Diversos

R$ 12 milhões ao PT: Interrogado por Moro, Bumlai, amigo de Lula, diz que aceitou negócio por medo de ter fazendas invadidas

Por interino

O pecuarista José Carlos Bumlai afirmou ao juiz Sérgio Moro em interrogatório nesta segunda-feira (30) que um dos motivos que o levou a ceder o nome para um empréstimo que tinha como destinatário o Partido dos Trabalhadores (PT) foi o medo de invasões de terra. Ele voltou a admitir que emprestou o nome para que R$ 12 milhões fossem repassados ao partido.

Os depoimentos de José Carlos Bumlai e do filho dele, Maurício Bumlai encerraram a fase de interrogatórios do processo. Após o prazo de cinco dias para as defesas fazerem pedido complementares, o juiz pode abrir o prazo para as alegações finais – a última etapa antes da sentença.

Conforme a acusação, a quitação do empréstimo feito no nome de Bumlai junto ao Banco Schahin foi feita através da assinatura de um contrato de US$ 1,6 bilhão entre o Grupo Schahin e a Petrobras para operação do navio sonda Vitória 10.000. O pecuarista também admitiu que a quitação foi fraudada com um contrato falso de venda de embriões de propriedade de Bumlai para o Grupo Schahin.

“Eu, na verdade, cometi um grande erro, levado, conforme disse em depoimento, pela minha situação. Eu era proprietário na época de 210 mil hectares de terra, tudo produtivo. Com o PT assumindo o governo federal, nós éramos um grande alvo para invasões. Eu não falei isso na época por uma questão de receio, mas também porque achei que o empréstimo não ia sair”, falou Bumlai ao juiz nesta segunda.

Ele disse que acredita ter sido procurado para receber o empréstimo por ser amigo de executivos do banco. Das reuniões, afirmou, também participou o então tesoureiro do PT Delúbio Soares.

Segundo Bumlai, o negócio foi avalizado por Maurício Bumlai, filho dele, e o empréstimo foi concedido. Após o fechamento do negócio, executivos do Banco Schahin questionaram se ele não tinha uma empresa para colocar como intermediária no negócio, para que o dinheiro não fosse diretamente direcionado ao PT. Ele disse então ter indicado o frigorífico de um amigo, que ficou responsável por encaminhar o dinheiro aos destinatários indicados pelo PT.

Apesar de não saber exatamente quem recebeu os recursos, Bumlai disse foi mencionado que R$ 6 milhões seriam usados na campanha do PT para a Prefeitura de Campinas. Sobre o restante, segundo Bumlai, o pretexto era para suprir necessidade de caixa do partido. O PT vem negando essas afirmações desde que Bumlai admitiu o empréstimo, ressaltando que todas as doações recebidas foram estritamente dentro da legalidade e, posteriormente, declaradas à Justiça Eleitoral.

A promessa feita a Bumlai, relatou, era de que o PT cuidaria de quitar os valores com o Bancho Schahin, o que não aconteceu. O pecuarista disse que chegou a dar uma fazenda em garantia para que o banco hipotecasse, mas que a hipoteca não foi feita e a dívida continuou aumentando. “Eu não fiz conta de juros, queria ficar livre do problema”, disse.

Ainda assim, a dívida com o Banco Schahin permaneceu ativa. Ao questionar o Banco Schahim, Bumlai disse ter sido informado que o PT estava com problemas por conta do escândalo do Mensalão. Ele disse ter recebido, então, uma dica de Sandro Tordin, que havia participado na negociação do empréstimo, mas já havia saído do banco.

“Eles estão em negócios com o governo, inclusive Petrobras. O que vai dar eu não sei, mas é uma forma de você colocar o problema novamente”, disse Bumlai. Foi quando ele decidiu procurar João Vaccari Neto, que admitiu a dívida do PT e que iria buscar uma solução. Em uma reunião Vaccari chegou a mencionar a negociação de um navio com o Grupo Schahin.

O juiz perguntou se Bumlai sabia que o contrato serviria para quitar o empréstimo. Ele negou, mas relatou conversa que teve com Vaccari na ocasião. “Ele não me falou com isso quita o empréstimo. Mas como eu estava sendo procurado pra quitar o empréstimo, eu imaginei exatamente isso”, disse.

