto, o dado já inclui o impacto da pandemia do novo coronavírus no mercado de trabalho.

De acordo com a pesquisa, houve um aumento de 898 mil pessoas à procura de emprego em relação ao trimestre imediatamente anterior, quando 11,9 milhões de brasileiros estavam sem trabalho.

Outro dado que chamou a atenção, conforme os dados do IBGE, foi a quantidade de brasileiros com carteira assinada, que recuou ao menor nível da série histórica. Agora, 32,2 milhões de pessoas possuem emprego formal no Brasil.

O mercado de trabalho já sente os impactos da pandemia de coronavírus, que levou ao isolamento social como tentantiva de conter a disseminação do vírus. Segundo o IBGE, a população ocupada teve queda recorde de 5,2%, em relação ao trimestre encerrado em janeiro, representando uma perda de 4,9 milhões de postos de trabalho, que foram reduzidos a 89,2 milhões.

A maior parte dos 4,9 milhões que saíram da população ocupada veio do comércio. Do total, 1,2 milhão vieram do comércio, 885 mil saíram da construção e 727 mil, dos serviços domésticos.

De acordo com Adriana Beringuy, analista da pesquisa, os dados podem estar relacionados às medidas de isolamento social. “Várias famílias podem ter dispensados os seus trabalhadores domésticos em função dessa questão do isolamento. É uma queda bastante acentuada”, explica.

Por outro lado, o rendimento médio real recebido pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.425 no trimestre encerrado em abril, sendo o maior da série histórica.

“Esse aumento pode estar associado ao fato de que os trabalhadores informais, que ganham menos, foram o grupo que mais saiu da ocupação. Os que ficaram foram trabalhadores que relativamente têm salários maiores. Agora temos uma situação de menos trabalhadores informais e o rendimento médio acaba sendo calculado em cima de quem permaneceu no mercado de trabalho”, diz Adriana.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Inocente disse:

    Definitivamente nao entendo!
    Em 29/11/2019 o IBGE divulgou no portal G1 uma estimativa de desempregados de 12,4 milhões. Agora o mesmo IBGE atribui a pandemia Corona vírus o número de desempregados 12,8 milhões. Mudou um quase nada com a pandemia. Isso significa que a economia já vem fraca das pernas a muito, mas só agora conseguiram um bode expiatório de peso

  2. Delano disse:

    Enquanto o consórcio nordeste, dos petralhas, entregam dinheiro do povo pra bandidos, ao invés de está sendo usado pra salvar vidas. Eles ainda tem cara de pau de dizer que vai reaver o dinheiro, nos fazendo de idiotas, pra acreditar nessa história, como? se até o dinheiro que moro recuperou da lava jato, eles ocultam.

EFEITO CORONAVÍRUS: Governo reduz a zero a projeção de crescimento do PIB em 2020

Técnicos da equipe econômica anunciam medidas para reduzir impactos do coronavírus Foto: Gustavo Raniere / Ministério da Economia

O governo reduziu para zero (0,02%) a projeção de crescimento da economia brasileira neste ano, por conta dos efeitos da pandemia de coronavírus na atividade econômica.

A revisão, divulgada nesta sexta-feira pelo Ministério da Economia, ocorre pouco mais de uma semana depois da pasta ter anunciado uma piora na projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, de 2,4 para 2,1%. Naquele momento, os números do governo já estavam defasados em relação ao dados do mercado.

Bancos e consultorias já preveem um resultado muito fraco da economia brasileira este ano, com chance, inclusive, de uma nova recessão por causa da pandemia de coronavírus.

Apesar de ainda não prever resultado negativo no ano, o governo já trabalha com a possibilidade de o país registrar uma recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de retração do PIB.

— Esse cenário, infelizmente, já está sendo previsto (recessão ). Existe uma boa chance de termos um PIB não muito favorável no primeiro trimestre, e uma redução significativa no PIB do segundo trimestre. Mas, tomando as medidas, acreditamos que no segundo semestre vamos ser capazes de gerar uma retomada econômica para fecharmos o ano de uma maneira melhor — disse o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, responsável pelas projeções.

