Uma queda “despretensiosa” de um ciclista na manhã deste sábado perto do relógio do sol em Areia Preta por pouco não acabou em tragédia.
Era por volta das 09:30 quando Ivan Dantas, vinha de um pedal longo pela via costeira com uma turma quando foi desviar de um buraco, desequilibrou e caiu.
O socorro foi rápido e o ciclista foi socorrido para o Hospital Walfredo Gurgel.
A queda de Ivanzinho provocou a fratura de 5 costelas e quebrou uma escápula, ele ainda teve que fazer um pneumotórax para drenar os pulmões.
No final da tarde de ontem, ele foi transferido do Walfredo Gurgel para o Hospital São Lucas, onde passa bem e vai aguardar recuperação.
Daqui fica nosso desejo de plena recuperação, que susto.
Tragédia será quando um pai de família atropelar um desses idiotas, esses babacas se acham os donos das ruas e avenidas, exigem respeito e não respeitam o mínimo as normas de civilidade q se exigem no trânsito. Vão andar em trilhas, sabem q não tem estrutura na cidade e mesmo assim se arriscam e põe a própria vida em risco.
Precisamos cobrar dos gestores ciclovias , como foi feito em João Pessoa! João Pessoa tem mais de 55km de ciclovias e ainda fazendo mais. Com essa pandemia comprar bike foi a solução para muitos trabalhadores. Muita gente deixando carro em casa e indo trabalhar de bike , por conta da segurança da ciclovias e rapidez para chegar ao trabalho. Gosto muito de pelar lá.
Vamos cobrar , fazer campanhas como fizeram lá.
Acredito que o título da matéria deveria ser: Queda de ciclista em Areia preta acaba tragédia, ou fraturar cinco costelas, uma escápula e ser acometido por um pneumotórax, necessitando de drenagem de tórax não se configura tragédia? No mínimo trinta a quarenta dias de repouso absoluto. Sem poder trabalhar ou mesmo atender às atividades básicas da vida diária. A meu ver, uma lamentável tragédia
Pedalo todos os dias entre a Praia do forte até metade da via costeira, o trecho da praia do meio tem uma ciclovia que é invadida por ambulantes e pedestres, que não respeitam os ciclistas pondo em risco a todos.
Comentário muito oportuno. Pedalo quase diariamente, e, realmente, há necessidade de uma campanha neste sentido!! Bom para todos.
Aqui em Extremoz RN, os ciclistas já estão acostumados. Só tem buracos nas vias, aonde tem um pouco de pista, também está esburacado. Enfim políticos que não agregam nada a comunidade sempre se elegem. Na RN que dá acesso a Praia de Pitangui,as dunas literalmente tomaram as pistas e os acidentes se sucedem. O Governo do Estado deve estar esperando morrer alguém para tomar uma providência. Vc não vê a prefeitura de Extremoz nem sinalizar para nas curvas os carros não baterem de frente,pois ninguém enxerga direito pois as dunas são altas e no meio da pista.
O Governo do Rio Grande do Norte assinou a ordem de serviço para retomar, na última segunda-feira (14), a reforma e modernização do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. O investimento totaliza R$ 2.053.359,30, com recursos garantidos no orçamento do Fundo de Saúde estadual por meio de convênio e verbas ordinárias.
A execução dos serviços ficou a cargo da HB Engenharia Ltda., selecionada por dispensa emergencial de licitação após impasses contratuais com gestões anteriores. O contrato tem vigência de 210 dias, enquanto o prazo estipulado para a conclusão da obra é de 150 dias corridos a partir da emissão da ordem de serviço.
Inaugurado em 2006, o CTQ é a única referência especializada no atendimento a pacientes com queimaduras em todo o estado, atendendo tanto a rede pública quanto a privada. A requalificação havia tido início em agosto de 2024, com previsão inicial de entrega em seis meses, mas sofreu paralisações devido a problemas com empresas anteriores.
O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária de plenário para decidir sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Caso Master. O procedimento ocorre após relatório da Polícia Federal apontar 52 mensagens enviadas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao magistrado (sem indicação das respostas).
Antes de entrar no mérito, a Corte deve analisar questões de ordem e votações preliminares referentes ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para anular o relatório da PF produzido a partir de uma solicitação do ministro André Mendonça. Caso as preliminares sejam negadas, o plenário prossegue para a pauta principal sobre a investigação de Moraes. A análise específica da conduta de Mendonça, contudo, está agendada separadamente para o dia 23 de setembro.