Segundo Bumlai, ele havia acabado de ser procurado pelo Banco Schahin para fazer o contrato falso de fornecimento de embriões, que, enfim liquidaria a dívida. “Quando foi feita a quitação, quando nós fizemos as contas no final de 2008, na época na verdade a quitação ocorreu em janeiro de 2009. Levamos em conta um preço de embrião bem abaixo daquilo que era nossa média” disse a Moro.

Prisão domiciliar

Desde março deste ano, após ter sido diagnosticado com câncer na bexiga, Bumlai cumpre prisão domiciliar. No encerramento do interrogatório desta segunda, ele agradeceu ao juiz Sérgio Moro por ter lhe permitido ir para São Paulo fazer o tratamento contra a doença.”Eu não estaria hoje, Excelência, não fosse esse seu ato humano”, disse. Ele garantiu ainda ao juiz que falou a verdade no depoimento e pediu misericórdia no julgamento.

“Se eu não falar a verdade para o senhor, e um dia o senhor descobrir a verdade, o senhor vai atrás de mim. Então eu queria pedir de forma encarecida para o senhor: eu estou com uma série de problemas que não vêm ao caso, que não é motivo para eu estar falando isso, apenas estou relatando. Que o senhor seja misericordioso nesse julgamento meu, porque eu tenho muita coisa pela frente para enfrentar, entendeu? O que eu posso dizer para o senhor é o seguinte: o senhor vai estar sempre nas minhas orações”, concluiu.

Além deste processo, ele também é investigado na Lava Jato pela reforma de um sítio em Atibaia que era frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo a Polícia Federal, parte da obra na propriedade foi paga pelo pecuarista.

‘Abençoado por Lula’

Bumlai negou afirmação de executivos do Grupo Schahin de que ele havia dito que o negócio envolvendo a operação do navio sonda da Petrobras estava “abençoada” por Lula. A afirmação foi feita em interrogatório por Fernando Schahin.

Segundo Schahin, o pecuarista disse a ele em um evento que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia “abençoado” a celebração de um contrato entre o Grupo Schahin e a Petrobras. Lula também já negou a história.

Fernando Schahin disse ao juiz Sérgio Moro que foi abordado por Bumlai em um evento social, e que o pecuarista o questionou sobre como estavam as negociações com a Petrobras para firmar o contrato. Schahin disse que Bumlai relatou saber do negócio porque tinha relacionamento com o grupo, e que respondeu a ele que tudo caminhava bem.

“Ele me disse que passasse um recado ao pessoal de que o presidente estava abençoando o negócio”, disse Fernando Schahin, ao ser questionado por Moro. Esse relato já havia sido feito por Salim Schahin, tio de Fernando, em acordo de delação premiada. Fernando Schahin afirmou que o empréstimo de R$ 12 milhões não foi abordado na conversa.

“Não, jamais, se o presidente está abenço… Porque eu não procuraria isso então há três, quatro anos atrás, se o presidente… Quem é o presidente pra abençoar? Esse termo abençoar é de religião, não é termo de negócio”, respondeu Bumlai ao juiz Sérgio Moro.

G1

Opinião dos leitores

  1. A escola do PT é um caso a ser investigado, Bumlai preso, cheio de restrições, mas não entrega os mandantes das situações, dos empréstimos milionários. Assim, do nada, ele foi procurado para entrar numa roubada, foi empurrado para uma situação sem ter nada haver com ela e simplesmente aceitou e pronto.
    Pior, foi buscar a justificativa numa possível, provável, numa talvez invasão de suas terras. Com isso ele mostra que a probabilidade da coisa ocorrer é mais assustadora e “real” que o recurso a justiça no caso de reintegração de posse.
    Ainda tentou desviar a atenção para sua situação pessoal, sua debilidade por uma doença, como se isso fosse perdão para ilegalidades cometidas.
    Ele criou mais um conto da carochinha, tentando levar a justiça no bico, jogando para sensibilizar com suas palavras sem sentido. Só acertou quando disse que no futuro a justiça saberá a verdade sobre tais fatos, pois esse depoimento parece mais fruto do mundo ilusório que o PT tentar criar para justificar o injustificável.
    Omitiu propositalmente o nome do mentor e político que deu aval a movimentação de tais valores. Perdeu a grande chance de falar a verdade. Mas como bom petista, verdade é algo a ser criada de acordo com a conveniência do momento.