Sachsida destacou que o choque foi inesperado e sem precedentes. Para ele, é possível garantir o início de uma retomada a partir do segundo semestre, desde que seja mantido o compromisso com o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas:

— No mês de março ocorreram seis “circuit breakers” (parada de negociação) na Bolsa de Valores. Isso é algo absolutamente inéditos. Os efeitos da crise originados pela Covid-19 se espalharam de maneira muito rápida ao redor do mundo.

A FGV prevê que o ano termine com uma retração de 4,4% do PIB. Se confirmada, seria a maior retração registrada no país desde 1962, quando iniciou a série disponível no site do Banco Central.

O cenário simulado pela FGV considera que a economia brasileira sofrerá com efeitos de mesma magnitude que os registrados durante a crise financeira de 2008, dada a redução da atividade global, especialmente nas economias chinesa, europeia e americana. Também são considerados impactos domésticos similares aos registrados no pós-greve dos caminhoneiros, em maio de 2018.

Em 2019, a economia cresceu 1,1%. Em 2018, 1,3%.

Petróleo em queda

Para diminuir o impacto da pandemia de coronavírus na economia, o governo tem anunciado uma série de ações nos últimos dias. Ao todo, com as medidas anunciadas até agora, o impacto total é de R$ 180 bilhões, informou o governo.

O governo atualizou ainda outros parâmetros importantes para a economia.

A expectativa é que o barril seja negociado a uma média de US$ 41,87 ao longo do ano. Antes, a expectativa era de US$ 52,70. Hoje, o produto está na casa dos US$ 30, abaixo das previsões do governo. Essa redução fará o governo arrecadar R$ 9,4 bilhões a menos, neste ano, com petróleo.

O Ministério da Economia também subiu a previsão da cotação do dólar neste ano. Pela contas da pasta, a moeda americana terá uma cotação média de R$ 4,35. Antes, a estimativa era de um câmbio a R$ 4,20.

O governo reduziu ainda a projeção de inflação medida pelo IPCA em 2020. A estimativa é que a inflação fique em 3,05%. Antes, eram 3,12%.

Eletrobras fora

A equipe econômica reduziu em R$ 32,7 bilhões a previsão de arrecadação neste ano. A revisão foi feita principalmente porque o governo deixou de contar com a privatização da Eletrobras, que poderia render aos cofres públicos R$ 16,3 bilhões, como antecipou O GLOBO.

O governo também aumentou em R$ 6,3 bilhões a estimativa de despesas para o ano. Só em recursos extras para o Ministério da Saúde combater o coronavírus o impacto é de R$ 5,1 bilhões.

Com as novas estimativas, a equipe técnica calculou que seria necessário um contingenciamento de R$ 37,5 bilhões para adequar o Orçamento à meta fiscal de R$ 124,1 bilhões.

Esse bloqueio, no entanto, não será necessário porque o Congresso aprovou mais cedo o reconhecimento do estado de calamidade, que libera o país de cumprir essa regra fiscal.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Anota aí… -4,5

  2. David disse:

    Ainda melhor que 2015 que foi -3,6 e -3,8 em 2016 sem crise internacional.

  3. joao disse:

    Já iria ser zero…agora vai ser negativo…muito burro/incompetente esse governo..

  4. Observando disse:

    Semana passada diziam que seria uma queda de 2,5 para 2,1. Assim dizia Paulo Guedes. Agora dizem que vai ser zero. Entao acreditem. Vai ser PIB negativo. E ai vao dizer que para sair da crise é necessario mais reformas. Como a tributaria. Adivinha o que essa reforma tributaria vai fazer? Aumentar tributos sobre pobres para suprirem o prejuizo dos ricos.

Setor de turismo tem aumento de 2,2% no faturamento em 2019 puxado pelo Sudeste

Foto: Getty Images

O setor de turismo no Brasil aumentou seu faturamento e gerou mais empregos em 2019. O ICV-Tur – índice da pesquisa elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em parceria com a Cielo – registrou o melhor desempenho do setor desde 2017.