Dilema do quórum e impedimentos
Um dos principais impasses nos bastidores envolve a definição de quem poderá votar na sessão. O ministro Dias Toffoli já havia se declarado suspeito em investigações do Caso Master no início do ano e precisa se pronunciar novamente. A participação de Alexandre de Moraes e André Mendonça é discutida nos bastidos e, no caso específico de Moraes, ele chegou a ser aconselhado a colegas a não integrar a sessão. Como o STF hoje tem 10 ministros, seriam sete magistrados aptos a se pronunciar, se os três não puderem.
Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), apresentou propostas centrais para um eventual governo do candidato. Entre as principais medidas anunciadas estão a reversão de impostos criados ou aumentados durante a gestão de Fernando Haddad e a eliminação de mais de mil normas burocráticas.
Inspirada pela gestão do presidente argentino Javier Milei, a possível ministra do eventual governo de Flávio Bolsonaro indicou que a equipe econômica mapeou obrigações e normas consideradas excessivas para desatar nós burocráticos do país.
No campo fiscal, Marques enfatizou que o foco de uma futura administração será colocar as contas públicas no azul. Para ela, a responsabilidade com o orçamento é o único caminho para permitir que o Banco Central reduza os juros de forma sustentável. “Quem não cuida das contas não cuida das pessoas. Então a gente vai focar em botar as contas no azul, para que se permita que haja redução de juros no Brasil.”
A coordenadora também reforçou o respeito à autonomia técnica do Banco Central, atualmente liderado por Gabriel Galípolo, destacando que a independência da instituição é vital contra a inflação, descrita por ela como o imposto mais cruel para a população de baixa renda. Na mesma linha, criticou a gestão econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, classificando-a como irresponsável diante de desafios matemáticos das contas públicas.
Questionada a respeito de cortes de gastos, Marques assegurou que programas sociais serão preservados. A economista explicou que um eventual governo de Flávio vai concentrar esforços para o enxugamento da máquina pública, direcionando exclusivamente ao combate a privilégios e à revisão de incentivos e subsídios tributários.
A Caravana 22 tomou conta da Zona Oeste de Natal no final da tarde e início da noite desta segunda-feira. A mobilização percorreu os bairros de Cidade Nova e Felipe Camarão e foi recebida de braços abertos pela população, em uma demonstração de carinho, confiança e apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte.
Por onde passou, Álvaro recebeu manifestações de apoio dos moradores, em uma mobilização marcada pela proximidade com a população. O candidato esteve acompanhado do vice na chapa, Babá Pereira; da vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra; dos vereadores Preto Aquino, Daniel Santiago, Luciano Nascimento e Subtenente Eliabe; do candidato a deputado estadual Léo Souza; e do secretário municipal de Infraestrutura de Natal, Felipe Alves.
Durante a passagem pelos bairros, Álvaro defendeu a retomada do desenvolvimento do Estado e criticou a atual gestão. “Precisamos reencontrar os caminhos do desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Precisamos de um governador que coloque a ordem na casa. Já fizemos muito por Natal e agora vamos fazer pelo RN. Vamos endireitar o Estado”, afirmou.
O ex-prefeito de Natal e candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), defendeu nesta segunda-feira (14), em entrevista ao jornalista Renato Cunha Lima, a investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
“Eu entendo que é um fato muito grave, é um fato inédito, nunca aconteceu, nunca ocorreu isso no nosso país. E o ministro Alexandre Morais precisa ser investigado.Qualquer cidadão, qualquer autoridade que tenha as suspeitas que estão recaindo hoje sobre o ministro Alexandre Moraisprecisa e deve ser investigado.As coisas têm de vir público da forma mais transparente, clara e limpa possível”, disse Álvaro Dias.
A declaração levanta o questionamento sobre a disposição dos demais candidatos em também manifestarem publicamente suas posições acerca da abertura de investigação que será deliberada nesta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF).
O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (15) uma sessão crucial para analisar as decisões tomadas pelo ministro André Mendonça no âmbito da investigação que envolve o Banco Master. O caso ganhou repercussão devido a um contrato de R$ 130 milhões estabelecido entre a instituição financeira e o escritório de advocacia pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes e virou pauta do comentário de Eduardo Oinegue, na Band News.