  2. Pelo que entendi, o cara que é "amigo" de Lula foi vítima de extorsão pelo PT… muito grave isso.

  3. Se não foi agora vai acontecer (invasão)…
    Amigão da Empresa Lula da Silva & PT/ SA…rs..rs..rs
    Depois desse depoimento creio q o "capo" vai ficar mais "pensativo"….

    1. O "capo" tem outro nome, talvez cunha, jucá, renan, aecio deixa de alienação, desliga a tv não deixa ela te dominar, te deixar cego, mudo e irracional.

    2. Beira a doença a vontade dos petista em difamar Aécio. A cada delação aparecem vários nomes, a cada 20 novos nomes, as vezes falam vagamente em Aécio, mas os doentes do PT logo escutam Aécio, quando se pronuncia Dilma, Lula, Bumlai, José Dirceu, Palocci, Vaccari, Odebrecht, Camargo Correa, UTC, Renan, Yousself, André Vargas, Fernando Baiano, Marcelo Odebrecht, Argôlo, Cerveró, Roberto Costa, Pedro Barusco, Renato Duque. Falando nisso, algum desses citados tem alguma ligação com Aécio ou com Lula e o PT?

    3. Vixeeee…
      Acrescentando…
      Edinho Silva,
      Mercadante,
      Genuíno,
      Gilberto Carvalho,
      Hoffman…..

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Mundo

Advogado da Trump Media rebate fala de Lula no debate e classifica como “recado mafioso”

Reprodução

Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.

No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.

De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.

Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] Economista detona fake news petista sobre Bolsa Família e Flávio desmente corte no programa


Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.

Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.

Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.

” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.

Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.

“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.

 

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Brasil

TAPETÃO ELEITORAL: Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio por suposto favorecimento da Meta

Reprodução

A campanha do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob a alegação de que a Meta teria favorecido o senador por meio de seus algoritmos e prejudicado a divulgação de conteúdos petistas.

Segundo a Folha, a ação aponta supostas falhas na distribuição de anúncios, recomendações de perfis e canais ligados a Flávio e diferenças de alcance entre as contas dos dois candidatos. A campanha alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

O caso ocorre após decisões liminares do ministro Marco Bellizze determinarem que a Meta assegure tratamento isonômico aos candidatos e corrija problemas nas contas de anúncios de Lula. A campanha petista também pede acesso a informações sobre o funcionamento dos algoritmos e a mensagens internas da empresa.

A Meta nega favorecer candidatos ou interferir no processo eleitoral.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

QG de Lula espalha fake sobre Bolsa Família, mas esconde que Flávio dobra prazo de proteção ao trabalhador

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Na tentativa de criar pânico eleitoral na reta final do segundo turno, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a distorcer declarações da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, acusando o adversário de planejar “cortes” no Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (19), o porta-voz do QG petista, senador Camilo Santana (PT), foi a público atacar a proposta de revisão de gastos. Camilo usou a fala de Daniella para alimentar a narrativa de que o programa social estaria sob ameaça.

A realidade das propostas, no entanto, desmente o discurso místico do PT. A medida desenhada pela equipe de Flávio Bolsonaro estabelece uma regra de transição de 2 anos para quem conseguir um emprego formal ou abrir o próprio negócio. Na prática, trata-se de um modelo de mais proteção ao beneficiário, que mantém o auxílio por até 24 meses enquanto busca a independência financeira — com retorno automático ao programa caso o empreendimento ou emprego não dê certo.

Enquanto o modelo atual mantido pelo governo Lula oferece proteção por apenas 1 ano, a proposta de Flávio estende essa garantia pelo dobro do tempo (2 anos) e desburocratiza a volta ao benefício.

 

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Política

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger

Reprodução

A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] JOGADA: Lula anuncia ida ao TSE para entregar autorização de quebra de sigilos bancário e telefônico dele e da família


O presidente Lula (PT) afirmou que pretende entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento autorizando a quebra de seus sigilos bancário e telefônico e os de familiares. A declaração foi feita após o confronto com Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da TV Bandeirantes, no domingo (18).