Houve um aumento de 2,2% no faturamento real ante o ano anterior, totalizando R$ 238,6 bilhões (acréscimo de R$ 5,1 bilhões). Foram criados 35.692 novos postos de trabalho, com alta de 1,2%, em relação ao total de empregados do setor em 2018.

De acordo com a CNC, o faturamento do turismo ao longo da primeira metade de 2019 apresentou oscilações, influenciado pela incerteza do rumo da economia e pelas dificuldades de aprovação da reforma da Previdência.

A partir de agosto, no entanto, quando houve medidas de incentivo ao consumo com a liberação dos recursos do FGTS, a queda dos juros em compasso com estabilidade inflacionária e o aquecimento do mercado de trabalho impulsionaram as vendas.

Dos R$ 238 bilhões faturados, o segmento Restaurantes e Similares responde por 53,3%. Depois, vem o setor de transportes, com 26%, e de hospedagens com 11%.

Em 2019, todos os segmentos de serviços turísticos indicaram aumento de vendas em relação a 2018.

Regiões

O Sudeste se destacou no faturamento do país, reunindo um faturamento de R$ 147 bilhões. A região respondeu por 61,6% do faturamento do setor turístico no ano passado, seguida pelo Sul (15,9%) e pelo Nordeste (12,6%). O Estado de São Paulo liderou, respondendo por 40,5% do faturamento no país.

EXAME

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael Pinheiro disse:

    Enquanto aqui no RN o turismo sofre com a incompetência do nosso (des)Governo…

    Fora Fátima! Salvem o RN!

PIB fecha 2019 com crescimento de 1,1% em relação a 2018; na comparação com o mesmo trimestre, houve elevação de 1,7%

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O produto interno bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou o ano passado com crescimento de 1,1% frente a 2018. O resultado foi alcançado após a variação do quarto trimestre de 2019, que teve alta de 0,5% na comparação com o período anterior.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 houve elevação de 1,7%, o décimo segundo resultado positivo consecutivo após 11 trimestres de queda.

Os números foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 7,3 trilhões no ano. Do total, R$ 6,2 trilhões se referem ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 1,0 bilhão aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Segundo o órgão, a agropecuária cresceu 1,3%, a indústria 0,5% e serviços 1,3%.

O PIB per capta variou 0,3% em termos reais e atingiu R$ 34.533 em 2019.

Agência Brasil

Bolsonaro amplia vantagem em cenários de 1ª turno para reeleição, informa pesquisa Veja/FSB

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ampliou a vantagem sobre seus eventuais rivais nas próximas eleições, no primeiro turno, caso tente a reeleição. É isso que revela a nova pesquisa eleitoral Veja/FSB publicada nesta quinta-feira (13/02/2020).

Segundo os dados levantados, o atual chefe do Executivo, que já liderava em todos os cenários, oscilou para cima, no limite da margem de erro de 2 pontos porcentuais – de 33% para 37%. Os demais possíveis candidatos ficaram estagnados.

No cenário mais provável, no qual concorrem o petista Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Luciano Huck (sem partido), o principal adversário é o ex-prefeito de São Paulo Haddad, que oscilou negativamente de 15% para 13%. Dessa forma, o petista ficou empatado tecnicamente com o apresentador Luciano Huck, com 12%, e o ex-governador Ciro Gomes (PDT), com 11%. Eles mantiveram seus porcentuais da pesquisa anterior.

Também estagnados, mas bem abaixo dos demais, estão o empresário João Amoêdo (Novo), com 4%, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 3%.

Bolsonaro x Lula

No cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT, a vantagem de Bolsonaro cai consideravelmente – ele ficaria com 31% das intenções de voto, contra 28% do petista. Isso configura empate técnico e reafirma as conclusões de pesquisas anteriores do instituto: Lula é o adversário que mais ameaça a reeleição de Bolsonaro.

Lula, no entanto, está inelegível com base na Lei da Ficha Limpa. O petista foi condenado em segunda instância, o que impede que ele seja candidato em qualquer eleição. Caso nada mude até 2022, Lula está impossibilitado de concorrer.