“Vamos imaginar que o STF põem Alexandre de Moraes para correr. Vamos imaginar que seja esse o desfecho da sessão que começa nesta terça e que será histórica. A gente só não sabe como ela vai entrar para a história, como um episódio de orgulho ou um momento vergonhoso do supremo. Porque não dá pra achar normal que um escritório da mulher de um ministro da mais alta Corte feche um contrato de R$ 130 milhões com o dono do Banco Master que corrompeu todo mundo e diga que essa dinheirama era pra cuidar de Complaice”, comentou o apresentador.
Durante a plenária, a Corte avaliará múltiplos aspectos processuais, incluindo a legalidade das diligências ordenadas por Mendonça, o teor do relatório elaborado pela Polícia Federal e os desdobramentos da continuidade das investigações após a menção ao ministro Alexandre de Moraes. Além disso, o plenário poderá debater se há materialidade suficiente para fundamentar a investigação de um magistrado da mais alta Corte, bem como a eventual necessidade de seu afastamento das funções durante o andamento do processo.
A nova a pesquisa de intenção de votos da Quaest divulgada na manhã desta segunda-feira (14), gerou forte repercussão na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), trazendo críticas internas a uma “atuação analógica” da equipe governista. O que mais alarmou o entorno petista foi o crescimento de dez pontos percentuais de Flávio Bolsonaro (PL) na faixa de eleitores que ganham de dois a cinco salários mínimos. Além disso, o eleitorado feminino tem demonstrado maior abertura para o candidato do PL, enquanto o segundo turno aponta um empate técnico com vantagem numérica absoluta para a oposição.
A estratégia da campanha de Lula tem sido considerada ultrapassada por aliados e governistas. O modelo tradicional, mantido por preferência do próprio presidente, não tem gerado o impacto esperado, especialmente após a pesquisa capturar os reflexos das novas informações relacionadas ao Banco Master. O objetivo nos bastidores não é a busca por culpados, mas sim a realização de uma guinada estratégica na reta final que antecede a votação.
O cenário atual tem sido comparado por interlocutores ao pleito de 2018, quando Jair Bolsonaro saiu vitorioso com ampla vantagem no uso das plataformas digitais. Enquanto o governo aposta na divulgação de fatos e dados concretos, a oposição tem se destacado pelo domínio de narrativas.
Outro ponto de destaque apontado pelo levantamento da Quaest é que a principal preocupação do eleitorado passou a ser a violência. A corrupção subiu para o segundo lugar nas apreensões populares após os desdobramentos da crise institucional envolvendo o STF, embora a tentativa de associar o desgaste ao candidato do PL não tenha surtido o efeito esperado pela cúpula petista.
O jornalista William Waack comentou nesta segunda-feira (14), em seu programa na CNN Brasil, a crise de confiança enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em meio as investigações do Banco Master e citou uma velha frase da política para retratar o caso. “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”.
Ao citar essa frase, o comentarista apontou que o STF deixou de ser uma Corte constitucional para ser converter no ‘clube de muita gente poderosa’. Para o jornalista, o Brasil vive uma etapa de acelerada dissolução dos equilíbrios entre os poderes da República, processo que chega a um momento crítico.
Wacack disse que o julgamento em pauta não envolvia apenas o destino individual de um de seus integrantes, o ministro Alexandre de Moraes, mas colocava em xeque o próprio órgão de poder perante a opinião pública.
“Seja o que for que aconteça daqui a 12h na sessão desta terça-feira, o STF não mais será o que foi. É fortíssima a pressão externa por reforma judicial, como por exemplo, mandatos para o ministro. O que seja que vai acontecer, neste momento é imprevisível. Depende das próximas eleições, do comportamento de lideranças e do famoso clamor popular”, disse Waack.
O economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia, disse em entrevista ao Estadão, nesta segunda-feira (14), que não seria surpresa se o Flávio Bolsonaro vencesse as eleições já no 1° turno. Ele embasou seu argumento destacando a força do ‘antipetismo de chegada’.
De acordo com Moura, o antipetismo de chegada trata-se de um movimento em que o eleitor, inicialmente inclinado a apoiar candidatos de preferência pessoal em um primeiro momento, decide antecipar o voto útil para o primeiro turno. O objetivo é concentrar esforços naquele candidato da oposição que apresente melhores condições reais de derrotar o PT, fenômeno que pode beneficiar diretamente a campanha de Flávio Bolsonaro.