Em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, Lula chamou o adversário de “miliciano” e acusou a família Bolsonaro de corrupção. O presidente desafiou Flávio a autorizar a abertura de suas contas bancárias e de sigilos telefônicos, incluindo os de familiares e empresas.

A proposta, segundo Lula, é que os documentos sejam entregues à Justiça para avaliação antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Vorcaro aponta Kassab como destinatário de comissões por investimentos de fundos públicos no Master

Arte Metrópoles

Em tentativa de delação premiada, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República que Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seria o destinatário final de parte das comissões pagas pelo Banco Master por captações de recursos de fundos previdenciários municipais e estaduais.

Segundo o relato, Kassab teria se comprometido a incentivar administrações ligadas ao PSD a investir nos produtos financeiros do banco em troca de comissões. Vorcaro afirmou que os pagamentos eram feitos em espécie a consultores e agentes públicos. Kassab negou as acusações, classificando o relato como “absolutamente fantasioso”.

De acordo com dados citados na reportagem do Metrópoles, regimes próprios de previdência de 21 estados e municípios investiram R$ 1,88 bilhão em letras financeiras do Master entre 2023 e 2024. O maior aporte foi do Rio de Janeiro, com R$ 970 milhões.

As letras financeiras não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que expõe os investidores a riscos em caso de liquidação da instituição financeira.

Com informações do Metrópoles 

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Judiciário

PGR não vê improbidade de Mendonça apontada por Moraes e recomenda ao STF fim da representação

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu não haver elementos suficientes para caracterizar abuso de autoridade nas ações do ministro André Mendonça na condução dos casos Banco Master e INSS. Em parecer encaminhado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o órgão se manifestou contra o prosseguimento da representação apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Moraes havia acusado o colega de possível improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos. Para sustentar as acusações, apresentou relatórios de inteligência que, segundo a PGR, não possuem valor probatório.

O órgão também ressaltou que eventuais crimes de responsabilidade envolvendo ministros do STF são competência do Senado Federal. Ao final, recomendou que a representação não prossiga, observando que cabe ao plenário do Supremo decidir sobre a autorização de investigações contra integrantes da Corte.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

A CASA DA TURMA: Ministro da educação frequentava mansão de Lulinha e Luchsinger no Lago Sul

Reprodução

O Ministro da Educação, Leonardo Barchini, frequentava a casa da lobista Roberta Luchsinger, em Brasília, segundo mensagens extraídas do celular dela e divulgadas pelo Metrópoles. As conversas registram convites para almoços e churrascos no imóvel localizado no Lago Sul, onde também se reuniam Roberta e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

Em setembro de 2024, quando ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Educação, Barchini teve um almoço combinado na residência da lobista. Uma assessora perguntou se o encontro com “Léo” estava confirmado, e Roberta respondeu que sim, acrescentando que seria realizado na própria casa.

As mensagens também mostram que, em 1º de janeiro de 2025, Roberta convidou Barchini e sua mulher, Alessandra, para um churrasco no imóvel. A residência, situada na QI 26 do Lago Sul, tinha aluguel anual de R$ 560 mil, segundo a reportagem. O local também foi usado por Roberta e Lulinha para encontros em Brasília, incluindo o Réveillon de 2024 para 2025.

Nesta segunda-feira (19), Roberta publicou uma mensagem nas redes sociais questionando autoridades que, segundo ela, frequentavam sua casa e agora demonstram receio de admitir a proximidade. “Não consigo entender por que algumas pessoas, entre elas ministros, assessores e secretários, demonstram tanto receio de admitir que frequentavam semanalmente minha casa em Brasília”, declarou.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] General Girão tentou manter ato pacífico, mas apoiadores da esquerda não respeitaram e manifestação acabou em violência


O deputado federal General Girão tentou manter a manifestação de apoiadores de Flávio Bolsonaro pacífica na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas, segundo as imagens recebidas pelo Blog do BG, os apoiadores da esquerda não respeitaram e invadiram o ato, partindo para a violência.

Durante sua fala, Girão pediu respeito à liberdade de manifestação e ressaltou que o espaço público pertence a todos os grupos políticos. “Esse ambiente aqui é tanto da direita quanto da esquerda. Vocês não podem se apossar dele”, afirmou.

O parlamentar também destacou que a democracia pressupõe o direito de defender posições diferentes. Apesar do apelo, a pancadaria se instaurou na universidade.

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