A situação é a mesma da pesquisa de dezembro, quando eles ostentavam, respectivamente, taxas de 32% e 29%. Em um segundo turno, Bolsonaro teria hoje 45% das preferências contra 40% do ex-presidente Lula.

Em um segundo turno sem Lula, Bolsonaro venceria com folga Haddad (51% a 33%) e Doria (50% a 25%), mas teria uma disputa mais apertada com Huck (45% a 37%) e ficaria numericamente atrás de Moro (39% para o ministro da Justiça e 37% para o presidente).

O ex-juiz da Lava Jato é o ministro mais bem avaliado do governo, com 29% de aceitação – o segundo colocado, Paulo Guedes (Economia), vem bem atrás, com 6%. A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 10 de fevereiro de 2020. Dessa forma, ainda não foram sentidos os impactos da fala de Guedes sobre o dólar e as empregadas domésticas.

Moro lidera

Sem Bolsonaro e Lula na disputa, Moro lidera as pesquisas de intenção de voto, com 31%. Ele é seguido pelo apresentador Luciano Huck (16%) e pelo ex-candidato Fernando Haddad (14%). Ciro Gomes vem depois, com 12% das intenções de voto.

A pesquisa, realizada pelo instituto FSB Pesquisa, entrevistou 2 mil eleitores por telefone. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95% – ou seja, se a pesquisa fosse realizada 100 vezes, em 95 delas os resultados seriam esses.

Confira como ficaram os cenários:

Cenário 1

Jair Bolsonaro – 37%
Fernando Haddad – 13%
Luciano Huck – 12%
Ciro Gomes – 11%
João Amoêdo – 5%
João Dória – 3%

Cenário 2

Jair Bolsonaro – 31%
Lula – 28%
Luciano Huck – 11%
Ciro Gomes – 8%
João Amoêdo – 5%
João Dória – 4%

Cenário 3

Sergio Moro – 31%
Luciano Huck – 16%
Fernando Haddad – 14%
Ciro Gomes – 12%
João Amoêdo – 5%
João Dória – 4%

ÍNTEGRA DA PESQUISA AQUI.

Metrópoles, com Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    E essa extrema imprensa segue forçando a barra para tentar beneficiar a esquerda é prejudicar a todo custo o presidente. Como incluem na pesquisa um condenado com direitos políticos cassados, um bandido que NÃO PODE ser candidato? É demais até para um esquerdopata. E esse índice hipoteticamente atingido por esse criminoso é flagrantemente mentiroso. O nosso povo, felizmente, já adquiriu nojo desse sujeito é do seu partido. Vê se tem algum candidato que queira ter imagem sua associada à essa corja? O PT parece que criou lepra, ninguém quer essa corja em palanque.

    • Franco disse:

      Extrema imprensa??????
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Diz outra Ceará Perdido no espaço aéreo da Terra Plana.
      Silvio Santos e Edir Macedo não são donos de grandes impérios de empresas de comunicação de massas, denominada de imprensa?
      Bozonaro não é abençoados por eles e não os abençoa com"Dízimos e Ofertas" (Gordas Verbas Publicitárias) generosas em troca de submissão e propaganda?
      Fora os Antagonistas da vida, entre outros inúmeros Blogs pagos, até com dinheiro oficial em alguns caos, para produzir, reproduzir e divulgar material de propaganda misturado com Fakes atacando pessoas que estejam no caminho do Proto milicianos e seus laranlas amestrados.
      E Viva a Hipocrisia e a Mentira. Mmmmuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

  2. Cesar Bomone disse:

    Com o Brasil entrando nos trilhos do desenvolvimento com o governo Bolsonaro, não há quem o derrote na próxima eleição. O Brasil cansou de governo de esquerda que quebra o país e joga milhões ao desemprego.

  3. Basílio Pereira disse:

    Pesquisa contratada por veículo do grupo globo, pela veja, não vai apresentar os números reais e a pesquisa deve ter sido feita dentro dos redutos da esquerda.
    Os números não são reais e os candidatos da direita devem ter um percentual bem menor que o real, sem confiabilidade a pesquisa.
    Discutir isso com 01 ano de governo é tão produtivo quanto foram todas as pesquisas eleitorais de 2016 a 2018 que erraram da primeira a última. Por sinal segundo as pesquisa do datafolha e do ibope o presidente do Brasil é o poste Haddad.