“Eu acredito que o cenário de primeiro turno não é um cenário improvável, é um cenário provável. Claro que tem uma probabilidade alta também de ter um segundo turno Flávio e Lula. Mas, eu queria compartilhar aqui, assim, não fiquem assustados se a oposição ganhar no primeiro turno”, concluiu o economista.
Em defesa entregue ao presidente do STF, Edson Fachin, na noite desta segunda-feira (14), o ministro Alexandre de Moraes classificou como “ilegal” e uma tentativa de “vingança” o relatório da Polícia Federal apresentado pelo ministro André Mendonça sobre o chamado caso Master.
O documento, que embasa o pedido de investigação contra Moraes, foi duramente contestado pelo magistrado em uma manifestação de 44 páginas e 121 tópicos, protocolada na véspera da sessão do STF que decidirá se ele será investigado.
Moraes afirma que “não há indício de infração penal” e que a ofensiva tem clara motivação político-eleitoral articulada por aliados de condenados pelos atos de 8 de janeiro. “Apesar da farsa montada e divulgada, não existe absolutamente nada e todos sabem a motivação político-eleitoral dessas criminosas mentiras”, declarou o magistrado.
O ministro aponta que a instauração da investigação é irregular por não ter partido da Procuradoria-Geral da República (PGR) nem sido aprovada em plenário. Analisando os metadados do relatório da PF, a defesa argumenta que o documento não foi produzido integralmente pela corporação, contando com o auxílio de órgãos externos, possivelmente estrangeiros. Para Moraes, isso configura uma “clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026”.
Tragédia será quando um pai de família atropelar um desses idiotas, esses babacas se acham os donos das ruas e avenidas, exigem respeito e não respeitam o mínimo as normas de civilidade q se exigem no trânsito. Vão andar em trilhas, sabem q não tem estrutura na cidade e mesmo assim se arriscam e põe a própria vida em risco.
Precisamos cobrar dos gestores ciclovias , como foi feito em João Pessoa! João Pessoa tem mais de 55km de ciclovias e ainda fazendo mais. Com essa pandemia comprar bike foi a solução para muitos trabalhadores. Muita gente deixando carro em casa e indo trabalhar de bike , por conta da segurança da ciclovias e rapidez para chegar ao trabalho. Gosto muito de pelar lá.
Vamos cobrar , fazer campanhas como fizeram lá.
Ainda bem que não vinha um carro perto, ou a culpa seria do motorista. Os novos reis da rua não respeitam o trânsito.
Quase toda vez que vejo ciclista da moda na rua estão fazendo alguma barbeiragem.
Acredito que o título da matéria deveria ser: Queda de ciclista em Areia preta acaba tragédia, ou fraturar cinco costelas, uma escápula e ser acometido por um pneumotórax, necessitando de drenagem de tórax não se configura tragédia? No mínimo trinta a quarenta dias de repouso absoluto. Sem poder trabalhar ou mesmo atender às atividades básicas da vida diária. A meu ver, uma lamentável tragédia
Pedalo todos os dias entre a Praia do forte até metade da via costeira, o trecho da praia do meio tem uma ciclovia que é invadida por ambulantes e pedestres, que não respeitam os ciclistas pondo em risco a todos.
Caramba!
Tem certeza que foi uma queda de bicicleta mesmo! ?
Virou febre nessa pandemia. Grupos grandes de ciclistas em Natal e nem sempre obedecem as regras … o que não foi o caso, mas precisa ser registrado.
Comentário muito oportuno. Pedalo quase diariamente, e, realmente, há necessidade de uma campanha neste sentido!! Bom para todos.
Aqui em Extremoz RN, os ciclistas já estão acostumados. Só tem buracos nas vias, aonde tem um pouco de pista, também está esburacado. Enfim políticos que não agregam nada a comunidade sempre se elegem. Na RN que dá acesso a Praia de Pitangui,as dunas literalmente tomaram as pistas e os acidentes se sucedem. O Governo do Estado deve estar esperando morrer alguém para tomar uma providência. Vc não vê a prefeitura de Extremoz nem sinalizar para nas curvas os carros não baterem de frente,pois ninguém enxerga direito pois as dunas são altas e no meio da pista.