  4. Mozart Ferrao disse:

    Que continue assim, nas pesquisas de 2018 ele vão ganharia pra ninguém.

  5. Mozart Ferrao disse:

    Bolsonaro vai colocar Moro no STF para sair da frente dele na corrida presidencial, o morto vivo vai voltar pra morrer na cadeia, o poste vai ficar passando mais vergonha nas redes sociais, o povo está na tendendo que o país só muda com pessoas sérias.

  6. Carlos Bastos disse:

    Porque essa pesquisa não fez um quarto cenário com Bolsonaro e Moro, ficou muito estranho essa pesquisa.

  7. Sérgio disse:

    Lula não pode ser candidato. E Bolsonaro só se reelege com outra facada. Ou perder a voz…

  8. Everton disse:

    Aposto com quem quiser como Bolsonaro não se reelege. Bora?

  9. Thor Silva disse:

    Podem ter certeza que Bolsonaro está bem melhor que essa pesquisa. A grande mídia não engana mais ninguém.

  10. Empresário Sofredor disse:

    Estão fazendo uma pesquisa com Lula que não pode ser candidato… PQP

  11. Daniel disse:

    Ô povo besta , Lula vai voltar em breve pra cadeia,parem de colocar o nome dele nessas pesquisas, vai ter muito PTISTA iludido.

FMI melhora previsão de crescimento do Brasil em 2020 e vê recuperação da economia global em ritmo mais lento

Foto: Reprodução/G1

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2020. No relatório “World Economic Outlook”, divulgado nessa segunda-feira (19), o órgão estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve avançar 2,2% neste ano, uma alta de 0,2 ponto percentual em relação ao cenário traçado em outubro.

Para 2021, a projeção é de alta de 2,3%, uma redução de 0,1 ponto percentual em relação ao relatório anterior.

O Fundo também elevou a estimativa do crescimento do PIB do Brasil em 2019, de uma alta de 0,9% para um avanço de 1,2% – acima da previsão do governo federal, que projeta uma alta de 1,12%. O resultado oficial do PIB do ano passado será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao melhorar as projeções para o Brasil, o FMI citou no relatório um “sentimento de melhora” após a aprovação da reforma da Previdência e a recuperação da produção do setor de mineração, que no ano passado teve forte retração após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG).

FMI reduz estimativas de crescimento global

No relatório, o FMI revisou também para baixo as estimativas para o desempenho da economia global, apontando para um ritmo de recuperação em 2020 mais lento do que o estimado no último relatório.

Segundo o Fundo, o PIB mundial deve crescer 3,3% neste ano, após avanço de 3,6% em 2018 e desaceleração para 2,9% em 2019. Em relação ao relatório de outubro, a projeção para 2020 representa uma queda de 0,1 ponto percentual. Já a estimativa para a alta em 2021 foi reduzida em 0,2 pontos percentuais, para 3,4%.

“A revisão reflete principalmente surpresas negativas à atividade econômica em alguns mercados emergentes economias, principalmente a Índia, o que levou a uma reavaliação das perspectivas de crescimento nos próximos dois anos. Em alguns casos, essa reavaliação também reflete o impacto do aumento da agitação social”, destaca o FMI.

No relatório, que trouxe o título “Estabilização provisória, recuperação lenta?”, o Fundo afirma que, apesar de notícias mais favoráveis para a economia global nos últimos meses, como o acordo comercial inicial entre Estados Unidos e China e a diminuição das preocupações de um Brexit sem acordo, ainda são poucos os sinais de viradas nos dados macroeconômicos.

“Os riscos negativos, no entanto, permanecem proeminentes, incluindo o aumento das tensões geopolíticas, principalmente entre os Estados Unidos e o Irã”, avalia o órgão.

Para os mercados emergentes e em desenvolvimento, o FMI prevê expansão de 4,4% em 2020 e 4,6% em 2021, ante os 3,7% estimados para 2019. Entre os países emergentes com previsão de crescimento abaixo da médio global em 2020, além do Brasil, estão México (1%), Rússia (1,9%) e África do Sul (0,8%).

EUA e China

Para o PIB dos Estados Unidos, a projeção é de crescimento de 2% neste ano e de 1,7% em 2021, após um avanço estimado em 2,3% em 2019. No relatório anterior, a previsão era de alta de 2,1% em 2020.

Para a China, a projeção é de avanço de 6% em 2020 (aumento de 0,2 pontos percentuais em relação a outubro) e de 5,8% em 2021 (redução de 0,1 ponto percentual).

América Latina

Para a região da América Latina e Caribe, as projeções de crescimento foram reduzidas para taxas de 1,6% em 2020 e de 2,3% em 2021, após uma estimativa de alta de apenas 0,1% em 2019.

Segundo o FMI, as revisões para baixo se devem principalmente a uma piora das perspectivas para o México e também à redução das previsões para o crescimento do Chile, que tem sido “afetado por distúrbios sociais”.

“Estas revisões são parcialmente compensadas por um aumento previsão para o Brasil em 2020, que se deve ao sentimento de melhora após a aprovação da reforma previdenciária e o declínio das interrupções no fornecimento no setor de mineração”, destacou.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    É só num roubar pô!!! Talkey!!!

  2. Bento disse:

    Com gente honesta e capacitada cuidando do Brasil o resultado só poderia ser esse.
    O Brasil hoje tem uma família cuidando dele com seriedade.
    Tiramos um lixo do poder que nem pra reciclar presta.
    O passado foi ruim, nebuloso
    Hoje só alegria vemos rostos alegres tamanha é a confiança no Brasil

    • Felipe disse:

      Com tamanha cara de pau! O triste disso tudo é ver pessoas como você se identificar com o tirano o ¨Bolzossauro¨.

    • Neco disse:

      Pq tirano? Cite aí as medidas autoritárias dele. É só histeria dos derrotados.

Decolar aponta crescimento da procura por Natal no período carnavalesco

FOTO: EMPROTUR

O levantamento realizado pela Decolar – maior empresa de viagens online do Brasil e América Latina – aponta Natal, capital do Rio Grande do Norte, como a 6ª cidade mais procurada para o Carnaval 2020. A pesquisa mostra que a cidade subiu quatro posições em relação a 2019, quando foi a 10º capital mais buscada do Brasil para o período carnavalesco.

De acordo com a pesquisa, entre as capitais do Nordeste, Natal está atrás apenas de Salvador e Fortaleza, tendo superado Maceió e Recife em consultas.

“O crescimento de Natal no ranking das capitais mais procuradas para o Carnaval é um claro reflexo de que as ações da Secretaria de Turismo, como o incrementando a malha aérea, e as atividades da EMPROTUR promovendo o destino em todo o país estão surtindo efeito”, relatou a secretária Aninha Costa, à frente da SETUR. “Esperamos que Natal seja apenas a porta de entrada desses turistas para explorarem mais roteiros em nosso estado.

“O lançamento do site promocional Tudo Começa Aqui, o investimento em marketing turístico digital e as campanhas realizadas pela Empresa de Promoção são alguns dos fatores importantes para o crescimento da busca pelo RN”, afirmou o presidente da EMPROTUR, Bruno Reis.

Sobre o levantamento

O indicador de Carnaval foi realizado com base nas emissões de produtos de turismo considerando a antecedência de 80 dias antes do evento, para check-in de sexta ou sábado de Carnaval. O estudo levou em consideração os destinos mais procurados para o Carnaval no comparativo 2020 e 2019.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Mais uma noticia boa
    Como é bom ter um Presidente competente e trabalhador.
    Num passado recente teve uma turma aí que se reuniam para tomar cachaca e assaltar os cofres públicos.
    E depois ainda tinham a cara de pau ao negarem tudo que são as almas mais honestas do planeta
    Tu acreditas. Kkkklllllllllkkkkkkkkkk

Banco Central eleva estimativa para crescimento do PIB em 2019 e 2020 de 1,8% para 2,2%

Foto: Agência Brasil/EBC

O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o crescimento da economia neste ano e em 2020. A informação foi divulgada nesta quinta-feira19) no Relatório de Inflação, feito trimestralmente.

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 2019 passou de 0,9%, previsto em setembro, para 1,2%. Para 2020, a projeção para o crescimento do PIB foi revisada de 1,8% para 2,2%.

2019

Segundo o BC, o ajuste na projeção “repercute os resultados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o terceiro trimestre do ano, a revisão da série histórica do PIB e o conjunto de informações setoriais disponíveis para o trimestre em curso”.

Para o crescimento do quarto trimestre deste ano, o BC destacou o impulso decorrente das liberações extraordinárias de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS)/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

No âmbito da oferta, a previsão para a variação anual da agropecuária passou de 1,8% para 2%, “refletindo revisão das contas trimestrais e aumento da previsão de abates, em cenário de forte elevação dos preços de carnes”.

Segundo o BC, a projeção para o desempenho da atividade industrial passou de 0,1% para 0,7%, em decorrência dos aumentos nas estimativas para indústria extrativa (de -1,6% para -0,4%), indústria de transformação (de -0,2% para 0,2%) e, principalmente, construção civil (de 0,1% para 2,1%), setor que apresentou crescimento significativo ao longo dos últimos dois trimestres, revertendo tendência observada ao longo dos últimos anos.

A projeção de expansão da atividade do setor de serviços em 2019 foi ligeiramente revisada (de 1% para 1,1%), com destaque para elevações nas projeções para comércio (de 1,2% para 2%) e serviços de informação (de 2,5% para 3,5%). Em sentido oposto, as estimativas para outros serviços e administração, saúde e educação públicas foram reduzidas para 1,2% e -0,2%, na ordem, ante projeções anteriores de 1,6% e 0,1%.

A estimativa de crescimento para o consumo das famílias foi revista de 1,6% para 2%, enquanto para os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo – FBCF), de 2,6% para 3,3%. A estimativa para o consumo do governo foi revisada de -0,3% para -0,6%.

Para a exportação e importação de bens e serviços, as estimativas ficaram em -3% e 1,7%, em 2019, respectivamente, ante projeções anteriores de -0,5% e 1,9%.

2020

Para o BC, o maior impulso da economia em 2020 está condicionado ao cenário de continuidade das reformas e ajustes na economia brasileira.

Para 2020, as previsões para agropecuária, indústria e serviços foram revistas, respectivamente, para 2,9%, 2,9% e 1,7%, ante 2,6%, 2,2% e 1,4% no Relatório de Inflação anterior, divulgado em setembro. “A elevação na previsão da atividade no setor primário repercute os primeiros prognósticos para a safra de 20203 e as boas perspectivas para a pecuária. Na indústria e em serviços, a elevação nas previsões foi bastante disseminada entre atividades, repercutindo melhores perspectivas para os diversos setores da economia”, diz o BC.

O BC estima expansão de 2,3% para o consumo das famílias e de 4,1% para a FBCF, ante 2,2% e 2,9%, respectivamente, na previsão anterior. “Parte da alta na previsão para a FBCF está associada a prognóstico mais favorável para a construção civil”, destaca.

A projeção para o consumo do governo foi alterada de 0,5% para 0,3%. A estimativa para o crescimento das exportações foi revista de 1,7% para 2,5%, enquanto a projeção para as importações passou de 1,6% para 3,8%. “O aumento na previsão para as exportações está associado, entre outros fatores, a elevações nas estimativas de crescimento da produção agropecuária e extrativa mineral, setores voltados ao mercado externo. O aumento na projeção para as importações reflete as perspectivas favoráveis para a indústria de transformação e para a FBCF, com consequente aumento da demanda por insumos, máquinas e equipamentos, bem como o aumento na projeção para o consumo das famílias”, conclui o BC.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. natalsofrida disse:

    Esse petralha acha que tapar o roubo do seu adestrador é fácil.

  2. Roberto disse:

    1,2% é um crescimento menor q nos 2 anos de governo Temer! Fracasso grande do governo Bolsonaro!

    • Rico disse:

      O mais importante tolinho desinformado, não é o valor previsto, é o crescimento, isso implica que deixamos a estagnação, agora é so crescimento, e é o constatado pelo mercado, inclusive o risco Brasil baixou, logo se tornou pais confiável.

    • Empresário Sofredor disse:

      Dilma:2014 -> 0,5%, 2015 -> – 3,5%, 2016 -> -3,5%
      Temer: 2017 -> 1% – > 1%.

      O Governo Bolsonaro está no caminho certo!

Crescimento de 0,6% do PIB coloca Brasil na 10ª posição entre 36 países

Foto: MARCELO THEOBALD / Agência O Globo

Com o avanço de 0,6% no terceiro trimestre do ano, o PIB brasileiro registrou o 10º melhor desempenho entre 36 países, segundo ranking elaborado pelo GLOBO com base em dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Bloomberg.

Nesse tipo de comparação, com relação ao 2º trimestre deste ano, o avanço de 0,6% registrado pelo Brasil é igual ao da Romênia e pouco maior que o da Colômbia (0,57%). A lista é liderada pelas Filipinas (alta de 1,6% no período), China (1,5%) e Polônia (1,3%). Na outra ponta aparecem México (estabilidade da economia nesse tipo de comparação), Noruega (crescimento de apenas 0,02%) e Japão (0,06%).

Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o Brasil ficou na 43ª posição em um ranking de 54 países, de acordo com dados da agência de classificação de risco Austin Rating. Nesse tipo de comparação, o Brasil cresceu 1,2%, diante de uma média de 2,5% nas 54 economias analisadas e de 3,4% entre os países do chamado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China)

Essa lista é encabeçada por Armênia (7,9% de avanço), China (6%) e Chile (3,3%). Na outra ponta ficaram Hong Kong (recuo de 2,9%), que passa por crise política e uma onda de protestos, e México (queda de 0,3%).

Pela projeção dos economistas, o Brasil deve fechar o ano crescendo cerca de 1% – embora alguns bancos e corretoras já tenham melhorado suas estimativas após o PIB do 3º trimestre ter vindo acima do esperado. A projeção fica na 43ª posição de uma lista de estimativas para 54 países, segundo a Austin. Para 2020, a projeção de crescimento do PIB brasileiro fica no 30º lugar.

— O Brasil entrou em uma severa recessão mais por influência de assuntos domésticos do que internacionais. Agora, o país precisa fazer grandes esforços, como a aprovação de outras reformas da agenda econômica, como a tributária e o pacto federativo, para recuperar o investimento e a capacidade de o Estado sanear suas contas. Embora com dificuldade, o Brasil caminha nessa direção — analisou Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do FGV/Ibre.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Verdade disse:

    Essa galera parece que é míope. Basta ler o texto do blog que qualquer analfa vai perceber que o Pib Chines puxa o mundo todo.
    A locomotiva do mundo é um país "COMUNISTA".
    E agora zé? Aonde que liberalismo puxa a economia do mundo?

  2. H.M disse:

    Opa boa tarde BG, vai falar sobre a alta da gasolina quando? já estamos pagando 4,99 ..
    lembro que na época de Dilma, a gasola estava 3,79 / 3,89 e Uma parte de Natal estava usando adesivos de Dilma com a perna aberta.. E agora? vai ter adesivo Natal?

    #lulalivreeee

  3. natalsofrida disse:

    Vamos ser franco, prosperidade?
    Petralhada sem noção!

  4. Franco disse:

    PIB na era Dilma, atacada pela imprensa corporativa, era muito maior do que sob Bolsonaro
    A título de comparação, em 2011, também primeiro ano de governo de Dilma Rousseff (PT), a imprensa lhe infernizava pelo “pibinho” de 2,7% naqueles tempos de prosperidade.

    • Cidadão disse:

      😂😂 tempo d enganação.
      Tempo d pedalada. 🐴🐴
      Tempo d falcatruas.

    • Neco disse:

      E em dois anos de MENOS 3,5%.
      2014, em pleno ano de Copa crescendo quase zero.